
Universidad de Ciencias y Artes de Chiapas
Hernán León Martínez. Músico, guitarrista y educador mexicano nacido en el estado de Chiapas en 1991. A la edad de los 11 años, comienza a interesarse en la música en general y en particular en la guitarra, y a los 17 años, inicia los estudios profesionales, al integrarse a la licenciatura en música de la Facultad de Música de la Universidad de Ciencias y Artes de Chiapas (UNICACH), con especialización en guitarra clásica, de la cual se gradúa bajo la tutela del Dr. Alfonso Aguirre Dergal en el año 2014. Durante la licenciatura obtuvo diversos premios en concursos de guitarra clásica en México; posteriormente estudió la maestría en música en Yale School of Music en Connecticut, Estados Unidos, graduándose en el 2016 bajo la tutela del guitarrista y compositor Benjamin Verdery. En ese mismo año se integró como docente de guitarra y Profesor Investigador de Tiempo Completo en los estudios de licenciatura y maestría. Como profesor, ha sido reconocido con el Reconocimiento al Perfil Deseable del Programa para el Desarrollo Profesional Docente (PRODEP) para Profesores Investigadores de Tiempo Completo, desde el año 2019 al presente. También ha sido acreedor de la beca del Programa para el Estímulo a la Creación y Desarrollo Artístico (PECDA) en el año 2019 con el proyecto “Del Renacimiento al Jazz: Gira de Conciertos con intención didáctica”, en el 2022 con el proyecto “Expansiones Sonoras: Difusión y Resurgimiento de la guitarra de siete cuerdas en el registro agudo”, y en el 2023 con el proyecto “Entre la Razón y la Fantasía: Aprendiendo a improvisar a través de los métodos de los antiguos maestros”.
Ver detallesUniversidad de Ciencias y Artes de Chiapas
Descripción
Hernán León Martínez. Músico, guitarrista y educador mexicano nacido en el estado de Chiapas en 1991. A la edad de los 11 años, comienza a interesarse en la música en general y en particular en la guitarra, y a los 17 años, inicia los estudios profesionales, al integrarse a la licenciatura en música de la Facultad de Música de la Universidad de Ciencias y Artes de Chiapas (UNICACH), con especialización en guitarra clásica, de la cual se gradúa bajo la tutela del Dr. Alfonso Aguirre Dergal en el año 2014. Durante la licenciatura obtuvo diversos premios en concursos de guitarra clásica en México; posteriormente estudió la maestría en música en Yale School of Music en Connecticut, Estados Unidos, graduándose en el 2016 bajo la tutela del guitarrista y compositor Benjamin Verdery. En ese mismo año se integró como docente de guitarra y Profesor Investigador de Tiempo Completo en los estudios de licenciatura y maestría. Como profesor, ha sido reconocido con el Reconocimiento al Perfil Deseable del Programa para el Desarrollo Profesional Docente (PRODEP) para Profesores Investigadores de Tiempo Completo, desde el año 2019 al presente. También ha sido acreedor de la beca del Programa para el Estímulo a la Creación y Desarrollo Artístico (PECDA) en el año 2019 con el proyecto “Del Renacimiento al Jazz: Gira de Conciertos con intención didáctica”, en el 2022 con el proyecto “Expansiones Sonoras: Difusión y Resurgimiento de la guitarra de siete cuerdas en el registro agudo”, y en el 2023 con el proyecto “Entre la Razón y la Fantasía: Aprendiendo a improvisar a través de los métodos de los antiguos maestros”.

