
Alex Corrêa
lex Corrêa nasceu em 17 de agosto de 1981. Filho de pianista clássico, teve seu primeiro contato com o piano aos cinco anos de idade e desde então segue o caminho da música. Aos dezessete anos iniciou seus estudos de graduação na Universidade Estadual de Londrina, o que o levou a um contato significativo com diversos ambientes sonoros, estudos antropológicos e filosóficos, bem como uma formação voltada à educação musical. Aos 25 anos, Alex se muda para São Paulo e inicia um trabalho intenso de pesquisa ao piano, concentrando-se em desenvolvolver uma linguagem contemporânea de composição e performance, fato que lhe rendeu a posição de docente no Conservatório Souza Lima. Além de atuar como professor, o pianista fez parte expressivamente da cena musical da cidade, colaborando com diversos artistas renomados, tais como Gabriel Grossi, Nenê, Arismar do Espírito Santo, Thiago do Espírito Santo, Michel Leme, Vitor Alcântara, Djalma Lima, Daniel Alcântara, Thiago do Espírito Santo, Rubem Farias, Jota P, Cuca Teixeira, entre outros. Em 2013, fora convidado por Joris Teepe, a participar de um programa de mestrado de jazz na Holanda onde, um ano mais tarde, ganhou o prêmio VNO-NCW NOORD TALENT AWARD 2014. Em consequência, o músico foi convidado a escrever e performar sua peça "SoulBrothers" com a Noord Nederland Orkest. No final de 2014 residiu por 5 meses em Nova York a convite do Queens College e desde então, vem performando com músicos significativos da cena instrumental mundial, como Alex Sipiagin, Boris Kozlov, Flora Purim, Airto Moreira, Will Vinson, Raul de Souza, Donald Edwards, Christophe Schweizer, Gene Jackson, entre outros. Em 2017 grava seu primeiro trabalho de piano solo ao vivo na Sala Madeleine em Genebra, e passa a integrar o quarteto e quinteto do trombonista Raul de Souza, realizando uma turnê em mais de 8 países da Europa e cidades em todo o Brasil. Em 2018 se destaca com duas turnês europeias com seu quinteto feat. Alex Sipiagin e Christophe Schweizer, bem como estreia o primeiro movimento do concerto para piano e universo em colaboração com a Jazz Kombinat Big Band, gravado ao vivo em Hamburgo. Em 2018 integra também o corpo docente da Berklee Global Music Institute (índia), como professor de piano e harmonia. Em 2019 fora convidado a ser diretor musical e pianista de Flora Purim e Airto Moreira Sexteto, projeto que configurou uma extensa turnê no Brasil. A Pianist Composer A rr anger Educator Ainda em 2019, produziu e dirigiu musicalmente em parceria com Christophe Schweizer o disco “Plenitude” de Raul de Souza, gravado na Alemanha, com lançamento mundial em 2020. Atualmente trabalha intensamente na produção artística de sua carreira, com dois novos projetos sendo lançados em 2019: Concerto para piano e universo – parte I Alex Corrêa Quintet e Big Band, e Concerto para Piano e Universo – parte I e II, com seu novo Quinteto: Alex Sipiagin, Will Vinson, Sidiel Vieira e Rodrigo Digão Braz.
