
Rafa Castro
Rafa Castro é cantor, compositor e pianista mineiro, radicado em São Paulo. Reconhecido pela sensibilidade artística e pela força lírica de suas canções, desenvolve uma obra que transita entre a música popular brasileira, a canção de concerto e o improviso, sempre com uma escuta atenta ao cotidiano e às sutilezas das relações humanas. Seu último disco solo, Teletransportar (2020), foi recebido com destaque pela crítica especializada, alcançou público expressivo nas plataformas digitais e o levou a importantes palcos no Brasil e no exterior. A partir dele, Rafa consolidou uma identidade musical marcada por harmonias sofisticadas, poesia contemporânea e uma presença cênica intimista.
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MPB
Cantautor/Música de autor
Descripción
Rafa Castro é cantor, compositor e pianista mineiro, radicado em São Paulo. Reconhecido pela sensibilidade artística e pela força lírica de suas canções, desenvolve uma obra que transita entre a música popular brasileira, a canção de concerto e o improviso, sempre com uma escuta atenta ao cotidiano e às sutilezas das relações humanas. Seu último disco solo, Teletransportar (2020), foi recebido com destaque pela crítica especializada, alcançou público expressivo nas plataformas digitais e o levou a importantes palcos no Brasil e no exterior. A partir dele, Rafa consolidou uma identidade musical marcada por harmonias sofisticadas, poesia contemporânea e uma presença cênica intimista.
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Música

Quinteto Parambuco
O quinteto de sopros "Parambuco" foi criado em 2016, e rapidamente ganhou destaque ao ter sido um dos grupos vencedores do Concurso BNDES 2017/2018 e premiado na Série Jovens Talentos do VII Festival Internacional de Música de Campina Grande. O quinteto é formado por músicos da Paraíba e Pernambuco, atuantes nas principais orquestras e universidades dos dois estados e que já se apresentaram em várias cidades brasileiras, assim como no exterior. O principal objetivo do grupo é pesquisar, desenvolver e divulgar a música de câmara brasileira em seus variados gêneros, com especial atenção para a música do Nordeste. Dentre as diversas apresentações do grupo, destacam-se as participações no Projeto Quartas Musicais do Conservatório Pernambucano de Música (Recife), 16° Primavera no Museu na Casa de Hermano José (João Pessoa), Concerto aos Domingos do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (Maceió), Série de Música de Câmara do Festival Internacional de Música de Campina Grande, Quartas Instrumentais no Teatro do BNDES (Rio de Janeiro) – esse último transmitido nacionalmente pelo programa “Partituras” da TV Brasil, e recentemente, no IX Festival de Oboé e Fagote da Universidade Federal de Santa Maria (RS), onde também ministraram masterclasses para alunos da comunidade local.
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Música de Cámara
Forró
Contemporánea
Descripción
O quinteto de sopros "Parambuco" foi criado em 2016, e rapidamente ganhou destaque ao ter sido um dos grupos vencedores do Concurso BNDES 2017/2018 e premiado na Série Jovens Talentos do VII Festival Internacional de Música de Campina Grande. O quinteto é formado por músicos da Paraíba e Pernambuco, atuantes nas principais orquestras e universidades dos dois estados e que já se apresentaram em várias cidades brasileiras, assim como no exterior. O principal objetivo do grupo é pesquisar, desenvolver e divulgar a música de câmara brasileira em seus variados gêneros, com especial atenção para a música do Nordeste. Dentre as diversas apresentações do grupo, destacam-se as participações no Projeto Quartas Musicais do Conservatório Pernambucano de Música (Recife), 16° Primavera no Museu na Casa de Hermano José (João Pessoa), Concerto aos Domingos do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (Maceió), Série de Música de Câmara do Festival Internacional de Música de Campina Grande, Quartas Instrumentais no Teatro do BNDES (Rio de Janeiro) – esse último transmitido nacionalmente pelo programa “Partituras” da TV Brasil, e recentemente, no IX Festival de Oboé e Fagote da Universidade Federal de Santa Maria (RS), onde também ministraram masterclasses para alunos da comunidade local.