Conservatório de Tatuí
Criado por lei estadual em 13 de abril de 1951 e fundado oficialmente em 11 de agosto de 1954, o Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí – ou apenas Conservatório de Tatuí, como é conhecido internacionalmente – representa uma das mais sérias e bem sucedidas ações no setor cultural no Estado de São Paulo. Com 70 anos de formação e difusão cultural, uma das mais respeitadas escolas de música da América Latina cumpre a missão de formar instrumentistas, cantores/cantoras, atores/atrizes e luthiers de prestígio internacional. Seus mais de 70 cursos regulares distintos, todos gratuitos, têm duração média de sete anos e seus estudantes sempre se destacam em concursos nacionais e internacionais. Alguns dos principais músicos(as) da atualidade foram formados(as) no Conservatório de Tatuí. A instituição está localizada a 130km da Capital paulista, recebe estudantes de todo o Brasil e também de vários países do exterior. Muitos estrangeiros buscam o Conservatório de Tautí para aperfeiçoamento em música brasileira. Contando com uma infraestrutura completa – salas de aulas, auditórios, teatro, instrumentos musicais, acervo de figurinos e um alojamento – o Conservatório de Tatuí mantém um programa de ensino atualizado e de excelência. Outra oportunidade oferecida a estudantes da instituição são as bolsas de estudos. Atualmente, são três tipos de bolsas – auxílio, ofício e performance -, que remuneram e oferecem a estudantes melhores condições de se dedicarem exclusivamente ao estudo, além da oportunidade de atuar ao lado de músicos e artistas profissionais. O Conservatório de Tatuí conta ainda com Grupos Pedagógicos e Grupos Artísticos. São cerca de 50 conjuntos, com a mais variadas formações – orquestras, bandas, big bands, cameratas, grupos teatrais etc. – por meio dos quais os(as) estudantes têm assegurados a ampla vivência cultural, experiência de palco e o contato com instrumentistas profissionais. Além de ensino de excelência, o Conservatório de Tatuí mantém agenda artística com diferentes atividades, que recebe espectadores de todo o interior paulista. São shows, encontros, festivais, master classes, workshops, concertos, espetáculos de teatro, cursos intensivos, palestras e recitais. Regularmente, a produção interna é levada extra-muros, com apresentações dos grupos musicais e teatrais em diferente pontos do Estado de São Paulo. Por conta de sua importância no cenário internacional da música, o Conservatório de Tatuí contribuiu de forma essencial para que o município, sua cidade sede, ganhasse o título de “Capital da Música”. O título foi concedido ao município por meio da lei estadual 12.544, de 30 de janeiro de 2007, que oficializa Tatuí como a “Capital da Música do Estado de São Paulo”.
Ver detallesConservatório de Tatuí
Descripción
Criado por lei estadual em 13 de abril de 1951 e fundado oficialmente em 11 de agosto de 1954, o Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí – ou apenas Conservatório de Tatuí, como é conhecido internacionalmente – representa uma das mais sérias e bem sucedidas ações no setor cultural no Estado de São Paulo. Com 70 anos de formação e difusão cultural, uma das mais respeitadas escolas de música da América Latina cumpre a missão de formar instrumentistas, cantores/cantoras, atores/atrizes e luthiers de prestígio internacional. Seus mais de 70 cursos regulares distintos, todos gratuitos, têm duração média de sete anos e seus estudantes sempre se destacam em concursos nacionais e internacionais. Alguns dos principais músicos(as) da atualidade foram formados(as) no Conservatório de Tatuí. A instituição está localizada a 130km da Capital paulista, recebe estudantes de todo o Brasil e também de vários países do exterior. Muitos estrangeiros buscam o Conservatório de Tautí para aperfeiçoamento em música brasileira. Contando com uma infraestrutura completa – salas de aulas, auditórios, teatro, instrumentos musicais, acervo de figurinos e um alojamento – o Conservatório de Tatuí mantém um programa de ensino atualizado e de excelência. Outra oportunidade oferecida a estudantes da instituição são as bolsas de estudos. Atualmente, são três tipos de bolsas – auxílio, ofício e performance -, que remuneram e oferecem a estudantes melhores condições de se dedicarem exclusivamente ao estudo, além da oportunidade de atuar ao lado de músicos e artistas profissionais. O Conservatório de Tatuí conta ainda com Grupos Pedagógicos e Grupos Artísticos. São cerca de 50 conjuntos, com a mais variadas formações – orquestras, bandas, big bands, cameratas, grupos teatrais etc. – por meio dos quais os(as) estudantes têm assegurados a ampla vivência cultural, experiência de palco e o contato com instrumentistas profissionais. Além de ensino de excelência, o Conservatório de Tatuí mantém agenda artística com diferentes atividades, que recebe espectadores de todo o interior paulista. São shows, encontros, festivais, master classes, workshops, concertos, espetáculos de teatro, cursos intensivos, palestras e recitais. Regularmente, a produção interna é levada extra-muros, com apresentações dos grupos musicais e teatrais em diferente pontos do Estado de São Paulo. Por conta de sua importância no cenário internacional da música, o Conservatório de Tatuí contribuiu de forma essencial para que o município, sua cidade sede, ganhasse o título de “Capital da Música”. O título foi concedido ao município por meio da lei estadual 12.544, de 30 de janeiro de 2007, que oficializa Tatuí como a “Capital da Música do Estado de São Paulo”.

