
Cabro Chilco
Cabro Chilco es un proyecto solista que se basa en la experimentación musical en distintos géneros, mezclando todas las experiencias que he tenido en el ámbito musical. Comencé con la guitarra en la adolescencia, y prontamente conformé mi primera banda, en el colegio. Durante los años siguientes, y hasta hace un par de años, participé de otra banda y luego conformé una con un grupo de amigos. Esta banda se llamaba Goliadkins. Con ella tocamos en vivo a través de Santiago y localidades aledañas, y grabamos un disco. Después de esa experiencia comencé a grabar mis proyectos propios; primero con un productor y finalmente en mi propio estudio artesanal, casero y autogestionado. En este momento estoy editando mi primer disco.
Ver detallesCabro Chilco
Fusion / Jazz Rock
Post-Rock
Electroacoustic Music
Descripción
Cabro Chilco es un proyecto solista que se basa en la experimentación musical en distintos géneros, mezclando todas las experiencias que he tenido en el ámbito musical. Comencé con la guitarra en la adolescencia, y prontamente conformé mi primera banda, en el colegio. Durante los años siguientes, y hasta hace un par de años, participé de otra banda y luego conformé una con un grupo de amigos. Esta banda se llamaba Goliadkins. Con ella tocamos en vivo a través de Santiago y localidades aledañas, y grabamos un disco. Después de esa experiencia comencé a grabar mis proyectos propios; primero con un productor y finalmente en mi propio estudio artesanal, casero y autogestionado. En este momento estoy editando mi primer disco.

Sete Lágrimas ECMC
Fundado em Lisboa, em 1999, por Filipe Faria e Sérgio Peixoto, Sete Lágrimas assume o nome da inovadora colecção de danças do compositor renascentista John Dowland (1563-1626) publicadas por John Windet em 1604 quando o compositor era alaudista de Cristiano IV da Dinamarca (1577-1648). Profundamente dedicados aos diálogos da Música Antiga com a contemporaneidade – bem como da música erudita com as tradições seculares –, Sete Lágrimas juntam músicos de diferentes horizontes musicais em torno de projectos conceptuais animados tanto por profundas investigações musicológicas como por processos de inovação, irreverência e criatividade em torno dos sons, instrumentário e memórias da Música Antiga. Nestes projectos são identificáveis os diálogos entre a música erudita e a popular, entre a Música Antiga e a contemporânea e entre a secular diáspora portuguesa dos Descobrimentos e o eixo latino mediterrânico convertidos em som através da fiel interpretação dos cânones performativos da Música Antiga como de uma aproximação a elementos definidores da música tradicional ou do jazz. Desde a sua fundação, o grupo desenvolve uma intensa actividade concertística de centenas de concertos em treze países da Europa e Ásia, de onde se destacam: Portugal (Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Festival Terras sem Sombra [como ensemble residente], Encontros de Música Antiga de Loulé, Festival de São Roque, Festival das Artes de Coimbra, Festival dos Capuchos, Festival Internacional de Música da Madeira, Festival Internacional de Música dos Açores, Festival Fora do Lugar, Festival de Leiria, Festival de Almada, Memórias Musicais de um Palácio (Sintra), Festival Todos, Festival Internacional de Música de Espinho, Fundação Oriente, Festival Artes à Vila, Quartel das Artes, Teatro Viriato…), Bulgária (Zora Dramatic Theatre/Sliven), Itália (Ravenna, Festival Internazionale W. A. Mozart a Rovereto), Malta (BirguFest), Espanha (Festival de Música Antigua de Gijón, Festival de Música Antigua de Úbeda y Baeza, Museo Nacional de Valladolid, Fundación Juan March/Madrid, Villaviciosa, Abvlensis Festival Internacional de Musica, Teatro Zorilla/Valladolid…), China (Macao Internacional Music Festival), Suécia (Stockholm Early Music Festival), França (Festival Baroque de Sablé, Opéra de Lille…), Bélgica (Gent Festival van Vlaanderen, Flemish Opera/Gent, Bozar/Bruxelles, Music Center DeBijloke/Gent…), Noruega (Stavanger Konzerthus), República Checa (Prague Early Music Festival), Luxemburgo (Philharmonie Luxembourg/Salle de Musique de Chambre/Grand Auditorium), Alemanha (Grosse Saal/Elbphilharmonie Laeiszhalle Hamburg). Sete Lágrimas chama, regularmente, aos seus projectos, músicos convidados das áreas da Música Antiga como María Cristina Kiehr (Argentina), Zsuzsi Tóth (Hungria) ou Ana Quintans (Portugal) e da música tradicional, jazz e do mundo como Mayra Andrade (Cabo Verde), António Zambujo (Portugal) Adufeiras de Monsanto (Portugal), Tainá (Brasil), Carolina Deslandes (Portugal) ou Ana Moura (Portugal). No contexto dos projectos de diálogo entre a Música Antiga e a contemporânea – New Early Music Series – Kleine Musik MU0102/2008, Silêncio MU0106/2009 e Vento MU0108/2010 –, Sete Lágrimas estreia obras, especialmente dedicadas ao consort, dos compositores Ivan Moody (Inglaterra), João Madureira (Portugal), Andrew Smith (Inglaterra/Noruega) e Christopher Bochmann (Inglaterra). Em 2011 Sete Lágrimas apresentou, em estreia mundial, no Festival das Artes de Coimbra, a encomenda da obra Lamento ao escritor José Luís Peixoto, vencedor do Prémio Literário José Saramago, e ao compositor João Madureira. Em Portugal como no estrangeiro, as temporadas de concertos e a sua extensa discografia é elogiada pela crítica e pelo público. Os seus treze títulos – Lachrimæ #1 MU0101/2007, Kleine Musik MU0102/2008, Diaspora.pt: Diáspora, vol.1 MU0103/ 2008, Silêncio MU0106/2009, Pedra Irregular MU0107/2010, Vento MU0108/2010, Terra: Diáspora, vol.2 MU0110/2011, En tus brazos una noche MU0109/2012, Península: Diáspora. vol.3 MU011/2013, Cantiga MU0113/2014, Missa Mínima MU0116/2016, o poema gráfico com texto e ilustrações de Filipe Faria e música de Sete Lágrimas Um dia normal MU0116/2015 e Twentie Yeares in Seaven Teares MU0120/2021, livro comemorativo do 20º aniversário do consort com um CD Best of com dois vilancicos inéditos – recebem, frequentemente, o número máximo de estrelas (5 em 5), Escolha do Editor, Melhor do Ano, etc, nos principais jornais, rádios e revistas de Portugal. Internacionalmente destacam-se as críticas discográficas e de concerto na International Record Review, Doce Notas, Aftonbladet, Novinky, Opera PLUS, Svenska Dagbladet, Lute News, Goldberg, etc.. Em 2008, 2011 e 2012 os três títulos do projecto Diáspora atingem o primeiro lugar do TOP de vendas das lojas FNAC. Em 2010, “Diaspora.pt” foi eleito, no “Guia da Música Clássica” da mesma cadeia de lojas, como “Discografia Essencial”, e a carreira do Sete Lágrimas destacada na publicação “Alma Lusitana” (FNAC). Em 2011/2012 Sete Lágrimas é convidado para assumir o estatuto de Ensemble Associado da Temporada do Centro Cultural de Belém (CCB/Lisboa) tendo apresentado o “Tríptico da Terra” em três concertos esgotados. A convite da rádio clássica RDP Antena 2 Sete Lágrimas foi, em 2014, o representante português no projecto europeu da UER/EBU Union Européenne de Radio-Télévision – EURORADIO Christmas Folk Music Project – emitido em 30 rádios de 28 países como a BBC Radio 3 ou a France Musique. A sua discografia integra regularmente as playlists das rádios clássicas de vários países europeus como Espanha (RNE Rádio Clásica), Inglaterra (BBC Radio 3), República Checa (Ceský Rozhlas/Czech National Radio), Portugal (Antena 2/TSF/Antena 1…)… A Temporada 2018/2019 iniciou-se com o projecto de criação “Les Explorateurs”, a convite da Philharmonie Luxembourg e do Director Artístico, Pascal Sticklies, com 18 récitas esgotadas em Setembro/Outubro de 2018, com a produtora Aline Bourguignon (França), o encenador e dramaturgo Benjamin Prins (França), a assistente de direcção e dramaturga Pénélope Driant (França), a cenógrafa e figurinista Nina Ball (Áustria), o actor e bailarino Jan Bastel (Alemanha) e o bailarino Nestor Kouame Dit Solvis (Costa do Marfim). Em Setembro do mesmo ano Sete Lágrimas apresentou-se no Grande Auditório da Philharmonie Luxembourg num concerto integrado no Festival Atlântico. Na Temporada 2019/20 Sete Lágrimas apresentou-se, entre outros, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, Festival Fora do Lugar, Festival de S. Roque, Festival Artes à Vila, Festival Cistermúsica (Alcobaça) ou na Sala Suggia da Casa da Música (Porto). Em 2019 desenvolveu a criação e apresentação