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Moshe D. Guerrero


Colombia

Compositor

Contemporánea

Nuevo Folclor

Folclore Fusión

Músico clarinetista y compositor colombiano estudiante de licenciatura en música de la Universidad Pedagógica Nacional de Colombia, ganador del primer concurso de creación de música colombiana, actualmente asesor y compositor para la banda tradicional fiestera de Supatá, creador y compositor de la MosheBand

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Roberto Rutigliano


Brasil

Banda

Tango

BIO GRAFIA . Roberto Rutigliano (30/03/1958). Nasceu em Buenos Aires e cresceu no bairro de Wilde, subúrbio que fica a quinze quilômetros ao sul da capital Argentina, onde passa a morar até os 20 anos. De linhagem italiana, Rutigliano convivia num ambiente musical, nas festas familiares, onde todo o mundo cantava e dançava de forma alegre e espontânea. Desde criança (aproximadamente a partir dos 8 anos) esteve envolvido com a percussão do folclore argentino, tocando “bombo legüero”. Nesse momento estudou com Lito Urruti ritmos como “Chacarera” e “Zamba” no Instituto Cenario. Aos 10 anos participou de atos festivos na sua escola, e passou aos poucos do bombo, para o bongo até finalmente chegar à bateria aos 15 anos de idade (em 1972). Nesta face da infância e adolescência, formadora de uma raiz musical que acompanha a todo o mundo pela vida inteira, Rutigliano ouviu tango, jazz, música italiana, música latina e brasileira. Era normal participar de uma festa e ouvir Chico Buarque, Beatles, Ruben Blades, música folclórica argentina, Sui Generis, Spinetta ou o disco “The Rosko Show”.Embora a tardes de sesta no subúrbio tivessem uma lentidão provinciana se ouvia música de todo o mundo trazendo para de forma natural uma audição cosmopolita. Rutigliano faz sua estreia como baterista numa festa de final do ano da escola de música onde estudava e depois de um improviso solista sente, naquele momento, que algo indicava que a bateria seria seu destino. Tocou em corais e em grupos de música popular até que no ano de 1975, depois de tocar em quartetos e trios de seu bairro, depois de participar de obras de teatro e de apresentações informais é chamado para fazer parte de uma primeira formação profissional com a qual realiza a sua primeira turnê na costa atlântica, na praia de Mar del Tuyu durante 3 meses tocando todos os dias. Nestes anos ter escutado recitais como o de “Madre Atómica”, “Adeus Sui Generis”, Weather Report, Astor Piazzola e Chic Corea foi realmente algo que impulsionou a compreensão de uma sonoridade e de uma estética diferente. Aos 18 anos interrompe seu inicio musical e serve ao exercito durante um ano e meio, durante este tempo tocou “caixa” nas solenidades militares. Quando este tempo dedicado ao exercito termina, se reintegra na vida social e toca jazz dando canjas em formações de bandas de Dixieland, ao mesmo tempo em que toca, com dois primos músicos amadores fazendo música popular, no circuito de bares noturnos de Buenos Aires, ganhando oficio. Em um momento Rutigliano sente necessidade de conhecer mais sobre literatura e filosofia ingressando na faculdade de letras para ficar estudando por três períodos. De forma paralela, já morando em Buenos Aires, longe do subúrbio, se envolve com música contemporânea realizando cursos com o compositor Carmelo Saitta com o qual entra em contato com outra estética, conhecendo a musicalidade de autores como Edgard Varese. Em Buenos Aires estuda bateria de forma mais formal com Hebert Gouarnalusse com quem começa a conhecer um pouco melhor os discos de jazz. Hebert, na época, era casado com uma dançarina e alem da música o contato com ele resultou na possibilidade de assistir outro estilo de vida muito mais de acordo com uma perspectiva artística. O subúrbio era enriquecedor em experiências, mas limitado no sentido de ganhar uma visão mais ampla do mundo. Em Buenos Aires começa a frequentar o ambiente da música instrumental que se desenvolve em especial acompanha o que ocorre num espaço mítico chamado “Jazz & Pop” onde tocavam os grandes músicos da época. Em 81 viaja a Estados Unidos onde toma aulas com Michel Carmin (baterista de Dizzy Guillespie) e com Alan Dawson lendário professor da “Berklee College of Music” e mestre de Tony Willians (baterista de Miles Davis). Em Manhattan compra os pratos que o acompanham até hoje e mergulha ainda mais no conhecimento dos exercícios da orientação didática, mas a metodologia americana não combina muito bem com um lado intuitivo que ainda teria que florescer para que esse mundo da técnica pudesse ser aproveitado. De volta a Argentina toca com Marikena Monty, (uma cantora