
Adriano Dias
Músico autodidata começou a compor peças para violão e canções desde os 14 anos. Em 95 ingressou no curso de Composição na Unicamp onde aperfeiçoou estudos de regência, arranjos e composição com Almeida Prado, Ulisses Rocha, Raul do Valle, Damiano Cozella, Cyro Pereira e Eduardo Ostergren. Pesquisador de sonoridades e divulgador do violão brasileiro virtuosístico, em especial o de 7 cordas. Acompanhou artistas como Na Ozetti, Hermeto Pascoal, Monarco, Nei Lopes, Moacir Luz, Nelson Sargento, Guilherme de Brito, Noite Ilustrada, Jards Macalé, Roberto Luna, Walter Alfaiate, Luis Carlos da Vila, Wilson Das Neves, Dona Inah e muitos outros. Como maestro regeu a orquestra da Unicamp e vários corais da região de Campinas. Participação e citação no livro-projeto “Heranças do Samba” (Aldir Blanc, Hugo Sukman e Luis Fernando Vianna, ed. Casa da Palavra) que faz um apanhado geral do samba e seus compositores. Fundador e arranjador do grupo vocal-instrumental Quarteto de Cordas Vocais, conjunto responsável por ampla divulgação da música brasileira e das rodas de samba no Estado de São Paulo, representou o Brasil em 2010 na embaixada brasileira em Genebra! Este grupo teve o disco “Pra Cantar a Batucada” indicado para o Prêmio de Música Brasileira de 2015.
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Instrumental / Jazz Brasileiro
Descripción
Músico autodidata começou a compor peças para violão e canções desde os 14 anos. Em 95 ingressou no curso de Composição na Unicamp onde aperfeiçoou estudos de regência, arranjos e composição com Almeida Prado, Ulisses Rocha, Raul do Valle, Damiano Cozella, Cyro Pereira e Eduardo Ostergren. Pesquisador de sonoridades e divulgador do violão brasileiro virtuosístico, em especial o de 7 cordas. Acompanhou artistas como Na Ozetti, Hermeto Pascoal, Monarco, Nei Lopes, Moacir Luz, Nelson Sargento, Guilherme de Brito, Noite Ilustrada, Jards Macalé, Roberto Luna, Walter Alfaiate, Luis Carlos da Vila, Wilson Das Neves, Dona Inah e muitos outros. Como maestro regeu a orquestra da Unicamp e vários corais da região de Campinas. Participação e citação no livro-projeto “Heranças do Samba” (Aldir Blanc, Hugo Sukman e Luis Fernando Vianna, ed. Casa da Palavra) que faz um apanhado geral do samba e seus compositores. Fundador e arranjador do grupo vocal-instrumental Quarteto de Cordas Vocais, conjunto responsável por ampla divulgação da música brasileira e das rodas de samba no Estado de São Paulo, representou o Brasil em 2010 na embaixada brasileira em Genebra! Este grupo teve o disco “Pra Cantar a Batucada” indicado para o Prêmio de Música Brasileira de 2015.
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Ars Juglaris
Ars Juglaris, “El Arte del Juglar”, en latín, es un ensamble venezolano especializado en música antigua. Integrado por Bárbara Stabilito (violín), Jaime de Armas (flauta), Carlos Miguel Omaña (cuerdas pulsadas) y Luis Armando Rangel (Percusión). Tenemos por objetivo, no sólo interpretar y dar a conocer la música de los períodos antes mencionados, si no también divulgar de forma pedagógica y didáctica el contexto histórico que la rodea, contando anécdotas y curiosidades relacionadas y su relación con la música tradicional venezolana y latinoamericana. Además, utilizamos instrumentos y técnicas musicales de la época.
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Medieval
Renacentista
Celta
Descripción
Ars Juglaris, “El Arte del Juglar”, en latín, es un ensamble venezolano especializado en música antigua. Integrado por Bárbara Stabilito (violín), Jaime de Armas (flauta), Carlos Miguel Omaña (cuerdas pulsadas) y Luis Armando Rangel (Percusión). Tenemos por objetivo, no sólo interpretar y dar a conocer la música de los períodos antes mencionados, si no también divulgar de forma pedagógica y didáctica el contexto histórico que la rodea, contando anécdotas y curiosidades relacionadas y su relación con la música tradicional venezolana y latinoamericana. Además, utilizamos instrumentos y técnicas musicales de la época.

