
pedrolago
Atualmente é graduando em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo Cultural pela UFSJ – Universidade Federal de São João del-Rei. Possui experiência na área de Artes, com ênfase em Literatura, Teatro, Música e Cinema. Estudou Violão Clássico, Canto e Artes Cênicas no Conservatório de Música de São João del Rei-MG (2005/2006). É especialista em planejamento e gestão de projetos, com ênfase na gestão do tempo, com o método TEvEP, instrutor ‘avental-preto’ formado na HomoSapiens Escola de Planejamento. Ingressou na graduação em Licenciatura no curso de Letras (UFSJ | 2006-2007) e Licenciatura curso de Educação Musical pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG | 2009-2010). Possui formação complementar em ‘Gerência de projetos e espaços culturais, Financiamento da Cultura e Produção Cultural’ – Curso Desenvolvimento e Gestão Cultural, realizado pelo Observatório da Diversidade Cultural em parceria com a Fundação Clóvis Salgado (ODC | 2012). fundou a incubadora de projetos e coletivo de produção cultural, o Forno Harmônico. Co-fundador do Laboratório de Inteligência SocioCriativa de São João del Rei (2015) com mentoria de André Martinez e do ‘Laboratório de Fluxonomia das Vertentes’, foi facilitador local do curso de iniciação à Fluxonomia 4D (2016) ministrado por Lala Deheinzelin. Ativista cultural, idealizou e realizou diversos outros projetos transdisciplinares nas áreas de literatura, música e cinema, como o Cine no Muro, projeto que promove a exibição de cinema mudo, clássico e experimental, com improvisação livre, um incentivo à música e ao cinema experimentais. Foi coordenador do eixo ‘Economia Criativa’ na última Conferência Municipal de Cultura de São João del-Rei em 2013. Recentemente, foi idealizador e produtor-executivo do primeiro Festival de Música Autoral das Vertentes em 2019 que premiou as melhores canções autorais de compositores locais. É diretor de planejamento do Instituto Spix & Martius desde 2016, atuando como produtor e gestor do Festival Internacional de Música: MUSIK-Expedition, e é co-idealizador deste programa de residência artística e intercâmbio cultural entre Brasil, América Latina e Alemanha, que tem se expandido para outros países do mundo.
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MPB
Bossa Nova
Cantautor/Música de autor
Descripción
Atualmente é graduando em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo Cultural pela UFSJ – Universidade Federal de São João del-Rei. Possui experiência na área de Artes, com ênfase em Literatura, Teatro, Música e Cinema. Estudou Violão Clássico, Canto e Artes Cênicas no Conservatório de Música de São João del Rei-MG (2005/2006). É especialista em planejamento e gestão de projetos, com ênfase na gestão do tempo, com o método TEvEP, instrutor ‘avental-preto’ formado na HomoSapiens Escola de Planejamento. Ingressou na graduação em Licenciatura no curso de Letras (UFSJ | 2006-2007) e Licenciatura curso de Educação Musical pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG | 2009-2010). Possui formação complementar em ‘Gerência de projetos e espaços culturais, Financiamento da Cultura e Produção Cultural’ – Curso Desenvolvimento e Gestão Cultural, realizado pelo Observatório da Diversidade Cultural em parceria com a Fundação Clóvis Salgado (ODC | 2012). fundou a incubadora de projetos e coletivo de produção cultural, o Forno Harmônico. Co-fundador do Laboratório de Inteligência SocioCriativa de São João del Rei (2015) com mentoria de André Martinez e do ‘Laboratório de Fluxonomia das Vertentes’, foi facilitador local do curso de iniciação à Fluxonomia 4D (2016) ministrado por Lala Deheinzelin. Ativista cultural, idealizou e realizou diversos outros projetos transdisciplinares nas áreas de literatura, música e cinema, como o Cine no Muro, projeto que promove a exibição de cinema mudo, clássico e experimental, com improvisação livre, um incentivo à música e ao cinema experimentais. Foi coordenador do eixo ‘Economia Criativa’ na última Conferência Municipal de Cultura de São João del-Rei em 2013. Recentemente, foi idealizador e produtor-executivo do primeiro Festival de Música Autoral das Vertentes em 2019 que premiou as melhores canções autorais de compositores locais. É diretor de planejamento do Instituto Spix & Martius desde 2016, atuando como produtor e gestor do Festival Internacional de Música: MUSIK-Expedition, e é co-idealizador deste programa de residência artística e intercâmbio cultural entre Brasil, América Latina e Alemanha, que tem se expandido para outros países do mundo.

