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  • Chega do Chile a “5° Fiesta Pensante” organizada pelo centro juvenil e cultural Flowrida Escuela

    Chega do Chile a “5° Fiesta Pensante” organizada pelo centro juvenil e cultural Flowrida Escuela

    “Flowrida Escuela” é um agrupamento composto por diversos artistas, músicos, produtores, rappers e jovens da comunidade da Flórida, Santiago do Chile, com vontade de gerar projetos que contribuam para a criação de novas e melhores oportunidades e espaços para o desenvolvimento da cultura e das artes.

    Têm por objetivos: 1. Incentivar e potenciar a cultura na comuna, bem como a música, a dança, o muralismo e as artes em geral. 2. Abrir espaços de conhecimento e recreação para os jovens. 3. Levar a um nível profissional as atividades e produções que se gerem com a organização. 4. Gerar e entregar uma mensagem de consciência social, ambiental e cultural à comunidade. 5. Conhecer e gerar redes com outros grupos sociais da comuna como de outros lugares de Santiago e do Chile.

    A 5° Fiesta Pensante será realizada pela primeira vez em formato virtual com a participação de artistas chilenos e organizações internacionais de hiphop.

    15 de maio a partir de 18:00 (Horário do Chile) transmitindo ao vivo pelo Instagram e Facebook

  • Começam as emissões de “Moon Live Sessions” do Chile

    Começam as emissões de “Moon Live Sessions” do Chile

    Moon Live Sessions propõe um percurso virtual por cada uma das regiões do Chile conhecendo seus músicos, seu apoio à ação pró-ecologia e sua contribuição à mãe terra compartilhando com pessoas que promovem e fomentam a cultura da região. Por sua vez, cada capítulo contará com convidados especiais do México.

    A região convidada do mês de abril será a Quarta Região de Coquimbo. Esta edição contará com a participação especial na abertura do Agrupamento Chileno do Vale do Elqui “Magnolia blues Rock” celebrando seus 20 anos de trajetória e visibilizando o legado da Cultura Diaguita no Chile. Os convidados de Baja California, México serão El Irreverente “Minuit De Lacroix” e La Bohemia de “Leonarda”.

    As transmissões serão feitas no final do mês por FB E YOUTUBE @amigosdesolar

  • “Somos Uno” realizou seu primeiro programa estendendo uma ponte entre o tango da Colômbia e a Argentina

    “Somos Uno” realizou seu primeiro programa estendendo uma ponte entre o tango da Colômbia e a Argentina

    A artista colombiana Carmen Úsuga cria o projeto Somos um em que convoca um grupo de artistas independentes de grande trajetória no mundo do tango da Colômbia e Argentina para realizar um encontro de saberes e compartilhar com o público novas composições neste gênero que irmana ambos os países.

    A proposta une várias expressões artísticas: canto, música, poesia e dança. O projeto expressa que Somos um com a arte, que não importam as distâncias, que a integração é fundamental para o crescimento dos indivíduos, que a união fortalece, potencia e difunde este gênero tão arraigado em nossos países.

    Programa já emitido: www.youtube.com
    Próximos programas: 1 de Maio e 22 de Maio às 18:00 da Colômbia em: www.youtube.com

  • O CMMAS do México continua com seu ciclo Perspectivas Sonoras 2021

    O CMMAS do México continua com seu ciclo Perspectivas Sonoras 2021

    Perspectivas Sonoras 2021 é um ciclo de concertos e conferências que se desenvolve de abril a setembro do ano 2021 de forma virtual pelo Centro Mexicano para a Música e as Artes Sonoras, CMMAS.

    Desde a fundação do Centro Mexicano para a Música e as Artes Sonoras, CMMAS em 2006, trabalhou-se para contribuir para o desenvolvimento musical e sonoro tanto no México como em nível internacional. Através de seus programas de ação, fomenta a criação, promove e difunde a obra de artistas e criadores mexicanos e estrangeiros, emergentes e com ampla trajetória; promove a formação do público através de programas para crianças e jovens e do público em geral e contribui para a formação especializada em temas actuais e indispensáveis para a criação e o desenvolvimento profissional.

    Perspectivas Sonoras continua as atividades de difusão, promoção e fomento à criação de música e arte sonora, apresentando o trabalho de artistas latino-americanos.

