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Maikov Álvarez


El Salvador

Solista

Contemporánea

Solistas

Guitarrista, compositor y gestor cultural salvadoreño, graduado del Instituto Superior de Artes de Cuba (ISA), donde obtuvo el título de Licenciado en Música en la especialidad de Guitarra Clásica. Como intérprete, ha participado en diversos festivales de música y guitarra en Cuba, Guatemala, Honduras, Nicaragua, Costa Rica, El Salvador, Uruguay, España, Portugal, Suiza y Dinamarca. Obtuvo el Segundo Lugar en el “Segundo Concurso Centroamericano, México y Colombia de Guitarra Clásica”, celebrado en San Pedro Sula, Honduras, y se ha presentado como solista invitado de la Orquesta Sinfónica de El Salvador y la Joven Camerata de El Salvador. Es director del Festival Internacional de Guitarra A Cuerda Viva, desde donde desarrolla proyectos de formación, difusión y gestión cultural vinculados a la música.

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INSTITUTO MUSICA BRASILIS


Brasil

Institución

MUSICA BRASILIS, instituto sem fins lucrativos e de utilidade pública, foi fundado em 2009 pela Drª Rosana Lanzelotte para promover a valorização do patrimônio musical brasileiro através do resgate e difusão de repertórios de todos os tempos, grande parte dos quais está inacessível pela falta de edições. As ações do Instituto, marcadas pela INOVAÇÃO e RESPONSABILIDADE SOCIAL, articulam-se em 3 eixos principais: Portal MUSICA BRASILIS: bilíngue e com recursos acessíveis, com mais de 60.000 acessos mensais provenientes de diversos países, o portal se estabeleceu como referência quando o assunto é a busca de repertórios brasileiros. Estão disponíveis mais de 6 mil partituras de 500 compositores, recursos educacionais abertos e jogos musicais. (http://www.musicabrasilis.org.br/). Ao longo destes 15 anos, contamos com a cooperação da UNESCO, do IBICT / MCTI, que assegura a preservação perene dos conteúdos e parceria com Wikimedia Commons para ampliar o reuso. A relevância do conteúdo credenciou o portal ao programa WebArchiving da Library of Congress (EUA) e à Rede da Memória Virtual Brasileira, iniciativa da Fundação Biblioteca Nacional. O portal foi credenciado pelos programas Google for Nonprofits e United Nations Volunteers. Circuito MUSICA BRASILIS: 8 edições – 130 espetáculos – circularam por 30 cidades de todas as regiões do país, com repertórios brasileiros apresentados de forma inovadora, através de roteiros narrados por atores consagrados. Cerca de 30.000 pessoas assistiram aos espetáculos, reproduzidos no canal YouTube.com/musicabrasilis, com mais de 14 mil seguidores e com média de 35 mil visualizações/mês. Contemplado em chamadas culturais, o Musica Brasilis também é responsável por promover espetáculos inéditos nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Exposições interativas MUSICA BRASILIS: instrumentos, vídeos, jogos e instalações interativas mostram um panorama abrangente de nossas práticas musicais, desde o descobrimento até os dias de hoje. Seis edições com temáticas diversas foram visitadas por mais de 50.000 pessoas de todos os extratos sociais e faixas etárias, sempre com entrada gratuita e visitas mediadas (https://youtu.be/7ipOSFV-WGU). Desde 2020 a exposição está permanentemente no Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola (Rio de Janeiro). O Instituto também se dedica à realização de livros e documentários sobre assuntos relacionados à música brasileira. Alinhando-se com a evidência de que a prática musical contribui para tornar as crianças mais inteligentes e com maior capacidade de desempenhar tarefas executivas, o Instituto desenvolve espetáculos didáticos interativos, recursos educacionais abertos e aplicativos voltados à música brasileira. Reconhecimentos e prêmios: MUSICA BRASILIS conta com o apoio financeiro do BNDES desde a sua fundação, em 2009. Foi por 4 vezes contemplado com os Prêmio de Fomento às Artes e FOCA pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (2011, 2014, 2016, 2022) O Instituto foi credenciado pelo programa UNV – United Nations Volunteers (http://unv.org). Desde 2017 o Instituto Musica Brasilis conta com a cooperação da UNESCO para suas ações. Conquistou em 2021 