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Flux


España

Banda

Cumbia Electrónica

Folclore Fusión

Boogie / Electrofunk

Disco

Dubstep

Flux es una banda paritaria de electromestizaje y petardeo epicopolítico que mezcla Cumbia, Funk, Dubstep, Trap o música tradicional de las zonas de Cataluña y Valencia en una propuesta feminista, antirracista, por los derechos LGTBIQA+, la diversidad relacional y la neutralidad corporal desde una óptica propositiva y desenfadada. Fundada en el año 2015 en L'Hospitalet de Llobregat (Barcelona), la banda ganó el concurso de bandas Hospisona 2018 en la categoría de votación popular, ha actuado con bandas como Sudor Marika, Las Bajas Pasiones, Oques Grasses o Roba Estesa y ha realizado varias giras por Cataluña y Valencia, actuando también en Letonia durante el verano de 2021. Además colaboran con la poeta y slammer Adriana Bertran con el espectáculo "Sororitat o barbàrie" y con la experta en estudios de género Sílvia Valle en el concierto/charla educativa "Desig i a la gàbia".

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Luísa Mitre e Maiara Moraes


Brasil

Compositor

Forró

Choro

Maiara Moraes é flautista, compositora e docente do sul do Brasil, radicada em São Paulo desde 2012. Com apurada técnica em seu instrumento, transita por diversos meios da música popular, participando de inúmeras formações como choro, música instrumental brasileira, música latinoamericana, jazz, forró e músicas do mundo. Formou-se em flauta popular no Conservatório de Tatuí e na Escola de Música de São Paulo, e realizou pesquisa de mestrado sobre o flautista Copinha na UNICAMP, sob orientação do Prof. Dr. Antonio Rafael dos Santos. Parte de sua formação se deu em Buenos Aires, onde residiu por dois anos e estudou tango e folclore latinoamericano com renomados músicos argentinos. Em 2018 lançou seu primeiro disco solo "Nós", acompanhada de Salomão Soares (piano) Marcos Paiva (contrabaixo) e Pedro Henning (bateria). No repertório, uma homenagem à flautistas contemporâneos, através de suas composições. Em 2019 lançou pelo selo Blaxtream seu segundo disco – Cabeça de Vento-, este apenas com composições autorais, acompanhada de Josué dos Santos (saxofones), Guilherme Ribeiro (piano), Igor Pimenta (contrabaixo), Pedro Henning (bateria) e participações de Paula Mirhan (voz) e Gaia Wilmer (saxofone). Participa de importantes grupos da cena musical de São Paulo como Orquestra Mundana Refugi, Conjunto João Rubinato, Gaia Wilmer Sexteto, o grupo de música infantil Quintetinho Caracaxá, Grupo Qu4rtzo. Desde 2022 mantém um duo com a pianista mineira Luísa Mitre com a qual está lançando o EP "Ecoar" em outubro de 2023. Foi finalista de dois concursos de composição: com "Chumba no Choro" ficou entre os 10 finalistas do concurso "É no choro que eu vou" (Curitiba/PR – 2020) e com "Peixe-boi" (parceria com Rogerio Santos) ficou entre os 10 finalistas Festival da Canção Brasileira (São Paulo/SP – 2020). É professora de flauta desde 2003 e já realizou diversos cursos e oficinas de flauta popular brasileira em diversas cidades brasileiras e cursos online. Em julho de 2019 participou do Festival de Música de Ibiapaba (CE) e também ministrou oficina para sopros na EEMAN em João Pessoa/PB e em 2020 deu aula no FIMUCA (UFRN). Tem sido convidada para mesas redondas sobre o tema por diversas instituições de ensino como UFJF e UFMG. Desde 2022 é professora de flauta transversal e teoria da Escola de Música do Parque Ibirapuera. Luísa Mitre é pianista, compositora e arranjadora, natural de Belo Horizonte (MG). Seu piano é marcado por uma sonoridade acurada, que equilibra o refinamento técnico da música de concerto e o balanço da música popular brasileira. Sua formação musical inclui os cursos de Bacharelado em Piano, Música Popular e Mestrado em Performance Musical pela UFMG, percurso este no qual vem desenvolvendo constante pesquisa sobre a linguagem da música popular brasileira em seu instrumento. “Oferenda”, o primeiro álbum autoral da artista, foi lançado em agosto de 2018 pelo selo “Savassi Festival Records”. O disco recebeu o “Prêmio Marco Antônio Araújo” 2019 (melhor disco instrumental autoral de Minas Gerais lançado em 2018), entrou para o catálogo do Guia Especial da Folha de São Paulo como uma das indicações do violonista Yamandu Costa, além de estar na lista dos “Melhores da Música Brasileira 2018” (Ed Félix – site Embrulhador) na categoria “Melhores Instrumentistas”. Luísa Mitre apresentou seu trabalho autoral em importantes palcos como: Rio Montreux Jazz Festival, SESC Jazz, MIMO Festival, Instrumental SESC Brasil, BH Instrumental e Savassi Festival. Recebeu premiações como: “18o Prêmio BDMG Instrumental” – 2018, “Prêmio MIMO Instrumental – 2018, “Prêmio Revelação no FIPS – Festival Internacional de Piano Solo” – 2018, “I Concurso Jovens Solistas da OSMG”- 2010, “Jovem Instrumentista BDMG” – 2013, dentre outros. Integra o Duo Mitre, juntamente com a irmã e percussionista Natália Mitre (piano e vibrafone), duo de música instrumental brasileira que destaca um repertório autoral e de outras compositoras. O Duo lançou seu primeiro álbum, “Seiva”, totalmente autoral e com participações especiais das instrumentistas Lea Freire, Anat Cohen, Joana Queiroz e Carol Panesi, pelo selo Savassi Festival Records. O álbum foi vencedor do “II Prêmio da Música Popular Mineira” (2022) na categoria “Melhor álbum instrumental”. É também integrante do grupo Toca de Tatu, com o qual possui três discos lançados (“Meu amigo Radamés” – 2013, “Afinidade” – 2017, “Toca de Tatu” – 2021) e realizou duas turnês na Europa, com shows e oficinas sobre choro e música brasileira na Holanda, França e Inglaterra. Junto ao grupo, ganhou os prêmios do “II Concurso Instrumental Estúdio 66” (2013) e “I Festival de Choro Jorge Assad” (2014), e se apresentou ao lado de artistas como Célio Balona, Juarez Moreira, Cristóvão Bastos, Zé Nogueira, Toninho Carrasqueira e Eduardo Neves. Luísa Mitre atua também como educadora, sendo professora assistente no Departamento de Música da Universidade Federal de São João del-Rei, na área de piano popular. No últimos anos, ofereceu cursos, concertos didáticos e oficinas sobre piano, música brasileira e criação em diversos festivais pelo país e exterior como: Festival de Choro de Paris (França), I Festival de Verão de Campos do Jordão (SP), 42º CIVEBRA (Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília – DF), Festival de Jazz e Blues e Guaramiranga (CE), SESC Guarulhos (SP), Seminário Euro-Brasileiro de Choro (MG), dentre outros.