Música

Maria Struduth
Natural de Feira de Santana/BA e formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Maria Struduth é uma artista multifacetada que transita entre as artes visuais e a música, utilizando ambas como instrumentos para narrar vivências pessoais e questões sociais. Sua obra é marcada pela influência das culturas afro-brasileiras e pela fusão entre tradição e contemporaneidade, resultando em uma identidade artística única. Como percussionista, Maria se destacou internacionalmente ao ser a única feirense a participar dos programas Ethno Bahia (2019/2020) e Ethno Portugal (2023), da JM International, vivenciando a troca cultural da música folclórica e tradicional em concertos no litoral baiano e no interior de Portugal. Sua trajetória autoral ganhou projeção em 2021 com a seleção de sua composição "O Menino Vento" para o EP coletivo Mostre-5e, viabilizado pelo Edital Cidadania, Cultura e Diversidade (Lei Aldir Blanc). A música, que exalta a fé ancestral e a força da natureza sertaneja, recebeu em 2024 um videoclipe dirigido por Bruno Bittencourt, amplamente elogiado pelo público e apoiado pela Lei Paulo Gustavo. Em 2023, Maria lançou "Olhai, Mamãe Oxum", em parceria com a cantora Zeferina. Gravada em uma cachoeira no povoado de Murutuba (Cachoeira/BA), a faixa, no ritmo ijexá, celebra a força feminina e reafirma o poder das divindades femininas frente ao patriarcado. Em 2025 lançou “Delírius” proposta experimental que conta com referências do pop baiano, e em parceria com Jairo Pereira lançou “Colo Cura”, um MPB candênciado com poema e canto. Sua presença nos palcos tem sido marcante, com participações em eventos culturais como SESC Sonoridades, VI Encontro de Cantadores no Pelô, Bule Cultural em Juazeiro/BA e a inauguração do Estúdio da Embaixada Preta em Cachoeira/BA. Nessas ocasiões, sua voz e presença cênica ressaltam a potência da cultura baiana e a representatividade das mulheres na arte. Maria também integrou o coletivo Semi-Áridas, que unia literatura e música em performances potentes, passando por feiras literárias como FLIFS, FLIU, FLICAN, entre outras. Além de uma marcante apresentação na Sala do Coro do Teatro Castro Alves (2024), reafirmando sua atuação em projetos que valorizam a cultura nordestina. Maria Struduth é, desde 2023, embaixadora do WME – Women’s Music Event, um dos maiores eventos de premiação dedicados a impulsionar e reconhecer o trabalho de mulheres na música. Em 2025 é embaixadora da plataforma Som por Elas, dedicada a formação técnica de mulheres na música. Com uma carreira que conecta o local ao global, a tradição ao contemporâneo, Maria Struduth se afirma como uma das vozes mais autênticas da nova cena musical brasileira, levando consigo a força de suas raízes e a ousadia de criar novas possibilidades sonoras.