Andrés Mondaca Sepúlveda
Andrés Mondaca Sepúlveda (1993) Licenciado en artes mención Composición Musical en la Universidad de Chile. Estudió composición electroacústica con el compositor Federico Schumacher, completó el curso Análisis perceptivo en la música acusmática. Además, fue parte del Curso de perfeccionamiento en composición e interpretación de música contemporánea COPIU, y participó en el seminario de música para el cine Sonocinema. Ha estrenado obras instrumentales y electroacústicas en festivales nacionales e internacionales. El año 2013 se adjudicó un ventanilla abierta para componer una nueva obra cuadrafónica en los estudios del CMMAS (Morelia, México). A inicios del 2014 fue becado por 89plus para presentar sus trabajos en la Maratón de las Américas realizada en el Museo Júmex (México D.F). Su trabajo ha estado ligado a la infancia, a partir de su participación en el grupo Wachún, con quienes ha obtenido diferentes reconocimientos, como el premio Azul de la Universidad de Chile, o el galardón "Vittorio Cintolesi para canciones para niños y niñas de hoy". Por otro lado, es egresado de la escuela de cuentacuentos Mustakis y el año 2019 realizó su primera publicación académica con el artículo "Música para la infancia en Chile: un acercamiento a su caracterización a través de las iniciativas integrantes de CRIN" en la revista Átemus. De sus reconocimientos se destacan el premio a la Mejor música para danza en los Nimiku Awards por el montaje Yikwa Ni Selk'nam de la Compañía Karukinka, el premio Vittorio Cintolesi por su canción Tapacúlo Tococó y el segundo lugar en lugar en el Concurso de composición para el coro de adulto mayor Pehuen.
Ver detallesAndrés Mondaca Sepúlveda
Infantil
Other
Contemporánea
Descripción
Andrés Mondaca Sepúlveda (1993) Licenciado en artes mención Composición Musical en la Universidad de Chile. Estudió composición electroacústica con el compositor Federico Schumacher, completó el curso Análisis perceptivo en la música acusmática. Además, fue parte del Curso de perfeccionamiento en composición e interpretación de música contemporánea COPIU, y participó en el seminario de música para el cine Sonocinema. Ha estrenado obras instrumentales y electroacústicas en festivales nacionales e internacionales. El año 2013 se adjudicó un ventanilla abierta para componer una nueva obra cuadrafónica en los estudios del CMMAS (Morelia, México). A inicios del 2014 fue becado por 89plus para presentar sus trabajos en la Maratón de las Américas realizada en el Museo Júmex (México D.F). Su trabajo ha estado ligado a la infancia, a partir de su participación en el grupo Wachún, con quienes ha obtenido diferentes reconocimientos, como el premio Azul de la Universidad de Chile, o el galardón "Vittorio Cintolesi para canciones para niños y niñas de hoy". Por otro lado, es egresado de la escuela de cuentacuentos Mustakis y el año 2019 realizó su primera publicación académica con el artículo "Música para la infancia en Chile: un acercamiento a su caracterización a través de las iniciativas integrantes de CRIN" en la revista Átemus. De sus reconocimientos se destacan el premio a la Mejor música para danza en los Nimiku Awards por el montaje Yikwa Ni Selk'nam de la Compañía Karukinka, el premio Vittorio Cintolesi por su canción Tapacúlo Tococó y el segundo lugar en lugar en el Concurso de composición para el coro de adulto mayor Pehuen.

