
Pedro Erler
Eu sou Pedro Gabriel dos Santos Erler, sou músico, nascido em Poços de Caldas, sul de Minas Gerais. Concílio as atividades do bacharelado em Música – Violão, com atuação artística enquanto músico popular, o ensino musical e a pesquisa etnográfica. Em 2018 me mudei para Pelotas – RS, para cursar Bacharelado em Música – Violão na UFPel. Lá tive o privilégio de colaborar com projetos como o grupo de pesquisa Corpo-Imagem-Som, GRUVI (Grupo de Violões da UFPel). Atuo ativamente no Clube do Choro de Pelotas, no Regional Feito a Martelo, no projeto ‘Se Essa Rua Fosse Minha’. Como acompanhante tenho trabalhos em parceria com o cantor Farad Mani, e as cantoras Alice Vaz e Daniela Rivera. Em 2020 fui contemplado com uma mobilidade acadêmica na Universidade Nacional da Colômbia, onde pude aprofundar meus estudos sobre o violão latino americano, pesquisa que sigo desenvolvendo.
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Instrumental / Jazz Brasileiro
Choro
Descripción
Eu sou Pedro Gabriel dos Santos Erler, sou músico, nascido em Poços de Caldas, sul de Minas Gerais. Concílio as atividades do bacharelado em Música – Violão, com atuação artística enquanto músico popular, o ensino musical e a pesquisa etnográfica. Em 2018 me mudei para Pelotas – RS, para cursar Bacharelado em Música – Violão na UFPel. Lá tive o privilégio de colaborar com projetos como o grupo de pesquisa Corpo-Imagem-Som, GRUVI (Grupo de Violões da UFPel). Atuo ativamente no Clube do Choro de Pelotas, no Regional Feito a Martelo, no projeto ‘Se Essa Rua Fosse Minha’. Como acompanhante tenho trabalhos em parceria com o cantor Farad Mani, e as cantoras Alice Vaz e Daniela Rivera. Em 2020 fui contemplado com uma mobilidade acadêmica na Universidade Nacional da Colômbia, onde pude aprofundar meus estudos sobre o violão latino americano, pesquisa que sigo desenvolvendo.

Universidade de São Paulo
Graduou-se em música na Universidade de São Paulo e especializou-se na interpretação da música antiga (flauta-doce e clarinetas históricas) no Conservatório Real de Haia, Holanda. Concluiu seu doutorado em musicologia histórica na UNICAMP. É professora livre-docente do Departamento de Música da ECA-USP, sendo responsável pelos cursos de História da Música, História da Ópera e Retórica Musical. Seu trabalho acadêmico-musical envolve a pesquisa e a reflexão sobre gosto e estilo no repertório do séc. XVIII e inclui, além da prática musical, a autoria de livros e artigos. É diretora artística de Eos – Conjunto de Música Antiga da USP. O grupo, que inclui parcerias acadêmico-musicais com intérpretes de música antiga da Argentina, do Uruguai e do Chile, foi responsável pela estreia sul-americana de obras canônicas, como as Sinfonias 3 “Eroica” e 5 de Beethoven, com instrumentos históricos.
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Descripción
Graduou-se em música na Universidade de São Paulo e especializou-se na interpretação da música antiga (flauta-doce e clarinetas históricas) no Conservatório Real de Haia, Holanda. Concluiu seu doutorado em musicologia histórica na UNICAMP. É professora livre-docente do Departamento de Música da ECA-USP, sendo responsável pelos cursos de História da Música, História da Ópera e Retórica Musical. Seu trabalho acadêmico-musical envolve a pesquisa e a reflexão sobre gosto e estilo no repertório do séc. XVIII e inclui, além da prática musical, a autoria de livros e artigos. É diretora artística de Eos – Conjunto de Música Antiga da USP. O grupo, que inclui parcerias acadêmico-musicais com intérpretes de música antiga da Argentina, do Uruguai e do Chile, foi responsável pela estreia sul-americana de obras canônicas, como as Sinfonias 3 “Eroica” e 5 de Beethoven, com instrumentos históricos.

