
Confluencia de Dos Mundos
Confluencia Barroca es un grupo creado en el año 2006, en la Ciudad de Córdoba, en el que confluyen músicos de larga experiencia en el repertorio de los siglos XVII y XVIII. Esa experiencia fue lograda a través de sus participaciones en conjuntos tales como Musica Segreta, Poema Harmónico, Ensamble Córdoba Bach y la Orquesta Barroca del Suquía. Sus interpretaciones se basan en el estudio de antiguos tratados, en el uso de instrumentos réplicas de originales del barroco y en el deseo de conmover a sus oyentes. Abarca en sus programas obras del barroco europeo y americano para cantar y tocar: arias, motetes, villancicos, sonatas y otras piezas de maestros renombrados y de maestros anónimos. Confluencia Barroca ofrece programas temáticos en los cuales plantea contrastes y similitudes de repertorios específicos. Ejemplo de ello son sus conciertos dedicados a recorrer la música instrumental y religiosa de Francia, Italia y Alemania en el temprano siglo XVIII, y la música de las ciudades virreinales y las misiones jesúiticas de la América colonial. El grupo ha participado de importantes festivales de música barroca tales como: Festival Internacional de Música Barroca Camino de las Estancias, Córdoba – Argentina; Festival de Música Renacentista y Barroca de Chiquitos, Santa Cruz de la Sierra – Bolivia; Festival de Música Barroca de Dos Mundos, Córdoba- Argentina (Festival del cual es el grupo anfitrión). Asimismo se ha presentado en importantes salas del país, entre otras: Teatro del Libertador Gral. San Martín (Córdoba), Museo Nacional de Arte Decorativo (C.A.B.A), Museo Superior de Bellas Artes Palacio Ferreyra (Córdoba), Centro Cultural Kirchner (C.A.B.A). En el año 2025 surge Confluencia de Dos Mundos como un desprendimiento del grupo original, con el fin de especializarse en el repertorio del barroco colonial hispanoamericano. Cuenta con la colaboración del Doctor Bernardo Illari, destacado musicólogo e investigador de dicho repertorio, quien proporciona al grupo sus propias ediciones de obras en su mayor parte desconocidas, poniendo en valor el trabajo de compositores nacidos y formados en Sudamérica en el siglo XVIII.
Ver detallesConfluencia de Dos Mundos
Barroca
Descripción
Confluencia Barroca es un grupo creado en el año 2006, en la Ciudad de Córdoba, en el que confluyen músicos de larga experiencia en el repertorio de los siglos XVII y XVIII. Esa experiencia fue lograda a través de sus participaciones en conjuntos tales como Musica Segreta, Poema Harmónico, Ensamble Córdoba Bach y la Orquesta Barroca del Suquía. Sus interpretaciones se basan en el estudio de antiguos tratados, en el uso de instrumentos réplicas de originales del barroco y en el deseo de conmover a sus oyentes. Abarca en sus programas obras del barroco europeo y americano para cantar y tocar: arias, motetes, villancicos, sonatas y otras piezas de maestros renombrados y de maestros anónimos. Confluencia Barroca ofrece programas temáticos en los cuales plantea contrastes y similitudes de repertorios específicos. Ejemplo de ello son sus conciertos dedicados a recorrer la música instrumental y religiosa de Francia, Italia y Alemania en el temprano siglo XVIII, y la música de las ciudades virreinales y las misiones jesúiticas de la América colonial. El grupo ha participado de importantes festivales de música barroca tales como: Festival Internacional de Música Barroca Camino de las Estancias, Córdoba – Argentina; Festival de Música Renacentista y Barroca de Chiquitos, Santa Cruz de la Sierra – Bolivia; Festival de Música Barroca de Dos Mundos, Córdoba- Argentina (Festival del cual es el grupo anfitrión). Asimismo se ha presentado en importantes salas del país, entre otras: Teatro del Libertador Gral. San Martín (Córdoba), Museo Nacional de Arte Decorativo (C.A.B.A), Museo Superior de Bellas Artes Palacio Ferreyra (Córdoba), Centro Cultural Kirchner (C.A.B.A). En el año 2025 surge Confluencia de Dos Mundos como un desprendimiento del grupo original, con el fin de especializarse en el repertorio del barroco colonial hispanoamericano. Cuenta con la colaboración del Doctor Bernardo Illari, destacado musicólogo e investigador de dicho repertorio, quien proporciona al grupo sus propias ediciones de obras en su mayor parte desconocidas, poniendo en valor el trabajo de compositores nacidos y formados en Sudamérica en el siglo XVIII.