de renome) com a qual participa de shows em Punta del Este, em Villa Gesell e nos principais teatros de Buenos Aires, o repertorio incluía músicas de Tango e do estilo Edith Piaf, faziam parte do grupo Coco Perez (piano) e German Pontoriero (baixo). Deixa os shows com Marikena e começa a tocar com Julio Lacarra, cantor e compositor de música folclórica argentina, faziam parte do grupo Lalo (guitarra) e Oby Homer (baixo). Na época também participa do circuito underground de Buenos Aires tocando em bares históricos como “Eistein” e “Parakultural” com a performance, atriz, acrobata e dançarina Krisha Bogdan e com o mimo e clown Angel Jugovac. Compõe a música para o espetáculo “Textos Otros” da coreografa Vivian Luz , espetáculo premiado pela integração entre movimento e dança no festival “Dança Aberta” (1986). Este projeto está sendo relançado em Buenos Aires neste momento e Rutigliano acaba de gravar uma nova música para a coreografia. Continua seus estudos de bateria com Rolando “Oso” Picardi, percussão erudita com o maestro Antonio Yepez e técnica e leitura avançada de bateria com Alejandro Varela. Escreve durante um ano artigos em uma revista especializada chamada “El Musiquero” e dá aulas de bateria na escola de David Lebon. Participa da orquestra sinfônica criada para um festival organizado pela prefeitura de Buenos Aires onde tem como maestros a Pedro Ignácio Calderón que dirige a obra “Sherezade” de Rimsky Korsakov, na qual Rutigliano toca caixa clara (esta obra é uma das mais emblemáticas para este instrumento). Participa em grupos de percussão como o conjunto “Ritmus” junto a músicos como Norberto Minichilo onde se familiariza com obras como “la Toccata” de Carlos Chávez. Toca em peças teatrais e no grupo de tango contemporâneo “Quinteto Malvón” onde começa a apresentar suas próprias obras. Em 1986 a escola “Berklee College of Music” visita Buenos Aires e Rutigliano estuda com músicos como Tommy Campbell. Nesta época duas figuras musicais representam uma força no seu crescimento musical: o percussionista Jorge Pemoff e o baterista Norberto Minichilo. Aqui acontece uma espécie de corte porque o que acontecia naquela época musicalmente em Buenos Aires não conseguia despertar um lado artístico mais profundo nem satisfazer uma busca estética. Parecia que a música fosse apenas profissionalismo, virtuosismo ou leitura musical, mas Rutigliano percebia que estava faltando algo essencial, algo que impedia que pudesse entrar a musicalidade. Viaja para Rio de Janeiro de férias em 1987 e no encontro próximo com a música brasileira se encanta pela cidade, pelas manifestações artísticas populares e decide migrar para o Brasil. Brasil parecia que poderia dar um contato mais orgânico com a música africana e o fato de morar numa sociedade onde a percussão faz parte de experiências coletivas de forma natural poderia fazer desenvolver essa tal de musicalidade que tanto estava precisando aumentar. Radicado no Rio de Janeiro desde 1988 fez experiências em vários tipos de situações musicais. Chegando ao Rio, depois de um workshop inaugural no conservatório brasileiro de música é chamado a dirigir o grupo “Alaafin Aiyê”, grupo afro dentro do estilo de Olodum. Dá aulas no Conservatório Brasileiro de Música, depois CENARIO onde conhece ao pianista Tomás Improta e no CIGAM onde conhece a Ian Gest (nessa época estas duas escolas eram as mais importante do Rio de Janeiro em termos de didática e do nível dos profissionais que faziam parte do corpo de professores). A trajetória na música instrumental começa primeiro no trio com Xandy Rocha (baixo) e Virgilio Gomez (guitarra) tocando em casas noturnas como “People”. “Jazz Mania” e “Mistura Gina”. Esta primeira formação se desdobrou num quarteto que acabou gravando no disco de Sergio Nacif lançado pelo Selo Niterói Discos em 1992. Disco do qual participaram artistas como Yuri Popof (baixo) e Nelson Farias (guitarra). De forma paralela toca no bar “Barbas” de Botafogo por uma longa temporada junto a um quarteto formado entre outros pelo pianista Hamleto Stamato. O quarteto com Sergio Nacif, depois com a entrada de Roberto Alves, começa a tocar de forma estável no centro do Rio no bar “Beira do Cais”. O bar recebia canjas de músicos da cena do jazz e também alguns dos que faziam parte da banda de Hermeto Pascoal como Eduardo Neves. O espaço, com este movimento acaba se convertendo em um point de quem gostava de ouvir jazz no Rio de Janeiro. Rutigliano continua estudando: toma aulas de música brasileira por um breve tempo com Pacoal Meirelles, de jazz com Jimmy Duchowny e por um ano tomou aulas de bateria e pratica de grupo com Claudio Carybé (professor determinante