Fios de Choro
O Fios de Choro tem se destacado como um importante elo entre a música do sudeste e do nordeste, servindo como referência para músicos novos e experientes. Em suas passagens por Pernambuco, o grupo teve a oportunidade de estudar de perto os ritmos tradicionais locais, e assim o seu trabalho autoral é um reflexo dessas pesquisas, que enriqueceram naturalmente a sonoridade do grupo por terem absorvido as linguagens da região (frevo, forró, rabeca, pife, maracatu), principalmente o frevo e o forró. Com três álbuns lançados e uma trajetória consolidada, o Fios muda sua formação em 2025 e passa a ser um quinteto com violão 7 cordas de aço, cavaquinho, pandeiro, e como solistas, violino e flauta. Se apresentou com importantes nomes como Lia de Itamaracá, Maestro Spok e Maria Alcina, em palcos como Sesc Instrumental, Casa de Francisca e Paço do Frevo e participou de festivais como Chorando Sem Parar e Jazz a la Calle, no Uruguai. Através de suas músicas autorais e um repertório vibrante, o Fios demonstra toda a riqueza e potência das tradições e da música brasileira. A presença do violino ao lado da rabeca é uma característica importante do trabalho do Fios, pois traz esse instrumento erudito para a esfera popular e evidencia sua capacidade de inserção na música brasileira. Wanessa Dourado vinha desempenhando um trabalho muito importante se tornando uma referência forte no violino popular, principalmente, no choro e no frevo, e grande parte disso foi construído em conjunto com o Fios que pretende fomentar e continuar sendo um núcleo de desenvolvimento dessa linguagem. Em sua nova fase, agora como quinteto, o Fios de Choro trabalha o violino e a flauta em arranjos originais e que mantém a sonoridade já conhecida do grupo. Se apresenta em pé, com descontração, improvisos e interações, reafirmando o caráter popular da música instrumental brasileira, feita pelo povo e para o povo!