Miguel Ángel Cánepa
Soy profesor de guitarra egresado del Conservatorio de Música de Gral. San Martín "Alfredo Schiuma". Soy intérprete, arreglador y compositor tanto de música académica como del género tango. A este último me dedico especialmente. Además de haber integrado una gran cantidad de formaciones musicales (La Cambiada, Dicen que dicen, Dúo Cánepa-Stork, Popular contemporánea, Trío de Violas, etc.), he dirigido la Orquesta Típica del Municipio de Tres de Febrero entre 2009 y 2011. También compuse música para algunos cortos, como "El pago" o "Requiem para un tipo que no era". Actualmente soy Regente y Porfesor del Conservatorio de San Martín "Alfredo Schiuma" e integrante de la Orquesta Típica Espuma (proyecto de extensión del Conservatorio).
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Música de Cámara
Tango
Soundtrack
Descripción
Soy profesor de guitarra egresado del Conservatorio de Música de Gral. San Martín "Alfredo Schiuma". Soy intérprete, arreglador y compositor tanto de música académica como del género tango. A este último me dedico especialmente. Además de haber integrado una gran cantidad de formaciones musicales (La Cambiada, Dicen que dicen, Dúo Cánepa-Stork, Popular contemporánea, Trío de Violas, etc.), he dirigido la Orquesta Típica del Municipio de Tres de Febrero entre 2009 y 2011. También compuse música para algunos cortos, como "El pago" o "Requiem para un tipo que no era". Actualmente soy Regente y Porfesor del Conservatorio de San Martín "Alfredo Schiuma" e integrante de la Orquesta Típica Espuma (proyecto de extensión del Conservatorio).

NUESTRO ODIO FUE ENGENDRADO (N.O.F.E)
Nuestro Odio Fue Engendrado (N.O.F.E) es una banda cuyo nombre empieza a sonar para finales del 2003. Logrando un resurgir significativo en los últimos años por lo que se toma como nuevo punto de partida el 2012, año en el que se decide dar continuidad a la banda y donde se empieza a construir una nueva historia. Concepto musical que mezcla el Hardcore y el Metal, letras basadas en la realidad de nuestro país y la cotidianidad de la vida. Riffs con gran carga de fuerza, batería contundente, voces desgarrada, bajo potente y matices modernos desde la consola hacen que el sonido de Nuestro Odio Fue Engendrado (N.O.F.E) sea inconfundible. Con un amplio recorrido de presentaciones en vivo pasando por los festivales más importantes del país. Así como varias presentaciones en países como Argentina, Chile, Ecuador, Perú y México N.O.F.E se consolida como una referencia de la Música Extrema hecha en el sur occidente Colombiano.
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Metalcore / Nwoahm (New Wave Of American Heavy Metal)
Crossover Thrash
Nu Metal & Rap Metal
Descripción
Nuestro Odio Fue Engendrado (N.O.F.E) es una banda cuyo nombre empieza a sonar para finales del 2003. Logrando un resurgir significativo en los últimos años por lo que se toma como nuevo punto de partida el 2012, año en el que se decide dar continuidad a la banda y donde se empieza a construir una nueva historia. Concepto musical que mezcla el Hardcore y el Metal, letras basadas en la realidad de nuestro país y la cotidianidad de la vida. Riffs con gran carga de fuerza, batería contundente, voces desgarrada, bajo potente y matices modernos desde la consola hacen que el sonido de Nuestro Odio Fue Engendrado (N.O.F.E) sea inconfundible. Con un amplio recorrido de presentaciones en vivo pasando por los festivales más importantes del país. Así como varias presentaciones en países como Argentina, Chile, Ecuador, Perú y México N.O.F.E se consolida como una referencia de la Música Extrema hecha en el sur occidente Colombiano.
Música

Forró.org
O projeto Forró.org é uma comunidade de entusiastas que tem como objetivo fomentar a cadeia produtiva do movimento cultural do Forró a partir de atividades que auxiliem a salvaguarda da herança nordestina brasileira que se expandiu através da sua diáspora nos grandes centros urbanos sem esquecer das suas origens e história.
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Descripción
O projeto Forró.org é uma comunidade de entusiastas que tem como objetivo fomentar a cadeia produtiva do movimento cultural do Forró a partir de atividades que auxiliem a salvaguarda da herança nordestina brasileira que se expandiu através da sua diáspora nos grandes centros urbanos sem esquecer das suas origens e história.