na sua formação). O projeto musical de quarteto que tocava no bar “Beira do Cais” acolhe dois percussionistas: Dudu Marins e Edson Quesada (músico que tinha chegado de uma longa temporada na Colômbia). O quarteto, agora sexteto, receve influências da sonoridade de Chic Corea, Jellow Jacket e mais que nada de Andy Narell. Sai Quesada entra Don Chacal, percussionista que tinha tocado com Paul Simon, entra Zeca Maretzky no sax e Adriano Souza nos teclados. Esta formação é à base do grupo Xekerê que grava um primeiro disco chamado: “Brasil-Latin-Jazz”, titulo que sintetiza as influencias que vem a constituir o direcionamento estético de Rutigliano. Um ano depois Xekerê lançam o segundo disco do grupo “A lua anda tonta” com participações da cantora Clara Sandroni, do percussionista Passarinho Gomez e do violoncelista Ricardo Santoro. Nesta segunda face entram para a banda os músicos americanos Peter O”neill no sax e o percussionista Rusty May. Forma com Rodrigo Zaidam (piano), Xandy Rocha (baixo) e Renat Buscaio (sax) o grupo “Vila Vento” um quarteto dedicado à música autoral. Desfeito este grupo Rutigliano em 1998 entra como professor dos Seminários de Música Pro Arte onde permanece por 25 anos. Nesse momento Rutigliano faz um mergulho nas manifestações populares de percussão inaugurando a semente do que mais tarde seria o grupo “Monobloco”. Rutigliano nessa imersão estuda ritmos da tradição afro-brasileira: dos rituais do Candomblé e da percussão de escola de Samba . Desfila na Escola de Samba Império da Tijuca com a qual ganha o vice campeonato de 1999, participa de ensaios com a Mocidade Independente de Padre Miguel e de blocos de Carnaval, tocando caixa e tamborim. Atuou com os grandes ogans do Candomblé Ney de Oxossê e Dofono do Omolu no grupo de Afoxê “Filhos de Corin Efâ”. Tocou durante mais de dez anos no bloco Gigantes da Lira, especializado em frevos e marchinhas, e no bloco Laranjada, tocando caixa de escola de samba. Como pesquisador escreve em sites especializados no Brasil, como “Batera.com” e “Afreaka”. Ao mesmo tempo realiza, com todo este material, workshops e clínicas nas principais escolas de músicas do Brasil e da Argentina. Aqui acontece outro corte porque desde 1988 até 2005 praticamente Rutigliano durante estes 17 anos não participa da vida cultural de Argentina. Algo similar ao que acontece quando uma pessoa sai em busca de uma experiência vital e só volta quando tivesse atingido certo grau de maturidade (artística no caso). Em 2005, participou da primeira edição do “Montevideo Drum Festival”, ao lado de músicos Osvaldo Fattoruso e Daniel Volpini. Primeira vez que se apresenta em um festival internacional só de bateria. Na sua performance apresenta várias composições para bateria dedicadas a todo esse mundo sonoro com o qual tinha convivido no Brasil. Rutigliano tinha interesse em se adentrar no mundo sonoro de Hermeto Pascal, procurando essa estética em Rio de Janeiro estuda com Marcio Bahia e junto com Itiberê Zwarg funda a “Orquestra Família” com a qual fica quatro anos ensaiando 20 horas por semana . Deste trabalho surge o disco da orquestra “Pedra do Espia” dedicado ao Hermeto Pascoal lançado em 2001 e relançado pelo selo inglês FAR OUT em 2018. Durante o ano de 2001 recria o projeto Xekerê com outros músicos : Bruno Aguilar no baixo, Andy Connell no sax e clarinete e Vitor Goçalvez no piano. Aqui Rutigliano apresenta mais composições próprias e lança o elogiado disco “Martes”. Este grupo se desfaz e entram o guitarrista Silvio D’Amico , o sax de Fernando Trocado e o contrabaixo de Marquinhos Bruxelas realizando shows no Rio de Janeiro pelo espaço de dois anos. Reúne todas suas composições gravadas num álbum chamado “Coletânea” de tirada super reduzida. De forma paralela forma um duo com a flautista Odette Ernest Dias onde desenvolve uma bateria completamente diferente. O encontro com Odette serviu para conhecer a obra de André Jolivet o que mudou o conceito de como poderia se comportar a bateria de uma forma orquestral. Desde 2000 até 2010 viajam pelo Brasil , participam de festivais e interpretam obras encomendadas e peças clássicas como as 12 Fantasias de Telemann , obras de Bach , de Piazzolla do qual resulta um disco pela Biscoito Fino e uma gravação produzida por Egberto Gismonti, ainda inédita. Em 2007 formou a “Rio Latin Jazz” com a qual tocou durante quatro anos (com casa lotada) no “Brasil Mestiço”, na Lapa, junto a músicos como Adrian Barbet, Cezinha, Pedro Aune e João Gabriel. Uma experiência distinta porque foi uma sonoridade dançante o que obriga a um comportamento muito diferente do qual Rutigliano estava desenvolvendo na época. Cria um duo com a