
John Alex Lopez
Salsa
British Blues & Blues Rock
Descripción
Soy poeta y compositor de música caribeña, Salsa, Rock y Blues

Sergio Santos
Em 1982 o mineiro Sérgio Santos, nascido em Varginha, sul de Minas Gerais, participa como cantor do espetáculo “Missa dos Quilombos” de Milton Nascimento. A partir daí aperfeiçoa seus conhecimentos musicais como violonista, intérprete, arranjador e compositor. Em 1991 conhece o poeta Paulo César Pinheiro que vem a se tornar o seu grande parceiro. Com ele compõe uma obra de mais de 300 músicas. Essa obra é cantada por artistas como Leila Pinheiro, Joyce, MPB4, Alcione, Mônica Salmaso, Fátima Guedes, Olívia Hime e Milton Nascimento. Tem 8 discos gravados, nos quais participam artistas como Dori Caymmi, Raphael Rabello, Mônica Salmaso, Leila Pinheiro, Sivuca e Francis Hime. Foi vencedor do Prêmio Rival BR em 2002, como o melhor disco do ano, com seu CD ÁFRICO. Esse disco foi o primeiro a integrar a Discoteca Básica do Século XXI do Museu da Imagem e do Som. Em 2009 é indicado ao 11.o Grammy Latino por seu CD LITORAL E INTERIOR. Já se apresentou em alguns do mais importantes palcos do mundo, como o Hollywood Bowl em Los Angeles, no Herbst Theater em San Francisco, no Blue Note Tokyo, e na sede da Unesco em Paris.
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MPB
Afrobrasileiro
Descripción
Em 1982 o mineiro Sérgio Santos, nascido em Varginha, sul de Minas Gerais, participa como cantor do espetáculo “Missa dos Quilombos” de Milton Nascimento. A partir daí aperfeiçoa seus conhecimentos musicais como violonista, intérprete, arranjador e compositor. Em 1991 conhece o poeta Paulo César Pinheiro que vem a se tornar o seu grande parceiro. Com ele compõe uma obra de mais de 300 músicas. Essa obra é cantada por artistas como Leila Pinheiro, Joyce, MPB4, Alcione, Mônica Salmaso, Fátima Guedes, Olívia Hime e Milton Nascimento. Tem 8 discos gravados, nos quais participam artistas como Dori Caymmi, Raphael Rabello, Mônica Salmaso, Leila Pinheiro, Sivuca e Francis Hime. Foi vencedor do Prêmio Rival BR em 2002, como o melhor disco do ano, com seu CD ÁFRICO. Esse disco foi o primeiro a integrar a Discoteca Básica do Século XXI do Museu da Imagem e do Som. Em 2009 é indicado ao 11.o Grammy Latino por seu CD LITORAL E INTERIOR. Já se apresentou em alguns do mais importantes palcos do mundo, como o Hollywood Bowl em Los Angeles, no Herbst Theater em San Francisco, no Blue Note Tokyo, e na sede da Unesco em Paris.

Pacifico Libre
Agrupacion de musica del pacifico colombiano – fusion, ganadores del festival de musica del pacifico Petronio Alvarez 2019
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Folclore Fusión
Descripción
Agrupacion de musica del pacifico colombiano – fusion, ganadores del festival de musica del pacifico Petronio Alvarez 2019
Música

OLHOS AZUIS
Em 14 de março de 2020 todos aqui em casa entramos nessa quarentena e agora já se vão seis meses nos adaptando a essa nova realidade. Eu, como sempre fiz e minha vida, me refugiei agarrado ao meu velho parceiro inseparável desde os meus 15 anos, o violão. Nele, derramei todos os meus sentimentos, indagações, medo, saudade, amor e esperança acima de tudo. Sim, a esperança é o tema principal desta canção que brotou intuitivamente em um desses momentos e já se mostrando uma canção de fortalecimento no sentido de nos mantermos unidos nos preservando agora, para que num futuro próximo estejamos juntos celebrando a vida e novos "laços de luz"!
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Samba
MPB
Cantautor/Música de autor
Descripción
Em 14 de março de 2020 todos aqui em casa entramos nessa quarentena e agora já se vão seis meses nos adaptando a essa nova realidade. Eu, como sempre fiz e minha vida, me refugiei agarrado ao meu velho parceiro inseparável desde os meus 15 anos, o violão. Nele, derramei todos os meus sentimentos, indagações, medo, saudade, amor e esperança acima de tudo. Sim, a esperança é o tema principal desta canção que brotou intuitivamente em um desses momentos e já se mostrando uma canção de fortalecimento no sentido de nos mantermos unidos nos preservando agora, para que num futuro próximo estejamos juntos celebrando a vida e novos "laços de luz"!
Música