Lucas de Campos
Nascido em Goiânia/GO (Brasil) em 1979, Lucas de Campos Ramos é professor de música, instrumentista e pesquisador em etnomusicologia e estudos em música popular. Tem interesse em aprofundar os pontos de contato e as possibilidades de atuação compartilhada destas três formas de produção e disseminação de conhecimento e por isso procura marcar o seu trabalho pelo diálogo entre Arte e Ciência. Deste modo, sua produção tem estado cada vez mais comprometida com a diluição de fronteiras epistemológicas normalmente existentes entre tais domínios do conhecimento. FORMAÇÃO ACADÊMICA Atualmente, Lucas de Campos Ramos é aluno do 3º ano de Doutoramento em Música pela Universidade de Aveiro (UA), no ramo Etnomusicologia. Sua investigação procura compreender processos de migração de instrumentos musicais entre Angola e o Brasil – mais especificamente alguns cordofones – e estudar os mecanismos e razões do seu progressivo silenciamento e invisibilidade. Com o seu trabalho tem também o objetivo de reinserir estes instrumentos na vida musical da contemporaneidade, seja pela via da Performance, seja pela da Educação Musical. O interesse pelos cordofones está diretamente associado à sua atuação como violonista e às pesquisas anteriores, nomeadamente no mestrado cuja dissertação se intitula O violão de seis cordas e as habilidades de acompanhamento no Choro. A sua trajetória acadêmica inclui os seguintes títulos no Ensino Superior: Licenciatura em Música pela Universidade de Brasília (UnB) – (2006/2010) Mestrado em Música pela Universidade de Brasília (UnB) – (2014/2016) Especialização em História da África e dos Africanos pelo Instituto Pretos Novos (FATEC/IPN) – (em andamento) ATUAÇÃO PROFISSIONAL COMO DOCENTE Compõe desde 2012 o quadro de professores efetivos na Escola de Música de Brasília (EMB), uma das mais importantes instituições públicas de ensino de Música no Brasil, seja em relação à reconhecida qualidade de ensino ou pelo grande número de vagas gratuitas ofertado. Nesta instituição leciona as disciplinas de Violão Popular e Prática de Choro. Atuou como professor substituto no Departamento de Música da Universidade de Brasília no ano de 2020, lecionando as disciplinas de Violão Suplementar, Percussão Suplementar e Músicas de Tradição Oral e Performática. Atuou como fundador, coordenador pedagógico e professor voluntário no Projeto ABC MUSICAL de 2015 até 2019, formando jovens da periferia do Distrito Federal para o mercado da música. Além disso, lecionou workshops de Música Popular Brasileira em diversas localidades, como Brasília (CIVEBRA – Curso Internacional de Verão de Brasília – 2016 e 2018), São Paulo (Centro de Pesquisa e Formação do SESC – 2018) e Paris (Clube do Choro da França, Maison du Bresil – 2016). Organizou ainda a I Semana da Música Cubana na Escola de Música de Brasília, em 2017. ATUAÇÃO PROFISSIONAL COMO INSTRUMENTISTA Enquanto instrumentista e arranjador acumulou boa experiência profissional ao longo de 20 anos de carreira, se apresentando em várias cidades do Brasil, da França, de Cabo Verde de Cuba e de Portugal. Durante este tempo realizou concertos ao lado de artistas importantes da música brasileira, tais como: Áurea Martins, Dona Dalva Damiana, Fabiana Cozza, Hermeto Pascoal, Ilessi, Leandro Braga, Monarco, Nei Lopes, Noca da Portela, Oswaldinho do Acordeon, Sérgio Santos, Simone Guimarães, Tia Surica da Velha Guarda da Portela, Zé da Velha e Silvério Pontes. Além dos concertos, pôde ainda realizar gravações ao lado de artistas importantes artistas brasileiros, tais como: Áurea Martins (CD Banzo, no prelo), Ivone Lara (CD Folião de Raça, 2013), Joel Nascimento (CD Alencarinos, 2013), Mateus Aleluia (CD Banzo, no prelo), Mestra Martinha do Côco (CD Samba Candango, 2021), Simone Guimarães (CD Simone Guimarães, 2018), Teresa Cristina (CD Mundo Novo, 2022) e Odete Ernest Dias (CD Alencarinos, 2013). ATUAÇÃO PROFISSIONAL COMO INVESTIGADOR Desde a graduação manteve proximidade com a Investigação, sobretudo entre 2010 e 2011, época em que realizou Iniciação Científica sobre o ensino de Choro, em Brasília pela Universidade de Brasília (UnB), sob orientação da professora doutora Maria Cristina Cascelli de Azevedo. Desde o Mestrado está a realizar comunicações em congressos nacionais e internacionais sobre os temas da sua pesquisa, nomeadamente os cordofones e a música popular: RAMOS, L. C. (2016) “O violão de 6 cordas e os acompanhamentos no Choro: aspectos históricos e performáticos”. Havana (Cuba): Congresso IASPM 2016. Casa de las Americas. RAMOS, L. C. (2016) “Violões em duetos no Choro: as relações entre as baixarias do violão de 7 cordas e as baixarias do violão de 6 cordas”. Campinas (Brasil): Congresso da ABRAPEM. