Catálogo musical

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Dany Roots & the Irakabalaie


Colombia

Cantautor

Folclore Fusión

Dany Roots & the Irakabalaie es una propuesta revolucionaria de World Music de alto impacto emocional que reactiva la tradición ancestral colombiana a través de un pulso global y contemporáneo. Liderado por el productor e investigador musical independiente Dany Roots —quien desde 2003 explora las verdades humanas a través del sonido—, este vehículo escénico fusiona de forma única la fuerza del folclor con la vanguardia electrónica, el jazz y el rock. La propuesta se fundamenta en un tejido sonoro meticuloso, donde la melodía, la lírica y el sampling contemporáneo se entrelazan para construir experiencias verdaderamente inmersivas y trascendentales en vivo.El ADN de este sonido tridimensional se sostiene sobre tres pilares claros: la raíz del folclor vivo (como la Cumbia, el Porro, el Bullerengue y las Gaitas), la vanguardia electrónica de beats o atmósferas actuales, y la sofisticación armónica aportada por la improvisación del jazz y las guitarras poderosas del rock. Lejos de ser una simple reinterpretación estática del pasado, la misión de la agrupación es transformarlo en una tradición viva que estalla sobre el escenario. El resultado final es un repertorio altamente bailable, magnético y sofisticado, capaz de transformar clásicos inmortales de nuestra tierra como "La Cumbia Cienaguera", "María Varilla" o "El Coron Coro" en una experiencia global, moderna y profundamente conectada con el presente.

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MISSEX


España

Agrupación

Electroclash (Nu Wave)

Electropop

.Con una trayectoria consolidada en Europa y América Latina, el proyecto ha participado en festivales, mercados y eventos internacionales como SHOWCASE WOMEX 2025, Fusion Festival (Alemania), AWID (Tailandia), Ars Electronica (Austria), Tropical Pressure (Reino Unido), BAM Cultura Viva y Primavera Pro, entre otros. Su propuesta ha circulado por salas, festivales y espacios comunitarios, construyendo una red internacional de colaboración. En 2026 presenta su primer álbum en vinilo y formato digital, consolidando un proceso de internacionalización basado en el intercambio cultural, la innovación artística y el compromiso con la diversidad.

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Alexandre da Mata & The Black Dogs


Brasil

Banda

British Blues & Blues Rock

Texas Bluesrock & Modern Electric Blues

Alexandre da Mata & The Black Dogs é uma banda brasileira que une a força do blues, do rock e da música de raízes em uma linguagem autoral marcada pela autenticidade e pela excelência artística. Liderado pelo guitarrista, cantor, compositor e produtor cultural Alexandre da Mata, o grupo desenvolve um trabalho que dialoga com a tradição da música afro-americana sem perder sua identidade brasileira, criando uma sonoridade singular que conecta diferentes culturas por meio da música. Reconhecido por performances intensas e de grande qualidade técnica, Alexandre da Mata & The Black Dogs vem consolidando sua trajetória em festivais, casas de espetáculo e projetos culturais, levando ao público um repertório que reúne composições autorais e releituras cuidadosamente elaboradas. O grupo destaca-se pela capacidade de transformar cada apresentação em uma experiência artística envolvente, marcada pela improvisação, sensibilidade musical e forte interação com a plateia. Além da atuação nos palcos, Alexandre da Mata desenvolve relevante trabalho como produtor cultural, idealizador de festivais e articulador de iniciativas voltadas ao fortalecimento da cena do blues e da música independente no Brasil, promovendo intercâmbios entre artistas nacionais e internacionais e contribuindo para a formação de novos públicos.

