
Eddu Porto
EDDU PORTO é o projeto solo do multiinstrumentista, compositor, cantor, booker e empresário Eduardo Porto. A mescla entre o universo analógico e o digital permeia seu trabalho de estreia. Com base em seu interesse profundo por música brasileira e seus desdobramentos entre Bossa Nova e Tropicália, essa sonoridade fica evidente nos acordes e progressões no violão, aliado a sua pesquisa da música eletrônica, por meio do uso de sintetizadores, utilizados como elementos melódicos, além de beats eletrônicos misturados à bateria acústica, bem como o uso da própria voz em diversas camadas, o que confere uma atmosfera melancólica, sensível e intensa a esse projeto. Mais detalhes: É músico, produtor cultural e sócio-proprietário da agência Let’s GIG – Booking & Music Services, localizada em São Carlos. Ganhadora do Prêmio Profissionais da Música em 2018 e 2019, a empresa tem experiência com circulação de bandas, produção radiofônica e festivais, feiras nacionais e internacionais, como SIM/SP, Womex, Primavera Sound, Circulart, MIL. Atuante desde 2015 na área de agenciamento e gestão de carreira artística da cena independente contemporânea brasileira, faz parte de seu casting artistas como Liniker e os Caramelows, Luedji Luna, Tuyo, Amanda Magalhães, Giovani Cidreira, Luê, ATR, Mel, Davi Sabbag, Pedro Salomão, entre outros. Também é baterista e produtor musical da banda ATR, a qual tem um histórico de mais de 400 shows pelo Brasil e América Latina somado a duas turnês pela Europa, além de importantes feiras e festivais como Semana Internacional da Música SIM/SP, Festival PIB (São Paulo), Festival Sonido (Belém), e Universo Paralello (Bahia), Festival Bananada (Goiânia), Festival ViraPop (Amares/Portugal) Primavera Sound (Barcelona/Espanha) e Feira Circulart (Colômbia). Em 2020, o trio ATR lançou Mundi, segundo disco da banda, com vocais e participações de várias regiões do mundo, como Carolina Camacho (República Dominicana), Billy Pilgrim (EUA), Vox Sambou (Haiti/Canadá), Michu Mendez (Argentina) e os brasileiros Luedji Luna e Donatinho. Além disso já acompanhou artistas como Tássia Reis, Otto, Liniker, Zé Vito e o haitiano Vox Sambou, e produziu a banda Bavid, lançada pelo selo Virtual Dream Plaza. Também é comunicador nas áreas de fotografia e design. Atua na comunicação e realização do CONTATO – Festival Multimídia Colaborativo desde 2012.
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MPB
Tropicalia
Synth / Electronica
Descripción
EDDU PORTO é o projeto solo do multiinstrumentista, compositor, cantor, booker e empresário Eduardo Porto. A mescla entre o universo analógico e o digital permeia seu trabalho de estreia. Com base em seu interesse profundo por música brasileira e seus desdobramentos entre Bossa Nova e Tropicália, essa sonoridade fica evidente nos acordes e progressões no violão, aliado a sua pesquisa da música eletrônica, por meio do uso de sintetizadores, utilizados como elementos melódicos, além de beats eletrônicos misturados à bateria acústica, bem como o uso da própria voz em diversas camadas, o que confere uma atmosfera melancólica, sensível e intensa a esse projeto. Mais detalhes: É músico, produtor cultural e sócio-proprietário da agência Let’s GIG – Booking & Music Services, localizada em São Carlos. Ganhadora do Prêmio Profissionais da Música em 2018 e 2019, a empresa tem experiência com circulação de bandas, produção radiofônica e festivais, feiras nacionais e internacionais, como SIM/SP, Womex, Primavera Sound, Circulart, MIL. Atuante desde 2015 na área de agenciamento e gestão de carreira artística da cena independente contemporânea brasileira, faz parte de seu casting artistas como Liniker e os Caramelows, Luedji Luna, Tuyo, Amanda Magalhães, Giovani Cidreira, Luê, ATR, Mel, Davi Sabbag, Pedro Salomão, entre outros. Também é baterista e produtor musical da banda ATR, a qual tem um histórico de mais de 400 shows pelo Brasil e América Latina somado a duas turnês pela Europa, além de importantes feiras e festivais como Semana Internacional da Música SIM/SP, Festival PIB (São Paulo), Festival Sonido (Belém), e Universo Paralello (Bahia), Festival Bananada (Goiânia), Festival ViraPop (Amares/Portugal) Primavera Sound (Barcelona/Espanha) e Feira Circulart (Colômbia). Em 2020, o trio ATR lançou Mundi, segundo disco da banda, com vocais e participações de várias regiões do mundo, como Carolina Camacho (República Dominicana), Billy Pilgrim (EUA), Vox Sambou (Haiti/Canadá), Michu Mendez (Argentina) e os brasileiros Luedji Luna e Donatinho. Além disso já acompanhou artistas como Tássia Reis, Otto, Liniker, Zé Vito e o haitiano Vox Sambou, e produziu a banda Bavid, lançada pelo selo Virtual Dream Plaza. Também é comunicador nas áreas de fotografia e design. Atua na comunicação e realização do CONTATO – Festival Multimídia Colaborativo desde 2012.