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). RAMOS, L. C. (2016) “As inversões de acordes e o violão de 6 cordas no Choro: análise da performance do acompanhamento em Seu Lourenço no vinho (Pixinguinha) e Vibrações (Jacob do Bandolim). Rio de Janeiro (Brasil): Congresso SIMPOM. UniRio. RAMOS, L. C. (2017) Musica, danza, sonido y movimiento en el Caribe y America Latina “Chama o povo pra ver: os Afoxés em Brasília”. Salto (Uruguai): Congresso ICTM. Universidad de la República de Uruguay RAMOS, L. C. (2019) “O Samba e a Educação Musical”. Rio de Janeiro (Brasil): 17ª Semana de Museus: o futuro das tradições. Museu Villa-Lobos Desde o início do doutoramento na Universidade de Aveiro, sob orientação do professor doutor Jorge Castro Ribeiro, está a aprofundar o conhecimento sobre os cordofones angolanos, seja em bibliografia ou em observação, análise e catalogação de instrumentos em museus portugueses. Os principais cordofones abordados neste processo são a cihumba, a kakoxa e o hungu, e esses estudos tem se desdobrado em comunicações científicas relacionadas aos instrumentos analisados: RAMOS, L. C. (2022) "Circulação de instrumentos musicais entre Angola e Brasil no período colonial". Comunicação e participação na comissão organizadora. Aveiro (Portugal): POST IP. Universidade de Aveiro. RAMOS, L.C. (2023) “How Afro are the brazilian popular chordofones? Musical practices in question by historical iconography”. Acra (Gana): ICTMD. RAMOS, L.C. (2023) “Conexões cordofônicas entre Angola e o Brasil: um estudo comparativo entre o Ungo e o Berimbau”. Granada (Espanha): SIBE. RAMOS, L.C. (2023) “Cihumba ya Kalunga”. Porto Alegre (Brasil): ENABET. Atuou também como Pesquisador Assistente e Diretor Musical no livro/CD “A Velha Guarda do Choro no Planalto Central” que retrata a trajetória do Choro e seus principais personagens na capital federal. RIOS, Sebastião; LION, Ana. (Org.); FEIJÓ, Marcelo (Org.). A Velha Guarda do choro no Planalto Central. 1. ed. Goiânia: Faculdade de Ciências Sociais UFG & FUNAPE, 2012. v. 1000. 220p. Além disso, atuou como pesquisador-bolsista do Projeto Instrução Técnica para o Registo do Choro como Patrimônio Cultural do Brasil (2021), junto ao IPHAN, como pesquisador responsável pelo levantamento de dados sobre o Choro na região Centro-Oeste do Brasil. PRINCIPAIS PUBLICAÇÕES Como arranjador e diretor musical esteve à frente dos seguintes trabalhos, realizando direção musical: CD Pra querer ser Feliz (Uliana Dias), 2011. CD Nó de Gravata (Pedro Cariello), 2011. CD Coração Brasileiro (Helena Pinheiro), 2012. CD Folião de Raça (Cris Pereira), 2013. CD Coisa Nossa (Regional Glória), 2013. CD A Velha Guarda do Choro de Brasília, 2013. CD Alencarinos (homenagem à Alencar 7 cordas), 2013. DVD De Bem com a Vida (Carlos Elias), 2013. CD Café Centro-Oeste (Carrapa do Cavaquinho). 2015. Peça teatral O amor que habito – trilha sonora, 2018. CD Samba Candango (Breno Alves), 2021. CD Banzo (Cris Pereira), no prelo. Concerto Exploring our sounds – Festival de Outono (Strings+Bars Duo, 2023) Concerto Suíte do Sal (Strings+BarsDuo, 2024) Em 2018 publicou o álbum de partituras ALENCARINOS (Choros de Alencar 7 Cordas), que apresenta partituras da obra de um grande expoente do Choro em Brasília, o mestre Alencar 7 Cordas. RAMOS, L. C.; VASCONCELOS, F. C. M. . ALENCARINOS – Choros de Alencar 7 Cordas. 1. ed. independente Brasília, Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF): independente, 2018. v. 1000. 192p Também em 2018 publicou o NOSSO LIVRO DE SAMBA, material didático destinado ao público infanto-juvenil e cuja proposta inovadora é oferecer possibilidade de introdução e aprofundamento musical através do Samba. RAMOS, L. C. . Nosso livro de Samba. 1. ed. independente FAP/DF: independente, 2018. v. 200. 205p FORMAÇÃO COMPLEMENTAR Idioma Kimbundu – atualmente está no 4º módulo pelo curso do NUPEL (UFBA) – Universidade Federal da Bahia (Brasil) Idioma Umbundu – atualmente está no 2º módulo pelo curso do Instituto Kimbo – Luanda (Angola) História de Angola – curso promovido pela UCCLA e ministrado pelo professor doutor Alberto Oliveira Pinto (2023)
Ver detallesLucas de Campos
Afro
Samba
Choro
Descripción
