
Soundpainting Rio
Soundpainting Rio é uma tribo criada para abrir e conectar mentes, corpos e corações. Coordenada e conduzida por Taiyo Omura desde 2013, possui uma mescla totalmente inusitada de artistas, instrumentistas, dançarinas, performers, já tendo realizado mais de dezenas de Cine Concertos e Baila! Baila! dois formatos de eventos desenvolvidos pelo grupo. Facebook – facebook.com/soundpaintingrio/ Instagram – instagram.com/soundpaintingrio/ O Soundpainting é uma linguagem de sinais multidisciplinar para composição ao vivo criada pelo compositor estadunidense Walter Thompson em meados dos anos 1970. A comunicação entre o soundpainter e o grupo se dá a partir desses sinais, misturados também com outras linguagens gestuais voltadas à improvisação dirigida/composição ao vivo. Os Cine Concertos são exibições performáticas de filmes clássicos do cinema mudo, onde trilha sonora, efeitos, diálogos, e interação lúdica com o público, são criados na hora através do Soundpainting pela chamada Cine Orquestra. Em sua formação completa, são mais de 25 instrumentistas multidisciplinares, que criam ao vivo, explorando também a teatralidade na sala, através da condução do soundpainter. O Baila! Baila! é uma jam musical dançante, um baile performático, diferente de qualquer outro baile. Assim como nos Cine Concertos, uma grande banda multidisciplinar, com formação igualmente mesclada entre popular/erudito/ocidental/oriental/afro-brasileiro, cria ao vivo músicas dançantes para o público que baila. O baile em si é uma performance completamente espontânea, com cada bailante dançando fora de qualquer parâmetro, explorando sua expressividade própria e singular. O clima é de uma indescritível energia vibrante, criativa e libertária. Ambos, Cine Concerto e Baila! Baila!, surgiram como expressões do desejo do grupo por espalhar, popularizar e reinventar o Soundpainting em terras tupiniquins ao seu próprio modo. Antes do início das atividades da Soundpainting Rio, a linguagem do Soundpainting era bastante desconhecida pelo público carioca e brasileiro, sendo reconhecida de forma incipiente dentro do restrito circuito acadêmico de música e performance vanguardista. Ainda hoje em grande parte desconhecida, a linguagem teve uma primeira experiência de alcance maior de público com os Cine Concertos, os Baila! Baila! e as oficinas realizadas pelo grupo. Um total de mais de 2 mil pessoas já assistiram os Cine Concertos, e mais de 1500 bailaram no Baila! Baila!, apenas do ano passado para cá. Muitos são atraídos pela energia contagiante, pela sonoridade exótica, e principalmente pela curiosidade em conhecer essa língua de sinais nova e criativa por meio da qual o grupo propõe a criação de performances e eventos onde a sensorialidade do público é estimulada de maneiras ainda pouco exploradas.
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Afrobrasileiro
Acid Jazz / Jazzdance
Descripción
Soundpainting Rio é uma tribo criada para abrir e conectar mentes, corpos e corações. Coordenada e conduzida por Taiyo Omura desde 2013, possui uma mescla totalmente inusitada de artistas, instrumentistas, dançarinas, performers, já tendo realizado mais de dezenas de Cine Concertos e Baila! Baila! dois formatos de eventos desenvolvidos pelo grupo. Facebook – facebook.com/soundpaintingrio/ Instagram – instagram.com/soundpaintingrio/ O Soundpainting é uma linguagem de sinais multidisciplinar para composição ao vivo criada pelo compositor estadunidense Walter Thompson em meados dos anos 1970. A comunicação entre o soundpainter e o grupo se dá a partir desses sinais, misturados também com outras linguagens gestuais voltadas à improvisação dirigida/composição ao vivo. Os Cine Concertos são exibições performáticas de filmes clássicos do cinema mudo, onde trilha sonora, efeitos, diálogos, e interação lúdica com o público, são criados na hora através do Soundpainting pela chamada Cine Orquestra. Em sua formação completa, são mais de 25 instrumentistas multidisciplinares, que criam ao vivo, explorando também a teatralidade na sala, através da condução do soundpainter. O Baila! Baila! é uma jam musical dançante, um baile performático, diferente de qualquer outro baile. Assim como nos Cine Concertos, uma grande banda multidisciplinar, com formação igualmente mesclada entre popular/erudito/ocidental/oriental/afro-brasileiro, cria ao vivo músicas dançantes para o público que baila. O baile em si é uma performance completamente espontânea, com cada bailante dançando fora de qualquer parâmetro, explorando sua expressividade própria e singular. O clima é de uma indescritível energia vibrante, criativa e libertária. Ambos, Cine Concerto e Baila! Baila!, surgiram como expressões do desejo do grupo por espalhar, popularizar e reinventar o Soundpainting em terras tupiniquins ao seu próprio modo. Antes do início das atividades da Soundpainting Rio, a linguagem do Soundpainting era bastante desconhecida pelo público carioca e brasileiro, sendo reconhecida de forma incipiente dentro do restrito circuito acadêmico de música e performance vanguardista. Ainda hoje em grande parte desconhecida, a linguagem teve uma primeira experiência de alcance maior de público com os Cine Concertos, os Baila! Baila! e as oficinas realizadas pelo grupo. Um total de mais de 2 mil pessoas já assistiram os Cine Concertos, e mais de 1500 bailaram no Baila! Baila!, apenas do ano passado para cá. Muitos são atraídos pela energia contagiante, pela sonoridade exótica, e principalmente pela curiosidade em conhecer essa língua de sinais nova e criativa por meio da qual o grupo propõe a criação de performances e eventos onde a sensorialidade do público é estimulada de maneiras ainda pouco exploradas.