Victoria Saavedra
Victoria Saavedra é uma artista colombiana que vive entre São Paulo e Bogotá. A cantora sempre teve uma relação próxima com as sonoridades regionais da América Latina, sentindo-se especialmente identificada com a música afro-latina. No início da carreira teve a oportunidade de participar do Festival Petronio Álvarez em suas versões 2007 e 2009 com a banda "Pambil" Morando em São Paulo desde 2010, a cantora conseguiu se firmar no cenário musical brasileiro, participando de projetos como a Orquesta K, o show Mar Alto em parceria com a dançarina Marina Abib, Candombá e é uma das idealizadoras do coletivo Latinas . Ao longo desses anos, ele foi capaz de aprofundar e expandir seu repertório, criando assim uma identidade mais ampla da latinidade. No Brasil, dividiu palco e colaborou com artistas como: Samuca e a Selva, Luedji Luna, Anna Tréa, Mateus Porto, Ékò Afrobeat, Quimbará, Barroso, e já gravou dois trabalhos discográficos autorais, Remanso Entre Raízes no 2017 e Peripécias em 2022. A convite da embaixada da Colômbia nos Estados Unidos, a compositora interpretou uma das canções de seu último álbum, Peripécias, ao lado da Orquestra Sinfônica de Washington, no emblemático palco do Kennedy Center Opera House, como parte das comemorações da 200 anos de relações diplomáticas entre países
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Afro
Folclor Fusión
Cumbia
Afrobrasileiro
Descripción
Victoria Saavedra é uma artista colombiana que vive entre São Paulo e Bogotá. A cantora sempre teve uma relação próxima com as sonoridades regionais da América Latina, sentindo-se especialmente identificada com a música afro-latina. No início da carreira teve a oportunidade de participar do Festival Petronio Álvarez em suas versões 2007 e 2009 com a banda "Pambil" Morando em São Paulo desde 2010, a cantora conseguiu se firmar no cenário musical brasileiro, participando de projetos como a Orquesta K, o show Mar Alto em parceria com a dançarina Marina Abib, Candombá e é uma das idealizadoras do coletivo Latinas . Ao longo desses anos, ele foi capaz de aprofundar e expandir seu repertório, criando assim uma identidade mais ampla da latinidade. No Brasil, dividiu palco e colaborou com artistas como: Samuca e a Selva, Luedji Luna, Anna Tréa, Mateus Porto, Ékò Afrobeat, Quimbará, Barroso, e já gravou dois trabalhos discográficos autorais, Remanso Entre Raízes no 2017 e Peripécias em 2022. A convite da embaixada da Colômbia nos Estados Unidos, a compositora interpretou uma das canções de seu último álbum, Peripécias, ao lado da Orquestra Sinfônica de Washington, no emblemático palco do Kennedy Center Opera House, como parte das comemorações da 200 anos de relações diplomáticas entre países
Música

GRUPO HUARI
La palabra HUARI en dialecto o lengua quechua se refiere a todo aquello que es autóctono y antropológica mente significa mensajeros del Sol y la Cultura, es decir, los portadores de luz en las culturas, El Grupo HUARI de Cali Colombia, rescata los valores folclóricos de diferentes géneros musicales, dándolo a conocer en un formato folclor fusión. Este grupo se creó en el año de 1990, a partir de ese momento ha tenido diversas etapas de mejoramiento, a través de cambios en sus integrantes como en su formación musical hasta llegar al acople que se tiene en la actualidad. El género musical que interpreta el grupo es folclor fusión incorporando ritmos folclóricos, con instrumentos de la organología latinoamericana, y contemporánea
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Música Andina
Folclor Fusión
Descripción
La palabra HUARI en dialecto o lengua quechua se refiere a todo aquello que es autóctono y antropológica mente significa mensajeros del Sol y la Cultura, es decir, los portadores de luz en las culturas, El Grupo HUARI de Cali Colombia, rescata los valores folclóricos de diferentes géneros musicales, dándolo a conocer en un formato folclor fusión. Este grupo se creó en el año de 1990, a partir de ese momento ha tenido diversas etapas de mejoramiento, a través de cambios en sus integrantes como en su formación musical hasta llegar al acople que se tiene en la actualidad. El género musical que interpreta el grupo es folclor fusión incorporando ritmos folclóricos, con instrumentos de la organología latinoamericana, y contemporánea
Música