pública, em 15 récitas – esgotadas –, do Episódio 2 de “Les Explorateurs” – La Princesse Mystérieuse – a convite da Philharmonie Luxembourg com o encenador e dramaturgo Benjamin Prins (França), a assistente de direcção e dramaturga Pénélope Driant (França), a cenógrafa e figurinista Nina Ball (Áustria), o actor e bailarino Jan Bastel (Alemanha), a coreógrafa Sabine Novel (França), a bailarina Winnie Dias (Brasil) e o actor Alexandre Martin-Varoy (França). Na Temporada 2020/21 regressa, depois do sucesso de 2018 e 2019, à Philharmonie Luxembourg para o Episódio 3 da “Trilogie Sete Lágrimas” com a mesma equipa artística liderada pelo encenador Benjamin Prins (França). Apresenta-se, entre outros, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian – com o Coro Gulbenkian como convidado – ou na Grosse Saal da Elbphilharmonie Laeiszhalle Hamburg (Alemanha). No contexto das comemorações dos 20 anos de carreira a Arte das Musas edita o livro Twentie Yeares in Seaven Teares – Vinte Anos em Sete Lágrimas: Os primeiros vinte anos de Sete Lágrimas ECMC –, que inclui um CD best-of da discografia completa do consort. Sete Lágrimas conta com o apoio do Ministério da Cultura (Governo de Portugal) e da Direcção-Geral das Artes, desde 2003, e do Município de Idanha-a-Nova – UNESCO Creative City of Music, desde 2012. É representado e editado pela Arte das Musas.
Ver detallesSete Lágrimas ECMC
Renacentista
Música de Cámara
Descripción
Fundado em Lisboa, em 1999, por Filipe Faria e Sérgio Peixoto, Sete Lágrimas assume o nome da inovadora colecção de danças do compositor renascentista John Dowland (1563-1626) publicadas por John Windet em 1604 quando o compositor era alaudista de Cristiano IV da Dinamarca (1577-1648). Profundamente dedicados aos diálogos da Música Antiga com a contemporaneidade – bem como da música erudita com as tradições seculares –, Sete Lágrimas juntam músicos de diferentes horizontes musicais em torno de projectos conceptuais animados tanto por profundas investigações musicológicas como por processos de inovação, irreverência e criatividade em torno dos sons, instrumentário e memórias da Música Antiga. Nestes projectos são identificáveis os diálogos entre a música erudita e a popular, entre a Música Antiga e a contemporânea e entre a secular diáspora portuguesa dos Descobrimentos e o eixo latino mediterrânico convertidos em som através da fiel interpretação dos cânones performativos da Música Antiga como de uma aproximação a elementos definidores da música tradicional ou do jazz. Desde a sua fundação, o grupo desenvolve uma intensa actividade concertística de centenas de concertos em treze países da Europa e Ásia, de onde se destacam: Portugal (Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Festival Terras sem Sombra [como ensemble residente], Encontros de Música Antiga de Loulé, Festival de São Roque, Festival das Artes de Coimbra, Festival dos Capuchos, Festival Internacional de Música da Madeira, Festival Internacional de Música dos Açores, Festival Fora do Lugar, Festival de Leiria, Festival de Almada, Memórias Musicais de um Palácio (Sintra), Festival Todos, Festival Internacional de Música de Espinho, Fundação Oriente, Festival Artes à Vila, Quartel das Artes, Teatro Viriato…), Bulgária (Zora Dramatic Theatre/Sliven), Itália (Ravenna, Festival Internazionale W. A. Mozart a Rovereto), Malta (BirguFest), Espanha (Festival de Música Antigua de Gijón, Festival de Música Antigua de Úbeda y Baeza, Museo Nacional de Valladolid, Fundación Juan March/Madrid, Villaviciosa, Abvlensis Festival Internacional de Musica, Teatro Zorilla/Valladolid…), China (Macao Internacional Music Festival), Suécia (Stockholm Early Music Festival), França (Festival Baroque de Sablé, Opéra de Lille…), Bélgica (Gent Festival van Vlaanderen, Flemish Opera/Gent, Bozar/Bruxelles, Music Center DeBijloke/Gent…), Noruega (Stavanger Konzerthus), República Checa (Prague Early Music Festival), Luxemburgo (Philharmonie Luxembourg/Salle de Musique de Chambre/Grand Auditorium), Alemanha (Grosse Saal/Elbphilharmonie Laeiszhalle Hamburg). Sete Lágrimas chama, regularmente, aos seus projectos, músicos convidados das