
Luna lawitch
Mi nombre es Milagros Doratto, también conocida como Luna Lawitch, y soy compositora, instrumentista y gestora cultural. Mi trayectoria es sólida y diversa, desarrollada principalmente en Perú y América Latina. Mi trabajo artístico está profundamente influenciado por la diversidad, la interculturalidad, la creación colectiva y la perspectiva de género. He tenido la oportunidad de desarrollar mi experiencia en espacios artísticos y activistas en diferentes regiones de Perú, Bolivia y Argentina. A través de mi trabajo, he impulsado procesos de formación musical, producción independiente y articulación cultural, especialmente entre mujeres y personas disidentes. Mi propuesta artística busca integrar la música con la participación activa y comunitaria. A lo largo de mi carrera, he tenido experiencias importantes, como mi rol de gestora cultural en la Municipalidad Distrital de Palcazú, donde diseñé talleres artísticos para niños y adolescentes de comunidades nativas. También fui artista y gestora cultural en la Munay Casa Cultural Feminista en Huancayo, un espacio autogestionado donde colaboré en la organización de la agenda cultural. He participado en varios festivales en Perú, como el Festival Voces Insurgentes y Mujeres en la Música, y también he tenido el honor de llevar mi música a escenarios internacionales. Algunas de mis participaciones más destacadas incluyen el Festival Contracultural La Mona Lisa en Bolivia, el Festival de Tiradentes en Brasil y una presentación en el Teatro Libertad en Argentina. En cuanto a mis producciones, lancé el single "Magia" en 2017 y colaboré en el EP "La Cigarra" de REN en 2018. Mi proyecto más reciente es mi single autogestivo "FLORCITA DE ALELI", una versión de una canción popular con fusión andina, que produje en 2025.
Ver detallesLuna lawitch
Música Andina
Zamba
Cantautor/Música de autor
Folclor Fusión
Descripción
Mi nombre es Milagros Doratto, también conocida como Luna Lawitch, y soy compositora, instrumentista y gestora cultural. Mi trayectoria es sólida y diversa, desarrollada principalmente en Perú y América Latina. Mi trabajo artístico está profundamente influenciado por la diversidad, la interculturalidad, la creación colectiva y la perspectiva de género. He tenido la oportunidad de desarrollar mi experiencia en espacios artísticos y activistas en diferentes regiones de Perú, Bolivia y Argentina. A través de mi trabajo, he impulsado procesos de formación musical, producción independiente y articulación cultural, especialmente entre mujeres y personas disidentes. Mi propuesta artística busca integrar la música con la participación activa y comunitaria. A lo largo de mi carrera, he tenido experiencias importantes, como mi rol de gestora cultural en la Municipalidad Distrital de Palcazú, donde diseñé talleres artísticos para niños y adolescentes de comunidades nativas. También fui artista y gestora cultural en la Munay Casa Cultural Feminista en Huancayo, un espacio autogestionado donde colaboré en la organización de la agenda cultural. He participado en varios festivales en Perú, como el Festival Voces Insurgentes y Mujeres en la Música, y también he tenido el honor de llevar mi música a escenarios internacionales. Algunas de mis participaciones más destacadas incluyen el Festival Contracultural La Mona Lisa en Bolivia, el Festival de Tiradentes en Brasil y una presentación en el Teatro Libertad en Argentina. En cuanto a mis producciones, lancé el single "Magia" en 2017 y colaboré en el EP "La Cigarra" de REN en 2018. Mi proyecto más reciente es mi single autogestivo "FLORCITA DE ALELI", una versión de una canción popular con fusión andina, que produje en 2025.

Fado Dançado
Fado
Afro
Descripción
.

Artista
Afirma que embora tenha crescido influênciada musicalmente pelas várias sonoridades nacional e internacional. Foram os seus pais que mais a influenciaram no gosto pela arte, porque o seu pai foi um dos fundadores e 1º Presedente do grupo carnavalesco União Mundo da Ilha. Tendo a sua mãe sido dançarina de Rebita“ OS NOVATOS DA ILHA“ Tonicha Miranda …. é compositora / cantora – intérprete desde 1989 (á 33 anos). Artisticamente apresentou-se em público: de 1990 à 1994, juntamente com Galeano Neto naquela altura fez estreia em palco como vocalista do Agrupamento “ OS CONGAS“ da EX – EPAN. Em 2002 / 2004 / 2005 / 2006 / 2009 em concursos musicais da (Rádio Lac – festivais de canção), Prémios Cidade de Luanda, e Gala à sexta feira da Televisão Pública de Angola. Além concursos durante anos foi participando em outras actividades musico – culturais.