Nascido em Goiânia/GO (Brasil) em 1979, Lucas de Campos Ramos é professor de música, instrumentista e pesquisador em etnomusicologia e estudos em música popular. Tem interesse em aprofundar os pontos de contato e as possibilidades de atuação compartilhada destas três formas de produção e disseminação de conhecimento e por isso procura marcar o seu trabalho pelo diálogo entre Arte e Ciência. Deste modo, sua produção tem estado cada vez mais comprometida com a diluição de fronteiras epistemológicas normalmente existentes entre tais domínios do conhecimento. FORMAÇÃO ACADÊMICA Atualmente, Lucas de Campos Ramos é aluno do 3º ano de Doutoramento em Música pela Universidade de Aveiro (UA), no ramo Etnomusicologia. Sua investigação procura compreender processos de migração de instrumentos musicais entre Angola e o Brasil – mais especificamente alguns cordofones – e estudar os mecanismos e razões do seu progressivo silenciamento e invisibilidade. Com o seu trabalho tem também o objetivo de reinserir estes instrumentos na vida musical da contemporaneidade, seja pela via da Performance, seja pela da Educação Musical. O interesse pelos cordofones está diretamente associado à sua atuação como violonista e às pesquisas anteriores, nomeadamente no mestrado cuja dissertação se intitula O violão de seis cordas e as habilidades de acompanhamento no Choro. A sua trajetória acadêmica inclui os seguintes títulos no Ensino Superior: Licenciatura em Música pela Universidade de Brasília (UnB) – (2006/2010) Mestrado em Música pela Universidade de Brasília (UnB) – (2014/2016) Especialização em História da África e dos Africanos pelo Instituto Pretos Novos (FATEC/IPN) – (em andamento) ATUAÇÃO PROFISSIONAL COMO DOCENTE Compõe desde 2012 o quadro de professores efetivos na Escola de Música de Brasília (EMB), uma das mais importantes instituições públicas de ensino de Música no Brasil, seja em relação à reconhecida qualidade de ensino ou pelo grande número de vagas gratuitas ofertado. Nesta instituição leciona as disciplinas de Violão Popular e Prática de Choro. Atuou como professor substituto no Departamento de Música da Universidade de Brasília no ano de 2020, lecionando as disciplinas de Violão Suplementar, Percussão Suplementar e Músicas de Tradição Oral e Performática. Atuou como fundador, coordenador pedagógico e professor voluntário no Projeto ABC MUSICAL de 2015 até 2019, formando jovens da periferia do Distrito Federal para o mercado da música. Além disso, lecionou workshops de Música Popular Brasileira em diversas localidades, como Brasília (CIVEBRA – Curso Internacional de Verão de Brasília – 2016 e 2018), São Paulo (Centro de Pesquisa e Formação do SESC – 2018) e Paris (Clube do Choro da França, Maison du Bresil – 2016). Organizou ainda a I Semana da Música Cubana na Escola de Música de Brasília, em 2017. ATUAÇÃO PROFISSIONAL COMO INSTRUMENTISTA Enquanto instrumentista e arranjador acumulou boa experiência profissional ao longo de 20 anos de carreira, se apresentando em várias cidades do Brasil, da França, de Cabo Verde de Cuba e de Portugal. Durante este tempo realizou concertos ao lado de artistas importantes da música brasileira, tais como: Áurea Martins, Dona Dalva Damiana, Fabiana Cozza, Hermeto Pascoal, Ilessi, Leandro Braga, Monarco, Nei Lopes, Noca da Portela, Oswaldinho do Acordeon, Sérgio Santos, Simone Guimarães, Tia Surica da Velha Guarda da Portela, Zé da Velha e Silvério Pontes. Além dos concertos, pôde ainda realizar gravações ao lado de artistas importantes artistas brasileiros, tais como: Áurea Martins (CD Banzo, no prelo), Ivone Lara (CD Folião de Raça, 2013), Joel Nascimento (CD Alencarinos, 2013), Mateus Aleluia (CD Banzo, no prelo), Mestra Martinha do Côco (CD Samba Candango, 2021), Simone Guimarães (CD Simone Guimarães, 2018), Teresa Cristina (CD Mundo Novo, 2022) e Odete Ernest Dias (CD Alencarinos, 2013). ATUAÇÃO PROFISSIONAL COMO INVESTIGADOR Desde a graduação manteve proximidade com a Investigação, sobretudo entre 2010 e 2011, época em que realizou Iniciação Científica sobre o ensino de Choro, em Brasília pela Universidade de Brasília (UnB), sob orientação da professora doutora Maria Cristina Cascelli de Azevedo. Desde o Mestrado está a realizar comunicações em congressos nacionais e internacionais sobre os temas da sua pesquisa, nomeadamente os cordofones e a música popular: RAMOS, L. C. (2016) “O violão de 6 cordas e os acompanhamentos no Choro: aspectos históricos e performáticos”. Havana (Cuba): Congresso IASPM 2016. Casa de las Americas. RAMOS, L. C. (2016) “Violões em duetos no Choro: as relações entre as baixarias do violão de 7 cordas e as baixarias do violão de 6 cordas”. Campinas (Brasil): Congresso da ABRAPEM. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). RAMOS, L. C. (2016) “As inversões de acordes e o violão de 6 cordas no Choro: análise da performance do acompanhamento em Seu Lourenço no vinho (Pixinguinha) e Vibrações (Jacob do Bandolim). Rio de Janeiro (Brasil): Congresso SIMPOM. UniRio. RAMOS, L. C. (2017) Musica, danza, sonido y movimiento en el Caribe y America Latina “Chama o povo pra ver: os Afoxés em Brasília”. Salto (Uruguai): Congresso ICTM. Universidad de la República de Uruguay RAMOS, L. C. (2019) “O Samba e a Educação Musical”. Rio de Janeiro (Brasil): 17ª Semana de Museus: o futuro das tradições. Museu Villa-Lobos Desde o início do doutoramento na Universidade de Aveiro, sob orientação do professor doutor Jorge Castro Ribeiro, está a aprofundar o conhecimento sobre os cordofones angolanos, seja em bibliografia ou em observação, análise e catalogação de instrumentos em museus portugueses. Os principais cordofones abordados neste processo são a cihumba, a kakoxa e o hungu, e esses estudos tem se desdobrado em comunicações científicas relacionadas aos instrumentos analisados: RAMOS, L. C. (2022) "Circulação de instrumentos musicais entre Angola e Brasil no período colonial". Comunicação e participação na comissão organizadora. Aveiro (Portugal): POST IP. Universidade de Aveiro. RAMOS, L.C. (2023) “How Afro are the brazilian popular chordofones? Musical practices in question by historical iconography”. Acra (Gana): ICTMD. RAMOS, L.C. (2023) “Conexões cordofônicas entre Angola e o Brasil: um estudo comparativo entre o Ungo e o Berimbau”. Granada (Espanha): SIBE. RAMOS, L.C. (2023) “Cihumba ya Kalunga”. Porto Alegre (Brasil): ENABET. Atuou também como Pesquisador Assistente e Diretor Musical no livro/CD “A Velha Guarda do Choro no Planalto Central” que retrata a trajetória do Choro e seus principais personagens na capital federal. RIOS, Sebastião; LION, Ana. (Org.); FEIJÓ, Marcelo (Org.). A Velha Guarda do choro no Planalto Central. 1. ed. Goiânia: Faculdade de Ciências Sociais UFG & FUNAPE, 2012. v. 1000. 220p. Além disso, atuou como pesquisador-bolsista do Projeto Instrução Técnica para o Registo do Choro como Patrimônio Cultural do Brasil (2021), junto ao IPHAN, como pesquisador responsável pelo levantamento de dados sobre o Choro na região Centro-Oeste do Brasil. PRINCIPAIS PUBLICAÇÕES Como arranjador e diretor musical esteve à frente dos seguintes trabalhos, realizando direção musical: CD Pra querer ser Feliz (Uliana Dias), 2011. CD Nó de Gravata (Pedro Cariello), 2011. CD Coração Brasileiro (Helena Pinheiro), 2012. CD Folião de Raça (Cris Pereira), 2013. CD Coisa Nossa (Regional Glória), 2013. CD A Velha Guarda do Choro de Brasília, 2013. CD Alencarinos (homenagem à Alencar 7 cordas), 2013. DVD De Bem com a Vida (Carlos Elias), 2013. CD Café Centro-Oeste (Carrapa do Cavaquinho). 2015. Peça teatral O amor que habito – trilha sonora, 2018. CD Samba Candango (Breno Alves), 2021. CD Banzo (Cris Pereira), no prelo. Concerto Exploring our sounds – Festival de Outono (Strings+Bars Duo, 2023) Concerto Suíte do Sal (Strings+BarsDuo, 2024) Em 2018 publicou o álbum de partituras ALENCARINOS (Choros de Alencar 7 Cordas), que apresenta partituras da obra de um grande expoente do Choro em Brasília, o mestre Alencar 7 Cordas. RAMOS, L. C.; VASCONCELOS, F. C. M. . ALENCARINOS – Choros de Alencar 7 Cordas. 1. ed. independente Brasília, Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF): independente, 2018. v. 1000. 192p Também em 2018 publicou o NOSSO LIVRO DE SAMBA, material didático destinado ao público infanto-juvenil e cuja proposta inovadora é oferecer possibilidade de introdução e aprofundamento musical através do Samba. RAMOS, L. C. . Nosso livro de Samba. 1. ed. independente FAP/DF: independente, 2018. v. 200. 205p FORMAÇÃO COMPLEMENTAR Idioma Kimbundu – atualmente está no 4º módulo pelo curso do NUPEL (UFBA) – Universidade Federal da Bahia (Brasil) Idioma Umbundu – atualmente está no 2º módulo pelo curso do Instituto Kimbo – Luanda (Angola) História de Angola – curso promovido pela UCCLA e ministrado pelo professor doutor Alberto Oliveira Pinto (2023)
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Música

La Maknita
A MAKINITA es una plataforma independiente de producción y difusión de contenidos musicales impulsada por la banda JUANA FE, desde el año 2012, nace con el fin de profesionalizar las propuestas artísticas involucradas y proponer diálogos y reflexiones en torno al oficio de la música. LA MAKINITA se convierte actualmente en un espacio alternativo de experimentación, en el centro de Santiago de Chile, un espacio de encuentro donde nacen y habitan propuestas musicales de excelencia, que motivan y revolucionan el escenario actual de la música latina. Además de contar con su propio estudio de grabación, ha desarrollado diversos proyectos de extensión que conectan con redes colaborativas y asociaciones, productores, medios de comunicación y organizaciones sociales. La Makinita fortalece el trabajo de los músicos y las músicas, sus iniciativas de construcción cultural y transformación social.