Mariana Rosas
Mariana Rosas es una directora argentina y reside en Inglaterra desde 2018. En la actualidad es la directora del Coro de Cámara Colla Voce, del Coro de la Municipalidad de Birmingham, el Coro de Niñas perteneciente a London Youth Choirs, directora suplente de Crouch End Festival Chorus, co-directora del coro inclusivo West Midlands Inclusive Choir y directora de los coros de la escuela City of London School for Girls. Trabaja regularmente con la Compañía de Ópera de Birmingham y la Royal Opera House en Londres. Es Licenciada en Dirección Coral (UNA, Argentina), Magister en Dirección Coral (Universidad de Birmingham, UK), Magister en Crítica y Difusión de las Artes (UNA) y completó la Diplomatura en Música Contemporánea orientación Dirección de Ensamble (Conservatorio Manuel de Falla, CABA). Recientemente ha sido designada como miembro del equipo de directores que se encargará de comenzar el proyecto “Warwick-A Singing Town”, diseñado para difundir el canto coral en todos los ámbitos de la ciudad de Warwick. Ha obtenido el 2do premio en la Competencia DIMA de Dirección Coral en Rumania en Septiembre 2021.
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Opera
Vocal/Coral
Descripción
Mariana Rosas es una directora argentina y reside en Inglaterra desde 2018. En la actualidad es la directora del Coro de Cámara Colla Voce, del Coro de la Municipalidad de Birmingham, el Coro de Niñas perteneciente a London Youth Choirs, directora suplente de Crouch End Festival Chorus, co-directora del coro inclusivo West Midlands Inclusive Choir y directora de los coros de la escuela City of London School for Girls. Trabaja regularmente con la Compañía de Ópera de Birmingham y la Royal Opera House en Londres. Es Licenciada en Dirección Coral (UNA, Argentina), Magister en Dirección Coral (Universidad de Birmingham, UK), Magister en Crítica y Difusión de las Artes (UNA) y completó la Diplomatura en Música Contemporánea orientación Dirección de Ensamble (Conservatorio Manuel de Falla, CABA). Recientemente ha sido designada como miembro del equipo de directores que se encargará de comenzar el proyecto “Warwick-A Singing Town”, diseñado para difundir el canto coral en todos los ámbitos de la ciudad de Warwick. Ha obtenido el 2do premio en la Competencia DIMA de Dirección Coral en Rumania en Septiembre 2021.

Escola de Música Guilhermina Suggia
Situada no centro da cidade do Porto, a EMGS é uma escola de Ensino Artístico Especializado da Música fundada em 2002, com autonomia pedagógica, contando com o apoio do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. É uma escola do Ensino Artístico Especializado de Música que a partir de 2016, a EMGS traça novos objetivos pedagógicos e institucionais que reforçam a sua identidade própria e a sua predisposição especial para a educação e formação específica para a música num sentido artístico global, abrindo a sua oferta formativa a outros estilos musicais e a outras artes — o que a tem diferenciado de outras escolas, designadamente aquelas que operam na mesma cidade. É por isso que a EMGS tem vindo a crescer em número de alunos e a afirmar-se como escola de grande mérito formativo e educacional, comprova-o o reconhecimento de toda a comunidade educativa, das escolas protocolares e entidades parcerias pela EMGS, pela sua elevada qualidade de ensino e programação artística.
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Descripción
Situada no centro da cidade do Porto, a EMGS é uma escola de Ensino Artístico Especializado da Música fundada em 2002, com autonomia pedagógica, contando com o apoio do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. É uma escola do Ensino Artístico Especializado de Música que a partir de 2016, a EMGS traça novos objetivos pedagógicos e institucionais que reforçam a sua identidade própria e a sua predisposição especial para a educação e formação específica para a música num sentido artístico global, abrindo a sua oferta formativa a outros estilos musicais e a outras artes — o que a tem diferenciado de outras escolas, designadamente aquelas que operam na mesma cidade. É por isso que a EMGS tem vindo a crescer em número de alunos e a afirmar-se como escola de grande mérito formativo e educacional, comprova-o o reconhecimento de toda a comunidade educativa, das escolas protocolares e entidades parcerias pela EMGS, pela sua elevada qualidade de ensino e programação artística.