pianista Fernanda Canaud fazendo um repertorio dedicado à música brasileira antiga. Em forma ocasional atuou ao lado de músicos como Hermeto Pascoal e Yamandu Costa no teatro Rival. Também se apresentou com uma serie de cantoras brasileiras e argentinas como: Gabi Buarque, Thais Fraga, Gabriela Bergallo com ela no Brasil , na Argentina e na Suíça . Com Josi Dias cantando Villa Lobos se apresenta na Argentina . Em 2011, tocou em Buenos Aires com Adriana Rios e Alejandro Herrera no show "Mundo Jobim" e Com Helena Cullen no Rio apresenta o repertorio “Piazzolla e Tom Jobim”. Nas suas viagens a Buenos Aires toca com Pablo Lapidusas (piano) e Carolina Rovira (contrabaixo), depois com o Arthuro Puertas (contrabaixo). Realiza um trio com Abel Rogantini (piano) e Diego Wainer (contrabaixo) de volta ao mítico espaço “Jazz & Pop”. Um duo com o guitarrista Quique Sinesi que conta com a participação do contrabaixista Guillermo Delgado. Apresenta-se também em trio com Lautaro Julio (piano) e Santi (contrabaixo) e com Charlie Arana (guitarra). Toca com Mariano Matos (baixo) e com o trompetista Juan Cruz Urquiza . Se apresenta junto a Daniel Binelli (bandoneon), Juan Pablo Navarro (contrabaixo) e Américo Belloto (trompete) no espetáculo “Tango e algo mais”. Toca em trio com o contrabaixista Juan Pablo Navarro e com o pianista Hernan Jacinto. Aqui um vídeo de uma de suas viagens (2012) na qual toca com Quique Sinesi, Guillermo Delgado e Lina Avellaneda https://youtu.be/KfchBg6UY4I Em 2010, começa uma face marcada pelos tributos a grandes músicos. Esta etapa se inaugura com o show “Tributo a Bill Evans”, com Dario Galante (piano) e Bruno Migliari (contrabaixo). Ao mesmo tempo retoma a relação com a música clássica no quarteto “Jazz in Câmara” rebatizado como "Reciclássico", ao lado de Ana de Oliveira (violino), Tomás Improta (piano) e Tony Botelho (contrabaixo), recriando clássicos da música brasileira de compositores como Francisco Mignone e Heitor Villa Lobos. No Carnaval desse mesmo ano, foi o mestre de bateria do bloco Feitiço do Villa dedicado a recriar música clássica num contexto de Escola de Samba com músicos da orquestra sinfônica do Rio de Janeiro. Seguindo com as homenagens realizou um tributo a Elvin Jones com Fernando Trocado (sax), Idriss Boudrioua (sax) e Ronaldo Diamante (contrabaixo). Liderou um show em homenagem a Miles Davis, ao lado dos trompetistas Altair Martins, Jose Arimateia e Paulinho Trompete, este espetáculo foi apresentado junto com uma exposição de fotos muito especiais e se chamou “Miles Orixá”. Realizou shows dedicados a Cole Porter, a Horace Silver, ao Rio 65 trio, a Luis Alberto Spinetta (junto ao guitarrista Dami Andrés), a Thelonius Monk entre outros. Um destes shows orientados por tributos foi dedicado ao “Jazz Messengers” junto a Fernando Moraes (piano), Sergio Barrozo (contrabaixo) e Ricardo Pontes (sax). Integrou também um grupo instrumental com Tomás Improta, Fernando Trocado e Paulo Russo (contrabaixo), com um repertório voltado para a obra de John Coltrane, show que conta também com a participação de Marcelo Martins (sax), Jefferson Lescovich (contrabaixo) e Widor Santiago (sax). Manteve ainda um trio com o pianista Pablo Lapidusas e o contrabaixista Bruce Henri, com um repertório de música brasileira e de composições próprias. Em 2012 esteve na Suíça, onde participou, ao lado da cantora Gabriela Bergallo, de dois shows de música latino-americana e ainda do espetáculo “Melodias Brasileiras”, do Festival do Teatro Di Cápua, em Embrach, e de uma master classe sobre música brasileira junto com a banda “Latin Jazz Ensemble”, em Zurique. De volta ao Brasil, atuou em varias formações de tango com músicos como Chico Chagas (acordeon), Ana de Oliveira (violino), Marcos Amorin (guitarra), Bruno Py (contrabaixo), Ronaldo Diamante (contrabaixo), Tibor Fittel (piano), Tony Botelho (contrabaixo), Natalia Mer (cantora), Martin Lima (bandoneon) e Pablo Aslan (contrabaixo) com diferentes repertórios e apresentações dedicadas a Piazzolla e Troilo, destaque para os espetáculos “Tango Negro”, “Centenário de Troilo”, “Piazzolla in Rio” e “Borges e o Tango”. Grava com a pianista Flavia Costa e a percussão de Robertinho Silva o disco “Caminhos”. Realiza um duo como o vibrafonista Daniel Serale. Com Thiago Ferthé (sax) monta um quarteto no espaço Triboz. Com o sax Tino Junior realiza uma homenagem a Charlie Parker. Toca durante duas temporadas com Widor Santiago (sax), Adaury Mothé (teclado) e Sergio Barrozo (contrabaixo) no “Bar dos Descasados” em Santa Teresa. Toca na inauguração da Blue Note Brasil junto com Zezo Olimpio no piano e Sergio Barrozo (contrabaixo). Da serie de espetáculos