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Assanhado Quarteto


Brasil

Compositor

Choro

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Mart nalia


Brasil

Cantautor

Samba

MPB

Em setembro de 2024 Mart nália volta a Espanha e Portugal apresentando o seu mais recente trabalho, Brasil de Bamba, no qual homenageará os sambas de todas as regiões do Brasil. A partir de uma profunda pesquisa, a ideia é ir além do Rio de Janeiro e chegar a todas as diferentes vertentes do samba, fazendo de seu próximo álbum uma grande homenagem ao gênero. Um trabalho cheio de detalhes sonoros cheio de boas energias que vem como um firme compromisso com o swing, a dança e a alegria. O álbum está em fase de gravação e o lançamento em todas as plataformas digitais está previsto para fevereiro de 2024. Se falamos de Samba contemporâneo, falamos de Brasil e falamos de MART NÁLIA. Com mais de 13 álbuns de estúdio e quatro DVDs ao vivo, a artista conquistou dois Grammy Latinos de Melhor Álbum de Samba com “Canta Vinicius de Moraes” (2019) e “+Misturado” (2017). Seu álbum anterior, "Sou Assim até Mudar" —aclamado pelo público e pela crítica especializada – nos leva diretamente a um Rio de Janeiro cheio de cor, amor e esperança, com lindos sambas que retratam a beleza de um mundo em mudança constante. Um álbum em que coexistem o samba e os ritmos africanos, com isso doçura e simplicidade que só Mart nália consegue transmitir, mas com um sabor requintado que consegue transformar qualquer dia em um bom dia. Ao longo da sua carreira, Mart nália teve o privilégio de ser reconhecida por grandes nomes da Música Popular Brasileira, de Caetano Veloso —que atuou como diretor artístico de seu álbum “Pe do Meu Samba” (2002) e compôs sua música principal a partir do mesmo nome – para Maria Bethânia, que dirigiu “Menino Do Rio” (2006). Dois dos álbuns mais importantes conhecidos da artista, que atraíram diversos meios de comunicação e a levaram a se apresentar vivem em todo o Brasil e, um pouco mais tarde, internacionalmente em toda a Europa e África. Cada vez mais a cantora está interessada em internacionalizar sua carreira, Mart´nália encara como uma missão levar o samba brasileiro para todos os cantos do planeta.

