
Sol Mayor Colectivo Cultural
Elcías Truque Delgado (Colombia) es el gestor cultural, fotógrafo y productor de contenidos audiovisuales que desde 2011 coordina Sol Mayor Colectivo Cultural, organización dedicada a la creación, acompañamiento y fortalecimiento de proyectos artísticos, culturales y patrimoniales en Cali y el norte del Cauca. Ha promovido agrupaciones musicales del Pacífico y del Valle del Cauca, y es miembro de ASMUPAC y del Grupo Juvenil Ananse, con quienes impulsa el Festival Cultural de Marimba y Violines Caucanos. Su experiencia incluye la asesoría a festivales y organizaciones, así como procesos de investigación sobre músicas populares urbanas y tradicionales, entre ellos el archivo histórico de la Sociedad Musical del Valle, hoy custodiado por la Universidad del Valle. También ha participado en el reconocimiento del “Complejo Musical y Dancístico de la Salsa Caleña” como Patrimonio Cultural Inmaterial de la Nación y en la creación de la marca y la ruta turística Barrio Obrero – La Salsa del Barrio.
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Descripción
Elcías Truque Delgado (Colombia) es el gestor cultural, fotógrafo y productor de contenidos audiovisuales que desde 2011 coordina Sol Mayor Colectivo Cultural, organización dedicada a la creación, acompañamiento y fortalecimiento de proyectos artísticos, culturales y patrimoniales en Cali y el norte del Cauca. Ha promovido agrupaciones musicales del Pacífico y del Valle del Cauca, y es miembro de ASMUPAC y del Grupo Juvenil Ananse, con quienes impulsa el Festival Cultural de Marimba y Violines Caucanos. Su experiencia incluye la asesoría a festivales y organizaciones, así como procesos de investigación sobre músicas populares urbanas y tradicionales, entre ellos el archivo histórico de la Sociedad Musical del Valle, hoy custodiado por la Universidad del Valle. También ha participado en el reconocimiento del “Complejo Musical y Dancístico de la Salsa Caleña” como Patrimonio Cultural Inmaterial de la Nación y en la creación de la marca y la ruta turística Barrio Obrero – La Salsa del Barrio.

Victoria Gandini
Dream Pop & Shoegaze
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descripción
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Pedro Henrique de Souza Rosa
.Este projeto visa redescobrir uma parte esquecida da história musical brasileira através da reconstrução e gravação do repertório do trompete de chaves executado no Brasil durante a década de 1840 pelo virtuose Luigi Piazza. O trabalho resgata três árias de ópera, adaptadas para trompete de chave, piano e mezzo-soprano, oferecendo um registro inédito deste singular instrumento. A iniciativa inclui a produção de um minidocumentário educativo, reposicionando o país no cenário da organologia mundial e revelando a sofisticação cultural brasileira do século XIX.
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.Este projeto visa redescobrir uma parte esquecida da história musical brasileira através da reconstrução e gravação do repertório do trompete de chaves executado no Brasil durante a década de 1840 pelo virtuose Luigi Piazza. O trabalho resgata três árias de ópera, adaptadas para trompete de chave, piano e mezzo-soprano, oferecendo um registro inédito deste singular instrumento. A iniciativa inclui a produção de um minidocumentário educativo, reposicionando o país no cenário da organologia mundial e revelando a sofisticação cultural brasileira do século XIX.