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Afrobrasileiro
Regional
Descripción
Natural de Feira de Santana/BA e formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Maria Struduth é uma artista multifacetada que transita entre as artes visuais e a música, utilizando ambas como instrumentos para narrar vivências pessoais e questões sociais. Sua obra é marcada pela influência das culturas afro-brasileiras e pela fusão entre tradição e contemporaneidade, resultando em uma identidade artística única. Como percussionista, Maria se destacou internacionalmente ao ser a única feirense a participar dos programas Ethno Bahia (2019/2020) e Ethno Portugal (2023), da JM International, vivenciando a troca cultural da música folclórica e tradicional em concertos no litoral baiano e no interior de Portugal. Sua trajetória autoral ganhou projeção em 2021 com a seleção de sua composição "O Menino Vento" para o EP coletivo Mostre-5e, viabilizado pelo Edital Cidadania, Cultura e Diversidade (Lei Aldir Blanc). A música, que exalta a fé ancestral e a força da natureza sertaneja, recebeu em 2024 um videoclipe dirigido por Bruno Bittencourt, amplamente elogiado pelo público e apoiado pela Lei Paulo Gustavo. Em 2023, Maria lançou "Olhai, Mamãe Oxum", em parceria com a cantora Zeferina. Gravada em uma cachoeira no povoado de Murutuba (Cachoeira/BA), a faixa, no ritmo ijexá, celebra a força feminina e reafirma o poder das divindades femininas frente ao patriarcado. Em 2025 lançou “Delírius” proposta experimental que conta com referências do pop baiano, e em parceria com Jairo Pereira lançou “Colo Cura”, um MPB candênciado com poema e canto. Sua presença nos palcos tem sido marcante, com participações em eventos culturais como SESC Sonoridades, VI Encontro de Cantadores no Pelô, Bule Cultural em Juazeiro/BA e a inauguração do Estúdio da Embaixada Preta em Cachoeira/BA. Nessas ocasiões, sua voz e presença cênica ressaltam a potência da cultura baiana e a representatividade das mulheres na arte. Maria também integrou o coletivo Semi-Áridas, que unia literatura e música em performances potentes, passando por feiras literárias como FLIFS, FLIU, FLICAN, entre outras. Além de uma marcante apresentação na Sala do Coro do Teatro Castro Alves (2024), reafirmando sua atuação em projetos que valorizam a cultura nordestina. Maria Struduth é, desde 2023, embaixadora do WME – Women’s Music Event, um dos maiores eventos de premiação dedicados a impulsionar e reconhecer o trabalho de mulheres na música. Em 2025 é embaixadora da plataforma Som por Elas, dedicada a formação técnica de mulheres na música. Com uma carreira que conecta o local ao global, a tradição ao contemporâneo, Maria Struduth se afirma como uma das vozes mais autênticas da nova cena musical brasileira, levando consigo a força de suas raízes e a ousadia de criar novas possibilidades sonoras.
Música

Festival Internacional de Guitarra de Maldonado
El Festival Internacional de Guitarra de Maldonado nació en Maldonado – Uruguay, en el año 2011, gracias a una iniciativa conjunta del guitarrista Ricardo Barceló y de la Dirección General de Cultura de Maldonado, con el objetivo de promover el interés por la guitarra clásica, un instrumento de profundo arraigo nacional y regional, así como la fruición de la música en general, ya que hasta el momento no existía un evento de tales características en el Departamento de Maldonado. Desde su creación, han pasado por el Festival grandes guitarristas reconocidos a nivel internacional, como Álvaro Pierri, Jorge Cardoso, Wiktoria Szubelak, Manolo Franco Barón, José Miguel Moreno, Juan Falú, Laura Young, Eduardo Fernández, Gaëlle Solal, Oscar Herrero, Mirta Álvarez, Nora Buschmann y Giulio Tampalini, entre otros músicos de amplia trayectoria. El FIGM ha tenido una cálida recepción por parte del público que, con sus aplausos, siempre ha llenado las salas de concierto. Durante las once ediciones pasadas se han realizado diversas actividades que han enriquecido notoriamente la vida cultural de la zona, tales como clases magistrales, conferencias, exposiciones, publicación, presentación y lanzamiento de libros, cursos de construcción de instrumentos antiguos de cuerda pulsada – cuya realización ha abierto la puerta para el estudio y el desarrollo pujante de la profesión de luthier en el Departamento de Maldonado -, y el Concurso Internacional de Guitarra "Ciudad de Punta del Este".