Na hora certa
MPB
Descripción
Música autoral feita na quarentena, e sobre a quarentena.

Rolaltamar
Soy amante de la poesía y la música tropical del caribe. Mi pasión es transmitir mi vida y mi sentir a través de la música.
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Bomba, Plena & Merengue
Salsa
Afro
Descripción
Soy amante de la poesía y la música tropical del caribe. Mi pasión es transmitir mi vida y mi sentir a través de la música.

Tiago Máci
Tiago Máci é cantor e compositor maranhense que vem se destacando na cena musical autoral de São Luís, Brasil, premiado em festivais de música como "Festival Pereira Barreto- SP", ganhando como melhor música popular em 2018 com o samba canção "À musa" e em 2019 com "Magma". Máci escreve o popular, o cotidiano contemporâneo e suas idas e vindas. Canta histórias do inconsciente coletivo, regado ao samba e ritmos da música brasileira. O jovem artista lança o novo marco da sua carreira, o álbum "AMOR DELIVERY", dividido em dois volumes. O primeiro conta com a parceria de Zeca Baleiro, que em 2019 menciona em entrevista Tiago Máci como aposta para música brasileira, dividindo autoria na faixa "Beijo à queima-roupa". É claro o amadurecimento artístico do cantor, que também se dedica a interpretar canções de parceiros compositores locais, como exemplo de "Ta vendo baby", de Felipe Costa Cruz do duo The Caldo de Cana, que é um sucesso na voz de Máci. Amor Delivery vol 01 trouxe grande expectativa para o Volume 02, que promete continuar seus acordes nas ondas do Triphop, Afrobeat, R&B, lofi e elementos da música latina, sem deixar o samba e a música brasileira, formando uma mix chamado Criola Beat Upaon Style, batizado pelo produtor Adnon Soares.
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MPB
Descripción
Tiago Máci é cantor e compositor maranhense que vem se destacando na cena musical autoral de São Luís, Brasil, premiado em festivais de música como "Festival Pereira Barreto- SP", ganhando como melhor música popular em 2018 com o samba canção "À musa" e em 2019 com "Magma". Máci escreve o popular, o cotidiano contemporâneo e suas idas e vindas. Canta histórias do inconsciente coletivo, regado ao samba e ritmos da música brasileira. O jovem artista lança o novo marco da sua carreira, o álbum "AMOR DELIVERY", dividido em dois volumes. O primeiro conta com a parceria de Zeca Baleiro, que em 2019 menciona em entrevista Tiago Máci como aposta para música brasileira, dividindo autoria na faixa "Beijo à queima-roupa". É claro o amadurecimento artístico do cantor, que também se dedica a interpretar canções de parceiros compositores locais, como exemplo de "Ta vendo baby", de Felipe Costa Cruz do duo The Caldo de Cana, que é um sucesso na voz de Máci. Amor Delivery vol 01 trouxe grande expectativa para o Volume 02, que promete continuar seus acordes nas ondas do Triphop, Afrobeat, R&B, lofi e elementos da música latina, sem deixar o samba e a música brasileira, formando uma mix chamado Criola Beat Upaon Style, batizado pelo produtor Adnon Soares.
Música

