
Supervão
Supervão é um duo brasileiro nascido em 2016 na cidade de São Leopoldo no Rio Grande do Sul. Formada por Mario Arruda e Leonardo Serafini, sua produção é conhecida como música psicodélica para dançar. Em sua essência, uma banda multi gênero que mistura elementos orgânicos e digitais. Em 2016 lançou seu primeiro EP, “Lua Degradê”. Neste trabalho o grupo iniciou o desejo de desconstrução musical misturando diferentes gêneros através da junção de beats de música eletrônica com ritmos brasileiros e referências que passam pelo rock, pós-punk, distorções e o indie psicodélico. O lançamento levou a banda a participar dos principais festivais independentes de música do Rio Grande do Sul, como o Morrostock e o Festival Brasileiro de Música de Rua, e também para palcos de São Paulo e do Rio de Janeiro. Em 2017 lançou “TMJNT”, a partir de uma mistura de sons bastante heterogêneos, a banda produziu uma sonoridade que dialoga com as cenas independentes brasileiras mais energéticas dos últimos dois anos até então: as raves de rua e os festivais de bandas independentes. Após o lançamento, o grupo abriu o show da banda canadense HOMESHAKE em Porto Alegre. E integrou o line-up de festivais importantes como o Festival Bananada, PicniK Festival, Dia da Música e MECA Maquiné. Em 2019 a Supervão lançou “Faz Party”, seu primeiro álbum, que contou com patrocínio da Natura Musical. O disco foi gravado em um home estúdio na casa de Mario Arruda, em São Leopoldo, que também foi quem fez o trabalho de mixagem. Apesar de ser um ambiente caseiro, o estúdio traz alguns recursos profissionais, uma vez que, tudo o que ganharam com a banda, foi investido em equipamentos. “A ideia era que o disco mantivesse esse Do it Yourself, que tem se tornado característica no cenário brasileiro”. Em 2020 lançou o EP “Depois do Fim do Mundo”. O álbum mostra uma nova fase do grupo, que descreve sonoramente a desesperança e o niilismo do ano que passou a partir de timbres que remetem ao techno, ao house e ao pós-punk. As seis músicas do EP se conectam a partir de suas velocidades e intensidades. A produção é da própria Supervão e reforça o território do grupo, que é o encontro do indie com a música eletrônica. Para 2021, a Supervão busca lançar singles, clipes e, possivelmente, um novo disco, seguindo o processo da transformação estética de sua sonoridade. Para isso planeja produzir músicas com participações de musicistas e músicos da cena musical brasileira.
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Trap & Drill
Indie Pop (Twee)
New Beat
Descripción
Supervão é um duo brasileiro nascido em 2016 na cidade de São Leopoldo no Rio Grande do Sul. Formada por Mario Arruda e Leonardo Serafini, sua produção é conhecida como música psicodélica para dançar. Em sua essência, uma banda multi gênero que mistura elementos orgânicos e digitais. Em 2016 lançou seu primeiro EP, “Lua Degradê”. Neste trabalho o grupo iniciou o desejo de desconstrução musical misturando diferentes gêneros através da junção de beats de música eletrônica com ritmos brasileiros e referências que passam pelo rock, pós-punk, distorções e o indie psicodélico. O lançamento levou a banda a participar dos principais festivais independentes de música do Rio Grande do Sul, como o Morrostock e o Festival Brasileiro de Música de Rua, e também para palcos de São Paulo e do Rio de Janeiro. Em 2017 lançou “TMJNT”, a partir de uma mistura de sons bastante heterogêneos, a banda produziu uma sonoridade que dialoga com as cenas independentes brasileiras mais energéticas dos últimos dois anos até então: as raves de rua e os festivais de bandas independentes. Após o lançamento, o grupo abriu o show da banda canadense HOMESHAKE em Porto Alegre. E integrou o line-up de festivais importantes como o Festival Bananada, PicniK Festival, Dia da Música e MECA Maquiné. Em 2019 a Supervão lançou “Faz Party”, seu primeiro álbum, que contou com patrocínio da Natura Musical. O disco foi gravado em um home estúdio na casa de Mario Arruda, em São Leopoldo, que também foi quem fez o trabalho de mixagem. Apesar de ser um ambiente caseiro, o estúdio traz alguns recursos profissionais, uma vez que, tudo o que ganharam com a banda, foi investido em equipamentos. “A ideia era que o disco mantivesse esse Do it Yourself, que tem se tornado característica no cenário brasileiro”. Em 2020 lançou o EP “Depois do Fim do Mundo”. O álbum mostra uma nova fase do grupo, que descreve sonoramente a desesperança e o niilismo do ano que passou a partir de timbres que remetem ao techno, ao house e ao pós-punk. As seis músicas do EP se conectam a partir de suas velocidades e intensidades. A produção é da própria Supervão e reforça o território do grupo, que é o encontro do indie com a música eletrônica. Para 2021, a Supervão busca lançar singles, clipes e, possivelmente, um novo disco, seguindo o processo da transformação estética de sua sonoridade. Para isso planeja produzir músicas com participações de musicistas e músicos da cena musical brasileira.
