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Ner


España

Compositor

Folclor

Minimalism

.A los 5 años se convierte en uno de los primeros niños en formar parte de la Orquesta Filarmónica de Gran Canaria , estudiando solfeo , canto , percusión y violoncello. A los 7 empieza a tocar en la Joven Orquesta de Gran Canaria , donde realiza numerosos conciertos por las Islas Canarias , bajo las direcciones del Maestro Guerrero o Fernando Palacios , entre otros. A los 12 años supera las pruebas para formar parte de la JOC (Joven Orquesta de Canarias) , donde realiza don giras en los siguientes años por las Islas.
 A los 16 entra en el Conservatorio Superior de Las Palmas de G.C. , donde empieza a estudiar Clave , música antigua y música de cámara. Finalmente , a los 19 años se traslada a Barcelona , donde estudia piano y armonía moderna, primero en el Taller de Musics , y luego en la Escola de Música de Badalona , donde además lo complementa con un módulo de música afrocubana. Respecto a su faceta compositiva, empieza a componer a los 13 años , donde se estrenan algunas de sus obras en la Sede de la Orquesta Filarmónica de Gran Canaria.
 En Barcelona sigue con esa faceta , realizando bandas sonoras para varios cortometrajes , un largometraje , documentales y cuentos infantiles , aparte de hacerse cargo de la dirección musical en dos teatros musicales y un cabaret de boleros. En la Ciudad Condal también compone música para “Volando sobre Canarias” , temas que se terminarían convirtiendo en parte de su proyecto personal : “Atlántida”, donde fusiona folklores dentro de un ámbito clásico , mientras que colabora con artistas canarios con conciertos en la Península. 
 Ha tocado junto a Domingo Rodriguez “El Colorao”, Yeray Rodriguez, Gustavo Colina, Hirahi Afonso, Rita Payés, Arkano, Braulio, Javier Cerpa, y Beatriz Alonso , entre otros. En la actualidad , sigue componiendo y arreglando obras para disciplinas de toda índole. Se encuentra en proceso de lo que será su proyecto en solitario, aparte de su segundo disco con “Atlántida”, entre otros menesteres. También pertenece a bandas como Nimañana , LAJALADA , Modo Rakune o Sylvie Hernández.

