
Daniel Marques
Daniel Marques: Sete Cordas Universal Nascido no Rio de Janeiro a 6 de março de 1979, Daniel Marques é uma figura central na atual geração da música instrumental brasileira. Artista internacional residente entre o Brasil e a Espanha, ele se consolidou como violonista, guitarrista, compositor e produtor, reconhecido não apenas como um virtuose, mas como um pensador do seu instrumento. Sua carreira é definida por uma busca incansável por novas linguagens para o violão de sete cordas, transportando-o para muito além de seus berços tradicionais no choro e no samba, e o reconfigurando com uma abordagem orquestral que abraça o frevo, o jazz, o maracatu e o flamenco. Sua trajetória lhe rendeu aclamação da crítica internacional. A revista Rolling Stone destacou seu "timbre primoroso" e "maturidade particular que remete a outros violonistas brasileiros consagrados". O The New York Times, por sua vez, exaltou sua capacidade de "estender e dilatar os ritmos brasileiros". A impressão que causa no cenário global foi talvez melhor resumida por Niels Lan Dokky, da banca do Grammy Awards: “Daniel Marques é um desses artistas que por sorte esbarramos de vez em quando e dizemos: ‘Wow! De onde foi que esse cara veio?’”. Formação Acadêmica e Os Primeiros Prêmios A base de Daniel Marques é intercalada por uma experiência autodidata deade a infância até buscar excelência acadêmica na vida adulta. Ele é bacharel em violão pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), instituição onde também concluiu seu mestrado. Sua dissertação, intitulada “O violão no Frevo: uma linguagem em construção”, é mais do que um trabalho acadêmico; é o manifesto artístico que seria um dos guias de sua carreira. Nela, Marques desbravou um território até então pouco explorado, experimentando técnicas ao violão de sete cordas do universo rico do frevo pernambucano, tradicionalmente dominado por orquestras de metais. Anteriormente em 2002, jovem com 23 anos, Daniel Marques recebeu o importante "Prêmio Eleazar de Carvalho para Jovens Solistas". A conquista permitiu que ele se apresentasse como solista frente à Orquestra Nacional Brasileira, interpretando o Concerto para Violão de Heitor Villa-Lobos, atestando sua capacidade técnica e maturidade musical precoce. Por um período, ele retornou à UFRJ como professor, antes de se dedicar integralmente à carreira de concertista. A Revolução do Frevo Diabo O ponto de virada na carreira de Daniel Marques e sua maior projeção nacional vieram através de seu projeto mais audacioso: a Orquestra Frevo Diabo. Indo na contramão do cenário musical do Rio de Janeiro, Marques fundou e liderou o grupo, que detém a marca histórica de ser a primeira orquestra dedicada ao frevo, montada e ativa fora de Pernambuco, a gravar um álbum. Atuando como líder, guitarrista, arranjador, produtor e compositor, Daniel Marques lançou o álbum "Frevo Diabo" em 2009. O disco foi um fenômeno de crítica, elogiado pelo lendário maestro do frevo, Ademir Araújo (Maestro Formiga), por sua capacidade de "universalizar" o gênero. Em 2010, o trabalho foi coroado com o "Prêmio da Música Brasileira" (antigo Prêmio TIM), na categoria "Melhor Grupo Regional", solidificando o nome de Daniel Marques como um dos grandes inovadores de sua geração. O Estilo e o Violão Híbrido O que distingue Daniel Marques de outros virtuoses é sua abordagem filosófica ao instrumento. Ele não se contenta em tocar o sete cordas; ele o reinventa. Sua técnica, que ele define como "Sete Cordas Universal", é baseada na polirritmia e na absoluta independência entre as linhas de baixo (executadas com o polegar na sétima corda) e as harmonias e melodias (executadas com os outros dedos). Ele trata o violão como uma orquestra de bolso ou, como gosta de dizer, "o violão é o seu tambor". Essa busca pela expansão do instrumento o levou a uma colaboração singular. Vivendo entre Madrid e o Rio, Marques colaborou com Antonio Morales Nogués, o histórico luthier de Paco de Lucia. Juntos, eles adaptaram o modelo original criado por Paco de Lucia, desenvolvendo o que Daniel Marques traz ao Brasil como o primeiro violão flamenco brasileiro de 7 cordas. Esse instrumento híbrido, usado em seu novo álbum, simboliza o casamento da guitarra flamenca com a tradição brasileira. Reconhecimento Internacional A música de Daniel Marques provou ser, de fato, universal. Ele já se apresentou em mais de 200 cidades ao redor do mundo, circulando por alguns dos mais prestigiados