    Os concertos apresentados para o mês de Maio são os seguintes:

    Concerto virtual Perspectivas Sonoras / 3 Artista: Rocío Yllescas Jacobo (México) 14 de maio de 2021, 20:00 hs. (hora México)
    Concerto virtual Perspectivas Sonoras / 4 Artistas: ÓNIX Ensamble DUPLUM Clarinete: Fernando Domínguez, Percussões: Ivan Camomila, Solistas de ÓNIX/ÓNIX Ensamble. 21 de maio de 2021, 20:00 hs. (hora México)
    Sexta-feira 14 e 21 de Maio às 20:00 hs. (hora México)
    Transmitido pelo canal do YouTube do CMMAS: www.youtube.com

  • Terá lugar a terceira edição do Encontro Latino-Americano Indústria Musical 2021 com especial ênfase em Costa Rica, Guatemala, Panamá e México

    Terá lugar a terceira edição do Encontro Latino-Americano Indústria Musical 2021 com especial ênfase em Costa Rica, Guatemala, Panamá e México

    Mais de 25 profissionais da indústria musical, participarão da terceira edição do Encontro Latino-Americano Indústria Musical 2021, onde se darão oficinas, palestras, conversatórios e Networking, por reconhecidos profissionais da indústria musical do Panamá, Costa Rica, Guatemala e México. O encontro tem como principal objetivo a geração de vínculos entre países latino-americanos com a finalidade de visibilizar a região Central do Continente Americano, dando-lhe informação valiosa à comunidade artística Latina e assim gerar intercâmbios culturais.

    O Encontro Latino-Americano Indústria Musical LATMUS “América Central e México” é um evento que se realizará entre os meses de maio e junho de forma virtual e de acesso gratuito, que terá um foco em quatro países e mercados relevantes da região Central, organizado por Red Iberfest, Empreende Música LATAM, Red Viva Primavera da Costa Rica – Guatemala e Apanhando Sonhos Media Art do Panamá.

    O LATMUS 3 será composto por sete oficinas, quatro palestras e dez conversatórios, transmitidos ao vivo e totalmente gratuitos. A fim de entregar conhecimentos, ferramentas úteis e práticas para que os artistas e agentes do ecossistema artístico possam profissionalizar, desenvolver, difundir, posicionar, internacionalizar seus projetos nos mercados centro-americanos. Além de dar a conhecer os principais festivais, venues, playlist de plataformas digitais, promotores, agências de Booking, selos, agências de mídia, etc.

    Mais informações em: www.encuentrolatmus.com
    Inscrição em: www.linktr.ee

  • Chega “Um rosto na canção”, quinto capítulo de Remolino, a programação do Centro Cultural La Luna Naranja em Santa Clara, Cuba

    Chega “Um rosto na canção”, quinto capítulo de Remolino, a programação do Centro Cultural La Luna Naranja em Santa Clara, Cuba

    Lázaro García é natural de Cienfuegos. Ele é o fundador do movimento Nueva Trova junto com Pablo Milanés, Silvio Rodríguez, Vicente Feliú, Noel Nicola e outros. Ele é um homem humilde feito de poesia.

    Neste novo número de Remolino, o cenário é o pátio de sua casa onde uma luz azul vem da união entre o mar e céu. Lázaro fala de trovadores e povos, dá palestras há quase 73 anos que o fazem referência se em Cuba o a história da trova vai ser contada.

    Uno é, ele garante, uma soma do que aprendeu, do que ouviu, do que lhe contaram, a música que o ajudou a dormir ou se apaixonar e, geração após geração, engrossa sua mochila e usa todas as influências de seu arsenal criativo e a parte mais difícil para um é personalizar esse trabalho com esses ingredientes e torná-lo seu. Somos assim, temos a mochila carregada e torná-la nossa é um dever porque também estamos enriquecendo a própria memória do nosso país.

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  • Ligiana Costa e NU (Naked Universe) do Brasil faziam parte da programação do festival “Valsa na Primavera”Ligiana Costa y NU (Naked Universe) de Brasil fueron parte de la programación del festival “Valsa na Primavera”

    Ligiana Costa e NU (Naked Universe) do Brasil faziam parte da programação do festival “Valsa na Primavera”Ligiana Costa y NU (Naked Universe) de Brasil fueron parte de la programación del festival “Valsa na Primavera”

    Nada como bailar uma valsa virtual e cheia de amor para comemorar a chegada da primavera no hemisfério norte. E, para embalar essa sua dança, o festival online “Valsa na Primavera” tem um montão de live shows incríveis.

