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Evaldo Alexandre Mattos Fonseca


Brasil

Trabajador Independiente

Hoje, entendo que tudo ao meu redor sinalizava para a importância de se mesclar conhecimentos em áreas diversas. Um novo mundo estava se reorganizando com a chegada da internet e as tecnologias digitais. Estava trabalhando como músico profissional em Minas Gerais, quando fui atraído para projetos multidisciplinares que englobavam criar, gravar, editar, produzir, divulgar e distribuir utilizando dos meios e ferramentas novas do universo digital. A indústria da Música foi uma das primeiras a ser radicalmente impactada pela criação de novas tecnologias e plataformas on-line. A portabilidade e o acesso rápido promoveram uma revolução sem precedentes no mercado fonográfico. Comecei fazendo DOS Microsoft no SENAC. Aprimorei meu inglês para ler os manuais e acessar o material disponibilizado nos sites dos fabricantes. Li revistas especializadas e tive acesso à artigos da AES sobre comportamento do som, Acústica, Física, Eletrônica…Foi no IATEC onde pude conhecer essas possibilidades e ter oportunidades de praticar o que estudava. Na época, participei de um concurso de música eletrônica que me premiou com uma bolsa para treinamento de Protools. Assim foram surgindo alguns trabalhos de freelance para empresas multinacionais em eventos como a Rio +20. Fiz parte da primeira turma de "Audio para TV e Cinema" com os mestres Eduardo La Cava e Ricardo Gama. No SESC, pude exercer funções que fazem parte de toda a cadeia de entretenimento. Por seis anos, trabalhei com equipes, coordenando e supervisionando. Música, Teatro, dança, eventos coorporativos… Adquiri prática em serviços administrativos como controle de patrimônio, compras e orçamentos. Projetei e montei um estúdio de rádio online e gravações de podcast para o SESC. Quando ingressei na faculdade, eu já tinha muita bagagem. O curso de Produção Audiovisual na Estácio foi importante para me reconectar ao mundo acadêmico. Essa mistura resultou num conjunto teórico e prático que são únicos em minha formação profissional. Continuo produzindo trilhas, compondo e gravando. Herdei de meu saudoso pai esse dom e cultivo com muita reverência tudo o que a música me trás em termos de conhecimento e qualidade de vida. Existem alguns momentos marcantes dessa trajetória. Gosto de recordar o dia em que fui chamado para gravar o inigualável Hermeto Pascoal para uma performance a ser exibida durante o festival Multiplicidade do Oi Futuro. Trabalho prestando serviços para diversas empresas e tenho a minha que atende demandas do setor audiovisual.

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Lucas Napolitano


Ecuador

Compositor

Cantautor/Música de autor

Hijo del “El Viejo Napo” y de la bailarina/coreógrafa María Pérez, desde niño el arte ya corría por sus venas. Su sonido reúne géneros como el blues, funk y jazz con un potente sonido de guitarra eléctrica. Sus letras un tanto criollas, relatan sus vivencias evocando lo cotidiano. También reflejan los lugares donde vivió, cerca del mar y en las montañas de la sierra ecuatoriana. Todos estos elementos hacen de sus canciones algo único que lo identifican como artista. En el 2019 Lucas lanzó su primer EP denominado “Cholo Blues” con su sencillo promocional “Me quedo con mi Blues”. En el 2022 grabó su una sesión en vivo en Bajamar y saco su nuevo single, “Esto No Funciona”. Actualmente se encuentra en la etapa de preproducción de su nuevo álbum y está próximo a sacar colaboraciones con otros artistas. Invitado concierto 60 años del CEN junto a Guy Davis. (Guayaquil, EC 2011) Festival Homenaje a Pappo Napolitano. (Buenos Aires, Arg 2013) Invitado de Verde 70, Concierto por amor al Rock. (Quito, EC 2016) Invitado de Man de Barro, festival Bielandia junto a Rawayana. (Guayaquil, EC 2017) Participación como solista en el Festival Internacional Quito Blues. (Quito, EC 2018) Cierre del Ecuador Jazz, La Caponata. (Quito, EC 2022). Participación como solista en el Perla Fest. (Guayaquil, EC 2022) Gira Colombia, Lanzamiento Esto No Funciona. (Bogota, Colombia. 2022)

