Catálogo musical

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Adam Tully


Argentina

Compositor

Tango

Folclore

Contemporánea

Adam Tully es un guitarrista y compositor nacido en Nueva York y radicado en Buenos Aires. Su música ha sido llamado ‘inconfundiblemente tango, pero con una atmósfera calmada y percusiva.’ Debutó en Carnegie Hall en 2002 y ha actuado como solista con la Port Angeles Symphony. Luego de estudiar en Buenos Aires con el guitarrista de tango Aníbal Arias, tomó un rol activo en el tango, compartiendo escenario en Nueva York con Octavio Brunetti, Daniel Binelli, Raul Jaurena, Tito Castro, Pancho Navarro y Pablo Pereyra. Desde el 2014, se involucró en la enseñanza del tango, siendo parte del plantel de docentes de Tango Para Músicos en Buenos Aires y Tango For Musicians en Reed College. Adam realizó giras por Estados Unidos y América Latina, presentándose en Merkin Hall, Symphony Space, Kaufman Concert Hall, Carnegie Hall y el Centro Cultural San Martín. También aparece en muchas grabaciones, jingles y bandas sonoras de películas. Tiene un Master en Música de The New School/Mannes y cursó la carrera de grado en Artes, de la New York University.

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Luciano Antonio Carvalho


Brasil

Compositor

MPB

Moderna

Contemporánea

Compositor, Cantautor e Professor de Música

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Mauro Amorim


Brasil

Cantautor

MPB

Cantor, compositor e violonista.

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Emilia Carmineti


Brasil

Cantautor

MPB

Bossa Nova

Compositora, cantora e poeta amadora brasileira. É influenciada, em maior medida, pela bossa nova e também por compositores de música de raiz brasileira (tradicional/folclórica). Suas canções abordam o universo interno dos sujeitos e suas inquietações emocionais. Tem cerca de 25 composições autorais, algumas estão veiculadas em seu canal do Youtube/EmiliaCarmineti. Como poeta, em 2016, lançou o livro de poesias "Palavra Exposta", pela editora Perse/Braisil