Rosimeire Silvano
Apresentação Geral Meu nome é Rosimeire Silvano, tenho 53 anos, nasci em Santo André, São Paulo e em 2013 iniciei uma jornada na América Central, no país Costa Rica, de ensino da Língua Portuguesa como Língua Estrangeira (PLE) para falantes de espanhol desta região, com a divulgação, difusão e promoção da Música Popular Brasileira, por meio de eventos como Mostra, Festival, Oficina e Gamificação. As aulas são ministradas em universidades, empresas, colégios, institutos de idiomas e centros culturais em todo o país. A MPB foi amplamente divulgada e promovida no país neste período durante as aulas de português para estudantes de outros países também da América Latina como Venezuela, Colômbia, Peru, etc., que residiam na Costa Rica. No ano de 2017 a Academia Lider Costa Rica abriu espaço para o Festival Brasileiro onde estudantes de inglês e português apresentavam ao público interno e externo, tudo sobre a cultura, a gastronomia, o artesanato, a música, a literatura, o cinema, a dança e, em especial, a Música Popular Brasileira, destacando os sambistas mais famosos e tradicionais como Beth Carvalho, Clara Nunes, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, além de organizarem gincanas com perguntas sobre clássicos do axé, pagode e outros. A partir deste ano, o Festival Brasileiro da Academia Líder se realiza anualmente na Costa Rica, nas 6 sedes: Heredia, San José, Cartago, Tres Ríos, Alajuela e Puntarenas, em turnês que duram 6 dias, sendo 1 dia em cada província. Este evento conta com uma programação cultural sobre o Brasil e apresenta não só os nomes da MPB mas toda a diversidade da cultura e da música brasileira ao público interno e externo. O diretor da Academia Líder, Sr. Randall Fonseca, é o patrocinador principal do Festival em termos de instalações; cada sede, porém, arca com sua própria despesa de materiais, decoração e alimentos. Em 2021, além do uso contínuo da gamificação, foi ministrada a oficina "Las Cinco Cs del Portugués" na Guatemala, programa de dois meses de duração, patrocinado pelo espaço cultural da Librería Sophos de Guatemala, na modalidade virtual. Em 2023, Rosimeire Silvano, oficializada pela Imigração e Ministério do Trabalho da Costa Rica, ministrou o primeiro curso de pronúncia com MPB em uma universidade pública a distância, baseado no livro "Baticum" de Antonio Roberto Monteiro Simões, com canções de Caetano Veloso, Gilberto Gil, e outros. Em 2024, o escritor Carlos Borges, autor de "Observando Estrelas", foi paraninfo da formatura do grupo de português, destacando artistas como Angela Maria, Elis Regina, Cazuza, Zezé Motta, Vanderléia, Raul Seixas, Ney Matogrosso, entre outros. A estudante homenageou-o cantando "Eu vim da Bahia" de João Gilberto, e Borges presenteou os estudantes com um exemplar de sua obra.
Ver detallesRosimeire Silvano
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Apresentação Geral Meu nome é Rosimeire Silvano, tenho 53 anos, nasci em Santo André, São Paulo e em 2013 iniciei uma jornada na América Central, no país Costa Rica, de ensino da Língua Portuguesa como Língua Estrangeira (PLE) para falantes de espanhol desta região, com a divulgação, difusão e promoção da Música Popular Brasileira, por meio de eventos como Mostra, Festival, Oficina e Gamificação. As aulas são ministradas em universidades, empresas, colégios, institutos de idiomas e centros culturais em todo o país. A MPB foi amplamente divulgada e promovida no país neste período durante as aulas de português para estudantes de outros países também da América Latina como Venezuela, Colômbia, Peru, etc., que residiam na Costa Rica. No ano de 2017 a Academia Lider Costa Rica abriu espaço para o Festival Brasileiro onde estudantes de inglês e português apresentavam ao público interno e externo, tudo sobre a cultura, a gastronomia, o artesanato, a música, a literatura, o cinema, a dança e, em especial, a Música Popular Brasileira, destacando os sambistas mais famosos e tradicionais como Beth Carvalho, Clara Nunes, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, além de organizarem gincanas com perguntas sobre clássicos do axé, pagode e outros. A partir deste ano, o Festival Brasileiro da Academia Líder se realiza anualmente na Costa Rica, nas 6 sedes: Heredia, San José, Cartago, Tres Ríos, Alajuela e Puntarenas, em turnês que duram 6 dias, sendo 1 dia em cada província. Este evento conta com uma programação cultural sobre o Brasil e apresenta não só os nomes da MPB mas toda