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Jorge Dissonância


Brasil

Compositor

Instrumental / Jazz Brasileiro

Bossa Nova

Worldbeat

No vasto universo da música brasileira, surge um artista de origem singular, cuja jornada musical transcende fronteiras e ressoa com força ancestral. Jorge Dissonância, artista preto nascido na comunidade quilombola Mata do Cabaú, posteriormente denominado Povoado Mata de São José, no município de Maruim, em Sergipe, carrega consigo a força e a essência de suas raízes. Há 35 anos, Jorge vem desbravando o cenário musical brasileiro como cantor, compositor e virtuoso violonista. Sua paixão pela música despertou aos 18 anos de idade, quando, incentivado por seu tio José, descobriu nos acordes do violão um universo de possibilidades. O tio sábio lhe disse: "Tudo que fizer no violão é uma nota; tem um valor musical". Essa frase instigante e estimulante impulsionou Jorge em uma jornada de descoberta sonora, onde cada nota era uma expressão de seu ser. Jorge encontrou influências valiosas em suas raízes. Seu avô materno, Ariosvaldo, era um talentoso cavaquinista, enquanto seu pai, Marcelo, era um habilidoso baterista. Essas influências familiares despertaram no artista uma musicalidade herdada, uma conexão profunda com o ritmo e a melodia. Foi assim, enraizado em suas origens, que Jorge Dissonância ganhou destaque a partir de 1988, adotando o pseudônimo que o acompanha até hoje. Movido pela busca por sua identidade musical, Jorge mergulhou em composições que celebram as múltiplas facetas da cultura brasileira. Em 2010, seu disco "Africanê" foi inserido como parte do IV Kit de Literatura Afro-brasileira, um projeto pedagógico da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Com uma proposta que unia tradições ancestrais e contemporaneidade, o álbum ganhou vida e trouxe à tona as influências de uma nação mista, repleta de heranças africanas, europeias, indígenas e descendentes. "Africanê" vem da junção da palavra África que quer dizer façanha, feito, proeza e a palavra ‘nê’ que, em Tupi – Guarani, significa teu, tua. Africanê: África tua; africanismo teu; mistura brasileira; junção de palavras; idéias que nos levam às diversas origens ancestrais de um povo rico em doações consangüíneas. Além de seu trabalho musical, Jorge Dissonância também deixou sua marca na literatura. Publicou o livro "Tropicor", uma obra que transborda poesia e reflexões sobre a complexidade da vida e da identidade brasileira. Sua poesia também foi selecionada para fazer parte da antologia "Portuguesia – 100 Poetas da Língua Portuguesa", reforçando seu papel como uma voz única e autêntica na cena artística. O reconhecimento de Jorge como artista completo veio em 2020, quando foi contemplado com o XI Prêmio Zumbi de Cultura, na categoria Música. Essa honraria, concedida no prestigioso Sesc Palladium, em Belo Horizonte, solidificou sua posição como um dos expoentes da música afro-brasileira contemporânea. Em 2022, Jorge apresentou o Concerto Africanê, uma performance que mesclou tradições sonoras ancestrais com sonoridades contemporâneas. Esse concerto foi apresentado na edição Sonora Brasil Culturas Bantu, um evento que celebrou a riqueza da música afro-brasileira e suas manifestações tradicionais. Por meio de suas produções, Jorge Dissonância desenvolve constantemente projetos ligados à ecologia e à consciência étnico-racial, buscando conectar sua arte com questões sociais e ambientais. Além disso, sua expertise e talento são compartilhados com outros artistas, já tendo produzido, arranjado e dirigido trabalhos fonográficos de artistas como Wilmar Silva, Francesco Napoli e 'Boi Rosado'. Jorge Dissonância é mais do que um músico, é um elo entre passado e presente, um contador de histórias que ecoa a força e a beleza de suas raízes. Sua música é uma celebração das múltiplas facetas da identidade brasileira. Um convite para mergulhar na nordestinidade, brasilidade e africanidade que formam o artista. Em suas composições, encontra-se um verdadeiro balaio multicultural, repleto de sonoridades envolventes e mensagens impactantes.