Hunaac-cel
Tratando de desbordar los límites de la realidad y la locura, entre política y arte va proponiendo su propio arte de la política, visibilizando contradicciones internas y externas a partir del discurso y las sonoridades. Mezclando el funk con el rap, el jazz con spoken word, el rock con el canto; rescatando la irreverencia y la rebeldía histórica de cada género musical. Este proyecto cuenta con varias formas de presentarse, puede ser como rapero, cantautor o con banda en vivo, donde cada una es una experiencia única e irrepetible ya que retoma las raíces de improvisación. Esta es una apuesta fresca y provocadora tanto en lo discursivo como en musical y en lo escénico llegando hasta lo teatral.
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Reggaetón & Latin Rap
Jazz Rap / Native Tongue
Progressive Rap / Nu Skool Rap
Descripción
Tratando de desbordar los límites de la realidad y la locura, entre política y arte va proponiendo su propio arte de la política, visibilizando contradicciones internas y externas a partir del discurso y las sonoridades. Mezclando el funk con el rap, el jazz con spoken word, el rock con el canto; rescatando la irreverencia y la rebeldía histórica de cada género musical. Este proyecto cuenta con varias formas de presentarse, puede ser como rapero, cantautor o con banda en vivo, donde cada una es una experiencia única e irrepetible ya que retoma las raíces de improvisación. Esta es una apuesta fresca y provocadora tanto en lo discursivo como en musical y en lo escénico llegando hasta lo teatral.
Música

Nelly Juárez
Nelly Juárez Villegas es música, compositora y gestora del dúo Nelly x Arend. Su pasión es la investigación musical y la preservación de las raíces culturales de la provincia de Guanacaste en el norte de Costa Rica. Nelly fue gestora y productora del documental “Soliloquio en el Tempisque” sobre su abuelo, el compositor Sacramento Villegas, que se realizó con la ayuda de Ibermúsicas, Proartes y el Centro Nacional de la Música. Nelly Juárez cursó sus estudios musicales en corno francés en el Instituto Nacional de Música de Costa Rica, en la Universidad Lynn y en la Universidad Carnegie Mellon, en Estados Unidos. Actualmente cursa un doctorado en Fort Worth, Texas, en el que estudia expresiones artísticas multiculturales relacionadas con la música en el ámbito religioso.
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Folclor
Folclor Fusión
Descripción
Nelly Juárez Villegas es música, compositora y gestora del dúo Nelly x Arend. Su pasión es la investigación musical y la preservación de las raíces culturales de la provincia de Guanacaste en el norte de Costa Rica. Nelly fue gestora y productora del documental “Soliloquio en el Tempisque” sobre su abuelo, el compositor Sacramento Villegas, que se realizó con la ayuda de Ibermúsicas, Proartes y el Centro Nacional de la Música. Nelly Juárez cursó sus estudios musicales en corno francés en el Instituto Nacional de Música de Costa Rica, en la Universidad Lynn y en la Universidad Carnegie Mellon, en Estados Unidos. Actualmente cursa un doctorado en Fort Worth, Texas, en el que estudia expresiones artísticas multiculturales relacionadas con la música en el ámbito religioso.
Videos
Música

Fede Graña
Fede Graña es compositor, fundador de la banda Vieja Historia; ha realizado varios trabajos y colaboraciones con diferentes artistas nacionales; decide en 2010 recorrer un camino de composición solista y lo hace con su primer disco "Ansiedad" (Perro Andaluz,2011). Este disco lo embarca en un nuevo proyecto, Los Prolijos, banda integrada por él y un grupo de amigos que le dan una nueva identidad a sus composiciones. Con ellos edita: Feria (Bizarro Records, 2013), Pasto Azul (Nuevos discos, 2014), Arielo (Independiente, 2015), Rústico (Independiente, 2016), 1×1 (Independiente, 2016), Navidad con los Prolijos #3 (Independiente, 2017) y Si te digo te miento (Bizarro Records, 2018).
Ver detallesFede Graña
Alternative Rock / Indie Ii
Descripción
Fede Graña es compositor, fundador de la banda Vieja Historia; ha realizado varios trabajos y colaboraciones con diferentes artistas nacionales; decide en 2010 recorrer un camino de composición solista y lo hace con su primer disco "Ansiedad" (Perro Andaluz,2011). Este disco lo embarca en un nuevo proyecto, Los Prolijos, banda integrada por él y un grupo de amigos que le dan una nueva identidad a sus composiciones. Con ellos edita: Feria (Bizarro Records, 2013), Pasto Azul (Nuevos discos, 2014), Arielo (Independiente, 2015), Rústico (Independiente, 2016), 1×1 (Independiente, 2016), Navidad con los Prolijos #3 (Independiente, 2017) y Si te digo te miento (Bizarro Records, 2018).