áreas da Música Antiga como María Cristina Kiehr (Argentina), Zsuzsi Tóth (Hungria) ou Ana Quintans (Portugal) e da música tradicional, jazz e do mundo como Mayra Andrade (Cabo Verde), António Zambujo (Portugal) Adufeiras de Monsanto (Portugal), Tainá (Brasil), Carolina Deslandes (Portugal) ou Ana Moura (Portugal). No contexto dos projectos de diálogo entre a Música Antiga e a contemporânea – New Early Music Series – Kleine Musik MU0102/2008, Silêncio MU0106/2009 e Vento MU0108/2010 –, Sete Lágrimas estreia obras, especialmente dedicadas ao consort, dos compositores Ivan Moody (Inglaterra), João Madureira (Portugal), Andrew Smith (Inglaterra/Noruega) e Christopher Bochmann (Inglaterra). Em 2011 Sete Lágrimas apresentou, em estreia mundial, no Festival das Artes de Coimbra, a encomenda da obra Lamento ao escritor José Luís Peixoto, vencedor do Prémio Literário José Saramago, e ao compositor João Madureira. Em Portugal como no estrangeiro, as temporadas de concertos e a sua extensa discografia é elogiada pela crítica e pelo público. Os seus treze títulos – Lachrimæ #1 MU0101/2007, Kleine Musik MU0102/2008, Diaspora.pt: Diáspora, vol.1 MU0103/ 2008, Silêncio MU0106/2009, Pedra Irregular MU0107/2010, Vento MU0108/2010, Terra: Diáspora, vol.2 MU0110/2011, En tus brazos una noche MU0109/2012, Península: Diáspora. vol.3 MU011/2013, Cantiga MU0113/2014, Missa Mínima MU0116/2016, o poema gráfico com texto e ilustrações de Filipe Faria e música de Sete Lágrimas Um dia normal MU0116/2015 e Twentie Yeares in Seaven Teares MU0120/2021, livro comemorativo do 20º aniversário do consort com um CD Best of com dois vilancicos inéditos – recebem, frequentemente, o número máximo de estrelas (5 em 5), Escolha do Editor, Melhor do Ano, etc, nos principais jornais, rádios e revistas de Portugal. Internacionalmente destacam-se as críticas discográficas e de concerto na International Record Review, Doce Notas, Aftonbladet, Novinky, Opera PLUS, Svenska Dagbladet, Lute News, Goldberg, etc.. Em 2008, 2011 e 2012 os três títulos do projecto Diáspora atingem o primeiro lugar do TOP de vendas das lojas FNAC. Em 2010, “Diaspora.pt” foi eleito, no “Guia da Música Clássica” da mesma cadeia de lojas, como “Discografia Essencial”, e a carreira do Sete Lágrimas destacada na publicação “Alma Lusitana” (FNAC). Em 2011/2012 Sete Lágrimas é convidado para assumir o estatuto de Ensemble Associado da Temporada do Centro Cultural de Belém (CCB/Lisboa) tendo apresentado o “Tríptico da Terra” em três concertos esgotados. A convite da rádio clássica RDP Antena 2 Sete Lágrimas foi, em 2014, o representante português no projecto europeu da UER/EBU Union Européenne de Radio-Télévision – EURORADIO Christmas Folk Music Project – emitido em 30 rádios de 28 países como a BBC Radio 3 ou a France Musique. A sua discografia integra regularmente as playlists das rádios clássicas de vários países europeus como Espanha (RNE Rádio Clásica), Inglaterra (BBC Radio 3), República Checa (Ceský Rozhlas/Czech National Radio), Portugal (Antena 2/TSF/Antena 1…)… A Temporada 2018/2019 iniciou-se com o projecto de criação “Les Explorateurs”, a convite da Philharmonie Luxembourg e do Director Artístico, Pascal Sticklies, com 18 récitas esgotadas em Setembro/Outubro de 2018, com a produtora Aline Bourguignon (França), o encenador e dramaturgo Benjamin Prins (França), a assistente de direcção e dramaturga Pénélope Driant (França), a cenógrafa e figurinista Nina Ball (Áustria), o actor e bailarino Jan Bastel (Alemanha) e o bailarino Nestor Kouame Dit Solvis (Costa do Marfim). Em Setembro do mesmo ano Sete Lágrimas apresentou-se no Grande Auditório da Philharmonie Luxembourg num concerto integrado no Festival Atlântico. Na Temporada 2019/20 Sete Lágrimas apresentou-se, entre outros, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, Festival Fora do Lugar, Festival de S. Roque, Festival Artes à Vila, Festival Cistermúsica (Alcobaça) ou na Sala Suggia da Casa da Música (Porto). Em 2019 desenvolveu a criação e apresentação pública, em 15 récitas – esgotadas –, do Episódio 2 de “Les Explorateurs” – La Princesse Mystérieuse – a convite da Philharmonie Luxembourg com