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Javier Moreno In Sides


España

Compositor

Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)

Nordic Jazz

JAVIER MORENO Contrabajista y compositor nacido en Madrid. Reside un largo tiempo en la ciudad de Nueva York con estancias intermitentes en diferentes lugares como Roma o Buenos Aires realizando intensa y dedicada actividad profesional hacia el jazz en todas sus vertientes. Estudió en instituciones como New York University (Nueva York) (Máster en Jazz Performance y composición) y el Royal Conservatory de la Ciudad de la Haya. (Holanda) (Licenciatura superior de Jazz) Recibe, premios, becas, y reconocimientos como: Banff Center of Creative Arts (Canadá) Tete Montoliú (AIE) (España); Fundación Caja Madrid (España), ART- EXT, (AECID) (España), National Endowment for the arts. (USA) MacDowell Colony (USA), Exploring the Metropolis (USA) o la beca Real Academia de España en Roma. (AECID), (Roma- Italia). En su carrera profesional ha formado parte de diferentes escenas dentro del jazz contemporáneo, el flamenco y otras músicas en diferentes ciudades, colaborando como acompañante Sideman con artistas tan dispares como: Gerald Cleaver, Tim Berne, Ernesto Jodos, Dino Saluzzi, Tony Malaby, Craig Taborn, Badal Roy, Jeremy Pelt, Mat Maneri, Carmen Linares, Greg Tardy, Camila Meza, Agustín Carbonell "El Bola", Javier Ruibal, Arcángel, Rycardo Moreno, o David Dorantes. Ha tocado en los más prestigiosos clubes y venues a nivel internacional, destacando lugares como: Fendika Cultural Center (Addis Ababa, Ethiopia) Filarmónica Romana (Roma, Italia), Sunset Sunside de París, Palacio de Carlos V (Granada, España) The Piano Man (Nueva Delhi, India), Centro León (Santiago de los caballeros, República Dominicana) Thelonious Club (Buenos Aires, Argentina), Casa de la música (Porto, Portugal) La Sebastiana(Valparaíso,Chile) CentroNacionaldelasArtesdeMéxico(México),Auditorio Nacional de Madrid (España), Café Central (Madrid, España), Jamboree (Barcelona), o los más prestigiosos clubes de jazz de Nueva York como son: The Stone, Smalls, Iridium, o el Cornelia Street Café. Asimismo, también ha participado festivales de Jazz de prestigio internacional como son el de San Sebastián (España), Festival de jazz de Vitoria (España) Spoleto Jazz Festival (USA), Eurojazz de México DF (México), Festival de Jazz de Madrid, Jazz Sur Son de Toulouse (Francia), Festival de Jazz de Buenos Aires (Argentina), Festival de Jazz de Porto (Portugal), Róbalo Jazz (Lisboa, Portugal), Rhino Jazz (Francia), Imago Jazz Festival (Eslovenia), New York Flamenco Festival (New York), Festival internacional de jazz de Nicaragua o el Festival internacional de la ciudad de Guatemala. Tiene en su haber seis discos como líder (cuatro de ellos con el sello de jazz catalán Fresh Sound New Talent) y otros cuatro álbumes como co- líder, destacando colaboraciones con el sello – Porta Jazz- de Oporto(Portugal) , y el sello ears and eyes records. (EEUU). Ejerce como director musical, contrabajista y compositor en diferentes producciones multidisciplinares, estrenadas en prestigiosos espacios como son el Duke Theatre de Broadway (Nueva York), o el Tempietto de Bramante de Roma. Su última obra como compositor contemporáneo para Marimba, Vibráfono, dos pianos y contrabajo, se llama Queen of the Limbo, y ha sido comisionada por el prestigioso ensamble Icarus Quartet de la ciudad de New Haven (USA) en Junio de 2018. Como educador, en la actualidad, forma parte del plantel de profesores del Ciclo Superior de Jazz y Músicas actuales de la Escuela de Música Creativa de Madrid, donde imparte: Contrabajo de Jazz, composición para intérpretes, combo de jazz moderno y ensamble de jazz de vanguardia. LINKS A ÚLTIMOS TRABAJOS → QUINTETO CAPITAL: FESTIVAL DE JAZZ DE MADRID https://www.youtube.com/watch?v=xl5qr1_SSCM → JAVIER MORENO CUARTETO IN SIDES: FESTIVAL DE JAZZ DE VITORIA https://youtu.be/5aU13CKYEZo → VESSEL TRIO: FESTIVAL DE JAZZ DE PORTA JAZZ (PORTO) https://youtu.be/xH3iiFOUSYg → JAVIER MORENO IN SIDES: VIDEO DE PROMOCIÓN DE ÁLBUM IN SIDES https://www.youtube.com/watch?v=6J7JEteKdgw