Gina Morales
Cantautora de influencia afrolatina en sus creaciones. Canto al amor, la vida y los procesos de transformación.
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Afro
Cumbia Tropical
Trova & Feeling
Descripción
Cantautora de influencia afrolatina en sus creaciones. Canto al amor, la vida y los procesos de transformación.

María de los Ángeles Aguilar
Su actividad artística está basada principalmente en la realización de composiciones propias utilizando diferentes lenguajes estéticos: piezas instrumentales para piano solo, piano y clarinete, piano y voz. Durante esta cuarentena su labor compositiva se centró en el tango canción, siendo intérprete de sus propios temas.
Ver detallesMaría de los Ángeles Aguilar
Moderna
Tango
Descripción
Su actividad artística está basada principalmente en la realización de composiciones propias utilizando diferentes lenguajes estéticos: piezas instrumentales para piano solo, piano y clarinete, piano y voz. Durante esta cuarentena su labor compositiva se centró en el tango canción, siendo intérprete de sus propios temas.

Bando Mastodontes
Há 5 anos em atividade, o Bando Mastodontes demonstra que não há obstáculos que o afeto não possa dobrar. Quando o assunto é batuque, eles não medem esforços. Injetando muito material humano e figurinos diferenciados, os paraenses exploram os mais diversos temas com pitadas de picardia e uma fina ironia empregada em sua proposta visual. Todas as referências de sons e de gostos são misturadas com total liberdade. O Samba dança com o Rock, o Carimbó brinca com o Maracatu, o Baião flerta com o Ijexá. Cada canção do repertório traz uma provocação diferente, pois a criação dos artistas é fruto de experiências diversas. “As referências musicais do nosso som estão relacionadas à cultura popular, ao teatro, à literatura e às nossas vivências enquanto artistas – dentro e fora dos palcos. Mas, de modo geral, eu deixo essa questão ser respondida pelo olhar e pelos ouvidos do público, essa busca de encontrar paralelos com o som que a gente faz. Um dia eu ouvi que a gente queria ser o Nação Zumbi. Me senti honrado, pois dessa água já me embriaguei e em tantas outras ainda mergulharei”, brinca Luciano Lira. Na essência do Bando, são abordados aspectos da cultura popular, questões de gênero, de sexualidade, do empoderamento da mulher e da importância de opinar com responsabilidade e consciência dos atos. Também há momentos que versam sobre redes de colaboração, saudade, amor, conexões, partidas e chegadas. A versatilidade do grupo fez com que a agenda do grupo ficasse cada vez mais intensa. Foram mais 50 shows em 18 meses entre o início de 2018 e junho de 2019, incluindo o primeiro show do grupo fora de Belém na Virada Cultural de São Paulo no mesmo palco que reuniu artistas consagrados do cenário independente nacional – como Siba, Cordel do Fogo Encantado, Carne Doce, Aláfia, Filipe Catto e Castello Branco. Tal retrospecto levou o Bando a ser convidado para integrar o Line Up do maior festival de música de Belém e um dos mais respeitados do país: o Festival Se Rasgum. Ao lado de nomes como Gal Costa, Nação Zumbi e Heavy Baile. O grupo prepara o seu primeiro álbum, que conta com patrocínio da Natura Musical, responsável pelo lançamento de grandes nomes da música paraense, como Felipe Cordeiro, Lucas Estrela, Aíla e Strobo. O álbum deve ser lançado no primeiro semestre de 2021.