Intérprete de guitarra clásica
Originaria de la Ciudad de México realizó sus estudios en la licenciatura en instrumentista-guitarra en la Escuela Nacional de Música, hoy Facultad de Música de la UNAM. Es maestra en musicología con la tesis: “Las mujeres intérpretes de la guitarra de concierto en México: del silencio al crescendo” (2021). Como intérprete ha participado en la grabación discográfica “Imágenes de mi guitarra” del compositor René Viruega (2011); en 2018 se presentó en la Sala Manuel M. Ponce del Palacio de Bellas Artes en el recital de canto y guitarra “Día Internacional de la Eliminación de la Violencia contra la Mujer”; al año siguiente estuvo en la Sala Hermilo Novelo del Centro Cultural Ollin Yoliztli con el concierto denominado Mujeres en la guitarra de concierto, fue invitada ejecutante en el Día Nacional de la Guitarra Mexicana (2016 y 2020). Como investigadora ha sido ponente en el 5o. Coloquio Internacional de Educación Musical a Nivel Superior 2018, en la Cátedra Jesús C. Romero 2019 con la ponencia “Las intérpretes de la guitarra clásica en México”. Al año siguiente es invitada a participar en el XLV Festival de Guitarra de Paracho 2020 con el workshop “mujeres en la guitarra clásica”. En ese mismo año es invitada a participar en la plática virtual “¿A qué situaciones se han enfrentado las mujeres para tocar la guitarra?” dentro del marco Museos naranja “Día internacional de la eliminación de la violencia contra la mujer”. Desde el 2004 es directora artística de Guitarra Femenina, actualmente dirige el Encuentro de Mujeres en la Guitarra Clásica.
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Moderna
Solistas
Descripción
Originaria de la Ciudad de México realizó sus estudios en la licenciatura en instrumentista-guitarra en la Escuela Nacional de Música, hoy Facultad de Música de la UNAM. Es maestra en musicología con la tesis: “Las mujeres intérpretes de la guitarra de concierto en México: del silencio al crescendo” (2021). Como intérprete ha participado en la grabación discográfica “Imágenes de mi guitarra” del compositor René Viruega (2011); en 2018 se presentó en la Sala Manuel M. Ponce del Palacio de Bellas Artes en el recital de canto y guitarra “Día Internacional de la Eliminación de la Violencia contra la Mujer”; al año siguiente estuvo en la Sala Hermilo Novelo del Centro Cultural Ollin Yoliztli con el concierto denominado Mujeres en la guitarra de concierto, fue invitada ejecutante en el Día Nacional de la Guitarra Mexicana (2016 y 2020). Como investigadora ha sido ponente en el 5o. Coloquio Internacional de Educación Musical a Nivel Superior 2018, en la Cátedra Jesús C. Romero 2019 con la ponencia “Las intérpretes de la guitarra clásica en México”. Al año siguiente es invitada a participar en el XLV Festival de Guitarra de Paracho 2020 con el workshop “mujeres en la guitarra clásica”. En ese mismo año es invitada a participar en la plática virtual “¿A qué situaciones se han enfrentado las mujeres para tocar la guitarra?” dentro del marco Museos naranja “Día internacional de la eliminación de la violencia contra la mujer”. Desde el 2004 es directora artística de Guitarra Femenina, actualmente dirige el Encuentro de Mujeres en la Guitarra Clásica.

Cultura llanera
Escritor de canciones, cantante y declamador del género llanero Colombo-Venezolano .
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Descripción
Escritor de canciones, cantante y declamador del género llanero Colombo-Venezolano .

