
Artista
Sofía Campos es una cantante y compositora argentina radicada en Buenos Aires. Recientemente estuvo nominada en los Latin Grammy (2022), en la categoría de “Mejor Nuevo Artista”. En su música se mezclan sus raíces argentinas, su gusto y amor por Brasil, donde vivió su infancia, y su paso por México dónde vivió 6 años y con quien aún mantiene una relación muy cercana. Su tercer disco, "Lisboa"( agosto, 2023) fue producido por Matías Cella (Argentina), conocido por su trabajo con artistas como Kevin Johansen, Jorge Drexler, entre otros. También fue producido por Kassin (Brasil) conocido por su proyecto solista y por su trabajo con proyectos como Los Hermanos, Rodrigo Amarante, Marisa Monte y Orquesta Imperial. Su segundo disco “Lugares Imaginarios” cuenta con una colaboración con Natalia Lafourcade. Su primer disco fue lanzado en 2019, grabado en CDMX y producido por Gustavo Guerrero. Después de presentarse en festivales como LAMC (NYC), SXSW (Austin) y en ciudades como Madrid (Café Berlín), Sao Paulo, Barcelona y Buenos Aires, Sofía se presentó también recientemente en el Auditorio Nacional (CDMX) abriendo el show del artista mexicano Caloncho y abrió otros 10 shows de esta gira por todo México. Acaba de grabar lo que será su cuarto disco y se prepara para presentarlo en ciudades de Argentina, Brasil, España, México, entre otros.
Ver detallesArtista
Cantautor/Música de autor
Indie Pop (Twee)
Descripción
Sofía Campos es una cantante y compositora argentina radicada en Buenos Aires. Recientemente estuvo nominada en los Latin Grammy (2022), en la categoría de “Mejor Nuevo Artista”. En su música se mezclan sus raíces argentinas, su gusto y amor por Brasil, donde vivió su infancia, y su paso por México dónde vivió 6 años y con quien aún mantiene una relación muy cercana. Su tercer disco, "Lisboa"( agosto, 2023) fue producido por Matías Cella (Argentina), conocido por su trabajo con artistas como Kevin Johansen, Jorge Drexler, entre otros. También fue producido por Kassin (Brasil) conocido por su proyecto solista y por su trabajo con proyectos como Los Hermanos, Rodrigo Amarante, Marisa Monte y Orquesta Imperial. Su segundo disco “Lugares Imaginarios” cuenta con una colaboración con Natalia Lafourcade. Su primer disco fue lanzado en 2019, grabado en CDMX y producido por Gustavo Guerrero. Después de presentarse en festivales como LAMC (NYC), SXSW (Austin) y en ciudades como Madrid (Café Berlín), Sao Paulo, Barcelona y Buenos Aires, Sofía se presentó también recientemente en el Auditorio Nacional (CDMX) abriendo el show del artista mexicano Caloncho y abrió otros 10 shows de esta gira por todo México. Acaba de grabar lo que será su cuarto disco y se prepara para presentarlo en ciudades de Argentina, Brasil, España, México, entre otros.