o encenador e dramaturgo Benjamin Prins (França), a assistente de direcção e dramaturga Pénélope Driant (França), a cenógrafa e figurinista Nina Ball (Áustria), o actor e bailarino Jan Bastel (Alemanha), a coreógrafa Sabine Novel (França), a bailarina Winnie Dias (Brasil) e o actor Alexandre Martin-Varoy (França). Na Temporada 2020/21 regressa, depois do sucesso de 2018 e 2019, à Philharmonie Luxembourg para o Episódio 3 da “Trilogie Sete Lágrimas” com a mesma equipa artística liderada pelo encenador Benjamin Prins (França). Apresenta-se, entre outros, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian – com o Coro Gulbenkian como convidado – ou na Grosse Saal da Elbphilharmonie Laeiszhalle Hamburg (Alemanha). No contexto das comemorações dos 20 anos de carreira a Arte das Musas edita o livro Twentie Yeares in Seaven Teares – Vinte Anos em Sete Lágrimas: Os primeiros vinte anos de Sete Lágrimas ECMC –, que inclui um CD best-of da discografia completa do consort. Sete Lágrimas conta com o apoio do Ministério da Cultura (Governo de Portugal) e da Direcção-Geral das Artes, desde 2003, e do Município de Idanha-a-Nova – UNESCO Creative City of Music, desde 2012. É representado e editado pela Arte das Musas.
Música

Fatel
Nascido em Feira de Santana-BA, em 1997, Fatel finca suas raízes em Juazeiro, BA aos três anos de idade, onde foi criado e também criou sua poesia. O artista toca violão e escreve desde os 12 anos de idade. Possui 2 EPs e 1 disco lançados. Além disso, está prestes a lançar seu primeiro livro de poesias. Fatel já foi premiado em 2º lugar no Festival Nacional Edésio Santos da Canção, teve uma canção selecionada entre 50 músicas do Festival da Educadora FM. Além de participar de alguns festivais online nos últimos meses.
Ver detallesFatel
MPB
Samba
Descripción
Nascido em Feira de Santana-BA, em 1997, Fatel finca suas raízes em Juazeiro, BA aos três anos de idade, onde foi criado e também criou sua poesia. O artista toca violão e escreve desde os 12 anos de idade. Possui 2 EPs e 1 disco lançados. Além disso, está prestes a lançar seu primeiro livro de poesias. Fatel já foi premiado em 2º lugar no Festival Nacional Edésio Santos da Canção, teve uma canção selecionada entre 50 músicas do Festival da Educadora FM. Além de participar de alguns festivais online nos últimos meses.

Moa Vênus
Louise Faislon, nomeada pelas ruas de Moa vênus, está na ativa desde 2017, entregando letras contudentes e versatilidade. Passeando pelo hip-hop, reggae, rock, teve sua base musical iniciada em rodas de capoeira que aconteciam no quintal de sua casa, já que é filha dessa terra Bahia, onde foi nascida e criada. As atípicas histórias de sua vida a fazem ser criadora de uma poesia única, sensível e forte. Artista underground, que em meio às dificuldades de ser independente, deu a luz a diversos trabalhos já lançados, como o EP Aborto, disponível no YouTube e Spotify. O EP tem seis faixas e é o primeiro de uma projeto que está em andamento: a trilogia "Parto | Aborto | Criação", São tão viscerais quanto os títulos sugerem, e abordam as temáticas vividas por este corpo de mulher preta, bissexual e nordestina que Moa veste e luta para manter de pé todos os dias.
Ver detallesMoa Vênus
Old Skool Rap Pioneers
Urban Breaks (Nu R&B Ii)
Dub
Descripción
Louise Faislon, nomeada pelas ruas de Moa vênus, está na ativa desde 2017, entregando letras contudentes e versatilidade. Passeando pelo hip-hop, reggae, rock, teve sua base musical iniciada em rodas de capoeira que aconteciam no quintal de sua casa, já que é filha dessa terra Bahia, onde foi nascida e criada. As atípicas histórias de sua vida a fazem ser criadora de uma poesia única, sensível e forte. Artista underground, que em meio às dificuldades de ser independente, deu a luz a diversos trabalhos já lançados, como o EP Aborto, disponível no YouTube e Spotify. O EP tem seis faixas e é o primeiro de uma projeto que está em andamento: a trilogia "Parto | Aborto | Criação", São tão viscerais quanto os títulos sugerem, e abordam as temáticas vividas por este corpo de mulher preta, bissexual e nordestina que Moa veste e luta para manter de pé todos os dias.