o apoio do Instituto Cultural Vale Conquistou em 2022 o apoio da EMS Em 2023, conquistou o Prêmio Profissionais da Música na categoria Convergência Por sua atuação, a fundadora Drª Rosana Lanzelotte mereceu o Prêmio de Cultura do Estado do Rio (2002), a comenda Chevalier des Arts et des Lettres (Governo francês, 2006), a Ordem do Mérito do Livro (Biblioteca Nacional, 2022), e o Colar do Mérito Pedro, o Libertador (UFRJ, 2022). Depoimentos: “Musica Brasilis promove o resgate e difusão de repertórios clássicos nacionais e de compositores que influenciaram a história de música brasileira. É perceptível que a proposta visa enaltecer e disseminar a cultura, assegurando a democratização do acesso e o devido destaque a obras e artistas brasileiros.” Ministro Sérgio Sá Leitão – Ministério da Cultura "O Instituto Musica Brasilis propõe-se a contribuir com recursos educacionais abertos voltados aos repertórios brasileiros. Desenvolvidos por especialistas em música, informática e ensino à distância, liderados pela Drª Rosana Lanzelotte, os conteúdos disponibilizados gratuitamente pelo portal Musica Brasilis são de extrema relevância para ajudar a suprir a lacuna de educadores e objetos de aprendizagem musical. Nesse sentido, louvo a iniciativa e espero que possa contar com os patrocínios de que necessita para a sua continuidade.” Profª Drª Malvina Tania Tuttman – Conselho Nacional de Educação – MEC “Musica Brasilis é uma das melhores iniciativas ocorridas recentemente no Brasil, pois busca conjugar música e História como instrumento de valorização da cultura naciona!” Dr. Maurício Vicente Ferreira Júnior – Diretor – Museu Imperial “O site Musica Brasilis é genial. Rosana Lanzelotte é sozinha um movimento musical. Ela não para. Inventa sempre coisas novas.” Affonso Romano de Sant’anna – poeta “Trabalho surpreendente pela qualidade e seriedade, belíssimo, parabéns e voos em outros céus.” André Midani – pesquisador de música “Musica Brasilis é FUNDAMENTAL! Um encontro urgente e delicioso daquela que é clássica com os que são contemporâneos. Precisamos de muitas iniciativas como a de Rosana.” Mateus Solano – ator “Achei a iniciativa excelente em matéria de edições de música brasileira atual. Meus parabéns mais uma vez pela iniciativa de divulgação da música moderna brasileira.” Marlos Nobre – compositor “Instituto Musica Brasilis apresenta sua contribuição ao incluir, entre seus propósitos, o uso de repertórios clássicos editados para desenvolver o ambiente de ensino de música via internet” Turíbio Santos – Academia Brasileira de Música “Simplesmente genial, o site, o projeto – tudo.” Kate Lyra “Rosana Lanzelotte lança um novo portal que disponibiliza partituras completas de compositores brasileiros, do barroco aos dias de hoje, garimpando partituras de importância histórica. O portal também traz áudios e vídeos, jogos e escutas guiadas. Por experiência própria, ela sabia como era difícil essa pesquisa. Agora, com o portal, tudo fica mais fácil ” O Globo “A música é uma das principais expressões culturais de um povo. É de grande importância o trabalho desenvolvido pelo Instituto Musica Brasilis no ensino de música para os jovens brasileiros, no Brasil e no exterior. Ao utilizar aplicativos modernos, fáceis e estimulantes, Musica Brasilis tem muito êxito em atrair os jovens para o aprendizado musical. Ao mesmo tempo, ao disponibilizar mais de 1500 partituras de compositores brasileiros do presente e do passado, realiza importante trabalho de arquivo e catalogação, além de permitir que os músicos brasileiros, de todas as idades, se familiarizem com a música nacional – fonte de inspiração, identificação e aprimoramento.” Alfredo Leoni – Embaixador do Brasil na Polônia “Musica Brasilis é um projeto indispensável para a restauração da memória cultural brasileira, por tanto tempo negligenciada. Se levado a bom termo, legará ao mundo toda a riqueza da inigualável música brasileira. “ Danilo T. Costa – Chefe do Setor Cultural – Embaixada do Brasil em Minsk “Música Brasilis chega para resgatar e tornar disponíveis, no Brasil e no exterior, obras significativas de diferentes períodos históricos, num formato que possibilita sua execução.” Roberta Pennafort – O Estado de São Paulo

