
Ricardo Cardim de Cerqueira
Regente, compositor e arranjador, fundador da Orquestra de Câmara de São Paulo. Mestre em música pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), estudou regência orquestral com o maestro Roberto Tibiriçá. Participou de diversos cursos de regência no Brasil, Áustria e EUA. Foi regente-assistente da maestrina Gretchen Miller da Orquestra Sinfônica Jovem da Escola Municipal de Música de São Paulo (2006-2008). e gerente Artístico da Associação Amigos do Projeto Guri (2009-2011), coordenando os grupos musicais e as atividades artísticas desenvolvidos nos pólos do projeto. Atualmente é regente e diretor artístico da OCSP e professor da Universidade Católica de Santos e da Universidade Metropolitana de Santos.
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Vocal/Coral
Contemporánea
Descripción
Regente, compositor e arranjador, fundador da Orquestra de Câmara de São Paulo. Mestre em música pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), estudou regência orquestral com o maestro Roberto Tibiriçá. Participou de diversos cursos de regência no Brasil, Áustria e EUA. Foi regente-assistente da maestrina Gretchen Miller da Orquestra Sinfônica Jovem da Escola Municipal de Música de São Paulo (2006-2008). e gerente Artístico da Associação Amigos do Projeto Guri (2009-2011), coordenando os grupos musicais e as atividades artísticas desenvolvidos nos pólos do projeto. Atualmente é regente e diretor artístico da OCSP e professor da Universidade Católica de Santos e da Universidade Metropolitana de Santos.
Música

Ricardo Cardim de Cerqueira
Regente, compositor e arranjador, fundador da Orquestra de Câmara de São Paulo. Mestre em música pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), estudou regência orquestral com o maestro Roberto Tibiriçá. Participou de diversos cursos de regência no Brasil, Áustria e EUA. Foi regente-assistente da maestrina Gretchen Miller da Orquestra Sinfônica Jovem da Escola Municipal de Música de São Paulo (2006-2008). e gerente Artístico da Associação Amigos do Projeto Guri (2009-2011), coordenando os grupos musicais e as atividades artísticas desenvolvidos nos pólos do projeto. Atualmente é regente e diretor artístico da OCSP e professor da Universidade Católica de Santos e da Universidade Metropolitana de Santos.
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Vocal/Coral
Contemporánea
MPB
Descripción
Regente, compositor e arranjador, fundador da Orquestra de Câmara de São Paulo. Mestre em música pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), estudou regência orquestral com o maestro Roberto Tibiriçá. Participou de diversos cursos de regência no Brasil, Áustria e EUA. Foi regente-assistente da maestrina Gretchen Miller da Orquestra Sinfônica Jovem da Escola Municipal de Música de São Paulo (2006-2008). e gerente Artístico da Associação Amigos do Projeto Guri (2009-2011), coordenando os grupos musicais e as atividades artísticas desenvolvidos nos pólos do projeto. Atualmente é regente e diretor artístico da OCSP e professor da Universidade Católica de Santos e da Universidade Metropolitana de Santos.
Música

Criamús
Sou um compositor ligado à voz, tanto popular quanto erudita, assim como diversas formações instrumentais. Gosto da mistura de belezas, das linguagens que se fundem e trazem leveza aos dias difíceis. Que seja a música instrumento para afagar dores e impulsionar sorrisos.
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Vocal/Coral
Contemporánea
Instrumental / Jazz Brasileiro
Modern Gospel
MPB
Descripción
Sou um compositor ligado à voz, tanto popular quanto erudita, assim como diversas formações instrumentais. Gosto da mistura de belezas, das linguagens que se fundem e trazem leveza aos dias difíceis. Que seja a música instrumento para afagar dores e impulsionar sorrisos.