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FESTIVAL PANELA DO JAZZ


Brasil

Festival

O Panela do Jazz é um festival de música instrumental concebido para reunir ações artísticas e educativas de naturezas distintas, mas complementares sob o prisma da diversidade cultural brasileira e da arte do improviso como conceitos criativos, com valorização de nossos patrimônios culturais imateriais e lastreado na ocupação consciente, democrática e produtiva do espaço público. Desta maneira, a curadoria do Panela do Jazz traz como linha curatorial a temática: “O regionalismo e o improviso como conceitos criativos”, e toma como base as sonoridades rítmicas originais e ligadas às matrizes tradicionais da cultura nordestina por meio de sua fusão com o jazz brasileiro, como, por exemplo: o forró, o frevo e a afrobrasilidade – estéticas sonoras mundialmente reconhecidas como vertentes do jazz contemporâneo desenvolvidas no Brasil. As questões de igualdades de gêneros e o intercâmbio cultural também fazem parte dos propósitos conceituais da curadoria e, tendo isso em vista, buscaremos montar uma grade artística composta por, pelo menos, 50% das apresentações musicais com mulheres protagonistas e artistas e/ou grupos de fora de Pernambuco, buscando criar um link direto de intercâmbio entre Recife e outras regiões brasileiras, com a representatividade de um evento na luta pela equidade de gêneros na cadeia produtiva da cultura no Brasil. Com realização prevista para o mês de abril de 2024 e infraestrutura montada no bairro histórico do Poço da Panela, Recife/PE, às margens do Rio Capibaribe, a 5ª edição do Festival Panela do Jazz promoverá dez (10) shows gratuitos de música instrumental para um público de todas as idades, divididos em dois (2) dias de evento, recebendo nomes prestigiados no circuito nacional e dando visibilidade aos artistas e grupos da nova geração. Os shows serão intercalados por intervenções artísticas-musicais, com performances que refletem a riqueza da cultura de matrizes africana e indígena nas mais distintas linguagens, da percussão à dança, do canto ao louvor, com o objetivo de promover a inclusão das linguagens artísticas de origens étnico-raciais e a valorização da pluralidade e diversidade de nossas expressões e bens culturais dentro do Panela do Jazz. O evento conta com uma Feira Livre expondo produtos oriundos da economia criativa local e cardápio diversificado da gastronomia regional, como, também, conta com a realização de um “Encontro de Palhaçadas” – um polo alternativo criado especialmente para o público infanto-juvenil e concebido para interagir as linguagens circenses que flertam diretamente com o mundo da arte do improviso como conceito criativo de interação com o público: “os palhaços e suas palhaçadas”. Paralelamente ao festival acontecerão atividades formativas para alunos e alunas da rede pública de ensino e público em geral. Serão ofertadas 2 (duas) masterclass de música, sendo uma em harmonia funcional e outra em improvisação – esta ação formativa busca favorecer a ampliação e diversificação dos repertórios artísticos e culturais de músicos pernambucanos – e promovida uma (1) mesa redonda, contendo a participação de membros do Paço do Frevo, da Associação Cultural Capiba, músicos e pesquisadores convidados para uma roda de diálogos e troca de conhecimentos em memória aos 120 anos e aos 80 anos de nascimento dos mestres Capiba e Naná Vasconcelos, abordando temas sobre a musicalidade de matrizes tradicionais africanas, e a sua fusão com o jazz brasileiro, e sobre a singularidade das estéticas sonoras e artísticas do frevo instrumental pernambucano que mais dialogam com o jazz tradicional dos EUA – esta ação busca promover a salvaguarda de bens culturais imateriais da nossa música instrumental brasileira. O Panela do Jazz também contará com uma estrutura de transmissão em audiovisual das apresentações musicais pelo YouTube, num formato de programa roteirizado que terá espaços para entrevistas, comentários e depoimentos — através dos quais os músicos, artistas e grupos poderão desfrutar de mais um canal de difusão e aproximação com o público de fora de Pernambuco, beneficiando-se, também, da atemporalidade posterior dos vídeos nas redes sociais (Instagram e Facebook) e no engajamento do público. O sítio histórico do Poço da Panela, Zona Especial de Preservação do Patrimônio Histórico do Recife, é o bairro sede e “mãe” do Panela do Jazz. Com seu patrimônio arquitetônico e cultural, o bairro respira ares libertários, sintetizados no monumento de bronze com o busto do abolicionista José Mariano e a representação de um homem escravizado com os grilhões rompidos. Este patrimônio arquitetônico representa o principal local de acolhimento de escravizados que fugiam pelo Rio Capibaribe ou que ganhavam cartas de alforria para sua liberdade. Ou seja, o Panela do Jazz é a junção de um ambiente que inspira cultura e história com uma linguagem musical que expira arte e criatividade, oferecendo conteúdos exclusivos, em formato híbrido, distribuído em diversas plataformas e promovendo uma experiência de entretenimento cultural e fruição da música instrumental no Nordeste brasileiro.

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Simone Mazzer


Brasil

Solista

MPB

Simone Mazzer é cantora e atriz. Em 2015, lançou o seu primeiro álbum solo, ”Férias em Videotape” (2015), escolhido pela crítica especializada como um dos melhores do ano. O álbum lhe rendeu a indicação de melhor cantora, ao lado de Gal Costa e Elza Soares e um troféu do 27º Prêmio da Música Brasileira, na categoria Revelação em 2016. Com o álbum emplacou três faixas em trilhas sonoras na tevê: “Tango do mal” e “Estrela blue”, na Rede Globo, e “Dei um beijo na boca do medo”, na Fox. Em 2018, foi indicada novamente no 29º PMB na categoria Melhor Cantora, pelo álbum “Simone Mazzer & Cotonete” (2017), projeto especial gravado em Paris em parceria com a banda francesa de jazz-funk. Ainda em 2018 lançou os singles “Corpo” e “Still in love with you” (um feat com o cantor e compositor australiano Mike Erlington) e começou a pesquisa para repertório do seu novo álbum. Em 2019 gravou com o Grupo Semente o álbum “Grupo Semente e Simone Mazzer cantam e tocam Nelson Cavaquinho”. Voz, músicos, canções inéditas ou não, uma artista para ser vista e ouvida com olhos e ouvidos livres. Mazzer seleciona em seus projetos repertorio de referências musicais com a escolha de compositores consagrados, contemporâneos, ousados. Quando se pensa em Simone Mazzer o que vem à cabeça é a soma: vozeirão + músicos afinados + interpretações impactantes! E é isso mesmo o que se pode esperar. Em 2020 lançou o single “Nothing will be as it was” aclamada versão de “Nada será como antes” (Ronaldo Bastos e Milton Nascimento) em parceria com Donatinho. Em 2021 Mazzer finalizou a pesquisa dos compositores e a produção das músicas para a gravação do álbum “Deixa ela Falar”, lançado em 2022 pela gravadora Biscoito Fino. Um álbum com canções que tem a presença de autoras com inovações melódicas ousadas e livres de alguns conceitos consagrados, trazendo mudanças de ritmos e destronando regras, as letras não se submetendo a qualquer tabu ou preconceito, sem medo de se dizer o óbvio. Isso, além de clássicos como Jards Macalé, Edu Lobo, Vinícius de Moraes. Em 2023, estreia o show dirigido por Marcio Abreu em que o desafio é colocar esse som em cena. Sim, o som. É ele quem conduz. Essa sonoridade proposta com arranhões, dissonâncias, timbres inusitados e toda a competência do ANT-ART. Antônio Fischer-Band e Arthur Martau — o irônico e icônico duo ANT-ART — os dois se revezando nos instrumentos, criando orquestrações (com importantes citações), descobrindo sonoridades. É rock and roll, mas também é poesia pura com imagens contraditórias, um sambapsicodelicorockandroll, tudo isso e mais um pouco. Liberdade de criar, força para propor, vencer o cansaço e sorrir, é cabaré. É um antishow. É muita coisa! Afinal, EXISTE VIDA ALÉM DO PADRÃO.

