
Lou Hernandez
Artista desde los 20 años, cantante y guitarrista de Blues y Jazz, Lou Hernandez apuesta a su segundo disco, pero esta vez con temas propios y con un tinte de canción, balada, y otoños patagónicos. Sus raíces musicales son la música afroamericana, se formó en la Escuela de Blues de Buenos Aires y con grandes referentes del Jazz como Bob Telson (EEUU) y Barbie Martinez.
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Canción Melódica
Descripción
Artista desde los 20 años, cantante y guitarrista de Blues y Jazz, Lou Hernandez apuesta a su segundo disco, pero esta vez con temas propios y con un tinte de canción, balada, y otoños patagónicos. Sus raíces musicales son la música afroamericana, se formó en la Escuela de Blues de Buenos Aires y con grandes referentes del Jazz como Bob Telson (EEUU) y Barbie Martinez.

Penyo
Penyo es el seudónimo de Benjamín Rubio, cantante y compositor Chileno residente en Buenos Aires
Ver detallesPenyo
Nuevo Folclor
Cantautor/Música de autor
Other
Descripción
Penyo es el seudónimo de Benjamín Rubio, cantante y compositor Chileno residente en Buenos Aires

Anná
Soy un multi-artista brasileño, trabajo con música, cine, danza, artes visuales y performance. Camino entre lenguajes haciendo collages musicales, pasando del samba al punk, del tango al rock, y también me veo como un gran collage de referentes globales
Ver detallesAnná
Samba – Pagode
MPB
Cantautor/Música de autor
Descripción
Soy un multi-artista brasileño, trabajo con música, cine, danza, artes visuales y performance. Camino entre lenguajes haciendo collages musicales, pasando del samba al punk, del tango al rock, y también me veo como un gran collage de referentes globales

Júlio Morais
Conhecido no meio musical pernambucano por seu trabalho autoral que encanta pela melodia e poesia, Morais arriscou seus primeiros acordes ao violão em 1997, iniciando suas primeiras composições dois anos mais tarde. Durante o período em que cursou a faculdade de música da Universidade Federal de Pernambuco-UFPE (onde ingressou em 2002), Morais atuou como monitor na disciplina de Oficina de Música do curso de Artes Cênicas o que lhe aproximaria do universo teatral e desembocaria, a partir de 2005, em um trabalho de criação de trilhas sonoras para teatro e dança, atividade essa desenvolvida ininterruptamente desde então. Em 2013, o músico lançou seu primeiro disco, intitulado “Para Que Você Me Veja”, reunindo composições próprias e releituras de bandas locais como o Eddie e a Parafusa. Em 2014, lançou o projeto infantil “Tintim por Tintim”, que atualmente toca em parceria com a cantora Amanda Menelau. A junção da experiência de compositor de trilhas com o universo infantil renderia ao músico, ainda em 2014, através do trabalho para a peça infantil “De Íris ao Arco-íris", do diretor e ator Jorge de Paula, o prêmio de “melhor trilha original” do festival Janeiro de Grandes Espetáculos. Assim como outros artistas, durante o período de isolamento social decorrente da pandemia de covid-19, Júlio Morais tem usado as plataformas virtuais para se manter produtivo. Além de participar de projetos na internet como o “Madrugada de Mattar” realizado pela atriz e produtora carioca Andréa Mattar, seus duetos, batizados com o nome de “Canto Daqui”, já se tornaram um sucesso no instagram e já contaram com a participação de músicos como Isaar, Bruna Caram, Diogo Andrade e Karynna Spinelli, dentre outros. “Compus durante a quarentena uma música com Diogo Andrade (ex-integrante da banda Parafusa), chamada ‘Em Meio Ao Vento’. Ele me mandou a melodia e eu escrevi a letra, que fala um pouco do meu momento pessoal e do que está acontecendo em todo o mundo. Propus a Diogo gravar nesse esquema de dueto virtual e, inicialmente, pensei em mais duetos com outros parceiros, como foi o caso de Bruna Caram. No entanto, os convites acabaram se estendendo a artistas com os quais eu nunca havia trabalhado, como Isaar, Rhaíssa Bittar e Nuria Mallena”, conta. E os duetos e músicas novas não param. Ylana Queiroga e Cláudio Lins são mais dos nomes presentes na lista de parceiros. A ideia é que parte da produção da quarentena dê corpo ao segundo disco do cantor e compositor.
Ver detallesJúlio Morais
MPB
Cantautor/Música de autor
Descripción
Conhecido no meio musical pernambucano por seu trabalho autoral que encanta pela melodia e poesia, Morais arriscou seus primeiros acordes ao violão em 1997, iniciando suas primeiras composições dois anos mais tarde. Durante o período em que cursou a faculdade de música da Universidade Federal de Pernambuco-UFPE (onde ingressou em 2002), Morais atuou como monitor na disciplina de Oficina de Música do curso de Artes Cênicas o que lhe aproximaria do universo teatral e desembocaria, a partir de 2005, em um trabalho de criação de trilhas sonoras para teatro e dança, atividade essa desenvolvida ininterruptamente desde então. Em 2013, o músico lançou seu primeiro disco, intitulado “Para Que Você Me Veja”, reunindo composições próprias e releituras de bandas locais como o Eddie e a Parafusa. Em 2014, lançou o projeto infantil “Tintim por Tintim”, que atualmente toca em parceria com a cantora Amanda Menelau. A junção da experiência de compositor de trilhas com o universo infantil renderia ao músico, ainda em 2014, através do trabalho para a peça infantil “De Íris ao Arco-íris", do diretor e ator Jorge de Paula, o prêmio de “melhor trilha original” do festival Janeiro de Grandes Espetáculos. Assim como outros artistas, durante o período de isolamento social decorrente da pandemia de covid-19, Júlio Morais tem usado as plataformas virtuais para se manter produtivo. Além de participar de projetos na internet como o “Madrugada de Mattar” realizado pela atriz e produtora carioca Andréa Mattar, seus duetos, batizados com o nome de “Canto Daqui”, já se tornaram um sucesso no instagram e já contaram com a participação de músicos como Isaar, Bruna Caram, Diogo Andrade e Karynna Spinelli, dentre outros. “Compus durante a quarentena uma música com Diogo Andrade (ex-integrante da banda Parafusa), chamada ‘Em Meio Ao Vento’. Ele me mandou a melodia e eu escrevi a letra, que fala um pouco do meu momento pessoal e do que está acontecendo em todo o mundo. Propus a Diogo gravar nesse esquema de dueto virtual e, inicialmente, pensei em mais duetos com outros parceiros, como foi o caso de Bruna Caram. No entanto, os convites acabaram se estendendo a artistas com os quais eu nunca havia trabalhado, como Isaar, Rhaíssa Bittar e Nuria Mallena”, conta. E os duetos e músicas novas não param. Ylana Queiroga e Cláudio Lins são mais dos nomes presentes na lista de parceiros. A ideia é que parte da produção da quarentena dê corpo ao segundo disco do cantor e compositor.
Música