festivais do planeta, incluindo o SXSW (EUA), Copenhagen Jazz Festival (Dinamarca), Chicago World Music Festival (EUA), Calcutta Guitar Festival (Índia), Shenzhen Jazz Festival (China) e o Nisville Jazz (Sérvia). Um dos pontos altos de sua trajetória internacional foi sua apresentação no Tampere Guitar Festival, na Finlândia, onde dividiu a mesma noite com o lendário violonista clássico John Williams. Além disso, por cinco anos consecutivos (20082012), foi convidado a se apresentar nos concertos de aniversário da Princesa Vitória da Suécia. Colaborações e o Projeto Medusa Ao longo da carreira, Daniel Marques acumulou uma lista de colaborações que atesta sua versatilidade, transitando entre lendas da música brasileira e gigantes do jazz internacional. Ele já tocou ou gravou com Hermeto Pascoal, Paulo Moura, Guinga, Badi Assad, Marcos Valle, Robertinho Silva, Armandinho e Zé Paulo Becker. Em palcos internacionais, dividiu a noite com Randy Brecker, Stanley Jordan, Charlie Hunter, Paco de Lucia e Yamandu Costa. Atualmente, ele também integra a banda de Gilberto Gil na turnê “Tempo Rei”. Seu projeto mais recente é um espetáculo inédito com composições autorais para seu violão 7 cordas e um quarteto de cordas. Este repertório, que marca seu quarto álbum, é tocado inteiramente com seu violão flamenco-brasileiro híbrido. O formato (violão e quarteto de cordas) é quase inexistente na história da música moderna, especialmente no Brasil. Essa música é inspirada na iniciativa de Villa-Lobos de trazer o violão brasileiro para a sala de concerto. Nele, Daniel Marques mistura ritmos como o boi-bumbá, maracatu, choro, flamenco, samba e bossa nova com a formação clássica de primeiro e segundo violinos, viola e violoncelo. O resultado é uma sonoridade incomum para o universo de concerto. O quarteto, batizado de Medusa, é formado por mulheres virtuosas que transitam entre as salas de concerto e a música brasileira. O nome Medusa foi escolhido para simbolizar, para além da beleza, "a força feminina que petrifica", o mistério e o assombro. A junção do sete cordas com o quarteto resulta em uma "aventura brasileira com fúria e complexidade", bem representada pelas musicistas do grupo.
Ver detallesDaniel Marques
Instrumental / Jazz Brasileiro
Contemporánea
Descripción
Daniel Marques: Sete Cordas Universal Nascido no Rio de Janeiro a 6 de março de 1979, Daniel Marques é uma figura central na atual geração da música instrumental brasileira. Artista internacional residente entre o Brasil e a Espanha, ele se consolidou como violonista, guitarrista, compositor e produtor, reconhecido não apenas como um virtuose, mas como um pensador do seu instrumento. Sua carreira é definida por uma busca incansável por novas linguagens para o violão de sete cordas, transportando-o para muito além de seus berços tradicionais no choro e no samba, e o reconfigurando com uma abordagem orquestral que abraça o frevo, o jazz, o maracatu e o flamenco. Sua trajetória lhe rendeu aclamação da crítica internacional. A revista Rolling Stone destacou seu "timbre primoroso" e "maturidade particular que remete a outros violonistas brasileiros consagrados". O The New York Times, por sua vez, exaltou sua capacidade de "estender e dilatar os ritmos brasileiros". A impressão que causa no cenário global foi talvez melhor resumida por Niels Lan Dokky, da banca do Grammy Awards: “Daniel Marques é um desses artistas que por sorte esbarramos de vez em quando e dizemos: ‘Wow! De onde foi que esse cara veio?’”. Formação Acadêmica e Os Primeiros Prêmios A base de Daniel Marques é intercalada por uma experiência autodidata deade a infância até buscar excelência acadêmica na vida adulta. Ele é bacharel em violão pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), instituição onde também concluiu seu mestrado. Sua dissertação, intitulada “O violão no Frevo: uma linguagem em construção”, é mais do que um trabalho acadêmico; é o manifesto artístico que seria um dos guias de sua carreira. Nela, Marques desbravou um território até então pouco explorado, experimentando técnicas ao violão de sete cordas do universo rico do frevo pernambucano, tradicionalmente dominado por orquestras de metais. Anteriormente em 2002, jovem com 23 anos, Daniel Marques recebeu o importante "Prêmio Eleazar de Carvalho para Jovens Solistas". A conquista permitiu que ele se apresentasse como solista frente à Orquestra Nacional Brasileira, interpretando o Concerto para Violão de Heitor