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ATLANTICX
Somos una ONG en formación , parte del Festival Nueva Ópera de Buenos Aires, que impulsa la creación musical en América Latina. Proponemos instancias de formación en composición colaborativa y tópicos avanzados de música contemporánea. Desde 2016 creamos la Escuela de Invierno, una residencia intensiva e interdisciplinaria de co-creación en nueva ópera. Dirigida a artistas y estudiantes avanzados en las áreas de dirección de escena, dirección teatral, coreografía, composición musical, dramaturgia, performance, libreto, creación escénica, artes, interdisciplinarias y afines. En 2021 nos expandimos formando Atlanticx como la instancia de formación más integral tanto para compositores , directores y público general.
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Descripción
Somos una ONG en formación , parte del Festival Nueva Ópera de Buenos Aires, que impulsa la creación musical en América Latina. Proponemos instancias de formación en composición colaborativa y tópicos avanzados de música contemporánea. Desde 2016 creamos la Escuela de Invierno, una residencia intensiva e interdisciplinaria de co-creación en nueva ópera. Dirigida a artistas y estudiantes avanzados en las áreas de dirección de escena, dirección teatral, coreografía, composición musical, dramaturgia, performance, libreto, creación escénica, artes, interdisciplinarias y afines. En 2021 nos expandimos formando Atlanticx como la instancia de formación más integral tanto para compositores , directores y público general.

Luciano Goizueta
LUCIANO GOIZUETA FEVRIER Nace en San José, Costa Rica en 1982. Vive y trabaja en San José. MUESTRAS INVIDUALES 2018 Metadata, Museo de Arte Costarricense, San Jose, Costa Rica. Autosimilitud, La ERRE Espacio Cultural, ciudad Guatemala. Micromanagement, Galería Veinti4siete, San José, Costa Rica. 2016 Cuentos Cortos, La ERRE Espacio Cultural, ciudad Guatemala. 2015 Light and absence, Salt Fine Art Gallery, Los Angeles, EEUU. 2014 Niño, La ERRE Espacio Cultural, ciudad Guatemala. 2013 Lado A – Lado B, Galería Sol del Río Gallery, Ciudad Guatemala. 2012 Anacrónico, Galería Klaus Steinmetz Contemporáneo, San José, Costa Rica 2010 Pillowbook, Galería Diablo Rosso, Ciudad Panamá. Time is all You Need, Lyle O. Reitzel Gallery, Santo Domingo, República Dominicana. 2009 Shuffle, Lyle O. Reitzel Gallery, Miami FL, EEUU. MUESTRAS COLECTIVAS 2019 Bienal de Dibujo, Museo Marte, San Salvador, El salvador. Este paisaje sí lo puedo entender, Museo de Arte y Diseño Contemporáneo (MADC) S.J.C.R. Modernos & Universales, Museo de Arte y Diseño Contemporáneo (MADC) San Jose. C.R. 2018 Discrepancia de Facto, Galería de la Fundación G&T Continental , Ciudad Guatemala. Nuevas Adquisiciones, Museo de Arte Costarricense, San José, C.R. 2017 Convicciones Transitorias, junto a Luis Cornejo, Maria Raquel Cochez y Marlov Barrios, Galería el Túnel, Ciudad de Guatemala. Subasta Marte, Museo Marte, San Salvador, El salvador. Salón Nacional de las Artes Visuales, Museo de Arte Costarricense, San josé, C.R. Juannio, Subasta, Ciudad de Guatemala. La Ciudad de Otros, Museos del Banco Central. Curadora: Maria José Monge, San José. C.R. 2016 Valoarte, San José, Costa Rica. Del arte pop al Postmodernismo, Muestra de la Fundación Ortiz-Gurdián incluyó piezas de Jean-Michel Basquiat, Robert Indiana, Roy Lichtenstein, Robert Rauschenberg, James Rosenquist entre otros. San José, Costa Rica. Muerte -La ineludible- Museos del Banco Central. Curadora: Maria José Monge, S.J., C.R. 2014 Tres Solos, junto a Luis Cornejo y Simón Vega, Galería Sol del Río, Ciudad de Guatemala P + P , junto Marlov Barrios, FIA 2014, Galeria Nacional, San José, Costa Rica. Valoarte, San José, Costa Rica. 2012 Picture Outside Picture, Galería Sol del Río, Ciudad Guatemala. About Change Project, Programa de arte del banco mundial, Washington DC., EEUU. Sommer Show, Lyle O. Reitzel Gallery, Santo Domingo, Republica Dominicana. Valoarte, San José, Costa Rica. 2011 Resent Work, Now Contemporary Art, Miami, EEUU 2010 Entremedios, Buschlen Mowatt Gallery, Vancouver, Canadá. Refreshing Recollection, Lyle O. Reitzel Gallery, Miami Fl, EEUU. 2008 Holidayzed & confused, Galería Diablo Rosso, Ciudad Panamá. Solid Friends, Lyle O. Reitzel Gallery, Miami Fl, EEUU. FERIAS DE ARTE 2012 SCOPE Art Fair, Kunst Klub y Klaus Steimetz Contemporary, Basilea, Suiza. 