Ver detallesFios de Choro
Choro
Forró
Descripción
O Fios de Choro tem se destacado como um importante elo entre a música do sudeste e do nordeste, servindo como referência para músicos novos e experientes. Em suas passagens por Pernambuco, o grupo teve a oportunidade de estudar de perto os ritmos tradicionais locais, e assim o seu trabalho autoral é um reflexo dessas pesquisas, que enriqueceram naturalmente a sonoridade do grupo por terem absorvido as linguagens da região (frevo, forró, rabeca, pife, maracatu), principalmente o frevo e o forró. Com três álbuns lançados e uma trajetória consolidada, o Fios muda sua formação em 2025 e passa a ser um quinteto com violão 7 cordas de aço, cavaquinho, pandeiro, e como solistas, violino e flauta. Se apresentou com importantes nomes como Lia de Itamaracá, Maestro Spok e Maria Alcina, em palcos como Sesc Instrumental, Casa de Francisca e Paço do Frevo e participou de festivais como Chorando Sem Parar e Jazz a la Calle, no Uruguai. Através de suas músicas autorais e um repertório vibrante, o Fios demonstra toda a riqueza e potência das tradições e da música brasileira. A presença do violino ao lado da rabeca é uma característica importante do trabalho do Fios, pois traz esse instrumento erudito para a esfera popular e evidencia sua capacidade de inserção na música brasileira. Wanessa Dourado vinha desempenhando um trabalho muito importante se tornando uma referência forte no violino popular, principalmente, no choro e no frevo, e grande parte disso foi construído em conjunto com o Fios que pretende fomentar e continuar sendo um núcleo de desenvolvimento dessa linguagem. Em sua nova fase, agora como quinteto, o Fios de Choro trabalha o violino e a flauta em arranjos originais e que mantém a sonoridade já conhecida do grupo. Se apresenta em pé, com descontração, improvisos e interações, reafirmando o caráter popular da música instrumental brasileira, feita pelo povo e para o povo!
Videos
Música

David Stefano Bezerra Martins
Meu nome é David Stefano, sou cantor, compositor e educador musical natural do Ceará, e venho desenvolvendo o projeto “NÓS: Canções que Aproximam Gerações”, que une música autoral e memórias afetivas como forma de promover encontros entre diferentes públicos e realidades. Com esta proposta, desejo realizar uma circulação internacional, onde pretendo apresentar meu show autoral e conduzir uma oficina de mediação artística voltada a jovens músicos, educadores culturais ou integrantes de projetos comunitários. O repertório do show é construído a partir de histórias que celebram as relações familiares, os afetos simples e o cotidiano das pessoas comuns, canções que atravessam gerações, com forte influência da cultura nordestina, da MPB e da canção ibero-americana. Já na oficina, pretendo compartilhar meu processo criativo com foco na escuta sensível, na composição poética e na valorização da identidade de cada participante. Acredito que esse projeto pode ampliar os diálogos entre Brasil e outros países ibero-americanos, contribuindo para a formação de novos públicos, a inclusão social e o fortalecimento das redes musicais independentes da nossa região. Mais do que levar minhas músicas para outro território, quero vivenciar trocas culturais verdadeiras, que deixem marcas tanto em mim quanto nas pessoas com quem me encontrar.
Ver detallesDavid Stefano Bezerra Martins
MPB
Descripción
Meu nome é David Stefano, sou cantor, compositor e educador musical natural do Ceará, e venho desenvolvendo o projeto “NÓS: Canções que Aproximam Gerações”, que une música autoral e memórias afetivas como forma de promover encontros entre diferentes públicos e realidades. Com esta proposta, desejo realizar uma circulação internacional, onde pretendo apresentar meu show autoral e conduzir uma oficina de mediação artística voltada a jovens músicos, educadores culturais ou integrantes de projetos comunitários. O repertório do show é construído a partir de histórias que celebram as relações familiares, os afetos simples e o cotidiano das pessoas comuns, canções que atravessam gerações, com forte influência da cultura nordestina, da MPB e da canção ibero-americana. Já na oficina, pretendo compartilhar meu processo criativo com foco na escuta sensível, na composição poética e na valorização da identidade de cada participante. Acredito que esse projeto pode ampliar os diálogos entre Brasil e outros países ibero-americanos, contribuindo para a formação de novos públicos, a inclusão social e o fortalecimento das redes musicais independentes da nossa região. Mais do que levar minhas músicas para outro território, quero vivenciar trocas culturais verdadeiras, que deixem marcas tanto em mim quanto nas pessoas com quem me encontrar.
Videos
Música

MUNDO
Medieval
Celta
Uplifting Trance / Epic Trance
Descripción
.