Larissa Conforto
Larissa Conforto é baterista, percussionista, cantautora, produtora, performer e artista sonora. O ritmo é seu ponto de partida, na carreira de mais de 15 anos como musicista, que deságua no novíssimo projeto multi-artístico ÀIYÉ – uma mistura de ritmos e tambores, futurismo e espiritualidade em colagens, loops e beats. Carioca radicada em São Paulo, Larissa é uma artista queer, pansexual, ecofeminista, ativista e macumbeira – firmada na curimba da umbanda. Graduada em Produção Fonográfica, participou em discos de Gilberto Gil, Chico Buarque, Moraes Moreira, Alceu Valença, entre outros, como produtora artística, assina a co-produção no álbum de estréia, GRATITREVAS, indicado a disco do ano pelo APCA em 2020. Premiada como instrumentista (RIFF,2016) e indicada na mesma categoria ao WME Awards, Larissa hoje integra a banda de Duda Brack e Paulinho Moska, a quem acompanhou por duas turnês latino americanas. Como percussionista e curimbeira, Larissa pesquisa as construções e identidades latinas através de seus ritmos e tambores. Acredita que os ritmos são traços profundos de identidade compartilhada entre os povos, e os tambores são os contadores dessas histórias. Desde 2009 a artista investiga as ancestralidades conectadas a esses ritmos, traçando paralelos entre as diferentes regionalidades e expressões culturais do continente. Entre viagens e leituras intensas, a artista aprendeu castelhano de forma autodidata. De volta ao Brasil depois da segunda turnê européia de ÀIYÉ, com mais de 30 datas em 7 países, Larissa se encontra em fase de finalização do segundo disco do projeto, que contém músicas em português, espanhol**, inglês e iorubá, com lançamento previsto para março de 2022. Enquanto isso, sonha em poder semear as novas canções pela pequena rede que, como a aranha URU (em quechua), vem tecendo a tantos anos de estrada, com o projeto de turnê de lançamento do disco, intitulado "Transes".
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Trip Hop
Indietronica & Chillwave
Descripción
Larissa Conforto é baterista, percussionista, cantautora, produtora, performer e artista sonora. O ritmo é seu ponto de partida, na carreira de mais de 15 anos como musicista, que deságua no novíssimo projeto multi-artístico ÀIYÉ – uma mistura de ritmos e tambores, futurismo e espiritualidade em colagens, loops e beats. Carioca radicada em São Paulo, Larissa é uma artista queer, pansexual, ecofeminista, ativista e macumbeira – firmada na curimba da umbanda. Graduada em Produção Fonográfica, participou em discos de Gilberto Gil, Chico Buarque, Moraes Moreira, Alceu Valença, entre outros, como produtora artística, assina a co-produção no álbum de estréia, GRATITREVAS, indicado a disco do ano pelo APCA em 2020. Premiada como instrumentista (RIFF,2016) e indicada na mesma categoria ao WME Awards, Larissa hoje integra a banda de Duda Brack e Paulinho Moska, a quem acompanhou por duas turnês latino americanas. Como percussionista e curimbeira, Larissa pesquisa as construções e identidades latinas através de seus ritmos e tambores. Acredita que os ritmos são traços profundos de identidade compartilhada entre os povos, e os tambores são os contadores dessas histórias. Desde 2009 a artista investiga as ancestralidades conectadas a esses ritmos, traçando paralelos entre as diferentes regionalidades e expressões culturais do continente. Entre viagens e leituras intensas, a artista aprendeu castelhano de forma autodidata. De volta ao Brasil depois da segunda turnê européia de ÀIYÉ, com mais de 30 datas em 7 países, Larissa se encontra em fase de finalização do segundo disco do projeto, que contém músicas em português, espanhol**, inglês e iorubá, com lançamento previsto para março de 2022. Enquanto isso, sonha em poder semear as novas canções pela pequena rede que, como a aranha URU (em quechua), vem tecendo a tantos anos de estrada, com o projeto de turnê de lançamento do disco, intitulado "Transes".