2011 Shanghai Art Fair, Kunst Klub, Shanghai, China. ArteBA Art Fair, Klaus Steinmetz Contemporary, Buenos Aires, Argentina. 2010 Affordable Art Fair, Bickar Gallery, New York City, EEUU. 2009 Pinta 09 Art Fair, Lyle O. Reitzel, New York City, EEUU. ArtBo Art Fair, Arteconsult, Bogotá, Colombia. Hot Art Fair, Kunst Klub , Basilea, Suiza. ZONA MACO Art Fair, Arteconsult- Diablo Rosso, Ciudad de México. RECONOCIMIENTOS 2008 Primer premio por “pasado pluscuamperfecto” y mención honorífica por “Nómada”. VALOARTE Edición VI – Colectiva de arte iberoamericana . Galería Nacional, San José, Costa Rica. Jurado: Dr. María Dolores Torres ( España- Nicaragua) Rebeca Noriega (Puerto Rico) e Ileana Alvarado (Costa Rica). 2017 Premio a la mejor obra tridimensional en el Salón Nacional de las Artes Visuales 2017. Museo de Arte Costarricense San José Costa Rica. Jurado: Hervé Vanel (Francia) Katya Cazar (Ecuador) Rosina Cazali (Guatemala. COLECCIONES Museo de Arte Costarricense, San José, Costa Rica. Museos del Banco Central, San José, Costa Rica. Colección Ortiz-Gurdian, Managua, Nicaragua. Colección Marcelo Narbona, Ciudad Panamá. Colección Pedro Oller, San José, Costa Rica. Colección Hossli, Frick, Suiza. Colección Castro Lachner, Bogotá Colombia. Colección Lukowiecki, San José, Costa Rica. Colección Guardia Lachner, San José, Costa Rica. PUBLICACIONES PillowBook ( 2013 ) – Dibujos -Luciano Goizueta Fevrier, Editorial RARA y Dinamita Libros Arte, Editora: Karina Salguero-Moya y Andrés Asturias, texto de Luis Chávez. Presentado in April 2013 in la Galeria Sol del Río en Guatemala y en junio del 2013 en el Museum de Arte y Diseño Contemporaneo en San José, Costa Rica. PillowBook Technicolor (2016) -Dibujos- Luciano Goizueta Fevrier, Editorial RARA, Guatemala. Editora: Karina Salguero-Moya y Andrés Asturias. Presentado en Noviembre 2016 en La ERRE Espacio Cultural. ARTICULOS Rafael Venegas, Exploraciones del espacio, el tiempo y la memoria, Suplemento Cultural, Periódico La Nación, sobre la muestra Nuevas adquisiciones, Museo de Arte Costarricense, Costa Rica, 8 de Setiembre 2018. Víctor Hurtado, Los retornos de Goizueta, Ancora, Suplemento Cultural, Periódico La Nación, sobre la muestra Ouroboros, Costa Rica, 5 de Julio 2015. Danny Brenes, Long Gone Days, Revista Su Casa, Costa Rica Junio-Julio 2014. Luis Fernando Vargas Vega, Materialidad de la Ausencia, , Ancora, Suplemento Cultural, Periódico La Nación, sobre la muestra Ausencia, Costa Rica, 11 de Mayo 2014 Karina Salguero-Moya., All you Need is Time. Articulo y Portada, Revista RARA, Abril 2012,Guatemala. Sugel Michelen, Luciano Goizueta ADN ,Top Magazine, Santo Domingo, 2010. Randall Zuñiga, Luciano hijo de la calle , Revista SU CASA, Edición 55, Junio 2010. Félix Morillo, Luciano Goizueta en Lyle O. Reitzel , El Nacional, Republica Dominicana, 4 de Junio 2010. Elisa Turner, Luciano Goizueta ARTNEWS Magazine, EEUU Diciembre 2009. Carlos Suares de Jesus, No Washout for Lyle O. Reitzel MIAMI NEWTIMES, 14 de setiembre 2009. Pamela Olavarría Luciano Goizueta – El lado B de la ciudad, Revista AL LIMITE, Agosto 2009. ESTUDIOS En Arquitectura, Música y Artes Gráficas en el Instituto Tecnológico, la Universidad Nacional y la Universidad de de Costa Rica respectivamente, entre los año 1999 y el 2008. OTRA EXPERIENCIA – Cofundador y director de proyecto _Temporal . Espacio interdisciplinario para las practicas artísticas contemporáneas (Desde 2019) – Cofundador y director del proyecto Equilátero Arte Contemporáneo ( 2013-2016 ) Espacio Contemporáneo de arte. – Cofundador y director del proyecto Dinamita Libros Arte, ( Desde 2011) Editorial de Arte. – Consultor artístico y creativo para Parq Arquitectura. (Desde 2015)
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Descripción
LUCIANO GOIZUETA FEVRIER Nace en San José, Costa Rica en 1982. Vive y trabaja en San José. MUESTRAS INVIDUALES 2018 Metadata, Museo de Arte Costarricense, San Jose, Costa Rica. Autosimilitud, La ERRE Espacio Cultural, ciudad Guatemala. Micromanagement, Galería Veinti4siete, San José, Costa Rica. 2016 Cuentos Cortos, La ERRE Espacio Cultural, ciudad Guatemala. 2015 Light and absence, Salt Fine Art Gallery, Los Angeles, EEUU. 2014 Niño, La ERRE Espacio Cultural, ciudad Guatemala. 2013 Lado A – Lado B, Galería Sol del Río Gallery, Ciudad Guatemala. 2012 Anacrónico, Galería Klaus Steinmetz Contemporáneo, San José, Costa Rica 2010 Pillowbook, Galería Diablo Rosso, Ciudad Panamá. Time is all You Need, Lyle O. Reitzel Gallery, Santo Domingo, República Dominicana. 