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Contemporánea
Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)
Balada Romántica
Descripción
lex Corrêa nasceu em 17 de agosto de 1981. Filho de pianista clássico, teve seu primeiro contato com o piano aos cinco anos de idade e desde então segue o caminho da música. Aos dezessete anos iniciou seus estudos de graduação na Universidade Estadual de Londrina, o que o levou a um contato significativo com diversos ambientes sonoros, estudos antropológicos e filosóficos, bem como uma formação voltada à educação musical. Aos 25 anos, Alex se muda para São Paulo e inicia um trabalho intenso de pesquisa ao piano, concentrando-se em desenvolvolver uma linguagem contemporânea de composição e performance, fato que lhe rendeu a posição de docente no Conservatório Souza Lima. Além de atuar como professor, o pianista fez parte expressivamente da cena musical da cidade, colaborando com diversos artistas renomados, tais como Gabriel Grossi, Nenê, Arismar do Espírito Santo, Thiago do Espírito Santo, Michel Leme, Vitor Alcântara, Djalma Lima, Daniel Alcântara, Thiago do Espírito Santo, Rubem Farias, Jota P, Cuca Teixeira, entre outros. Em 2013, fora convidado por Joris Teepe, a participar de um programa de mestrado de jazz na Holanda onde, um ano mais tarde, ganhou o prêmio VNO-NCW NOORD TALENT AWARD 2014. Em consequência, o músico foi convidado a escrever e performar sua peça "SoulBrothers" com a Noord Nederland Orkest. No final de 2014 residiu por 5 meses em Nova York a convite do Queens College e desde então, vem performando com músicos significativos da cena instrumental mundial, como Alex Sipiagin, Boris Kozlov, Flora Purim, Airto Moreira, Will Vinson, Raul de Souza, Donald Edwards, Christophe Schweizer, Gene Jackson, entre outros. Em 2017 grava seu primeiro trabalho de piano solo ao vivo na Sala Madeleine em Genebra, e passa a integrar o quarteto e quinteto do trombonista Raul de Souza, realizando uma turnê em mais de 8 países da Europa e cidades em todo o Brasil. Em 2018 se destaca com duas turnês europeias com seu quinteto feat. Alex Sipiagin e Christophe Schweizer, bem como estreia o primeiro movimento do concerto para piano e universo em colaboração com a Jazz Kombinat Big Band, gravado ao vivo em Hamburgo. Em 2018 integra também o corpo docente da Berklee Global Music Institute (índia), como professor de piano e harmonia. Em 2019 fora convidado a ser diretor musical e pianista de Flora Purim e Airto Moreira Sexteto, projeto que configurou uma extensa turnê no Brasil. A Pianist Composer A rr anger Educator Ainda em 2019, produziu e dirigiu musicalmente em parceria com Christophe Schweizer o disco “Plenitude” de Raul de Souza, gravado na Alemanha, com lançamento mundial em 2020. Atualmente trabalha intensamente na produção artística de sua carreira, com dois novos projetos sendo lançados em 2019: Concerto para piano e universo – parte I Alex Corrêa Quintet e Big Band, e Concerto para Piano e Universo – parte I e II, com seu novo Quinteto: Alex Sipiagin, Will Vinson, Sidiel Vieira e Rodrigo Digão Braz.

Krisma
Hola mi nombre es Krisma, vengo trabajando en mi carrera artística desde hace algunos años. Tengo un bachiller en Pedagogía musical y teatral y vengo escribiendo desde hace ya 9 años algunos temas que he podido grabar de manera amateur. he cantado a lo largo de mi corta carrera géneros de todo tipo como Rock, Baladas, Música latinoamericana, Boleros, Mariachi, hip hop, R&B y Soul. He realizado teatro musical con una beca en la casa Mandrágora en Lima-Perú y actualmente estoy trabajando en la composición de canciones del género urbano fusión para un álbum que sacaré en el 2022.
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Jazz Rap / Native Tongue
Reggaetón & Latin Rap
Reggaetón & Latin Rap
Balada Pop
Descripción
Hola mi nombre es Krisma, vengo trabajando en mi carrera artística desde hace algunos años. Tengo un bachiller en Pedagogía musical y teatral y vengo escribiendo desde hace ya 9 años algunos temas que he podido grabar de manera amateur. he cantado a lo largo de mi corta carrera géneros de todo tipo como Rock, Baladas, Música latinoamericana, Boleros, Mariachi, hip hop, R&B y Soul. He realizado teatro musical con una beca en la casa Mandrágora en Lima-Perú y actualmente estoy trabajando en la composición de canciones del género urbano fusión para un álbum que sacaré en el 2022.