Música

Mangini Gerónimo
Gerónimo Mangini es músico, compositor y baterista argentino. Su trabajo combina la interpretación, la creación de música original y la relectura contemporánea de autores latinoamericanos, integrando elementos del jazz, la improvisación libre y la experimentación sonora. A lo largo de su trayectoria ha recibido importantes reconocimientos y becas internacionales. En 2014 obtuvo la Beca completa MAGA para especializarse en el Departamento de Investigaciones Estéticas de la UNAM (México), bajo la tutela del Dr. Julio Estrada y Manuel Rocha Iturbide. En 2018 fue beneficiario del programa Becar Cultura + CALQ, que le permitió realizar una residencia en la Schulich School of Music de la McGill University (Montreal, Canadá), donde presentó conciertos con repertorio propio y estrenos de compositores contemporáneos. En 2022 recibió la Beca AVE Docente de la Universidad Nacional de Rosario, con la que realizó una gira por París, Berlín y Ámsterdam presentando un proyecto que une músicas latinoamericanas e improvisación libre. Ha ofrecido conciertos y conferencias en diversos países, destacándose su participación en la Universidad LaSalle de Brasil y en escenarios de Canadá y Europa. En 2026 realizará una gira por Estados Unidos con su proyecto Versiones Latinoamericanas, con conciertos y charlas en la University of Tennessee (Knoxville), Georgia Southern University y presentaciones en Nueva York. Como baterista, Gerónimo Mangini ha desarrollado una intensa actividad en la escena del jazz y la música contemporánea, participando en múltiples proyectos y colaborando con reconocidos músicos de Argentina y del exterior. Su versatilidad lo llevó a presentarse en festivales de jazz y música experimental, integrando propuestas que van desde el trío acústico hasta ensambles ampliados donde la improvisación ocupa un lugar central. A lo largo de su trayectoria ha transitado distintos lenguajes, consolidando un estilo personal caracterizado por la búsqueda tímbrica, la energía rítmica y la apertura al diálogo con otros géneros y estéticas. En el ámbito académico, se desempeña como profesor de Análisis Musical I en la Universidad Nacional de Rosario, de Contrapunto Tonal en el Conservatorio Astor Piazzolla y de Audioperceptiva I en el Conservatorio Manuel de Falla, además de colaborar en proyectos orquestales y programas de formación en música contemporánea y popular. Su primer disco solista, Versiones Vol. 1 (2025), incluye versiones contemporáneas de Ginastera y otros autores latinoamericanos, consolidando una propuesta artística comprometida con difundir y resignificar la riqueza musical de la región. .
Ver detallesMangini Gerónimo
Contemporánea
Descripción
Gerónimo Mangini es músico, compositor y baterista argentino. Su trabajo combina la interpretación, la creación de música original y la relectura contemporánea de autores latinoamericanos, integrando elementos del jazz, la improvisación libre y la experimentación sonora. A lo largo de su trayectoria ha recibido importantes reconocimientos y becas internacionales. En 2014 obtuvo la Beca completa MAGA para especializarse en el Departamento de Investigaciones Estéticas de la UNAM (México), bajo la tutela del Dr. Julio Estrada y Manuel Rocha Iturbide. En 2018 fue beneficiario del programa Becar Cultura + CALQ, que le permitió realizar una residencia en la Schulich School of Music de la McGill University (Montreal, Canadá), donde presentó conciertos con repertorio propio y estrenos de compositores contemporáneos. En 2022 recibió la Beca AVE Docente de la Universidad Nacional de Rosario, con la que realizó una gira por París, Berlín y Ámsterdam presentando un proyecto que une músicas latinoamericanas e improvisación libre. Ha ofrecido conciertos y conferencias en diversos países, destacándose su participación en la Universidad LaSalle de Brasil y en escenarios de Canadá y Europa. En 2026 realizará una gira por Estados Unidos con su proyecto Versiones Latinoamericanas, con conciertos y charlas en la University of Tennessee (Knoxville), Georgia Southern University y presentaciones en Nueva York. Como baterista, Gerónimo Mangini ha desarrollado una intensa actividad en la escena del jazz y la música contemporánea, participando en múltiples proyectos y colaborando con reconocidos músicos de Argentina y del exterior. Su versatilidad lo llevó a presentarse en festivales de jazz y música experimental, integrando propuestas que van desde el trío acústico hasta ensambles ampliados donde la improvisación ocupa un lugar central. A lo largo de su trayectoria ha transitado distintos lenguajes, consolidando un estilo personal caracterizado por la búsqueda tímbrica, la energía rítmica y la apertura al diálogo con otros géneros y estéticas. En el ámbito académico, se desempeña como profesor de Análisis Musical I en la Universidad Nacional de Rosario, de Contrapunto Tonal en el Conservatorio Astor Piazzolla y de Audioperceptiva I en el Conservatorio Manuel de Falla, además de colaborar en proyectos orquestales y programas de formación en música contemporánea y popular. Su primer disco solista, Versiones Vol. 1 (2025), incluye versiones contemporáneas de Ginastera y otros autores latinoamericanos, consolidando una propuesta artística comprometida con difundir y resignificar la riqueza musical de la región. .