2009 Shuffle, Lyle O. Reitzel Gallery, Miami FL, EEUU. MUESTRAS COLECTIVAS 2019 Bienal de Dibujo, Museo Marte, San Salvador, El salvador. Este paisaje sí lo puedo entender, Museo de Arte y Diseño Contemporáneo (MADC) S.J.C.R. Modernos & Universales, Museo de Arte y Diseño Contemporáneo (MADC) San Jose. C.R. 2018 Discrepancia de Facto, Galería de la Fundación G&T Continental , Ciudad Guatemala. Nuevas Adquisiciones, Museo de Arte Costarricense, San José, C.R. 2017 Convicciones Transitorias, junto a Luis Cornejo, Maria Raquel Cochez y Marlov Barrios, Galería el Túnel, Ciudad de Guatemala. Subasta Marte, Museo Marte, San Salvador, El salvador. Salón Nacional de las Artes Visuales, Museo de Arte Costarricense, San josé, C.R. Juannio, Subasta, Ciudad de Guatemala. La Ciudad de Otros, Museos del Banco Central. Curadora: Maria José Monge, San José. C.R. 2016 Valoarte, San José, Costa Rica. Del arte pop al Postmodernismo, Muestra de la Fundación Ortiz-Gurdián incluyó piezas de Jean-Michel Basquiat, Robert Indiana, Roy Lichtenstein, Robert Rauschenberg, James Rosenquist entre otros. San José, Costa Rica. Muerte -La ineludible- Museos del Banco Central. Curadora: Maria José Monge, S.J., C.R. 2014 Tres Solos, junto a Luis Cornejo y Simón Vega, Galería Sol del Río, Ciudad de Guatemala P + P , junto Marlov Barrios, FIA 2014, Galeria Nacional, San José, Costa Rica. Valoarte, San José, Costa Rica. 2012 Picture Outside Picture, Galería Sol del Río, Ciudad Guatemala. About Change Project, Programa de arte del banco mundial, Washington DC., EEUU. Sommer Show, Lyle O. Reitzel Gallery, Santo Domingo, Republica Dominicana. Valoarte, San José, Costa Rica. 2011 Resent Work, Now Contemporary Art, Miami, EEUU 2010 Entremedios, Buschlen Mowatt Gallery, Vancouver, Canadá. Refreshing Recollection, Lyle O. Reitzel Gallery, Miami Fl, EEUU. 2008 Holidayzed & confused, Galería Diablo Rosso, Ciudad Panamá. Solid Friends, Lyle O. Reitzel Gallery, Miami Fl, EEUU. FERIAS DE ARTE 2012 SCOPE Art Fair, Kunst Klub y Klaus Steimetz Contemporary, Basilea, Suiza. 2011 Shanghai Art Fair, Kunst Klub, Shanghai, China. ArteBA Art Fair, Klaus Steinmetz Contemporary, Buenos Aires, Argentina. 2010 Affordable Art Fair, Bickar Gallery, New York City, EEUU. 2009 Pinta 09 Art Fair, Lyle O. Reitzel, New York City, EEUU. ArtBo Art Fair, Arteconsult, Bogotá, Colombia. Hot Art Fair, Kunst Klub , Basilea, Suiza. ZONA MACO Art Fair, Arteconsult- Diablo Rosso, Ciudad de México. RECONOCIMIENTOS 2008 Primer premio por “pasado pluscuamperfecto” y mención honorífica por “Nómada”. VALOARTE Edición VI – Colectiva de arte iberoamericana . Galería Nacional, San José, Costa Rica. Jurado: Dr. María Dolores Torres ( España- Nicaragua) Rebeca Noriega (Puerto Rico) e Ileana Alvarado (Costa Rica). 2017 Premio a la mejor obra tridimensional en el Salón Nacional de las Artes Visuales 2017. Museo de Arte Costarricense San José Costa Rica. Jurado: Hervé Vanel (Francia) Katya Cazar (Ecuador) Rosina Cazali (Guatemala. COLECCIONES Museo de Arte Costarricense, San José, Costa Rica. Museos del Banco Central, San José, Costa Rica. Colección Ortiz-Gurdian, Managua, Nicaragua. Colección Marcelo Narbona, Ciudad Panamá. Colección Pedro Oller, San José, Costa Rica. Colección Hossli, Frick, Suiza. Colección Castro Lachner, Bogotá Colombia. Colección Lukowiecki, San José, Costa Rica. Colección Guardia Lachner, San José, Costa Rica. PUBLICACIONES PillowBook ( 2013 ) – Dibujos -Luciano Goizueta Fevrier, Editorial RARA y Dinamita Libros Arte, Editora: Karina Salguero-Moya y Andrés Asturias, texto de Luis Chávez. Presentado in April 2013 in la Galeria Sol del Río en Guatemala y en junio del 2013 en el Museum de Arte y Diseño Contemporaneo en San José, Costa Rica. PillowBook Technicolor (2016) -Dibujos- Luciano Goizueta Fevrier, Editorial RARA, Guatemala. Editora: Karina Salguero-Moya y Andrés Asturias. Presentado en Noviembre 2016 en La ERRE Espacio Cultural. ARTICULOS Rafael Venegas, Exploraciones del espacio, el tiempo y la memoria, Suplemento Cultural, Periódico La Nación, sobre la muestra Nuevas adquisiciones, Museo de Arte Costarricense, Costa Rica, 8 de Setiembre 2018. Víctor Hurtado, Los retornos de Goizueta, Ancora, Suplemento Cultural, Periódico La Nación, sobre la muestra Ouroboros, Costa Rica, 5 de Julio 2015. Danny Brenes, Long Gone Days, Revista Su Casa, Costa Rica