Ver detallesLa Maknita
Descripción
A MAKINITA es una plataforma independiente de producción y difusión de contenidos musicales impulsada por la banda JUANA FE, desde el año 2012, nace con el fin de profesionalizar las propuestas artísticas involucradas y proponer diálogos y reflexiones en torno al oficio de la música. LA MAKINITA se convierte actualmente en un espacio alternativo de experimentación, en el centro de Santiago de Chile, un espacio de encuentro donde nacen y habitan propuestas musicales de excelencia, que motivan y revolucionan el escenario actual de la música latina. Además de contar con su propio estudio de grabación, ha desarrollado diversos proyectos de extensión que conectan con redes colaborativas y asociaciones, productores, medios de comunicación y organizaciones sociales. La Makinita fortalece el trabajo de los músicos y las músicas, sus iniciativas de construcción cultural y transformación social.

Gabriel Gonti
Gabriel Gonti é um artista do pop leve com mais de 50 milhões de plays nas plataformas digitais. Nascido em Minas Gerais, já lançou 3 álbuns, 3 EPS e 57 singles, tendo trabalhado com artistas como Ana Gabriela, Vitor Kley, OutroEu e Hotelo. Em “Odoyá (2021) foi o primeiro artista a ser produzido por Maria Rita. Em 2025 se prepara para lançar "De Perto", o quarto álbum da carreira.
Ver detallesGabriel Gonti
Cantautor/Música de autor
Descripción
Gabriel Gonti é um artista do pop leve com mais de 50 milhões de plays nas plataformas digitais. Nascido em Minas Gerais, já lançou 3 álbuns, 3 EPS e 57 singles, tendo trabalhado com artistas como Ana Gabriela, Vitor Kley, OutroEu e Hotelo. Em “Odoyá (2021) foi o primeiro artista a ser produzido por Maria Rita. Em 2025 se prepara para lançar "De Perto", o quarto álbum da carreira.
Música

Wesley Ignacio
Produtor musical, cantor e multi-instrumentista brasileiro. Com diversas produções internacionais de música pop internacional, na sua maioria em idioma internacional inglês. Compositor formado pela Berklee College of Music. Possui homestudio próprio aonde desenvolve todo seu trabalho sozinho e do zero.
Ver detallesWesley Ignacio
Cantautor/Música de autor
Indie Pop (Twee)
Chicago House & Garage House
Electro House & Dutch House
Descripción
Produtor musical, cantor e multi-instrumentista brasileiro. Com diversas produções internacionais de música pop internacional, na sua maioria em idioma internacional inglês. Compositor formado pela Berklee College of Music. Possui homestudio próprio aonde desenvolve todo seu trabalho sozinho e do zero.
Música

German Campos
Germán Campos (Buenos Aires, 1996) es director de cine, guionista y artista sonoro. Egresado de la ENERC (Escuela Nacional de Experimentación y Realización Cinematográfica), inició su formación en 2014 estudiando composición musical contemporánea con orientación audiovisual. Desde 2020 trabaja en estudios de postproducción de sonido para cine, participando en producciones argentinas e internacionales de gran escala, entre ellas El Eternauta (Netflix, 2025), DNA do Crime (Netflix, 2025) y Mensaje en una botella. Su filmografía incluye la película ¿Me amas, John?, estrenada en el 25º BAFICI, el cortometraje Madre (2020) y una obra audiovisual sobre el barrio de La Boca presentada en 2024 por el Día Internacional del Turismo. En el campo del arte sonoro y la música contemporánea, realizó en 2024 una intervención electroacústica en la ópera Einstein on the Beach en el Teatro Colón, y estrenó su primera instalación sonora, El pulso, en la Fundación Santander. Desde 2022 documenta proyectos del Colón Contemporáneo y el Festival No Convencional, y participa activamente en el Festival Internacional de Música Electroacústica (FIME). Actualmente, desarrolla proyectos interdisciplinarios que cruzan cine, danza, performance y música experimental, entre ellos Makiwara, donde explora la resistencia física y emocional como metáfora de la condición contemporánea.
Ver detallesGerman Campos
Electroacoustic Music
Contemporánea
Descripción
Germán Campos (Buenos Aires, 1996) es director de cine, guionista y artista sonoro. Egresado de la ENERC (Escuela Nacional de Experimentación y Realización Cinematográfica), inició su formación en 2014 estudiando composición musical contemporánea con orientación audiovisual. Desde 2020 trabaja en estudios de postproducción de sonido para cine, participando en producciones argentinas e internacionales de gran escala, entre ellas El Eternauta (Netflix, 2025), DNA do Crime (Netflix, 2025) y Mensaje en una botella. Su filmografía incluye la película ¿Me amas, John?, estrenada en el 25º BAFICI, el cortometraje Madre (2020) y una obra audiovisual sobre el barrio de La Boca presentada en 2024 por el Día Internacional del Turismo. En el campo del arte sonoro y la música contemporánea, realizó en 2024 una intervención electroacústica en la ópera Einstein on the Beach en el Teatro Colón, y estrenó su primera instalación sonora, El pulso, en la Fundación Santander. Desde 2022 documenta proyectos del Colón Contemporáneo y el Festival No Convencional, y participa activamente en el Festival Internacional de Música Electroacústica (FIME). Actualmente, desarrolla proyectos interdisciplinarios que cruzan cine, danza, performance y música experimental, entre ellos Makiwara, donde explora la resistencia física y emocional como metáfora de la condición contemporánea.