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Sergio Gómez


España

Trabajador Independiente

Sergio Gómez es un compositor, cantante y productor de 28 años originario de Málaga. Con formación en composición y comunicación audiovisual, su música combina NeoSoul y R&B con Pop y géneros más urbanos como Drum & Bass, Deep House y electrónica. Tras lanzar su álbum debut "On My Mind", presenta su segundo LP "CUATRO PAREDES" bajo el sello ACE MUSIC. Ganador del Málaga Crea Rock 2022, European Emerging Bands Contest 2023 (Estrasburgo, EYE2023), Chuva de Estrelas D’Ouro 2024 (Portugal) y finalista europeo del Tour Music Fest 2024, también ha actuado en Sanremo con Marlù On Stage (de la mano de Riccardo Brizi), así como en festivales como BRISA FEST y Sohail Jazz Fest, donde abrió para Kurt Rosenwinkel. Su enfoque multidisciplinar conecta la música, la moda, la narración y las artes visuales. Su tema SANTA MARIA AMAR —el tercer adelanto del nuevo álbum—, reinterpreta una cantiga del siglo XIII creando un tema nuevo en clave de Deep House y NeoSoul, recreando en el videoclip un retrato de Alfonso X El Sabio como una reinterpretación contemporánea del patrimonio cultural español. Su nueva propuesta en directo a trío, que mezcla electrónica y visuales, refleja esta fusión orgánica de disciplinas que define su identidad artística.

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DENIZE


Portugal

Cantautor

Samba

Samba – Pagode

Worldbeat

Dance Pop

DENIZE MACHADO – CANTORA LUSÓFONA: Iniciou o seu percurso musical ainda aos 17 anos, ao integrar a Banda Pop Portuense D.R. Sax. Logo em seguida, com o intuiro de aperfeiçoar esta paixão pela música, estudou canto com a professora Fátima Serro e iniciou, paralelamente, seus estudos na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Ao longo dos seus quase 20 anos de carreira, Denize Machado integrou e fez participações com bandas e projetos renomados, como: Mundo Secreto, Táxi, L.F Cool, Batucada Radical, entre outros. Atualmente, dedica-se ao seu trabalho autoral, que é objetivo deste edital, e é vocalista das bandas: Orquestra Bamba Social e da Roda de Samba Feminina Tanto Bate Até Que… Samba, bem como aos seus quadros. Seu primeiro single “Coroa” foi lançado em 2020 e logo em seguida “Banda Sonora, Veneno e Moreninha”. DENIZE, ou DENIZE MACHADO, como é conhecida tem feitos trabalhos relevantes e de grande porta diante da cultura Portuguesa e Brasileira, exaltando a suas origens lusófona, e fomento e difusão da produção musical do País.

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Vector de Ideas S.L.