Hechicera
.DJ Hechicera DJ Hechicera es una exploradora del sonido urbano contemporáneo, enfocada en el vogue beat, los ritmos afro-diaspóricos y las pistas under que emergen de la noche montevideana. Su propuesta fusiona pulsos electrónicos con la memoria corporal de las fiestas disidentes, generando atmósferas que convocan el movimiento, el deseo y la resistencia colectiva. Ha participado en procesos de creación artística en Guatemala y ha llevado su sonido a diversas escenas de Argentina, Chile y Brasil, donde conecta con comunidades que experimentan el beat como territorio político y sensorial. Su práctica como DJ se nutre de la improvisación, el viaje y el cruce entre lo ritual y lo callejero, haciendo de cada presentación un acto de hechicería sonora
Ver detallesHechicera
Discopop / Post-Disco
Dancehall
Afrobeat
Descripción
.DJ Hechicera DJ Hechicera es una exploradora del sonido urbano contemporáneo, enfocada en el vogue beat, los ritmos afro-diaspóricos y las pistas under que emergen de la noche montevideana. Su propuesta fusiona pulsos electrónicos con la memoria corporal de las fiestas disidentes, generando atmósferas que convocan el movimiento, el deseo y la resistencia colectiva. Ha participado en procesos de creación artística en Guatemala y ha llevado su sonido a diversas escenas de Argentina, Chile y Brasil, donde conecta con comunidades que experimentan el beat como territorio político y sensorial. Su práctica como DJ se nutre de la improvisación, el viaje y el cruce entre lo ritual y lo callejero, haciendo de cada presentación un acto de hechicería sonora

Maria Clara Valle
Maria Clara Valle é violoncelista, compositora, arranjadora e educadora musical graduada pela Universidade Federal de São João Del Rei. Fez parte da Itiberê Orquestra Família por dez anos, participando da gravação de seus três discos. Atualmente, é integrante do quarteto de cordas cAis, com o qual lançou o álbum Entre Rios (2023). Fez parte do Coletivo Essa Mulher e é criadora e idealizadora do Som na Toca, projeto cultural. Também atua como instrumentista no Marulho Septeto, no duo com Luísa Lacerda, com o qual gravou o EP Beira do Mundo, e no projeto Dois a Dois com o qual fez shows no Brasil, Portugal, Alemanha e Angola. Além disso, atua como diretora musical e compositora para trilha de teatro. Dentre suas parcerias: Ondjaki, Soraya Ravenle, Cláudio Mendez, Inez Vianna e a Cia Chilena Tryo Teatros Banda. Em 2019 ganhou o 6º PRÊMIO CBTIJ DE TEATRO PARA CRIANÇAS de melhor composição original e direção musical do espetáculo Ombela, a Origem das Chuvas. Educadora musical há mais de vinte anos, dá aulas de violoncelo e musicalização para todas as idades, tendo feito parte do corpo docente do Conservatório Brasileiro de Música e da Escola Sesc de Ensino Médio, no Rio de Janeiro – RJ, do Projeto Garoto Cidadão da Fundação CSN em Congonhas – MG e do Conservatório de Música de São João Del Rei – MG entre outras escolas de música além de aulas particulares.
Ver detallesMaria Clara Valle
Instrumental / Jazz Brasileiro
MPB
Descripción
Maria Clara Valle é violoncelista, compositora, arranjadora e educadora musical graduada pela Universidade Federal de São João Del Rei. Fez parte da Itiberê Orquestra Família por dez anos, participando da gravação de seus três discos. Atualmente, é integrante do quarteto de cordas cAis, com o qual lançou o álbum Entre Rios (2023). Fez parte do Coletivo Essa Mulher e é criadora e idealizadora do Som na Toca, projeto cultural. Também atua como instrumentista no Marulho Septeto, no duo com Luísa Lacerda, com o qual gravou o EP Beira do Mundo, e no projeto Dois a Dois com o qual fez shows no Brasil, Portugal, Alemanha e Angola. Além disso, atua como diretora musical e compositora para trilha de teatro. Dentre suas parcerias: Ondjaki, Soraya Ravenle, Cláudio Mendez, Inez Vianna e a Cia Chilena Tryo Teatros Banda. Em 2019 ganhou o 6º PRÊMIO CBTIJ DE TEATRO PARA CRIANÇAS de melhor composição original e direção musical do espetáculo Ombela, a Origem das Chuvas. Educadora musical há mais de vinte anos, dá aulas de violoncelo e musicalização para todas as idades, tendo feito parte do corpo docente do Conservatório Brasileiro de Música e da Escola Sesc de Ensino Médio, no Rio de Janeiro – RJ, do Projeto Garoto Cidadão da Fundação CSN em Congonhas – MG e do Conservatório de Música de São João Del Rei – MG entre outras escolas de música além de aulas particulares.
Música

Vinícius Murilo de Souza
Pesquisa academica de mestrado sobre a musicalidade da região norte do Brasil e como suas fronteiras, diasporas, colonização e a natureza influenciam em suas construções.
Ver detallesVinícius Murilo de Souza
Descripción
Pesquisa academica de mestrado sobre a musicalidade da região norte do Brasil e como suas fronteiras, diasporas, colonização e a natureza influenciam em suas construções.