Rorschach_3.0
Contemporánea
Descripción
Ensamble de música electroacústica, contemporánea y experimental

Susan Campos-Fonseca
Doctora en Música, Máster en pensamiento español e iberoamericano por la Universidad Autónoma de Madrid – UAM, y Licenciada en dirección musical por la Universidad de Costa Rica (UCR), Campos-Fonseca se destaca como profesora e investigadora especialista en musicología, estudios sónicos, filosofía de la cultura y la tecnología. Su estética como improvisadora-compositora y multiinstrumentista incluye la música electroacústica, la música instrumental concreta, el espectralismo y el posminimalismo. Premio de Musicología Casa de las Américas 2012, actualmente es profesora de Historia de la música y Técnicas de investigación en el Departamento de Teóricos y Composición de la Escuela de Artes Musicales de la UCR, donde también coordina el Archivo Histórico Musical; es investigadora especialista en Ciencia, Tecnología y Artes del Grupo de Ingeniería Aeroespacial (GIA-UCR) y del Instituto de Investigaciones en Arte (IIARTE). Profesora invitada del Programa de Maestría y Doctorado en Música de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), y del Máster en técnica y biomecánica pianística de la Escuela Superior de Música de Alto Rendimientos (ESMAR) en Valencia, España. Susan Campos-Fonseca es artista del sello discográfico Irreverence Group Music, y de la editorial Nueva York Poetry Press, ambos con sede en la ciudad de New York, Estados Unidos. Doctor in Music, Master in Spanish and Ibero-American Philosophy by the Universidad Autónoma de Madrid – UAM, Licenciate and Bachelor in Conducting by the Universidad de Costa Rica (UCR), Susan Campos Fonseca stands out as a teacher and researcher specialised in musicology, sonic studies, philosophy of culture and technology, and her aesthetic as a improviser-composer and multi-instrumentalist includes electroacoustic music, instrumental concrete music, spectralism and post-minimalism. Casa de las Américas’ Musicology Award 2012, she is currently a professor of Music History and Research Techniques in the Department of Theoretical and Composition of the School of Musical Arts of the UCR, where she also coordinates the Musical Historical Archive. She is a Science, Technology & the Arts’ Scholar of the Aerospace Engineer Group (GIA-UCR) and the Institute of Research in Art (IIARTE-UCR), visiting professor of the Master's and Doctorate Program in Music of the National Autonomous University of Mexico (UNAM), and of the Master's in piano technique and biomechanics of the Escuela Superior de Música de Alto Rendimientos (ESMAR) in Valencia, Spain. Susan Campos-Fonseca is an artist for the Irreverence Group Music record label, and for the New York Poetry Press publishing house, both based in New York City, United States. Website: susancamposfonseca.net Email: susan.campos_f@ucr.ac.cr
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Contemporánea
Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)
Descripción
Doctora en Música, Máster en pensamiento español e iberoamericano por la Universidad Autónoma de Madrid – UAM, y Licenciada en dirección musical por la Universidad de Costa Rica (UCR), Campos-Fonseca se destaca como profesora e investigadora especialista en musicología, estudios sónicos, filosofía de la cultura y la tecnología. Su estética como improvisadora-compositora y multiinstrumentista incluye la música electroacústica, la música instrumental concreta, el espectralismo y el posminimalismo. Premio de Musicología Casa de las Américas 2012, actualmente es profesora de Historia de la música y Técnicas de investigación en el Departamento de Teóricos y Composición de la Escuela de Artes Musicales de la UCR, donde también coordina el Archivo Histórico Musical; es investigadora especialista en Ciencia, Tecnología y Artes del Grupo de Ingeniería Aeroespacial (GIA-UCR) y del Instituto de Investigaciones en Arte (IIARTE). Profesora invitada del Programa de Maestría y Doctorado en Música de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), y del Máster en técnica y biomecánica pianística de la Escuela Superior de Música de Alto Rendimientos (ESMAR) en Valencia, España. Susan Campos-Fonseca es artista del sello discográfico Irreverence Group Music, y de la editorial Nueva York Poetry Press, ambos con sede en la ciudad de New York, Estados Unidos. Doctor in Music, Master in Spanish and Ibero-American Philosophy by the Universidad Autónoma de Madrid – UAM, Licenciate and Bachelor in Conducting by the Universidad de Costa Rica (UCR), Susan Campos Fonseca stands out as a teacher and researcher specialised in musicology, sonic studies, philosophy of culture and technology, and her aesthetic as a improviser-composer and multi-instrumentalist includes electroacoustic music, instrumental concrete music, spectralism and post-minimalism. Casa de las Américas’ Musicology Award 2012, she is currently a professor of Music History and Research Techniques in the Department of Theoretical and Composition of the School of Musical Arts of the UCR, where she also coordinates the Musical Historical Archive. She is a Science, Technology & the Arts’ Scholar of the Aerospace Engineer Group (GIA-UCR) and the Institute of Research in Art (IIARTE-UCR), visiting professor of the Master's and Doctorate Program in Music of the National Autonomous University of Mexico (UNAM), and of the Master's in piano technique and biomechanics of the Escuela Superior de Música de Alto Rendimientos (ESMAR) in Valencia, Spain. Susan Campos-Fonseca is an artist for the Irreverence Group Music record label, and for the New York Poetry Press publishing house, both based in New York City, United States. Website: susancamposfonseca.net Email: susan.campos_f@ucr.ac.cr
Música

Hit La Rosa
Hit La Rosa es una banda peruana de psicodelia tropical que se inspira en el sonido primigenio de la cumbia peruana y explora el folklore de diferentes culturas del mundo. Su experimentación musical está envuelta de sonidos contemporáneos y mucha psicodelia, lo que resulta en un sonido híbrido con armonía y naturalidad propia. La banda nació en el 2013 como un proyecto de jóvenes estudiantes de distintas facultades y universidades apasionados por el sonido tropical y la vasta cultura musical peruana. Hit La Rosa y su Gran Unidad Tropical (2017), su primer álbum de estudio, llevó a la banda a los festivales y encuentros profesionales peruanos más importantes, como el Festival Selvámonos, Veltrac Music Festival (VMF) y Corriente. También les permitió girar por Chile donde fue parte del line up del reconocido Festival Rockódromo de Valparaíso. Finalmente, para el 2020 los llevó a ser seleccionados por el Center Stage, programa de intercambio cultural impulsado por el U.S. Department of State’s Bureau of Educational and Cultural Affairs. En enero del 2021 integra el lineup del Global Fest de Nueva York como único representante peruano y cuya versión online fue impulsada por NPR y su reconocida plataforma musical Tiny Desk. Actualmente se encuentran preparando el lanzamiento de su nueva producción discográfica, de la cual están disponibles los primeros tres singles: “Ánimas”, “La Marea” y “Las Ratas”.