Las Montoneras
A raíz de múltiples cuestionamientos sobre la escasa presencia de las mujeres en la música mexicana y su rol en la sociedad y en el medio artístico, surge la colectiva Las Montoneras, como iniciativa de la saxofonista Alma A. Rodríguez Romero. Las Montoneras conjunta y fomenta la colaboración entre artistas e investigadoras con el objetivo de que tanto su labor creativa como la de otras mujeres sea visibilizada, difundida y apreciada. El nombre de Las Montoneras proviene del mexicanismo coloquial “montoneros”, que se refiere a la persona que provoca una lucha cuando está rodeada de sus partidarios. Las Montoneras también buscan hacer revueltas, en este caso de ideas, desde las prácticas artísticas y siempre en conjunto “haciendo montón”. Entre sus proyectos actuales, se encuentra la creación e interpretación de música original, así como la investigación musical académica en torno a la contemporaneidad de la mujer en el ámbito artístico. Las Montoneras ha evolucionado también, en un espacio seguro para compartir experiencias y reflexiones en torno al quehacer musical como mujeres.
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Contemporánea
Música de Cámara
Descripción
A raíz de múltiples cuestionamientos sobre la escasa presencia de las mujeres en la música mexicana y su rol en la sociedad y en el medio artístico, surge la colectiva Las Montoneras, como iniciativa de la saxofonista Alma A. Rodríguez Romero. Las Montoneras conjunta y fomenta la colaboración entre artistas e investigadoras con el objetivo de que tanto su labor creativa como la de otras mujeres sea visibilizada, difundida y apreciada. El nombre de Las Montoneras proviene del mexicanismo coloquial “montoneros”, que se refiere a la persona que provoca una lucha cuando está rodeada de sus partidarios. Las Montoneras también buscan hacer revueltas, en este caso de ideas, desde las prácticas artísticas y siempre en conjunto “haciendo montón”. Entre sus proyectos actuales, se encuentra la creación e interpretación de música original, así como la investigación musical académica en torno a la contemporaneidad de la mujer en el ámbito artístico. Las Montoneras ha evolucionado también, en un espacio seguro para compartir experiencias y reflexiones en torno al quehacer musical como mujeres.

Cristian Coliver
Cristian Coliver, fagotista venezolano, comienza sus estudios musicales en su ciudad natal, Caracas, en el seno del reconocido proyecto social “El Sistema” a la edad de 10 años. Con 12 años comienza sus estudios en el Conservatorio de Música Simón Bolivar con los profesores Héctor Barrios, Ruben Oscher, Omar Ascanio, Leonardo Dean y Jesús Acosta. Recibe además durante 6 años clases particulares con el Maestro Henning Trog, fagotista de la Filarmónica de Berlín durante 40años en la especialidad de música de cámara. Obtiene su Licenciatura en el años 2013 en el Conservatorio Superior de Música de Aragón, Zaragoza-España, con el Maestro Stefano Canuti en fagot y Salvador Sanchís en contrafagot. Ingresa a las filas de la reconocida Orquesta Sinfónica Simón Bolívar de Venezuela a la edad de 15 años siendo dirigido por el Maestro Gustavo Dudamel, además tiene la oportunidad de tocar bajo la dirección de Claudio Abbado en el Festival de Lucerna, Sir Simon Rattle en el Carnegie Hall de Nueva York, Lorin Maazel, Esa Pekka Salonen, Gustavo Dudamel, Krzysztof Penderecki, Helmunth Rilling, Daniel Barenboim, Matthias Pintscher, Zubin Mehta, Peter Eotvos, Heinz Holliger, Ricardo Chailly, Nikolaus Harnoncourt entre muchos otros tocando en las salas más prestigiosas del mundo como Philharminie Berlin y en lugares como Londres, Nueva