    Um dos destaques dessa festa é a cantora Ligiana Costa, que apresenta o show “EVA (Errante Voz Ativa)”, uma ode às mulheres e à multiplicidade das vozes femininas. Ela ainda mostra seu projeto de musica experimental NU (Naked Universe), ao lado do produtor Edson Secco. Os dois gravaram o trabalho no meio de um bambuzal, na sede da companhia Taanteatro.

    A programação ainda conta com lives de Carne Doce, Bruno Capinan, Luana Carvalho, Rafael Rocha, Haema e IZem. O festival, que também é transmitido em Portugal, é organizado por Marina Ginde, Mariana Serafim, Ligiana Costa e Mercedes Tristão.

    Sábado, 1º de maio a partir das 15 horas e domingo, 2 de maio a partir das 15 horas.

    Em IGTV @valsavalsavalsa, Youtube @ VALSA e www.rtp.pt

  • A artista cubana Arema Arega lançou sua canção “Soy”, que foi uma das vencedoras do Prêmio de Criação de Canção 2020

    A artista cubana Arema Arega lançou sua canção “Soy”, que foi uma das vencedoras do Prêmio de Criação de Canção 2020

    Além de compositora, cantora e produtora musical, Arema Arega é uma designadora muito talentosoa. Neste trabalho ela combina sua qualidade musical com uma obra plástica muito fina criando uma obra integral muito bonita que é altamente recomendável abordar.

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  • GANADORES CONCURSO CREACIÓN DE CANCIÓN 2020 (COLOMBIA)

    GANADORES CONCURSO CREACIÓN DE CANCIÓN 2020 (COLOMBIA)

    Lili del Sol, Juan Dó y Daniela López han sido los ganadores por Colombia de la 7ma edición del Premio Ibermúsicas a la Creación de Canciones 2020, Canciones de la Cuarentena.

    En esta edición fueron recibidas 2372 propuestas de toda la región en una gran demostración de la riqueza de nuestras músicas, la diversidad de los recorridos estéticos y las increíbles sonoridades de Iberoamérica. Todas las obras fueron presentadas bajo seudónimo y analizadas mediante un sistema de evaluaciones cruzadas por el cual un jurado compuesto por destacadas y destacados artistas, periodistas musicales y productores fonográficos de un país, calificó las postulaciones presentadas por otra nación. En este caso las canciones presentadas por los artistas de Colombia fueron evaluadas por un jurado de habla hispana de Brasil,

     

    Lili del Sol

    Lili del Sol es cantante, intérprete y escritora de historias latinoamericanas. Sus canciones las canta al viento y la acompañan arreglos contemporáneos que entrelazan distintas fusiones de ritmos folclóricos y sonidos de cununos, arpas jarochas y una marimba de chonta. Transmite en su voz, nota a nota, pasión y sentimiento que logra fusionar con los ritmos y armonías de su propuesta instrumental, reflejando la hermandad de sus raíces y llevándonos a descubrir un sonido fresco con aire latinoamericano.

    “En diciembre de 2019, acababa de lanzar “Raíz Mestiza”, mi primer disco. Tenía la ilusión en la piel de cantarle al mundo, de contarle a la gente lo que me inspira de mi tierra, paisajes, costumbres, personajes, ritmos, métricas y melodías que se revelan en mis canciones. Tenía planes y sorpresas para compartir sobre el trabajo con amigos y colegas que se identifican con mi amor al arte y que me han apoyado en mi trayectoria como artista, pero llegó la pandemia y con cada semana que pasaba esos planes se iban limitando hasta quedar reducidos a una burbuja de aire. Aunque aún no he podido hacer ese lanzamiento en vivo de “Raíz Mestiza”, tengo la certeza de que ese día llegará y podré compartir todas las emociones y el amor por mi primer trabajo musical para proyectar otra visión de las gentes y la historia de mi país Colombia”.