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Daniel Marques


Brasil

Compositor

Instrumental / Jazz Brasileiro

Contemporánea

Daniel Marques: Sete Cordas Universal Nascido no Rio de Janeiro a 6 de março de 1979, Daniel Marques é uma figura central na atual geração da música instrumental brasileira. Artista internacional residente entre o Brasil e a Espanha, ele se consolidou como violonista, guitarrista, compositor e produtor, reconhecido não apenas como um virtuose, mas como um pensador do seu instrumento. Sua carreira é definida por uma busca incansável por novas linguagens para o violão de sete cordas, transportando-o para muito além de seus berços tradicionais no choro e no samba, e o reconfigurando com uma abordagem orquestral que abraça o frevo, o jazz, o maracatu e o flamenco. Sua trajetória lhe rendeu aclamação da crítica internacional. A revista Rolling Stone destacou seu "timbre primoroso" e "maturidade particular que remete a outros violonistas brasileiros consagrados". O The New York Times, por sua vez, exaltou sua capacidade de "estender e dilatar os ritmos brasileiros". A impressão que causa no cenário global foi talvez melhor resumida por Niels Lan Dokky, da banca do Grammy Awards: “Daniel Marques é um desses artistas que por sorte esbarramos de vez em quando e dizemos: ‘Wow! De onde foi que esse cara veio?’”. Formação Acadêmica e Os Primeiros Prêmios A base de Daniel Marques é intercalada por uma experiência autodidata deade a infância até buscar excelência acadêmica na vida adulta. Ele é bacharel em violão pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), instituição onde também concluiu seu mestrado. Sua dissertação, intitulada “O violão no Frevo: uma linguagem em construção”, é mais do que um trabalho acadêmico; é o manifesto artístico que seria um dos guias de sua carreira. Nela, Marques desbravou um território até então pouco explorado, experimentando técnicas ao violão de sete cordas do universo rico do frevo pernambucano, tradicionalmente dominado por orquestras de metais. Anteriormente em 2002, jovem com 23 anos, Daniel Marques recebeu o importante "Prêmio Eleazar de Carvalho para Jovens Solistas". A conquista permitiu que ele se apresentasse como solista frente à Orquestra Nacional Brasileira, interpretando o Concerto para Violão de Heitor Villa-Lobos, atestando sua capacidade técnica e maturidade musical precoce. Por um período, ele retornou à UFRJ como professor, antes de se dedicar integralmente à carreira de concertista. A Revolução do Frevo Diabo O ponto de virada na carreira de Daniel Marques e sua maior projeção nacional vieram através de seu projeto mais audacioso: a Orquestra Frevo Diabo. Indo na contramão do cenário musical do Rio de Janeiro, Marques fundou e liderou o grupo, que detém a marca histórica de ser a primeira orquestra dedicada ao frevo, montada e ativa fora de Pernambuco, a gravar um álbum. Atuando como líder, guitarrista, arranjador, produtor e compositor, Daniel Marques lançou o álbum "Frevo Diabo" em 2009. O disco foi um fenômeno de crítica, elogiado pelo lendário maestro do frevo, Ademir Araújo (Maestro Formiga), por sua capacidade de "universalizar" o gênero. Em 2010, o trabalho foi coroado com o "Prêmio da Música Brasileira" (antigo Prêmio TIM), na categoria "Melhor Grupo Regional", solidificando o nome de Daniel Marques como um dos grandes inovadores de sua geração. O