York, Chicago, Boston, México, Madrid, Barcelona, Valencia, Helsinki, Pekín, Tokio, Seúl y muchos otros. Ha actuado con la Orquesta Sinfónica Simón Bolívar con solistas como: Martha Argerich, Emanuel Ax, Helene Grimaud, Joshua Bell, Itzhak Perlman, Yo-Yo Ma, Natalia Gutman, Edicson Ruiz, Ray Chen, Heinz Holliger, Patricia Kopatchinskaja, Daniel Barenboim, Albrecht Mayer entre otros. Ha sido miembro como primer Fagot Solista con la Orquesta Juvenil Simón Bolívar de Venezuela (2006-2009), en la Orquesta Sinfónica Juvenil Teresa Carreño (2004-07) y en la Orquesta del Conservatorio de Música de Aragón (2009-2013), Camerata Aragón (2009-2012), Orquesta Goya de Zaragoza (2011 – 2013), Orquesta Ciudad de Zaragoza (2013), Orquesta Sinfónica Teresa Carreño (2014-2016), Orquesta Sinfónica Venezuela (2014-2016). Ha recibido clases magistrales con maestros, Stefano Canuti, Sergio Azzolini, Matthias Racz, Henning Trog, Laurent Lefevre, Chiara Santi, Guilhaume Santana, Hans Agreda, David Petersen, George Sakakeeny, Stefan Schweigert, Eduardo Calzada, Sophie Dartigaloungue, Daniele Damiano, Pierre Martens, Rodion Tolmachav, Whitney Crockett, entre otros. En 2007 ganó el Primer lugar en los Solistas Jóvenes de Venezuela, en 2010 el Primer Premio en el concurso de becas Ibercaja en Zaragoza-España y 2012 es semifinalista en el concurso de fagot Michal Spisak en Katowice-Polonia. Forma parte desde el año 2017 hasta la actualidad de la Lucerne Festival Academy, Lucerne Festival Alumni Orchestra (2017 – 2020) y Lucerne Festival Alumni Ensemble. También forma parte de la Orquesta de las Américas desde el año 2019 y durante el 2020. En la actualidad y desde el año 2016 es Fagot-Principal Asociado y Contrafagot Solista de la Orquesta Filarmónica de Jalisco, además de pertenecer a la Orquesta Solistas de América como fagot solista y miembro del comité artístico y así mismo conformar el Quinteto Iberoamericano de Vientos.
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Solistas
Música Sinfónica
Descripción
Cristian Coliver, fagotista venezolano, comienza sus estudios musicales en su ciudad natal, Caracas, en el seno del reconocido proyecto social “El Sistema” a la edad de 10 años. Con 12 años comienza sus estudios en el Conservatorio de Música Simón Bolivar con los profesores Héctor Barrios, Ruben Oscher, Omar Ascanio, Leonardo Dean y Jesús Acosta. Recibe además durante 6 años clases particulares con el Maestro Henning Trog, fagotista de la Filarmónica de Berlín durante 40años en la especialidad de música de cámara. Obtiene su Licenciatura en el años 2013 en el Conservatorio Superior de Música de Aragón, Zaragoza-España, con el Maestro Stefano Canuti en fagot y Salvador Sanchís en contrafagot. Ingresa a las filas de la reconocida Orquesta Sinfónica Simón Bolívar de Venezuela a la edad de 15 años siendo dirigido por el Maestro Gustavo Dudamel, además tiene la oportunidad de tocar bajo la dirección de Claudio Abbado en el Festival de Lucerna, Sir Simon Rattle en el Carnegie Hall de Nueva York, Lorin Maazel, Esa Pekka Salonen, Gustavo Dudamel, Krzysztof Penderecki, Helmunth Rilling, Daniel Barenboim, Matthias Pintscher, Zubin Mehta, Peter Eotvos, Heinz Holliger, Ricardo Chailly, Nikolaus Harnoncourt entre muchos otros tocando en las salas más prestigiosas del mundo como Philharminie Berlin y en lugares como Londres, Nueva York, Chicago, Boston, México, Madrid, Barcelona, Valencia, Helsinki, Pekín, Tokio, Seúl y muchos otros. Ha actuado con la Orquesta Sinfónica Simón Bolívar con solistas como: Martha Argerich, Emanuel Ax, Helene Grimaud, Joshua Bell, Itzhak Perlman, Yo-Yo Ma, Natalia Gutman, Edicson Ruiz, Ray Chen, Heinz Holliger, Patricia