Ver detallesFestival Internacional de Guitarra de Maldonado
Descripción
El Festival Internacional de Guitarra de Maldonado nació en Maldonado – Uruguay, en el año 2011, gracias a una iniciativa conjunta del guitarrista Ricardo Barceló y de la Dirección General de Cultura de Maldonado, con el objetivo de promover el interés por la guitarra clásica, un instrumento de profundo arraigo nacional y regional, así como la fruición de la música en general, ya que hasta el momento no existía un evento de tales características en el Departamento de Maldonado. Desde su creación, han pasado por el Festival grandes guitarristas reconocidos a nivel internacional, como Álvaro Pierri, Jorge Cardoso, Wiktoria Szubelak, Manolo Franco Barón, José Miguel Moreno, Juan Falú, Laura Young, Eduardo Fernández, Gaëlle Solal, Oscar Herrero, Mirta Álvarez, Nora Buschmann y Giulio Tampalini, entre otros músicos de amplia trayectoria. El FIGM ha tenido una cálida recepción por parte del público que, con sus aplausos, siempre ha llenado las salas de concierto. Durante las once ediciones pasadas se han realizado diversas actividades que han enriquecido notoriamente la vida cultural de la zona, tales como clases magistrales, conferencias, exposiciones, publicación, presentación y lanzamiento de libros, cursos de construcción de instrumentos antiguos de cuerda pulsada – cuya realización ha abierto la puerta para el estudio y el desarrollo pujante de la profesión de luthier en el Departamento de Maldonado -, y el Concurso Internacional de Guitarra "Ciudad de Punta del Este".

Tejo Milenario
María Chelnokova trabaja con música en vivo (folk, world, jazz) desde el año 2000, desde que vivió en Moscú, Rusia. En 2003 crea la Fundación Cultural Veresk, con el objetivo de presentar la música del mundo al público ruso, siendo uno de los primeros en organizar festivales de esta temática en Moscú. Ha producido festivales, giras y eventos conceptuales como las “Semanas Irlandesas” (con el Club Empresarial Irlandés y la Embajada de Irlanda), el festival "San Juan" con música y danzas de tierras eslavas y bálticas o el festival "Cosecha" en septiembre, un ambicioso evento de música folk internacional. Ha organizado los "Días de …", enfocados a muy diversos países, con la ayuda de muchas embajadas y asociaciones culturales de esos países. Ha trabajado en muchos países europeos como Alemania, Países Bajos, Islandia, de Europa del Este o los países Bálticos y Escandinavos. he traído a Rusia más que 50 artistas diferentes de más de 30 países. Ha realizado unas 100 giras de artistas, tanto rusos como extranjeros, en toda Europa incluido Reino Unido, Rusia, algunos países asiáticos. Desde 2018 reside en Madrid, trabajando como booking agent para diversos grupos de las músicas del mundo, bajo el nombre de Tejo Milenario, organizando giras internacionales y proyectos de intercambio culturales.
Ver detallesTejo Milenario
Descripción
María Chelnokova trabaja con música en vivo (folk, world, jazz) desde el año 2000, desde que vivió en Moscú, Rusia. En 2003 crea la Fundación Cultural Veresk, con el objetivo de presentar la música del mundo al público ruso, siendo uno de los primeros en organizar festivales de esta temática en Moscú. Ha producido festivales, giras y eventos conceptuales como las “Semanas Irlandesas” (con el Club Empresarial Irlandés y la Embajada de Irlanda), el festival "San Juan" con música y danzas de tierras eslavas y bálticas o el festival "Cosecha" en septiembre, un ambicioso evento de música folk internacional. Ha organizado los "Días de …", enfocados a muy diversos países, con la ayuda de muchas embajadas y asociaciones culturales de esos países. Ha trabajado en muchos países europeos como Alemania, Países Bajos, Islandia, de Europa del Este o los países Bálticos y Escandinavos. he traído a Rusia más que 50 artistas diferentes de más de 30 países. Ha realizado unas 100 giras de artistas, tanto rusos como extranjeros, en toda Europa incluido Reino Unido, Rusia, algunos países asiáticos. Desde 2018 reside en Madrid, trabajando como booking agent para diversos grupos de las músicas del mundo, bajo el nombre de Tejo Milenario, organizando giras internacionales y proyectos de intercambio culturales.