MELE-NUCLEO DE PRODUCAO INDEPENDENTE
A Melé – Núcleo de Produção Independente é uma produtora cultural sediada no Rio de Janeiro, com atuação voltada à difusão de música contemporânea, especialmente nos campos do jazz, da música instrumental e das sonoridades afro-diaspóricas. Desde sua fundação, realiza curadorias, shows, oficinas, gravações e projetos integrados de arte e cultura, com atenção à valorização da diversidade e à articulação de territórios criativos. Entre seus principais projetos está o JAZZIN’, plataforma que integra apresentações ao vivo, selo musical, ações formativas e conteúdos audiovisuais. A Melé atua como produtora artística, musical e executiva de todas as etapas da cadeia produtiva musical, com enfoque em inovação estética, acessibilidade e criação de redes.
Ver detallesMELE-NUCLEO DE PRODUCAO INDEPENDENTE
Descripción
A Melé – Núcleo de Produção Independente é uma produtora cultural sediada no Rio de Janeiro, com atuação voltada à difusão de música contemporânea, especialmente nos campos do jazz, da música instrumental e das sonoridades afro-diaspóricas. Desde sua fundação, realiza curadorias, shows, oficinas, gravações e projetos integrados de arte e cultura, com atenção à valorização da diversidade e à articulação de territórios criativos. Entre seus principais projetos está o JAZZIN’, plataforma que integra apresentações ao vivo, selo musical, ações formativas e conteúdos audiovisuais. A Melé atua como produtora artística, musical e executiva de todas as etapas da cadeia produtiva musical, com enfoque em inovação estética, acessibilidade e criação de redes.

Exploratorio, taller público de experimentación del Parque Explora
El Taller Público de Experimentación es una oportunidad para construir conocimiento con otros, para promover ideas y grupos que se autogestionan, en proyectos de comunicación comunitaria, experimentación audiovisual, robótica, huertas urbanas y artes visuales. En estos dos años se han fortalecido tres procesos de trabajo experimental en los grupos Biohacking, Aleph y Aeromodelismo, cada uno con modelos de operación, edades, temas y propuestas diferentes. Además, se acogieron ocho propuestas ciudadanas, luego de una convocatoria en la que participaron más de treinta colectivos de Medellín. La gente ha hecho del Exploratorio un escenario que integra a las personas y facilita relaciones entre ellas y las instituciones. Así, aparece como un espacio activo para la toma de decisiones que afectan a las comunidades, y las micropolíticas encuentran en él una interesante expresión. El error como oportunidad En el Exploratorio se reivindica el error como parte del aprendizaje y como un aspecto natural del ejercicio experimental y creativo. "La idea no es que este Taller sea un proveedor de respuestas. Que sea una fábrica de fallas me parece más importante, porque genera preguntas”, explica Camilo Cantor. En la génesis del Exploratorio hay referentes como la minga, tradición indígena de trabajo colectivo. El atributo es que el saber se comparte: “Todos tenemos algo que aprender pero también algo que enseñar”, apunta Cantor. Bajo este principio, no hay director ni jerarquías. Las personas se fortalecen en metodologías, se apoyan en las convocatorias, e incluso fomentan los procesos que surgen de ahí. En sus nueve laboratorios circula el conocimiento, surgen lazos afectivos y se consolidan roles definitivos para la construcción de ciudadanía y en las relaciones entre la institución y la comunidad. El Parque es un escenario para ver y hacer. Y de paso se va volviendo plataforma: “Estos grupos ya no están haciendo tallercitos de dos horas sino que están empezando a hacer investigación que implica procesos. ¿Qué más experiencia memorable de aprendizaje que hacerlo tú mismo?”