Música

Angel
Angel, Licenciado en Música de la Universidad Pedagógica Nacional Ganador Premio de Composición Salsa al Parque 15 años Compositor, Cantante y Productor de música urbana.
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Luna Cabutti
Luna Cabutti es una música, cantautora e investigante del sonido, nacida en La Plata. Tiene 23 años y comenzó a cantar hace más o menos el mismo tiempo, Se graduó como Bachiller en Música, Composición Experimental (UNLP),- Piano y estudia Dirección de Sonido (ENERC). En Marzo de 2019, Luna Cabutti comenzó a trabajar en conjunto con David Amado para producir canciones existentes y crear nuevas, partiendo de la importancia de la canción como medio de expresión sensible, de la nimiedad como forma de significar lo que parece insignificante. Lanzó su primer single Tan Distante en 2020 y realizó un vivo para financiar su segundo single Péndulo, que ya se encuentra distribuido. Participó del ciclo Open Folk Virtual. Quedó seleccionada en el marco del ciclo de Lecturas Performáticas del Centro Cultural Recoleta. Se presentó en El Quetzal en el ciclo Patio de Canciones que cuenta con el apoyo de INAMU.
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Cantautor/Música de autor
Indie Pop (Twee)
Balada Pop
Descripción
Luna Cabutti es una música, cantautora e investigante del sonido, nacida en La Plata. Tiene 23 años y comenzó a cantar hace más o menos el mismo tiempo, Se graduó como Bachiller en Música, Composición Experimental (UNLP),- Piano y estudia Dirección de Sonido (ENERC). En Marzo de 2019, Luna Cabutti comenzó a trabajar en conjunto con David Amado para producir canciones existentes y crear nuevas, partiendo de la importancia de la canción como medio de expresión sensible, de la nimiedad como forma de significar lo que parece insignificante. Lanzó su primer single Tan Distante en 2020 y realizó un vivo para financiar su segundo single Péndulo, que ya se encuentra distribuido. Participó del ciclo Open Folk Virtual. Quedó seleccionada en el marco del ciclo de Lecturas Performáticas del Centro Cultural Recoleta. Se presentó en El Quetzal en el ciclo Patio de Canciones que cuenta con el apoyo de INAMU.
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Música

Marcelo Soler
.Baterista,productor y compositor con una trayectoria de 20 años, ha dejado su huella tanto en la escena local como internacional. Desde sus inicios, ha sido un elemento vital en proyectos reconocidos en diversos géneros musicales, incluyendo rock, ska-punk, reggae, entre otros. En el 2017, Marcelo lanzó su proyecto personal con el álbum "Para Ernesto", marcando un nuevo capítulo en su carrera. Este álbum es un retorno a sus raíces en el R&B, funk y soul, donde Marcelo fusiona estos estilos con elementos contemporáneos para crear una experiencia auditiva única. Colaboró con destacados representantes de la escena local, así como con creadores emergentes, enriqueciendo aún más su trabajo. En 2019, gracias a la gestión de Folklore Musical, se unió al equipo de artistas de Meinl Cymbals, lo que representó un logro significativo para el mercado paraguayo al obtener el patrocinio de una marca a nivel mundial. Su versatilidad como músico y productor lo ha llevado a colaborar en producciones de una amplia gama de artistas, incluyendo nombres como Missmaella, Ally, Chino Corvalán, Rodrigo Quintás, Kchiporros, Kita Pena, Ripe banana skins, La Nuestra Ricardo Flecha, Purahei Soul, Telemakus, entre otros.