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Cumbia Peruana
Cumbia
Psychedelic / Acid Rock & Psychedelia
Descripción
Hit La Rosa es una banda peruana de psicodelia tropical que se inspira en el sonido primigenio de la cumbia peruana y explora el folklore de diferentes culturas del mundo. Su experimentación musical está envuelta de sonidos contemporáneos y mucha psicodelia, lo que resulta en un sonido híbrido con armonía y naturalidad propia. La banda nació en el 2013 como un proyecto de jóvenes estudiantes de distintas facultades y universidades apasionados por el sonido tropical y la vasta cultura musical peruana. Hit La Rosa y su Gran Unidad Tropical (2017), su primer álbum de estudio, llevó a la banda a los festivales y encuentros profesionales peruanos más importantes, como el Festival Selvámonos, Veltrac Music Festival (VMF) y Corriente. También les permitió girar por Chile donde fue parte del line up del reconocido Festival Rockódromo de Valparaíso. Finalmente, para el 2020 los llevó a ser seleccionados por el Center Stage, programa de intercambio cultural impulsado por el U.S. Department of State’s Bureau of Educational and Cultural Affairs. En enero del 2021 integra el lineup del Global Fest de Nueva York como único representante peruano y cuya versión online fue impulsada por NPR y su reconocida plataforma musical Tiny Desk. Actualmente se encuentran preparando el lanzamiento de su nueva producción discográfica, de la cual están disponibles los primeros tres singles: “Ánimas”, “La Marea” y “Las Ratas”.

Dennis Padial
Dennis tem 31 anos, nascido em São Paulo, atualmente mora em Valinhos, começou a fazer aula de guitarra em 1999. Já fez teatro, figuração em filmes, aulas de fotografia, desenho, além de aprender outros instrumentos como baixo, bateria e piano. Compositor por paixão e cantor por amor, hoje trabalha na área de cinema como editor de vídeo e, nas horas vagas, estuda música e novas formas de compor.
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MPB
Descripción
Dennis tem 31 anos, nascido em São Paulo, atualmente mora em Valinhos, começou a fazer aula de guitarra em 1999. Já fez teatro, figuração em filmes, aulas de fotografia, desenho, além de aprender outros instrumentos como baixo, bateria e piano. Compositor por paixão e cantor por amor, hoje trabalha na área de cinema como editor de vídeo e, nas horas vagas, estuda música e novas formas de compor.

ojospielcanela
OjosPielCanela es una cantante y compositora del Estado de México, influenciada por la música pop, el r&b, el afro beat y el dembow, crea una dinámica única en su música, donde hace la mezcla perfecta entre lo suave de su voz, el ritmo de su estilo y la fuerza de sus letras. Con más de 20,000.00 escuchas en las plataformas y singles exitosos como Chiquillo y De Mi Para Mi, los cuales rebasan los 600,000 mil streams. Ojospielcanela disfruta compartir sus memorias, donde busca expresar el recordar nuestras vivencias para aprender, dejar ir y construir un nuevo camino.
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Urban Soul / Pop (Nu R&B I)
Urban Breaks (Nu R&B Ii)
Indie Pop (Twee)
Descripción
OjosPielCanela es una cantante y compositora del Estado de México, influenciada por la música pop, el r&b, el afro beat y el dembow, crea una dinámica única en su música, donde hace la mezcla perfecta entre lo suave de su voz, el ritmo de su estilo y la fuerza de sus letras. Con más de 20,000.00 escuchas en las plataformas y singles exitosos como Chiquillo y De Mi Para Mi, los cuales rebasan los 600,000 mil streams. Ojospielcanela disfruta compartir sus memorias, donde busca expresar el recordar nuestras vivencias para aprender, dejar ir y construir un nuevo camino.