Ver detallesExploratorio, taller público de experimentación del Parque Explora
Descripción
El Taller Público de Experimentación es una oportunidad para construir conocimiento con otros, para promover ideas y grupos que se autogestionan, en proyectos de comunicación comunitaria, experimentación audiovisual, robótica, huertas urbanas y artes visuales. En estos dos años se han fortalecido tres procesos de trabajo experimental en los grupos Biohacking, Aleph y Aeromodelismo, cada uno con modelos de operación, edades, temas y propuestas diferentes. Además, se acogieron ocho propuestas ciudadanas, luego de una convocatoria en la que participaron más de treinta colectivos de Medellín. La gente ha hecho del Exploratorio un escenario que integra a las personas y facilita relaciones entre ellas y las instituciones. Así, aparece como un espacio activo para la toma de decisiones que afectan a las comunidades, y las micropolíticas encuentran en él una interesante expresión. El error como oportunidad En el Exploratorio se reivindica el error como parte del aprendizaje y como un aspecto natural del ejercicio experimental y creativo. "La idea no es que este Taller sea un proveedor de respuestas. Que sea una fábrica de fallas me parece más importante, porque genera preguntas”, explica Camilo Cantor. En la génesis del Exploratorio hay referentes como la minga, tradición indígena de trabajo colectivo. El atributo es que el saber se comparte: “Todos tenemos algo que aprender pero también algo que enseñar”, apunta Cantor. Bajo este principio, no hay director ni jerarquías. Las personas se fortalecen en metodologías, se apoyan en las convocatorias, e incluso fomentan los procesos que surgen de ahí. En sus nueve laboratorios circula el conocimiento, surgen lazos afectivos y se consolidan roles definitivos para la construcción de ciudadanía y en las relaciones entre la institución y la comunidad. El Parque es un escenario para ver y hacer. Y de paso se va volviendo plataforma: “Estos grupos ya no están haciendo tallercitos de dos horas sino que están empezando a hacer investigación que implica procesos. ¿Qué más experiencia memorable de aprendizaje que hacerlo tú mismo?”

Max Tupper
Max Tupper, es un compositor y cantante chileno que instala su proyecto solista explorando diferentes ritmos y estilos, tales como folk, rock, pop, jazz, bolero, balada, entre otros. Luego de un período de aprendizajes, composición y presentaciones en vivo, comienza la producción de su primer disco de estudio en marzo de 2022, producido y mezclado por Martín Schlotfeldt en Estudios Vinilo. El disco reúne una variada propuesta musical que desde la guitarra, como columna vertebral, incorpora instrumentos de viento, percusión, cuerdas frotadas y otros elementos como un drum machine y melotrón. Este encuentro de sonoridades permite dar vida a las 10 canciones que componen el disco, donde también aparecen colaboraciones con otros cantantes de la escena nacional: LARÓ, Vicente Cifuentes y Chinoy
Ver detallesMax Tupper
Cantautor/Música de autor
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descripción
Max Tupper, es un compositor y cantante chileno que instala su proyecto solista explorando diferentes ritmos y estilos, tales como folk, rock, pop, jazz, bolero, balada, entre otros. Luego de un período de aprendizajes, composición y presentaciones en vivo, comienza la producción de su primer disco de estudio en marzo de 2022, producido y mezclado por Martín Schlotfeldt en Estudios Vinilo. El disco reúne una variada propuesta musical que desde la guitarra, como columna vertebral, incorpora instrumentos de viento, percusión, cuerdas frotadas y otros elementos como un drum machine y melotrón. Este encuentro de sonoridades permite dar vida a las 10 canciones que componen el disco, donde también aparecen colaboraciones con otros cantantes de la escena nacional: LARÓ, Vicente Cifuentes y Chinoy
Música

Pinon e Garcez Agenciamento de profissionais para atividades esportivas, culturais e artisticas ltda