Ver detallesArtista
Clásica-Románticista
Descripción
Afirma que embora tenha crescido influênciada musicalmente pelas várias sonoridades nacional e internacional. Foram os seus pais que mais a influenciaram no gosto pela arte, porque o seu pai foi um dos fundadores e 1º Presedente do grupo carnavalesco União Mundo da Ilha. Tendo a sua mãe sido dançarina de Rebita“ OS NOVATOS DA ILHA“ Tonicha Miranda …. é compositora / cantora – intérprete desde 1989 (á 33 anos). Artisticamente apresentou-se em público: de 1990 à 1994, juntamente com Galeano Neto naquela altura fez estreia em palco como vocalista do Agrupamento “ OS CONGAS“ da EX – EPAN. Em 2002 / 2004 / 2005 / 2006 / 2009 em concursos musicais da (Rádio Lac – festivais de canção), Prémios Cidade de Luanda, e Gala à sexta feira da Televisão Pública de Angola. Além concursos durante anos foi participando em outras actividades musico – culturais.
Videos

FESTIVAL ORIOKAS
O Festival Oriokas é um projeto cultural de valorização das culturas afro-indígenas que realizará três edições anuais em diferentes territórios do estado do Rio de Janeiro. Trata-se de um evento multicultural que integra música ao vivo, rodas de conversa, oficinas, feiras de saberes, exibição de filmes, performances artísticas e atividades formativas com foco na ancestralidade, nos direitos humanos, na diversidade cultural e na educação antirracista. Com acesso gratuito e estrutura inclusiva, o festival será realizado em três momentos do ano – durante o Abril Indígena, o Julho das Pretas e o Novembro Negro – em locais simbólicos como a Aldeia Maracanã, a Região Portuária do Rio de Janeiro e territórios periféricos e/ou de proteção ambiental, promovendo a descentralização do acesso à cultura. O nome Oriokas une duas raízes linguísticas sagradas: “Ori”, do iorubá, que significa “cabeça”, centro da consciência e espiritualidade; e “Oka”, do tronco tupi, que significa “casa” ou “aldeia”. Oriokas simboliza, portanto, a "Cabeça de Casa", um espaço acolhimento e confluências dos saberes ancestralidades entre territórios. A proposta pretende reunir artistas, mestres de tradição, lideranças indígenas e quilombolas, juventudes periféricas, coletivos culturais e educadores populares, promovendo intercâmbio de saberes, geração de renda e fortalecimento de redes culturais e comunitárias. Além das atividades presenciais, o projeto prevê o registro audiovisual dos três encontros, que comporá uma série documental para difusão online gratuita, ampliando o alcance e a memória do festival. O produto final do projeto contempla as três edições do festival com sua programação completa, a documentação audiovisual das ações e um relatório final de impacto e mobilização comunitária. O período de realização será de março a dezembro de 2026, com foco em territórios de identidade histórica e cultural afro-indígena.
Ver detallesFESTIVAL ORIOKAS
Descripción
O Festival Oriokas é um projeto cultural de valorização das culturas afro-indígenas que realizará três edições anuais em diferentes territórios do estado do Rio de Janeiro. Trata-se de um evento multicultural que integra música ao vivo, rodas de conversa, oficinas, feiras de saberes, exibição de filmes, performances artísticas e atividades formativas com foco na ancestralidade, nos direitos humanos, na diversidade cultural e na educação antirracista. Com acesso gratuito e estrutura inclusiva, o festival será realizado em três momentos do ano – durante o Abril Indígena, o Julho das Pretas e o Novembro Negro – em locais simbólicos como a Aldeia Maracanã, a Região Portuária do Rio de Janeiro e territórios periféricos e/ou de proteção ambiental, promovendo a descentralização do acesso à cultura. O nome Oriokas une duas raízes linguísticas sagradas: “Ori”, do iorubá, que significa “cabeça”, centro da consciência e espiritualidade; e “Oka”, do tronco tupi, que significa “casa” ou “aldeia”. Oriokas simboliza, portanto, a "Cabeça de Casa", um espaço acolhimento e confluências dos saberes ancestralidades entre territórios. A proposta pretende reunir artistas, mestres de tradição, lideranças indígenas e quilombolas, juventudes periféricas, coletivos culturais e educadores populares, promovendo intercâmbio de saberes, geração de renda e fortalecimento de redes culturais e comunitárias. Além das atividades presenciais, o projeto prevê o registro audiovisual dos três encontros, que comporá uma série documental para difusão online gratuita, ampliando o alcance e a memória do festival. O produto final do projeto contempla as três edições do festival com sua programação completa, a documentação audiovisual das ações e um relatório final de impacto e mobilização comunitária. O período de realização será de março a dezembro de 2026, com foco em territórios de identidade histórica e cultural afro-indígena.