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Neo Soul / Nu Soul
Soul Jazz / Jazz Funk
Descripción
.Baterista,productor y compositor con una trayectoria de 20 años, ha dejado su huella tanto en la escena local como internacional. Desde sus inicios, ha sido un elemento vital en proyectos reconocidos en diversos géneros musicales, incluyendo rock, ska-punk, reggae, entre otros. En el 2017, Marcelo lanzó su proyecto personal con el álbum "Para Ernesto", marcando un nuevo capítulo en su carrera. Este álbum es un retorno a sus raíces en el R&B, funk y soul, donde Marcelo fusiona estos estilos con elementos contemporáneos para crear una experiencia auditiva única. Colaboró con destacados representantes de la escena local, así como con creadores emergentes, enriqueciendo aún más su trabajo. En 2019, gracias a la gestión de Folklore Musical, se unió al equipo de artistas de Meinl Cymbals, lo que representó un logro significativo para el mercado paraguayo al obtener el patrocinio de una marca a nivel mundial. Su versatilidad como músico y productor lo ha llevado a colaborar en producciones de una amplia gama de artistas, incluyendo nombres como Missmaella, Ally, Chino Corvalán, Rodrigo Quintás, Kchiporros, Kita Pena, Ripe banana skins, La Nuestra Ricardo Flecha, Purahei Soul, Telemakus, entre otros.

Wilco Zea
Soy profesor de pedagogía artística. He participado como músico en delegaciones artísticas representando al Perú en el Festival de las Américas de Miami (1986) en el Festival de las Flores y la Música en Ambato, Ecuador (1988). Allí fui designado representante del Perú ante la CIOOF, el Consejo Mundial del Folklore. He realizado múltiples presentaciones musicales en América del Sur y Europa. En Lima dirigí la formación y presentación del coro infantil de los hijos de los trabajadores del Palacio de Gobierno (2014). Actualmente resido en el Valle Sagrado del Cusco. En Pisac he organizado eventos como el Festival Todas las Sangres 2018. He participado como artista invitado en eventos como el Festival de Música Nativa (2017-2019), el Festival de Artes Mágico Míticas (2019) y diversas actividades culturales y ferias ecológicas de las municipalidades y comunidades del Valle Sagrado de los Inkas de Cusco, Perú.
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Nuevo Folclore
Nueva Trova
Descripción
Soy profesor de pedagogía artística. He participado como músico en delegaciones artísticas representando al Perú en el Festival de las Américas de Miami (1986) en el Festival de las Flores y la Música en Ambato, Ecuador (1988). Allí fui designado representante del Perú ante la CIOOF, el Consejo Mundial del Folklore. He realizado múltiples presentaciones musicales en América del Sur y Europa. En Lima dirigí la formación y presentación del coro infantil de los hijos de los trabajadores del Palacio de Gobierno (2014). Actualmente resido en el Valle Sagrado del Cusco. En Pisac he organizado eventos como el Festival Todas las Sangres 2018. He participado como artista invitado en eventos como el Festival de Música Nativa (2017-2019), el Festival de Artes Mágico Míticas (2019) y diversas actividades culturales y ferias ecológicas de las municipalidades y comunidades del Valle Sagrado de los Inkas de Cusco, Perú.
