Catálogo musical

Filtros

Abimael Herrera


Panama

Cantautor

Synthpop & New Romantics

Country Pop & Country Rock

Indie Folk & Freakfolk / New Weird America

Brega / Brega Pop / Tecnobrega

Abimael Herrera es un joven cantante de origen Panameño, que con sus composiciones y melodiosa voz, espera conseguir el gusto de la gente por su música. Nació un 13 de enero de 1994 en el poblado de Sabaneta, distrito de la Pintada provincia de Coclé en Panamá. A los 3 años de edad comienza a dar destellos de su gusto por la música y el canto. A los 7 años, entra a su primer concurso de talentos donde gana el primer lugar con el tema “Canta mi canción”. Fue así como su talento se da a conocer en diferentes partes de su pueblo natal y es invitado a participar en programas de radios locales, actividades culturales y religiosas que lo llevan a lugares más allá de su provincia. Gracias a ello, en 2004 logra ser parte de un concurso a nivel nacional en Panamá, patrocinado por la televisora nacional FETV Canal 5 a la edad de 10 años, coronándose como el gran triunfador de la competencia gracias al tema “MARAVILLA DE AMOR”. Ese mismo año es parte del elenco estelar del TELETÓN de su país. En 2006, con tan solo 12 años lanza su primer disco titulado “Abriendo Caminos”. En 2008 logra concretar otro logro, teniendo un concierto en el Domo de la Universidad Nacional acompañado por los mejores mariachis de Panamá llamados “Corazón de América”. Más tarde, ese mismo año lanza “A quien Iré” disco en el cual incluye covers para niños y un primer tema navideño en inglés titulado “Oh Holy Night”. En 2012 es invitado a participar en la inauguración de los segundos Juegos centroamericanos de las olimpiadas especiales, que tendría cede en Panamá en el estadio ́Romel Fernández ́ ante 15 mil asistentes, para dar la bienvenida a 17 países y siendo transmitido por una cadena televisiva internacional. En 2013 viaja a Guatemala donde prepara su nuevo material discográfico y con el cual durante dos años trabajó para darlo a conocer, para posteriormente regresar a su país para continuar con la promoción de dicho material, no sin antes de realizar por primera vez una exitosa presentación en Tuxtla Gutiérrez, Chiapas, en tierra mexicana. En 2020 trabajó varios proyectos musicales de forma independiente, lanzando 3 sencillos de los que se desprende “Después ”. 2021 ha lanzado hasta la fecha 9 sencillos que completan su segundo Album tiutlado "Veinte Veintiuno"y 3 concierto virtuales junto a La Guarderia San Antonio Maria Claret y la Fundación Carmen Conte Lombardo y trabaja actualmente en su cuarto sencillo para su nuevo disco 2022.