Mundo Chillón
Tras Mundo Chillón encontramos a Pedro Chillón, Cancionero granaino criado en Guadix y destetado por su tradición musical; conservatorio, rondallas, carnavales, coros, danzas y le salió bigote. En la universidad, mientras estaba en la tuna y pasaba un año de Erasmus en el que comenzó a tocar en solitario, se sacó la licenciatura en Economia. Diez años después, el gerente, cansado de preguntarse si era músico o economista, decidió que la pregunta estaba mal. Desde entonces, como Director General, chofer y botones de Mundo Chillón, dedica todo su tiempo a hacer canciones, llevarlas por los pueblos del mundo y planear chillonadas el tiempo que le queda libre. Ha colaborado con artistas como El gran Wyoming, Pablo Carbonell, El Kanka, Rozalén, Antilopez, Carmen Boza, Zahara, El Niño de la Hipoteca y Pepín Tre entre otros. En 2009 monta la Mundo Chillón Surprise Sound Band con la que graba en 2011 el EP “Verbena Popular Underground”. En 2014 presenta “¡Qué Bonito Es Ser Un Loser!”, su primer largo. En 2016 inicia su relación con Dieciocho Chulos, una discográfica que se define por sus artistas y presenta “De Madrid al suelo” el 29 de Abril de este mismo año. Ese mismo año crea “Pequeño Gran Bingo Musical Chillón” un espectáculo de variedades que sumerge a un artista relevante en un mar de comedia musical en el que ejerce de maestro de ceremonias. En 2019 ve la luz “Pobre Triunfador” un album que cierra la trilogía sobre el triunfo tras la incorporación al proyecto del clarinetista Arturo Pueyo. Ejerciendo de solista, como frontman, maestro de ceremonias o en los más excéntricos inventos escénicos corre usted el riesgo de topar con el. Entre la nueva hornada de cancionistas forjados en la carretera como El Kanka, El Niño de la Hipoteca, Rozalén, Antilopez y la senda heterodoxa de artistas como Javier Krahe, Pablo Carbonel o El Gran Wyoming podemos situar a Mundo Chillón. La suma de influencias da lugar a un repertorio variado al extremo que penetra tanto en la pelvis del público como en su cerebro. Mundo Chillón es un proyecto que se defiende en muchos terrenos, desde el acústico más extremo a las grandes salas con la banda al completo. Mundo Chillón es, la ironía que lo tiñe todo, desde los temas más explosivos a las reflexiones más profundas, son canciones enfocadas, que saben de lo que hablan. Como otros artistas de su generación, se trata de un proyecto muy personal, con miriadas de ramificaciones que lo conectan a lugares y estilos de lo más diverso, dando lugar a un sonido atemporal, vetusto y radicalmente actual.