a diversidade da cultura e da música brasileira ao público interno e externo. O diretor da Academia Líder, Sr. Randall Fonseca, é o patrocinador principal do Festival em termos de instalações; cada sede, porém, arca com sua própria despesa de materiais, decoração e alimentos. Em 2021, além do uso contínuo da gamificação, foi ministrada a oficina "Las Cinco Cs del Portugués" na Guatemala, programa de dois meses de duração, patrocinado pelo espaço cultural da Librería Sophos de Guatemala, na modalidade virtual. Em 2023, Rosimeire Silvano, oficializada pela Imigração e Ministério do Trabalho da Costa Rica, ministrou o primeiro curso de pronúncia com MPB em uma universidade pública a distância, baseado no livro "Baticum" de Antonio Roberto Monteiro Simões, com canções de Caetano Veloso, Gilberto Gil, e outros. Em 2024, o escritor Carlos Borges, autor de "Observando Estrelas", foi paraninfo da formatura do grupo de português, destacando artistas como Angela Maria, Elis Regina, Cazuza, Zezé Motta, Vanderléia, Raul Seixas, Ney Matogrosso, entre outros. A estudante homenageou-o cantando "Eu vim da Bahia" de João Gilberto, e Borges presenteou os estudantes com um exemplar de sua obra.
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Centro Cultural Dragão do Mar
O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura é um complexo cultural da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará que é gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar. Com mais de 1,5 milhão de visitantes ao ano, está entre os mais relevantes centros culturais brasileiros e é um dos principais pontos turísticos do Ceará. O Centro Dragão do Mar está situado num dos mais boêmios bairros de Fortaleza, a Praia de Iracema. São 14,5 mil metros quadrados de área construída para vivenciar a arte e a cultura, visitando exposições no Museu da Cultura Cearense, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará e na Multigaleria; se encantando com espetáculos cênicos no Teatro Dragão do Mar, no Espaço Rogaciano Leite Filho e na Arena Dragão do Mar; assistindo a grandes filmes no Cinema do Dragão; desbravando o Universo no Planetário Rubens de Azevedo; e, ainda, curtindo shows locais, nacionais e internacionais, no Anfiteatro Sérgio Motta, no Auditório e na Praça Verde.
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O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura é um complexo cultural da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará que é gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar. Com mais de 1,5 milhão de visitantes ao ano, está entre os mais relevantes centros culturais brasileiros e é um dos principais pontos turísticos do Ceará. O Centro Dragão do Mar está situado num dos mais boêmios bairros de Fortaleza, a Praia de Iracema. São 14,5 mil metros quadrados de área construída para vivenciar a arte e a cultura, visitando exposições no Museu da Cultura Cearense, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará e na Multigaleria; se encantando com espetáculos cênicos no Teatro Dragão do Mar, no Espaço Rogaciano Leite Filho e na Arena Dragão do Mar; assistindo a grandes filmes no Cinema do Dragão; desbravando o Universo no Planetário Rubens de Azevedo; e, ainda, curtindo shows locais, nacionais e internacionais, no Anfiteatro Sérgio Motta, no Auditório e na Praça Verde.

Mau Senso
Mau Senso é um quinteto de jazz contemporâneo formado no Porto em 2023. Com Pedro Gonçalves (saxofone), Nuno Santos Silva (trompete), Gonçalo de Jesus Marques (piano), Xavier Nunes (contrabaixo) e André Pintado (bateria), o grupo explora a interseção entre composição e improvisação. A música de Mau Senso resiste a classificações rígidas, fundindo influências do jazz europeu com texturas de vanguarda, liberdade improvisacional e um leque vasto de influências do jazz europeu e outras geografias. As composições e improvisações coexistem num diálogo dinâmico entre simplicidade e complexidade. O resultado é um som simultaneamente elaborado e despretensioso — direto mas aberto, meditativo mas provocador. Cada atuação assenta na criação coletiva, onde a expressão individual alimenta o diálogo do grupo. Os cenários sonoros de Mau Senso oscilam entre o contemplativo e o energético, convidando o ouvinte a entrar num espaço de movimento, emoção e reflexão. Como um dos projetos mais estimulantes a emergir da cena jazz portuense, Mau Senso oferece uma abordagem ousada, autêntica e profundamente humana ao jazz contemporâneo.