Junio-Julio 2014. Luis Fernando Vargas Vega, Materialidad de la Ausencia, , Ancora, Suplemento Cultural, Periódico La Nación, sobre la muestra Ausencia, Costa Rica, 11 de Mayo 2014 Karina Salguero-Moya., All you Need is Time. Articulo y Portada, Revista RARA, Abril 2012,Guatemala. Sugel Michelen, Luciano Goizueta ADN ,Top Magazine, Santo Domingo, 2010. Randall Zuñiga, Luciano hijo de la calle , Revista SU CASA, Edición 55, Junio 2010. Félix Morillo, Luciano Goizueta en Lyle O. Reitzel , El Nacional, Republica Dominicana, 4 de Junio 2010. Elisa Turner, Luciano Goizueta ARTNEWS Magazine, EEUU Diciembre 2009. Carlos Suares de Jesus, No Washout for Lyle O. Reitzel MIAMI NEWTIMES, 14 de setiembre 2009. Pamela Olavarría Luciano Goizueta – El lado B de la ciudad, Revista AL LIMITE, Agosto 2009. ESTUDIOS En Arquitectura, Música y Artes Gráficas en el Instituto Tecnológico, la Universidad Nacional y la Universidad de de Costa Rica respectivamente, entre los año 1999 y el 2008. OTRA EXPERIENCIA – Cofundador y director de proyecto _Temporal . Espacio interdisciplinario para las practicas artísticas contemporáneas (Desde 2019) – Cofundador y director del proyecto Equilátero Arte Contemporáneo ( 2013-2016 ) Espacio Contemporáneo de arte. – Cofundador y director del proyecto Dinamita Libros Arte, ( Desde 2011) Editorial de Arte. – Consultor artístico y creativo para Parq Arquitectura. (Desde 2015)

Rosa Mimosa y Sus Mariposas
Rosa Mimosa y sus mariposas nasce em Lisboa em Março de 2016, num lugar de encontro de amigos, que através da influência da Cumbia se tornou num espaço de intercâmbio e de partilha de diferentes raízes culturais e musicais que cada integrante leva consigo. “Rosa” é o resultado de muitos ensaios e de muitas pessoas que desfrutam do que a Cumbia lhes transmite. Tendo já passado pelo grupo mais de 15 pessoas, até chegar à formação atual de 11. Rosa Mimosa y sus mariposas, como transmite o próprio nome, pretende dar aso aos diversos ritmos cumbieros que nos levam a viajar por toda a América-latina, desde a Cumbia tradicional colombiana, passando pela Chicha peruana, o Punk-cumbiero argentino, Nueva Cumbia chilena. “Las mariposas” contam com um set de sopros, percussões, cordas e uma voz principal. Os seus integrantes vêm de diversas partes, desde Lisboa ao Norte de Portugal, como Angola, Uruguay, Argentina e País Basco.
Ver detallesRosa Mimosa y Sus Mariposas
Cumbia
Descripción
Rosa Mimosa y sus mariposas nasce em Lisboa em Março de 2016, num lugar de encontro de amigos, que através da influência da Cumbia se tornou num espaço de intercâmbio e de partilha de diferentes raízes culturais e musicais que cada integrante leva consigo. “Rosa” é o resultado de muitos ensaios e de muitas pessoas que desfrutam do que a Cumbia lhes transmite. Tendo já passado pelo grupo mais de 15 pessoas, até chegar à formação atual de 11. Rosa Mimosa y sus mariposas, como transmite o próprio nome, pretende dar aso aos diversos ritmos cumbieros que nos levam a viajar por toda a América-latina, desde a Cumbia tradicional colombiana, passando pela Chicha peruana, o Punk-cumbiero argentino, Nueva Cumbia chilena. “Las mariposas” contam com um set de sopros, percussões, cordas e uma voz principal. Os seus integrantes vêm de diversas partes, desde Lisboa ao Norte de Portugal, como Angola, Uruguay, Argentina e País Basco.
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Paulo Kishimoto
Paulo Kishimoto – Multi instrumentista, graduado en música popular por la Unicamp, participa en vários grupos: con la cantante Pitty, Forgotten Boys, Riviera Gaz, La Orkestra K, EKO afrobeat, entre otros. Trabajó y colaboró con productores como Daniel Ganjaman, Rafael Ramos, Roy Cicala, Carlos Miranda, John Agnello, Tim Palmer. También desarolló su carrera musical en el teatro, cinema, circo y producciones para publicidad. Há girado con sus grupos por todo el Brasil, Uruguay, Argentina, Mexico, Chile, Venezuela, Colombia, Belgica, Holanda, Austria y Alemania. Participó de diversos festivales en Brasil como Lollapalooza, Circuito Banco do Brasil, Porão do Rock, Abril pro Rock, João Rock, Bananda, Festival do Sol, SeRasgum, Planeta Atlantida, entre otros. En 2011 fue premiado por la APCA, por el mejor grupo de música popular con los Forgotten Boys. En 2019 fue indicado a dos Grammys Latinos, por el disco “Matriz” de Pitty y “Todxs” de Ana Cañas. También fué premiado diversas veces en festivales de cine y teatro.
