Catálogo musical

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Rolaltamar


Colombia

Cantautor

Bomba, Plena & Merengue

Salsa

Afro

Soy amante de la poesía y la música tropical del caribe. Mi pasión es transmitir mi vida y mi sentir a través de la música.

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Tiago Máci


Brasil

Cantautor

MPB

Tiago Máci é cantor e compositor maranhense que vem se destacando na cena musical autoral de São Luís, Brasil, premiado em festivais de música como “Festival Pereira Barreto- SP”, ganhando como melhor música popular em 2018 com o samba canção “À musa” e em 2019 com “Magma”. Máci escreve o popular, o cotidiano contemporâneo e suas idas e vindas. Canta histórias do inconsciente coletivo, regado ao samba e ritmos da música brasileira. O jovem artista lança o novo marco da sua carreira, o álbum “AMOR DELIVERY”, dividido em dois volumes. O primeiro conta com a parceria de Zeca Baleiro, que em 2019 menciona em entrevista Tiago Máci como aposta para música brasileira, dividindo autoria na faixa “Beijo à queima-roupa”. É claro o amadurecimento artístico do cantor, que também se dedica a interpretar canções de parceiros compositores locais, como exemplo de “Ta vendo baby”, de Felipe Costa Cruz do duo The Caldo de Cana, que é um sucesso na voz de Máci. Amor Delivery vol 01 trouxe grande expectativa para o Volume 02, que promete continuar seus acordes nas ondas do Triphop, Afrobeat, R&B, lofi e elementos da música latina, sem deixar o samba e a música brasileira, formando uma mix chamado Criola Beat Upaon Style, batizado pelo produtor Adnon Soares.

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José Sánchez


Argentina

Cantautor

Instrumental / Jazz Brasileiro

Músico Compositor

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La Trama Popular


Peru

Banda

Nuevo Folclor

Folclor Fusión

Música Andina

Canción Melódica

La Trama Popular es un grupo de música popular peruana en cuyas composiciones originales y arreglos musicales tejen y crean con la música latinoamericana y del mundo. Sus canciones tocan la fibra de lo humano, cantándole a la gente y a su vida cotidiana. 
 Los géneros que abordan son diversos manteniendo la raíz siempre presente pero entiende a la tradición en constante cambio, dialogando con las músicas del mundo. Han editado un primer single llamado “La Buena Estrella” que cuenta con un videoclip y actualmente se encuentran preparando su primer LP que saldrá a mediados del 2021.

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TRASTORNADOS


Uruguay

Banda

Afro

Folclor Fusión

Candombe

Trastornados: “Historias de pueblo” Este proyecto apunta a presentar canciones propias de la banda y versiones de autores latinoamericanos, con un formato diferente. Las letras reflejan temas comunes a la mayoría de los barrios de nuestros pueblos, por lo que logran en el público, una complicidad que se ve reflejada en cada presentación. Cosas simples que van escribiendo una rica historia. En todo barrio existen los personajes típicos, los oficios de antaño, aquellos aromas, un edificio emblemático, una historia de amor prohibido, un equipo de fútbol, una esquina típica que lo identifican. Las canciones de “Historias de pueblo” están teñidas de estas características. Un espectáculo que comprende canciones, textos y actuación que van recorriendo y describiendo el barrio. En un mundo lleno de “música enlatada”, con textos faltos de poesía y con poco compromiso social, se hace necesario este tipo de manifestación cultural que deja huella. Temas originales que aportan desde la sencillez y que generan vanguardia. Músicas e historias desde adentro del propio barrio y presentadas para un público muy amplio, necesitado en vivenciar un espectáculo que le devuelva la identidad tan avasallada en todo momento. Una temática que seguramente llega a muchos montevideanos, ya sea porque vivieron situaciones similares en sus barrios, o porque provienen del interior profundo de nuestro país. Trastornados, banda que pretende trastornar, cambiar la rutina, valorar la identidad (a través del candombe, murga o folclore) y escribir una nueva historia. Un espectáculo que defiende la diversidad étnica y la riqueza cultural de nuestro pueblo, abordando hechos dolorosos como la esclavitud, pero desde el legado de un ritmo – el candombe – que nos identifica y que fuera declarado Patrimonio Histórico de la Humanidad. Una propuesta que incluye aspectos audiovisuales. Un mensaje que despierta varios sentidos del espectador. Las dos voces principales, Valentina y Joel, ponen a comunicar en igualdad de condiciones a ambos géneros. Un grupo humano que propone, desde el comienzo, un recital que emocione y valorice lo nuestro; y desde esa raíz, construir un futuro lleno de esperanza, de cohesión social, de integración, respeto y solidaridad.