Kopatchinskaja, Daniel Barenboim, Albrecht Mayer entre otros. Ha sido miembro como primer Fagot Solista con la Orquesta Juvenil Simón Bolívar de Venezuela (2006-2009), en la Orquesta Sinfónica Juvenil Teresa Carreño (2004-07) y en la Orquesta del Conservatorio de Música de Aragón (2009-2013), Camerata Aragón (2009-2012), Orquesta Goya de Zaragoza (2011 – 2013), Orquesta Ciudad de Zaragoza (2013), Orquesta Sinfónica Teresa Carreño (2014-2016), Orquesta Sinfónica Venezuela (2014-2016). Ha recibido clases magistrales con maestros, Stefano Canuti, Sergio Azzolini, Matthias Racz, Henning Trog, Laurent Lefevre, Chiara Santi, Guilhaume Santana, Hans Agreda, David Petersen, George Sakakeeny, Stefan Schweigert, Eduardo Calzada, Sophie Dartigaloungue, Daniele Damiano, Pierre Martens, Rodion Tolmachav, Whitney Crockett, entre otros. En 2007 ganó el Primer lugar en los Solistas Jóvenes de Venezuela, en 2010 el Primer Premio en el concurso de becas Ibercaja en Zaragoza-España y 2012 es semifinalista en el concurso de fagot Michal Spisak en Katowice-Polonia. Forma parte desde el año 2017 hasta la actualidad de la Lucerne Festival Academy, Lucerne Festival Alumni Orchestra (2017 – 2020) y Lucerne Festival Alumni Ensemble. También forma parte de la Orquesta de las Américas desde el año 2019 y durante el 2020. En la actualidad y desde el año 2016 es Fagot-Principal Asociado y Contrafagot Solista de la Orquesta Filarmónica de Jalisco, además de pertenecer a la Orquesta Solistas de América como fagot solista y miembro del comité artístico y así mismo conformar el Quinteto Iberoamericano de Vientos.
Música

Fundación Universitaria Juan N. Corpas
Musicólogo y guitarrista con experiencia como investigador en proyectos relacionados con la semiótica del sonido, dinámicas culturales globales y documentación musical. Realizó sus estudios musicales en la Escuela de Música de la Fundación Universitaria Juan N. Corpas; se graduó como Maestro en Música, Área Mayor Guitarra (2004-2010). Es Magister en Artes, Mención Musicología de la Universidad de Chile (2012-2014). Su experiencia laboral como docente y docente investigador está relacionada con la Pontificia Universidad Javeriana, Facultad de Artes; la Biblioteca Luis Ángel Arango del Banco de la República; la Universidad INCCA de Colombia, Facultad de Música; la Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia (UPTC), Programa de Música; la Fundación Incolmotos Yamaha; la Universidad de Cundinamarca, Programa de música. Asimismo, se desempeñó como asistente editorial de la revista ‘A Contratiempo’ del Centro de Documentación Musical, Biblioteca Nacional de Colombia. Entre los años 2006 y 2010 se desempeñó como guitarrista solista en las salas de la Universidad de la Salle, Otto de Greiff, Auditorio Teresa Cuervo Borda del Museo Nacional de Colombia, Auditorio Fabio Lozano de la Universidad Jorge Tadeo Lozano (2006-2010); asimismo como tiplista del Ensamble de música tradicional andina colombiana ‘Dosillo’, presentándose en el Auditorio del castillo de San Felipe y en los Auditorios de las bibliotecas públicas El Tintal, El Tunal y Virgilio Barco (2011). Su experiencia en investigación se relaciona con la Pontificia Universidad Javeriana (Asistente de investigación en el proyecto Música, Rituales y Mundos de sentido, 2016 dirigido por el Dr. Óscar Hernández); Universidad de Chile (Tesis de Magister: El devenir de la música andina colombiana en el colectivo de La Distritofónica. Dialogo entre tópicos, competencias y símbolos nacionales, 2014); Fundación Universitaria Juan N. Corpas (Villa-Lobos: Entre la Academia y lo Popular; Monografía de Grado, premiada en el Encuentro científico institucional