Villa-Lobos, atestando sua capacidade técnica e maturidade musical precoce. Por um período, ele retornou à UFRJ como professor, antes de se dedicar integralmente à carreira de concertista. A Revolução do Frevo Diabo O ponto de virada na carreira de Daniel Marques e sua maior projeção nacional vieram através de seu projeto mais audacioso: a Orquestra Frevo Diabo. Indo na contramão do cenário musical do Rio de Janeiro, Marques fundou e liderou o grupo, que detém a marca histórica de ser a primeira orquestra dedicada ao frevo, montada e ativa fora de Pernambuco, a gravar um álbum. Atuando como líder, guitarrista, arranjador, produtor e compositor, Daniel Marques lançou o álbum "Frevo Diabo" em 2009. O disco foi um fenômeno de crítica, elogiado pelo lendário maestro do frevo, Ademir Araújo (Maestro Formiga), por sua capacidade de "universalizar" o gênero. Em 2010, o trabalho foi coroado com o "Prêmio da Música Brasileira" (antigo Prêmio TIM), na categoria "Melhor Grupo Regional", solidificando o nome de Daniel Marques como um dos grandes inovadores de sua geração. O Estilo e o Violão Híbrido O que distingue Daniel Marques de outros virtuoses é sua abordagem filosófica ao instrumento. Ele não se contenta em tocar o sete cordas; ele o reinventa. Sua técnica, que ele define como "Sete Cordas Universal", é baseada na polirritmia e na absoluta independência entre as linhas de baixo (executadas com o polegar na sétima corda) e as harmonias e melodias (executadas com os outros dedos). Ele trata o violão como uma orquestra de bolso ou, como gosta de dizer, "o violão é o seu tambor". Essa busca pela expansão do instrumento o levou a uma colaboração singular. Vivendo entre Madrid e o Rio, Marques colaborou com Antonio Morales Nogués, o histórico luthier de Paco de Lucia. Juntos, eles adaptaram o modelo original criado por Paco de Lucia, desenvolvendo o que Daniel Marques traz ao Brasil como o primeiro violão flamenco brasileiro de 7 cordas. Esse instrumento híbrido, usado em seu novo álbum, simboliza o casamento da guitarra flamenca com a tradição brasileira. Reconhecimento Internacional A música de Daniel Marques provou ser, de fato, universal. Ele já se apresentou em mais de 200 cidades ao redor do mundo, circulando por alguns dos mais prestigiados festivais do planeta, incluindo o SXSW (EUA), Copenhagen Jazz Festival (Dinamarca), Chicago World Music Festival (EUA), Calcutta Guitar Festival (Índia), Shenzhen Jazz Festival (China) e o Nisville Jazz (Sérvia). Um dos pontos altos de sua trajetória internacional foi sua apresentação no Tampere Guitar Festival, na Finlândia, onde dividiu a mesma noite com o lendário violonista clássico John Williams. Além disso, por cinco anos consecutivos (20082012), foi convidado a se apresentar nos concertos de aniversário da Princesa Vitória da Suécia. Colaborações e o Projeto Medusa Ao longo da carreira, Daniel Marques acumulou uma lista de colaborações que atesta sua versatilidade, transitando entre lendas da música brasileira e gigantes do jazz internacional. Ele já tocou ou gravou com Hermeto Pascoal, Paulo Moura, Guinga, Badi Assad, Marcos Valle, Robertinho Silva, Armandinho e Zé Paulo Becker. Em palcos internacionais, dividiu a noite com Randy Brecker, Stanley Jordan, Charlie Hunter, Paco de Lucia e Yamandu Costa. Atualmente, ele também integra a banda de Gilberto Gil na turnê “Tempo Rei”. Seu projeto mais recente é um espetáculo inédito com composições autorais para seu violão 7 cordas e um quarteto de cordas. Este repertório, que marca seu quarto álbum, é tocado inteiramente com seu violão flamenco-brasileiro híbrido. O formato (violão e quarteto de cordas) é quase inexistente na história da música moderna, especialmente no Brasil. Essa música é inspirada na iniciativa de Villa-Lobos de trazer o violão brasileiro para a sala de concerto. Nele, Daniel Marques mistura ritmos como o boi-bumbá, maracatu, choro, flamenco, samba e bossa nova com a formação clássica de primeiro e segundo violinos, viola e violoncelo. O resultado é uma sonoridade incomum para o universo de concerto. O quarteto, batizado de Medusa, é formado por mulheres virtuosas que transitam entre as salas de concerto e a música brasileira. O nome Medusa foi escolhido para simbolizar, para além da beleza, "a força feminina que petrifica", o mistério e o assombro. A junção do sete cordas com o quarteto resulta em uma "aventura brasileira com fúria e complexidade", bem representada pelas musicistas do grupo.