Estilo e o Violão Híbrido O que distingue Daniel Marques de outros virtuoses é sua abordagem filosófica ao instrumento. Ele não se contenta em tocar o sete cordas; ele o reinventa. Sua técnica, que ele define como "Sete Cordas Universal", é baseada na polirritmia e na absoluta independência entre as linhas de baixo (executadas com o polegar na sétima corda) e as harmonias e melodias (executadas com os outros dedos). Ele trata o violão como uma orquestra de bolso ou, como gosta de dizer, "o violão é o seu tambor". Essa busca pela expansão do instrumento o levou a uma colaboração singular. Vivendo entre Madrid e o Rio, Marques colaborou com Antonio Morales Nogués, o histórico luthier de Paco de Lucia. Juntos, eles adaptaram o modelo original criado por Paco de Lucia, desenvolvendo o que Daniel Marques traz ao Brasil como o primeiro violão flamenco brasileiro de 7 cordas. Esse instrumento híbrido, usado em seu novo álbum, simboliza o casamento da guitarra flamenca com a tradição brasileira. Reconhecimento Internacional A música de Daniel Marques provou ser, de fato, universal. Ele já se apresentou em mais de 200 cidades ao redor do mundo, circulando por alguns dos mais prestigiados festivais do planeta, incluindo o SXSW (EUA), Copenhagen Jazz Festival (Dinamarca), Chicago World Music Festival (EUA), Calcutta Guitar Festival (Índia), Shenzhen Jazz Festival (China) e o Nisville Jazz (Sérvia). Um dos pontos altos de sua trajetória internacional foi sua apresentação no Tampere Guitar Festival, na Finlândia, onde dividiu a mesma noite com o lendário violonista clássico John Williams. Além disso, por cinco anos consecutivos (20082012), foi convidado a se apresentar nos concertos de aniversário da Princesa Vitória da Suécia. Colaborações e o Projeto Medusa Ao longo da carreira, Daniel Marques acumulou uma lista de colaborações que atesta sua versatilidade, transitando entre lendas da música brasileira e gigantes do jazz internacional. Ele já tocou ou gravou com Hermeto Pascoal, Paulo Moura, Guinga, Badi Assad, Marcos Valle, Robertinho Silva, Armandinho e Zé Paulo Becker. Em palcos internacionais, dividiu a noite com Randy Brecker, Stanley Jordan, Charlie Hunter, Paco de Lucia e Yamandu Costa. Atualmente, ele também integra a banda de Gilberto Gil na turnê “Tempo Rei”. Seu projeto mais recente é um espetáculo inédito com composições autorais para seu violão 7 cordas e um quarteto de cordas. Este repertório, que marca seu quarto álbum, é tocado inteiramente com seu violão flamenco-brasileiro híbrido. O formato (violão e quarteto de cordas) é quase inexistente na história da música moderna, especialmente no Brasil. Essa música é inspirada na iniciativa de Villa-Lobos de trazer o violão brasileiro para a sala de concerto. Nele, Daniel Marques mistura ritmos como o boi-bumbá, maracatu, choro, flamenco, samba e bossa nova com a formação clássica de primeiro e segundo violinos, viola e violoncelo. O resultado é uma sonoridade incomum para o universo de concerto. O quarteto, batizado de Medusa, é formado por mulheres virtuosas que transitam entre as salas de concerto e a música brasileira. O nome Medusa foi escolhido para simbolizar, para além da beleza, "a força feminina que petrifica", o mistério e o assombro. A junção do sete cordas com o quarteto resulta em uma "aventura brasileira com fúria e complexidade", bem representada pelas musicistas do grupo.