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Diego Presa


Uruguay

Cantautor

Folk Rock

Cantautor/Música de autor

Milonga

Indie Folk & Freakfolk / New Weird America

Folklore Sudamericano

Diego Presa (Montevideo, 1975) es músico y autor de canciones. Tiene una trayectoria sostenida desde hace dos décadas, con quince obras editadas y cientos de conciertos, en Uruguay y Argentina, por la que ha recibido varios premios y un amplio reconocimiento de la crítica especializada. Sus creaciones se desarrollan tanto en formato solista como en colectivo. Desde el año 2012 se presenta solo o con banda. Ha editado cinco álbumes: Visitante (Bizarro, 2022), producido por Juan Ravioli, nominado a mejor EP en los Premios Graffiti 2023; Cuarto (Bizarro, 2020), producido por Fabrizio Rossi, nominado a Mejor álbum de pop alternativo y a Solista masculino del año en los Premios Graffiti 2021, y seleccionado como uno de los 10 mejores discos uruguayos del 2020 por el diario El País; Playa desierta (Bizarro, 2016), producido por Federico Lima y seleccionado como uno de los 10 mejores discos uruguayos del año 2016 por el Diario El País; Trece canciones (Bizarro, 2014), producido por Alejandro Ferradás y nominado a Mejor álbum de pop alternativo en los Premios Graffiti 2015; y Diego Presa (Bizarro, 2012). En 2022 fue invitado a participar del álbum Un desánimo nada triste. Club de fans: Sylvia Meyer (Edición Feel de agua) con la interpretación de Juana de Arco en la ducha; y a realizar el show de apertura del concierto de Kevin Johansen (Argentina). En colectivo es parte de Buceo Invisible, tiene un dúo junto a Julieta Díaz (Argentina) y fue integrante de El Astillero. A finales de la década del 90’ junto a otros artistas funda Buceo Invisible, un espacio de encuentro y trabajo de músicos, poetas, plásticos y cineastas. Dentro del colectivo es cantante, guitarrista, compositor y arreglador. Buceo Invisible ha grabado cinco discos y todos han tenido más de una nominación a los Premios Graffit. El trabajo con Julieta Díaz, que comenzó en 2021, es el resultado de un encuentro de poesía y música, con dos álbumes editados y producción artística de Presa. Por el EP El revés de la sombra (Bizarro, 2021) obtuvieron el premio a Mejores compositores del año en los Premios Graffiti 2022; y recientemente vio la luz Río (Bizarro, 2023). El Astillero fue un trío acústico formado en 2016 junto a Garo Arakelian y Gonzalo Deniz, que editó dos discos por las que obtuvieron varios premios: Sesiones (Bizarro, 2016), Mejores compositores y Mejor tema por El amor anda suelto en los Premios Graffiti 2017; y Cruzar la noche (Bizarro, 2018), Mejor álbum de música popular y canción urbana, Mejores compositores y Mejor Banda en los Premios Graffiti 2019. Tanto en solitario como en grupo Presa ha compartido escenario con Gabo Ferro, Florencia Ruiz, Acorazado Potemkin, Juan Ravioli, Palo Pandolfo, Guillermo Pesoa, Juan Pablo Fernández, de Argentina, y Mandrake Wolf, Buenos Muchachos, Franny Glass, La Hermana Menor, Alejandro Ferradás, Socio, de Uruguay, entre otros. Ha realizado la música original de obras audiovisuales: serie Juicio al Cóndor, de Sebastián Santana y Pincho Casanova (2022), de cortometrajes sobre Uruguay para Telesur (2009), como solista, y del documental Aquellos nuevos asesinatos, de Guillermo Garat y Nicolás Golpe (2007) junto a Buceo Invisible.

