Catálogo musical

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Empty Fields Recordings


Peru

Empresa

Empty Fields Recordings es un sello discográfico independiente con base en Lima, Perú fundado en 2017.

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Francisco, el Hombre


Brasil

Banda

MPB

Cumbia Tropical

A arte da francisco, el hombre de cruzar fronteiras “Somos as fronteiras que cruzei”, diz um dos versos da música intitulada “Francisco, el Hombre”, que está no EP de estreia La Pachanga (2015), da banda francisco, el hombre. Talvez tal frase seja a que melhor representa o grupo formado pelos irmãos mexicanos Sebastián (bateria e voz) e Mateo Piracés-Ugarte (violão e voz) e pelos brasileiros Juliana Strassacapa (voz), Andrei Kozyreff (guitarra) e Rafael Gomes (baixo). Isso porque o quinteto encontra na estrada (e na vida cotidiana) as suas grandes inspirações, mas não só. Com letras em português e em espanhol, a banda se tornou uma peça fundamental na conexão iberoamericana. Em seus shows, coloca o público de língua portuguesa para cantar em espanhol e as pessoas de idioma latino para entoar as canções em português. Para eles, não há fronteira que não possa ser cruzada. Se o pé na estrada é garantido, a presença digital do grupo também é poderosa. Com o lançamento dos dois álbuns de estúdio SOLTASBRUXA (2016) e RASGACABEZA (2019) e por meio de videoclipes superproduzidos, conquistou uma base engajada de fãs para além do mercado chamado indie. Prova disso é o clipe da faixa “triste, louca ou má”, que contabiliza mais de 15 milhões de views no YouTube da francisco, el hombre. A mesma música foi indicada ao Grammy Latino na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa e ainda virou trilha da novela global Do Outro Lado do Paraíso. O aumento no número de seguidores chamou a atenção dos principais festivais da América Latina, a exemplo do Rock in Rio, Lollapalooza Brasil e do mexicano Vive Latino. E assim, a “cada paso firme construye un nuevo andar”.

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Felipe Karam Domingues Alves


Brasil

Empresa

Encontro Educacional

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Pedro Heylmann


Brasil

Cantautor

Solistas

Música de Cámara

Pianista brasileiro natural de Estrela/RS. Iniciou sua formação musical aos 9 anos de idade com Sérgio da Silva, passando no ano seguinte a estudar piano com Carolina Wiethölter Andrade, também em Estrela. Bacharel com Láurea Acadêmica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi aluno do Dr. Ney FIalkow durante a sua graduação. Foi pianista acompanhador do Coral da UFRGS entre 2013 e 2016. Já participou de inúmeros festivais de música no Brasil e no exterior, com destaque para o Festival Internacional de Vale Vêneto, no RS, Festival Música nas Montanhas em Poços de Caldas/MG, Festival de Inverno de Campos do Jordão/SP e Masterclasses em Haus Marteau/Alemanha. Dentre os professores com os quais fez aula destacam-se Eduardo Monteiro, Guigla Katsarava, Enrique Graf, Nariaki Sugiura e Gilead Mishory. Reside atualmente na cidade de Münster, na Alemanha, onde concluiu uma especialização em Piano pela Musikhochschule Münster na classe do Prof. Michael Keller. No momento está concluindo seu mestrado em Piano – Musik und Kreativität na mesma instituição.

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Patricia Bastos


Brasil

Banda

MPB

Regional

Patricia Bastos é uma das referências mais importantes da música amapaense. A voz da cantora amazônica é acompanhada pelo violão de Dante Ozzetti. O show apresenta as raízes do Amapá, como o marabaixo, batuque, cassicó misturado à escola do canto erudito.