España

Empresa

Formación artística Se tituló como maestro de primaria especialista en educación musical por la Universidad de la Laguna y posteriormente obtiene el título de experto en animación y promoción lectora. Por otro lado, comenzó a estudiar percusión en el Conservatorio Elemental de La Orotava con el profesor Juan Antonio Miñana. Luego continuó en el Conservatorio Superior de Música de Santa Cruz de Tenerife con el profesor Carlos Malagón y el Conservatorio Profesional de Música de Córdoba y seguí estudiando el grado superior con el catedrático Rafael Giovanetti en el Conservatorio Superior de Música Rafael Orozco de Córdoba. Actualmente es el CEO de Vector de Ideas, empresa que funda en 2016 dedicada a la gestión cultural, donde ejerce su labor de producción en proyectos discográficos y editoriales a la vez que dirige festivales como MOVE, CLE o NOON. Trayectoria profesional Como docente impartió clases durante 5 años en el colegio concertado Pureza de María de Santa Cruz de Tenerife como profesor de primaria y especialista en educación musical. Forma parte de Socos Dúo junto al chelista Ciro Hernández. La causalidad hace que surja Socos en enero de 2008, una formación que se aleja de los convencionalismos, que se inspira en el jazz, el folclore o el posminimalismo, y cuya pasión por las nuevas sonoridades les ha llevado a investigar en la electrónica y nutrirse de diferentes fuentes generando un repertorio diferente y propio que les ha llevado a diferentes festivales como, MAPAS 2019, Festival Internacional de Percusión Ritmos Handmade 2020 del Puerto de la Cruz, entre muchos otros, y a girar también tanto por el territorio nacional, Conservatorio de Ontinyent, (Valencia), Conservatorio de Alzira (Valencia), como fuera de nuestras fronteras, desplegando su magia por Colombia en La Pontificia Universidad Javeriana (Bogotá), La universidad de Los andes (Bogotá), Universidad EAFIT (Medellín), Teatro Pablo Tobón Uribe (Medellín). Este 2022 están preparando una nueva gira por Colombia además de participar en el mercado AME de Cabo Verde. Han participado también en la banda sonora de la película Dos, compuesta por Diego Navarro. Con más de quince años, Socos tiene tres trabajos en su haber: These times we are living (2014), en el que queda patente el perfecto tándem que forman estos dos instrumentos, Mantra (2017), un viaje sonoro al interior; The Way (2021), trabajo con tintes electrónicos en el que la evolución de su música los llevará por nuevos caminos; y su último proyecto Fracture, donde la factura electrónica en más acusada y se embebe en perfecta simbiosis con instrumentos acústicos sin abandonar su afán investigador y multicultural que les lleva a rescatar músicas tradicionales de diferentes rincones del planeta y fusionarla con las corrientes más vanguardistas del panorama musical. A parte de su actividad con Socos, centra su actividad como intérprete en otros proyectos como MoBBAA, con el que comparte escenario con Judit Mendoza, desarrollando diferentes proyectos como: Hilando al Infinito, Origen, Oasis. Colabora con el percusionista Juan Antonio Miñana, con el que desarrolla un proceso de investigación de nuevas sonoridades a través de la electrónica. Además destaca por su labor como productor con espectáculos como la ópera La voz humana. En su carrera ha tenido la posibilidad de colaborar con más artistas como Ernesto Rodríguez Abad, con el que estrenó el espectáculo Lorca en Costa Rica, basado en poesía, narración y música y con el que tuvo la oportunidad de experimentar con la palabra y la música en diferentes propuestas escénicas desde el año 2000 con espectáculos como en la voz también hay dicha, contando a Calderón, junto al músico Gregorio Machín, actuando en el Festival de Teatro Clásico de Almería, Festival de Almagro, Festival de Teatro Troysteatro y clausurando el verano cultural de Ávila, el Enigma del Invitado en el Festival Internacional de Poesía de La Laguna, los paseos literarios en Arona dentro del Festival Internacional de Cuentos de Los Silos, paseos literarios en Granadilla, Zaguanes en el Festival de Cuentos de los Silos, Maratón de Cuentos y Música 10 horas te cuento, Nocturnos del Museo de Historia de Tenerife. También fue colaborador asiduo de la Banda Sinfónica de la Universidad de La Laguna y con el proyecto KingLMan del artista D. WattsRiot. Ha sido miembro de diferentes formaciones como el dúo de jazz Senpai Kohai, el Grupo de Percusión A3, con la pianista Mari Luz Trujillo funda