Idealizado por Roberto Rutigliano podemos destacar o dedicado ao conto de Cortazar “O Perseguidor” do qual participaram músicos notáveis como Paulo Levi e Marcelo Martins (sax), Cliff Korman (teclados) e Sergio Barrozo (contrabaixo). Na leitura do texto tivemos a atuação de Carolina Virguez (atriz). Espetáculo apresentado no “Festival Dois Pontos” no Teatro Maria Clara Machado, Planetário, Gávea – RJ. Monta um novo espetáculo dedicado a Miles Davis com a participação de Jessé Sadoc no trompete. Se apresenta junto com a flautista espanhola Maria Toro e num contexto de música argentina com o guitarrista Matias Arriazu. Toca com Tomás Improta (piano) em vários projetos dedicados a músicos variados como Luizinho Eça, Edu lobo, Billie Holiday (este com a cantora inglesa Folakemy) e a West Montgomery (este junto ao guitarrista Dino Rangel). Toca junto a Paulinho Trompete em duas apresentações homenageando ao disco “Kind of Blue”. Em 2018 em comemoração aos 30 anos da sua permanência no Brasil Rutigliano realiza na Sala Cecília Meirelles um espetáculo chamado “De Villa Lobos a Piazzolla” junto a Caio Marcio (violão), Fernanda Canaud (piano), Paulo Sergio Santos (clarinete) na parte brasileira do espetáculo e depois com o grupo Tango Jazz na parte dedicada a Piazzolla. Grava o projeto “Diverso Universo” dedicado a música clássica tocada desde uma abordagem jazzística junto a Berval Moraes (contrabaixo), Kim Ribeiro (flauta) e Valeria Mendoça (piano). Desde 2018 como líder de grupos gravou junto com Altair Martins (trompete), Widor Santiago (sax), Sergio Barrozo (contrabaixo) e Marcelo Magalhães Pinto (piano) um disco dedicado ao jazz chamado “A música de Miles e Coltrane”. Gravou também um álbum com o grupo “Tango Jazz” junto a Alexandre Carvalho (guitarra) e Márcio Sanchez (violino), dois discos autorais “Sotaques” e “Vida Mia” pela Warner Champell dos quais participou Sergio Barrozo (contrabaixo), José Arimetéa (trompete), Marcelo Magalhães Pinto (piano), Didac Tiago (percussão), Luiz Otavio (piano) e Bernardo Bosisio (guitarra). Aqui o vídeo de “A música de Miles e Coltrane” e de “Tango Jazz”. https://youtu.be/0J3f8sl4Dts https://youtu.be/u2VwbmTh1e8 Em Buenos Aires desenvolve o “Afro Trio” junto ao baixista Matias Gonzalez e ao pianista Ricardo Nolé tocando por duas temporadas com um repertorio que inclui Mongo Santamaria, Tom Jobim e Ruben Rada. Em 2020 toca no teatro San Martin da rua Corrientes junto ao grupo de Pablo Aslan repertorio do seu disco “Piazzolla in Brooklin”. Em 2020 grava o disco “Afro Coltrane” junto a músicos como Nivaldo Ornellas (sax), Antonio Guerra (piano), Didac Tiago (percussão) e Sergio Barrozo (contrabaixo). https://youtu.be/tB6j-IQv72s Apresenta seu quinteto junto a Adaury Mothé (piano), Zero Telles (percussão), José Arimatéa (trompete) e Zé Luiz Maia (contrabaixo) numa live especialmente produzida pelo espaço Áudio Rebel . https://youtu.be/yO5LOwKG8wQ No centenário de Astor Piazzolla em 2021 apresenta uma live para a televisão americana dirigida musicalmente por Pablo Aslan onde misturam ritmos brasileiros com a musicalidade do Tango. Paralelamente a toda esta atividade como instrumentista, compositor, produtor e líder de grupos, Rutigliano dedica parte de seu tempo a escrever artigos publicados em revistas especializadas em música da Argentina e blogs do Brasil onde partilhou pesquisas ligadas à “influência da música africana na América”, “Relações entre a música latina, o Tango, o Samba e o Jazz“ e “A musicalidade afro-cubana” entre outros. Recentemente Rutigliano realizou uma serie de lives dedicadas ao centenário de Astor Piazzolla e à vida e obra de Coltrane, estas lives foram realizadaa no Centro Cultural Midrash, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e na radio MEC. Nos últimos tempos Rutigliano realizou um curso sobre a história do Jazz no Rio de Janeiro com o titulo “Lendas do Jazz carioca”. Está preparando um curso de 10 aulas de bateria gravadas e filmadas pela Frankfurt produções inaugurando uma nova abordagem pedagógica baseado na perspectiva da oralidade que nos chega da tradição afro-brasileira e afro-cubana. No mês de setembro lançou um novo projeto misturando a musicalidade de Piazzolla com as bases dos ritmos da tradição do Candomblé brasileiro chamado “Roberto Rutigliano e quinteto Novo Tango”. Rutigliano ainda está lançando em breve um novo projeto musical com suas composições e cantigas da tradição do Candomblé brasileiro e da Santeria cubana com músicos brasileiros. Aqui o vídeo de um workshop onde Rutigliano mostra sua nova didática na bateria e um vídeo de seu novo quinteto. https://youtu.be/M7tqJXF6Ark https://youtu.be/W3dV0-3eLHo