Aluca (Luca D' Alessandro)
Sou uma arteira nascida no interior de São Paulo. Ao longo desta década de trajetória artística fui desenhando meu percurso de uma forma multifacetada. Na necessidade de falar sobre música e ecologia, surgiu o projeto ECOARES (2019), nela propomos vivências de musicalização e sensibilização da escuta, uma prática que interage diretamente com o meio ambiente e com as relações humanas. Enquanto arteira tenho me dedicado ao projeto artístico que batizei de Kianda após a Incubadora de Estudos Performativos (2024), nele constantemente exploro a criação sonora através do violoncelo, coletando sonoridades que emergem das encruzilhadas do ser e do ambiente. Este projeto artístico também cruza com o doutorado em Música, Linguagem e Sonologia (UNICAMP 2024), onde o foco em processos criativos e travestilidades. Minhas experiências incluem residências nacionais e internacionais desde 2018 como o Ethno no Brasil (2018, 2019 e 2022), no Chile (2023) e a KA'ADELA – Ação Coletiva de Contra-ataque (2023). Em 2024 participei do Festival de Artes Híbridas (Sorocaba-SP), o Festival Música Estranha, ao lado de Thayná Oliveira (São Paulo-SP), e o Festival Novas Frequências (Rio de Janeiro-RJ). Em 2025 circulei com o PROAC Deforma: Acessibilidades em cena e cultura DEF com a Isadora Ifanger, atualmente íntegro o Thadeu Romano Quinteto e o projeto Vital de Helen Quintanares
Ver detallesAluca (Luca D' Alessandro)
Música de Cámara
Descripción
Sou uma arteira nascida no interior de São Paulo. Ao longo desta década de trajetória artística fui desenhando meu percurso de uma forma multifacetada. Na necessidade de falar sobre música e ecologia, surgiu o projeto ECOARES (2019), nela propomos vivências de musicalização e sensibilização da escuta, uma prática que interage diretamente com o meio ambiente e com as relações humanas. Enquanto arteira tenho me dedicado ao projeto artístico que batizei de Kianda após a Incubadora de Estudos Performativos (2024), nele constantemente exploro a criação sonora através do violoncelo, coletando sonoridades que emergem das encruzilhadas do ser e do ambiente. Este projeto artístico também cruza com o doutorado em Música, Linguagem e Sonologia (UNICAMP 2024), onde o foco em processos criativos e travestilidades. Minhas experiências incluem residências nacionais e internacionais desde 2018 como o Ethno no Brasil (2018, 2019 e 2022), no Chile (2023) e a KA'ADELA – Ação Coletiva de Contra-ataque (2023). Em 2024 participei do Festival de Artes Híbridas (Sorocaba-SP), o Festival Música Estranha, ao lado de Thayná Oliveira (São Paulo-SP), e o Festival Novas Frequências (Rio de Janeiro-RJ). Em 2025 circulei com o PROAC Deforma: Acessibilidades em cena e cultura DEF com a Isadora Ifanger, atualmente íntegro o Thadeu Romano Quinteto e o projeto Vital de Helen Quintanares

Roberta Tilio
Roberta Tilio es cantautora brasileña, productora cultural, comunicadora y gestora de proyectos, con actuación en Maricá, estado de Río de Janeiro. Inició su trayectoria musical desde muy joven y desarrolla un trabajo vinculado a la música de autor, la creación artística, la producción cultural y la difusión de artistas independientes. A lo largo de su trayectoria ha desarrollado y coordinado iniciativas culturales, musicales y de economía creativa, articulando artistas, músicos, productores, artesanos y otros profesionales de la cultura. Su experiencia reúne creación e interpretación musical, producción de eventos, comunicación, gestión cultural, producción de contenidos y proyectos de circulación y formación de público. Actualmente desarrolla su carrera autoral y proyectos orientados a ampliar la circulación de la música independiente y crear nuevas conexiones entre artistas, territorios y públicos. Desde Maricá, busca fortalecer redes de colaboración, intercambio cultural y creación musical, utilizando también herramientas digitales y audiovisuales como medios de producción, comunicación y difusión artística.