WHIPALA
Whipala es un grupo de folclore y rock andino nacido en San Juan, Argentina y que desde 2021 , a través de su música, fusiona sonidos contemporáneos y frescos, con idiomas y ritmos originarios de los Andes para la revalorización de la herencia aborigen. Con Marcelo Paez Campos en charango y voz desde sus inicios; y al que actualmente integran: Gonzalo Colón en Guitarra; Mirko Mortensen en Batería; Kevin Soria en Bajo; Franco Muñoz en Flauta Traversa y Marcos Esis en percusión. En junio, Whipala presenta "Chaski": un EP conceptual inspirado en los antiguos mensajeros andinos, el grupo asume ese rol para transmitir un mensaje urgente sobre identidad, desigualdad y memoria colectiva. El lanzamiento será parte de una mini gira por Cuyo En 2025, ganadores de Sede San Martin en Pre Cosquin por Canción Inédita de composición propia "A tu Alma". Durante Enero del corriente año viajaron a Chile para consolidar un trabajo en conjunto con Escala Real Records, en la ciudad de Valparaíso, para asentar las bases de lo que hoy se presenta como: Chaski. En 2024, con su espectáculo "Inti Raymi". Se presentaron en el Teatro del Bicentenario, en la Fiesta Nacional del Sol y Fiesta Nacional de la Tradición, entre otros. Del mismo se desprende su material audiovisual homónimo: "Inti Raymi" En 2023, lanzan su primer espectáculo integral "En Concierto" grabando un registro en vivo presentado en el Teatro Municipal de la Ciudad de San Juan. En Enero de 2022 lanzan su primer material de estudio, EP llamado ¨La Fuerza del Camino¨. En 2021, ganadores por Sede San Juan de 50° Edición de Pre Cosquín 2022
Ver detallesWHIPALA
Nuevo Folclore
Folclor Fusión
Descripción
Whipala es un grupo de folclore y rock andino nacido en San Juan, Argentina y que desde 2021 , a través de su música, fusiona sonidos contemporáneos y frescos, con idiomas y ritmos originarios de los Andes para la revalorización de la herencia aborigen. Con Marcelo Paez Campos en charango y voz desde sus inicios; y al que actualmente integran: Gonzalo Colón en Guitarra; Mirko Mortensen en Batería; Kevin Soria en Bajo; Franco Muñoz en Flauta Traversa y Marcos Esis en percusión. En junio, Whipala presenta "Chaski": un EP conceptual inspirado en los antiguos mensajeros andinos, el grupo asume ese rol para transmitir un mensaje urgente sobre identidad, desigualdad y memoria colectiva. El lanzamiento será parte de una mini gira por Cuyo En 2025, ganadores de Sede San Martin en Pre Cosquin por Canción Inédita de composición propia "A tu Alma". Durante Enero del corriente año viajaron a Chile para consolidar un trabajo en conjunto con Escala Real Records, en la ciudad de Valparaíso, para asentar las bases de lo que hoy se presenta como: Chaski. En 2024, con su espectáculo "Inti Raymi". Se presentaron en el Teatro del Bicentenario, en la Fiesta Nacional del Sol y Fiesta Nacional de la Tradición, entre otros. Del mismo se desprende su material audiovisual homónimo: "Inti Raymi" En 2023, lanzan su primer espectáculo integral "En Concierto" grabando un registro en vivo presentado en el Teatro Municipal de la Ciudad de San Juan. En Enero de 2022 lanzan su primer material de estudio, EP llamado ¨La Fuerza del Camino¨. En 2021, ganadores por Sede San Juan de 50° Edición de Pre Cosquín 2022
Música


Tales of Carnivale