Anna Zechini
Nascida na serra catarinense a cantora, compositora, atriz, autora, produtora cultural e historiadora da arte Anna Zechini é uma artista multidisciplinar que produziu seu projeto musical entre Brasil e Colômbia, país no qual viveu 6 anos e desenvolveu grande parte da sua identidade musical. Nos últimos anos, a artista tem desenvolvido seu trabalho entre Lages e Laguna, Santa Catarina. Anna começou a produzir suas canções em 2017 na cidade de Florianópolis em colaboração com o músico catarinense Arthur Boscato enquanto terminava sua formação em Teatro na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Por meio de uma bolsa, a artista mudou-se para a cidade de Medellín (Colômbia) em 2018 para fazer seu mestrado em História da Arte na Universidade de Antioquia (UDEA). Nesses anos produziu os EPs: Estallo (2019) e Acústico (2022), ambos trabalhos caracterizados como indie folk influenciados pela música popular brasileira com composições em voz e violão. Depois de terminar seus estudos em Medellín, Anna mudou-se para Bogotá em 2022, cidade onde terminou a produção de seu primeiro álbum Cassini (2023) em colaboração com o selo Ruido Negro Records. Com este projeto, a artista migrou para o latino-alternativo, misturando elementos do pop e do rock à influências da música popular e urbana latino-americana. Em 2023, Anna voltou a viver no Brasil e lançou um novo projeto em colaboração com o artista colombiano Madeiro, o EP Antes de que el Mundo Acabe. Zechini tem uma história marcada pela transformação, pesquisa, interesse pela cultura popular latino-americana e multidisciplinaridade, presente em suas formações e projetos que exploram diferentes áreas do fazer artístico. Já foi voluntária duas vezes: Tuluá, Colômbia (2014) e Oropesa, Peru (2017). Anna desenvolveu sua pesquisa acadêmica sobre criações multi e transdisciplinares em grupos de teatro latino-americanos e juntamente com o diretor brasileiro André Carreira, escreveu o livro “Exercícios de Atuação: práticas no aqui e agora” (2020). Em 2024 a artista foi premiada pelo edital Lei Paulo Gustavo SC D + com o projeto de formação de público “O que é isso que chamamos arte” realizando palestras presenciais em diferentes escolas da serra catarinense. Neste mesmo ano, com sua equipe, Anna também foi premiada pelo Edital Lei Paulo Gustavo da cidade de Lages (SC) para gravar o videoclipe de seu single Estrellas em colaboração com o artista gaúcho Cristiano Quevedo. Atualmente, a artista lançou seu EP “A Heroína dos Dois Mundos” inspirado na história de Anita Garibaldi e premiado pelo edital Circuito Catarinense de Cultura.
Ver detallesAnna Zechini
MPB
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descripción
Nascida na serra catarinense a cantora, compositora, atriz, autora, produtora cultural e historiadora da arte Anna Zechini é uma artista multidisciplinar que produziu seu projeto musical entre Brasil e Colômbia, país no qual viveu 6 anos e desenvolveu grande parte da sua identidade musical. Nos últimos anos, a artista tem desenvolvido seu trabalho entre Lages e Laguna, Santa Catarina. Anna começou a produzir suas canções em 2017 na cidade de Florianópolis em colaboração com o músico catarinense Arthur Boscato enquanto terminava sua formação em Teatro na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Por meio de uma bolsa, a artista mudou-se para a cidade de Medellín (Colômbia) em 2018 para fazer seu mestrado em História da Arte na Universidade de Antioquia (UDEA). Nesses anos produziu os EPs: Estallo (2019) e Acústico (2022), ambos trabalhos caracterizados como indie folk influenciados pela música popular brasileira com composições em voz e violão. Depois de terminar seus estudos em Medellín, Anna mudou-se para Bogotá em 2022, cidade onde terminou a produção de seu primeiro álbum Cassini (2023) em colaboração com o selo Ruido Negro Records. Com este projeto, a artista migrou para o latino-alternativo, misturando elementos do pop e do rock à influências da música popular e urbana latino-americana. Em 2023, Anna voltou a viver no Brasil e lançou um novo projeto em colaboração com o artista colombiano Madeiro, o EP Antes de que el Mundo Acabe. Zechini tem uma história marcada pela transformação, pesquisa, interesse pela cultura popular latino-americana e multidisciplinaridade, presente em suas formações e projetos que exploram diferentes áreas do fazer artístico. Já foi voluntária duas vezes: Tuluá, Colômbia (2014) e Oropesa, Peru (2017). Anna desenvolveu sua pesquisa acadêmica sobre criações multi e transdisciplinares em grupos de teatro latino-americanos e juntamente com o diretor brasileiro André Carreira, escreveu o livro “Exercícios de Atuação: práticas no aqui e agora” (2020). Em 2024 a artista foi premiada pelo edital Lei Paulo Gustavo SC D + com o projeto de formação de público “O que é isso que chamamos arte” realizando palestras presenciais em diferentes escolas da serra catarinense. Neste mesmo ano, com sua equipe, Anna também foi premiada pelo Edital Lei Paulo Gustavo da cidade de Lages (SC) para gravar o videoclipe de seu single Estrellas em colaboração com o artista gaúcho Cristiano Quevedo. Atualmente, a artista lançou seu EP “A Heroína dos Dois Mundos” inspirado na história de Anita Garibaldi e premiado pelo edital Circuito Catarinense de Cultura.