    “El confinamiento ha sido una oportunidad para realizar una observación profunda de varios aspectos de mi vida. Es innegable que la frustración se apoderó de la cotidianidad y tuve que comprender, como el bambú, que la fortaleza está en la flexibilidad y no en la rigidez. Encontrar los escenarios alternativos, buscar y crear otras formas para seguir conectada como artista con la gente, ha sido uno de los retos más inspiradores de esta temporada. Renunciar por un tiempo a los shows en vivo es difícil, pero encontré en los medios digitales y en la docencia un escenario perfecto y con mucha luz para seguir construyendo arte. La música es un oxígeno esencial para mantener estabilidad mental en distintos momentos, pero principalmente en la adversidad. Canalicé por medio de ella pensamientos y emociones que me permitieron seguir creativa, inspirada y en movimiento”.

    Lili nació en Santiago de Cali, Colombia y desde siempre se ha interesado por las raíces culturales y naturales de su tierra. Le apasionan los paisajes latinoamericanos y todo lo que habita en ellos: desde la exuberancia de su naturaleza hasta los sonidos y las voces más urbanas. Como cantautora apuesta por una visión holística de la música que sirva como plataforma para inspirar y hacernos reflexionar sobre la complejidad y el mestizaje provenientes de Iberoamérica.

    Lili del Sol cuenta que durante la cuarentena, en medio del silencio y el distanciamiento, comenzó a gestionar un proyecto musical con el guitarrista y compositor francés Emmanuel Linois. “Coincidimos en muchas ideas y emociones que empezaron a convertirse en canciones. La canción “Espacio tiempo y movimiento”, ganadora de este concurso, es una composición muy especial de este proyecto llamado Hominum. La letra nace de querer entender el tiempo entre las personas, las emociones y la vida. El espacio que cada quien necesita para procesar sus vivencias y conectarse con el contexto que lo rodea. Curiosa por entender el concepto de “tiempo” estuve leyendo sobre la teoría de la relatividad espacial. El libro “La naturaleza del espacio y el tiempo” de Stephen Hawking y Roger Penrose, me ayudó a comprender que la velocidad y el tiempo en el espacio son relativos al peso del objeto. Fue entonces como relacioné esta teoría con entender que cada quién tiene un tiempo según el peso de sus emociones, las situaciones que vive y la forma en que las procesa. Hay que dar espacio respetando el proceso que cada persona tiene y seguir en movimiento para reencontrarnos con nosotros mismos y las personas a nuestro al rededor. Escribir esta canción fue una forma terapéutica para entender lo que estaba sintiendo en esa crisis y una catarsis necesaria para soltar y conectar con mis emociones. Siento que trae paz y nos proyecta al universo que nos contiene. Unos meses después encontré el concurso de Ibermúsicas en la categoría especial de “Canciones de la cuarentena” y fue allí cuando supe que esta canción tendría un espacio muy especial para participar”

    Al referirse a la composición de la canción “Espacio tiempo y movimiento”, Lili del Sol cuenta que al inicio tenía un borrador sencillo de la guitarra y la voz. “Sólo la guitarra ya generaba esa constancia del movimiento en el espacio con el bajo constante y en común con cada acorde. Durante el proceso de grabación y en compañía del productor del tema, Ricardo Osorno, decidimos una instrumentación muy simple sin incorporar batería o instrumentos percusivos para dar espacio en la canción. Buscamos con las armonías en las voces generar la sensación de estar flotando. El ritmo y el tiempo está trazado por el bajo constante de la guitarra y la interacción con piano, la voz y el bajo eléctrico. Soy una persona muy visual en mi proceso de creación. Como artista me inspiro en la cultura, la sociedad y el medio ambiente para tomar los temas de mis canciones. Me encanta hacer fusiones entre géneros musicales del mundo y mi país. La idea de crear nuevos lugares no-geográficos a partir de fusionar sonidos y música es algo que me apasiona, como también, crear paisajes sonoros con grabaciones de campo que he hecho durante mis viajes para mezclarlas con mi música. Desde el proceso de pre-producción pienso en cada elemento que quiero que haga parte de la historia que estoy contando. Puede ser un video, un audio, un instrumento musical específico o cualquier elemento que pueda recrear lo que tengo en la cabeza. Uso la tecnología como una herramienta poderosa para conectar a la gente con esos lugares, las historias y mi experiencia personal a través de la música. Una frase seguida de un ritmo y una melodía, pueden llegar durante una larga caminata, una conversación, meditando o en medio del silencio, así que siempre tengo una libreta y una grabadora en mano para escribir y capturar estas ideas. Considero fundamental en la esencia de mi música colaborar y trabajar en equipo, he tenido la fortuna de contar con personas de alta calidad humana con quienes coincidimos en la búsqueda y en la honestidad en nuestro trabajo musical.”