Ana Paula da Silva e Clariô Silva
O projeto “A Menina, a Mulher e a Anciã” de Ana Paula da Silva e Clariô Silva, é uma celebração profunda da relação entre mãe e filha, onde a música se torna um território de encontro, transmissão e força. Ao entrelaçar vozes, percussões e violão, as artistas exploram as múltiplas faces do feminino, revelando tanto sua beleza e criação nas composições, e os silenciamentos que o atravessam. A arte, aqui, surge como vazão e deságue, como espaço de cura, poesia e reinvenção. O show e o disco atravessam e apresentam a Menina, em canções que permeiam esse momento da vida entre delicadezas,brincadeiras, segurança e amor. A Mulher se revela na figura da mãe e na passagem ritual entre a moça e a mulher, guiada pelas águas de Oxum, que abrem e abençoam caminhos. O percurso se conclui com o arquétipo da Anciã, em canções que exaltam as lavadeiras e as forças da natureza, em comunhão com o feminino, trazendo proteção, sabedoria, afeto e perseverança. O trabalho afirma-se como uma tapeçaria tecida entre afeto e coragem, onde a arte é ato de sobrevivência e também de celebração. Um manifesto em música e poesia que chama o público a sentir, compartilhar e reconhecer a profundidade da experiência feminina, em sua plenitude e urgência.
Ver detallesAna Paula da Silva e Clariô Silva
Afrobrasileiro
Regional
Folclor
Descripción
O projeto “A Menina, a Mulher e a Anciã” de Ana Paula da Silva e Clariô Silva, é uma celebração profunda da relação entre mãe e filha, onde a música se torna um território de encontro, transmissão e força. Ao entrelaçar vozes, percussões e violão, as artistas exploram as múltiplas faces do feminino, revelando tanto sua beleza e criação nas composições, e os silenciamentos que o atravessam. A arte, aqui, surge como vazão e deságue, como espaço de cura, poesia e reinvenção. O show e o disco atravessam e apresentam a Menina, em canções que permeiam esse momento da vida entre delicadezas,brincadeiras, segurança e amor. A Mulher se revela na figura da mãe e na passagem ritual entre a moça e a mulher, guiada pelas águas de Oxum, que abrem e abençoam caminhos. O percurso se conclui com o arquétipo da Anciã, em canções que exaltam as lavadeiras e as forças da natureza, em comunhão com o feminino, trazendo proteção, sabedoria, afeto e perseverança. O trabalho afirma-se como uma tapeçaria tecida entre afeto e coragem, onde a arte é ato de sobrevivência e também de celebração. Um manifesto em música e poesia que chama o público a sentir, compartilhar e reconhecer a profundidade da experiência feminina, em sua plenitude e urgência.
Videos
Música

Gypsy Jazz Club
A Gypsy Jazz Club é formada pelos músicos Victor Angeleas (violão tenor e bandolim de 10 cordas), Pedro Vasconcellos (cavaquinho), Igor Diniz (contrabaixo acústico) e Eduardo Souza (violão manouche). A banda se propõe a representar e divulgar o estilo Jazz Manouche – consagrado pelo guitarrista cigano Django Reinhardt – em fusão com a Música Brasileira. Em 2016, a banda lançou um primeiro disco em parceria com o violinista americano Ted Falcon. No álbum “Ted Falcon & Gypsy Jazz Club” são interpretados diversos clássicos do Jazz Manouche, além de composições de Ted. Após a mudança do violinista para os EUA, Victor Angeleas, ao bandolim e violão tenor, passou a integrar a banda, “abrasileirando” ainda mais o som da Gypsy Jazz Club. Em 2018, o grupo foi premiado como Melhor Intérprete Instrumental, com a música “Um Choro Manouche”, do bandolinista Tiago Tunes, no Festival de Música da Rádio Nacional FM Brasília. Em 2019, a banda lançou “Menestrel”. O álbum foi muito bem recebido pelos ouvintes e pela crítica especializada, a ponto de conquistar o título de Melhor Álbum Instrumental na maior premiação mundial da música independente, o Independent Music Awards, cuja cerimônia é realizada em Nova Iorque (EUA). Em 2020, a banda lançou, em apresentação online, seu mais recente trabalho, “Brasília Live Sessions”. O álbum foi gravado ao vivo e as composições são ainda mais dedicadas às brasilidades e conta com a assinatura do músico e produtor Dudu Maia. Em 2022, contemplada no edital do Conexão Cultura do Fundo de Apoio à Cultura – DF, realizou uma turnê entre as cidades europeias, Lisboa (Portugal), Berlim (Alemanha) e Viena (Áustria).