Ver detallesPaulo Kishimoto
Cumbia
Son
Urban Soul / Pop (Nu R&B I)
Descripción
Paulo Kishimoto – Multi instrumentista, graduado en música popular por la Unicamp, participa en vários grupos: con la cantante Pitty, Forgotten Boys, Riviera Gaz, La Orkestra K, EKO afrobeat, entre otros. Trabajó y colaboró con productores como Daniel Ganjaman, Rafael Ramos, Roy Cicala, Carlos Miranda, John Agnello, Tim Palmer. También desarolló su carrera musical en el teatro, cinema, circo y producciones para publicidad. Há girado con sus grupos por todo el Brasil, Uruguay, Argentina, Mexico, Chile, Venezuela, Colombia, Belgica, Holanda, Austria y Alemania. Participó de diversos festivales en Brasil como Lollapalooza, Circuito Banco do Brasil, Porão do Rock, Abril pro Rock, João Rock, Bananda, Festival do Sol, SeRasgum, Planeta Atlantida, entre otros. En 2011 fue premiado por la APCA, por el mejor grupo de música popular con los Forgotten Boys. En 2019 fue indicado a dos Grammys Latinos, por el disco “Matriz” de Pitty y “Todxs” de Ana Cañas. También fué premiado diversas veces en festivales de cine y teatro.

Gerardo Amorin
Trayectoria Músico, compositor y cantante. Está citado en el libro De las cuevas al Solís, Cronología del Rock del Uruguay del escritor Fernando Peláez. Ex integrante de Grupo Credo y Grana, con varias intervenciones en La Revista Estelar de Canal 10, conducida por Humberto de Vargas; en el especial musical de Canal 4 conducido por Ronald y Victor Hugo Morales (1983) Actuaciones en El Vitral, invitados por el maestro Julio Frade. En 1984 se traslada a Madrid y después de algunos años retirado de los escenarios, la música vuelve como parte fundamental en su vida. Tres álbumes publicados: Cuento Otoñal: Grabado en Estudios IFU, junto al grupo de folk-rock Grana (1983) Concierto grabado en directo con el grupo de rock Credo (1994) Sur: álbum grabado en solitario (2010) 12&12: álbum publicado digitalmente, distribuido en Spotify, iTunes, Amazon Music, etc. Finalista en el festiva «Abril para vivir», que no se culminó debido a la pandemia. Profesión Además de músico es diseñador gráfico e ilustrador de cuentos infantiles, con varias obras publicadas por las editoriales Grupo Anaya, Bruño, Edelvives y Alhambra, bajo el nombre completo; Gerardo Domínguez Amorín. Descripción artística musical Acompañado por una guitarra de 12 cuerdas, si hubiese que definir una línea musical podría decirse que es una especie de mezcla entre Antonio Vega y León Gieco. Utiliza como seudónimo el nombre real y su apellido materno, Gerardo Amorin. «Frecuento bares de Madrid con música en directo, me gusta mezclarme con otros músicos en micrófonos abiertos para compartir canciones y descubrir nuevas propuestas. Suelo acercarme a salas de canción de autor, como Libertad8, Alevosía Bar, La Fídula Bar, Liberarte Cantina Cultural (MXV), etc.
Ver detallesGerardo Amorin
Alternative Rock / Indie Ii
Folk Rock
Descripción
Trayectoria Músico, compositor y cantante. Está citado en el libro De las cuevas al Solís, Cronología del Rock del Uruguay del escritor Fernando Peláez. Ex integrante de Grupo Credo y Grana, con varias intervenciones en La Revista Estelar de Canal 10, conducida por Humberto de Vargas; en el especial musical de Canal 4 conducido por Ronald y Victor Hugo Morales (1983) Actuaciones en El Vitral, invitados por el maestro Julio Frade. En 1984 se traslada a Madrid y después de algunos años retirado de los escenarios, la música vuelve como parte fundamental en su vida. Tres álbumes publicados: Cuento Otoñal: Grabado en Estudios IFU, junto al grupo de folk-rock Grana (1983) Concierto grabado en directo con el grupo de rock Credo (1994) Sur: álbum grabado en solitario (2010) 12&12: álbum publicado digitalmente, distribuido en Spotify, iTunes, Amazon Music, etc. Finalista en el festiva «Abril para vivir», que no se culminó debido a la pandemia. Profesión Además de músico es diseñador gráfico e ilustrador de cuentos infantiles, con varias obras publicadas por las editoriales Grupo Anaya, Bruño, Edelvives y Alhambra, bajo el nombre completo; Gerardo Domínguez Amorín. Descripción artística musical Acompañado por una guitarra de 12 cuerdas, si hubiese que definir una línea musical podría decirse que es una especie de mezcla entre Antonio Vega y León Gieco. Utiliza como seudónimo el nombre real y su apellido materno, Gerardo Amorin. «Frecuento bares de Madrid con música en directo, me gusta mezclarme con otros músicos en micrófonos abiertos para compartir canciones y descubrir nuevas propuestas. Suelo acercarme a salas de canción de autor, como Libertad8, Alevosía Bar, La Fídula Bar, Liberarte Cantina Cultural (MXV), etc.