corpista, 2008). Ha recibido reconocimientos del Ministerio de Cultura de Colombia como Jurado de la convocatoria ‘Pasantías en la Revista A Contratiempo’ y Ganador de la ‘Pasantía Nacional’ en la UPTC con el proyecto Investigación artística en música: Habilidades para la investigación (2015). Fue Ganador de la ‘Pasantía en la revista A Contratiempo’ (2014) y Beneficiario del programa crédito-beca de Colfuturo/Fundación para el futuro de Colombia (2012). En procura de perfeccionamiento profesional ha participado en distintos cursos y eventos, entre los cuales figuran el seminario ‘¿Música subalterna? Los eurodescendientes, los afrodescendientes y la práctica de la composición en Sudamérica, 1700-1850’, dirigido por el Dr. Bernardo Illari (North Texas University) Universidad de Chile (2013); el seminario ‘Historia, músicas populares y culturas ágrafas en Latinoamérica’, dirigido por el Dr. Julio Mendívil – Director del Center for World Music (Universidad de Stiftung de Hildesheim, Alemania), Universidad de Chile (2013); el seminario ‘Hacia una musicología para la vida cotidiana’ e ‘Introducción al análisis semiótico de la música popular’, dirigidos por el Dr. Philip Tagg (Universidad de Montreal); el seminario ‘Significación musical: semiótica, hermenéutica, ciencias cognitivas y cognición corporeizada de la música’, dirigido por el Dr. Rubén López Cano (Escuela de Música de Cataluña) y el Seminario ‘Musicología y Etnomusicología: ¿una o dos disciplinas?’, dirigido por la Dr. Brenda Romero (University of Colorado)
Ver detallesFundación Universitaria Juan N. Corpas
Contemporánea
Descripción
Musicólogo y guitarrista con experiencia como investigador en proyectos relacionados con la semiótica del sonido, dinámicas culturales globales y documentación musical. Realizó sus estudios musicales en la Escuela de Música de la Fundación Universitaria Juan N. Corpas; se graduó como Maestro en Música, Área Mayor Guitarra (2004-2010). Es Magister en Artes, Mención Musicología de la Universidad de Chile (2012-2014). Su experiencia laboral como docente y docente investigador está relacionada con la Pontificia Universidad Javeriana, Facultad de Artes; la Biblioteca Luis Ángel Arango del Banco de la República; la Universidad INCCA de Colombia, Facultad de Música; la Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia (UPTC), Programa de Música; la Fundación Incolmotos Yamaha; la Universidad de Cundinamarca, Programa de música. Asimismo, se desempeñó como asistente editorial de la revista ‘A Contratiempo’ del Centro de Documentación Musical, Biblioteca Nacional de Colombia. Entre los años 2006 y 2010 se desempeñó como guitarrista solista en las salas de la Universidad de la Salle, Otto de Greiff, Auditorio Teresa Cuervo Borda del Museo Nacional de Colombia, Auditorio Fabio Lozano de la Universidad Jorge Tadeo Lozano (2006-2010); asimismo como tiplista del Ensamble de música tradicional andina colombiana ‘Dosillo’, presentándose en el Auditorio del castillo de San Felipe y en los Auditorios de las bibliotecas públicas El Tintal, El Tunal y Virgilio Barco (2011). Su experiencia en investigación se relaciona con la Pontificia Universidad Javeriana (Asistente de investigación en el proyecto Música, Rituales y Mundos de sentido, 2016 dirigido por el Dr. Óscar Hernández); Universidad de Chile (Tesis de Magister: El devenir de la música andina colombiana en el colectivo de La Distritofónica. Dialogo entre tópicos, competencias y símbolos nacionales, 2014); Fundación Universitaria Juan N. Corpas (Villa-Lobos: Entre la Academia y lo Popular; Monografía de Grado, premiada en el Encuentro científico institucional corpista, 2008). Ha recibido