Ver detalles

Teko Porã


Brasil

Banda

MPB

Indie Folk & Freakfolk / New Weird America

Da tradição milenar dos antigos bardos e menestréis aos vagões de metro das grandes cidades; passeando pela filosofia e cosmogonia Indígenas e o resgate da ancestralidade africana; do lirismo da música clássica aos mistérios do Tarô; da denúncia da barbárie colonizadora ao debate do direito à terra para todos os seus filhos; ao direito da própria Terra ser entendida como uma consciência e uma mãe. Eis o mundo do Teko Porã. Formada no fim de 2012, a banda Teko Porã surgiu da união de três músicos que tocavam pelas ruas da cidade de São Paulo. Tocando nos corredores do metro paulista, o trio se dedicava à longas improvisações instrumentais de violão, bandolim e violino. Essa formação original, que durou poucos meses, acabou por compor algumas músicas que seriam gravadas cinco anos depois, no álbum de estréia, “Anamaguaçu¨. Com a chegada de uma vocalista/compositora, o Teko Porã passa a ser um quarteto cancional, e não mais um trio instrumental. Com essa formação gravam um EP em 2014, lançado no Sesc Vila Mariana. Um dos fatos mais marcantes da trajetória da Teko Porã talvez seja o fato de terem vivido de forma coletiva numa mesma casa durante os 7 anos da existência da banda, a Casa Barco, em São Paulo. Praticamente todos os integrantes em suas diversas formações moraram juntos nessa casa, o que fez do Teko Porã não só uma banda, mas uma experiência de vida compartilhada. A Casa Barco também foi palco, durante mais de um ano, de um evento que promovia a cena independente paulistana, com shows intimistas e debates incendiários, o Casa Barco Sessions. Desse contexto também saiu o nome do álbum de estréia, Anamaguaçu (família grande, em tupi antigo). Por conta da instrumentaçāo exótica para os padrões da música popular brasileira, aliada à um robusto repertório autoral, a banda passou a ser convidada a tocar nas principais casas de show e eventos da cena independente paulistana. Casa da Caldeiras, Sesc’s (Vila Mariana, Bertioga, Osasco, Interlagos, Santana), Casa de Francisca, Festival Anhangabablues, Teatro da Rotina, Tucarena, encerramento do TEDx no Allianz Parque, Festival de Inverno de Paranapiacaba, SESI Mauá. Também já se apresentaram em outras cidades, com destaque para o Teatro Guarany (Santos), Festival Nacional da Canção (São Tomé das Letras-MG) e Festival Sesc de Inverno (Petrópolis-RJ). Em janeiro de 2019 foi lançado no Teatro da Galeria Olido, o álbum “Anamaguaçu” é o resultado da confluência artística de várias formações de músicos que passaram pelo Teko Porã. Com uma sonoridade difícil de definir, sendo por excelência um grupo de musica popular que flerta com o erudito e que traz influencias diversas como a música medieval, cigana, música tradicional irlandesa, a canção popular e o folk. Se o som é de acústica suave, o conteúdo se revela impressionantemente denso. No meio do lirismo dos arranjos das cordas, o disco faz um convite à reflexão sobre temas tão complexos como espinhosos. Anamaguaçu vem do Tupi Antigo e significa Família Grande, termo comumente utilizado pelos membros da banda para se referir à larga rede de músicos, artistas, amigos, fãs e familiares que compõem a banda, direta ou indiretamente. Resultado do estudo sobre as origens e o diálogo com as culturas indígenas, principalmente de nossos antepassados Tupis e Guaranis, Anamaguaçu também fala muito sobre a relação familiar que vive uma banda que durante toda sua história criou, tocou, conviveu e habitou o mesmo lugar. Através da arte e da música, o Teko Porã busca o desenvolvimento de si mesmo e a difusão de mensagens de memória, resistência, amor e esperança.

Ver detalles

Unloverr


Brasil

Artista de música electrónica

Trap & Drill

Indie Pop (Twee)

Alternative Rock / Indie Ii

Oi,eu sou Unloverr,multiartista brasileire,produtore e corpa nordestina transvestigênere

Ver detalles

Ernesto Algranati


Argentina

Cantautor

Nuevo Folclor

Folclor Fusión

Músico, autor y compositor. Integrante de Koufequin (banda de música para infancias) Editó 1 disco llamado "juego" como solista

Ver detalles

RAIA: Planeta Campaniça


Portugal

Cantautor

Folclor Fusión

RAIA é o projeto-síntese de António Bexiga que percorre as sonoridades da viola campaniça*, nas suas fronteiras acústica e elétrica, analógica e digital, tradicional e experimental, ensaiada e instantânea. Uma viagem sonora pelas latitudes da viola campaniça, entre a tradição e a experimentação, com demora obrigatória nas linhas de fronteira da música, do instrumento e da pele. *A viola campaniça é uma das violas de arame portuguesas. Campaniça quer dizer ‘do campo’, das áreas rurais mas também da região campaniça (sul de Portugal, Alentejo). Normalmente tem 5 cordas duplas (pode ter 12 cordas, sendo que 2 são triplas) e é tradicionalmente usada para acompanhar o cante típico da região Alentejo e ainda para tocar temas para baile. Este instrumento quase desapareceu nos anos 80 do Séc. XX, os [poucos] tocadores que existiam nessa altura eram idosos. Foi já no início dos anos 1990 que se deu uma grande ação de divulgação no Baixo Alentejo que permitiu formar novos tocadores ao longo dos anos. Hoje, felizmente, já há muitos músicos que tocam a viola como primeiro e único instrumento. https://raiaplanetacampanica.wixsite.com/meusite/ maildaraia@gmail.com www.facebook.com/projeto.RAIA https://soundcloud.com/user-471467175 WhatsApp +351 962 349 762