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Alejandro Rey Mendoza


España

Solista

Contemporánea

Afro

Alejandro Rey Mendoza, Percusión. Nace en Córdoba (España) en el año 2002. Alejandro inicia sus estudios musicales a los ocho años en su ciudad natal y se gradúa en el Conservatorio Profesional de Música "Músico Ziryab" de Córdoba en el año 2020, continuando sus estudios de Grado Superior en la especialidad de percusión el Conservatorio Superior de Música "Rafael Orozco" bajo la tutela de la profesora María Luisa Jiménez Molina entre otros. Ha ganado varios premios (nacionales e internacionales), destacando el tercer premio en el "II Concurso Autonómico de Interpretación de Obras de Mujeres Compositoras" (2022) y la mención especial en la categoría de “experto” de la modalidad de percusión en la "Medici International Music Competition" (2021). Amplía su formación acudiendo regularmente a clases magistrales y privadas con figuras relevantes del panorama orquestal como son Raymond Curfs, Bart Jansen, Wieland Welzel, Manuel Westermann, Frédéric Macarez, Cristina Llorens, Carolina Alcaraz o Jose Antonio Moreno. Actualmente forma parte de varias orquestas jóvenes andaluzas, tales como la Orquesta Joven de Andalucía, Joven Orquesta de Córdoba, Joven Orquesta Sinfónica de Granada y Joven Orquesta del Mediterráneo. Cabe destacar reiteradas colaboraciones con la Orquesta de Córdoba, Camerata Gala y con la Academia de la Orquesta Ciudad de Granada.

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Goño


Chile

Compositor

Alternative Rock / Indie Ii

(Early) Pop Rock & Power Pop

Electropop

Soy un músico Chileno. Egresé de licenciatura en Teoría de la Música, de la Universidad de Chile, donde me enfoqué en composición e interpretación de músicas de raíz latinoamericana. Desde muchos años antes me formé con maestros de la guitarra latinoamericana como Simón González, Luis López, y en la universidad tuve clases con Héctor Sepúlveda y Juan Antonio Sánchez. Formé parte de un grupo de cueca "Al Lote" con quienes compusimos y producimos el EP "Cuecas de la Traición", en el que contribuí con letras, arreglos, guitarra y canto. Con esa misma agrupación ganamos el concurso de bandas emergentes "Quilín Music Fest" en su última edición, lo que nos permitió grabar en CHT studios el single "Nuestro amor me ha recordado", donde compuse la introducción y toqué guitarra. Actualmente estoy trabajando como profesor de música en un colegio, mientras me perfecciono en producción musical, canto, guitarra eléctrica y bajo. Me encuentro produciendo y componiendo para una agrupación que aún no debuta, que tiene como fin crear rock/pop inspirado en música popular japonesa.

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Alejandro Torres Farfán


Chile

Compositor

Folclor Fusión

Moderna

Profesor de Música de la Universidad Austral de Chile, Egresado de Magister en Artes Mención Musicología de la Universidad de Chile y Doctor en Musicología y Ed. Musical de la Cambridge International University, desde el año 1994 compone música Latinoamericana Chilena para Grupos, Ensambles y Orquestas Sinfónicas, suma mas de 80 composiciones y arreglos, en estilo de Música Latinoamericana Chilena, fusionando los elementos de Raíz con música clásica y popular, dialogando música moderna, bajo su dirección y gestión ha grabado 5 discos de estudio y organizado 10 Giras Internacionales bajo la Dirección de la Orquesta EgC y Ensamble Kuatriada, a los países : Argentina, Perú, Colombia, Brasil, Alemania y Francia. Coordina el Festival Sonamos Latinoamérica para los Niños de Valdivia desde el año 2017 a la Fecha, proyectos adjudicados por Ibermusicas, Fondos del Mincap, Municipalidad de Valdivia, Dirac, Gore de los Ríos ha sido premiado como personaje del año en Cultura de la Región de los Ríos, Finalista en GTP Chile en su categoría de Profesor de Música, Premio Regional de las Artes en Gestión otorgado por el MINCAP (Ministerio de las culturas las artes y el patrimonio de Chile) y Seleccionado en "Valdivia destaca 2024" en categoría Arte y Cultura. Desde el año 1995 hace clases en diferentes instituciones educacionales secundarias y superiores como Conservatorio de Música de la Universidad Austral de Chile, en la carrera de Pedagogía en Ed. Musical de la Universidad de los Lagos y en la Actualidad se desempeña como Director de la Orquesta EgC y Coordinador de vinculación con el medio del Colegio Bicentenario de Música J. S. Bach de Valdivia, Chile en el cual ha gestionado entre los años 2020 a 2024 una serie de proyectos culturales en beneficio de la comunidad educativa como Festivales, Seminarios, Cursos para profesores, Giras, entre otros. En 2024 realiza Gira a Alemania con el Ensamble Kuatriada con la ayuda de proyectos ibermusicas, Realiza Gira a LIma, Perú con la Orquesta EgC. En 2025 Prepara su Octava Gira Internacional con la Orquesta EgC a Brasil, prepara el Disco "Armonía Astral" con 9 piezas de su autoría. Estrena en 2025 nueve piezas Musicales para Orquesta, Ensamble de Flauta, Cuarteto de Violas y Ensamble Astral El catalogo Musical desde el año 1994 a la fecha comprende mas de 80 piezas musicales para diferentes formaciones.