Clara Yolks
Soy una cantautora peruana que busca unir personas y generar empatía a través del arte.
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Abel Loterstein
Guitarrista, improvisador, Compositor y Arreglista colombiano. Estudió Jazz en el Conservatorio superior de Música Manuel de Falla en Buenos Aires y realizó la maestría en composición de la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá. Su actividad artística permite rastrear dos rutas creativas concretas. Por un lado, la reflexión sobre la práctica de la improvisación y su diálogo con el ejercicio compositivo. Las piezas de L&B Ltda (2014) presentan diferentes protocolos de acción que invitan a los improvisadores a tomar decisiones en función de problemas musicales específicos (el silencio, la repetición y el atonalismo entre otros). Por su parte Sintaxis Urbana (2017) es una obra en cinco movimientos escrita para un grupo de seis músicos improvisadores (Un baterista, un contrabajista, un guitarrista y dos saxofonistas) cuya construcción se basa en analogías establecidas a partir de la abstracción de elementos encontrados en la observación y reflexión sobre la ciudad de Bogotá (La morfología, el paisaje sonoro, la memoria, las narrativas del progreso y el aire). En este trabajo la práctica de la improvisación es instrumentalizada para sus propósitos poéticos. El otro eje principal en la actividad creativa de Abel Loterstein está ligado a la exploración idiomática y a la reflexión sobre la práctica de la música popular en sí misma. Sus dinámicas sociales y la lectura del contexto en el que se desempeñan los proyectos. Aquí el esfuerzo está centrado en la búsqueda de maneras orgánicas de habitar los estilos. Intentar entender y re significar aquello que está en la música y que de alguna forma sintoniza con su propio ser. Stuffellman (2016) fue un trabajo realizado junto al baterista Francisco Frieri y el pianista Oscar Caucaly cuyo propósito es el de explorar las posibilidades del formato de Organ trío a partir de la interacción intensa de los músicos. El repertorio está compuesto por piezas sencillas vinculadas a distintos contextos estilísticos que permiten experimentar colectivamente y en tiempo real a partir del ritmo y de las posibilidades tímbricas del formato. Por su parte La Orquesta La Zebra Azul (2012-actualidad) constituye un espacio para pensar al músico y su práctica. Sus motivaciones, sus aspiraciones, miedos, etc. Filtrado por la reflexión sobre la actividad de la orquesta y por las experiencias de los participantes, el repertorio de este proyecto dialoga con diversos universos idiomáticos permitiendo la búsqueda de parámetros poéticos idiosincráticos en resonancia con su propia realidad y contexto.
Ver detallesAbel Loterstein
Swing / Big Band
Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)
Descripción
Guitarrista, improvisador, Compositor y Arreglista colombiano. Estudió Jazz en el Conservatorio superior de Música Manuel de Falla en Buenos Aires y realizó la maestría en composición de la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá. Su actividad artística permite rastrear dos rutas creativas concretas. Por un lado, la reflexión sobre la práctica de la improvisación y su diálogo con el ejercicio compositivo. Las piezas de L&B Ltda (2014) presentan diferentes protocolos de acción que invitan a los improvisadores a tomar decisiones en función de problemas musicales específicos (el silencio, la repetición y el atonalismo entre otros). Por su parte Sintaxis Urbana (2017) es una obra en cinco movimientos escrita para un grupo de seis músicos improvisadores (Un baterista, un contrabajista, un guitarrista y dos saxofonistas) cuya construcción se basa en analogías establecidas a partir de la abstracción de elementos encontrados en la observación y reflexión sobre la ciudad de Bogotá (La morfología, el paisaje sonoro, la memoria, las narrativas del progreso y el aire). En este trabajo la práctica de la improvisación es instrumentalizada para sus propósitos poéticos. El otro eje principal en la actividad creativa de Abel Loterstein está ligado a la exploración idiomática y a la reflexión sobre la práctica de la música popular en sí misma. Sus dinámicas sociales y la lectura del contexto en el que se desempeñan los proyectos. Aquí el esfuerzo está centrado en la búsqueda de maneras orgánicas de habitar los estilos. Intentar entender y re significar aquello que está en la música y que de alguna forma sintoniza con su propio ser. Stuffellman (2016) fue un trabajo realizado junto al baterista Francisco Frieri y el pianista Oscar Caucaly cuyo propósito es el de explorar las posibilidades del formato de Organ trío a partir de la interacción intensa de los músicos. El repertorio está compuesto por piezas sencillas vinculadas a distintos contextos estilísticos que permiten experimentar colectivamente y en tiempo real a partir del ritmo y de las posibilidades tímbricas del formato. Por su parte La Orquesta La Zebra Azul (2012-actualidad) constituye un espacio para pensar al músico y su práctica. Sus motivaciones, sus aspiraciones, miedos, etc. Filtrado por la reflexión sobre la actividad de la orquesta y por las experiencias de los participantes, el repertorio de este proyecto dialoga con diversos universos idiomáticos permitiendo la búsqueda de parámetros poéticos idiosincráticos en resonancia con su propia realidad y contexto.
Música