Música

Pablo Comas
Pablo Comas es un músico argentino nacido en Rosario en 1988. Co-fundador de la banda de rock Alucinaria (2006-2018), con la que editó el Ep Dulce Cruel y los álbumes de larga duración La Última Rotación del Sol y Días de Fuerza. También integró el grupo Vacaciones en Globo con el cuál editaron un disco homónimo. A lo largo de su carrera ha compartido escenario con artistas como El Mató A Un Policía Motorizado, Miranda, Leo García y Massacre, entre otros. En 2019 edita Hambre, su primer disco solista. Miranda, Massacre, El Mató a un Policía Motorizado, Leo García y otros.
Ver detallesPablo Comas
Cantautor/Música de autor
Descripción
Pablo Comas es un músico argentino nacido en Rosario en 1988. Co-fundador de la banda de rock Alucinaria (2006-2018), con la que editó el Ep Dulce Cruel y los álbumes de larga duración La Última Rotación del Sol y Días de Fuerza. También integró el grupo Vacaciones en Globo con el cuál editaron un disco homónimo. A lo largo de su carrera ha compartido escenario con artistas como El Mató A Un Policía Motorizado, Miranda, Leo García y Massacre, entre otros. En 2019 edita Hambre, su primer disco solista. Miranda, Massacre, El Mató a un Policía Motorizado, Leo García y otros.
Música

PASAMONTAÑA
Hacia el año 2014 músicos capitalinos de diferentes escuelas musicales y bandas reconocidas del Distrito le dan surgimiento a Pasamontaña. Proyecto que en un principio buscaba ser una plataforma de Hip Hop instrumental, pero que con los años de investigación, exploración y los aportes de diversos músicos evolucionó en una propuesta que integra la programación electrónica, la síntesis del sonido, con instrumentos acústicos y electrónicos y a su vez con de mc´s, un dj y una cantante. Pasamontaña Fusiona el Hip Hop con músicas tradicionales Latinoamericanas y con géneros como el Afro-beat, Drum Bass, Trip hop, Hip- Hop, Dance Hall, Acid Jazz, Reggae, Dub, Funk. El “Sonido de Bloques” es el primer disco de estudio de Pasamontaña que aparte de integrar una gran diversidad de temáticas en sus canciones y en sus ritmos, cuenta con colaboraciones de diversos músicos, Mc´s y cantantes. Entre ellas podemos destacar la colaboración de: La 33, Los Gaiteros de San Jacinto, Tsh, Walka, Flaco Flow y Monsieur Periné.
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Folclor Fusión
Descripción
Hacia el año 2014 músicos capitalinos de diferentes escuelas musicales y bandas reconocidas del Distrito le dan surgimiento a Pasamontaña. Proyecto que en un principio buscaba ser una plataforma de Hip Hop instrumental, pero que con los años de investigación, exploración y los aportes de diversos músicos evolucionó en una propuesta que integra la programación electrónica, la síntesis del sonido, con instrumentos acústicos y electrónicos y a su vez con de mc´s, un dj y una cantante. Pasamontaña Fusiona el Hip Hop con músicas tradicionales Latinoamericanas y con géneros como el Afro-beat, Drum Bass, Trip hop, Hip- Hop, Dance Hall, Acid Jazz, Reggae, Dub, Funk. El “Sonido de Bloques” es el primer disco de estudio de Pasamontaña que aparte de integrar una gran diversidad de temáticas en sus canciones y en sus ritmos, cuenta con colaboraciones de diversos músicos, Mc´s y cantantes. Entre ellas podemos destacar la colaboración de: La 33, Los Gaiteros de San Jacinto, Tsh, Walka, Flaco Flow y Monsieur Periné.
Música

Mariem Labidi
Cantora / compositora/ Intérprete tunecina radicada en la Argentina. Empezó su carrera musical a los 16 años y se profesionalizó a las 18, donde formaba parte de los pocos artistas tunecinos que desafiaban la dictadura policial que vivía el país con su arte, y que formó parte de su decisión de partir hacia la Argentina. Su carrera atravesó varios estilos musicales como el jazz, blues, música tradicional arabe, con un permanente interés por la poesía donde florece su talento interpretativo. Canta en varios dialectos del arabe, así como francés, inglés, castellano, portugués. Entre 2009 y 2017 colaboró en varias músicas originales para documentales argentinos, tunecino y producciones internacionales. Fue la primera cantante arabe en cantar en el salón de los Pasos perdidos en el Honorable Congreso de la Nación.