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Letícia Fialho


Brasil

Cantautor

MPB

Afrobrasileiro

LETÍCIA FIALHO é compositora, cantora e instrumentista nascida na cidade de Brasília. Apesar de ter passado por importantes instituições de ensino formal de música, como a Escola de Música de Brasília e a Escola de Choro Raphael Rabello, tem a música popular e o encontro com os artistas populares como principal formação musical. A graduação em Letras pela Universidade de Brasília (UnB) foi um elemento catalisador e instigador da pesquisa entre a poesia e a composição melódica presente em suas canções. Letícia Fialho compõe a partir de uma sensível relação entre melodia e palavra, que nasce da experimentação da linguagem e do instrumento. Desde os 17 anos, participa de festivais de música em Brasília com suas composições e apresenta concertos na cidade, tendo dividido o palco com grandes artistas, como Paulo Ohana, Alberto Salgado, Marcos Farias, Ellen Oléria, Yusa (Cuba), entre outros. Escreveu canções em parceria com diversos compositores de Brasília, tais como Paulo Ohana, Nathália Lima, Alexandre da Silva, Litieh, Júlia Carvalho (Talo de Mamona/Seu Estrelo/Chinelo de Couro), Marcelo Moura (Rios Voadores), a poeta e tradutora Tatiana Nascimento dos Santos, a dj e atriz Tamara Maravilha, os atores Túlio Starling, Luara Learth, entre outros. Em 2018, foi vencedora do Festival de Música da Nacional FM Brasília com a música Festa do Destino, parceria com Nathália Lima e interpretada por ela. Seu trabalho autoral tem grande representatividade no cenário musical brasiliense e é executado diariamente nas principais rádios da cidade. Seu primeiro disco, gravado aos 20 anos no Rio de Janeiro, com produção de Tao Castro e Álvaro Fernandes e participação de grandes instrumentistas da música popular brasileira, é composto integralmente de canções autorais. Desde 2012, é cavaquinhista e violonista do premiado grupo Chinelo de Couro, que traz em seu repertório uma rica pesquisa sobre os ritmos da cultura popular brasileira, como baião, xote, ciranda, maracatu, boi, cantos de trabalho, entre outros. Formado por Maísa Arantes (rabeca e voz), Júlia Carvalho (percussão e voz), Larissa Umaytá (percussão) e Letícia Fialho (violão, cavaquinho e voz), o grupo foi vencedor do FINCA (UnB) 2013 em primeiro lugar e na categoria Juri Popular, e do Primeiro Festival de Forró Pé-de-Serra de Brasília na categoria Melhor Show. Foi também finalista do Festival de Música da Nacional FM Brasília em 2015 com a canção O Gosto, de Letícia Fialho e Júlia Carvalho. Em 2013, o grupo se apresenta na Marcha Mundial das Mulheres, em São Paulo, em grande show cuja programação contou também com apresentações de Karina Buhr (PE) e Las Krudas (Cuba). O grupo também se apresentou, em 2013, no Festival de Rabecas de Bom Jesus (PI), ao lado de grandes mestres da cultura popular do nordeste brasileiro. Em 2016, o Chinelo de Couro lança o CD Cantos Brasileiros, gravado em 2015, com apoio do FAC-DF. O disco tem direção musical de Marcus Moraes (Passo Largo) e participações de Mestre Zé do Pife, Mestra Martinha do Coco, Filhos de Dona Maria, Shária Ribeiro, Valerinho Xavier, Vavá Afiouni, Pedro Miranda, Fernando Meira, Chiquinho Lopes, entre outros músicos de Brasília. Em parceria com artistas de teatro, participou da execução e criação da trilha sonora do espetáculo Mundaréu, da Cia de Teatro Dois Tempos, uma releitura de duas obras de Plínio Marcos, dirigido pela atriz, diretora e professora doutora do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília, Alice Stefânia, em 2014. Em 2015, assinou a direção musical do espetáculo Acordo, dirigido pela atriz e performer Luara Learth Moreira e pelo ator e diretor Felipe Fernandes. Neste trabalho, a artista também assina a trilha sonora original, além de ter executado as canções em cena ao lado do músico francês Gabriel Lesoeur. No primeiro semestre de 2016, embarcou para Portugal em um intercâmbio cultural de seis meses em Lisboa, apresentando seu trabalho autoral em importantes palcos da capital portuguesa, como os espaços culturais Renovar a Mouraria e CrewHassan, por onde passaram grandes nomes da música do mundo. No final do mesmo ano, voltou a Lisboa em mini turnê nos espaços Bruta Flor, Café Tati e Renovar a Mouraria, com grande sucesso de público. Em 2017, integrou a banda do espetáculo Ninguém canta pra Ninguém, em 2016, apresentado pela atriz e cantora Fernanda Jacob, no Teatro Goldoni, com direção de Fernando Carvalho. A trilha deste espetáculo conta também com uma canção de Letícia Fialho em parceria com a atriz e dj Tamara Maravilha. No mesmo ano, passou a integrar a banda do espetáculo Pentes, do Grupo Embaraça, composta integralmente por musicistas negras. Apresentado no Teatro Garagem com sucesso de público, o espetáculo é um marco de linguagem e representatividade da mulher negra no teatro brasiliense. Em 2018, lança o seu segundo álbum, intitulado Maravilha Marginal, com o projeto Letícia Fialho e a Orquestra da Rua, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. O disco conta com a co-direção musical do premiado guitarrista Marcus Moraes e com grandes músicos de Brasília. Na faixa Rua Afora, de Letícia Fialho, o álbum recebe a participação da artista paulista Dani Nega, vencedora do Prêmio da Música Brasileira 2017 na categoria Melhor Álbum Eletrônico. No mesmo ano, assina a direção musical do espetáculo Isto Também Passará Antes Que Eu Morra, da cia. Víceras de teatro, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. Executa a trilha ao vivo com uma guitarra elétrica, pedais de efeitos e uma loop station que interage também com as falas das atrizes. Em 2019, assina a sonoplastia da performance RAIORAIO LAMALAMA, de Luara Learth Moreira, cuja estreia se deu na cidade de Lisboa, Portugal, no espaço Rua das Gaivotas n.6, com grande sucesso de público. No mesmo ano, lança o EP Purpurina Anzol, ao lado do acordeonista Rodrigo Zolet, composto por canções da compositora e parcerias. Apresenta também em 2019, no Festival CoMA, Brasília-DF, o show Maravilha Marginal recebendo como convidado especial o consagrado compositor da música brasileira Pedro Luís. Integra, como guitarrista, a trilha sonora do espetáculo teatral Afeto (Grupo Embaraça), com direção musical de Fernanda Jacob, executando a trilha ao vivo ao lado das percussionistas Anne Caroline Vasconcelos e Fernanda Pinheiro.Em setembro do mesmo ano, ministra um curso de composição musical a convite do Instituto LGBT de Brasília, em edital fomentado pelo Itaú. Ainda em 2019, integrou a programação do festival Yalodê, Brasília-DF, em espetáculo que une os álbuns Maravilha Marginal e Purpurina Anzol, com participação da cantora e compositora francesa Anaïs Sylla. Além do show, a artista ministrou também uma oficina de composiçãomusical. No mesmo ano, se apresenta em importantes casas de São Paulo, como Aparelha Luzia, Teatro Bruta Flor, Secretinho, Casa Fuerte, Casa Gramo, entre outros. É membro-organizadora e musicista do bloco de carnaval Essa Boquinha Eu Já Beijei, presente no carnaval de Brasília desde 2013, ao lado de grandes musicistas da cena musical brasiliense, como Mariana Sardinha, Yara Alvarenga, Fernanda Jacob, Thanise Silva, Ju Rodrigues, Ive Lorena, Fernanda Pinheiro, Bruna Tassy, Anne Caroline Vasconcelos, Irene Egler, Sam Defor, Pricila Pit, Isadora Pina, as produtoras culturais Patrícia Egito e Mari Mira, entre outras. Em 2020, o bloco recebeu em seu palco atrações de reconhecimento nacional: a percussionista Lan Lanh e a cantora e compositora Ellen Oléria, recebendo um público de 70 mil pessoas. Em 2020, participa dos festivais online Festival 40 Minutos, que reuniu artistas de Brasília em homenagem ao aniversário da cidade, em shows no formato live com duração de 40 minutos; mostra Brasília Somos Nós, produzido por mulheres artistas de diversas linguagens; e Festival No Seu Quadrado.