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Coletivo Samba Noir


Brasil

Banda

Samba

Bossa Nova

COLETIVO SAMBA NOIR Com percussões sampleadas , baixo synth , texturas eletrônicas, violão de sete cordas e voz, o quarteto Coletivo Samba Noir interpreta clássicos da música brasileira que versam sobre o amor, suas dores e impossibilidades. Valendose de linguagem cênica e musical singular, cuja inspiração surge da atmosfera d ensa do cinema noir, o Coletivo promove o encontro de quatro destacados nomes da cena musical do Rio de Janeiro, com trajetórias bastante diversas: Katia B (voz e guitarra), Marcos Suzano (ritmo e voz), Luís Filipe de Lima (violão de sete cordas) e Guilherme Gê (teclado e voz). No repertório do Coletivo, alguns dos mais célebres compositores brasileiros inspirados pela dor-de-cotovelo: Nelson Cavaquinho (“Luz negra”), Lupicínio Rodrigues (“Volta” e “Aves daninhas”), Ary Barroso (“Risque”), Cartola (“Autonomia”) e Noel Rosa (“Pra que mentir?”), entre outros. Estas canções remetem a duas importantes referências musicais, o piano-bar e os grupos de choro e seresta, aqui subvertidas por uma arrojada formação instrumental que combina a percussão personalíssima de Marcos Suzano com o violão de sete cordas castiço de Luís Filipe de Lima, e que mistura a voz sensível e densa de Katia B à experimentação requintada de Guilherme Gê, com sonoridades eletrônicas e linhas de baixo sub-graves executadas no teclado. Vanguarda e tradição unem-se, no Coletivo Samba Noir, para render homenagens às canções atemporais que falam de amores impossíveis, solidão, angústia e desassossego. O espetáculo levado à cena pelo Coletivo traz as dez canções registradas no CD e mais sete números. O quarteto tem sua performance emoldurada por projeções de imagens e videografia em espaços não-convencionais, como tecidos e fumaça. Ao longo do show, as projeções exibem as imagens das quatro participações especiais presentes no disco (Egberto Gismonti, Jards Macalé, Arto Lindsay e Carlos Malta), sincronizadas com a performance ao vivo do Coletivo. O espetáculo tem direção geral de Katia B e Luís Filipe de Lima, roteiro e arranjos musicais do Coletivo, direção de arte e videocenário de Batman Zavareze, iluminação de Renato Machado, figurinos de Rogério S. e direção de movimento de Marcia Rubin. www.sambanoir.com.br Saí de casa pra assistir ao espetáculo SAMBA NOIR, com a certeza de que seria um programa bonito. Mas que delícia estar enganada. Foi bem mais que isso, um banho de música, de conceito, de imagens, de participações feitas de maneira completamente original. Um oásis, um alívio…"se alguém perguntar por aí, diz que fui por aí", atrás desse som, desse jeito, dessa onda… Zélia Duncan “Samba noir” é um filme de corpo presente, com loura fatal e tudo, ambientado entre a Mangueira e a Lapa. O coletivo no palco, as participações projetadas, a fina escolha de repertório, tudo faz sentido. E como isso é raro hoje em dia… Arthur Dapieve Samba Noir não é um show pra ser fotografado. Não é pra ser filmado. Não é pra ser escutado. Samba Noir é pra ser experimentado. Philippe Leon Anastassakis

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Sons do Brasil- Marcello Santos


Brasil

Cantautor

Afrobrasileiro

Samba

Realização de oficina de percussão e ritmos brasileiros a ser realizado pelo músico Marcello Santos, na cidade de Cali, Colômbia durante 4 ( quatro) semanas.

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Louise Woolley Quinteto


Brasil

Agrupación

MPB

Pianista, compositora e arranjadora de São Paulo,Louise Woolley estudou na antiga Universidade Livre de Música (atual EMESP), no Centre des Musiques Didier Lockwood (Dammarie Les Lis/França) e na Musik-akademie (Basel/Suiça). Filha do contrabaixista Pete Woolley, seu contato com a música vem desde a infância, crescendo no meio dos ensaios que aconteciam em sua casa. Em 2013 lançou seu primeiro disco, inteiramente autoral, e desde então já apresentou seu trabalho em festivais como: ”Savassi Festival" (Belo Horizonte/MG), "Jazz a la Calle"(Mercedes/Uruguai), "Choro Jazz" (Jericoacoara/Ceará), "IlhaBela in Jazz” (Ilha Bela/SP), "Festival de Inverno de Garanhuns" (Garanhuns/Pernambuco)),"Gourmet Jazz Fest” (Águas de São Pedro/SP), além de diversas casas de jazz no Brasil, Argentina, Uruguai, França, Portugal,Suiça etc. Ganhou editais/prêmios como: "Prêmio Funarte de Música Brasileira", "Proac", “BNDS- categoria novos talentos”. Em 2016 gravou seu segundo disco- “Ressonâncias", considerado um dos destaques do ano por renomados críticos. Em 2018 foi convidada a participar do projeto “Música Nova”, e compôs um show inédito, intitulado “Rascunhos”, comissionado pelo Savassi Festival. Atualmente está em pré-produção de seu terceiro disco, gravado pelo selo Blaxtream.

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