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Trio Retrato Brasileiro


Brasil

Banda

Contemporánea

.Formado em 2015 por Gabriel Peregrino (vibrafone), Guilherme Saka (guitarra) e Theo Fraga (baixo acústico), o trio Retrato Brasileiro estreou no Fest. Imagine Brazil 2016, vencedores por unanimidade do júri. Em 2017 realizou uma turnê europeia pela Holanda e Espanha. Em 2018 fez parte do fest. intern. IV Gramado in Concert e Chorando Sem Parar. Em 2019, o trio venceu o concurso de composição MAIA da UNICAMP, lançou o EP Suítes Brasileiras Vol. 1 e estreou o show Confluências. Em 2020, lançou o álbum Outras Bossas, em homenagem aos 110 anos de Noel Rosa, com a cantora Jacque Falcheti. Em 2021 realizou o projeto Facetas De Noel, com 6 shows online, estreou o show Viajante com o compositor, cantor e pianista Marcelo Onofri, realizou o show Renascimento com o artista moçambicano Otis Seliman, realizou uma turnê pela Colômbia e gravou um álbum com o compositor e bandolinista colombiano Sai Conde. Em 2023, lançou o disco de músicas autorais Confluências

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Fatua Trío


Colombia

Agrupación

Fusion / Jazz Rock

Folclor Fusión

Folklore Sudamericano

“Fatua Trío es una joya en la escena Nariñense y Colombiana. Su disco, sin duda, ha marcado el camino del contacto respetuoso de la música sureña y su evolución. Fatua marca el camino hacia un territorio donde confluyen el jazz y los imaginarios de su tierra de origen. Un trabajo Maravilloso” (Antonio Arnedo) Ganadores de diversos premios y convocatorias, entre ellos: premio nacional de estímulos del Ministerio de Cultura de Colombia (2017), premio nacional de concertación del Ministerio de Cultura de Colombia (2020), ganadores de la convocatoria Cultura Convoca de la Gobernación de Nariño por dos años consecutivos (2018, 2019) y ganadores de la beca para producciones discográficas del programa nacional de estímulos del ministerio de cultura en el año 2021. Fatua construye su sonido desde lo íntimo y conmovedor de la sensibilidad andina diversa, hasta la energía volcánica de la fiesta y el carnaval. Es hoy por hoy, el proyecto artístico de jazz fusión más destacado del departamento de Nariño, al sur de Colombia.

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César Silva


Peru

Compositor

Cantautor/Música de autor

Soft Rock / Adult Contemporary (A.C.)

Soy un músico independiente, trabajo como músico desde los 15 años, desde ese momento repasado por diferentes agrupaciones de música tocando una gran diversidad de géneros musicales. Con el tiempo fui empezando a dirigir y producir y he tenido la oportunidad de tocar con artistas importantes de mi país y con algunos artistas internacionales también. En el 2013 empece como tecladista y segundo director a cargo de la banda de LA VOZ PERÚ, donde además me encargaba de todas las transcripciones y algunos arreglos. Por medio del programa he tenido de acompañar a artistas internacionales como Pimpinella, El Puma, David Bisbal, Guillermo Dávila, Mike Bahía, etc. Así como los mejores artistas de mi país como Gianmarco, Tony Succar y Eva Ayllon, con quien produje un par de temas el año pasado. Hasta el año pasado fui director musical de Susan Ochoa, ganadora del Festival de Viña del Mar en el 2019. Este año me estoy dedicando más a prepararme técnicamente, terminé un diplomado de music business online en la universidad La Javeriana de Colombia, estoy haciendo otro diplomado de gestión cultural en el MALI y también estoy estudiando marketing, todo con las miras de crear mi sello independiente este 2024.