percuti2, Banda del Conservatorio Superior de Música Rafael Orozco de Córdoba, Orquesta Juvenil Contemporánea del Centro Superior de Educación de la ULL, de la Orquesta Sinfónica de la Escuela de Música de La Orotava o el Grupo de Viento y Percusión de dicha escuela. También ha colaborado con la Orquesta Clásica de La Laguna, la Agrupación Música Orotava, Banda de San Pedro (El Sauzal), Banda Municipal de Arona, Banda Municipal de Santa Cruz de la Palma, Banda de Hermigua, el grupo Luz Tenue, el grupo Grenouille, con el bajista Gabriel Cruz, y como músico del grupo de teatro Sol y Sombra. Fundó el grupo de cámara Plan 78 con el que desarrolló distintas actividades entre los años 1998 y 2000. De entre ellas caben destacar distintos conciertos en colaboración con el Vicerrectorado de Extensión Universitaria de la Universidad de La Laguna en el Paraninfo de la Universidad, ciclo culturales de la Fundación Alexander Von Humbolt, Festival Internacional de Cuentos Villa de los Silos, Ciclos Culturales de Caja Canarias y Ciclo de Jóvenes Intérpretes del Puerto de La Cruz. Por otro lado ha colaborado con FETE UGT en sus programas de formación para maestros en distintos puntos de España impartiendo talleres. También en el Centro de Estudios del Profesorado de Tenerife ha impartido cursos de música y animación a la lectura. Como escritor tuvo columnas en los periódicos Diario de Avisos, Canarias3puntocero y Canarias Ahora. Actualmente centra su actividad como productor y director en Vector de Ideas. Composiciones. Su actividad como compositor en otros proyectos como la compañía de danza MoBBAA, para la que ha compuesto la música de diferentes piezas como: Hilando al Infinito, Origen, Oasis o La grieta. Además ha creado música para videodanza de la compañía con títulos como E.G.O. o Enigma. También ha creado la música para espectáculos de narración, como Lorca para Ernesto Rodríguez Abad o para el libro narrado Cuentos africanos para dormir el miedo, también de Rodríguez Abad. Su labor como compositor dentro de Socos Dúo han sido trabajos como la suite Ambience, o las piezas Two Butterfies, Chronesthesia, Flying Away, Glimmer of Hope, In the early days, Step out of line, Day of remembrance o After lockdown, entre otras. Entre sus últimos trabajos cabe destacar la música para la pieza de danza Liso, estriado, liso, coproducción junto a la artista colombiana Ximena Guerrero. Publicaciones educativas La espada de Viera y Clavijo. Adaptación de textos para libro-juego infantil. Editorial Diego Pun, Islas Canarias Música y cuentos. Revista Mnemósyne (Islas Canarias) Artículo para Edu@news (Ecuador) La mala educación para Diario de Avisos (Islas Canarias) Educación ‘vintage’ para Diario de Avisos (Islas Canarias) Sustitución a tercera hora para Canarias3puntocero (Islas Canarias) Talleres educativos Cuentos y música para Bebés. Taller para padres y bebés. 6 talleres. Talleres de música y animación a la lectura impartidos en La Palma, Fuerteventura, Oviedo y Barcelona para docentes. 5 talleres. Talleres de música y animación a la lectura impartidos en Tenerife para el Centro de Estudios del Profesorado. 2 talleres. Taller musical sobre la percusión para secundaria. 2 talleres. DiscografÍa en la que aparece como músico · Efímeros, Jesús Agomar (2008) · Cuentos africanos para dormir el miedo, (2009) Ernesto R. Abad. · These Time We are living, Socos dúo (2014) · Estrella sin noche, Ernesto R. Abad (2014) · Vultures’ Bazaar, KingLMan (2014) · Mantra, Socos Dúo (2017) · Pasaje al amanecer, Diego Navarro (2017) · TAAL, Matthis Kieboom (2018) · Gek van Oranje, Matthis Kieboom (2018) · Metamorfosis, D. WattsRiot (2018) · Viejo y nuevo, Los Sabandeños (2019) · Dos, Diego Navarro (2021) · The way, Socos Dúo (2021) · Fracture, Socos Dúo (2022) · Miniatures, Socos Dúo (2023) · Super Klaus, Diego Navarro (2023) DiscografÍa en la que aparece como productor musical y que hizo con Vector de Ideas · These Time We are living, Socos dúo (2014) · Mantra, Socos Dúo (2017) · The way, Socos Dúo (2021) · Fracture, Socos Dúo (2022) · Intensidad, Ciro Hernández (2021) · Una nueva vida, David Minguillón (2021) · Canarias Miscelánea, Cuarteto Imprevisto (2022) · Puentes, Classical Laguna Experience Orchestra (2022) · Organillos de México, Isauro Escamilla (2023) · Tarab, Quinteto Tarab (2023) · Villancicos clásicos, Escuela de Folclore de La Palma (2023) · Kore, Cuarteto Imprevisto (2023) · Miniatures, Socos Dúo (2023) · Conexiones, Classical Laguna Experience Orchestra (2023)