Ver detallesGypsy Jazz Club
Instrumental / Jazz Brasileiro
Choro
Swing / Big Band
Descripción
A Gypsy Jazz Club é formada pelos músicos Victor Angeleas (violão tenor e bandolim de 10 cordas), Pedro Vasconcellos (cavaquinho), Igor Diniz (contrabaixo acústico) e Eduardo Souza (violão manouche). A banda se propõe a representar e divulgar o estilo Jazz Manouche – consagrado pelo guitarrista cigano Django Reinhardt – em fusão com a Música Brasileira. Em 2016, a banda lançou um primeiro disco em parceria com o violinista americano Ted Falcon. No álbum “Ted Falcon & Gypsy Jazz Club” são interpretados diversos clássicos do Jazz Manouche, além de composições de Ted. Após a mudança do violinista para os EUA, Victor Angeleas, ao bandolim e violão tenor, passou a integrar a banda, “abrasileirando” ainda mais o som da Gypsy Jazz Club. Em 2018, o grupo foi premiado como Melhor Intérprete Instrumental, com a música “Um Choro Manouche”, do bandolinista Tiago Tunes, no Festival de Música da Rádio Nacional FM Brasília. Em 2019, a banda lançou “Menestrel”. O álbum foi muito bem recebido pelos ouvintes e pela crítica especializada, a ponto de conquistar o título de Melhor Álbum Instrumental na maior premiação mundial da música independente, o Independent Music Awards, cuja cerimônia é realizada em Nova Iorque (EUA). Em 2020, a banda lançou, em apresentação online, seu mais recente trabalho, “Brasília Live Sessions”. O álbum foi gravado ao vivo e as composições são ainda mais dedicadas às brasilidades e conta com a assinatura do músico e produtor Dudu Maia. Em 2022, contemplada no edital do Conexão Cultura do Fundo de Apoio à Cultura – DF, realizou uma turnê entre as cidades europeias, Lisboa (Portugal), Berlim (Alemanha) e Viena (Áustria).
Música

Escuela Popular de Música – Madres de Plaza de Mayo Línea Fundadora
La Escuela Popular de Música promueve una formación musical basada en los principios de la educación popular, los derechos humanos, el arte como herramienta para la transformación social y la práctica territorial y comunitaria. Surge a partir de la iniciativa de las Madres de Plaza de Mayo Línea Fundadora, que decidieron destinar el edificio que se les asignó durante la recuperación de la ex ESMA (actual Espacio Memoria y Derechos Humanos ex ESMA) a la construcción de un espacio de formación musical. Es por ello que como primera iniciativa se crea la Tecnicatura de Música Popular, carrera universitaria que surge a raíz de un convenio entre el Ministerio de Educación, la Universidad Nacional de La Plata, la asociación Madres de Plaza de Mayo Línea Fundadora y la Fundación Música Esperanza en el año 2011. Posteriormente la Escuela se conforma como la sede matriz de una amplia red de organizaciones dedicadas al quehacer musical desde una perspectiva comunitaria y territorial. Dicha red se consolida como Red Arte, Memoria y Territorios durante el año 2020, al ser seleccionada en la convocatoria de Puntos de Cultura. La Escuela funciona como Punto de Cultura y desde el año 2025 integra la Red Educativa IberCultura Viva.
Ver detallesEscuela Popular de Música – Madres de Plaza de Mayo Línea Fundadora
Descripción
La Escuela Popular de Música promueve una formación musical basada en los principios de la educación popular, los derechos humanos, el arte como herramienta para la transformación social y la práctica territorial y comunitaria. Surge a partir de la iniciativa de las Madres de Plaza de Mayo Línea Fundadora, que decidieron destinar el edificio que se les asignó durante la recuperación de la ex ESMA (actual Espacio Memoria y Derechos Humanos ex ESMA) a la construcción de un espacio de formación musical. Es por ello que como primera iniciativa se crea la Tecnicatura de Música Popular, carrera universitaria que surge a raíz de un convenio entre el Ministerio de Educación, la Universidad Nacional de La Plata, la asociación Madres de Plaza de Mayo Línea Fundadora y la Fundación Música Esperanza en el año 2011. Posteriormente la Escuela se conforma como la sede matriz de una amplia red de organizaciones dedicadas al quehacer musical desde una perspectiva comunitaria y territorial. Dicha red se consolida como Red Arte, Memoria y Territorios durante el año 2020, al ser seleccionada en la convocatoria de Puntos de Cultura. La Escuela funciona como Punto de Cultura y desde el año 2025 integra la Red Educativa IberCultura Viva.