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GOAT ENTERTAINMENT


Brasil

Empresa

Desde el año 2007 como productor musical independiente, fue en el año 2017 que me involucré en la producción de música electrónica y para documentales. Dos años después, en 2019, con mi socio fundé la empresa GOAT ENT, responsable de revolucionar el mercado de eventos en nuestra ciudad de origen, Curitiba, trayendo espectáculos y artistas nunca antes imaginados en nuestra ciudad, como Kamasi Washington, BadBadNotGood. , Khruangbin, Azymuth y otros. Desde entonces, y después de la pandemia, me he centrado mucho en producir música original enfocada al mercado de la música electrónica y dance, habiendo tocado en las fiestas y clubes más grandes de Curitiba. Hoy, residiendo en Río de Janeiro, viajo a festivales en la ciudad de Río y también en São Paulo, para ampliar aún más mi CV como curador, productor y manager de artistas. Este último comenzó en 2023, integrando a dos artistas a nuestro nuevo sello de gestión artística, entre ellos Ricardo Verocai (hijo de Arthur Verocai) y Dharma Jhaz.

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Facundo Gabriel Passeri


Argentina

Compositor

Candombe

Chacarera

Baterista, percusionista y docentes. Egresado en 1998 del Instituto Tecnológico de Música Contemporánea (Bs. As.). Inicialmente se formó con su padre, Domingo Passeri, y posteriormente con Hector Ruíz, Jose Luís Colsani, Hernan Hetch, Claudio Eiler, Carlos Riganti, Daniel Piazzolla, Oscar Giunta, Tongo Hernandez, Juan Saavedra, Gustavo Meli, Javier Puyol, Pablo Gonzalez, Eduardo Avena, Martin Gonzales y Federico Lucia. Se profesionalizó con Santiago Vásquez en el estudio del lenguaje de señas de percusión y ritmo. Actualmente lleva adelante varios proyectos musicales, altamente participativos, a partir de estas técnicas. Es creador del Mareo, ritmo musical de la costa atlántica. Fundador del Instituto Marplatense de Música Contemporánea en el año 2003, que recibe más de 200 estudiantes por año en cada disciplina. Director de grupos de percusión El Recicle, Tumbelé, Les Juernes. Músico en Creciente. Creador del "Tu Macht", un campeonato de improvisación de canciones.

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Yusel Barraza


Colombia

Trabajador Independiente

Juscelino Miguel Barraza Barbosa, ampliamente conocido como YUSELBARRAZA, es un destacado productor, músico y arreglista con raíces enBarranquilla y actual residencia en Bucaramanga. Su legendariatrayectoria en la industria musical abarca cuatro décadas de pasión ydedicación. Inició su viaje musical como uno de los alumnos fundadores de laLicenciatura en Música de la Universidad Industrial de Santander (UIS).Su gran talento como bajista lo llevó a formar parte de emblemáticasagrupaciones como PASTOR LÓPEZ Y SU COMBO durante más de 10años. Además, colaboró con otras reconocidas bandas, incluyendoARMANDO HERNÁNDEZ y su combo caribe, NELSON HENRÍQUEZ y sucombo, y contribuyó al legado de ALCI ACOSTA, tanto con su voz comocon su piano, entre otras colaboraciones.

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VALERIA ATKEYS


Costa Rica

Compositor

Electropop

Indietronica & Chillwave

Valeria Delgado AKA Atkeys, es una pianista, productora y compositora costarricense graduada de Máster en Piano de la Universidad Nacional de Costa Rica y el Conservatorio-Liceu de Barcelona. Amante del arte de la improvisación, disfruta de jugar con distintos estilos de composición; desde música clásica para el piano, hasta música electroacústica alternativa con influencias de electro-pop, indie-pop y trip- hop. Su ultima producción “Miradas Transparentes” se encuentra pre seleccionada a los “Latin Grammy 2024” como mejor canción alternativa. Su sencillo “Midnight Running” fue galardonada como mejor sencillo electroacústico 2021 en los Premios ACAM, máxima entidad de la música en su país. Es gestora cultural de la escena musical femenina de Costa Rica y productora del primer festival masivo centroamericano de mujeres en la música : Wila Fest.

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