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Nordic Jazz
Descripción
Mau Senso é um quinteto de jazz contemporâneo formado no Porto em 2023. Com Pedro Gonçalves (saxofone), Nuno Santos Silva (trompete), Gonçalo de Jesus Marques (piano), Xavier Nunes (contrabaixo) e André Pintado (bateria), o grupo explora a interseção entre composição e improvisação. A música de Mau Senso resiste a classificações rígidas, fundindo influências do jazz europeu com texturas de vanguarda, liberdade improvisacional e um leque vasto de influências do jazz europeu e outras geografias. As composições e improvisações coexistem num diálogo dinâmico entre simplicidade e complexidade. O resultado é um som simultaneamente elaborado e despretensioso — direto mas aberto, meditativo mas provocador. Cada atuação assenta na criação coletiva, onde a expressão individual alimenta o diálogo do grupo. Os cenários sonoros de Mau Senso oscilam entre o contemplativo e o energético, convidando o ouvinte a entrar num espaço de movimento, emoção e reflexão. Como um dos projetos mais estimulantes a emergir da cena jazz portuense, Mau Senso oferece uma abordagem ousada, autêntica e profundamente humana ao jazz contemporâneo.

Fundación Cuerpos Sintientes
Hace 10 años inicie un proceso de Investigación y de exploración con herramientas del arte terapia, PAP (primeros auxilios psicológicos) y biodanza. Soy madre de una niña con parálisis cerebral y Antropóloga, cursante en una especialización de Políticas Públicas. Mi relación con las artes y el teatro se llevó a cabo con mi proyecto Cuerpos Sintientes, un laboratorio de teatro que surgió de mi exploración con el arte como herramienta de auto sanación y resiliencia desde mi rol como cuidadora, de la mano del Colectivo Trizkel. Al ser madre soltera y cuidadora de una persona con dis-capacidad, surgió con más ímpetu la idea de acompañar a más madres cuidadoras y a sus hijos en espacios donde se pueda hablar y compartir sin culpa lo que implica el cuidado, fortaleciendo la salud mental con un enfoque comunitario (psicología comunitaria) acompañadas de una profesional, ya que el síndrome del cuidador es un hecho y de lo que muy poco se conoce. Como propuesta de talleres nace esta propuesta llamada Cuidar también es Crear: Pedagogías del Cuidado, en los cuales se explora desde casa una de las voces de las participantes sus necesidades afectivas y como esto con la ayuda del arte, contribuir a una mejora en su vida personal y en la comunidad. Es por esto que he conectado con diversos procesos musicales como participante y como investigadora para comprender cómo la música sirve de catalizador, de medicina, de elemento sanador y puente de comprensión para enteder que la inclusión funciona cuendo el entorno también está adecuado y educado. Actualmente llevo a cabo una investigación sobre paleopatologias en la cerámica Tolita, y de otras culturas prehispanicas, para crear pedagogías dentro del entorno actual para que las personas con discapacidad sean acogias y comprendidas desde una comprensión en la cual se denote su participación e integración en los diversos mundos y epocas de la humanidad.