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Julian Pegnotti


Argentina

Cantautor

Cantautor/Música de autor

Músico, guitarrista, cantante, compositor.

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Carlos Alberto Cárdenas


Peru

Compositor

Contemporánea

Cantautor/Música de autor

Músico Compositor

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El turpial de America


Colombia

Compositor

Folclor

Soy artista de músicas tradicionales, con una trayectoria de mas de 30 años; ganador de prestigiosos concursos a nivel nacional, compositor, regalista.

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Carolina Dussaut


Argentina

Cantautor

Cantautor/Música de autor

Es una artista ecléctica que se funde con su canto y que representa su identidad inquieta en sus dibujos. Una caricia de melodías alegres, una cálida guitarra y un suave murmullo a la orilla de un río, son algunas de las imágenes que nos entrega a través de sus obras, donde se manifiestan las raíces latinoamericanas, con sede en Buenos Aires, corazón en Brasil, y curiosidad por doquier. Luego de breves, amigables y fructíferas experiencias formando parte de bandas musicales; entre ellas, Bobba Nosa (banda de Música Popular Brasilera); Carolina presenta su primer material solista en 2013, motivada por la búsqueda de su identidad como intérprete. Elige tres ritmos que son una foto de ese momento personal: un samba brasilero de Dona Ivone Lara, un huayno de Raúl Carnota, y un folk de Paul Buchanan, versionado por Lila Downs (artista mexicana que la impacta con su técnica vocal, su compromiso y su arte subyugante). Entre 2016 y 2017, la Cantante deviene Cantautora, por una necesidad de bajar inquietudes al papel y al sonido. En 2019 lanza “Ampliar", su primer EP autoral producido en forma independiente por ella y por Santiago Rodríguez Ferrer, productor musical del disco. Allí transforma los temores e inseguridades de la vida cotidiana en folklores, algún que otro ritmo pop y aires carnavalescos. El festejo de las batallas ganadas.

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Jimena


España

Cantautor

Tango

Intérprete. Se formó por 15 años en canto, actuación y baile. Comenzó su carrera en el teatro integrando los elencos de algunas de las producciones más importantes de la calle Corrientes de Argentina y de España. Los directores y/o autores más destacados con los que trabajó son: Claudio Tolcachir, Norma Aleandro, David Serrano, Ariel del Mastro, Enrique Pinti, Pepe Cibrián Campoy, Ricky Pashkus, Valeria Ambrosio, Chet Walker, entre otros. Nominada siete veces a los Premios Hugo al Teatro Musical Argentino, resultó ganadora en dos oportunidades: "Mejor intérprete femenino en musical infantil y/o juvenil" en el 2015 y "Mejor ensamble femenino" en el 2014. En simultáneo con el teatro comercial, participó en proyectos del circuito off teatral y en los últimos años, comenzó a realizar sus propios proyectos. El más reciente es “Piano Blanco”, un unipersonal con el cual lleva ya realizadas funciones en Buenos Aires, Montevideo, Madrid, Barcelona, Ciudad Real y también participó de los festivales: "Festival Singular de Narón", Galicia y "FITA" Festival Internacional de Teatro de Alentejo, Portugal. Paralelamente también desarrolló su carrera como cantante solista. Ha participado de conciertos de artistas como el dúo "Pimpinela", "Valeria Lynch", entre otros. En los últimos años se especializó en el jazz y el tango, acompañada por prestigiosos músicos. Su primer proyecto de jazz fue en el Teatro Moliere de San Telmo, acompañada por un cuarteto bajo la dirección de Hernán Matorra. Luego junto al pianista Pablo Citarella, han realizado diversos conciertos de jazz y tango en La Biblioteca Café, en el Maipo Kabaret dentro del ciclo "Entre Copas y Canciones", en Borges Café dentro del ciclo "Pretextos para piano y voz", entre otros. En Madrid, forma junto al pianista Juan Esteban Cuacci, el dúo de tango "Cardinal", el cual se caracterizaba por fusionar la música con la poesía teatralizada. Realizando presentaciones en Madrid, cerraron su ciclo en el Café Berlín. En 2022 forma junto a Fernando Herrera el dúo de tango "No Me Vengan Con Milongas", con el cual realizan conciertos de tango canción fusionado con poesía de su autoría. Además del dúo, tienen una formación de cuarteto en la que sumando un bandoneón y un contrabajo se llaman "Vale 4". Actualmente Jimena es la cantante principal de la orquesta de tango La Argenta Típica. También realiza giras por Europa cantando con el Ensamble Hyperion.

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