    “He seguido la trayectoria de Ibermúsicas desde hace unos años por el apoyo que le han dado a nuevos proyectos culturales y artistas de Iberoamérica. Como artista, me identifiqué con su misión y las formas dinámicas que tienen para impulsar el emprendimiento y el desarrollo cultural. Ibermúsicas es un programa maravilloso que motiva, promueve el arte, nuevas estrategias y nuevos talentos artísticos en la industria musical. La alianza entre distintos países iberoamericanos que mantiene este movimiento cultural es una forma ejemplar de promover paz y unión a través del arte. Hoy más que nunca necesitamos de estas alianzas para consolidarnos en la solidaridad, hilo del tejido humano que permitirá la subsistencia de nuestra cultura y nuestra especie”.

    CANCIÓN GANADORA

     

    Juan Dó

    Juan Diego Cardona nació en Ibagué, Colombia. Es músico, guitarrista y compositor. Estudió música en la Universidad Pontificia Javeriana de Bogotá y a partir de ahí empezó a componer, formar parte y liderar agrupaciones y proyectos independientes. “Eso me permitió estudiar de nuevo, hacer un diplomado virtual de FILM SCORING, cursos de composición creativa, iniciar en el hermoso mundo de la auto-producción, aprender de grabación, de mezcla, de sonido, conocer y aproximarme a otros instrumentos como el bajo, el acordeón, el piano, y como no, acercarme aún más a mi querida guitarra y a mis ganas de componer y tocar muchas cosas”.

    Actualmente Juan Dó se encuentra recorriendo Sudamérica en una VW kombi 1967 que funciona como medio de transporte, casa y home-studio, viviendo experiencias diferentes y conociendo personas de muchas culturas, explorando y aprendiendo del entorno. Viviendo un proceso de reflexión y crecimiento personal y musical. “Me considero un músico muy curioso y es eso lo que me ha permitido interactuar con diferentes formatos y estilos. Desde música autóctona y folklórica colombiana hasta la composición de música para cine con orquesta sinfónica, pasando por grupos de jazz, soul, blues, entre otros”.

    “La pandemia me encontró en medio de un viaje por Sudamérica, justo en Brasil. Salí de Colombia el 1 de Julio del 2016 a recorrer el continente en un carro antiguo que modificamos con mi pareja para que funcionara como casa; a vivir experiencias nuevas, conocer gente de muchas partes, visitar lugares increíbles y hacer mucha música. Una vida nómada puede ser un tremendo disparador creativo para cualquier ser dispuesto.  Musicalmente hablando, estábamos en días de composición, preparando proyectos y proponiendo muchas ideas, pues a medida que el viaje avanza podemos compartir con músicos de diferentes lugares, influencias, pensamientos y sentido de la interpretación. Así que estábamos ansiosos por pasar a Uruguay para seguir con nuestra aventura, pero tuvimos que detenernos en Curitiba (Paraná – BR), donde hemos permanecido hasta el día de hoy. La situación no es sencilla y este lugar se convirtió en nuestra mejor opción, procurando aportar con buen comportamiento y pensamiento de cuidado colectivo a que como sociedad  podamos pasar los tiempos difíciles estando tan saludables como sea posible”.

    “Supe de Ibermúsicas buscando convocatorias interesantes para participar en ese momento de pandemia en donde estaba tan activo y motivado con la composición. Me sorprendió encontrarme con la gigante, hermosa y necesaria gestión que realiza Ibermúsicas a nivel internacional para apoyar y promover el desarrollo de la cultura desde la música y muchas otras manifestaciones de arte afines. Evidentemente estamos muy felices y honrados de haber participado y más aún de haber ganado, esto nos motiva muchísimo a seguir creyendo en la música y en nosotros mismos, porque aunque siempre supimos que nuestra propuesta era diferente y un poco arriesgada, siempre confiamos en nosotros y en nuestro estilo o esencia. 