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grupo Musical Cori Warmi


Peru

Agrupación

Folclor

Sicu Moreno

Sicuri O Sikuri

Es una agrupación de mujeres que interpreta música andina,nace un 8 de marzo del año 2013, busca reivindicar y revalorizar el rol de la mujer y el aporte que realiza en la formación de una sociedad justa y equitativa en armonía con nuestra madre tierra. Presentaciones: Coriwarmi a participado en diversos tipos de actividades, básicamente hemos decidido participar en las ofrendas que se dan en.las huacas por las festividades de solsticios y equinoccios, tmb en actividades Académicas y artísticas en reivindicación de la mujer y en diferentes espacios culturales en lima y provincias.

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Yaneth Angulo Hermosa


Colombia

Cantautor

Música Andina

YANETH ANGULO HERMOSA VIDA MUSICAL: Inicia su camino musical en el año de 1995 como participante del grupo “Mensaje y Canto”, cuyo director Fabio Buitrago Forero admitió con participación en voz segunda, tambora y tiple, y contando con participaciones y logros en: – Octubre y Noviembre de 1997 Mención especial festival Nacional del Bambuco Luis Carlos González. Pereira- Risaralda. – Junio de 1997 1r puesto concurso Departamental de Rajaleñas, Neiva- Huila – Junio de 1997 1r puesto concurso Intercolegial Departamental de Rajaleñas, NeivaHuila. – Mayo y Junio de 1997 Nominados a Gran premio Festival del Mono Núñez. GinebraValle. – Junio de 1996 1r puesto concurso Departamental de Rajaleñas, Neiva- Huila. – Junio de 1996 1r puesto concurso Intercolegial Departamental de Rajaleñas, NeivaHuila. – Octubre de 1995 Expo-ciencia 95 Bogotá D.C. Posterior a su participación con el grupo “Mensaje y Canto”, se hizo integrante – participante en el grupo “Aquarela” como segunda voz, con cuyo director “Wilberth Alarcón” alcanzaron los siguientes logros en distintas participaciones que aparecen a continuación: – Abril de 2001 invitados al encuentro Nacional de familias que cantan, Cartago – Valle. – Diciembre de 2000 tertulia FUNMUSICA, Medellín-Antioquia. – Abril de 2000 invitados 3r festival de música Colombiana, Andina y Religiosa, San Gil – Santander – Diciembre de 1999 Invitados encuentro Nacional de Familias que cantan, Cartago- Valle – Enero 1999 Invitados Tertulia bambuquera Pereira-Risaralda – Septiembre 1998 1r lugar en el concurso Departamental de la Canción. Fundación Bolivariana, Garzón- Huila – Junio de 1998 1r lugar en el concurso Departamental Marco Tulio Losada Chaux. Garzón –Huila Trabajó en la fundación Auros donde se desempeñaba como Maestra de Canto, cuyo jefe inmediato “Alexander Cuesta Moreno” pude realizar un trabajo musical también a su lado. Los logros alcanzados allí fueron: Diseño, desarrollo e implementación de talleres de canto. Asesoría para participantes infantiles al concurso COTRAFA de BelloAntioquia. 2002 finalistas festival Nacional de duetos Garzón y Collazos, Ibagué- Tolima. Después participó en el grupo: Dueto sin fronteras (segunda voz) junto al músico y director “Diego Sánchez Mora” Directora musical e integrante Tuna Femenina de la Facultad de Medicina Universidad Nacional de Colombia, alcanzó los siguientes logros: La tuna femenina de la facultad de medicina de la Universidad Nacional de Colombia, se ha destacado entre los mejores grupos en el ámbito de la tunas, participando en innumerables encuentros empresariales, universitarios ( Universidad Católica de Colombia, Pontificia Universidad Javeriana , Escuela de administración Publica ,etc), encuentros departamentales, concursos nacionales (tuno de oro Bogotá, Ciudad de Bucaramanga UDES , Duitama Boyacá), encuentros y concursos internacionales (internacional de Madrid Cundinamarca Colombia, Chile – La Serena, Isla de Maipo, Coquimbo, Santiago de Chile ,- Perú – Arequipa, Trujillo , Lima ,- México – D.F., Tlalmanalco , Xalapa , ) obteniendo premios como mejor solista mejor show de capa, show de banderas y mejor pandereta, dejando en alto el nombre de la Universidad Nacional de Colombia. Entre otros logros aparecen en su haber: Directora musical Tuna femenina Konrad Lorenz, Profesora de música y Auxiliar de jardín y pre jardín Colegio Diocesano San Miguel Arcángel, Instructora en el área de música, programa de escuela de formación artística- Fundación Socio cultural Danzart, Jurado en el XXII CONCURSO DEPARTAMENTAL DE MÚSICA CAMPESINA EDUARDO ROJAS GÓMEZ, Profesora del grupo de música de la Universidad Surcolombiana sede Garzón, Profesora de música a niños en situación de discapacidad con la Fundación Caminemos Unidos” del Municipio de Garzón e Instructora de música de las escuelas de formación de Coonfie en Garzón. Cofundadora de la Fundación Humac, directora musical del grupo “De Voz en Cuando” con quienes han participantes en encuentros departamentales de rajaleñas 2014, entre otros. Integrante del dueto HUMAC a partir de 2012 con el señor Sergio Ricardo Villa, con quien ha participado en el Encuentro Departamental de Cultura homenaje al “Baja Cocos” 2017, del Grupo De voz en cuando con quien participó y alcanzó reconocimiento en el 2014 uno de los grupos que pasó al encuentro de Rajaleñas en Neiva, entre otros. Compositora Garzoneña y amante del folclor Andino Colombiano. Su última composición fue FIESTAS EN GARZÓN, canción emblema del año anterior. Links de muestras por youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Yq-uXQfFM-g https://www.youtube.com/watch?v=zh7yn4jfl-w https://www.youtube.com/watch?v=QUdv5BirEUU https://youtu.be/YhHZh0yy0MY https://youtu.be/Sbn600-rrEM https://www.youtube.com/watch?v=aQODszJuRGg https://www.youtube.com/watch?v=uo1Dw_V3NgA https://www.youtube.com/watch?v=rB1OeY_IdaY (Piagetcito: Composición Yaneth Angulo Hermosa) https://www.youtube.com/watch?v=mzwVDIHSRSs&t=8s https://www.youtube.com/watch?v=Fasgu8YFSM0&t=32s (FIESTAS EN GARZÓN) https://www.youtube.com/watch?v=q8zKt3yHCtQ https://www.youtube.com/watch?v=ovSnEL4pEMQ https://www.youtube.com/watch?v=Jb19V8qrlmU