Música

Cronopio, Ensamble de Música Contemporánea
CRONOPIO: ENSAMBLE DE MÚSICA CONTEMPORÁNEA Creado en 2017, con la finalidad de cubrir un área de la oferta cultural en el Bajío, Cronopio: Ensamble de Música Contemporánea se dedica a la ejecución de música de cámara Contemporánea y a la experimentación de diversos lenguajes sonoros. Está conformado de manera itinerante con músicos del Bajío y la Ciudad de México, Cuba y Uruguay. Ha desarrollado diversos eventos con artistas de múltiples disciplinas artísticas donde han interactuado y explorado diversos lenguajes que no se abordan con frecuencia. Algunos de los eventos que ha presentado han merecido reconocimientos por lo novedoso de sus propuestas, como: Drum Taps, serie de tres piezas para diversos instrumentos de percusión o los Tres Intermezzos, basados en unos cuentos prehispánicos, o las Músicas Pictóricas: Homenaje a Tres Pintores Mexicanos. Busca el rescate y difusión de diversas culturas a través del uso contemporáneo de su discurso musical- escénico, buscando causar un gran impacto en el público a través de un lenguaje novedoso y accesible para personas de cualquier edad. Otra de las actividades del ensamble, ha sido el crear instrumentos de diversos materiales para poder cubrir necesidades de texturas, colores, posibilidades tímbricas y técnicas que los instrumentos tradicionales no abarcan. El Ensamble se conforma por músicos de diferentes edades, lo cual, contribuye a enriquecer sus interpretaciones al combinar diferentes puntos de vista dadas las diferentes vivencias y formaciones de sus miembros Dentro de sus próximos proyectos están el musicalizar fragmentos del poema PRIMERO SUEÑO de Sor Juana Inés de la Cruz, presentar un programa con piezas del repertorio “clásico” para este tipo de ensambles, con obras de Steve Reich, Frederic Rzewski, Louis Adriessen, etc; la realización de una obra de largo aliento basado en el poema PIEDRA DEL SOL de Octavio Paz y el estrenos de la ópera TONALÁMATL, el libro azteca de los destinos, del compositor queretano Juan José Bárcenas Cardona, participar en la Exposición-Festival: La Caída de Tenochtitlán en Viena, Austria; participar en el Festival de Teatros de la Ciudad de México en diciembre de 2021.
Ver detallesCronopio, Ensamble de Música Contemporánea
Contemporánea
Descripción
CRONOPIO: ENSAMBLE DE MÚSICA CONTEMPORÁNEA Creado en 2017, con la finalidad de cubrir un área de la oferta cultural en el Bajío, Cronopio: Ensamble de Música Contemporánea se dedica a la ejecución de música de cámara Contemporánea y a la experimentación de diversos lenguajes sonoros. Está conformado de manera itinerante con músicos del Bajío y la Ciudad de México, Cuba y Uruguay. Ha desarrollado diversos eventos con artistas de múltiples disciplinas artísticas donde han interactuado y explorado diversos lenguajes que no se abordan con frecuencia. Algunos de los eventos que ha presentado han merecido reconocimientos por lo novedoso de sus propuestas, como: Drum Taps, serie de tres piezas para diversos instrumentos de percusión o los Tres Intermezzos, basados en unos cuentos prehispánicos, o las Músicas Pictóricas: Homenaje a Tres Pintores Mexicanos. Busca el rescate y difusión de diversas culturas a través del uso contemporáneo de su discurso musical- escénico, buscando causar un gran impacto en el público a través de un lenguaje novedoso y accesible para personas de cualquier edad. Otra de las actividades del ensamble, ha sido el crear instrumentos de diversos materiales para poder cubrir necesidades de texturas, colores, posibilidades tímbricas y técnicas que los instrumentos tradicionales no abarcan. El Ensamble se conforma por músicos de diferentes edades, lo cual, contribuye a enriquecer sus interpretaciones al combinar diferentes puntos de vista dadas las diferentes vivencias y formaciones de sus miembros Dentro de sus próximos proyectos están el musicalizar fragmentos del poema PRIMERO SUEÑO de Sor Juana Inés de la Cruz, presentar un programa con piezas del repertorio “clásico” para este tipo de ensambles, con obras de Steve Reich, Frederic Rzewski, Louis Adriessen, etc; la realización de una obra de largo aliento basado en el poema PIEDRA DEL SOL de Octavio Paz y el estrenos de la ópera TONALÁMATL, el libro azteca de los destinos, del compositor queretano Juan José Bárcenas Cardona, participar en la Exposición-Festival: La Caída de Tenochtitlán en Viena, Austria; participar en el Festival de Teatros de la Ciudad de México en diciembre de 2021.
Música

PIANOFORTE
Restaurador de pianos acuáticos con experiencia y reconocimiento mayor a 30 años. Especialista en automatización de pianos acústicos y pianolas del siglo XIX y XX. Miembro de la Piano Technicians Guild de Estados Unidos. Realicé estudios de música en el Conservatorio de la Universidad Nacional de Colombia. Amplia experiencia en docencia musical y gestión y administración cultural.
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Descripción
Restaurador de pianos acuáticos con experiencia y reconocimiento mayor a 30 años. Especialista en automatización de pianos acústicos y pianolas del siglo XIX y XX. Miembro de la Piano Technicians Guild de Estados Unidos. Realicé estudios de música en el Conservatorio de la Universidad Nacional de Colombia. Amplia experiencia en docencia musical y gestión y administración cultural.