BomboDiablo y La Flor del Romero
Bombo Diablo y la Flor del Romero es un cuarteto chileno que reinterpreta y proyecta tradiciones musicales de América Latina en una propuesta fresca y vibrante. Su formato único reúne al chinchinero —símbolo inconfundible de la cultura popular santiaguina— con un trío formado por dos guitarristas y una acordeonista, quienes entre cantos, poesía y danza interpretan tanto composiciones propias como clásicos del repertorio latinoamericano. Su espectáculo refleja con autenticidad la fiesta chilena: versos, melodías y percusiones que evocan la bohemia, la nostalgia, el recuerdo y la algarabía, conectando con públicos de todas las edades y contextos. La fuerza del bombo chin-chín, junto a guitarras y acordeón, sostiene un repertorio versátil que abarca valses criollos, boleros, corridos, foxtrots y cuecas tradicionales junto a creaciones originales que amplían y actualizan la tradición. El proyecto nace desde la bohemia santiaguina, pero trasciende sus fronteras con un formato portátil y flexible que se adapta a distintos escenarios: calles, bares, boliches, teatros y festivales internacionales. En 2024, la agrupación llevó su propuesta a diversos escenarios de Europa, conectando con audiencias que reconocieron en su música la fuerza viva de la cultura latinoamericana. En 2025, fueron seleccionados para representar a Chile en la Expo Universal Osaka-Kansai (Japón), consolidando así su proyección internacional. Actualmente trabajan en su primera producción discográfica, Chichería el Huaso Carlos, un homenaje al boliche como espacio de memoria, bohemia y celebración. Este álbum busca capturar la esencia de su puesta en escena: una experiencia real y emotiva, donde resalta la riqueza cultural y la energía festiva y popular del Chile urbano. Bombo Diablo y la Flor del Romero se presenta como un legado de la chilenidad en el siglo XXI, celebrando las raíces musicales del continente con estilo, potencia escénica y un mensaje universal que trasciende fronteras.
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Cueca
Descripción
Bombo Diablo y la Flor del Romero es un cuarteto chileno que reinterpreta y proyecta tradiciones musicales de América Latina en una propuesta fresca y vibrante. Su formato único reúne al chinchinero —símbolo inconfundible de la cultura popular santiaguina— con un trío formado por dos guitarristas y una acordeonista, quienes entre cantos, poesía y danza interpretan tanto composiciones propias como clásicos del repertorio latinoamericano. Su espectáculo refleja con autenticidad la fiesta chilena: versos, melodías y percusiones que evocan la bohemia, la nostalgia, el recuerdo y la algarabía, conectando con públicos de todas las edades y contextos. La fuerza del bombo chin-chín, junto a guitarras y acordeón, sostiene un repertorio versátil que abarca valses criollos, boleros, corridos, foxtrots y cuecas tradicionales junto a creaciones originales que amplían y actualizan la tradición. El proyecto nace desde la bohemia santiaguina, pero trasciende sus fronteras con un formato portátil y flexible que se adapta a distintos escenarios: calles, bares, boliches, teatros y festivales internacionales. En 2024, la agrupación llevó su propuesta a diversos escenarios de Europa, conectando con audiencias que reconocieron en su música la fuerza viva de la cultura latinoamericana. En 2025, fueron seleccionados para representar a Chile en la Expo Universal Osaka-Kansai (Japón), consolidando así su proyección internacional. Actualmente trabajan en su primera producción discográfica, Chichería el Huaso Carlos, un homenaje al boliche como espacio de memoria, bohemia y celebración. Este álbum busca capturar la esencia de su puesta en escena: una experiencia real y emotiva, donde resalta la riqueza cultural y la energía festiva y popular del Chile urbano. Bombo Diablo y la Flor del Romero se presenta como un legado de la chilenidad en el siglo XXI, celebrando las raíces musicales del continente con estilo, potencia escénica y un mensaje universal que trasciende fronteras.