Ver detallesMundo Chillón
Cantautor/Música de autor
Cabaret
Descripción
Tras Mundo Chillón encontramos a Pedro Chillón, Cancionero granaino criado en Guadix y destetado por su tradición musical; conservatorio, rondallas, carnavales, coros, danzas y le salió bigote. En la universidad, mientras estaba en la tuna y pasaba un año de Erasmus en el que comenzó a tocar en solitario, se sacó la licenciatura en Economia. Diez años después, el gerente, cansado de preguntarse si era músico o economista, decidió que la pregunta estaba mal. Desde entonces, como Director General, chofer y botones de Mundo Chillón, dedica todo su tiempo a hacer canciones, llevarlas por los pueblos del mundo y planear chillonadas el tiempo que le queda libre. Ha colaborado con artistas como El gran Wyoming, Pablo Carbonell, El Kanka, Rozalén, Antilopez, Carmen Boza, Zahara, El Niño de la Hipoteca y Pepín Tre entre otros. En 2009 monta la Mundo Chillón Surprise Sound Band con la que graba en 2011 el EP “Verbena Popular Underground”. En 2014 presenta “¡Qué Bonito Es Ser Un Loser!”, su primer largo. En 2016 inicia su relación con Dieciocho Chulos, una discográfica que se define por sus artistas y presenta “De Madrid al suelo” el 29 de Abril de este mismo año. Ese mismo año crea “Pequeño Gran Bingo Musical Chillón” un espectáculo de variedades que sumerge a un artista relevante en un mar de comedia musical en el que ejerce de maestro de ceremonias. En 2019 ve la luz “Pobre Triunfador” un album que cierra la trilogía sobre el triunfo tras la incorporación al proyecto del clarinetista Arturo Pueyo. Ejerciendo de solista, como frontman, maestro de ceremonias o en los más excéntricos inventos escénicos corre usted el riesgo de topar con el. Entre la nueva hornada de cancionistas forjados en la carretera como El Kanka, El Niño de la Hipoteca, Rozalén, Antilopez y la senda heterodoxa de artistas como Javier Krahe, Pablo Carbonel o El Gran Wyoming podemos situar a Mundo Chillón. La suma de influencias da lugar a un repertorio variado al extremo que penetra tanto en la pelvis del público como en su cerebro. Mundo Chillón es un proyecto que se defiende en muchos terrenos, desde el acústico más extremo a las grandes salas con la banda al completo. Mundo Chillón es, la ironía que lo tiñe todo, desde los temas más explosivos a las reflexiones más profundas, son canciones enfocadas, que saben de lo que hablan. Como otros artistas de su generación, se trata de un proyecto muy personal, con miriadas de ramificaciones que lo conectan a lugares y estilos de lo más diverso, dando lugar a un sonido atemporal, vetusto y radicalmente actual.
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Música


DOBROTTO
Hernán José do Brito Barrote es un músico argentino con casi tres décadas de trayectoria en la escena musical. Reconocido principalmente como bajista, ha colaborado con numerosos artistas y proyectos del ámbito nacional, aportando su sensibilidad y versatilidad en distintos géneros. En 2016, inspirado por el nacimiento de su primer hijo José, decidió iniciar su camino como solista bajo el nombre artístico Dobrotto, proyecto en el que se adentra en el universo de la música instrumental. Su propuesta se caracteriza por la creación de “paisajes sonoros”, donde cada composición evoca imágenes, emociones y territorios. La obra de Dobrotto se nutre de la riqueza natural y cultural de la Argentina: montañas, desiertos, ríos, amores y desencuentros que se transforman en melodías. Cada pieza busca narrar una historia sin palabras, invitando a la escucha profunda y a un viaje interior. Con este proyecto, Dobrotto consolida una voz personal que combina experiencia, madurez artística y una mirada íntima hacia la música como lenguaje universal.
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Folclor Fusión
Soundtrack
Descripción
Hernán José do Brito Barrote es un músico argentino con casi tres décadas de trayectoria en la escena musical. Reconocido principalmente como bajista, ha colaborado con numerosos artistas y proyectos del ámbito nacional, aportando su sensibilidad y versatilidad en distintos géneros. En 2016, inspirado por el nacimiento de su primer hijo José, decidió iniciar su camino como solista bajo el nombre artístico Dobrotto, proyecto en el que se adentra en el universo de la música instrumental. Su propuesta se caracteriza por la creación de “paisajes sonoros”, donde cada composición evoca imágenes, emociones y territorios. La obra de Dobrotto se nutre de la riqueza natural y cultural de la Argentina: montañas, desiertos, ríos, amores y desencuentros que se transforman en melodías. Cada pieza busca narrar una historia sin palabras, invitando a la escucha profunda y a un viaje interior. Con este proyecto, Dobrotto consolida una voz personal que combina experiencia, madurez artística y una mirada íntima hacia la música como lenguaje universal.
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AGENCIA DE MARKETING ARTEMISA S.A DE C.V.