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Hace 10 años inicie un proceso de Investigación y de exploración con herramientas del arte terapia, PAP (primeros auxilios psicológicos) y biodanza. Soy madre de una niña con parálisis cerebral y Antropóloga, cursante en una especialización de Políticas Públicas. Mi relación con las artes y el teatro se llevó a cabo con mi proyecto Cuerpos Sintientes, un laboratorio de teatro que surgió de mi exploración con el arte como herramienta de auto sanación y resiliencia desde mi rol como cuidadora, de la mano del Colectivo Trizkel. Al ser madre soltera y cuidadora de una persona con dis-capacidad, surgió con más ímpetu la idea de acompañar a más madres cuidadoras y a sus hijos en espacios donde se pueda hablar y compartir sin culpa lo que implica el cuidado, fortaleciendo la salud mental con un enfoque comunitario (psicología comunitaria) acompañadas de una profesional, ya que el síndrome del cuidador es un hecho y de lo que muy poco se conoce. Como propuesta de talleres nace esta propuesta llamada Cuidar también es Crear: Pedagogías del Cuidado, en los cuales se explora desde casa una de las voces de las participantes sus necesidades afectivas y como esto con la ayuda del arte, contribuir a una mejora en su vida personal y en la comunidad. Es por esto que he conectado con diversos procesos musicales como participante y como investigadora para comprender cómo la música sirve de catalizador, de medicina, de elemento sanador y puente de comprensión para enteder que la inclusión funciona cuendo el entorno también está adecuado y educado. Actualmente llevo a cabo una investigación sobre paleopatologias en la cerámica Tolita, y de otras culturas prehispanicas, para crear pedagogías dentro del entorno actual para que las personas con discapacidad sean acogias y comprendidas desde una comprensión en la cual se denote su participación e integración en los diversos mundos y epocas de la humanidad.

Mafe Moreno
María Fernanda Moreno es una joven oboísta colombiana que inició su camino musical a los 11 años con el canto y, desde 2013, con el oboe en el Centro Cultural Lucy Tejada. Desde sus primeros pasos, se destacó por su talento y disciplina, obteniendo reconocimientos como cantante en concursos regionales y alcanzando el 1º lugar en el Concurso Nacional de Bandas Sinfónicas 2014 como oboísta de la Banda Sinfónica Juvenil de Pereira. Ese mismo año obtuvo una plaza en la Orquesta Filarmónica Juvenil del Café, consolidando su proyección artística. En 2016 ingresó a la Universidad del Valle, donde se formó bajo la dirección del maestro Jhon Eduard Lozano y obtuvo el título de Maestra en Música. Durante sus estudios, participó activamente en montajes sinfónicos con la Banda y la Orquesta de la Universidad, y en producciones como la ópera La Traviata (2018). Su excelencia le permitió convertirse en primer oboe de la Orquesta Colombo Suiza (2021–2025). Su trayectoria internacional incluye participaciones en el Festival Internacional de Vientos Maderas (2021), el Festival de Música de Santa Catarina – FEMUSC (Brasil, 2023) y el Internationales Blasmusik Festival, Schladming (Austria, 2023). Asimismo, ha recibido clases magistrales de renombrados oboístas como David Walter, Gordon Hunt, Thomas Indermühle y Sebastien Giot, lo que ha enriquecido su formación técnica y artística. Además de su carrera interpretativa, María Fernanda se ha destacado en el campo pedagógico, trabajando con niños y jóvenes en condición de discapacidad. Fue auxiliar docente de iniciación musical en la Fundación Nacional Batuta (2015), monitora académica en la Universidad del Valle (2021–2022) y docente en el Instituto de Terapia Integral Zaragoza (2025). Su compromiso con la inclusión a través de la música refleja una vocación profunda de impacto social. Actualmente, es miembro activo de la Orquesta Fractal Ensamble (Pereira) y se prepara para iniciar sus estudios de maestría en la Escola Superior de Música de Catalunya (Barcelona, España), con el objetivo de perfeccionar su interpretación del repertorio clásico y contemporáneo, y contribuir al fortalecimiento de la escena musical latinoamericana mediante la formación, la interpretación y la creación de proyectos con impacto social y cultural.
