
Jhonny Alexander Beltràn Quinchia
Jhonny Bikiu es un artista polifacético el cual empezo su carrera artística por medio de la licenciatura en mùsica, la cuál curso en culminó en el Conservatorio del Tolima, a partir de ese instante en la vida reafianza su pasión por el canto, composición y producción. Desde entonces ha dedicado su vida a la mùsica.
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Cantautor/Música de autor
Post-Britpop
Descripción
Jhonny Bikiu es un artista polifacético el cual empezo su carrera artística por medio de la licenciatura en mùsica, la cuál curso en culminó en el Conservatorio del Tolima, a partir de ese instante en la vida reafianza su pasión por el canto, composición y producción. Desde entonces ha dedicado su vida a la mùsica.
Música

Tania Castro Govea Electropercusión
Electropercusión Tania Govea, Arturo Mendoza Dueto de marimba, percusión y contrabajo como instrumentos principales. Jazz, música mexicana, improvisación y música original. Desde 2013 han participado en conciertos didácticos, recitales, festivales y clases maestras. Elenco artístico de la UAEM, festival Quimera, Festival de las Almas, Festival del Oro. Becarios PECDA 2019 en la modalidad composición de obra nueva con la que grabaron su disco Acuarela Mexiquense que salió a La Luz en 2020 con diez temas originales. Tania Govea, UNAM, Percusiones, Orquesta Filarmónica de Toluca, composición y arreglos Arturo Mendoza , INBA Contrabajo, bajo eléctrico, ingeniería de audio, mezcla y masterización, manejo de electrónica en vivo
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Folclor Fusión
Contemporánea
Folclore Fusión
Descripción
Electropercusión Tania Govea, Arturo Mendoza Dueto de marimba, percusión y contrabajo como instrumentos principales. Jazz, música mexicana, improvisación y música original. Desde 2013 han participado en conciertos didácticos, recitales, festivales y clases maestras. Elenco artístico de la UAEM, festival Quimera, Festival de las Almas, Festival del Oro. Becarios PECDA 2019 en la modalidad composición de obra nueva con la que grabaron su disco Acuarela Mexiquense que salió a La Luz en 2020 con diez temas originales. Tania Govea, UNAM, Percusiones, Orquesta Filarmónica de Toluca, composición y arreglos Arturo Mendoza , INBA Contrabajo, bajo eléctrico, ingeniería de audio, mezcla y masterización, manejo de electrónica en vivo
Música

Aru y el futuro
ARU es una refracción. Una voz y una manera de ejecutar la guitarra, que cuando viajan hacia oídos con memorias acústicas particulares, proyectarán distintos sonidos . Hay quienes escuchan rock, hay quienes escuchan punk, hay quienes escuchan pop e incluso folclore, de esa misma voz, guitarra y sonoridades tanto sanguineas como electronicas.
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Alternative Rock / Indie Ii
Descripción
ARU es una refracción. Una voz y una manera de ejecutar la guitarra, que cuando viajan hacia oídos con memorias acústicas particulares, proyectarán distintos sonidos . Hay quienes escuchan rock, hay quienes escuchan punk, hay quienes escuchan pop e incluso folclore, de esa misma voz, guitarra y sonoridades tanto sanguineas como electronicas.