Agencia de Marketing Artemisa S.A. de C.V. somos una empresa con más de 25 años de experiencia, especializada en la comunicación y el marketing digital mediante el uso de tecnologías audiovisuales avanzadas. Contamos con un equipo altamente capacitado que brinda soluciones innovadoras en producción audiovisual, fotografía, diseño, eventos y estrategias de marketing digital, incluyendo la gestión y expansión en redes sociales. Nuestro objetivo es ayudar a nuestros clientes a fortalecer su presencia en el mercado a través de estrategias de comunicación efectivas y personalizadas.
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Agencia de Marketing Artemisa S.A. de C.V. somos una empresa con más de 25 años de experiencia, especializada en la comunicación y el marketing digital mediante el uso de tecnologías audiovisuales avanzadas. Contamos con un equipo altamente capacitado que brinda soluciones innovadoras en producción audiovisual, fotografía, diseño, eventos y estrategias de marketing digital, incluyendo la gestión y expansión en redes sociales. Nuestro objetivo es ayudar a nuestros clientes a fortalecer su presencia en el mercado a través de estrategias de comunicación efectivas y personalizadas.

Paolo Humberto Correa Rosas
Mis inicios musicales en el norte del país, donde inicie mis estudios como alumno del Liceo Experimental Artístico de Antofagasta, escuela que me entrego mis primeros conocimientos de la música y el corno francés, además de enseñarme el valor del trabajo en equipo a través de sus orquestas y bandas. Fue este impulso, y sobre todo el sello que imprime el LEA en cada uno de sus alumnos, el que me motivo a trasladarme al Maule, presentando el examen de ingreso en la Universidad de Talca, comenzando mis estudios profesionales en la carrera de Licenciatura en Música con mención en Corno Francés y Dirección Orquestal, concluyendo esta etapa en 2017, desarrollando la base técnica e interpretativa sobre la cual he sustentado mi carrera como profesor y músico orquestal. Durante mis estudios han sido dos las instancias que me han marcado de manera mas trascendente, en primer lugar mi asistencia al II Encuentro Internacional de Cornos de Chile, ocasión en que junto con trabajar con destacados maestros de Chile y Europa. Un segundo hito se encuentra dado por mi positiva experiencia en eventos educacionales internacionales, como es el caso de mi participación como becario en Atlantic Brass Quintet Seminar (Boston, EE.UU., 2015), ocasión en la que presenté un recital en Fenway Center junto al ensamble Trabun Brass Quintet, en el Festival de Música de Santa Catarina (Jaragua du sol, Brasil, 2017) y Festival Sesc Pelotas (Pelotas, Brasil, 2025) ganando en experiencia y motivación, al tiempo de estrechar mis vínculos con músicos de otros países, cuestión que amplió mi horizonte cultural y sentido de la música desde un punto de vista profesional destacando mi participación como alumno becado en el prestigioso Festival de Campos do Jordao (Sao Paulo, Brasil, 2024). Mi tercer y último hito fue mi selección como estudiante becado de la Alicante Brass Academy donde fui alumno activo por la temporada 2021 – 2022 junto con la Maestra Nury Guarnaschelli (Ex solista de la Orquesta de la Radio de Viena), y Matías Piñeira (Solista de la Filarmónica de Múnich), que fueron una conexión para terminar en una pasantía en Alemania junto al profesor Frederic Kettchaup (Asistente Solista de la Filarmónica de Desdén) y participando como colaborador en las orquestas Berliner Sinfoniker, Potsdam Kammer Orchestra y la Neue Philarmonie en el periodo 2022 – 2023. Mi labor se ha extendido a los campos de la práctica orquestal y la educación artística, la primera de ellas como un colaborador asiduo en la Orquesta Sinfónica de Antofagasta, la Orquesta Sinfónica Municipal de Copiapó, y Orquesta Clásica del Maule, conjuntos que han abierto sus puertas en esta etapa inicial de mi camino profesional. Como profesor trabajé desde el 2018 a 2020 junto a la Orquesta Sinfónica Juvenil de Peñaflor, apoyando el camino musical de quienes podrán ser futuros profesionales el día de mañana. En paralelo, fui integrante de la Compañía Artística Modo Escénico, junto a quienes desarrollo diferentes proyectos de formación, acompañando a estudiantes en su etapa inicial en el mundo de la práctica instrumental. Mi historia musical ha sido breve pero intensa y a culminado en mis trabajos actuales como profesor universitario y miembro fijo de una orquesta profesional.