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Aluca (Luca D' Alessandro)


Brasil

Sesionista

Música de Cámara

Sou uma arteira nascida no interior de São Paulo. Ao longo desta década de trajetória artística fui desenhando meu percurso de uma forma multifacetada. Na necessidade de falar sobre música e ecologia, surgiu o projeto ECOARES (2019), nela propomos vivências de musicalização e sensibilização da escuta, uma prática que interage diretamente com o meio ambiente e com as relações humanas. Enquanto arteira tenho me dedicado ao projeto artístico que batizei de Kianda após a Incubadora de Estudos Performativos (2024), nele constantemente exploro a criação sonora através do violoncelo, coletando sonoridades que emergem das encruzilhadas do ser e do ambiente. Este projeto artístico também cruza com o doutorado em Música, Linguagem e Sonologia (UNICAMP 2024), onde o foco em processos criativos e travestilidades. Minhas experiências incluem residências nacionais e internacionais desde 2018 como o Ethno no Brasil (2018, 2019 e 2022), no Chile (2023) e a KA'ADELA – Ação Coletiva de Contra-ataque (2023). Em 2024 participei do Festival de Artes Híbridas (Sorocaba-SP), o Festival Música Estranha, ao lado de Thayná Oliveira (São Paulo-SP), e o Festival Novas Frequências (Rio de Janeiro-RJ). Em 2025 circulei com o PROAC Deforma: Acessibilidades em cena e cultura DEF com a Isadora Ifanger, atualmente íntegro o Thadeu Romano Quinteto e o projeto Vital de Helen Quintanares

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Roberta Tilio


Brasil

Cantautor

Cantautor/Música de autor

Roberta Tilio es cantautora brasileña, productora cultural, comunicadora y gestora de proyectos, con actuación en Maricá, estado de Río de Janeiro. Inició su trayectoria musical desde muy joven y desarrolla un trabajo vinculado a la música de autor, la creación artística, la producción cultural y la difusión de artistas independientes. A lo largo de su trayectoria ha desarrollado y coordinado iniciativas culturales, musicales y de economía creativa, articulando artistas, músicos, productores, artesanos y otros profesionales de la cultura. Su experiencia reúne creación e interpretación musical, producción de eventos, comunicación, gestión cultural, producción de contenidos y proyectos de circulación y formación de público. Actualmente desarrolla su carrera autoral y proyectos orientados a ampliar la circulación de la música independiente y crear nuevas conexiones entre artistas, territorios y públicos. Desde Maricá, busca fortalecer redes de colaboración, intercambio cultural y creación musical, utilizando también herramientas digitales y audiovisuales como medios de producción, comunicación y difusión artística.

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VIRADO


Argentina

Banda

Bolero

VIRADO es un trio argentino de música latinoamericana que propone una relectura actual del bolero y la canción romántica. A través de arreglos vocales, un formato acústico íntimo y una sensibilidad generacional propia, el grupo resignifica el género desde una estética fresca y actual, sin perder la profundidad emocional de la tradición latinoamericana. Luego de representar a Argentina en el Festival Mundial del Bolero en México, VIRADO lanzó recientemente su primer disco de estudio, “Sonar el Alma”, consolidándose como una nueva expresión del romanticismo dentro de la escena actual.

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La ReTirada Murga


Argentina

Agrupación

Murga

La ReTirada es una murga de estilo uruguayo creada en La Plata a fines de 2015, a partir de la inquietud de participantes de otras murgas de generar un nuevo proyecto. Desde 2016, ha estado presente en los carnavales barriales de la ciudad en el mes de febrero, y recorrido varios escenarios de La Plata y alrededores, tanto presentando covers como con espectáculos propios. Al día de hoy, se estrenaron tres espectáculos. “Cotidiano”, “En Diagonal” y “Paranormal”. En los tres espectáculos se abordan distintas temáticas bajo la mirada satírica propia del género y con la intención también de invitar a la reflexión al público.

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Los Fuertes Hilos del Yute


Mexico

Otro

Somos un colectivo artístico veracruzano conformado en el año 2022, surgimos en la región de las Altas Montañas, nuestro trabajo vincula la tradición oral y musical de nuestro estado realizando labores y proyectos de promoción cultural, animación musical, mediación cultural comunitaria, así como seguimiento y acompañamiento de procesos de paz y memoria, por nuestras características multidisciplinarias y geográficas este proyecto artístico se define como innovación territorial basada en la memoria histórica. Surgimos de la consolidación formal de un proceso de mestizaje que ya ocurre de manera orgánica en la región de las Altas Montañas. Hemos participado en diversas instituciones, ferias y encuentros, así como en diversos espacios culturales de los municipios de nuestro Estado; Veracruz, Xalapa, Coatepec, Huatusco, Amatlán, Córdoba, Fortín, Orizaba, Zongolica, Maltrata, Tlacotalpan, Cosoleacaque, San Andrés Tuxtla, formamos parte de la red federal y estatal de Alas y Raíces, participando constantemente en jornadas y eventos de intervención comunitaria, así mimo colaboramos activamente con festivales comunitarios que defienden y protegen la biodiversidad, y las tradiciones textiles de nuestro territorio.