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Música Sinfónica
Música de Cámara
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María Fernanda Moreno es una joven oboísta colombiana que inició su camino musical a los 11 años con el canto y, desde 2013, con el oboe en el Centro Cultural Lucy Tejada. Desde sus primeros pasos, se destacó por su talento y disciplina, obteniendo reconocimientos como cantante en concursos regionales y alcanzando el 1º lugar en el Concurso Nacional de Bandas Sinfónicas 2014 como oboísta de la Banda Sinfónica Juvenil de Pereira. Ese mismo año obtuvo una plaza en la Orquesta Filarmónica Juvenil del Café, consolidando su proyección artística. En 2016 ingresó a la Universidad del Valle, donde se formó bajo la dirección del maestro Jhon Eduard Lozano y obtuvo el título de Maestra en Música. Durante sus estudios, participó activamente en montajes sinfónicos con la Banda y la Orquesta de la Universidad, y en producciones como la ópera La Traviata (2018). Su excelencia le permitió convertirse en primer oboe de la Orquesta Colombo Suiza (2021–2025). Su trayectoria internacional incluye participaciones en el Festival Internacional de Vientos Maderas (2021), el Festival de Música de Santa Catarina – FEMUSC (Brasil, 2023) y el Internationales Blasmusik Festival, Schladming (Austria, 2023). Asimismo, ha recibido clases magistrales de renombrados oboístas como David Walter, Gordon Hunt, Thomas Indermühle y Sebastien Giot, lo que ha enriquecido su formación técnica y artística. Además de su carrera interpretativa, María Fernanda se ha destacado en el campo pedagógico, trabajando con niños y jóvenes en condición de discapacidad. Fue auxiliar docente de iniciación musical en la Fundación Nacional Batuta (2015), monitora académica en la Universidad del Valle (2021–2022) y docente en el Instituto de Terapia Integral Zaragoza (2025). Su compromiso con la inclusión a través de la música refleja una vocación profunda de impacto social. Actualmente, es miembro activo de la Orquesta Fractal Ensamble (Pereira) y se prepara para iniciar sus estudios de maestría en la Escola Superior de Música de Catalunya (Barcelona, España), con el objetivo de perfeccionar su interpretación del repertorio clásico y contemporáneo, y contribuir al fortalecimiento de la escena musical latinoamericana mediante la formación, la interpretación y la creación de proyectos con impacto social y cultural.

Valentina Payeras y Las Voces del Cosmos
Voces del Cosmos es un proyecto artístico interdisciplinario creado por la compositora Valentina Payeras, que une la música vocal contemporánea con la poesía, el teatro y la simbología de la astrología. El proyecto nació en 2021, cuando Payeras comenzó a componer 12 canciones, una para cada signo zodiacal, inspirada en las energías de los signos solares. Estas obras conformaron el primer álbum de larga duración del proyecto, grabado íntegramente con voces, lanzado en plataformas digitales el 21 de marzo de 2025. Tras un año de ensayos y bajo la dirección escénica de la actriz y directora Adriana Stuven, Voces del Cosmos se consolidó como obra-concierto, uniendo música, canto, poesía y artes escénicas en una experiencia sensorial única. El proyecto se ha presentado en escenarios destacados de Chile, como Sala Master (mayo 2025), Espacio Incluir (julio 2025) y el Centro Cultural Gabriela Mistral (agosto 2025), cautivando a públicos diversos con un espectáculo que combina emoción, calidad artística y una mirada contemporánea sobre la relación entre el arte y el cosmos.
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Vocal/Coral
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Voces del Cosmos es un proyecto artístico interdisciplinario creado por la compositora Valentina Payeras, que une la música vocal contemporánea con la poesía, el teatro y la simbología de la astrología. El proyecto nació en 2021, cuando Payeras comenzó a componer 12 canciones, una para cada signo zodiacal, inspirada en las energías de los signos solares. Estas obras conformaron el primer álbum de larga duración del proyecto, grabado íntegramente con voces, lanzado en plataformas digitales el 21 de marzo de 2025. Tras un año de ensayos y bajo la dirección escénica de la actriz y directora Adriana Stuven, Voces del Cosmos se consolidó como obra-concierto, uniendo música, canto, poesía y artes escénicas en una experiencia sensorial única. El proyecto se ha presentado en escenarios destacados de Chile, como Sala Master (mayo 2025), Espacio Incluir (julio 2025) y el Centro Cultural Gabriela Mistral (agosto 2025), cautivando a públicos diversos con un espectáculo que combina emoción, calidad artística y una mirada contemporánea sobre la relación entre el arte y el cosmos.