reconocimientos del Ministerio de Cultura de Colombia como Jurado de la convocatoria ‘Pasantías en la Revista A Contratiempo’ y Ganador de la ‘Pasantía Nacional’ en la UPTC con el proyecto Investigación artística en música: Habilidades para la investigación (2015). Fue Ganador de la ‘Pasantía en la revista A Contratiempo’ (2014) y Beneficiario del programa crédito-beca de Colfuturo/Fundación para el futuro de Colombia (2012). En procura de perfeccionamiento profesional ha participado en distintos cursos y eventos, entre los cuales figuran el seminario ‘¿Música subalterna? Los eurodescendientes, los afrodescendientes y la práctica de la composición en Sudamérica, 1700-1850’, dirigido por el Dr. Bernardo Illari (North Texas University) Universidad de Chile (2013); el seminario ‘Historia, músicas populares y culturas ágrafas en Latinoamérica’, dirigido por el Dr. Julio Mendívil – Director del Center for World Music (Universidad de Stiftung de Hildesheim, Alemania), Universidad de Chile (2013); el seminario ‘Hacia una musicología para la vida cotidiana’ e ‘Introducción al análisis semiótico de la música popular’, dirigidos por el Dr. Philip Tagg (Universidad de Montreal); el seminario ‘Significación musical: semiótica, hermenéutica, ciencias cognitivas y cognición corporeizada de la música’, dirigido por el Dr. Rubén López Cano (Escuela de Música de Cataluña) y el Seminario ‘Musicología y Etnomusicología: ¿una o dos disciplinas?’, dirigido por la Dr. Brenda Romero (University of Colorado)

Raízes Tv
Oriundo da periferia da cidade de Feira de Santana, filho de Lindaura Almeida e José Alves, junto com mais três irmão, cresceu e viveu entre as camadas rural e urbana da cidade de Feira e seus distritos como artista autodidata. Influenciado pelas óticas e lentes do seu pai José Alves, fotografo e artesão, tendo-o como principal referência artística. Em 2012 muda para capital, envolvido na arte de rua, na cultura do movimento hip hop começa a colaborar na construção de videoclipes de rap e de vídeos musicais de artistas baianos. No mesmo ano ingressa na Universidade Federal da Bahia. Formado em academicamente no Bacharel em Artes com Concentração em Cinema e Audiovisual. Nos últimos anos, vêm realizando produções audiovisuais na capital baiana e no interior, como forma de tornar os conteúdos produzidos disponíveis e acesseis a população. Co-criou o Raízes Tv, mídia orgânica independente, que nasceu em 2018 como plataforma de armazenamento e divulgação de conteúdo audiovisuais de temática afro brasileira.
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Descripción
Oriundo da periferia da cidade de Feira de Santana, filho de Lindaura Almeida e José Alves, junto com mais três irmão, cresceu e viveu entre as camadas rural e urbana da cidade de Feira e seus distritos como artista autodidata. Influenciado pelas óticas e lentes do seu pai José Alves, fotografo e artesão, tendo-o como principal referência artística. Em 2012 muda para capital, envolvido na arte de rua, na cultura do movimento hip hop começa a colaborar na construção de videoclipes de rap e de vídeos musicais de artistas baianos. No mesmo ano ingressa na Universidade Federal da Bahia. Formado em academicamente no Bacharel em Artes com Concentração em Cinema e Audiovisual. Nos últimos anos, vêm realizando produções audiovisuais na capital baiana e no interior, como forma de tornar os conteúdos produzidos disponíveis e acesseis a população. Co-criou o Raízes Tv, mídia orgânica independente, que nasceu em 2018 como plataforma de armazenamento e divulgação de conteúdo audiovisuais de temática afro brasileira.
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