José Sánchez
Instrumental / Jazz Brasileiro
Descripción
Músico Compositor

La Trama Popular
La Trama Popular es un grupo de música popular peruana en cuyas composiciones originales y arreglos musicales tejen y crean con la música latinoamericana y del mundo. Sus canciones tocan la fibra de lo humano, cantándole a la gente y a su vida cotidiana. Los géneros que abordan son diversos manteniendo la raíz siempre presente pero entiende a la tradición en constante cambio, dialogando con las músicas del mundo. Han editado un primer single llamado “La Buena Estrella” que cuenta con un videoclip y actualmente se encuentran preparando su primer LP que saldrá a mediados del 2021.
Ver detallesLa Trama Popular
Nuevo Folclor
Folclor Fusión
Música Andina
Canción Melódica
Descripción
La Trama Popular es un grupo de música popular peruana en cuyas composiciones originales y arreglos musicales tejen y crean con la música latinoamericana y del mundo. Sus canciones tocan la fibra de lo humano, cantándole a la gente y a su vida cotidiana. Los géneros que abordan son diversos manteniendo la raíz siempre presente pero entiende a la tradición en constante cambio, dialogando con las músicas del mundo. Han editado un primer single llamado “La Buena Estrella” que cuenta con un videoclip y actualmente se encuentran preparando su primer LP que saldrá a mediados del 2021.
Videos

TRASTORNADOS
Trastornados: “Historias de pueblo” Este proyecto apunta a presentar canciones propias de la banda y versiones de autores latinoamericanos, con un formato diferente. Las letras reflejan temas comunes a la mayoría de los barrios de nuestros pueblos, por lo que logran en el público, una complicidad que se ve reflejada en cada presentación. Cosas simples que van escribiendo una rica historia. En todo barrio existen los personajes típicos, los oficios de antaño, aquellos aromas, un edificio emblemático, una historia de amor prohibido, un equipo de fútbol, una esquina típica que lo identifican. Las canciones de “Historias de pueblo” están teñidas de estas características. Un espectáculo que comprende canciones, textos y actuación que van recorriendo y describiendo el barrio. En un mundo lleno de “música enlatada”, con textos faltos de poesía y con poco compromiso social, se hace necesario este tipo de manifestación cultural que deja huella. Temas originales que aportan desde la sencillez y que generan vanguardia. Músicas e historias desde adentro del propio barrio y presentadas para un público muy amplio, necesitado en vivenciar un espectáculo que le devuelva la identidad tan avasallada en todo momento. Una temática que seguramente llega a muchos montevideanos, ya sea porque vivieron situaciones similares en sus barrios, o porque provienen del interior profundo de nuestro país. Trastornados, banda que pretende trastornar, cambiar la rutina, valorar la identidad (a través del candombe, murga o folclore) y escribir una nueva historia. Un espectáculo que defiende la diversidad étnica y la riqueza cultural de nuestro pueblo, abordando hechos dolorosos como la esclavitud, pero desde el legado de un ritmo – el candombe – que nos identifica y que fuera declarado Patrimonio Histórico de la Humanidad. Una propuesta que incluye aspectos audiovisuales. Un mensaje que despierta varios sentidos del espectador. Las dos voces principales, Valentina y Joel, ponen a comunicar en igualdad de condiciones a ambos géneros. Un grupo humano que propone, desde el comienzo, un recital que emocione y valorice lo nuestro; y desde esa raíz, construir un futuro lleno de esperanza, de cohesión social, de integración, respeto y solidaridad.
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Afro
Folclor Fusión
Candombe
Descripción
Trastornados: “Historias de pueblo” Este proyecto apunta a presentar canciones propias de la banda y versiones de autores latinoamericanos, con un formato diferente. Las letras reflejan temas comunes a la mayoría de los barrios de nuestros pueblos, por lo que logran en el público, una complicidad que se ve reflejada en cada presentación. Cosas simples que van escribiendo una rica historia. En todo barrio existen los personajes típicos, los oficios de antaño, aquellos aromas, un edificio emblemático, una historia de amor prohibido, un equipo de fútbol, una esquina típica que lo identifican. Las canciones de “Historias de pueblo” están teñidas de estas características. Un espectáculo que comprende canciones, textos y actuación que van recorriendo y describiendo el barrio. En un mundo lleno de “música enlatada”, con textos faltos de poesía y con poco compromiso social, se hace necesario este tipo de manifestación cultural que deja huella. Temas originales que aportan desde la sencillez y que generan vanguardia. Músicas e historias desde adentro del propio barrio y presentadas para un público muy amplio, necesitado en vivenciar un espectáculo que le devuelva la identidad tan avasallada en todo momento. Una temática que seguramente llega a muchos montevideanos, ya sea porque vivieron situaciones similares en sus barrios, o porque provienen del interior profundo de nuestro país. Trastornados, banda que pretende trastornar, cambiar la rutina, valorar la identidad (a través del candombe, murga o folclore) y escribir una nueva historia. Un espectáculo que defiende la diversidad étnica y la riqueza cultural de nuestro pueblo, abordando hechos dolorosos como la esclavitud, pero desde el legado de un ritmo – el candombe – que nos identifica y que fuera declarado Patrimonio Histórico de la Humanidad. Una propuesta que incluye aspectos audiovisuales. Un mensaje que despierta varios sentidos del espectador. Las dos voces principales, Valentina y Joel, ponen a comunicar en igualdad de condiciones a ambos géneros. Un grupo humano que propone, desde el comienzo, un recital que emocione y valorice lo nuestro; y desde esa raíz, construir un futuro lleno de esperanza, de cohesión social, de integración, respeto y solidaridad.
Música