A banda Tales of Carnivale nasceu em 2016, na cidade histórica de Ouro Preto, Minas Gerais, idealizada pelo músico e compositor Rômulo de Paula. Desde o início, o grupo se destacou pela proposta de misturar o peso e a energia do rock com sonoridades brasileiras, explorando elementos de gêneros como grunge, rock progressivo, jazz e até ritmos tradicionais como maracatu, congado e frevo. Essa fusão conferiu à banda uma identidade própria, capaz de dialogar tanto com o cenário independente nacional quanto com referências internacionais. Em seus primeiros anos de atividade, a Tales of Carnivale rapidamente chamou atenção com apresentações no circuito underground mineiro, conquistando em 2018 o prêmio de banda vencedora no Outsiders Festival, concurso realizado em Belo Horizonte que se tornou uma importante vitrine para novos nomes do rock independente. No mesmo ano, o grupo lançou seu primeiro EP autointitulado, gravado em Belo Horizonte, trazendo quatro faixas – “Shamballa”, “Dominus”, “Namahage” e “The Wanderer” – que já apontavam para a riqueza de influências que marcaria sua trajetória. O amadurecimento musical se consolidou em 2020, quando a banda disponibilizou o single “Oblivion”, preparando terreno para seu primeiro álbum completo. No ano seguinte, veio à luz “Mojubá”, um disco conceitual que narra a jornada de um homem escravizado trazido ao Brasil e sua posterior revolução em Minas Gerais. Mais do que um trabalho musical, o álbum propõe uma reflexão histórica e cultural, conectando passado e presente por meio de uma sonoridade ousada. A capa foi assinada pelo artista ouro-pretano Júlio César Marques, reforçando o vínculo da banda com a cena local. O trabalho ganhou força com a produção de videoclipes profissionais: “Escape”, lançado em janeiro de 2021, e “New Home”, em outubro do mesmo ano, ambos bem recebidos pelo público e pela crítica especializada. A Tales of Carnivale também se destacou pela presença constante em palcos importantes de Minas Gerais. Em setembro de 2023, participou do Latitude 20 Fest, em Ouro Preto, ao lado de bandas como Black Pantera, Pesta e Seu Juvenal, reafirmando sua relevância no cenário regional. Em abril de 2024, se apresentou em Belo Horizonte no No Cover #17, dividindo espaço com Morto e Black Feather Klan. No mesmo ano, voltou a Ouro Preto para o Rock Generator Sessions, em novembro, em uma noite especial ao lado da banda Blind Horse. Já em agosto de 2025, a Tales de Carnivale integrou o lineup do festival Culto ao Abismo, em Ipatinga, um dos eventos underground mais representativos do estado, tocando junto a nomes como Pesta, Mãe Serpente e Again in Hell. Em agosto de 2025, a banda gravou seu segundo EP, intitulado Mojubá Vol. 2, no Forest LAB Studio, novamente optando por um processo totalmente analógico para preservar a energia e a organicidade do som. O lançamento está previsto ainda para 2025, acompanhado do videoclipe da faixa “Crimson Son”, que servirá como cartão de visitas do novo trabalho e promete expandir ainda mais a identidade sonora e conceitual do grupo. Hoje, a formação da banda conta com Rômulo de Paula (guitarra), Luiz Fernando (vocais), Maxsuel Sancho (baixo) e Saulo Fagundes (bateria), músicos que mantêm viva a essência criativa e inovadora do grupo. Com uma trajetória que já soma gravações marcantes, videoclipes de qualidade, premiação em festivais e uma presença sólida nos palcos mineiros, a Tales of Carnivale se firmou como uma das bandas mais criativas e instigantes de sua geração, mantendo viva a tradição de Ouro Preto como celeiro de cultura e inovação musical.