Eugenia Piñon. Mezzo Soprano Paraense, licenciada em música pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), Pós graduada em Docência do Ensino Superior ( Faculdade Dom Bosco). Iniciou seus estudos de canto lírico em 1996 com o professor Carlos Oliveira, ingressou em 1999 na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (EMUFPA), na classe do professor Vanildo Monteiro. Em 2003 mudou-se para São Paulo, onde estudou com Inês Stockler, voltou a Belém em 2009 retomando seus estudos de canto com o professor Milton Monte na EMUFPA onde se graduou em Técnico em Canto Lírico em 2013.Participou de Festivais como:1ºFestival Eleazar de Carvalho (1999), onde cursou canto de câmara com a professora Marina Monarcha; Festival de música antiga de Juiz de Fora(2002),tendo aulas com Neide Thomas e Rio Novello e 1º Festival de ópera do Theatro da paz (2002) como coralista nas óperas Macbeth de Verdi e A viúva alegre de Franz Lehar. Em 2011, participou como solista na ópera Orfeo de Claudio Monteverdi onde interpretou Esperança, dentro do 38º ENARTE. Foi coralista do Coro Marina Monarcha, Madrigal Cantovivo, Coro Luther King e Madrigal da Uepa, participando de vários concertos em Belém e São Paulo. Participou do coro do Festival de ópera do Theatro da Paz de 2013 a 2014. Participou da ópera estúdio da Fundação Carlos Gomes de 2014 a 2017. É produtora cultural com experiência em sistemas de cadastros de projetos, execução e coordenação de editais e produção musical, tem em sua carreira as montagens da Ópera Lorfeo de Montiverdi e a pasacaglia do Rei Arthur de Purcell em 2011, o Doido é a Morte de Alexandre Delgado em 2018. Direção Geral do 36 FIMUPA em 2022. Coordenadora Geral do Edital de Música, teatro, dança e circo realizado em 2023 através da lei de incentivo Paulo Gustavo. Proprietária da produtora Elpiñon Produções, responsável por agenciar grande parte dos músicos locais e nacionais.
Ver detallesPinon e Garcez Agenciamento de profissionais para atividades esportivas, culturais e artisticas ltda
Descripción
Eugenia Piñon. Mezzo Soprano Paraense, licenciada em música pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), Pós graduada em Docência do Ensino Superior ( Faculdade Dom Bosco). Iniciou seus estudos de canto lírico em 1996 com o professor Carlos Oliveira, ingressou em 1999 na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (EMUFPA), na classe do professor Vanildo Monteiro. Em 2003 mudou-se para São Paulo, onde estudou com Inês Stockler, voltou a Belém em 2009 retomando seus estudos de canto com o professor Milton Monte na EMUFPA onde se graduou em Técnico em Canto Lírico em 2013.Participou de Festivais como:1ºFestival Eleazar de Carvalho (1999), onde cursou canto de câmara com a professora Marina Monarcha; Festival de música antiga de Juiz de Fora(2002),tendo aulas com Neide Thomas e Rio Novello e 1º Festival de ópera do Theatro da paz (2002) como coralista nas óperas Macbeth de Verdi e A viúva alegre de Franz Lehar. Em 2011, participou como solista na ópera Orfeo de Claudio Monteverdi onde interpretou Esperança, dentro do 38º ENARTE. Foi coralista do Coro Marina Monarcha, Madrigal Cantovivo, Coro Luther King e Madrigal da Uepa, participando de vários concertos em Belém e São Paulo. Participou do coro do Festival de ópera do Theatro da Paz de 2013 a 2014. Participou da ópera estúdio da Fundação Carlos Gomes de 2014 a 2017. É produtora cultural com experiência em sistemas de cadastros de projetos, execução e coordenação de editais e produção musical, tem em sua carreira as montagens da Ópera Lorfeo de Montiverdi e a pasacaglia do Rei Arthur de Purcell em 2011, o Doido é a Morte de Alexandre Delgado em 2018. Direção Geral do 36 FIMUPA em 2022. Coordenadora Geral do Edital de Música, teatro, dança e circo realizado em 2023 através da lei de incentivo Paulo Gustavo. Proprietária da produtora Elpiñon Produções, responsável por agenciar grande parte dos músicos locais e nacionais.