    Felicitamos y agradecemos inmensamente a Ibermúsicas porque realmente es necesaria la labor y gestión que hacen para con los artistas y sus obras. Que viva y perdure la manifestación artística como medio de superación, aprendizaje y unión”.

    CANCIÓN GANADORA

     

    Daniela López

    Daniela López nació en el municipio de Sonsón Antioquia, Colombia, lugar en el que inició sus estudios musicales con la flauta traversa como instrumento principal. Se graduó con honores de la Universidad de Antioquia en el programa de Música Instrumento – Flauta traversa. Ha formado parte de orquestas sinfónicas como Iberacademy Medellín y Filarmónica Joven de Colombia durante cinco años, realizando giras y conciertos nacionales e internacionales y presentándose en algunos de los teatros más importantes del país, como Teatro Julio Mario Santo Domingo, Teatro Colón, Teatro Metropolitano y en lugares como el New World Center de Miami, Royal Opera House en Houston Texas, Sala São Paulo en Brasil, Konzerthaus de Berlín entre otros. Ha sido invitada a gran cantidad de eventos culturales como docente en Lima, Perú y Cochabamba, Bolivia; así mismo, fue parte de orquestas sinfónicas recorriendo países como Brasil, EE.UU., España, Alemania y Austria. Perteneció al Coro de Cámara AEDOS, con el que viajó a Chile para realizar un intercambio cultural y una gira de conciertos. 

    “Cuando la pandemia se inició, me encontraba planeando varios proyectos con la música, como giras, festivales, conciertos, etc., así mismo, estuve trabajando fuertemente en mi Escuela de Música para impulsar procesos artísticos con mis estudiantes, como grupos folclóricos, el coro que dirijo, ensambles de música de cámara, entre otros. Estar en aislamiento es importante para un compositor y yo lo pude corroborar, aunque se haya dado de manera no muy voluntaria por la situación que ya conocemos. Aun así, siento que fue lo mejor que pudo llegar a mí para por fin enfocarme en componer mis letras. Mi primera canción es un bullerengue fandango, ritmo originario del Caribe colombiano, la cual también fue ganadora de un concurso de canción inédita que se realizó en Colombia. Pertenezco a Yimalá, grupo de bullerengue con quienes participé en varias actividades virtuales como festivales y concursos. De igual manera, soy parte de otra agrupación llamada Oriundo, donde exploramos sonoridades más cercanas a la música andina de nuestro país y de Suramérica y con la cual obtuvimos otro premio de composición. Es así como he podido experimentar grandes satisfacciones con la creación y definitivamente, el año pasado fue un tiempo propicio para hacer todo esto posible, ya que se presentaron muchas oportunidades como Ibermúsicas para motivarme a componer.

    Daniela también ha integrado agrupaciones del folclore andino como Gama Ensamble, con quien defendió 2 obras inéditas instrumentales del compositor Víctor Castro en el Festival del Pasillo en Aguadas y en Hatoviejo Cotrafa, donde dicha obra resultó ganadora en el año 2016. Es profesora de flauta traversa y canto en la Escuela de Música de Sonsón. Su camino en el canto solista se inició con el folclore del Caribe. Actualmente es cantadora del grupo de bullerengue Yimalá, de Sonsón, agrupación que obtuvo el primer puesto en el Festival Nacional de Bullerengue de Necoclí 2019 y el segundo puesto en el 2020. Daniela fue ganadora del concurso de canción inédita del colectivo I Love Bullerengue, con quienes tuvo la oportunidad de grabar su bullerengue fandango de manera profesional. Es integrante de Oriundo, agrupación de música latinoamericana y cocreadora de la canción ganadora del primer puesto en el Festival Regional de Arte y Cultura ambiental realizado en Antioquia, Colombia. Participó también en la convocatoria para compositores “Canciones de la cuarentena” realizada por Ibermúsicas en la que resultó merecedora de uno de los premios otorgados por la organización.

    Daniela busca explorar gran variedad de posibilidades en el canto y la flauta traversa aprovechando el contacto que ha tenido con diferentes culturas y regiones del país.