Ver detalles

Nuno Peixoto de Pinho


Portugal

Compositor

Contemporánea

Música Sinfónica

Fado

Folclor

Soundtrack

Initiated his musical studies by the age of 18, at the Music Academy of São João da Madeira, where, in 2002, he completed the classic guitar and, also, the analysis and composition techniques studies with the composer Ângela Lopes. In 2003, he entered the Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (E.S.M.A.E.), in Oporto, where he initiated his degree in Composition. Since then, in the area of composition, he worked with renowned composers such as Cândido Lima, Fernando Lapa, Dimitris Andrikopoulos, Carlos Guedes, Eugénio Amorim and Erik Oña. Recently, he had two of his works, about Santa Maria’s folk music, edited on album and performed by the Chamber Choir of São João da Madeira. In 2009, his work for orchestra, “This is not a poem”, won the 4th International Composition Competition of Póvoa de Varzim. Works such as “Ysin” and “Na Viagem de um Livro…” for orchestra, “itys prieridae” concert for tuba and orchestra, “Croquis d´un Jour” for ensemble and “Non riesco a cantare le sue parole” for flute and electronics, stand out within his repertoire. Currently, he is a member of Factor E at Casa da Música, teaches at Music Academy of Espinho and the Portuguese Catholic University (U.C.P.) and also collaborates at E.S.M.A.E. As a PhD student at U.C.P., he is developing research in Computer Music – “Processos de criação e reutilização musical a partir da obra de Jorge Peixinho (1940 – 1995)“, under the orientation of Erik Oña and Sofia Lourenço.

Ver detalles

Mar Alzamora


Panama

Sonora

Contemporánea

Música de Cámara

Soundtrack

Músico, artista sonora, escritora y gestora cultural. Co fundadora y contrabajista del grupo de cámara Paisaxe desde 2008 y también co fundadora del Festival de Artes Electrónicas ArtTIC. Su investigación artística se basa en la exploración multisensorial de las ciudades a través de caminatas sonoras. Escritora bajo el sello El Duende Gramático con su libro “El día que no tuvo noche”; su trabajo poético se puede encontrar en antologías y revistas a nivel mundial. Co-organizadora del Festival Internacional de Poesía Ars Amandi, también ha servido como coordinadora y asesora cultural para múltiples instituciones. Actualmente, colabora con el Atelier Cultural con los #AtelierTalks, con la plataforma de Música Experimental Latinoamericana (MUSEXPLAT) en la cual escribe sobre las nuevas producciones musicales innovadoras en Latinoamérica y cursa actualmente la Maestría en Artes Contemporáneas en la Simon Fraser University (Vancouver, Canadá). Visita su website: www.maralzamora.net y en Spotify SONICA PTY. * Proyectos musicales 2008 – presente Paisaxe Ensemble 2021 Small File Media Festival. Video arte: Interstitial. Vancouver, Canadá 2021 Performer Composer Residency (Westben, Ontario, Canadá) 2021 Première y colaboración en la mini ópera Green Alter Egos. New York 2020 Voces en Acción – Tiempos de Crisis (Casa Santana, Panamá) 2018 Ibermúsica. Residencia “Guitarra Muda – Compositor: Pablo Chin Panamá 2018 Enclave Festival. Poesía sonora México, DF 2018 In Motion: Performance and Unsettling Borders Northwestern University 2018 Panama Jazz Festival – Programa de Música Clásica Ciudad del Saber 2017 III Encuentro sobre estudios sonoros "Sonido y ciudad” U. De Costa Rica 2016 Festival Performance Al Cubo Buenos Aires, Argentina 2016 X Bienal Centroamericana. X Sonora Panamá/Costa Rica 2015 Summer Writing Program. Jack Kerouac Disembodied Poetics School 2015 Festival Internacional de Poesía de Puerto Rico Puerto Rico 2014 Proyecto Carrizo- Méndez. Ateneo, Ciudad del Saber 2013/2015 Festival de Música Contemporánea MusicArte Ciudad de Panamá 2012/2013 Encuentro de Experimentación Sonora y Electroacústica . UCR Producción sonora 2019 EP Poesía sonora