Música

Ghostin
Entre mis primeras aproximaciones al arte, es justo mencionar el arte de la magia y la prestidigitación. El hobbie pasó a ser un oficio cuando aprendí de la mano del notable mago chileno Juan Esteban Varela, quien me asesoró durante la preparación de mi rutina de magia close-up, merecedora del premio al tercer lugar en magia juvenil en el campeonato de las federaciones lationamericanas de sociedades mágicas (FLASOMA). Mi relación con la cultura y las artes comienza de manera más objetiva a los catorce años cuando actué por primera vez en lo que fue una premiada cinta llamada "La Nana", la cual me brindó un premio por mejor actor secundario en los Pedro Sienna, siendo también premiada alrededor del mundo y nominada a los globos de oro. Desde ahí comencé una vasta carrera con el mundo audiovisual, actuando en más de diez películas, además de series, videoclips, etc. A los 18 años comencé a componer música de manera autodidacta. Al poco tiempo decidí estudiar actuación en "The Lee Strasberg Institute" en la ciudad de Nueva York. Viví dos años allá estudiando y trabajando en largometrajes y tocatas. Desde mi llegada a Santiago, realizé varios EP’, el último de ellos titulado "Fantasia", proyecto inspirado por el ragtime y el folk americano instrumetal, con el cual fui seleccionado para telonear al connotado artista americano Ben Harper en el auditorio Parco Dellamusica en Roma. Desde entonces, he transicionado a la música electrónica produciendo temas influenciados por el "cloud rap" lo cual me derivó en llevar a cabo un proyecto pop más ambicioso con el respaldo de uno de los más prolijos productores de Chile: Cristián Heyne. Mis fortalezas en el ámbito de mi intereses artísticos son, en el mundo actoral, tener una máxima preocupación por la credibilidad en pantalla, y en la música, la versatildad como multi-instrumentista y un efectivo manejo en la fusión de diversos géneros por los cuales he experimentado: desde el folclóre americano en mis inicios, explorando en el camino la producción del dancehall, rap y cloud rap, hasta un pop alternativo que hoy en día cultivo con fuerza.
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Electropop
Indie Pop (Twee)
Descripción
Entre mis primeras aproximaciones al arte, es justo mencionar el arte de la magia y la prestidigitación. El hobbie pasó a ser un oficio cuando aprendí de la mano del notable mago chileno Juan Esteban Varela, quien me asesoró durante la preparación de mi rutina de magia close-up, merecedora del premio al tercer lugar en magia juvenil en el campeonato de las federaciones lationamericanas de sociedades mágicas (FLASOMA). Mi relación con la cultura y las artes comienza de manera más objetiva a los catorce años cuando actué por primera vez en lo que fue una premiada cinta llamada "La Nana", la cual me brindó un premio por mejor actor secundario en los Pedro Sienna, siendo también premiada alrededor del mundo y nominada a los globos de oro. Desde ahí comencé una vasta carrera con el mundo audiovisual, actuando en más de diez películas, además de series, videoclips, etc. A los 18 años comencé a componer música de manera autodidacta. Al poco tiempo decidí estudiar actuación en "The Lee Strasberg Institute" en la ciudad de Nueva York. Viví dos años allá estudiando y trabajando en largometrajes y tocatas. Desde mi llegada a Santiago, realizé varios EP’, el último de ellos titulado "Fantasia", proyecto inspirado por el ragtime y el folk americano instrumetal, con el cual fui seleccionado para telonear al connotado artista americano Ben Harper en el auditorio Parco Dellamusica en Roma. Desde entonces, he transicionado a la música electrónica produciendo temas influenciados por el "cloud rap" lo cual me derivó en llevar a cabo un proyecto pop más ambicioso con el respaldo de uno de los más prolijos productores de Chile: Cristián Heyne. Mis fortalezas en el ámbito de mi intereses artísticos son, en el mundo actoral, tener una máxima preocupación por la credibilidad en pantalla, y en la música, la versatildad como multi-instrumentista y un efectivo manejo en la fusión de diversos géneros por los cuales he experimentado: desde el folclóre americano en mis inicios, explorando en el camino la producción del dancehall, rap y cloud rap, hasta un pop alternativo que hoy en día cultivo con fuerza.