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Emilio Carreón


Mexico

Cantautor

Smooth Jazz

Cumbia

Bolero

Cantautor amateur en busca de la belleza lírica y musical. Actualmente cursa estudios en Etnomusicología con piano en la Facultad de Música de la UNAM, así como un máster en Songwriting por la EARTES, del cual es becario. Ha estudiado saxofón en la Escuela de Iniciación Artística N. 3 y piano en el Centro de Educación Artística Luis Spota Saavedra, ambas del INBA. Tuvo destacadas participaciones como soprano solista en el Coro de Infantes de la Basílica de Guadalupe. Su primer acercamiento a la música fue una tuna escolar y comenzó a componer canciones a los 14 años.

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Azteca


Mexico

Banda

Progressive Metal

Progressive Rock, Art Rock & Symphonic Rock

AZTECA es una banda de rock sinfónico folclórico que nos sumerge en la historia prehispánica de México a través de su música poderosa, letras históricamente inspiradas y reliquias escénicas, que cautivan a la audiencia con cuentos de mitología, tradición y conocimiento. El grupo comenzó en 2019 con músicos de sesión que formaban parte de un anterior grupo, quiénes se reconstituyeron para tomar por sorpresa a la escena rock con increíbles vestuarios coloridos y máscaras que representan a los principales dioses de la cosmología azteca. Con un sonido acorde a su visión, instrumentos precolombinos se mezclan con pasajes orquestales, con tambores que retumban y con ritmos de rituales, que cautivan al público y los hacen bailar con las historias de la cultura prehispánica más emblemática de México. Tras publicar las primeras canciones en el 2022, narrando históricamente desde la profecía de Huitzilopochtli que hizo peregrinar a los aztecas, pasando por las derrotas a manos de sus rivales xochimilcas, hasta el establecimiento definitivo en la nueva Mexico-Tenochtitlan, la agrupación tuvo reconocimiento en festivales importantes en el país, que culminaron con una gira de conciertos en Suecia, Noruega, Dinamarca, Alemania, entre otros países. Ahora, para inicios del 2024, la banda está lista para regresar a tierras europeas a una segunda gira, compartiendo estas magníficas historias aztecas en Países Bajos, Francia, Reino Unido, Suiza, España y Portugal.

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Vertixe Sonora


España

Ensamble

Contemporánea

.Desde su presentación en 2011, Vertixe Sonora ha realizado 244 conciertos y realizado 290 estrenos absolutos de 220 compositores de 46 países. Una década de producciones propias y conciertos en diferentes festivales y ciclos de España. Su reconocimiento internacional le ha permitido presentarse en escenarios de Alemania, Estados Unidos, Francia, Hong Kong, Italia, México, Portugal, Suecia y Suiza. Premio Martín Codax 2016 de Música clásica contemporánea, su labor fue recogida en los documentales Sonutopias (campUSCulturae de la Universidad de Santiago de Compostela, 2014), Correspondencias Sonoras (Manuel de él Río, 2013) y La lira del desierto (Manuel de él Río 2020) este último en conmemoración del 60 aniversario del nacimiento del compositor Enrique X. Macías. Además del CD con las obras finalistas del XXVI premio Jóvenes Compositores Fundación SGAE-CNDM, ha registrado para WERGO el ciclo Die Wanderung de la compositora Lula Romero, y para el sello NEOS The Dimension of the Fragile, monográfico sobre el compositor Víctor Ibarra,y también para NEOS Espacios periféricos, monográfico del compositor colombiano Camilo Méndez que será publicado en el 2023. Desde 2021 es miembro, sección española, de la Sociedad Internacional de Música Contemporánea (ISCM)

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