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Oscar Leonardo Peña vega


Colombia

Solista

Contemporánea

Música de Cámara

Flautadulcista/flautista colombiano; profesor universitario e investigador. Magíster en Estudios Musicales (Interpretación Histórica-Flauta Dulce) de la Universidad Central y egresado de la Facultad de Artes ASAB-Universidad Distrital Francisco José de Caldas en Bogotá. Su formación en flauta travesera fue de la mano de los maestros Alejandro Galkin y Julio Noguera y en flauta dulce con los maestros Hernando José Cobo y Julien Faure; ha participado en diversas clases magistrales y talleres, tanto en música antigua como contemporánea, con los maestros Erik Bosgraaf, Steffan Temmingh, Katharina Haun, Mira Gloor, Tamar Lalo, Tabea Debus, Jan de Winne, Alberto Grazzi, Michel Bellavance y Terri Hron. Su labor docente la desarrolla como profesor en la Universidad Antonio Nariño, también como artista formador en el Programa de Formación Musical “Vamos a la Filarmónica” de la Filarmónica de Bogotá. Ha sido profesor en diversas instituciones, como la Academia de Artes Guerrero, la Fundación Sinfónica San Francisco de Asís, la Fundación Orquesta Sinfónica Juvenil de Colombia, así como profesor de flauta dulce en el programa de becas ToKANDO de la Fundación Incolmotos Yamaha, para el que fue coeditor de dos de los textos guía; en 2008 recibe la certificación grado 1 como formador en flauta dulce de Yamaha Music Latin America. La revista «AMV” Antonio María Valencia del Instituto Departamental de Bellas Artes de Cali, en 2021, publica su artículo «La Música Moderna para Flauta Dulce en Colombia». Como intérprete ha hecho parte de importantes agrupaciones, como Música Ficta, los ensambles Esfera Armoniosa, Affetti Mvsicali, banda barroca LA FOLIA, Música Amable y el Ensamble Barroco de Bogotá. Desde hace veinte años hace parte de TIBIARUM -Flautas dulces de Bogotá-, ensamble con el que ha realizado un amplio trabajo de conciertos didácticos alrededor de la familia de las flautas dulces en diversas instituciones en Bogotá. Así mismo, es integrante del Grupo Otraparte, agrupación de música contemporánea en la que se ha centrado en la interpretación de repertorio con flauta dulce, llegando a incluir cerca de treinta estrenos en Colombia y otros absolutos de obras comisionadas para el instrumento, para ensamble o en calidad de solista; el disco Eslabón del Grupo Otraparte, es el primero en contener música original para flauta dulce de compositores colombianos.

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Fer Lagger SKA JAZZ


Argentina

Banda

Ska

New Orleans Jazz & Dixieland Jazz

.FER LAGGER SKA JAZZ es una orquesta nacida en 2020 en Santo Tomé, Santa Fe, bajo la dirección musical de la saxofonista, compositora y arregladora FERNANDA LAGGER. ​El proyecto fusiona la elegancia y riqueza armónica del jazz con la fuerza rítmica del ska, consolidando una propuesta sonora explosiva, sofisticada y festiva. ​Con una sólida sección de vientos y una cuidada puesta en escena, su repertorio abarca desde composiciones originales hasta revisiones de clásicos del género. Su trayectoria incluye colaboraciones con destacados referentes de la música nacional e internacional, como Hugo Lobo y "Las Cucarachas de Bronce" (sección de vientos de La Renga). ​Con una destacada proyección internacional, la agrupación ha realizado giras por Costa Rica (2022) y la Riviera Maya en México (2025), además de haber estado a cargo del cierre del prestigioso festival Jazz a la Calle en Mercedes, Uruguay (2025). ​Su labor cultural ha sido reconocida formalmente por la Embajada Argentina en Costa Rica, la Cámara de Diputadas y Diputados de la Provincia de Santa Fe y la Municipalidad de Santo Tomé.

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