Renato Goulart
Renato Goulart é saxofonista, compositor, arranjador e educador musical. Bacharel em Saxofone pela UFMG sob a orientação do prof. Dilson Florêncio, é saxofonista membro, compositor e arranjador principal do Grupo Monte Pascoal, grupo que lhe rendeu um CD com trabalhos autorais e releituras da MPB. Como arranjador, realizou trabalhos para nomes importantes da música mineira como Toninho Horta, Flávio Henrique, Célio Balona, entre outros. Suas composições e arranjos abrangem diferentes níveis e formações, incluindo música para saxofone, Orquestra Sinfônica, Banda Sinfônica, Coral, Big Band, música de câmara, etc. Suas composições sinfônicas e de câmara já foram executadas no Brasil e no exterior, incluindo Espanha, Chile, Argentina e Polônia. Mais recentemente, em 2018, sua composição para Coro The Daughter Who Flew Through the Atmosphere & Into a State of Nature (em parceria com a poeta norte-americana Marci Vogel) foi a única peça estrangeira selecionada pelo programa Choral Arts Initiative em Los Angeles (EUA). Em 2017, sua composição Suite do Vale também representou o Brasil entre as finalistas do WASBE Composition Contest (Holanda). Em 2016, sua última obra orquestral Impressões Francesas também esteve entre as finalistas do Festival Tinta Fresca da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Entre os projetos realizados na área de educação musical, destacaram-se a Orquestra de Sopros da Fundação de Educação Artística, grupo que fundou e coordenou entre 2008 e 2015, promovendo, dentre outros projetos, o Concurso de Composição e Arranjo para Orquestra de Sopros, realizado em duas edições. Foi idealizador e coordenador do Pró-Banda – Programa de Formação Musical para Músicos de Banda (2015), realizado na cidade de Florestal (MG). Vem atuando como professor de música na Estação da Música na cidade de Santa Bárbara (MG) e também como instrutor e regente da Banda Jovem Idelbrando Santana na cidade de Rubim (MG). Atua também como professor convidado em diversos cursos e festivais de música, ministrando aulas na área de saxofone, orquestração e arranjo. Entre os prêmios e seleções destacam-se: 1º lugar no Concurso Nacional de Composição para Bandas – Nível 3 (2014), 1º lugar no Concurso de Arranjos para Bandas Tradicionais de Música (2009) e Menção Honrosa no 2º Concurso de Composição para Orquestra Infantil e Juvenil – Iberorquestras – Ibermusicas. Destacam-se também a composição de diversas trilhas sonoras para peças de teatro adulto e infantil, dentre elas: Cinema, Anatomia Humana Segundo Vico e Campanela, Decameron e Pela Estrada Adentro.
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MPB
Descripción
Renato Goulart é saxofonista, compositor, arranjador e educador musical. Bacharel em Saxofone pela UFMG sob a orientação do prof. Dilson Florêncio, é saxofonista membro, compositor e arranjador principal do Grupo Monte Pascoal, grupo que lhe rendeu um CD com trabalhos autorais e releituras da MPB. Como arranjador, realizou trabalhos para nomes importantes da música mineira como Toninho Horta, Flávio Henrique, Célio Balona, entre outros. Suas composições e arranjos abrangem diferentes níveis e formações, incluindo música para saxofone, Orquestra Sinfônica, Banda Sinfônica, Coral, Big Band, música de câmara, etc. Suas composições sinfônicas e de câmara já foram executadas no Brasil e no exterior, incluindo Espanha, Chile, Argentina e Polônia. Mais recentemente, em 2018, sua composição para Coro The Daughter Who Flew Through the Atmosphere & Into a State of Nature (em parceria com a poeta norte-americana Marci Vogel) foi a única peça estrangeira selecionada pelo programa Choral Arts Initiative em Los Angeles (EUA). Em 2017, sua composição Suite do Vale também representou o Brasil entre as finalistas do WASBE Composition Contest (Holanda). Em 2016, sua última obra orquestral Impressões Francesas também esteve entre as finalistas do Festival Tinta Fresca da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Entre os projetos realizados na área de educação musical, destacaram-se a Orquestra de Sopros da Fundação de Educação Artística, grupo que fundou e coordenou entre 2008 e 2015, promovendo, dentre outros projetos, o Concurso de Composição e Arranjo para Orquestra de Sopros, realizado em duas edições. Foi idealizador e coordenador do Pró-Banda – Programa de Formação Musical para Músicos de Banda (2015), realizado na cidade de Florestal (MG). Vem atuando como professor de música na Estação da Música na cidade de Santa Bárbara (MG) e também como instrutor e regente da Banda Jovem Idelbrando Santana na cidade de Rubim (MG). Atua também como professor convidado em diversos cursos e festivais de música, ministrando aulas na área de saxofone, orquestração e arranjo. Entre os prêmios e seleções destacam-se: 1º lugar no Concurso Nacional de Composição para Bandas – Nível 3 (2014), 1º lugar no Concurso de Arranjos para Bandas Tradicionais de Música (2009) e Menção Honrosa no 2º Concurso de Composição para Orquestra Infantil e Juvenil – Iberorquestras – Ibermusicas. Destacam-se também a composição de diversas trilhas sonoras para peças de teatro adulto e infantil, dentre elas: Cinema, Anatomia Humana Segundo Vico e Campanela, Decameron e Pela Estrada Adentro.
Música

Carol
Son
Descripción
Soy profesora y desde joven siempre he compuesto música .soy autodidacta

El Guapo
El Guapo es un colectivo musical de Buenos Aires, Argentina, fundado por Joni Strugo y Juan Grabina. Su trabajo se centra en la fusión de ritmos latinos y estilos globales, explorando la improvisación y la creación colectiva. La banda ha desarrollado proyectos interculturales de alto nivel artístico, participando en festivales internacionales y colaborando con músicos de América Latina, Europa y otros continentes. Además de sus presentaciones en vivo, Strugo y Grabina coordinan el estudio de producción El Guapo Music, desde donde apoyan la co-creación musical y la mentoría de artistas emergentes.
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Folclor Fusión
Descripción
El Guapo es un colectivo musical de Buenos Aires, Argentina, fundado por Joni Strugo y Juan Grabina. Su trabajo se centra en la fusión de ritmos latinos y estilos globales, explorando la improvisación y la creación colectiva. La banda ha desarrollado proyectos interculturales de alto nivel artístico, participando en festivales internacionales y colaborando con músicos de América Latina, Europa y otros continentes. Además de sus presentaciones en vivo, Strugo y Grabina coordinan el estudio de producción El Guapo Music, desde donde apoyan la co-creación musical y la mentoría de artistas emergentes.
Música