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Explosion Negra


Colombia

Agrupación

Folclor Fusión

Explosión negra se consolida En la actualidad como uno de los grupos musicales más representativos de la cultura afro en Medellín llevando su música a diferentes escenarios nacionales e internacionales NOMINADO A LOS LATIN GRAMMY 2016 en la categoría mejor álbum Fusión Tropical ha desarrollado una metodología de etnoeducacion a través de la música, mostrando en sus letras y fusión de sonidos modernos con tradicionales toda la riqueza musical de Colombia, esto los ha llevado a realizar varias giras a países como ESTADOS UNIDOS, MÉXICO, CANADÁ , CHINA, FRANCIA Y AFRICA en donde ha presentado su propuesta musical en diferentes escenarios, festivales, clubes, teatros universidades entre otros. Fundada en el año 2001, Explosión Negra representa la evolución moderna de Colombia, la Riqueza y patrimonio musical afrocolombiano. El anterior álbum del grupo, LEVANTATE, atrajo la atención internacional y una serie de Prestigiosos premios. ALGUNOS PREMIOS Y RECONOCIMIENTOS MAS RELEVANTES Nominados a los premios Latín Grammy 2016 Ganadores convocatoria de circulación internacional el PAUER 2020, para realizar gira a África Ganadores de la beca de circulación internacional del ministerio de cultura para realizar Gira a Francia en octubre de 2015. Ganadores de la beca de producción musical presupuesto participativo 2015 Ganadores de becas de circulación internacional secretaria de cultura alcaldía de Medellín para realizar giras a Estados unidos, produjo la banda sonora del musical Barro de Medellín (2012)  Ganadores de las Becas de Creación de la Ciudad de Medellín, Secretaria de Cultura Ciudadana Alcaldía de Medellín (2009, 2012)  Nominados para los Premios Revista Shock en las categorías de Mejor Grupo Urban Style y Boom del Año nuevos sonidos del pacifico (2011)  Ganadores de la Beca de Intercambio Cultural Nacional de la Alcaldía de Medellín (2011)  Seleccionados para acoger el certamen Reina Internacional del Café en la ciudad De Manizales (2010)  Tele Medellín les realizo un homenaje a través del documental Son Latinos televisión (2010)  Ganadores de la Beca de Creación Artística del Centro de Desarrollo Cultural de Moravia de Medellín(2009) – reconocimiento en nota de estilo del concejo de Medellín por su trayectoria y aporte a la cultura en la ciudad de Medellín 2017 -A lo largo de su trayectoria se ha presentado en incontables eventos y festivales nacionales e internacionales. -A participado en mercados culturales como: Masa en Africa, Womex, Micsur, Fimpro, Circulart, Boom, Minec, Mercado del caribe y del pacifico. – ha dirigido Festivales de música como: Afrourbano, festiafro, Afrolatino fest, AfroMedellin fest virtual, día de a juventud afromedellinence. A realizado ensambles y colaboraciones con diferentes artistas y agrupaciones como: Sankofa, Alibombo, crew peligrosos, Andy Caicedo, David Pabón, Wangary, Los hermanos Aicardi entre otros.

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Jota Wagner


Brasil

Trabajador Independiente

Jota Wagner es periodista y productor artístico, manager de artistas y tour manager. Actualmente forma parte del proyecto IndieAmérica, destinado a promover la circulación de artistas latinoamericanos por el mundo. Con 30 años de experiencia en el negocio de la música, Jota Wagner ha trabajado con artistas como The Toasters (USA), Autoramas (BRA), El Zombie (ARG) y Dr. Explosión (ESP), entre muchos otros. Fue productor de eventos de la fiesta Colors, presente en todo Brasil y cuatro países europeos, fue director del sello Lunatic Jazz y co-fundador de Agência 55. Ha escrito para los portales de internet Terra y (actualmente) UOL.

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