Música

Maite Camacho
Maite Camacho (1978), artista, creativa y gestora cultural nacida y residente en Madrid, se formó entre las Facultades de Bellas Artes de Madrid y Bilbao y en la Escuela 10 de Diseño Gráfico de Madrid. Es una persona reconocida dentro del tejido cultural independiente ya que ha sido impulsora además de IN-SONORA de otros proyectos colectivos de carácter social y cultural, como Espacio Menosuno, Proyector, Taller Omnívoros.. proyectos de larga trayectoria que son ejemplo, y no solo dentro del mapa madrileño, de modelos de gestión independiente a distintos niveles.
Ver detallesMaite Camacho
Descripción
Maite Camacho (1978), artista, creativa y gestora cultural nacida y residente en Madrid, se formó entre las Facultades de Bellas Artes de Madrid y Bilbao y en la Escuela 10 de Diseño Gráfico de Madrid. Es una persona reconocida dentro del tejido cultural independiente ya que ha sido impulsora además de IN-SONORA de otros proyectos colectivos de carácter social y cultural, como Espacio Menosuno, Proyector, Taller Omnívoros.. proyectos de larga trayectoria que son ejemplo, y no solo dentro del mapa madrileño, de modelos de gestión independiente a distintos niveles.

Raquel Lúa
Cantautora, letrista y compositora. En 2018 publica “Ruegos y demás”, su disco debut de manera independiente y autoproducida, que consigue colocarla dentro del panorama de las artistas emergentes más prometedoras de la escena musical. Su voz es una mezcla de copla i fado y sus letras vienen cargadas de poesía y profundidad. Esta alquimia son las señas de identidad de su estilo. Todas estas cualidades son magistralmente acompañadas por una banda cargada de talento que hará degustar al público de un espectáculo cargado de magia y emociones.
Ver detallesRaquel Lúa
Nuevo Folclor
Descripción
Cantautora, letrista y compositora. En 2018 publica “Ruegos y demás”, su disco debut de manera independiente y autoproducida, que consigue colocarla dentro del panorama de las artistas emergentes más prometedoras de la escena musical. Su voz es una mezcla de copla i fado y sus letras vienen cargadas de poesía y profundidad. Esta alquimia son las señas de identidad de su estilo. Todas estas cualidades son magistralmente acompañadas por una banda cargada de talento que hará degustar al público de un espectáculo cargado de magia y emociones.

Gabriela Alizel Maravilla Aupart
Gabriela Maravilla, Filósofa por la FFyL, UNAM; bajo la asesoría de Axel Barceló, aplicó el estudio lingüístico de Sperber y Wilson a la notación musical. Egresada de la Escuela Superior de Música (composición) donde estudió con Jorge Torres. Egresada de la Especialización en Historia del Arte (UNAM). Actualmente cursa la Maestría en Ópera Experimental (UNITREF, Argentina) y es becaria del Conacyt-Cultura. Su música se ha tocado en CDMX; Ags. y Francia. Ha presentado su trabajo sobre filosofía antigua en el Coloquio de Estudiantes de Letras Clásicas FFyL; de teoría y notación musical en Sepehismume (UACM) y EdauTemus (FaM). Ha sido becaria del FONCA, jurado en Contigo a la Distancia, comisionada en Resilencias Sonoras, arreglista en el Centro Cultural Coreano en México. Ha incursionado en música para videojuegos: Women in GameX, GGJ2021, Paleontojam, LEIVA. Docente en la escuela autogestiva Mirabilia. Miembro activa de la colectiva “Las Montoneras”, coordinada por la saxofonista mexicana Alma Rodríguez.
Ver detallesGabriela Alizel Maravilla Aupart
Contemporánea
Solistas
Descripción
Gabriela Maravilla, Filósofa por la FFyL, UNAM; bajo la asesoría de Axel Barceló, aplicó el estudio lingüístico de Sperber y Wilson a la notación musical. Egresada de la Escuela Superior de Música (composición) donde estudió con Jorge Torres. Egresada de la Especialización en Historia del Arte (UNAM). Actualmente cursa la Maestría en Ópera Experimental (UNITREF, Argentina) y es becaria del Conacyt-Cultura. Su música se ha tocado en CDMX; Ags. y Francia. Ha presentado su trabajo sobre filosofía antigua en el Coloquio de Estudiantes de Letras Clásicas FFyL; de teoría y notación musical en Sepehismume (UACM) y EdauTemus (FaM). Ha sido becaria del FONCA, jurado en Contigo a la Distancia, comisionada en Resilencias Sonoras, arreglista en el Centro Cultural Coreano en México. Ha incursionado en música para videojuegos: Women in GameX, GGJ2021, Paleontojam, LEIVA. Docente en la escuela autogestiva Mirabilia. Miembro activa de la colectiva “Las Montoneras”, coordinada por la saxofonista mexicana Alma Rodríguez.
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