La Dame Blanche
La Dame Blanche es el alter ego de Yaite Ramos Rodríguez, artista cubana multifacética que ha emergido como una de las voces más potentes de la diáspora afrocubana contemporánea. Hija del legendario trombonista Jesús “Aguaje” Ramos, director musical de la Orquesta Buena Vista Social Club, La Dame Blanche ha construido un camino artístico propio, que funde raíces, rebeldía y ritual. Radicada en París, Francia, La Dame Blanche ha desarrollado una propuesta sonora que combina hip hop, cumbia, dancehall, reggae y música tradicional afrocubana, con letras de fuerte carga simbólica, espiritual y política. Su obra dialoga profundamente con temas de empoderamiento femenino, ancestralidad, resistencia afrodescendiente y espiritualidad popular, incluyendo referencias a la santería y otros saberes del Caribe negro. A lo largo de su trayectoria ha publicado varios álbumes aclamados por la crítica internacional, entre ellos: “La Dame Blanche” (2014) – Su debut como solista, donde presentó su fusión única de ritmos afrolatinos y urbanos. “2” (2016) y “Bajo el Mismo Cielo” (2018) – Consolidan su estilo con mayor profundidad lírica y un sonido más electrónico. “Ella” (2020) – Un álbum profundamente introspectivo y feminista, que revaloriza el poder de las mujeres negras. “Atómica” (2023) – Su trabajo más reciente, que explora nuevas texturas del afrobeat y la música ritual con un enfoque afrofuturista. La Dame Blanche ha realizado giras por Europa, América Latina y Estados Unidos, participando en festivales como: SXSW (EE.UU.) Transmusicales (Francia) WOMEX Festival Internacional Cervantino (México) Circulart (Colombia) Además, ha colaborado con artistas como El Hijo de la Cumbia, Maga Bo, Celso Piña, Guts y Sly Johnson, entre otros.
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Dancehall
Afro
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La Dame Blanche es el alter ego de Yaite Ramos Rodríguez, artista cubana multifacética que ha emergido como una de las voces más potentes de la diáspora afrocubana contemporánea. Hija del legendario trombonista Jesús “Aguaje” Ramos, director musical de la Orquesta Buena Vista Social Club, La Dame Blanche ha construido un camino artístico propio, que funde raíces, rebeldía y ritual. Radicada en París, Francia, La Dame Blanche ha desarrollado una propuesta sonora que combina hip hop, cumbia, dancehall, reggae y música tradicional afrocubana, con letras de fuerte carga simbólica, espiritual y política. Su obra dialoga profundamente con temas de empoderamiento femenino, ancestralidad, resistencia afrodescendiente y espiritualidad popular, incluyendo referencias a la santería y otros saberes del Caribe negro. A lo largo de su trayectoria ha publicado varios álbumes aclamados por la crítica internacional, entre ellos: “La Dame Blanche” (2014) – Su debut como solista, donde presentó su fusión única de ritmos afrolatinos y urbanos. “2” (2016) y “Bajo el Mismo Cielo” (2018) – Consolidan su estilo con mayor profundidad lírica y un sonido más electrónico. “Ella” (2020) – Un álbum profundamente introspectivo y feminista, que revaloriza el poder de las mujeres negras. “Atómica” (2023) – Su trabajo más reciente, que explora nuevas texturas del afrobeat y la música ritual con un enfoque afrofuturista. La Dame Blanche ha realizado giras por Europa, América Latina y Estados Unidos, participando en festivales como: SXSW (EE.UU.) Transmusicales (Francia) WOMEX Festival Internacional Cervantino (México) Circulart (Colombia) Además, ha colaborado con artistas como El Hijo de la Cumbia, Maga Bo, Celso Piña, Guts y Sly Johnson, entre otros.
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