
A Tocaia
A Tocaia nasce do encontro entre quatro mulheres de múltiplas linguagens e vivências artísticas que se juntaram e misturam nesse projeto seus diferentes olhares. Com repertório diverso, o Baile d'A TOCAIA passa por clássicos de compositores como Dominguinhos e Luís Gonzaga, cria releituras de músicas latino americanas como “Cuarto de Tula”, passa por canções francesas traduzidas pelo grupo num forró-jazz bem brasileiro e suingado, e ainda inclui um repertório autoral das musicistas do grupo.
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Forró
MPB
Descripción
A Tocaia nasce do encontro entre quatro mulheres de múltiplas linguagens e vivências artísticas que se juntaram e misturam nesse projeto seus diferentes olhares. Com repertório diverso, o Baile d'A TOCAIA passa por clássicos de compositores como Dominguinhos e Luís Gonzaga, cria releituras de músicas latino americanas como “Cuarto de Tula”, passa por canções francesas traduzidas pelo grupo num forró-jazz bem brasileiro e suingado, e ainda inclui um repertório autoral das musicistas do grupo.

Mauricio Jara
Sou Argentino , mas moro no Brasil há mais de 3 anos. Além de compor sou músico freelance.
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Rafael Vieira
De fala serena, olhar suave e trejeitos sutis, o disciplinado músico chega para tocar. Talvez seja seu ritual particular para conectar-se com o ofício. Talvez seja a maneira com que encara a estrada da vida. Ou talvez porque estrada e ofício sejam um mesmo universo. Nada disso realmente importa. Porque é no ato de empunhar suas baquetas que Rafael Vieira assume o papel a que se destinou – ou a que fora destinado – para mostrar ao que veio. Mesmo para amadores e profissionais, é difícil conceber como parece ser fácil para o artista dominar seu instrumento. Ao reunir os aparelhos de percussão em apenas um, a bateria torna- se um dos únicos instrumentos musicais que exigem o esforço e a coordenação dos quatro membros do corpo. Toda essa visível habilidade é justificada na sólida experiência do músico, que já aos 10 anos de idade dava "canjas" com o pai nas suas incursões pelo som. Sob esta influência, Vieira se criou. Aos poucos, passou a desenvolver o seu set com o gosto pelo som que vem da percussão. Nos estudos com André Steuernagel, Adriano Cidral, Rodrigo Paiva e Mario Jr., entre outros importantes nomes, descobriu possibilidades. As oficinas e master classes com grandes mitos do cenário musical brasileiro como Zé Eduardo Nazário, Marcio Bahia, Kiko Freitas, Endrigo Bettega e Edu Ribeiro corroboraram o seu encontro com a música. Sua versatilidade o permitiu dar um forte pontapé na carreira, aos 15 anos de idade, como baterista da Green Belly Express, banda de folk-rock liderada pelo cantor e compositor americano Rex Johnson, lançando “um dos mais belos discos independentes já gravados na cidade”, como citou à época a editoria de cultura do maior jornal da cidade. O ritmo continua firme nos álbuns da Circus Musicalis, Dudu Godoi, Vanessa Croge, Thales Godoi, Gandhi Martinez, Fevereiro da Silva, entre outros. Após quase quatro anos, fez das raízes de Piracity, a pequena vila germânica da maior cidade de Santa Catarina, o argumento para se unir a outros três músicos em Os Depira, banda que tocou até 2017. Tempos depois, a consistência de sua criação fez Rafael Vieira desbravar os territórios da produção musical, atuando em estúdios de Itajaí, Florianópolis, Curitiba e São Paulo nos projetos de Fevereiro da Silva, Reino Fungi, Dona Chica, Os Depira Banda TerrAvista, entre outros. O reconhecimento chegou com oportunidades de participar de apresentações e projetos da Camerata Dona Franscisca, Orquestra Prelúdio, Joinville Jazz Big Band, Coral Ciser e do Grupo de Percussão de Itajaí. Em outras oportunidades, além de participar da Orquestra da Sociesc, o álbum do Sultana e o programa Saraus Brasileiros, foi músico de apoio na banda do blueseiro Celso Blues Boy, cujo feedback positivo reforça o profissionalismo e competência musical do baterista. Da bagagem como produtor, da técnica apreendida no Conservatório de Música Popular de Itajaí, o bacharel em bateria pela Univali e cursos complementares, Vieira aproveitou o viés observador para reativar o curso de bateria da Escola de Música Villa-Lobos, em 2009. O pioneirismo na prática do ensino de música também propiciou a atuação em diversas outras iniciativas educacionais, como o projeto Banda na Escola (Itajaí/SC), o Força Jovem (Joinville/SC), os corais Ciser e Espaço da Criança além do rico trabalho desenvolvido com o Sarau Trio em escolas públicas de Joinville, Itapoá e Araquari. Hoje, tem dedicado seu tempo ao seu estúdio de gravação, na educação musical, e acompanhando artistas tendo realizado duas turnês internacionais na américa do sul passando por diversas cidades da Argentina. Em 2018 foi o ano que do lançamento de uma série de vídeo aulas sobre microfonação de bateria, assunto que Rafael Vieira acredita ser de grande interesse a músicos e aspirantes da produção musical. Os trabalhos atuais em que participa são: Quinteto Enraizados, Forrobodó Joinville, Joinville Jazz Big Band, TerrAvista, Trio Babitonga, e Sarau#. Em 2017 tomou posse do canudo em bacharel em Música pela Universidade do Vale do Itajaí e lança alguns discos com seus trabalhos atuais. Pelo talento do som, é simples identificar quem é Rafael Vieira.