Ver detallesRoberta Tilio
Cantautor/Música de autor
Descripción
Roberta Tilio es cantautora brasileña, productora cultural, comunicadora y gestora de proyectos, con actuación en Maricá, estado de Río de Janeiro. Inició su trayectoria musical desde muy joven y desarrolla un trabajo vinculado a la música de autor, la creación artística, la producción cultural y la difusión de artistas independientes. A lo largo de su trayectoria ha desarrollado y coordinado iniciativas culturales, musicales y de economía creativa, articulando artistas, músicos, productores, artesanos y otros profesionales de la cultura. Su experiencia reúne creación e interpretación musical, producción de eventos, comunicación, gestión cultural, producción de contenidos y proyectos de circulación y formación de público. Actualmente desarrolla su carrera autoral y proyectos orientados a ampliar la circulación de la música independiente y crear nuevas conexiones entre artistas, territorios y públicos. Desde Maricá, busca fortalecer redes de colaboración, intercambio cultural y creación musical, utilizando también herramientas digitales y audiovisuales como medios de producción, comunicación y difusión artística.

La ReTirada Murga
La ReTirada es una murga de estilo uruguayo creada en La Plata a fines de 2015, a partir de la inquietud de participantes de otras murgas de generar un nuevo proyecto. Desde 2016, ha estado presente en los carnavales barriales de la ciudad en el mes de febrero, y recorrido varios escenarios de La Plata y alrededores, tanto presentando covers como con espectáculos propios. Al día de hoy, se estrenaron tres espectáculos. “Cotidiano”, “En Diagonal” y “Paranormal”. En los tres espectáculos se abordan distintas temáticas bajo la mirada satírica propia del género y con la intención también de invitar a la reflexión al público.
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Murga
Descripción
La ReTirada es una murga de estilo uruguayo creada en La Plata a fines de 2015, a partir de la inquietud de participantes de otras murgas de generar un nuevo proyecto. Desde 2016, ha estado presente en los carnavales barriales de la ciudad en el mes de febrero, y recorrido varios escenarios de La Plata y alrededores, tanto presentando covers como con espectáculos propios. Al día de hoy, se estrenaron tres espectáculos. “Cotidiano”, “En Diagonal” y “Paranormal”. En los tres espectáculos se abordan distintas temáticas bajo la mirada satírica propia del género y con la intención también de invitar a la reflexión al público.
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Los Fuertes Hilos del Yute
Somos un colectivo artístico veracruzano conformado en el año 2022, surgimos en la región de las Altas Montañas, nuestro trabajo vincula la tradición oral y musical de nuestro estado realizando labores y proyectos de promoción cultural, animación musical, mediación cultural comunitaria, así como seguimiento y acompañamiento de procesos de paz y memoria, por nuestras características multidisciplinarias y geográficas este proyecto artístico se define como innovación territorial basada en la memoria histórica. Surgimos de la consolidación formal de un proceso de mestizaje que ya ocurre de manera orgánica en la región de las Altas Montañas. Hemos participado en diversas instituciones, ferias y encuentros, así como en diversos espacios culturales de los municipios de nuestro Estado; Veracruz, Xalapa, Coatepec, Huatusco, Amatlán, Córdoba, Fortín, Orizaba, Zongolica, Maltrata, Tlacotalpan, Cosoleacaque, San Andrés Tuxtla, formamos parte de la red federal y estatal de Alas y Raíces, participando constantemente en jornadas y eventos de intervención comunitaria, así mimo colaboramos activamente con festivales comunitarios que defienden y protegen la biodiversidad, y las tradiciones textiles de nuestro territorio.
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Descripción
Somos un colectivo artístico veracruzano conformado en el año 2022, surgimos en la región de las Altas Montañas, nuestro trabajo vincula la tradición oral y musical de nuestro estado realizando labores y proyectos de promoción cultural, animación musical, mediación cultural comunitaria, así como seguimiento y acompañamiento de procesos de paz y memoria, por nuestras características multidisciplinarias y geográficas este proyecto artístico se define como innovación territorial basada en la memoria histórica. Surgimos de la consolidación formal de un proceso de mestizaje que ya ocurre de manera orgánica en la región de las Altas Montañas. Hemos participado en diversas instituciones, ferias y encuentros, así como en diversos espacios culturales de los municipios de nuestro Estado; Veracruz, Xalapa, Coatepec, Huatusco, Amatlán, Córdoba, Fortín, Orizaba, Zongolica, Maltrata, Tlacotalpan, Cosoleacaque, San Andrés Tuxtla, formamos parte de la red federal y estatal de Alas y Raíces, participando constantemente en jornadas y eventos de intervención comunitaria, así mimo colaboramos activamente con festivales comunitarios que defienden y protegen la biodiversidad, y las tradiciones textiles de nuestro territorio.