Festival Sonora Bogotá
El Festival Sonora Bogotá es el primer festival del país especializado en el trabajo con mujeres cantautoras. El Festival Internacional Sonora nace en Brasil en el 2016 con el objetivo de visibilizar el trabajo de mujeres compositoras. Llegó a Bogotá en 2017 y desde entonces ha gestionado plataformas de circulación, producción, formación y promoción para más de 40 artistas, incluyendo algunas reconocidas a nivel internacional como Marta Gómez, Lorena Posada, La Muchacha, Briela Ojeda, Ceci Juno, Maria Vanedi y Lafér. A partir del 2018 es dirigido y curado por Lorena Posada. Se gestionó una alianza con el Colectivo Cantos de Sororidad para la participación de artistas, se realizó una campaña de prensa generando alianzas con medios de comunicación como UN Radio, Revista Cartel Urbano, Canal Trece entre otros. Se realizaron 3 días de conversatorios e intervenciones musicales con la participación de más de 20 artistas en escena, algunas desde Alemania y Venezuela, resaltando la participación de Victoria Laverde, Montañera y Efi Lambuley. En 2019 se realiza el evento en Selina Chapinero. La ampliación del equipo de trabajo permitió la gestión de la artista colombiana de reconocimiento internacional Marta Gómez. Se fortaleció la gestión de prensa, la producción de campo, y la gestión de patrocinios, dando lugar a una alianza con la Fundación Fundaternura, que llevó a la posterior creación del primer Festival de Cantautoras por la Paz, Festival hermana del Sonora. Se realizaron talleres de formación y conversatorios. La gira de medios incluyó participaciones en CityTV, Laúd Estéreo, Radio Nacional y la Universidad Nacional. En 2020, el Festival se realizó de forma virtual debido a la emergencia sanitaria por coronavirus, y se financió a partir de una campaña de crowdfunding. Se contó con la participación de ocho artistas, resaltando a Ceci Juno desde Ecuador, Lunalé, y Maria Vanedi. Se fortaleció el componente académico realizando 6 talleres de formación y un conversatorio con las artistas abordando el tema “La música como herramienta de transformación humana”. Se realizó una alianza con la Fundación Dos Latinas para donar el 15% del recaudo para su trabajo en defensa de los Derechos de las Mujeres. Con nuestro trabajo se benefician las artistas y talleristas involucradas, así como el público, que se beneficia al conocer las voces e historias de estas artistas emprendedoras, contribuyendo a la transformación de imaginarios adversos basados en género. Nuestro principal valor diferencial es el enfoque diferencial de género, que busca visibilizar talentos femeninos emergentes e independientes a nivel local, nacional e internacional. Históricamente a las personas de género femenino se les ha negado el acceso a plataformas de formación, circulación y promoción. Queda mucho trabajo por hacer para desaparecer la brecha de género y el Festival Sonora está comprometido a realizar su aporte.
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Descripción
El Festival Sonora Bogotá es el primer festival del país especializado en el trabajo con mujeres cantautoras. El Festival Internacional Sonora nace en Brasil en el 2016 con el objetivo de visibilizar el trabajo de mujeres compositoras. Llegó a Bogotá en 2017 y desde entonces ha gestionado plataformas de circulación, producción, formación y promoción para más de 40 artistas, incluyendo algunas reconocidas a nivel internacional como Marta Gómez, Lorena Posada, La Muchacha, Briela Ojeda, Ceci Juno, Maria Vanedi y Lafér. A partir del 2018 es dirigido y curado por Lorena Posada. Se gestionó una alianza con el Colectivo Cantos de Sororidad para la participación de artistas, se realizó una campaña de prensa generando alianzas con medios de comunicación como UN Radio, Revista Cartel Urbano, Canal Trece entre otros. Se realizaron 3 días de conversatorios e intervenciones musicales con la participación de más de 20 artistas en escena, algunas desde Alemania y Venezuela, resaltando la participación de Victoria Laverde, Montañera y Efi Lambuley. En 2019 se realiza el evento en Selina Chapinero. La ampliación del equipo de trabajo permitió la gestión de la artista colombiana de reconocimiento internacional Marta Gómez. Se fortaleció la gestión de prensa, la producción de campo, y la gestión de patrocinios, dando lugar a una alianza con la Fundación Fundaternura, que llevó a la posterior creación del primer Festival de Cantautoras por la Paz, Festival hermana del Sonora. Se realizaron talleres de formación y conversatorios. La gira de medios incluyó participaciones en CityTV, Laúd Estéreo, Radio Nacional y la Universidad Nacional. En 2020, el Festival se realizó de forma virtual debido a la emergencia sanitaria por coronavirus, y se financió a partir de una campaña de crowdfunding. Se contó con la participación de ocho artistas, resaltando a Ceci Juno desde Ecuador, Lunalé, y Maria Vanedi. Se fortaleció el componente académico realizando 6 talleres de formación y un conversatorio con las artistas abordando el tema “La música como herramienta de transformación humana”. Se realizó una alianza con la Fundación Dos Latinas para donar el 15% del recaudo para su trabajo en defensa de los Derechos de las Mujeres. Con nuestro trabajo se benefician las artistas y talleristas involucradas, así como el público, que se beneficia al conocer las voces e historias de estas artistas emprendedoras, contribuyendo a la transformación de imaginarios adversos basados en género. Nuestro principal valor diferencial es el enfoque diferencial de género, que busca visibilizar talentos femeninos emergentes e independientes a nivel local, nacional e internacional. Históricamente a las personas de género femenino se les ha negado el acceso a plataformas de formación, circulación y promoción. Queda mucho trabajo por hacer para desaparecer la brecha de género y el Festival Sonora está comprometido a realizar su aporte.

Festival Bandola de Sevilla
Somos un festival con 26 años de trayectoria que fortalece la formación de público, reconoce la diversidad musical latinoamericana y acerca las músicas a comunidades diversas. el festival, además, es un generador de espacios de inclusión como el Cantorío de Mujeres y el concierto campesino, que acercan las músicas a comunidades diversas. el Festival Bandola de Sevilla es gestionado por la Fundación Casa de la Cultura, entidad que cuenta con 43 años de trayectoria cultural en el municipio de Sevilla, Valle del Cauca.
Ver detallesFestival Bandola de Sevilla
Descripción
Somos un festival con 26 años de trayectoria que fortalece la formación de público, reconoce la diversidad musical latinoamericana y acerca las músicas a comunidades diversas. el festival, además, es un generador de espacios de inclusión como el Cantorío de Mujeres y el concierto campesino, que acercan las músicas a comunidades diversas. el Festival Bandola de Sevilla es gestionado por la Fundación Casa de la Cultura, entidad que cuenta con 43 años de trayectoria cultural en el municipio de Sevilla, Valle del Cauca.
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