Manu Vera Tudela
Manu Vera Tudela (Lima, 1984) es un cantautor peruano inspirado por la naturaleza, los viajes, la música del mundo y la exploración interior. Su estilo se puede definir como un cálido folk con influencias de ritmos latinoamericanos, así como de blues, soul y pop. La guitarra y la voz son las principales guías de su trabajo, y los paisajes externo e interno, sus principales referentes conceptuales. Ha lanzado cuatro discos: “Evacuación”, “Cusco”, “Energía Libre” e “Hilo”. En el 2018 lanzó un EP llamado “Jardín”, basado en sonidos acústicos e instrumentos andinos, y en el 2019 lanzó “Papelitos”, un EP de dos canciones en formato eléctrico, próximo a sus raíces rockeras. Su último lanzamiento es “Demos en Cuarentena”, siete canciones compuestas en el periodo de confinamiento social entre abril y mayo del 2020. Son de libre escucha y descarga. Nacido en Lima, la capital del Perú, ha sido criado entre su barrio, la playa y por una ciudad que crecía agigantadamente. A los 26 años se fue a vivir a Cusco por una larga temporada, donde construyó una conexión con las montañas y la cultura andina. Luego viajó por el Perú y por Sudamérica, tocando en bares, en la calle, mercados, buses y salas de conciertos. Cada canción es un testimono de estos pasos. Manu también ha tenido un importante y significativo encuentro con la música afroperuana gracias a la enseñanza de importantes maestros. Se ha presentado en diversas ciudades del Perú, así como en Brasil (Festival Grito Rock), Argentina, Uruguay, Ecuador, Bolivia y en países europeos como Francia, Austria, Rumania (World Experience Festival), en Grecia (Sofar Sounds Atenas) y España (Sofar Sounds Madrid). En setiembre del 2019 se presentó con su banda en el Festival “Live at Heart” de Örebro en Suecia, en este último año pasó una larga temporada en Europa. Manu ocupa un lugar importante dentro de la escena de cantautores y cantautoras del Perú. Sus discos “Cusco”, “Hilo” y “Jardín” han sido reseñados por diversos medios de comunicación. Manu también es periodista y está realizando un libro sobre guitarristas peruanos. Asimismo, prepara el lanzamiento de un nuevo disco en el 2021.
Ver detallesManu Vera Tudela
Cantautor/Música de autor
Folclor Fusión
Trova & Feeling
Descripción
Manu Vera Tudela (Lima, 1984) es un cantautor peruano inspirado por la naturaleza, los viajes, la música del mundo y la exploración interior. Su estilo se puede definir como un cálido folk con influencias de ritmos latinoamericanos, así como de blues, soul y pop. La guitarra y la voz son las principales guías de su trabajo, y los paisajes externo e interno, sus principales referentes conceptuales. Ha lanzado cuatro discos: “Evacuación”, “Cusco”, “Energía Libre” e “Hilo”. En el 2018 lanzó un EP llamado “Jardín”, basado en sonidos acústicos e instrumentos andinos, y en el 2019 lanzó “Papelitos”, un EP de dos canciones en formato eléctrico, próximo a sus raíces rockeras. Su último lanzamiento es “Demos en Cuarentena”, siete canciones compuestas en el periodo de confinamiento social entre abril y mayo del 2020. Son de libre escucha y descarga. Nacido en Lima, la capital del Perú, ha sido criado entre su barrio, la playa y por una ciudad que crecía agigantadamente. A los 26 años se fue a vivir a Cusco por una larga temporada, donde construyó una conexión con las montañas y la cultura andina. Luego viajó por el Perú y por Sudamérica, tocando en bares, en la calle, mercados, buses y salas de conciertos. Cada canción es un testimono de estos pasos. Manu también ha tenido un importante y significativo encuentro con la música afroperuana gracias a la enseñanza de importantes maestros. Se ha presentado en diversas ciudades del Perú, así como en Brasil (Festival Grito Rock), Argentina, Uruguay, Ecuador, Bolivia y en países europeos como Francia, Austria, Rumania (World Experience Festival), en Grecia (Sofar Sounds Atenas) y España (Sofar Sounds Madrid). En setiembre del 2019 se presentó con su banda en el Festival “Live at Heart” de Örebro en Suecia, en este último año pasó una larga temporada en Europa. Manu ocupa un lugar importante dentro de la escena de cantautores y cantautoras del Perú. Sus discos “Cusco”, “Hilo” y “Jardín” han sido reseñados por diversos medios de comunicación. Manu también es periodista y está realizando un libro sobre guitarristas peruanos. Asimismo, prepara el lanzamiento de un nuevo disco en el 2021.
Música
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