Batuque Dagmar
O Batuque Dagmar que nos seus primórdios se chamava Batuque Beauvoir surgiu em 2017 através da iniciativa da musicista mineira Chris Cordeiro que tinha o desejo de formar uma banda somente com mulheres. A inspiração dessa ideia foi abraçada inicialmente pelas musicistas Mariana Martins, Manu Dias, Carol Campolina e Fernanda Vasconcelos. Essa primeira formação não teve continuidade, e em sua segunda formação que contava com as musicistas Maria Elisa Pompeu (cavaquinho e voz); Christiane Cordeiro (voz e percussão); Mariana Martins (voz e percussão); Alessandra Sales (violão 6 cordas); Analu Braga (percussão) e Priscila Norberto (flauta transversal) o grupo se consolidou e iniciou sua trajetória artística no cenário do samba mineiro. Entre os espaços e eventos que já se apresentaram constam as casas de samba e eventos mais relevantes e respeitados no cenário do samba de BH a constar Samba do Caca, Clã espaço e cultura, Quintal divina Luz, Samba do armazém do campo e Samba de Noel. O grupo também já acompanhou grandes cantoras do samba mineiro como Aline Calixto, Giselle Couto, Manu Dias,Tia Elza e Dona Elisa. Também recebemos em nossa roda a participação de instrumentistas como Emília Chamone, Fernanda Vasconcelos, Sara Abreu, Natalia Coimbra e Alcione Oliveira. Desde de 2023 o grupo apresenta o show Samba de Mulher, que já esteve presente nos projetos BH + Feliz, Virada cultural de BH 2024, palco aberto do conservatória da UFMG e Projetos Zás da assembleia legislativa de Minas Gerais. Atualmente o grupo é formado por Maria Elisa Pompeu (cavaquinho e voz);Mariana Martins (voz e percussão); Júlia Nascimento (violão 6 cordas); Analu Braga (percussão), Mônica Santos(percussão) e Priscila Norberto (flauta transversal).
Ver detallesBatuque Dagmar
Samba
Choro
Descripción
O Batuque Dagmar que nos seus primórdios se chamava Batuque Beauvoir surgiu em 2017 através da iniciativa da musicista mineira Chris Cordeiro que tinha o desejo de formar uma banda somente com mulheres. A inspiração dessa ideia foi abraçada inicialmente pelas musicistas Mariana Martins, Manu Dias, Carol Campolina e Fernanda Vasconcelos. Essa primeira formação não teve continuidade, e em sua segunda formação que contava com as musicistas Maria Elisa Pompeu (cavaquinho e voz); Christiane Cordeiro (voz e percussão); Mariana Martins (voz e percussão); Alessandra Sales (violão 6 cordas); Analu Braga (percussão) e Priscila Norberto (flauta transversal) o grupo se consolidou e iniciou sua trajetória artística no cenário do samba mineiro. Entre os espaços e eventos que já se apresentaram constam as casas de samba e eventos mais relevantes e respeitados no cenário do samba de BH a constar Samba do Caca, Clã espaço e cultura, Quintal divina Luz, Samba do armazém do campo e Samba de Noel. O grupo também já acompanhou grandes cantoras do samba mineiro como Aline Calixto, Giselle Couto, Manu Dias,Tia Elza e Dona Elisa. Também recebemos em nossa roda a participação de instrumentistas como Emília Chamone, Fernanda Vasconcelos, Sara Abreu, Natalia Coimbra e Alcione Oliveira. Desde de 2023 o grupo apresenta o show Samba de Mulher, que já esteve presente nos projetos BH + Feliz, Virada cultural de BH 2024, palco aberto do conservatória da UFMG e Projetos Zás da assembleia legislativa de Minas Gerais. Atualmente o grupo é formado por Maria Elisa Pompeu (cavaquinho e voz);Mariana Martins (voz e percussão); Júlia Nascimento (violão 6 cordas); Analu Braga (percussão), Mônica Santos(percussão) e Priscila Norberto (flauta transversal).
19785 Resultados – Página 192 de 1979