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Triciclo Circus Band


Mexico

Banda

Folclor Fusión

Nuevo Folclor

Triciclo Circus Band es un ensamble de ocho músicos que se consolida en las calles del centro de la Ciudad de México en el año 2009, durante este tiempo ha sobresalido por su música llena de color circense que se ve influenciado por una variedad de géneros musicales de distintas regiones del mundo. Gracias a esto su público es totalmente diverso desde niños, adolescentes, jovenes hasta adultos y adultos mayores. Además de esto involucran un vestuario circense que los caracteriza por incorporar narices de clown y sacos rotos y parchados, así como su vestuario de gala, para eventos de gran magnitud. Su principal inquietud ha sido romper la barrera entre el espectador y artista, generando con ello, una conexión profunda entre su público que permite entrelazar sentimientos y emociones a través de la música y el show que realizan. En 2027 cumplen 18 años de trayectoria en la cual han sido parte de diversos festivales, entre los más destacados: Festival Internacional Cervantino, Festival Vive Latino, Feria de San Marcos, Festival internaciona de calaveras, Skatex, Festival cutural de Zacatecas, también han sido invitados a festivales internacionales tanto en América Latina como en Europa: Mirada el festival Iberoamericano de Santos Brasil, Teatro la Media torta en Bogotá y el Festival Internacional de Musica Universitaria (FIMU) en Belfort Francia. De

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Gerson Conrad e Banda


Brasil

Agrupación

MPB

Progressive Rock, Art Rock & Symphonic Rock

British Blues & Blues Rock

Gerson Conrad, músico, compositor e intérprete nasceu em São Paulo, capital e, tornou-se conhecido por ser um dos integrantes do grupo Secos& Molhados em sua formação original. Gerson é o compositor da obra Rosa de Hiroshima de autoria de Vinícius de Moraes entre outras. Com a dissolução do grupo em agosto de 1974, deu início à sua carreira solo. Em 1975, lança seu primeiro LP intitulado Trem Noturno, pelo selo Sigla Som Livre e da início a apresentações ao vivo dividindo esse trabalho com a atriz e cantora Zezé Motta. Em 1981, lança seu segundo LP, com subtítulo Rosto Marcado pela gravadora Continental. Formado em arquitetura, à partir desse ano, Gerson divide suas atividades profissionais entre o arquiteto e o músico. Nos anos seguintes, continua atuando em shows ao vivo mas, se afasta das gravadoras. Volta a lançar pelo selo Deckdisc seu terceiro trabalho musical com o CD Lago Azul, no ano de 2017. Em 2020, lança um EP pela Warner Chappell intitulado, O Fio do Meu Destino. Atualmente Gerson segue com apresentações ao vivo até os dias de hoje e, com sua nova banda, apresenta o show Entre Amigos. O show autoral reúne além de músicas inéditas, releituras dos principais sucessos do Secos&Molhados.

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Eliana Nyagu


Portugal

Trabajador Independiente

Eliana Nyagu is a Portuguese Arts & Cultural Manager specialising in artist management, international touring, cultural programming and production. Holding Master's degrees in Cultural Management and Oboe Performance, she combines artistic knowledge with project management expertise, enabling her to support artists throughout all stages of project development, from strategic planning and fundraising to international mobility, production and audience engagement. Throughout her professional career, she has collaborated with orchestras, cultural organisations, festivals and artist management agencies, developing experience in production, communication, logistics, marketing and cultural mediation. Her work is driven by a commitment to expanding access to culture, fostering international collaboration and creating sustainable opportunities for artists and cultural organisations.