Franz Ventura
Country Pop & Country Rock
Lover'S Rock & Uk Reggae
Descripción
Cantautor y productor musical

Marcelo Caldi
Marcelo Caldi é um dos músicos mais completos da atualidade. Pianista, compositor, arranjador sinfônico, produtor, cantor, maestro, diretor musical… tornou-se amplamente reconhecido como um dos sanfoneiros mais importantes de sua geração, levando adiante o precioso legado de mestres como Luiz Gonzaga, Orlando Silveira, Chiquinho do Acordeom, Sivuca, Dominguinhos, Oswaldinho e outros. Apresentou-se como solista em concertos com as orquestras Petrobras Sinfônica, Sinfônica da Bahia, Sinfônica Cesgranrio, Sinfônica da UFF e Sinfônica do Recife, também criando arranjos inéditos para essas formações. Compôs “Alma carioca”, uma peça sinfônica inédita para Orquestra Petrobras Sinfônica, em homenagem aos 450 anos do Rio de Janeiro (2015), e “Homenagem a Sivuca”, para Orquestra Sinfônica Cesgranrio (2017). Participou dos mais importantes festivais de música instrumental no Brasil, e já levou seu trabalho para países como Portugal, França, Itália, Alemanha e Japão. É fundador da primeira Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, cujo primeiro CD foi lançado em 2019. Entre os álbuns autorais, destaca-se “A sanfona é meu dom” (2017), que inclui participações de Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, Silvério Pontes, Bebê Kramer, Kiko Horta e outros.
Ver detallesMarcelo Caldi
MPB
Descripción
Marcelo Caldi é um dos músicos mais completos da atualidade. Pianista, compositor, arranjador sinfônico, produtor, cantor, maestro, diretor musical… tornou-se amplamente reconhecido como um dos sanfoneiros mais importantes de sua geração, levando adiante o precioso legado de mestres como Luiz Gonzaga, Orlando Silveira, Chiquinho do Acordeom, Sivuca, Dominguinhos, Oswaldinho e outros. Apresentou-se como solista em concertos com as orquestras Petrobras Sinfônica, Sinfônica da Bahia, Sinfônica Cesgranrio, Sinfônica da UFF e Sinfônica do Recife, também criando arranjos inéditos para essas formações. Compôs “Alma carioca”, uma peça sinfônica inédita para Orquestra Petrobras Sinfônica, em homenagem aos 450 anos do Rio de Janeiro (2015), e “Homenagem a Sivuca”, para Orquestra Sinfônica Cesgranrio (2017). Participou dos mais importantes festivais de música instrumental no Brasil, e já levou seu trabalho para países como Portugal, França, Itália, Alemanha e Japão. É fundador da primeira Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, cujo primeiro CD foi lançado em 2019. Entre os álbuns autorais, destaca-se “A sanfona é meu dom” (2017), que inclui participações de Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, Silvério Pontes, Bebê Kramer, Kiko Horta e outros.
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Música