Música

Marina Izu
Marina música de Buenos Aires Argentina, es guitarrista, compositora y cantante. Actualmente acaba de lanzar su nuevo sencillo "El trompo" con el que anticipa la llegada de su próximo disco (el primero de larga duración) Mundo galáctico a lanzarse en el 2021. El trompo, fue compuesta e interpretada por Marina y la grabó y produjo Fernando Nuñez Izu. Cuenta con la participación en coros de Bárbara Lopardo y el piano eléctrico de Rodrigo Soler. Durante el 2020 Marina lanzó dos simples, en agosto "algo suceda" una canción compuesta en tiempos de cuarentena y grabada por ella, esta fue seleccionada para formar parte de la bitácora digital “cuarentenoteca.com.ar”, y en febrero "elemento" producida por Fernando. A estos simples, que no son parte de discos, los llama satélites. En el 2018 lanza su segundo EP llamado "mundo amante" el cual fue compuesto durante su estadía en Barcelona y Pamplona, el mismo fue grabado interpretado y producido en su totalidad por Marina y luego en Argentina la ayudó Fernando con algunas cosas. En este incluye su único cover hasta el momento y es una canción tradicional japonesa que le mostraron y ella se hizo fan y como no tenía donde escucharla hizo su propia versión, esta se llama "sakura sakura". En enero de ese año publicó su primer EP llamado "mundo tierra" que fue producido por Lucy Patané. Desde ese momento Marina se encuentra presentando su música en distintos lugares de la escena musical de Buenos Aires. En paralelo a su carrera solista, Marina es parte del proyecto "Galán y las tortas de fuego", también fue parte de Las creme brulee como guitarrista y tecladista de su banda y formó el proyecto All inclusive que tiene un simple publicado hasta el momento. Previo a su carrera solista fundó el dúo Limonas con el cual publicaron un EP que se publicó en todas las plataformas digitales y también formato físico gracias a un subsidio otorgado por el INAMU (instituto nacional de la música)
Ver detallesMarina Izu
(Early) Pop Rock & Power Pop
Dream Pop & Shoegaze
Descripción
Marina música de Buenos Aires Argentina, es guitarrista, compositora y cantante. Actualmente acaba de lanzar su nuevo sencillo "El trompo" con el que anticipa la llegada de su próximo disco (el primero de larga duración) Mundo galáctico a lanzarse en el 2021. El trompo, fue compuesta e interpretada por Marina y la grabó y produjo Fernando Nuñez Izu. Cuenta con la participación en coros de Bárbara Lopardo y el piano eléctrico de Rodrigo Soler. Durante el 2020 Marina lanzó dos simples, en agosto "algo suceda" una canción compuesta en tiempos de cuarentena y grabada por ella, esta fue seleccionada para formar parte de la bitácora digital “cuarentenoteca.com.ar”, y en febrero "elemento" producida por Fernando. A estos simples, que no son parte de discos, los llama satélites. En el 2018 lanza su segundo EP llamado "mundo amante" el cual fue compuesto durante su estadía en Barcelona y Pamplona, el mismo fue grabado interpretado y producido en su totalidad por Marina y luego en Argentina la ayudó Fernando con algunas cosas. En este incluye su único cover hasta el momento y es una canción tradicional japonesa que le mostraron y ella se hizo fan y como no tenía donde escucharla hizo su propia versión, esta se llama "sakura sakura". En enero de ese año publicó su primer EP llamado "mundo tierra" que fue producido por Lucy Patané. Desde ese momento Marina se encuentra presentando su música en distintos lugares de la escena musical de Buenos Aires. En paralelo a su carrera solista, Marina es parte del proyecto "Galán y las tortas de fuego", también fue parte de Las creme brulee como guitarrista y tecladista de su banda y formó el proyecto All inclusive que tiene un simple publicado hasta el momento. Previo a su carrera solista fundó el dúo Limonas con el cual publicaron un EP que se publicó en todas las plataformas digitales y también formato físico gracias a un subsidio otorgado por el INAMU (instituto nacional de la música)
Música

Dragonhead
Músico autodidata que faz música para alegrar e aquecer o coração das pessoas.
Ver detallesDragonhead
Synthpop & New Romantics
Soundtrack
Descripción
Músico autodidata que faz música para alegrar e aquecer o coração das pessoas.