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Héloa


Brasil

Cantautor

Afro

MPB

Afrobrasileiro

Contemporánea

Héloa é uma multiartista afroindígena brasileira, mulher de terreiro e de aldeia, cantora, compositora, atriz, realizadora audiovisual, artista visual, diretora, gestora cultural, ativista cultural e ambiental. Nascida em Sergipe, no Nordeste do Brasil, é do povo Kariri-Xokó e liderança de terreiro de Candomblé. Sua obra entrelaça as matrizes africanas e indígenas, transformando ancestralidade, espiritualidade e território em linguagem artística contemporânea. Com três álbuns, dois EPs e um DVD lançados, recebeu o Prêmio Profissionais da Música na categoria MPB Nordeste com o álbum yIDé, produzido por Carlinhos Brown e Yuri Queiroga, com participações de Margareth Menezes, Lia de Itamaracá, Maestro Spok, Luís Caldas e do Grupo Indígena Sabuká Kariri-Xokó. A turnê realizou mais de 30 apresentações pelo Brasil, reunindo cantos de terreiro e de aldeia, maracas, tambores e beats eletrônicos. Em 2026, apresenta ÁRIDA, seu quarto álbum de estúdio, inspirado na Caatinga e nas conexões históricas entre África, povos originários e o mundo árabe. O disco reúne ritmos tradicionais do Nordeste brasileiro, sonoridades africanas e referências árabes, com participações de Luedji Luna, Jorge Du Peixe (Nação Zumbi), Chico César, Liu Kid (Angola), Maestro Spok, Mestrinho e do Grupo Sabuká Kariri-Xokó. Além da música, Héloa é criadora e diretora do Festival Xirê Toré – Encontros de Tradições, que promove o encontro entre povos indígenas, comunidades de terreiro, mestres da cultura popular e artistas contemporâneos por meio de apresentações, vivências e ações formativas dedicadas à valorização dos saberes ancestrais. É também idealizadora e diretora da série documental Originário, que registra a história, os modos de vida e as expressões culturais dos povos indígenas Kariri-Xokó, Fulkaxó e Xokó, em seus territórios na Caatinga sergipana, contribuindo para a preservação e difusão de suas narrativas. Sua produção artística estabelece pontes entre Brasil, África e o Sul Global, investigando identidade, memória, espiritualidade, justiça climática e os direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, consolidando Héloa como uma das vozes mais singulares da música brasileira contemporânea e uma artista em crescente projeção internacional.