VITROLA BAIANA
: A banda Vitrola Baiana ligou o Modo Quarentena: com um disco praticamente pronto para ser lançado em 2020 e a vontade contida na garganta após um início de ano animador, a banda precisou se deparar com a realidade da pandemia que arrastou ao chão toda a agenda de shows e produção artística para 2021. Depois do momento de susto e da apreensão catártica da situação que se impôs a banda começou a perceber as possibilidades de se reinventar frente à ameaça invisível. Primeiro percebeu que live de show não funcionaria: quem já foi ou assistiu a um show do Vitrola Baiana sabe a energia que emana da pulsação do próprio público. O show do Vitrola é a própria música do Caetano: chuva, suor e cerveja. E já tava claro que esse clima não condizia com o momento que vivemos, afinal o mote que a banda sempre teve é a consciência critica através das suas letras. Não à toa músicas de Gil, Caetano e Chico que surgiram no contexto da ditadura ganharam os arranjos vibrantes da banda. Decididos a disseminar o conceito do "Fique em Casa, mas de forma produtiva" eles decidiram explorar o disco que estava prestes a ser lançado, Rabo de Arraia, e gravar algumas de suas músicas em vídeo. A linguagem audiovisual sempre foi muito presente na carreira da Vitrola Baiana, desde Corações Foliões à mais recente Ouro Pouco, lançada pouco antes da quarentena, todas elas trazem roteiros e edições primorosas, com uma lógica própria e com um traço peculiar da banda que traduz com perfeição o que é ser a "nova música baiana", aquela que foge a rótulos que não seja a de próprio "world music". Foi baseado nisso que criaram a série de clipes Quarentena Mood. Gravados em casa, em isolamento, mostrando suas letras contundentes e na sua sonoridade arrojada, a série é formada por 8 músicas que devem ser lançadas nas redes sociais da banda e dos setores envolvidos (Secult, Funceb, etc) e pode ganhar as telas de todo Estado através dos festivais e programas especiais promovidos pela TVE. E não adiantava simplesmente lançar o EP nas plataformas digitais, sem show, sem pompa. Era preciso traçar essa perspectiva com o público, afinal são músicas que vão despertar um posicionamento crítico, social, político. Letras como a de Trigonometria de Marcelo Costa e Edmundo Caroso que diz: "caos político destrói vários destinos" e conclui: "A soma do quadrado dos capetas se iguala ao quadrado dos palhaços do planeta." ou Fake que discorre sobre a popularização das fake news, todas elas trazem mensagens contundentes e necessárias. E é uma proposta que diferente de se criar um clipe como sempre foi feito, vai ficar datado para sempre por ter sido produzido durante a pandemia.
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MPB
Afrobrasileiro
Descripción
: A banda Vitrola Baiana ligou o Modo Quarentena: com um disco praticamente pronto para ser lançado em 2020 e a vontade contida na garganta após um início de ano animador, a banda precisou se deparar com a realidade da pandemia que arrastou ao chão toda a agenda de shows e produção artística para 2021. Depois do momento de susto e da apreensão catártica da situação que se impôs a banda começou a perceber as possibilidades de se reinventar frente à ameaça invisível. Primeiro percebeu que live de show não funcionaria: quem já foi ou assistiu a um show do Vitrola Baiana sabe a energia que emana da pulsação do próprio público. O show do Vitrola é a própria música do Caetano: chuva, suor e cerveja. E já tava claro que esse clima não condizia com o momento que vivemos, afinal o mote que a banda sempre teve é a consciência critica através das suas letras. Não à toa músicas de Gil, Caetano e Chico que surgiram no contexto da ditadura ganharam os arranjos vibrantes da banda. Decididos a disseminar o conceito do "Fique em Casa, mas de forma produtiva" eles decidiram explorar o disco que estava prestes a ser lançado, Rabo de Arraia, e gravar algumas de suas músicas em vídeo. A linguagem audiovisual sempre foi muito presente na carreira da Vitrola Baiana, desde Corações Foliões à mais recente Ouro Pouco, lançada pouco antes da quarentena, todas elas trazem roteiros e edições primorosas, com uma lógica própria e com um traço peculiar da banda que traduz com perfeição o que é ser a "nova música baiana", aquela que foge a rótulos que não seja a de próprio "world music". Foi baseado nisso que criaram a série de clipes Quarentena Mood. Gravados em casa, em isolamento, mostrando suas letras contundentes e na sua sonoridade arrojada, a série é formada por 8 músicas que devem ser lançadas nas redes sociais da banda e dos setores envolvidos (Secult, Funceb, etc) e pode ganhar as telas de todo Estado através dos festivais e programas especiais promovidos pela TVE. E não adiantava simplesmente lançar o EP nas plataformas digitais, sem show, sem pompa. Era preciso traçar essa perspectiva com o público, afinal são músicas que vão despertar um posicionamento crítico, social, político. Letras como a de Trigonometria de Marcelo Costa e Edmundo Caroso que diz: "caos político destrói vários destinos" e conclui: "A soma do quadrado dos capetas se iguala ao quadrado dos palhaços do planeta." ou Fake que discorre sobre a popularização das fake news, todas elas trazem mensagens contundentes e necessárias. E é uma proposta que diferente de se criar um clipe como sempre foi feito, vai ficar datado para sempre por ter sido produzido durante a pandemia.
19696 Resultados – Página 1309 de 1970