    En cuanto a la canción ganadora, “Alma”, Daniela recuerda que se encontraba en clase de composición con el maestro Marlon Peroza, músico de gran reconocimiento en la región Caribe de Colombia, quien la impulsó a escribir. “En una de las tareas, comencé a recordar una historia que me contaron en una de mis visitas al Chocó, en el Pacífico Colombiano. Allí existe una ceremonia fúnebre llamada Gualí o Chigualo en el Pacífico sur. Se celebra cuando un niño muere antes de los siete años, momento de la vida en el que aún conserva su inocencia, según su tradición. En dicha celebración, los presentes no deben llorar, pues se cree que las lágrimas ahogan el alma del pequeño. Como parte de la historia, supe que una mujer perdió a su bebé y que no paraba de llorarlo, hasta que el niño la visitó en un sueño. Allí él estaba en medio de una laguna, llovía fuertemente y la laguna se hacía cada vez más profunda. Su hijo le decía “Mamá, no llores más, que me estás ahogando con tus lágrimas” y fue después de ese momento que ella dejó su llanto a un lado para que el niño pudiera descansar. Cuando terminé de componerla, conocí la convocatoria de Ibermúsicas, así que la grabé para participar”.

    “A la hora de componer trato de buscar historias, mitos, pinturas, cuentos y también sucesos de la vida real que puedan servirme de inspiración. Pocas veces elijo un tema que tenga que ver conmigo, pero también ha llegado a convertirse en canción alguna cosa triste de mi vida. La tristeza ronda en mis letras, las cuales últimamente llegan primero que la melodía que se va ajustando al carácter de la canción y luego me dice en qué ritmo debe ser. La metáfora se presenta permanentemente. Me encanta la redondilla y procuro siempre terminar cada estrofa con un verso poderoso, como me lo enseñó mi maestro”

    “Programas como Ibermúsicas son un gran impulso para crear, para emprender proyectos musicales y para promover la calidad artística. Ha sido una gran motivación para mí, algo que agradezco inmensamente”.

    CANCIÓN GANADORA

  • Ibermúsicastem o prazer de anunciar as novas autoridades do Programa, escolhidas durante a recentereunião virtual do ConselhoIntergovernamental

    Ibermúsicastem o prazer de anunciar as novas autoridades do Programa, escolhidas durante a recentereunião virtual do ConselhoIntergovernamental

    Nos dias 7 e 14 de abril realizaram-se reuniõesvirtuais do ConselhoIntergovernamental do Programa Ibermúsicas.

    Estiveram presentes em ambas reuniões representantes dos países que fazem parte de IBERMÚSICAS, juntamente com representantes do Espaço Cultural da SEGIB e do EscritórioSub-regional SEGIB Cone Sul.

    Chile presidirá o ConselhoIntergovernamental do Programa Ibermúsicas durante os próximos três anos sob a direção de Camila Gallardo Valenzuela, Secretária Executiva do Conselho de Fomento da Música Nacional do Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio do Chile.

    Tambémfoieleito o novoComitê Executivo que trabalhará como tal de 2021 a 2024, formado por Brasil, México, Peru, Portugal e Uruguai.

    Entendemos que, em virtude das grandes e muito boas mudanças que vêmocorrendo nos últimos anos a favor do empoderamento das mulheres e de umanecessáriaigualdade de gênero em todos os âmbitos do mundo do trabalho, da cultura e da política, é altamente positivo que a presidência do nosso programa seja ocupada pela primeira vez por umamulher. Hoje é a vez do Chile e é hora das mulheres.

    Comcarinho e agradecimento pelo grande trabalho realizado durante estestrês últimos anos, saudamos o nosso presidente cessante, o querido Profesor Gabriel Goñi Dondi, da Costa Rica.

    O Programa de Fomento das Músicas Ibero-americanas (IBERMÚSICAS) foiaprovadona XXI Cúpula Ibero-americana de chefas e Chefes de Estado e de governo, celebrada em Assunção, Paraguai, em novembro de 2011.

    Ibermúsicas é um Programa multilateral de cooperação internacional dedicado exclusivamente às artes musicais que fomenta a presença e o conhecimento da diversidade musical ibero-americana, estimula a formação de novos públicos naregião e alarga o mercado de trabalho das e dos profissionais do setor.