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Tangolo Mangos


Brasil

Banda

Tropicalia

MPB

Formada em 2017, a banda Tangolo Mangos trilha um som camaleônico que se esbarra com diferentes gêneros musicais, destacando-se o rock clássico, a MPB e a música regional nordestina, aliados a uma estética ligada à psicodelia. O grupo – que já havia lançado 2 EPs de estúdio e seu primeiro disco, Garatujas (2023) – recentemente publicou seu segundo disco cheio e primeiro gravado em estúdio, o álbum PEDAGIOS Y CARONAS, disponível desde 15 de maio de 2026. O primeiro lançamento do grupo se deu através do EP Mangas a Caminho da Feira nº1, lançado em 2019. O disco traz seis faixas que mesclam o rock sessentista e setentista com regionalismos brasileiros e elementos da música psicodélica. A produção do EP foi totalmente independente, flertando com a cultura do “faça você mesmo” e do lo-fi. A finalização (bem como o lançamento) foi financiada coletivamente, através de uma campanha de crowdfunding na plataforma Catarse, finalizada em agosto de 2018. A maior parte do material do EP foi gravado num sítio em Euclides da Cunha, interior da Bahia, no qual a banda passou cerca de 10 dias se dedicando às canções. A engenharia de som, captação de áudio, produção de arranjos e mixagem foram, inteiramente, realizados pela própria banda. As condições de produção do disco resultaram, por consequência, numa estética sonora mais caseira. No mesmo ano do lançamento do primeiro EP, a banda iniciou a produção de seis faixas para o projeto Mangas a Caminho da Feira nº 2 (que futuramente viria a se tornar a base do primeiro álbum do grupo, Garatujas), interrompido pela pandemia de Covid-19. Impossibilitado de continuar se encontrando para concluir o projeto iniciado, o grupo resolveu seguir um novo impulso criativo, utilizando as formas de produção viáveis para dar vida às composições e ideias guardadas na gaveta – gerando o seu segundo EP, tngl_mngs.rar. Nascida na despretensão, oriunda dos meios técnicos mais precários em que o EP foi gravado e do clima mais experimental que envolveu a produção à distância, a obra evidencia novos caminhos sonoros percorridos pelos baianos. Explorando elementos que vão do rock psicodélico ao lo-fi hip hop, flertando momentaneamente com o trap e diferentes ritmos regionais, o disco traz duas faixas instrumentais – as primeiras lançadas pela banda. No entanto, as canções ainda se mantêm fortemente presentes no trabalho, que, inclusive, inclui pela primeira vez uma composição em outro idioma que não o português, se arriscando no francês. O material ainda conta com as participações especiais de Colibri (representado por Zé Neto, cabeça à frente do projeto) e André Becker, ambas gravadas por meio de smartphones, também à distância. A produção musical do disco foi realizada pela banda, com masterização de Ayze Buy e apoio da Tropicasa Produções. Em setembro de 2021 lançaram a faixa bônus do EP, com o single tudo_q_eu_quis.mp4, colaboração com o cantor Giovani Cidreira e os rappers Rei Lacoste e tevin. Nesse mesmo ano, o grupo retomou as produções das faixas interrompidas pela pandemia, e, após dois anos, realizou o lançamento de seu primeiro álbum cheio, Garatujas, em dezembro de 2023. Durante esse período, a banda ainda participou e colaborou nas produções das faixas Vermelho (2021), da artista capixaba CA IO, Como (2022), de Rei Lacoste, e Salvador (2022), do duo sergipano Cidade Dormitório. Lançado em dezembro de 2023, o álbum Garatujas tem sua produção musical e executiva assinada de maneira coletiva pelo próprio quinteto: Bruno Fechine (vozes e percussões), Felipe Vaqueiro (vozes e guitarra), João Antônio Dourado (bateria), João Denovaro (vozes e baixo) e Pedro Viana (vozes e guitarra). Na tentativa de definir a sonoridade do trabalho, pode-se dizer que é um som tropical que se identifica com diferentes gêneros musicais, destacando-se o rock clássico, a MPB e a música regional nordestina, com uma estética ligada à psicodelia. É essencialmente um disco brasileiro de canções, ainda que, em alguns momentos, abrace estruturas musicais mais experimentais, caminhando para uma abordagem mais progressiva. É também um passeio pelo samba, choro, baião e bossa nova, junto com blues, grunge, heavy metal e stoner. “Se eu pudesse dizer somente uma palavra sobre a sonoridade, eu diria: estranha”, resume João Antônio. Com essa pegada e sua aura afetuosa (também não há o clichê do roqueiro brabo aqui), a Tangolo Mangos vem acumulando públicos, shows, eventos, produções, viagens e o reconhecimento de sua competência artística. Todos os cinco integrantes assinam as composições – às vezes sozinhos, às vezes entre eles mesmos ou com outros parceiros. Eles também se dividiram na mixagem, deixando a masterização por conta de Wagner Sasaki. A autonomia apresentada na ficha técnica é característica da trajetória do grupo, que lançou do mesmo modo, na pegada do “faça você mesmo”, o EP “Mangas a Caminho da Feira no 1”, em 2019, e o “tngl_mngs.rar”, em 2020. Agora o “Garatujas”, com 13 canções, é uma realização reinventada várias vezes desde que a Covid-19 começou a obrigar mudanças de planos. Assim, as músicas foram gravadas em diferentes lugares e tempos, majoritariamente em Salvador, mas também em Lauro de Freitas e São Paulo, entre os anos de 2019 e 2023. O escritório da banda, residências dos membros e suas amizades foram estúdios junto com o Toca do Caranguejo e o Casarão Studios. Toda esta descrição pode conotar improviso e desleixo, o que é o avesso da realidade: Tangolo Mangos é uma banda