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Rnzo Val (Dore380)


Peru

Cantautor

Trap & Drill

Reggaetón & Latin Rap

Reggaetón & Latin Rap

Artista de la escena urbana del sur de Perú, gestor cultural, rapero, compositor, productor audiovisual y musical, fundador del colectivo HighHop380, en febrero de 2022 gracias a IBERMUSICAS ejecutamos Torneo de Freestyle Andino 2022 (TDFA22) y en febrero 2024 gracias al Ministerio de Cultura del Perú ejecutamos el TDFA24, promoviendo el arte y la música basados en el folklore y cultura andina.

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Alejandro Guarin


Colombia

Sonora

Música de Cámara

Folclor

Soy Musico con maestría en composición musical en nuevas tecnologías. me he desempeñado como productor musical e ingeniero sonido. en los últimos años he ejercido la docencia enfocándome en las asignaturas de tecnología musical y en la investigación en la universidad de Cundinamarca donde he producido varios discos que se desprenden de los proyectos de investigación. He grabado dos proyectos discográficos ganadores de convocatorias del instituto de cultura de Pereira. he sido productor, ingeniero de mezcla, grabación y Mastering en diferentes proyectos.

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Taller Internacional de Viola de las Américas


Mexico

Festival

El Taller Internacional de Viola de las Américas (TIVA) es la respuesta que su directora, la maestra Felisa Hernández Salmerón a la necesidad nacional de tener un espacio propio en donde músicos en formación profesional puedan desarrollar y mejorar sus habilidades técnico-interpretativas, así como su desenvolvimiento escénico solista y en conjunto dentro de un ambiente de respeto, cordialidad y perfeccionamiento. El taller TIVA ha logrado cumplir 8 años y 12 ediciones ininterrumpidas (ediciones Verano, Kids y Online) considerando desigualdades sociales, de género y económicas, cumpliendo plenamente con su función de acercar a los estudiantes de viola de todo el territorio nacional, así como a alumnos extranjeros del sur del continente. Este taller es el único que existe en el continente Americano con sus particularidades técnicas, como lo son ofrecer a cada alumno un mínimo de 14 horas de clases individuales de viola, más de 12 horas de clases magistrales, aproximadamente 16 horas de ensayo en el Ensamble de Violas de México, servicios de laudería y pláticas del instrumento, cuidado físico y mental del músico,10 horas mínimas de ensayo con el pianista acompañante, 2 simulacros de audición profesional y un mínimo de 2 conciertos dentro del marco del taller con sus respectivos ensayos generales.