Música

Mateus Porto
Mateus Porto é músico, compositor, violonista e guitarrista. Vindo de uma família de músicos, iniciou aos 7 anos seu contato com o violão e um ano depois ingressou no Conservatório de Música da Universidade Federal de Pelotas, onde estudou teoria musical. Aos 16 deu início a sua carreira de músico profissional, atuando nos bares da zona sul do Rio Grande do Sul e em 2008 ingressou no bacharelado em violão da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Durante a graduação, Mateus teve a oportunidade de fazer um período sanduíche na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UNIRIO), quando estudou com o violonista Zé Paulo Becker e com o guitarrista João Castilho. Além dos estudos do violão voltado para o repertório erudito, neste período desenvolve uma intensa atividade, participando de bandas de música instrumental, com destaque para Popó e Trio (apresentando-se no Pelotas Jazz Festival), Clube do Jazz (Festival Internacional SESC de Música) e Quarteto ao Vento. Colabora também com o trabalho de cantores(as) de diversas vertentes musicais, assim como é frequentemente participante do movimento dos festivais nativistas pelo interior do estado. Junto a estes projetos, o músico foi desenvolvendo seu trabalho como compositor, podendo mostrar tanto canções quanto músicas instrumentais de sua autoria em vários dos projetos citados. Motivado por estes movimentos, em 2012 apresenta pela primeira vez um show somente com suas composições, todas instrumentais. Este show foi apresentado também em projetos culturais da região, como Música no Museu e Sete ao Entardecer. Em 2014, a convite do À Vapor Estúdio, participa do projeto Vapor Sessions. Acompanhado por Renato Popó (bateria), Nilton Vargas (piano) e Negrinho Martins (contrabaixo), Mateus grava uma sessão de áudio e vídeo com composições próprias que deram origem ao EP “Mateus Porto – Vapor Session”, lançado no mesmo ano pelo selo Escápula Records. Ainda em 2014, o músico completa a graduação como bacharel em violão e passa a viver na cidade de São Paulo. Na capital paulista, o artista inicia um duo com cantora e compositora colombiana Victória Saavedra, apresentando um repertório que mescla autores de diferentes partes da América Latina, principalmente Colômbia e Argentina. Participa também do trabalho do bandolinista Rafael Ferrari, intitulado “Bandolim Campeiro”. Com trio formado junto ao baterista Bruno Tessele, apresentam-se pelos SESI’s do interior do estado e também no SESC Ipiranga. Em 2016 dá início ao projeto “Fronteiras”, junto à cantora Thamires Tannous, o violeiro Neymar Dias e o baterista Sérgio Reze. O grupo se apresentou em diversas casas de shows paulistanas e também no SESC Campo Grande – MS. Participou também da gravação do disco “Neura” de Juliano Guerra, onde Mateus gravou violões e é parceiro do artista em duas composições. Em 2017, o artista grava seu primeiro disco, “Canto”, financiado a partir de um financiamento coletivo. O disco foi lançado em 2018 pelo selo Escápula Records e foi produzido pelo músico austríaco Michi Ruzitschka. O repertório tem um grupo de canções autorais com os parceiros Juliano Guerra, Victória Saavedra, Pedro Dona, Carolina Borges e Thamires Tannous e uma releitura de “Gracias a la Vida”, um clássico do cancioneiro latino-americano composto por Violeta Parra. Com Tatiana Parra e Thamires Tannous nos vocais e Neymar Dias no contrabaixo, o trabalho conta ainda com a participação do cantor Marcelo Pretto, do acordeonista Paulinho Goulart e do percussionista Pedro Ito. Fortemente influenciado pela música da região do Prata, Mateus apresenta milongas, chamamés e chacareiras, que através de seu violão, dialogam diretamente com a tradição da música brasileira. Para os shows de lançamento, o artista teve a oportunidade de trabalhar com diferentes artistas pelas cidades por onde passou: São Paulo com Neymar Dias, Tatiana Parra e Thamires Tannous; Rio de Janeiro com Luísa Lacerda e Marcelo Müller; Madrid e Lisboa com Victória Saavedra; e Pelotas com Paola Kirst, Pedro Dona e Gustavo Oliveira. Em 2018 colaborou