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Cantautor/Música de autor
Afro
Descripción
Há 5 anos em atividade, o Bando Mastodontes demonstra que não há obstáculos que o afeto não possa dobrar. Quando o assunto é batuque, eles não medem esforços. Injetando muito material humano e figurinos diferenciados, os paraenses exploram os mais diversos temas com pitadas de picardia e uma fina ironia empregada em sua proposta visual. Todas as referências de sons e de gostos são misturadas com total liberdade. O Samba dança com o Rock, o Carimbó brinca com o Maracatu, o Baião flerta com o Ijexá. Cada canção do repertório traz uma provocação diferente, pois a criação dos artistas é fruto de experiências diversas. “As referências musicais do nosso som estão relacionadas à cultura popular, ao teatro, à literatura e às nossas vivências enquanto artistas – dentro e fora dos palcos. Mas, de modo geral, eu deixo essa questão ser respondida pelo olhar e pelos ouvidos do público, essa busca de encontrar paralelos com o som que a gente faz. Um dia eu ouvi que a gente queria ser o Nação Zumbi. Me senti honrado, pois dessa água já me embriaguei e em tantas outras ainda mergulharei”, brinca Luciano Lira. Na essência do Bando, são abordados aspectos da cultura popular, questões de gênero, de sexualidade, do empoderamento da mulher e da importância de opinar com responsabilidade e consciência dos atos. Também há momentos que versam sobre redes de colaboração, saudade, amor, conexões, partidas e chegadas. A versatilidade do grupo fez com que a agenda do grupo ficasse cada vez mais intensa. Foram mais 50 shows em 18 meses entre o início de 2018 e junho de 2019, incluindo o primeiro show do grupo fora de Belém na Virada Cultural de São Paulo no mesmo palco que reuniu artistas consagrados do cenário independente nacional – como Siba, Cordel do Fogo Encantado, Carne Doce, Aláfia, Filipe Catto e Castello Branco. Tal retrospecto levou o Bando a ser convidado para integrar o Line Up do maior festival de música de Belém e um dos mais respeitados do país: o Festival Se Rasgum. Ao lado de nomes como Gal Costa, Nação Zumbi e Heavy Baile. O grupo prepara o seu primeiro álbum, que conta com patrocínio da Natura Musical, responsável pelo lançamento de grandes nomes da música paraense, como Felipe Cordeiro, Lucas Estrela, Aíla e Strobo. O álbum deve ser lançado no primeiro semestre de 2021.
Música

Sal
Sal é músico e compositor baiano. Ex-vocalista e guitarrista da banda de rock soteropolitana 'os Jonsóns'(em atividade de 2012 a 2018 – em hiato atualmente), compositor e co-arranjador da discografia dos Jonsóns (que inclui 4 Ep's e 1 álbum – "Epgrafia completa", 2014). Recentemente, lançou seu primeiro trabalho autoral solo, 'Era pra ter asas', de 2019. Neste trabalho mais recente, Sal compôs, executou, produziu e arranjou todas as canções em seu estúdio pessoal (apelidado Grilo Studios). De acordo com resenha do portal @soterorock: "A primeira investida solo do ex(?) vocalista/guitarrista d’Os Jonsóns é uma requintada viagem intimista de composições inteligentes. Sal fez tudo por si só, tocou todos os instrumentos, fez o trabalho de produção todo em casa e evocou Beatles e Brian Wilson em um indie moderno, com nuances psicodélicas, passando sem medo pelo lo-fi e apontando a sua música para o futuro, sem esquecer de ser acessível a ouvidos mais antigos.”
Ver detallesSal
Descripción
Sal é músico e compositor baiano. Ex-vocalista e guitarrista da banda de rock soteropolitana 'os Jonsóns'(em atividade de 2012 a 2018 – em hiato atualmente), compositor e co-arranjador da discografia dos Jonsóns (que inclui 4 Ep's e 1 álbum – "Epgrafia completa", 2014). Recentemente, lançou seu primeiro trabalho autoral solo, 'Era pra ter asas', de 2019. Neste trabalho mais recente, Sal compôs, executou, produziu e arranjou todas as canções em seu estúdio pessoal (apelidado Grilo Studios). De acordo com resenha do portal @soterorock: "A primeira investida solo do ex(?) vocalista/guitarrista d’Os Jonsóns é uma requintada viagem intimista de composições inteligentes. Sal fez tudo por si só, tocou todos os instrumentos, fez o trabalho de produção todo em casa e evocou Beatles e Brian Wilson em um indie moderno, com nuances psicodélicas, passando sem medo pelo lo-fi e apontando a sua música para o futuro, sem esquecer de ser acessível a ouvidos mais antigos.”