caprichosa, cuidadosa com cada detalhe. “A gente produz e mixa tudo que a gente faz, a gente compõe todas as nossas músicas, a gente faz toda a nossa identidade visual, a gente dirige todos os nossos clipes (ao lado de uma rede de amizades do audiovisual). E a gente trabalha muito para que as coisas fiquem muito boas”, lista João Denovaro. Mas os vínculos são vários e o disco é cheio de participações especiais: “A gente tem uma rede que rendeu muitos feats, foi um processo muito gostoso de fazer, montar esse grande espetáculo”, completa ele. Nascido a partir da ideia de realizar gravações em casa, Tangolo Mangos era, no princípio, um projeto virtual de Felipe Vaqueiro, iniciado pelo SoundCloud entre 2015 e 2016. Em 2017, a iniciativa tomou corpo e se configurou finalmente numa banda, passando a realizar seus primeiros shows e apresentações ao vivo na cidade de Salvador. Com passagens por importantes casas de shows do circuito alternativo de Salvador (Buk Porão, Irish Pub, Portela Café, Casa Ninja, Puleiro do Rock, Club Banhoff, Casa Preta, BláBláBlá Arte e Cultura, Discodelia Pub & Records, Casa da Felicidade, Colaborar, além de equipamentos culturais do SESC), a banda se consolidou na cena local e passou por festivais como o Festival de Novo no Circo Voador em março de 2026, Radioca, FacomSom, Feira Noise, Festival Música em Movimento e Universo Paralello. No ano de 2022, a banda voltou aos palcos da capital baiana e, em setembro, realizou o show de encerramento de seu segundo EP, numa apresentação repleta de participações especiais na Sala do Coro do Teatro Castro Alves. No primeiro semestre de 2023, o quinteto circulou pelas cidades de Aracaju, Maceió, Salvador e Feira de Santana, acompanhando a turnê dos parceiros sergipanos da Cidade Dormitório. Em outubro, após o lançamento do single Poca, o grupo baiano se apresentou pela primeira vez em palcos pelo sudeste, passando por São Paulo, Campinas, Americana, Piracicaba, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Desde então, a banda circulou por mais de 50 cidades do Brasil e Europa (como Lisboa, Porto, Madri, Barcelona e Hamburgo), levando seu show enérgico para palcos de espaços como Casa Natura Musical, Festival DoSol, Museu da Imagem e do Som, Radioca, Feira Noise, Sesc Vila Mariana. Em março de 2026, a banda se apresentou no Festival De Novo, no Circo Voador (RJ), marcando também o encerramento da era do disco Garatujas com uma mini turnê de 5 shows pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia enquanto prepara o lançamento do seu segundo álbum cheio, PEDAGIOS Y CARONAS. Como parte da campanha de lançamento, a banda também contou com o disparo do single DOMINÓ (Citação: “Falando Nisso”) no dia 30 de abril de 2026. Em seu primeiro disco gravado em estúdio, a Tangolo Mangos apresenta em PEDAGIOS Y CARONAS um novo momento de sua trajetória. Após mais de 100 shows e turnês pelo Brasil e Europa, o grupo transforma a experiência da estrada em matéria criativa e aposta em um registro mais direto, vivo e fiel à energia de suas apresentações. Gravado no estúdio Ori, em Salvador, com co-produção de Apu Tude e Victor Vaughn e lançado pela Deck, o disco abandona parte do caráter laboratorial de Garatujas (2023) para priorizar a força da canção e da performance coletiva. Mantendo seu maximalismo característico, agora mais conciso e potente, a banda combina ritmos brasileiros e nordestinos com referências que vão do City Pop japonês ao J-Rock, Funkadelic e Drum N’Bass, em um trabalho que reafirma sua inventividade e maturidade artística. “Quando gravamos o ‘Garatujas’, percebemos que as músicas que ficaram mais legais foram as que gravamos ao vivo. Há uma energia que não existe quando você grava camada em cima de camada. Ao vivo há uma coesão, não um quadro em branco em que podemos colocar todo e qualquer instrumento do mundo. O que existe ali é nossa música”, comenta João Denovaro, baixista, compositor e um dos vocalistas da banda. Com força rítmica e confiança nas canções, “PEDAGIOS Y CARONAS” apresenta a Tangolo Mangos em uma performance mais crua e mais viva, sem deixar sua inventividade composicional para trás. Em uma estrada que molda e reimagina intenções, pedágio é apenas passagem, mas caronas, uma pura coragem de se estar em movimento. A co-produção do álbum também é assinada por todos os membros da banda e além de ter sua base toda gravada em Salvador, teve participações e acréscimos gravados em paradas durante estes últimos anos de estrada pelo Brasil. Sendo estes o Estúdio Daedícula (São Paulo – SP), Estúdio Supersonica (Manu Julian) (São Paulo-SP), Home Estúdio da Gastação Infinita (Cariacica-ES), Home Estúdio Casa de Neca (São Paulo-SP) e Home Estúdio Casa de Francesca (São Paulo-SP). Com as gravações adicionais das vozes de Giovani Cidreira na faixa “GERAIS DO VIEIRA”, de Iago Tartaglia no saxofone e flauta transversal na faixa “OHAYO SARAVÁ” e de Miguel Freitas na bacurinha em “VOU ACORDAR COM ESSA NOVA IDEIA NA CABEÇA”, as participações se tornam as “caronas” que surgiram durante os caminhos traçados pela banda no trajeto que tem sido trilhado. Como banda autoral independente no Brasil, ainda que se paguem muitos pedágios para a existência e sobrevivência da banda, os encontros, parcerias e amizades se firmam enquanto as “caronas” que tornam possível a força locomotora para a criação de um álbum, para a realização de turnês. Tangolo Mangos é composto por Bruno Fechine (vozes e percussões), Felipe Vaqueiro (vozes e guitarra), João Antônio Dourado (bateria), João Denovaro (vozes e baixo) e Theo Kiono (guitarra).