nas gravações do disco “Canto-Correnteza” da cantora e compositora Thamires Tannous, assim como do show de lançamento em 2019 no SESC 24 de maio, ao lado de Felipe Roseno, Fábio Sá, Cauê Silva e Michi Ruzitschka. Também em 2019 participou das gravações do álbum “Peripécias” da cantora e compositora colombiana Victória Saavedra. O disco, a ser lançado em ainda este ano pela gravadora YBMusic, tem produção de Adrian Sabogal (Colômbia) e Pedro Dona. Vem ministrando também a oficina “Música ao Sul”, onde apresenta sua pesquisa sobre os ritmos compartilhados entre Argentina, Uruguai e sul do Brasil. Com edições no Centro de Pesquisa e Formação do SESC da capital paulista, SESC Campo Grande, Grupo de estudos da canção da Universidade Federal de Pelotas e no LAB Mundo Pensante – SP. Em 2020 deu início ao duo com o violeiro Neymar Dias, onde apresentam composições próprias e arranjos de compositores como Ivan Lins e Pat Metheny. Além destes projetos, atualmente Mateus é mestrando pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) onde desenvolve pesquisa sobre a milonga do sul do Brasil. Colabora ativamente com o cantautor uruguaio Dany López, o violonista Thiago Colombo, além de parceiros constantes em suas composições: Iara Ferreira, Juliano Guerra, Tiago Torres da Silva (Portugal), entre outros. Mateus está em processo de gravação de seu segundo disco que terá produção de Swami Júnior e conta com participações de músicos como Toninho Ferragutti, Benjamim Taubkin e Joana Queiroz.
Ver detallesMateus Porto
Milonga
MPB
Descripción
Mateus Porto é músico, compositor, violonista e guitarrista. Vindo de uma família de músicos, iniciou aos 7 anos seu contato com o violão e um ano depois ingressou no Conservatório de Música da Universidade Federal de Pelotas, onde estudou teoria musical. Aos 16 deu início a sua carreira de músico profissional, atuando nos bares da zona sul do Rio Grande do Sul e em 2008 ingressou no bacharelado em violão da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Durante a graduação, Mateus teve a oportunidade de fazer um período sanduíche na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UNIRIO), quando estudou com o violonista Zé Paulo Becker e com o guitarrista João Castilho. Além dos estudos do violão voltado para o repertório erudito, neste período desenvolve uma intensa atividade, participando de bandas de música instrumental, com destaque para Popó e Trio (apresentando-se no Pelotas Jazz Festival), Clube do Jazz (Festival Internacional SESC de Música) e Quarteto ao Vento. Colabora também com o trabalho de cantores(as) de diversas vertentes musicais, assim como é frequentemente participante do movimento dos festivais nativistas pelo interior do estado. Junto a estes projetos, o músico foi desenvolvendo seu trabalho como compositor, podendo mostrar tanto canções quanto músicas instrumentais de sua autoria em vários dos projetos citados. Motivado por estes movimentos, em 2012 apresenta pela primeira vez um show somente com suas composições, todas instrumentais. Este show foi apresentado também em projetos culturais da região, como Música no Museu e Sete ao Entardecer. Em 2014, a convite do À Vapor Estúdio, participa do projeto Vapor Sessions. Acompanhado por Renato Popó (bateria), Nilton Vargas (piano) e Negrinho Martins (contrabaixo), Mateus grava uma sessão de áudio e vídeo com composições próprias que deram origem ao EP “Mateus Porto – Vapor Session”, lançado no mesmo ano pelo selo Escápula Records. Ainda em 2014, o músico completa a graduação como bacharel em violão e passa a viver na cidade de São Paulo. Na capital paulista, o artista inicia um duo com cantora e compositora colombiana Victória Saavedra, apresentando um repertório que mescla autores de diferentes partes da América Latina, principalmente Colômbia e Argentina. Participa também do trabalho do bandolinista Rafael Ferrari, intitulado “Bandolim Campeiro”. Com trio formado junto ao baterista Bruno Tessele, apresentam-se pelos SESI’s do interior do estado e também no SESC Ipiranga. Em 2016 dá início ao projeto “Fronteiras”, junto à cantora