Lucas Bispo
Lucas Bispo é um compositor de 26 anos, Brasileiro e que começou compondo músicas do genêro de "new age" por gosto e sem recursos teóricos após realizar um curso de produção musical. Hoje em dia, Lucas está no meio da sua graduação em Bacharelado em música, com habilitação em Regência Coral e busca experimentar sonoridades e composições para coro acapella.
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Vocal/Coral
New Age
Descripción
Lucas Bispo é um compositor de 26 anos, Brasileiro e que começou compondo músicas do genêro de "new age" por gosto e sem recursos teóricos após realizar um curso de produção musical. Hoje em dia, Lucas está no meio da sua graduação em Bacharelado em música, com habilitação em Regência Coral e busca experimentar sonoridades e composições para coro acapella.


MAREIA
"Mareia*: um canto escravo" ("Mareia" é palavra fictícia, inventada pelo autor) é uma composição para coral que representa uma trajetória de escravos num navio em alto mar. Somente os escravos tem voz na peça, não há solistas – é portanto um canto de criação coletiva – e a língua utilizada não é possível de ser entendida: representa as vezes em que os escravos não são ouvidos, nem entendidos, nem considerados. Primeiro movimento: a monotonia das tarefas escravas. Em Ré menor, ternário, sem modulações ou grandes variações. A melancolia generalizada que só no último acorde aponta para algum possível futuro diferente. Segundo movimento: um raro momento de paz, à luz da lua, no convés. Alguns escravos relembram belezas de suas terras natais, outros ainda estão muito traumatizados com a atual circunstância. Em Fá maior, quaternário, com variações que representam as discussões e termina com uma volta à realidade (cromatismo) e ao mesmo tom menor do primeiro movimento, porém com alguma dissonância: alguma coisa mudou naquela noite… Terceiro movimento: o dia "D" começa parecido com todos os dias, mas gradativamente as lembranças da noite de luar (do segundo movimento) vão dominando o canto, a unificação do canto vai evoluindo, para a revolução, a guerra – e enfim a tomada do navio pelos escravos. Em 12 / 8, as poliritimias reprentam o processo de evolução até fusão do canto do grupo. Finaliza com adendos ao canto monólogo do início, agora num canto de vitória, e a última nota convoca à reflexão do significado do desprezado canto dos escravos.
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Vocal/Coral
Descripción
"Mareia*: um canto escravo" ("Mareia" é palavra fictícia, inventada pelo autor) é uma composição para coral que representa uma trajetória de escravos num navio em alto mar. Somente os escravos tem voz na peça, não há solistas – é portanto um canto de criação coletiva – e a língua utilizada não é possível de ser entendida: representa as vezes em que os escravos não são ouvidos, nem entendidos, nem considerados. Primeiro movimento: a monotonia das tarefas escravas. Em Ré menor, ternário, sem modulações ou grandes variações. A melancolia generalizada que só no último acorde aponta para algum possível futuro diferente. Segundo movimento: um raro momento de paz, à luz da lua, no convés. Alguns escravos relembram belezas de suas terras natais, outros ainda estão muito traumatizados com a atual circunstância. Em Fá maior, quaternário, com variações que representam as discussões e termina com uma volta à realidade (cromatismo) e ao mesmo tom menor do primeiro movimento, porém com alguma dissonância: alguma coisa mudou naquela noite… Terceiro movimento: o dia "D" começa parecido com todos os dias, mas gradativamente as lembranças da noite de luar (do segundo movimento) vão dominando o canto, a unificação do canto vai evoluindo, para a revolução, a guerra – e enfim a tomada do navio pelos escravos. Em 12 / 8, as poliritimias reprentam o processo de evolução até fusão do canto do grupo. Finaliza com adendos ao canto monólogo do início, agora num canto de vitória, e a última nota convoca à reflexão do significado do desprezado canto dos escravos.


Diego Boero
Contemporánea
Vocal/Coral
Descripción
Independiente

Pablo P.
Contemporánea
Descripción
Independiente
19775 Resultados – Página 1199 de 1978