Wagner Vargas
Son un cantautor. Creo música LATIN-FUSIÓN. Mezclo ritmos de folclore y elementos urbanos con letras con contenido poético, intelectual y mensaje.
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Bernardo Bravo
Bernardo Bravo trabalha com música popular brasileira.Já lançou 6 discos, Camafeu (2010), Arlequim (2013), Coyoh (2016), YANAY (2016), Trionírico (2016), Disco do Desassossego (2019); 3 dvds (Camafeu, Alrequim e Coyoh), bem como já circulou como convidado dos projetos LEVADA OI FUTURO (Teatro Ipanema), Novos Autores (Sesc Vila Mariana). Ganhou o Prêmio Arte Paraná em 2017. Em 2018 ganhou o IBERMÚSICA, sendo convidado a apresentar o disco YANAY na Berklee College de Valência e na Universidade da ONU em Torino. Já realizou apresentações nos Festivais SXSW , Psicodália Festival, Virada Cultural Paraná, Musicletada, Música na Cidade, Festival Suave. Coordena o setor de música do Festival Psicodália há 10 anos. Em lança o DISCO DO DESASSOSSEGO, com produção do Du Gomide e participação de Tuyo, Patrice Quinn (Kamasi Washington).
Ver detallesBernardo Bravo
MPB
Bossa Nova
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Bernardo Bravo trabalha com música popular brasileira.Já lançou 6 discos, Camafeu (2010), Arlequim (2013), Coyoh (2016), YANAY (2016), Trionírico (2016), Disco do Desassossego (2019); 3 dvds (Camafeu, Alrequim e Coyoh), bem como já circulou como convidado dos projetos LEVADA OI FUTURO (Teatro Ipanema), Novos Autores (Sesc Vila Mariana). Ganhou o Prêmio Arte Paraná em 2017. Em 2018 ganhou o IBERMÚSICA, sendo convidado a apresentar o disco YANAY na Berklee College de Valência e na Universidade da ONU em Torino. Já realizou apresentações nos Festivais SXSW , Psicodália Festival, Virada Cultural Paraná, Musicletada, Música na Cidade, Festival Suave. Coordena o setor de música do Festival Psicodália há 10 anos. Em lança o DISCO DO DESASSOSSEGO, com produção do Du Gomide e participação de Tuyo, Patrice Quinn (Kamasi Washington).
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