Oscar Leonardo Peña vega
Flautadulcista/flautista colombiano; profesor universitario e investigador. Magíster en Estudios Musicales (Interpretación Histórica-Flauta Dulce) de la Universidad Central y egresado de la Facultad de Artes ASAB-Universidad Distrital Francisco José de Caldas en Bogotá. Su formación en flauta travesera fue de la mano de los maestros Alejandro Galkin y Julio Noguera y en flauta dulce con los maestros Hernando José Cobo y Julien Faure; ha participado en diversas clases magistrales y talleres, tanto en música antigua como contemporánea, con los maestros Erik Bosgraaf, Steffan Temmingh, Katharina Haun, Mira Gloor, Tamar Lalo, Tabea Debus, Jan de Winne, Alberto Grazzi, Michel Bellavance y Terri Hron. Su labor docente la desarrolla como profesor en la Universidad Antonio Nariño, también como artista formador en el Programa de Formación Musical “Vamos a la Filarmónica” de la Filarmónica de Bogotá. Ha sido profesor en diversas instituciones, como la Academia de Artes Guerrero, la Fundación Sinfónica San Francisco de Asís, la Fundación Orquesta Sinfónica Juvenil de Colombia, así como profesor de flauta dulce en el programa de becas ToKANDO de la Fundación Incolmotos Yamaha, para el que fue coeditor de dos de los textos guía; en 2008 recibe la certificación grado 1 como formador en flauta dulce de Yamaha Music Latin America. La revista «AMV” Antonio María Valencia del Instituto Departamental de Bellas Artes de Cali, en 2021, publica su artículo «La Música Moderna para Flauta Dulce en Colombia». Como intérprete ha hecho parte de importantes agrupaciones, como Música Ficta, los ensambles Esfera Armoniosa, Affetti Mvsicali, banda barroca LA FOLIA, Música Amable y el Ensamble Barroco de Bogotá. Desde hace veinte años hace parte de TIBIARUM -Flautas dulces de Bogotá-, ensamble con el que ha realizado un amplio trabajo de conciertos didácticos alrededor de la familia de las flautas dulces en diversas instituciones en Bogotá. Así mismo, es integrante del Grupo Otraparte, agrupación de música contemporánea en la que se ha centrado en la interpretación de repertorio con flauta dulce, llegando a incluir cerca de treinta estrenos en Colombia y otros absolutos de obras comisionadas para el instrumento, para ensamble o en calidad de solista; el disco Eslabón del Grupo Otraparte, es el primero en contener música original para flauta dulce de compositores colombianos.
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Contemporánea
Música de Cámara
Descripción
Flautadulcista/flautista colombiano; profesor universitario e investigador. Magíster en Estudios Musicales (Interpretación Histórica-Flauta Dulce) de la Universidad Central y egresado de la Facultad de Artes ASAB-Universidad Distrital Francisco José de Caldas en Bogotá. Su formación en flauta travesera fue de la mano de los maestros Alejandro Galkin y Julio Noguera y en flauta dulce con los maestros Hernando José Cobo y Julien Faure; ha participado en diversas clases magistrales y talleres, tanto en música antigua como contemporánea, con los maestros Erik Bosgraaf, Steffan Temmingh, Katharina Haun, Mira Gloor, Tamar Lalo, Tabea Debus, Jan de Winne, Alberto Grazzi, Michel Bellavance y Terri Hron. Su labor docente la desarrolla como profesor en la Universidad Antonio Nariño, también como artista formador en el Programa de Formación Musical “Vamos a la Filarmónica” de la Filarmónica de Bogotá. Ha sido profesor en diversas instituciones, como la Academia de Artes Guerrero, la Fundación Sinfónica San Francisco de Asís, la Fundación Orquesta Sinfónica Juvenil de Colombia, así como profesor de flauta dulce en el programa de becas ToKANDO de la Fundación Incolmotos Yamaha, para el que fue coeditor de dos de los textos guía; en 2008 recibe la certificación grado 1 como formador en flauta dulce de Yamaha Music Latin America. La revista «AMV” Antonio María Valencia del Instituto Departamental de Bellas Artes de Cali, en 2021, publica su artículo «La Música Moderna para Flauta Dulce en Colombia». Como intérprete ha hecho parte de importantes agrupaciones, como Música Ficta, los ensambles Esfera Armoniosa, Affetti Mvsicali, banda barroca LA FOLIA, Música Amable y el Ensamble Barroco de Bogotá. Desde hace veinte años hace parte de TIBIARUM -Flautas dulces de Bogotá-, ensamble con el que ha realizado un amplio trabajo de conciertos didácticos alrededor de la familia de las flautas dulces en diversas instituciones en Bogotá. Así mismo, es integrante del Grupo Otraparte, agrupación de música contemporánea en la que se ha centrado en la interpretación de repertorio con flauta dulce, llegando a incluir cerca de treinta estrenos en Colombia y otros absolutos de obras comisionadas para el instrumento, para ensamble o en calidad de solista; el disco Eslabón del Grupo Otraparte, es el primero en contener música original para flauta dulce de compositores colombianos.