Thadeu Romano
Música Sinfónica
Música de Cámara
Descripción
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AURA
AURA es una banda de TRAP y subgéneros como PLUGG, NEW JAZZ, SURF, WEST COAST, JERK. conformada por Santino Reynoso "TOTO", Alvaro Escobar "ALVA" Y León All "LAION" Al mismo tiempo que terminan la secundaria, con apenas 16 años han participado en eventos como: "FESTITRAP" (2024) junto a "sixto yegros", "swaggerman", "tuwa". "LA CREAM" (2024) junto a "pa2k", "enzocerobulto", "sixup", "hawko". "FRANKLIN PRODS" (2025) en Capital Federal. "DEL PUEBLO BAR" (2024/2025) "GROLAR" (2025)
Ver detallesAURA
Trap & Drill
Descripción
AURA es una banda de TRAP y subgéneros como PLUGG, NEW JAZZ, SURF, WEST COAST, JERK. conformada por Santino Reynoso "TOTO", Alvaro Escobar "ALVA" Y León All "LAION" Al mismo tiempo que terminan la secundaria, con apenas 16 años han participado en eventos como: "FESTITRAP" (2024) junto a "sixto yegros", "swaggerman", "tuwa". "LA CREAM" (2024) junto a "pa2k", "enzocerobulto", "sixup", "hawko". "FRANKLIN PRODS" (2025) en Capital Federal. "DEL PUEBLO BAR" (2024/2025) "GROLAR" (2025)
Música

Juan Sebastian Sanchez
Juan Sebastián Sánchez es un percusionista colombiano con proyección internacional, reconocido por su versatilidad, precisión técnica y compromiso con la preservación de los ritmos tradicionales. Inició su formación en la Banda Sinfónica Redentorista de Manizales y posteriormente en la Universidad de Caldas, continuando sus estudios en la Berklee College of Music (Boston), donde se graduó con distinciones y recibió reconocimientos como el “Outstanding Percussionist Award” y el “Instrumental Performance Award”. Su trayectoria ha sido avalada con cuatro becas de la Latin Grammy Foundation, distinción que lo posiciona como uno de los jóvenes percusionistas más destacados de América Latina. Además, fue ganador del Youth Music Exchange International Soloist Percussion Competition en Trinidad y Tobago (2017), del Concurso de Jóvenes Solistas de la Orquesta Sinfónica de Caldas (2018) y de la Convocatoria Estímulos del Ministerio de Cultura de Colombia para una pasantía en España (2019). Ha participado en giras internacionales con la Orquesta de las Américas (YOA), actuando en Ucrania, Polonia, Escocia, Alemania y México, y ha sido invitado por la Boston Pops de la Boston Symphony Orchestra en el Boston Symphony Hall. También ha sido percusionista de la Orquesta Sinfónica Nacional de Colombia y la Filarmónica de Bogotá. En 2023 fue intérprete en los Latin Grammy Awards en Sevilla como embajador de la Latin Grammy Foundation. Juan Sebastián ha compartido escenario y colaborado con artistas de talla mundial como Gilberto Santa Rosa, Tony Succar, Chucho Valdés, Paquito D’Rivera, Lalah Hathaway, Toto la Momposina, Daymé Arocena, Erika Ender y Pacho Flores, entre otros. Sus interpretaciones han sido reseñadas en medios como The Boston Globe, que destacó su virtuosismo en la percusión latina. Paralelamente a su carrera artística, es el fundador de Percussible, una plataforma digital que integra inteligencia artificial y realidad virtual para documentar y enseñar ritmos tradicionales en riesgo de desaparecer. A través de este proyecto, busca transformar la forma en que se transmite la percusión a nivel global, conectando la tradición con la innovación tecnológica y promoviendo la inclusión educativa. En conjunto, su trayectoria refleja no solo un sólido recorrido artístico y académico, sino también una visión clara: hacer de la percusión un puente entre culturas, generaciones y territorios, preservando y proyectando el patrimonio musical hacia el futuro.
Ver detallesJuan Sebastian Sanchez
Flamenco
Afro
Vallenato
Timba
Música Sinfónica
Música de Cámara
Descripción
Juan Sebastián Sánchez es un percusionista colombiano con proyección internacional, reconocido por su versatilidad, precisión técnica y compromiso con la preservación de los ritmos tradicionales. Inició su formación en la Banda Sinfónica Redentorista de Manizales y posteriormente en la Universidad de Caldas, continuando sus estudios en la Berklee College of Music (Boston), donde se graduó con distinciones y recibió reconocimientos como el “Outstanding Percussionist Award” y el “Instrumental Performance Award”. Su trayectoria ha sido avalada con cuatro becas de la Latin Grammy Foundation, distinción que lo posiciona como uno de los jóvenes percusionistas más destacados de América Latina. Además, fue ganador del Youth Music Exchange International Soloist Percussion Competition en Trinidad y Tobago (2017), del Concurso de Jóvenes Solistas de la Orquesta Sinfónica de Caldas (2018) y de la Convocatoria Estímulos del Ministerio de Cultura de Colombia para una pasantía en España (2019). Ha participado en giras internacionales con la Orquesta de las Américas (YOA), actuando en Ucrania, Polonia, Escocia, Alemania y México, y ha sido invitado por la Boston Pops de la Boston Symphony Orchestra en el Boston Symphony Hall. También ha sido percusionista de la Orquesta Sinfónica Nacional de Colombia y la Filarmónica de Bogotá. En 2023 fue intérprete en los Latin Grammy Awards en Sevilla como embajador de la Latin Grammy Foundation. Juan Sebastián ha compartido escenario y colaborado con artistas de talla mundial como Gilberto Santa Rosa, Tony Succar, Chucho Valdés, Paquito D’Rivera, Lalah Hathaway, Toto la Momposina, Daymé Arocena, Erika Ender y Pacho Flores, entre otros. Sus interpretaciones han sido reseñadas en medios como The Boston Globe, que destacó su virtuosismo en la percusión latina. Paralelamente a su carrera artística, es el fundador de Percussible, una plataforma digital que integra inteligencia artificial y realidad virtual para documentar y enseñar ritmos tradicionales en riesgo de desaparecer. A través de este proyecto, busca transformar la forma en que se transmite la percusión a nivel global, conectando la tradición con la innovación tecnológica y promoviendo la inclusión educativa. En conjunto, su trayectoria refleja no solo un sólido recorrido artístico y académico, sino también una visión clara: hacer de la percusión un puente entre culturas, generaciones y territorios, preservando y proyectando el patrimonio musical hacia el futuro.
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