Música

Camilo Granados
Guitarrista, compositor y arreglista. Docente inspirado en la creación de ambientes sonoros, y fomento de la investigación en los estudiantes.
Ver detallesCamilo Granados
Folclor Fusión
Descripción
Guitarrista, compositor y arreglista. Docente inspirado en la creación de ambientes sonoros, y fomento de la investigación en los estudiantes.

João Machala
João Machala é trombonista, arranjador e compositor. O músico começou os estudos de trombone aos 12 anos de idade na banda do Colégio Militar de Belo Horizonte (2002) , foi estudante de música do Centro de Formação Artística do Palácio das Artes (2005) e hoje é figura presente na cena musical belo horizontina, já tendo gravado em dezenas de álbuns da cidade ao longo do seu percurso musical. Machala já realizou o curso de Improvisação e Criação Musical com Claudia Cimbleris (2007) e o de Harmonia e Improvisação no Jazz pela New York Jazz Workshop (2010). Em 2012 teve passagem pela Alemanha onde realizou concertos com a Jazzorchester Friedrichshain-Kreuzberg. Em 2013, Machala recebeu menção honrosa no concurso Jovens Talentos do Jazz do Savassi Festival e ainda no mesmo ano foi vencedor do prêmio Jovem Instrumentista do BDMG. O músico também já teve passagens pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e atuou com a extinta Big Band do Palácio das Artes durante quase 10 anos. Atualmente é integrante do Septeto 774 e do grupo ICONILI e no ano de 2017 lançou seu primeiro trabalho solo: “Desencontro”. Recentemente, em Maio de 2018, João Machala foi vencedor do “XVIII Prêmio BDMG Intrumental”, o prêmio de música instrumental mais importante do Estado de Minas Gerais. Ao longo da carreira o músico também teve a oportunidade de tocar com músicos consagrados como Edu Lobo, Marcos Valle, Toninho Horta, Raul de Souza, Andrea Bocelli, Leila Pinheiro, Nivaldo Ornelas, Gilson Peranzzetta, Mauro Senise, Nelson Ayres, Paula Santoro, Yuri Poppoff, Chris Washburne, Darcy James Argue, Guillermo Klein, Zezé Motta, entre outros.
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MPB
Bossa Nova
Descripción
João Machala é trombonista, arranjador e compositor. O músico começou os estudos de trombone aos 12 anos de idade na banda do Colégio Militar de Belo Horizonte (2002) , foi estudante de música do Centro de Formação Artística do Palácio das Artes (2005) e hoje é figura presente na cena musical belo horizontina, já tendo gravado em dezenas de álbuns da cidade ao longo do seu percurso musical. Machala já realizou o curso de Improvisação e Criação Musical com Claudia Cimbleris (2007) e o de Harmonia e Improvisação no Jazz pela New York Jazz Workshop (2010). Em 2012 teve passagem pela Alemanha onde realizou concertos com a Jazzorchester Friedrichshain-Kreuzberg. Em 2013, Machala recebeu menção honrosa no concurso Jovens Talentos do Jazz do Savassi Festival e ainda no mesmo ano foi vencedor do prêmio Jovem Instrumentista do BDMG. O músico também já teve passagens pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e atuou com a extinta Big Band do Palácio das Artes durante quase 10 anos. Atualmente é integrante do Septeto 774 e do grupo ICONILI e no ano de 2017 lançou seu primeiro trabalho solo: “Desencontro”. Recentemente, em Maio de 2018, João Machala foi vencedor do “XVIII Prêmio BDMG Intrumental”, o prêmio de música instrumental mais importante do Estado de Minas Gerais. Ao longo da carreira o músico também teve a oportunidade de tocar com músicos consagrados como Edu Lobo, Marcos Valle, Toninho Horta, Raul de Souza, Andrea Bocelli, Leila Pinheiro, Nivaldo Ornelas, Gilson Peranzzetta, Mauro Senise, Nelson Ayres, Paula Santoro, Yuri Poppoff, Chris Washburne, Darcy James Argue, Guillermo Klein, Zezé Motta, entre outros.