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Folclor Fusión
Worldbeat
Descripción
Cantora / compositora/ Intérprete tunecina radicada en la Argentina. Empezó su carrera musical a los 16 años y se profesionalizó a las 18, donde formaba parte de los pocos artistas tunecinos que desafiaban la dictadura policial que vivía el país con su arte, y que formó parte de su decisión de partir hacia la Argentina. Su carrera atravesó varios estilos musicales como el jazz, blues, música tradicional arabe, con un permanente interés por la poesía donde florece su talento interpretativo. Canta en varios dialectos del arabe, así como francés, inglés, castellano, portugués. Entre 2009 y 2017 colaboró en varias músicas originales para documentales argentinos, tunecino y producciones internacionales. Fue la primera cantante arabe en cantar en el salón de los Pasos perdidos en el Honorable Congreso de la Nación.
Música

LEIDY KATHERINE MONTILLA
Compositora, pianista, cantante y arreglista egresada de la Universidad Nacional de Colombia. Ha sido premiada como intérprete de músicas tradicionales afrocolombianas en el XI Festival Latinoamérica Canta y ha sido ganadora del estímulo “Beca laboratorio musical para mujeres creadoras 2021” del Instituto Distrital de las Artes (IDARTES) de Bogotá . Su obra de cámara Taita fue interpretada por la Orquesta Filarmónica de Medellín. Fue participante del laboratorio Mujeres al borde del ruido, espacio de creación sonora con tecnología y del podcast del “Encuentro de compositoras latinoamericanas” del Instituto Goethe de Lima. Ha compuesto música para danza y audiovisuales, realizado arreglos para distintos formatos de músicas populares y académicas entre esos para la Fundación Orquesta Sinfónica de Bogotá (FOSBO). Pertenece a la Red de Compositoras Latinoamericanas REDCLA, a la agrupación Pinó Moré, Voicespace y al Coro de la FOSBO. Actualmente trabaja en su proyecto personal donde incorpora formatos e influencias de diferentes tradiciones experimentando con la voz y la electroacústica.
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Folklore Sudamericano
Contemporánea
Descripción
Compositora, pianista, cantante y arreglista egresada de la Universidad Nacional de Colombia. Ha sido premiada como intérprete de músicas tradicionales afrocolombianas en el XI Festival Latinoamérica Canta y ha sido ganadora del estímulo “Beca laboratorio musical para mujeres creadoras 2021” del Instituto Distrital de las Artes (IDARTES) de Bogotá . Su obra de cámara Taita fue interpretada por la Orquesta Filarmónica de Medellín. Fue participante del laboratorio Mujeres al borde del ruido, espacio de creación sonora con tecnología y del podcast del “Encuentro de compositoras latinoamericanas” del Instituto Goethe de Lima. Ha compuesto música para danza y audiovisuales, realizado arreglos para distintos formatos de músicas populares y académicas entre esos para la Fundación Orquesta Sinfónica de Bogotá (FOSBO). Pertenece a la Red de Compositoras Latinoamericanas REDCLA, a la agrupación Pinó Moré, Voicespace y al Coro de la FOSBO. Actualmente trabaja en su proyecto personal donde incorpora formatos e influencias de diferentes tradiciones experimentando con la voz y la electroacústica.
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Música

Delia Picagua
25 años de canto popular latinoamericano, contemporaneo y lirico. Poseo.3 cd como solista y 4 cd colectivo. He recorrido todos los escenarios del Paraguay u algunos paises de sudamerica.
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Grindcore
Crossover Thrash
Post-Grunge
Descripción
25 años de canto popular latinoamericano, contemporaneo y lirico. Poseo.3 cd como solista y 4 cd colectivo. He recorrido todos los escenarios del Paraguay u algunos paises de sudamerica.
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