Julián Diafirmasú
Julián Diafirmasú: Cantautor (BIO) Julián (Goldfeder), es oriundo de Capital Federal, vivió los últimos años en Bariloche y actualmente reside en Junín de los Andes. Se presenta asiduamente en escenarios de la Patagonia y más esporádicamente en Buenos Aires. En formato solista con pedales de efecto y loopera; o en formato de trío acústico con Manu Zori (guitarra criolla) y Rocío Topetti (Violoncello), haciendo canciones propias que viajan desde el Río de la plata hasta las montañas, los lagos y la estepa. En Caba editó el Disco "Maud" (2013), con banda de rock "Diafirmasu", de la cual fue cantante por más de ocho años. Es egresado de la Escuela de Música Clásica Juan Pedro Esnaola (Intérprete con especialidad en Guitarra). Cursó la carrera de Arreglos Musicales en la Universidad Nacional del Litoral, y es estudiante del Profesorado de Dirección Orquestal en la Escuela de Música de San Martín de Los Andes. Cuenta con la ayuda, como productor, docente y mentor, del músico “Pedro Bellora”, y de la docente de canto “Marcela Pietrokovsky” Fue ganador de los concursos: "Vamos las bandas" (2018), Rionegrinos en concierto (2020), y finalista 3er puesto en el IUPA Canta (2020) Se desempeña como docente de canto, guitarra y música de manera presencial y virtual, particular y grupal. Ha realizado seminarios sobre: Arreglos musicales, didáctica para la enseñanza del canto, Armonía, y supervisiones de alumnos de canto.
Ver detallesJulián Diafirmasú
Canción Melódica
Candombe
Folk Rock
Descripción
Julián Diafirmasú: Cantautor (BIO) Julián (Goldfeder), es oriundo de Capital Federal, vivió los últimos años en Bariloche y actualmente reside en Junín de los Andes. Se presenta asiduamente en escenarios de la Patagonia y más esporádicamente en Buenos Aires. En formato solista con pedales de efecto y loopera; o en formato de trío acústico con Manu Zori (guitarra criolla) y Rocío Topetti (Violoncello), haciendo canciones propias que viajan desde el Río de la plata hasta las montañas, los lagos y la estepa. En Caba editó el Disco "Maud" (2013), con banda de rock "Diafirmasu", de la cual fue cantante por más de ocho años. Es egresado de la Escuela de Música Clásica Juan Pedro Esnaola (Intérprete con especialidad en Guitarra). Cursó la carrera de Arreglos Musicales en la Universidad Nacional del Litoral, y es estudiante del Profesorado de Dirección Orquestal en la Escuela de Música de San Martín de Los Andes. Cuenta con la ayuda, como productor, docente y mentor, del músico “Pedro Bellora”, y de la docente de canto “Marcela Pietrokovsky” Fue ganador de los concursos: "Vamos las bandas" (2018), Rionegrinos en concierto (2020), y finalista 3er puesto en el IUPA Canta (2020) Se desempeña como docente de canto, guitarra y música de manera presencial y virtual, particular y grupal. Ha realizado seminarios sobre: Arreglos musicales, didáctica para la enseñanza del canto, Armonía, y supervisiones de alumnos de canto.
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Pájaro Mulatto
Pájaro Mulatto es una banda rock fusión, nacida en Arequipa-Perú, hace aproximadamente 8 años con presencia en la escena local y regional. Actualmente en plena producción del segundo disco oficial de la banda, anteriormente el primer disco "Ciudad de sombras" y algunos singles previos a esta segunda producción. Los escenarios algunas veces han sido gestionados a través de las municipalidades distritales, interviniendo en las calles para una mejor difusión del arte, la música y cultura.
Ver detallesPájaro Mulatto
Descripción
Pájaro Mulatto es una banda rock fusión, nacida en Arequipa-Perú, hace aproximadamente 8 años con presencia en la escena local y regional. Actualmente en plena producción del segundo disco oficial de la banda, anteriormente el primer disco "Ciudad de sombras" y algunos singles previos a esta segunda producción. Los escenarios algunas veces han sido gestionados a través de las municipalidades distritales, interviniendo en las calles para una mejor difusión del arte, la música y cultura.
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Beat Mama
Beat Mama se crea en el año 2019, es una fusion de rock y hiphop. Es una banda con sonido urbano , pero sus integrantes viven en un pueblo rural, a los pies de una montaña… Esta particularidad de ve reflejada en el sonido del grupo, que fusiona el rock de los 80 , 90 y 2000 con el mas actual sonido de trap, rap y hiphop
Ver detallesBeat Mama
Golden Age Rap (& Hardcore Rap)
Descripción
Beat Mama se crea en el año 2019, es una fusion de rock y hiphop. Es una banda con sonido urbano , pero sus integrantes viven en un pueblo rural, a los pies de una montaña… Esta particularidad de ve reflejada en el sonido del grupo, que fusiona el rock de los 80 , 90 y 2000 con el mas actual sonido de trap, rap y hiphop
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