Fundación Música y Educación
FME es una fundación con la misión de enriquecer espacios educativos para mejorar la calidad de la educación en Chile, a través de una metodología basada en el poder de la música y las artes, el lenguaje más antiguo de nuestra especie. Somos un equipo interdisciplinario con amplia experiencia en la transformación de personas, comunidades y organizaciones. Nos une la convicción de que frente a problemáticas urgentes en educación, no bastan las respuestas de siempre: se necesitan ideas frescas, metodologías innovadoras y una mirada que integre lo emocional, lo artístico y lo pedagógico. Desde la música, diseñamos experiencias significativas que generan cambios reales en las escuelas y en quienes las habitan.
Ver detallesFundación Música y Educación
Descripción
FME es una fundación con la misión de enriquecer espacios educativos para mejorar la calidad de la educación en Chile, a través de una metodología basada en el poder de la música y las artes, el lenguaje más antiguo de nuestra especie. Somos un equipo interdisciplinario con amplia experiencia en la transformación de personas, comunidades y organizaciones. Nos une la convicción de que frente a problemáticas urgentes en educación, no bastan las respuestas de siempre: se necesitan ideas frescas, metodologías innovadoras y una mirada que integre lo emocional, lo artístico y lo pedagógico. Desde la música, diseñamos experiencias significativas que generan cambios reales en las escuelas y en quienes las habitan.

Felipe Augusto da Silva
Felipe Augusto é pesquisador, filósofo e coordenador artístico com atuação transdisciplinar nas áreas de artes e filosofia. É doutorando em Artes pela Universidad Nacional de La Plata (Argentina) e mestre em Filosofia pelo CEFET-RJ (Brasil), onde desenvolveu uma investigação sobre o pensamento trágico de Friedrich Nietzsche e a dimensão estética e filosófica do flamenco como expressão popular trágica, articulando filosofia e práticas musicais populares ibero-americanas como o flamenco, o samba e o funk carioca por meio de propostas didáticas que integram reflexão crítica e criação artística, aproximando teoria e prática em processos formativos. É autor do livro Nietzsche e o renascimento do trágico no flamenco (Kotter Editorial, no prelo para 2026). É coordenador do projeto Voces Itinerantes, uma iniciativa artístico-pedagógica transdisciplinar que promove intercâmbios entre artistas e pesquisadores da Ibero-América, África e Europa, contemplada por programas de fomento como Ibermúsicas e a Direção-Geral das Artes de Portugal (DGARTES). Sua trajetória combina pesquisa acadêmica e prática cultural colaborativa, com foco no estudo das vocalidades ibero-americanas como campos de memória e invenção. É proprietário da Nhe'e Purahéi – Arte, Educação e Saúde.
Ver detallesFelipe Augusto da Silva
Descripción
Felipe Augusto é pesquisador, filósofo e coordenador artístico com atuação transdisciplinar nas áreas de artes e filosofia. É doutorando em Artes pela Universidad Nacional de La Plata (Argentina) e mestre em Filosofia pelo CEFET-RJ (Brasil), onde desenvolveu uma investigação sobre o pensamento trágico de Friedrich Nietzsche e a dimensão estética e filosófica do flamenco como expressão popular trágica, articulando filosofia e práticas musicais populares ibero-americanas como o flamenco, o samba e o funk carioca por meio de propostas didáticas que integram reflexão crítica e criação artística, aproximando teoria e prática em processos formativos. É autor do livro Nietzsche e o renascimento do trágico no flamenco (Kotter Editorial, no prelo para 2026). É coordenador do projeto Voces Itinerantes, uma iniciativa artístico-pedagógica transdisciplinar que promove intercâmbios entre artistas e pesquisadores da Ibero-América, África e Europa, contemplada por programas de fomento como Ibermúsicas e a Direção-Geral das Artes de Portugal (DGARTES). Sua trajetória combina pesquisa acadêmica e prática cultural colaborativa, com foco no estudo das vocalidades ibero-americanas como campos de memória e invenção. É proprietário da Nhe'e Purahéi – Arte, Educação e Saúde.
19698 Resultados – Página 45 de 1970





