Thamires Tannous, o violeiro Neymar Dias e o baterista Sérgio Reze. O grupo se apresentou em diversas casas de shows paulistanas e também no SESC Campo Grande – MS. Participou também da gravação do disco “Neura” de Juliano Guerra, onde Mateus gravou violões e é parceiro do artista em duas composições. Em 2017, o artista grava seu primeiro disco, “Canto”, financiado a partir de um financiamento coletivo. O disco foi lançado em 2018 pelo selo Escápula Records e foi produzido pelo músico austríaco Michi Ruzitschka. O repertório tem um grupo de canções autorais com os parceiros Juliano Guerra, Victória Saavedra, Pedro Dona, Carolina Borges e Thamires Tannous e uma releitura de “Gracias a la Vida”, um clássico do cancioneiro latino-americano composto por Violeta Parra. Com Tatiana Parra e Thamires Tannous nos vocais e Neymar Dias no contrabaixo, o trabalho conta ainda com a participação do cantor Marcelo Pretto, do acordeonista Paulinho Goulart e do percussionista Pedro Ito. Fortemente influenciado pela música da região do Prata, Mateus apresenta milongas, chamamés e chacareiras, que através de seu violão, dialogam diretamente com a tradição da música brasileira. Para os shows de lançamento, o artista teve a oportunidade de trabalhar com diferentes artistas pelas cidades por onde passou: São Paulo com Neymar Dias, Tatiana Parra e Thamires Tannous; Rio de Janeiro com Luísa Lacerda e Marcelo Müller; Madrid e Lisboa com Victória Saavedra; e Pelotas com Paola Kirst, Pedro Dona e Gustavo Oliveira. Em 2018 colaborou nas gravações do disco “Canto-Correnteza” da cantora e compositora Thamires Tannous, assim como do show de lançamento em 2019 no SESC 24 de maio, ao lado de Felipe Roseno, Fábio Sá, Cauê Silva e Michi Ruzitschka. Também em 2019 participou das gravações do álbum “Peripécias” da cantora e compositora colombiana Victória Saavedra. O disco, a ser lançado em ainda este ano pela gravadora YBMusic, tem produção de Adrian Sabogal (Colômbia) e Pedro Dona. Vem ministrando também a oficina “Música ao Sul”, onde apresenta sua pesquisa sobre os ritmos compartilhados entre Argentina, Uruguai e sul do Brasil. Com edições no Centro de Pesquisa e Formação do SESC da capital paulista, SESC Campo Grande, Grupo de estudos da canção da Universidade Federal de Pelotas e no LAB Mundo Pensante – SP. Em 2020 deu início ao duo com o violeiro Neymar Dias, onde apresentam composições próprias e arranjos de compositores como Ivan Lins e Pat Metheny. Além destes projetos, atualmente Mateus é mestrando pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) onde desenvolve pesquisa sobre a milonga do sul do Brasil. Colabora ativamente com o cantautor uruguaio Dany López, o violonista Thiago Colombo, além de parceiros constantes em suas composições: Iara Ferreira, Juliano Guerra, Tiago Torres da Silva (Portugal), entre outros. Mateus está em processo de gravação de seu segundo disco que terá produção de Swami Júnior e conta com participações de músicos como Toninho Ferragutti, Benjamim Taubkin e Joana Queiroz.
Música

Juan Fernando Aquino Rettori
Mi ocupación principal es la de Violista Principal de la Orquesta de Cámara del Parque del Conocimiento de la Ciudad de Posadas, aunque de manera independiente integro la Asociación Movimiento Pu Joa en Paraguay, con quienes llevo a cabo una importante agenda artística ya desde hace años. Soy miembro fundador de Pu Joa desde el año 2013 y desde el 2017 resido en Posadas, Argentina e integro la Orquesta de Cámara del Parque del Conocimiento
Ver detallesJuan Fernando Aquino Rettori
Clásica-Románticista
Contemporánea
Descripción
Mi ocupación principal es la de Violista Principal de la Orquesta de Cámara del Parque del Conocimiento de la Ciudad de Posadas, aunque de manera independiente integro la Asociación Movimiento Pu Joa en Paraguay, con quienes llevo a cabo una importante agenda artística ya desde hace años. Soy miembro fundador de Pu Joa desde el año 2013 y desde el 2017 resido en Posadas, Argentina e integro la Orquesta de Cámara del Parque del Conocimiento
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