Música

Dasha Laume
Blutónica es una banda de mujeres quienes fusionan los géneros del Rock, blues y folclor caribeño colombiano.
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Marcelo Lescano
Marcelo Lescano Rosarino, nacido en 1979. Creador de canciones; guitarrista; cantautor; productor musical; aficionado a la fotografía y al diseño gráfico. Experiencias: Desde el año 2002 transita por el circuito rosarino como cantautor en diferentes espacios del under. También formó parte de varios proyectos de diferentes características musicales dentro de los géneros populares latinoamericanos: – Trío de Solistas (trío de cancionistas 2004-2006) – Pedro Mafia (tango-rock 2001-2004) – Sole Arvore (música de brasil 2007-2012) – Luna Verde (canciones de Ramón Ayala 2016-2018) – Cuenca Música Latinoamericana (versiones y canciones propias desde 2017) Presentaciones más importantes: En 2006 presentación del disco “Canciones de Barro” en Sala Lavardén. En 2008 en el Encuentro Nacional de Músicos de Rosario. En 2018 junto a Cuenca en el Encuentro Nacional de Músicos. En 2019 presentación de “Derivas de la Canción” primer disco de Cuenca en Distrito 7. Publicaciones: 2006 “Canciones de Barro”, 14 temas propios. 2016 “Conjuros Urbanos” 9 canciones propias en guitarra y voz. 2019 “Derivas de la Canción” el primer disco de Cuenca Música Latinoamericana con el apoyo del INAMU a través del programa de fomento “Mi Primer Disco” en que se incluyen dos canciones propias. 2020 “Sobreexposiciones”, un disco de 9 canciones propias en plataformas digitales.
Ver detallesMarcelo Lescano
Cantautor/Música de autor
Canción Melódica
Folclore Fusión
Descripción
Marcelo Lescano Rosarino, nacido en 1979. Creador de canciones; guitarrista; cantautor; productor musical; aficionado a la fotografía y al diseño gráfico. Experiencias: Desde el año 2002 transita por el circuito rosarino como cantautor en diferentes espacios del under. También formó parte de varios proyectos de diferentes características musicales dentro de los géneros populares latinoamericanos: – Trío de Solistas (trío de cancionistas 2004-2006) – Pedro Mafia (tango-rock 2001-2004) – Sole Arvore (música de brasil 2007-2012) – Luna Verde (canciones de Ramón Ayala 2016-2018) – Cuenca Música Latinoamericana (versiones y canciones propias desde 2017) Presentaciones más importantes: En 2006 presentación del disco “Canciones de Barro” en Sala Lavardén. En 2008 en el Encuentro Nacional de Músicos de Rosario. En 2018 junto a Cuenca en el Encuentro Nacional de Músicos. En 2019 presentación de “Derivas de la Canción” primer disco de Cuenca en Distrito 7. Publicaciones: 2006 “Canciones de Barro”, 14 temas propios. 2016 “Conjuros Urbanos” 9 canciones propias en guitarra y voz. 2019 “Derivas de la Canción” el primer disco de Cuenca Música Latinoamericana con el apoyo del INAMU a través del programa de fomento “Mi Primer Disco” en que se incluyen dos canciones propias. 2020 “Sobreexposiciones”, un disco de 9 canciones propias en plataformas digitales.
Música
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