Fer Lagger SKA JAZZ
.FER LAGGER SKA JAZZ es una orquesta nacida en 2020 en Santo Tomé, Santa Fe, bajo la dirección musical de la saxofonista, compositora y arregladora FERNANDA LAGGER. El proyecto fusiona la elegancia y riqueza armónica del jazz con la fuerza rítmica del ska, consolidando una propuesta sonora explosiva, sofisticada y festiva. Con una sólida sección de vientos y una cuidada puesta en escena, su repertorio abarca desde composiciones originales hasta revisiones de clásicos del género. Su trayectoria incluye colaboraciones con destacados referentes de la música nacional e internacional, como Hugo Lobo y "Las Cucarachas de Bronce" (sección de vientos de La Renga). Con una destacada proyección internacional, la agrupación ha realizado giras por Costa Rica (2022) y la Riviera Maya en México (2025), además de haber estado a cargo del cierre del prestigioso festival Jazz a la Calle en Mercedes, Uruguay (2025). Su labor cultural ha sido reconocida formalmente por la Embajada Argentina en Costa Rica, la Cámara de Diputadas y Diputados de la Provincia de Santa Fe y la Municipalidad de Santo Tomé.
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Ska
New Orleans Jazz & Dixieland Jazz
Descripción
.FER LAGGER SKA JAZZ es una orquesta nacida en 2020 en Santo Tomé, Santa Fe, bajo la dirección musical de la saxofonista, compositora y arregladora FERNANDA LAGGER. El proyecto fusiona la elegancia y riqueza armónica del jazz con la fuerza rítmica del ska, consolidando una propuesta sonora explosiva, sofisticada y festiva. Con una sólida sección de vientos y una cuidada puesta en escena, su repertorio abarca desde composiciones originales hasta revisiones de clásicos del género. Su trayectoria incluye colaboraciones con destacados referentes de la música nacional e internacional, como Hugo Lobo y "Las Cucarachas de Bronce" (sección de vientos de La Renga). Con una destacada proyección internacional, la agrupación ha realizado giras por Costa Rica (2022) y la Riviera Maya en México (2025), además de haber estado a cargo del cierre del prestigioso festival Jazz a la Calle en Mercedes, Uruguay (2025). Su labor cultural ha sido reconocida formalmente por la Embajada Argentina en Costa Rica, la Cámara de Diputadas y Diputados de la Provincia de Santa Fe y la Municipalidad de Santo Tomé.

Alexandre Miranda Silva
Alexandre Miranda Silva é compositor, produtor e instrumentista na Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP), onde exerce a função de Chefe de Naipe. Conciliando a sólida carreira orquestral com a produção independente, ele desenvolve projetos autorais inovadores com foco em música de câmara contemporânea, como a série conceitual T A R O T. Seu trabalho conecta a excelência da música de concerto à produção audiovisual moderna. Em seu trabalho mais recente como compositor, Alexandre Miranda Silva mergulha no misticismo e na profundidade do poeta inglês William Blake. O ciclo é composto por 10 canções originais escritas para soprano e piano trio (violino, violoncelo e piano). A instrumentação escolhida equilibra perfeitamente o lirismo expressivo da voz com a densidade contrapontística e a riqueza tímbrica clássica do trio de cordas e piano.