Ver detalles

Antonio Macalão


Brasil

Compositor

Samba

Antonio Macalão, músico gaúcho, percussionista, É graduado em licenciatura em Música desde 2011, pela faculdade IPA Metodista do sul. Morando no Rio de Janeiro desde 2013, quando veio estudar com grandes mestres da nossa música como: Marcos Suzano, Itiberê Zwarg, Fabiano Salek, Gabriel Policarpo, Joás Santos, Alexandre Garnizé, entre outros. Percussionista desde 2006, integra a banda porto alegrense Família Sarará. Na cidade maravilhosa já atuou nos blocos Tambor Carioca, Empolga às 9, Exagerado, Amigos da Onça, Tambores de Olokun, e atualmente Batuquebato e Sobe Repique. No Batuquebato exerce a função de monitor de Repique, sob orientação do maestro Gabriel Policarpo. No coletivo Sobe Repique, juntamente com dois colegas, parceiros, ministram aulas do instrumento Repique. Ensinando diferentes ritmos, técnicas, possibilidades sonoras, criações e estudos que se aperfeiçoe o tocar daqueles que já tocam, quanto, estudos e práticas voltado para alunos iniciantes. Nos anos de 2014 e 2016 fez parte da Fiel Bateria da G.R.E.S São Clemente, tocando Caixa, Mestre Caliquinho. Em 2016 participou a convite do Mestre Felipe Bruno, do naipe de repiques da GRES Sabiá, de Niterói, Bateria Puro Show de Batuque. Desde 2018 integra a Bateria Furiosa da GRES Acadêmicos do Salgueiro, tocando Repique, Mestres Guilherme e Gustavo. Desde 2013 atua como professor de percussão e iniciação musical no projeto Aprendiz, de Niterói, aulas de música nas escola do município. Ministra aulas de percussão popular on-line.

Ver detalles

Mariano Parrilla


Argentina

Compositor

Nuevo Folclor

Folclor

https://www.youtube.com/channel/UCRteDkeLhHN0xIxMQKny2SA

Ver detalles

Elisa Rangel Hill


Brasil

Solista

Solistas

Música de Cámara

Clarinetista venezuelana formada no "El Sistema", iniciou seus estudos musicais no Núcleo San Cristóbal (Estado Táchira), na Orquestra Sinfónica Infantil e posteriormente Orquestra Sinfónica Juvenil "Luis Gilberto Mendoza" e Orquestra Sinfónica Simón Bolívar del Táchira, sempre como chefe de naipe. Em 2009, o Conselho Legislativo do Estado Táchira concedeu o diploma de Reconhecimento por sua Labor em Benefício da Música no Estado. No período de 2008 – 2015, mudou-se para Caracas onde continuou seus estudos no Conservatório de Música Simón Bolívar e posteriormente ingressou na Universidade Nacional Experimental das Artes (UNEARTE), onde recebeu o diploma de Bacharel em Música Clarinete Solista Sinfônico. Nesse mesmo período, realizou estudos na Academia Latinoamericana de Clarinetes e fez várias turnês em América Latina e Europa como clarinetista e claronista. Em 2016 mudou-se para o Brasil e ingressou no programa NEOJIBA como chefe de naipe da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia. Durante seu tempo no Brasil, tem participado dos festivais: I Encontro Feminino de Clarinetistas UFBA 2019 (produção artística e estreando obras dentro do encontro), SESC – Pelotas (2020), FemiClariDF (2020) FIMUCA (2020), e AlianzaClar&Sax (América Latina, 2021). No âmbito popular, tem feito colaborações em concertos e gravações com grandes artistas baianos como Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Gilberto Gil e Mateus Aleluia. Atualmente é coordenadora e maestrina no núcleo CESA do programa NEOJIBA e Claronista convidada da Orquestra Sinfónica da Bahia (OSBA).

Ver detalles