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Franz Ventura


Peru

Cantautor

Country Pop & Country Rock

Lover’S Rock & Uk Reggae

Cantautor y productor musical

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Marcelo Caldi


Brasil

Compositor

MPB

Marcelo Caldi é um dos músicos mais completos da atualidade. Pianista, compositor, arranjador sinfônico, produtor, cantor, maestro, diretor musical… tornou-se amplamente reconhecido como um dos sanfoneiros mais importantes de sua geração, levando adiante o precioso legado de mestres como Luiz Gonzaga, Orlando Silveira, Chiquinho do Acordeom, Sivuca, Dominguinhos, Oswaldinho e outros. Apresentou-se como solista em concertos com as orquestras Petrobras Sinfônica, Sinfônica da Bahia, Sinfônica Cesgranrio, Sinfônica da UFF e Sinfônica do Recife, também criando arranjos inéditos para essas formações. Compôs “Alma carioca”, uma peça sinfônica inédita para Orquestra Petrobras Sinfônica, em homenagem aos 450 anos do Rio de Janeiro (2015), e “Homenagem a Sivuca”, para Orquestra Sinfônica Cesgranrio (2017). Participou dos mais importantes festivais de música instrumental no Brasil, e já levou seu trabalho para países como Portugal, França, Itália, Alemanha e Japão. É fundador da primeira Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, cujo primeiro CD foi lançado em 2019. Entre os álbuns autorais, destaca-se “A sanfona é meu dom” (2017), que inclui participações de Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, Silvério Pontes, Bebê Kramer, Kiko Horta e outros.

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VITROLA BAIANA


Brasil

Banda

MPB

Afrobrasileiro

: A banda Vitrola Baiana ligou o Modo Quarentena: com um disco praticamente pronto para ser lançado em 2020 e a vontade contida na garganta após um início de ano animador, a banda precisou se deparar com a realidade da pandemia que arrastou ao chão toda a agenda de shows e produção artística para 2021. Depois do momento de susto e da apreensão catártica da situação que se impôs a banda começou a perceber as possibilidades de se reinventar frente à ameaça invisível. Primeiro percebeu que live de show não funcionaria: quem já foi ou assistiu a um show do Vitrola Baiana sabe a energia que emana da pulsação do próprio público. O show do Vitrola é a própria música do Caetano: chuva, suor e cerveja. E já tava claro que esse clima não condizia com o momento que vivemos, afinal o mote que a banda sempre teve é a consciência critica através das suas letras. Não à toa músicas de Gil, Caetano e Chico que surgiram no contexto da ditadura ganharam os arranjos vibrantes da banda. Decididos a disseminar o conceito do “Fique em Casa, mas de forma produtiva” eles decidiram explorar o disco que estava prestes a ser lançado, Rabo de Arraia, e gravar algumas de suas músicas em vídeo. A linguagem audiovisual sempre foi muito presente na carreira da Vitrola Baiana, desde Corações Foliões à mais recente Ouro Pouco, lançada pouco antes da quarentena, todas elas trazem roteiros e edições primorosas, com uma lógica própria e com um traço peculiar da banda que traduz com perfeição o que é ser a “nova música baiana”, aquela que foge a rótulos que não seja a de próprio “world music”. Foi baseado nisso que criaram a série de clipes Quarentena Mood. Gravados em casa, em isolamento, mostrando suas letras contundentes e na sua sonoridade arrojada, a série é formada por 8 músicas que devem ser lançadas nas redes sociais da banda e dos setores envolvidos (Secult, Funceb, etc) e pode ganhar as telas de todo Estado através dos festivais e programas especiais promovidos pela TVE. E não adiantava simplesmente lançar o EP nas plataformas digitais, sem show, sem pompa. Era preciso traçar essa perspectiva com o público, afinal são músicas que vão despertar um posicionamento crítico, social, político. Letras como a de Trigonometria de Marcelo Costa e Edmundo Caroso que diz: “caos político destrói vários destinos” e conclui: “A soma do quadrado dos capetas se iguala ao quadrado dos palhaços do planeta.” ou Fake que discorre sobre a popularização das fake news, todas elas trazem mensagens contundentes e necessárias. E é uma proposta que diferente de se criar um clipe como sempre foi feito, vai ficar datado para sempre por ter sido produzido durante a pandemia.

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Hernán Díaz


Argentina

Solista

Folklore Sudamericano

Cantautor/Música de autor

Hernán Díaz es un compositor y músico de la ciudad de Aimogasta, La Rioja. Entre sus logros más destacados se encuentra haber sido finalista del concurso nacional “Rockea Buenos Aires 2014”, con su banda Le Vitalis, realizando una gira por distintas provincias del país y tocando en el Estadio Único de La Plata ante jurados compuestos por personalidades de la música popular. En el año 2017, ya como solista, resulta ganador en el concurso para jóvenes compositores “Vamos Las Bandas” organizado por la Secretaría de Cultura de La Nación, en donde su canción es elegida por Lito Vitale para representar a la provincia de La Rioja. Un año más tarde es invitado a interpretar la canción patria “Aurora”, junto a Lito Vitale y es transmitida en vivo a todo el país en conmemoración del Día de La Bandera. A principios del 2019 publica su primer trabajo discográfico profesional, el EP “El Destino Es El Olvido”, disponible en todas las plataformas digitales. A finales de ese mismo año, publica un video conceptual en el género conocido como video full álbum. Además de estos logros, Hernán Díaz desde muy joven obtuvo premios y reconocimientos en numerosos concursos provinciales y departamentales como Septiembre joven, Maravillosa Música, Canto Joven, Concurso Aldo Morales, entre otros.

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Aqui e em outros lugares


Brasil

Cantautor

MPB

Canções de quarentena Por vezes o mundo parece assim: Sem rima, Forma, Vida. Mas toda beleza Presente num belo poema Só aparece ao fim

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