Ver detallesPaolo Humberto Correa Rosas
Música Sinfónica
Música de Cámara
Descripción
Mis inicios musicales en el norte del país, donde inicie mis estudios como alumno del Liceo Experimental Artístico de Antofagasta, escuela que me entrego mis primeros conocimientos de la música y el corno francés, además de enseñarme el valor del trabajo en equipo a través de sus orquestas y bandas. Fue este impulso, y sobre todo el sello que imprime el LEA en cada uno de sus alumnos, el que me motivo a trasladarme al Maule, presentando el examen de ingreso en la Universidad de Talca, comenzando mis estudios profesionales en la carrera de Licenciatura en Música con mención en Corno Francés y Dirección Orquestal, concluyendo esta etapa en 2017, desarrollando la base técnica e interpretativa sobre la cual he sustentado mi carrera como profesor y músico orquestal. Durante mis estudios han sido dos las instancias que me han marcado de manera mas trascendente, en primer lugar mi asistencia al II Encuentro Internacional de Cornos de Chile, ocasión en que junto con trabajar con destacados maestros de Chile y Europa. Un segundo hito se encuentra dado por mi positiva experiencia en eventos educacionales internacionales, como es el caso de mi participación como becario en Atlantic Brass Quintet Seminar (Boston, EE.UU., 2015), ocasión en la que presenté un recital en Fenway Center junto al ensamble Trabun Brass Quintet, en el Festival de Música de Santa Catarina (Jaragua du sol, Brasil, 2017) y Festival Sesc Pelotas (Pelotas, Brasil, 2025) ganando en experiencia y motivación, al tiempo de estrechar mis vínculos con músicos de otros países, cuestión que amplió mi horizonte cultural y sentido de la música desde un punto de vista profesional destacando mi participación como alumno becado en el prestigioso Festival de Campos do Jordao (Sao Paulo, Brasil, 2024). Mi tercer y último hito fue mi selección como estudiante becado de la Alicante Brass Academy donde fui alumno activo por la temporada 2021 – 2022 junto con la Maestra Nury Guarnaschelli (Ex solista de la Orquesta de la Radio de Viena), y Matías Piñeira (Solista de la Filarmónica de Múnich), que fueron una conexión para terminar en una pasantía en Alemania junto al profesor Frederic Kettchaup (Asistente Solista de la Filarmónica de Desdén) y participando como colaborador en las orquestas Berliner Sinfoniker, Potsdam Kammer Orchestra y la Neue Philarmonie en el periodo 2022 – 2023. Mi labor se ha extendido a los campos de la práctica orquestal y la educación artística, la primera de ellas como un colaborador asiduo en la Orquesta Sinfónica de Antofagasta, la Orquesta Sinfónica Municipal de Copiapó, y Orquesta Clásica del Maule, conjuntos que han abierto sus puertas en esta etapa inicial de mi camino profesional. Como profesor trabajé desde el 2018 a 2020 junto a la Orquesta Sinfónica Juvenil de Peñaflor, apoyando el camino musical de quienes podrán ser futuros profesionales el día de mañana. En paralelo, fui integrante de la Compañía Artística Modo Escénico, junto a quienes desarrollo diferentes proyectos de formación, acompañando a estudiantes en su etapa inicial en el mundo de la práctica instrumental. Mi historia musical ha sido breve pero intensa y a culminado en mis trabajos actuales como profesor universitario y miembro fijo de una orquesta profesional.
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