Ver detallesTales of Carnivale
Progressive Metal
Descripción
A banda Tales of Carnivale nasceu em 2016, na cidade histórica de Ouro Preto, Minas Gerais, idealizada pelo músico e compositor Rômulo de Paula. Desde o início, o grupo se destacou pela proposta de misturar o peso e a energia do rock com sonoridades brasileiras, explorando elementos de gêneros como grunge, rock progressivo, jazz e até ritmos tradicionais como maracatu, congado e frevo. Essa fusão conferiu à banda uma identidade própria, capaz de dialogar tanto com o cenário independente nacional quanto com referências internacionais. Em seus primeiros anos de atividade, a Tales of Carnivale rapidamente chamou atenção com apresentações no circuito underground mineiro, conquistando em 2018 o prêmio de banda vencedora no Outsiders Festival, concurso realizado em Belo Horizonte que se tornou uma importante vitrine para novos nomes do rock independente. No mesmo ano, o grupo lançou seu primeiro EP autointitulado, gravado em Belo Horizonte, trazendo quatro faixas – “Shamballa”, “Dominus”, “Namahage” e “The Wanderer” – que já apontavam para a riqueza de influências que marcaria sua trajetória. O amadurecimento musical se consolidou em 2020, quando a banda disponibilizou o single “Oblivion”, preparando terreno para seu primeiro álbum completo. No ano seguinte, veio à luz “Mojubá”, um disco conceitual que narra a jornada de um homem escravizado trazido ao Brasil e sua posterior revolução em Minas Gerais. Mais do que um trabalho musical, o álbum propõe uma reflexão histórica e cultural, conectando passado e presente por meio de uma sonoridade ousada. A capa foi assinada pelo artista ouro-pretano Júlio César Marques, reforçando o vínculo da banda com a cena local. O trabalho ganhou força com a produção de videoclipes profissionais: “Escape”, lançado em janeiro de 2021, e “New Home”, em outubro do mesmo ano, ambos bem recebidos pelo público e pela crítica especializada. A Tales of Carnivale também se destacou pela presença constante em palcos importantes de Minas Gerais. Em setembro de 2023, participou do Latitude 20 Fest, em Ouro Preto, ao lado de bandas como Black Pantera, Pesta e Seu Juvenal, reafirmando sua relevância no cenário regional. Em abril de 2024, se apresentou em Belo Horizonte no No Cover #17, dividindo espaço com Morto e Black Feather Klan. No mesmo ano, voltou a Ouro Preto para o Rock Generator Sessions, em novembro, em uma noite especial ao lado da banda Blind Horse. Já em agosto de 2025, a Tales de Carnivale integrou o lineup do festival Culto ao Abismo, em Ipatinga, um dos eventos underground mais representativos do estado, tocando junto a nomes como Pesta, Mãe Serpente e Again in Hell. Em agosto de 2025, a banda gravou seu segundo EP, intitulado Mojubá Vol. 2, no Forest LAB Studio, novamente optando por um processo totalmente analógico para preservar a energia e a organicidade do som. O lançamento está previsto ainda para 2025, acompanhado do videoclipe da faixa “Crimson Son”, que servirá como cartão de visitas do novo trabalho e promete expandir ainda mais a identidade sonora e conceitual do grupo. Hoje, a formação da banda conta com Rômulo de Paula (guitarra), Luiz Fernando (vocais), Maxsuel Sancho (baixo) e Saulo Fagundes (bateria), músicos que mantêm viva a essência criativa e inovadora do grupo. Com uma trajetória que já soma gravações marcantes, videoclipes de qualidade, premiação em festivais e uma presença sólida nos palcos mineiros, a Tales of Carnivale se firmou como uma das bandas mais criativas e instigantes de sua geração, mantendo viva a tradição de Ouro Preto como celeiro de cultura e inovação musical.
Música

Jahra Dúo
Jahra Duo es un proyecto de investigación y creación musical etnomusical conformado por Jairo Rodríguez y Epiara Murillo. Desde un encuentro de laboratorio y exploración sonora, a partir de las músicas raizales-rituales de los pueblos del mundo y especificamente del lenguaje sonoro que pervive en en la Colombia indigena. El grupo se inspira en estas culturas y musicas para crear material sonoro que evoque el espíritu primario de estas; Improvisaciones, desarrollos tímbricos, reinterpretaciones y composiciones con objetivos extra musicales, son las rutas elegidas para representar este ideal, abarcando y visibilizando en esto, no solo la importancia musical, sino lo que existe detrás de ello; cosmovisiones, espiritualidades e identidades culturales. De esta manera el sentido artístico de la propuesta es: producir, recordar y cuidar el valor de estas músicas en un dialogo artistico propio del nuevo tiempo. En el año 2023 realizaron su primera gira internacional en Mexico. Alli realizaron conciertos, talleres e intercambios culturales que aportaron a la visión artistica de la agrupación.
Ver detallesJahra Dúo
Nuevo Folclor
Descripción
Jahra Duo es un proyecto de investigación y creación musical etnomusical conformado por Jairo Rodríguez y Epiara Murillo. Desde un encuentro de laboratorio y exploración sonora, a partir de las músicas raizales-rituales de los pueblos del mundo y especificamente del lenguaje sonoro que pervive en en la Colombia indigena. El grupo se inspira en estas culturas y musicas para crear material sonoro que evoque el espíritu primario de estas; Improvisaciones, desarrollos tímbricos, reinterpretaciones y composiciones con objetivos extra musicales, son las rutas elegidas para representar este ideal, abarcando y visibilizando en esto, no solo la importancia musical, sino lo que existe detrás de ello; cosmovisiones, espiritualidades e identidades culturales. De esta manera el sentido artístico de la propuesta es: producir, recordar y cuidar el valor de estas músicas en un dialogo artistico propio del nuevo tiempo. En el año 2023 realizaron su primera gira internacional en Mexico. Alli realizaron conciertos, talleres e intercambios culturales que aportaron a la visión artistica de la agrupación.