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Artista


Cuba

Solista

Solistas

Música de Cámara

Nacida en La Habana, Cuba; esta guitarrista se encuentra residenciada en Colombia desde hace varios años. Fueron sus profesores en Cuba: Leopoldina Nuñez, Jorge Fiallo, Florez Chaviano, José A. Rodríguez. Ha recibido Clases Magistrales con los maestros Leo Brouwer, Antonio Lauro, Alirio Díaz, Jurgent Rost, Ichiro Suzuki y Costa Cotsiolis. Graduada como guitarrista-concertista en estudios superiores y de postgrado en el Instituto Superior de Arte de La Habana (I.S.A) desde 1986. Finalista en el II Festival Internacional de Guitarra de La Habana en 1.982. Durante dos años fue discípula de la guitarrista argentina Maria Luisa Anido, conocida internacionalmente como “La Gran Dama de la Guitarra” Desde 1986 es miembro de la Unión Nacional de Escritores y Artistas de Cuba (UNEAC). Ha ofrecido conciertos en las salas más importantes de la isla y participado en diversos eventos nacionales, tales como, el I Encuentro de Guitarristas de América Latina, auspiciado por la Casa de las Américas de La Habana; el Festival de Jóvenes Intérpretes de Cuba, Festival de Música Contemporánea, Festival de Música Cubana y Latinoamericana, estos dos últimos auspiciados por la UNEAC y el I y II Festival y Concurso Internacional de Guitarra de La Habana, del cual fue finalista. En su haber profesional cuenta además con Grabaciones para Cine, Radio y Televisión. También ha realizado giras de concierto por España, México, Chile, EE UU y Colombia, destacándose su participación en el I, II y III Festival Internacional de Guitarra efectuados en la Sala Skandia de Bogotá y la Universidad Industrial de Santander. En la capital colombiana ha realizado conciertos en el Gimnasio Moderno, el auditorio León de Greiff, Club de Ejecutivos del Tequendama; en la Catedral Primada de Bogotá, junto a la Orquesta Sinfónica de la Pontificia Universidad Javeriana; en el Club El Nogal, la Biblioteca Luis Ángel Arango y el Encuentro de Guitarristas Compensar. Adicionalmente se ha presentado como concertista en variados Festivales, entre ellos, el de Músicas Patrimoniales de Chile, I Festival Internacional de Guitarra de Cartagena, I Festival Internacional de Guitarra de Buga, IX Seminario Iberoamericano del Tolima y III Festival Internacional de Guitarra de la Universidad Sergio Arboleda “Damas y Cuerdas” entre otros. Por su nivel y trayectoria artística aparece incluida en el “Diccionario de Mujeres Notables en la Música Cubana” de la autora Alicia Valdés y en el “Diccionario Enciclopédico de la Música Cubana”, Premio de la Crítica del Mtro. Radamés Giro. Desde 1994 ingresó en el cuerpo docente del Conservatorio de Música de la Universidad Nacional de Colombia, En la actualidad es Doctora en Ciencias Filosóficas en el campo de la teoría estética musical, Profesor Titular de la Universidad Nacional de Colombia. Asimismo es Coordinadora Curricular del Pregrado de Música Instrumental, Docente de la Maestría en Interpretación y Pedagogía Instrumental de su Facultad de Artes y Directora de la Orquesta de Guitarras de dicha Universidad, la cual fundó desde 1995, con la cual ha realizado numerosos conciertos y por donde han pasado y formado varias generaciones de guitarristas.

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ARTKA Plataforma de Música Electrónica y Creatividad Digital


Colombia

Empresa

ARTKA Plataforma de Música Electrónica y Creatividad Digital, comenzó en 2016 como un proceso de selección de músicos electrónicos y artistas visuales, con el fin de incluirlos en su programación de formato LIVE ACT anual en Bogotá, dando continuidad a su programa de 2010 a 2015 (Conectados). Live Act es la creación (composición e interpretación) de obras en vivo de música electrónica y artes visuales, producidas a partir de máquinas, software y hardware especializados en audio y/o video para manipulación digital artística. Ocasionalmente un Live Act puede estar acompañado por instrumentos de percusión o viento, generalmente interconectados al hardware central de manipulación. ‍ ARTKA busca afianzar conocimientos en música electrónica de producción en vivo, artes visuales y tecnología aplicable al arte, que integre conocimientos empíricos, aprendizaje de academia y exploración hacia la tradición de la fiesta, es así, que con la apertura de talleres, conferencias y conversatorios en torno a los antecedentes y futuro de estas prácticas artísticas en Bogotá y la región, ofreceremos espacios conjuntos de creación, lanzamiento y promoción de artistas nacionales o extranjeros residentes en Colombia. La Fundación Cultural Arca, entidad responsable de ARTKA, Plataforma de Música Electrónica y Creatividad Digital, continúa su proceso de gestión de intercambios culturales enfocado a la apertura de artistas colombianos en escenarios nacionales y extranjeros.

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Delma Salas Tacna y los Ingenieros del Folclore


Peru

Agrupación

Folclore Peruano

soy, cantante de cultura musical artistico foclorica con mas de 10 años de trayectoria asi como con algunos volum,enes de grabacion discografica, juntamente con mi grupo musical Los Ingenieros del Folclor, integrados por musicos de gran trayectoria como Ygnacio tacora quispe, con 40 años de trayectoria en la musica y entre otros.

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