Ver detallesAlexandre Miranda Silva
Descripción
Alexandre Miranda Silva é compositor, produtor e instrumentista na Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP), onde exerce a função de Chefe de Naipe. Conciliando a sólida carreira orquestral com a produção independente, ele desenvolve projetos autorais inovadores com foco em música de câmara contemporânea, como a série conceitual T A R O T. Seu trabalho conecta a excelência da música de concerto à produção audiovisual moderna. Em seu trabalho mais recente como compositor, Alexandre Miranda Silva mergulha no misticismo e na profundidade do poeta inglês William Blake. O ciclo é composto por 10 canções originais escritas para soprano e piano trio (violino, violoncelo e piano). A instrumentação escolhida equilibra perfeitamente o lirismo expressivo da voz com a densidade contrapontística e a riqueza tímbrica clássica do trio de cordas e piano.

Enrico Vidal
Estudié y practiqué piano desde los 5 años hasta los 14 Luego comencé con la guitarra hasta el día de hoy, siento la música como un puente que me conecta con mis emociones y sanar. Canto desde el corazón y busco trasmitir una palabra de conciencia y unión que despierte lo mejor en los demás Actualmente estoy en los géneros de candombe y jazz fusión
Ver detallesEnrico Vidal
Descripción
Estudié y practiqué piano desde los 5 años hasta los 14 Luego comencé con la guitarra hasta el día de hoy, siento la música como un puente que me conecta con mis emociones y sanar. Canto desde el corazón y busco trasmitir una palabra de conciencia y unión que despierte lo mejor en los demás Actualmente estoy en los géneros de candombe y jazz fusión

Valentín Rodríguez Ríos
Guitarrista y compositor nacido en la Ciudad de México, licenciado en música en el 2013 por el Centro Morelense de las Artes (CMA), institución en la cual impartió clases de historia, armonía y contrapunto del año 2013 al 2024. Como compositor, ha tomado clases con la maestra Judith Alejandra Gonzáles y clases de instrumentación con la maestra Mariana Villanueva (2007-2013). En el 2009 participó en el taller de “Música Incidental” impartido por la maestra Marcela Rodríguez y en el 2012 el “Taller de Composición” impartido por el maestro Salvador Torre. También, en el 2012 tomó un curso de música electroacústica con el maestro Antonio Russek. Actualmente continúa tomando clases con el maestro Lupino Caballero con quien explora las técnicas y teorías compositivas del maestro Julio Estrada. Ha sido invitado como compositor a festivales tales como el “Primer y tercer encuentro de guitarra en Tingambato “Juchari kuskakua”, así como a la segunda edición del festival y concurso nacional de guitarra “La región más transparente” en CDMX 2022, donde, además de estrenar su cuarteto para guitarra Los flautistas de Azathoth, su obra fue grabada por el cuarteto de guitarras de México en un disco homónimo al festival. Sus obras han sido grabadas en estudio por diversos artistas, entre las que destacan los preludios Cyber-punk capturadas en el disco “Encuentros” de Antonio Segura Delgado, así como, su dúo para Cello y piano La muerte del Nahual, incluido en la producción discográfica “Entre cuerdas y Guamúchiles” del dúo Omecuicatl.
Ver detallesValentín Rodríguez Ríos
Descripción
Guitarrista y compositor nacido en la Ciudad de México, licenciado en música en el 2013 por el Centro Morelense de las Artes (CMA), institución en la cual impartió clases de historia, armonía y contrapunto del año 2013 al 2024. Como compositor, ha tomado clases con la maestra Judith Alejandra Gonzáles y clases de instrumentación con la maestra Mariana Villanueva (2007-2013). En el 2009 participó en el taller de “Música Incidental” impartido por la maestra Marcela Rodríguez y en el 2012 el “Taller de Composición” impartido por el maestro Salvador Torre. También, en el 2012 tomó un curso de música electroacústica con el maestro Antonio Russek. Actualmente continúa tomando clases con el maestro Lupino Caballero con quien explora las técnicas y teorías compositivas del maestro Julio Estrada. Ha sido invitado como compositor a festivales tales como el “Primer y tercer encuentro de guitarra en Tingambato “Juchari kuskakua”, así como a la segunda edición del festival y concurso nacional de guitarra “La región más transparente” en CDMX 2022, donde, además de estrenar su cuarteto para guitarra Los flautistas de Azathoth, su obra fue grabada por el cuarteto de guitarras de México en un disco homónimo al festival. Sus obras han sido grabadas en estudio por diversos artistas, entre las que destacan los preludios Cyber-punk capturadas en el disco “Encuentros” de Antonio Segura Delgado, así como, su dúo para Cello y piano La muerte del Nahual, incluido en la producción discográfica “Entre cuerdas y Guamúchiles” del dúo Omecuicatl.
Música
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