Fundación del sonido
Ingmar Herrera es un artista del sonido, investigador y músico multiinstrumentalista. Su práctica se centra en la exploración del sonido como herramienta de memoria, expresión y conocimiento. Se especializa en grabaciones remotas en territorios de difícil acceso, donde captura biofonías, paisajes sonoros y etnografías acústicas que documentan la relación entre culturas, cuerpos y entornos naturales. Su trayectoria abarca la creación de scores, música original, postproducción de audio y diseño sonoro para cine y documentales. También es locutor y actor de voz, y ha impulsado espacios de experimentación sonora, incluyendo uno de los primeros sellos de música experimental en Panamá Bontown records. Es fundador de la Fundación del Sonido, dedicada a preservar, investigar y difundir el patrimonio sonoro de Panamá y América.
Ver detallesFundación del sonido
Descripción
Ingmar Herrera es un artista del sonido, investigador y músico multiinstrumentalista. Su práctica se centra en la exploración del sonido como herramienta de memoria, expresión y conocimiento. Se especializa en grabaciones remotas en territorios de difícil acceso, donde captura biofonías, paisajes sonoros y etnografías acústicas que documentan la relación entre culturas, cuerpos y entornos naturales. Su trayectoria abarca la creación de scores, música original, postproducción de audio y diseño sonoro para cine y documentales. También es locutor y actor de voz, y ha impulsado espacios de experimentación sonora, incluyendo uno de los primeros sellos de música experimental en Panamá Bontown records. Es fundador de la Fundación del Sonido, dedicada a preservar, investigar y difundir el patrimonio sonoro de Panamá y América.

Joaquín Fridman & Carlos Orozco – Dueto de bajos eléctricos
Joaquín Fridman & Carlos Orozco — Dueto de bajos eléctricos Proyecto Binacional (México – Argentina) El encuentro entre Joaquín Fridman (Argentina) y Carlos Orozco (México) da vida a un dueto único que sitúa al bajo eléctrico en el centro de la creación musical. Con una visión estética original, abordan géneros emblemáticos de sus países —chacarera, huapango, sones y vals— y los transforman en un lenguaje contemporáneo donde conviven tradición, experimentación y el desarrollo de composiciones originales. La singularidad del proyecto radica en la confluencia de sus trayectorias y búsquedas: dos recorridos distintos que, al entrelazarse, generan una fusión latinoamericana potente y muy singular. El resultado es una música que tiende puentes, abre territorios y expande las posibilidades expresivas del instrumento. Entre agosto y septiembre de 2025 realizaron una gira por México, con presentaciones en León, Irapuato, Querétaro y Texcoco, consolidando un proyecto que crece desde el intercambio artístico y el cruce de fronteras.
Ver detallesJoaquín Fridman & Carlos Orozco – Dueto de bajos eléctricos
Nuevo Folclor
Folclor Fusión
Descripción
Joaquín Fridman & Carlos Orozco — Dueto de bajos eléctricos Proyecto Binacional (México – Argentina) El encuentro entre Joaquín Fridman (Argentina) y Carlos Orozco (México) da vida a un dueto único que sitúa al bajo eléctrico en el centro de la creación musical. Con una visión estética original, abordan géneros emblemáticos de sus países —chacarera, huapango, sones y vals— y los transforman en un lenguaje contemporáneo donde conviven tradición, experimentación y el desarrollo de composiciones originales. La singularidad del proyecto radica en la confluencia de sus trayectorias y búsquedas: dos recorridos distintos que, al entrelazarse, generan una fusión latinoamericana potente y muy singular. El resultado es una música que tiende puentes, abre territorios y expande las posibilidades expresivas del instrumento. Entre agosto y septiembre de 2025 realizaron una gira por México, con presentaciones en León, Irapuato, Querétaro y Texcoco, consolidando un proyecto que crece desde el intercambio artístico y el cruce de fronteras.
Música
19712 Resultados – Página 151 de 1972

