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CSF – Composers Soundtracks Festival


Netherlands

Festival

O Composers Soundtracks Festival (CSF) é um festival internacional criado pelo compositor brasileiro Marcos Souza, na Holanda, com o objetivo de divulgar a música brasileira para cinema e audiovisual e fortalecer o intercâmbio cultural entre o Brasil e a Europa. Inspirado na trajetória do Festival Musimagem, o CSF reúne compositores, cineastas, estudantes e público em concertos, exibições de filmes com música ao vivo, debates, workshops e masterclasses dedicados às trilhas sonoras para cinema, televisão, animação, games e outras linguagens audiovisuais. O festival apresenta trilhas brasileiras ao lado de obras de compositores europeus, amplia a circulação internacional da música audiovisual produzida no Brasil e cria novas oportunidades de colaboração entre artistas, instituições e mercados culturais brasileiros e europeus.

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AYSÙ


Brasil

Banda

Reggaetón & Latin Rap

Reggaetón & Latin Rap

MPB

Aysù é uma banda de Rap-Rock formada em 2026. Tal qual Chico Science e Nação Zumbi, a banda busca fusionar os estridentes timbres da guitarra do Rock com elementos da cultura baiana. No lugar do manguebeat, as percussões afrodiaspóricas herdadas pelo Olodum e os compassos da Timbalada ganham evidência. Somado a essas forças musicais, o protesto lírico do rap da herança de Djonga e Baco Exu do Blues que arrebata o coração da juventude. O primeiro trabalho de estreia, Latinidades, previsto para lançamento 14 de Maio, carrega novamente o diálogo entre tendências globais do que é entendido pelo Norte Global como "música latina" – em faixas como América Latina – e reverência às tradições locais, como a guitarra baiana e percussões afrobrasileiras, em faixas como Indecisão. Com previsão de 03 projetos para o ano de 2026, com parcerias com diversosa artistas do cenário independente baiano, se mostra uma banda promissora, sintetizando as ânsias da juventude, a sonoridade fonográfica atual de mercado, e a energia ao vivo inconfundível.

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