Mc Ache
Cumbia
Salsa
Descripción
Compositor y productor


Julio Víctor González "El Zucará"
Cantautor de Música Popular, oriundo de Rocha con más de 40 años de trayectoria. En 1967 conoce a Humberto Piñeiro, conformando junto a él dúo “Los Zucará”. En 1970 graban su primer L.P. “Poema de Octubre” para el sello “Orfeo”, comenzando así una carrera exitosa que los llevaría a grabar un total de 12 L.P y realizar giras nacionales e internacionales hasta la muerte de Humberto en 1995. “Los Zucará” obtuvieron cuatro discos de oro y dos de platino durante su trayectoria y algunas de las canciones que conformaron su repertorio son “El surco”, “Sueltapájaros”, “Coquibacoa”, “Ni toda la tierra entera”, “La Patria, compañero”, “Canto Popular”, “Aquello”, “Arma de doble filo”, “Hombre”, “Poema a las 3”, “Mientras tenga la vida”, y la que sería su interpretación más conocida “La Maldición de Malinche”. A pesar de la profunda crisis por el fallecimiento de su compañero, Julio Víctor González no deja de trabajar y en 1998 edita su primer disco solista, “El inti sol”. Entre los años 2001 y 2002 une su voz junto a la de Braulio Lopez, grabando en la Sala Zitarroza un disco doble en vivo “Solos y juntos”. Este disco fue presentado en vivo, realizando giras por todo Uruguay y en Córdoba, Argentina con gran éxito. En 2003, Montevideo Music Group edita su segundo disco solista “Los sonidos del silencio”. En los años siguientes, cantó junto a Chacho Piriz editando junto al mismo sello “Recordando a los Zucará”. Realizó junto a Enrique Cabrera una serie de recitales de poesía hispanoamericana dicha y cantada que se tituló “Poetas del antiguo futuro”. En 2017 y en conmemoración de los 50 años del dúo “Los Zucará”, realizó un espectáculo en la Sala Zitarrosa de Montevideo. En 2018, Montevideo Music Group edita su útlimo disco “La Casa Nueva” donde participan sus hijos Martín y Daniela, trabajo que se estuvo presentando en una gira por los principales balnearios del departamento de Rocha.
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Milonga
Descripción
Cantautor de Música Popular, oriundo de Rocha con más de 40 años de trayectoria. En 1967 conoce a Humberto Piñeiro, conformando junto a él dúo “Los Zucará”. En 1970 graban su primer L.P. “Poema de Octubre” para el sello “Orfeo”, comenzando así una carrera exitosa que los llevaría a grabar un total de 12 L.P y realizar giras nacionales e internacionales hasta la muerte de Humberto en 1995. “Los Zucará” obtuvieron cuatro discos de oro y dos de platino durante su trayectoria y algunas de las canciones que conformaron su repertorio son “El surco”, “Sueltapájaros”, “Coquibacoa”, “Ni toda la tierra entera”, “La Patria, compañero”, “Canto Popular”, “Aquello”, “Arma de doble filo”, “Hombre”, “Poema a las 3”, “Mientras tenga la vida”, y la que sería su interpretación más conocida “La Maldición de Malinche”. A pesar de la profunda crisis por el fallecimiento de su compañero, Julio Víctor González no deja de trabajar y en 1998 edita su primer disco solista, “El inti sol”. Entre los años 2001 y 2002 une su voz junto a la de Braulio Lopez, grabando en la Sala Zitarroza un disco doble en vivo “Solos y juntos”. Este disco fue presentado en vivo, realizando giras por todo Uruguay y en Córdoba, Argentina con gran éxito. En 2003, Montevideo Music Group edita su segundo disco solista “Los sonidos del silencio”. En los años siguientes, cantó junto a Chacho Piriz editando junto al mismo sello “Recordando a los Zucará”. Realizó junto a Enrique Cabrera una serie de recitales de poesía hispanoamericana dicha y cantada que se tituló “Poetas del antiguo futuro”. En 2017 y en conmemoración de los 50 años del dúo “Los Zucará”, realizó un espectáculo en la Sala Zitarrosa de Montevideo. En 2018, Montevideo Music Group edita su útlimo disco “La Casa Nueva” donde participan sus hijos Martín y Daniela, trabajo que se estuvo presentando en una gira por los principales balnearios del departamento de Rocha.
Música
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