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Descripción
De fala serena, olhar suave e trejeitos sutis, o disciplinado músico chega para tocar. Talvez seja seu ritual particular para conectar-se com o ofício. Talvez seja a maneira com que encara a estrada da vida. Ou talvez porque estrada e ofício sejam um mesmo universo. Nada disso realmente importa. Porque é no ato de empunhar suas baquetas que Rafael Vieira assume o papel a que se destinou – ou a que fora destinado – para mostrar ao que veio. Mesmo para amadores e profissionais, é difícil conceber como parece ser fácil para o artista dominar seu instrumento. Ao reunir os aparelhos de percussão em apenas um, a bateria torna- se um dos únicos instrumentos musicais que exigem o esforço e a coordenação dos quatro membros do corpo. Toda essa visível habilidade é justificada na sólida experiência do músico, que já aos 10 anos de idade dava "canjas" com o pai nas suas incursões pelo som. Sob esta influência, Vieira se criou. Aos poucos, passou a desenvolver o seu set com o gosto pelo som que vem da percussão. Nos estudos com André Steuernagel, Adriano Cidral, Rodrigo Paiva e Mario Jr., entre outros importantes nomes, descobriu possibilidades. As oficinas e master classes com grandes mitos do cenário musical brasileiro como Zé Eduardo Nazário, Marcio Bahia, Kiko Freitas, Endrigo Bettega e Edu Ribeiro corroboraram o seu encontro com a música. Sua versatilidade o permitiu dar um forte pontapé na carreira, aos 15 anos de idade, como baterista da Green Belly Express, banda de folk-rock liderada pelo cantor e compositor americano Rex Johnson, lançando “um dos mais belos discos independentes já gravados na cidade”, como citou à época a editoria de cultura do maior jornal da cidade. O ritmo continua firme nos álbuns da Circus Musicalis, Dudu Godoi, Vanessa Croge, Thales Godoi, Gandhi Martinez, Fevereiro da Silva, entre outros. Após quase quatro anos, fez das raízes de Piracity, a pequena vila germânica da maior cidade de Santa Catarina, o argumento para se unir a outros três músicos em Os Depira, banda que tocou até 2017. Tempos depois, a consistência de sua criação fez Rafael Vieira desbravar os territórios da produção musical, atuando em estúdios de Itajaí, Florianópolis, Curitiba e São Paulo nos projetos de Fevereiro da Silva, Reino Fungi, Dona Chica, Os Depira Banda TerrAvista, entre outros. O reconhecimento chegou com oportunidades de participar de apresentações e projetos da Camerata Dona Franscisca, Orquestra Prelúdio, Joinville Jazz Big Band, Coral Ciser e do Grupo de Percussão de Itajaí. Em outras oportunidades, além de participar da Orquestra da Sociesc, o álbum do Sultana e o programa Saraus Brasileiros, foi músico de apoio na banda do blueseiro Celso Blues Boy, cujo feedback positivo reforça o profissionalismo e competência musical do baterista. Da bagagem como produtor, da técnica apreendida no Conservatório de Música Popular de Itajaí, o bacharel em bateria pela Univali e cursos complementares, Vieira aproveitou o viés observador para reativar o curso de bateria da Escola de Música Villa-Lobos, em 2009. O pioneirismo na prática do ensino de música também propiciou a atuação em diversas outras iniciativas educacionais, como o projeto Banda na Escola (Itajaí/SC), o Força Jovem (Joinville/SC), os corais Ciser e Espaço da Criança além do rico trabalho desenvolvido com o Sarau Trio em escolas públicas de Joinville, Itapoá e Araquari. Hoje, tem dedicado seu tempo ao seu estúdio de gravação, na educação musical, e acompanhando artistas tendo realizado duas turnês internacionais na américa do sul passando por diversas cidades da Argentina. Em 2018 foi o ano que do lançamento de uma série de vídeo aulas sobre microfonação de bateria, assunto que Rafael Vieira acredita ser de grande interesse a músicos e aspirantes da produção musical. Os trabalhos atuais em que participa são: Quinteto Enraizados, Forrobodó Joinville, Joinville Jazz Big Band, TerrAvista, Trio Babitonga, e Sarau#. Em 2017 tomou posse do canudo em bacharel em Música pela Universidade do Vale do Itajaí e lança alguns discos com seus trabalhos atuais. Pelo talento do som, é simples identificar quem é Rafael Vieira.

Carlos Andrés Calvache
He desarrollado mi carrera musical en torno al charango, instrumento al que le he dedicado más de 15 años de estudio especialmente como solista. Gracias a él, he podido compartir escenarios con grandes maestros representantes del instrumento a nivel mundial, entre ellos: Horacio Durán, Italo Pedrotti, Federico Tarazona, Freddy Torrealba, Patricio Sullivan, Ricardo García, Damian Verdun, entre otros quienes, además, han sido mis maestros y referentes durante este proceso. Mi trabajo como músico intérprete también me ha llevado a descubrir y trabajar con instrumentos latinoamericanos como vientos de la familia de las zampoñas y quenas; y cuerdas como la guitarra, el tiple y el cuatro. Desde hace más de 12 años he acompañado diferentes proyectos culturales en la región, he sido charanguista invitado de grandes agrupaciones a nivel internacional como Quilapayún de Chile en sus conciertos en Francia y Pasto, al igual que de Inti-illimani trío histórico en sus conciertos en Nariño en 2016. Me he desempeñado como tallerista de Charango en la Universidad de Nariño, en la academia Luis A Calvo en Bogotá y como profesor independiente. Además soy docente y gestor cultural.
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Folclor
Música Andina
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He desarrollado mi carrera musical en torno al charango, instrumento al que le he dedicado más de 15 años de estudio especialmente como solista. Gracias a él, he podido compartir escenarios con grandes maestros representantes del instrumento a nivel mundial, entre ellos: Horacio Durán, Italo Pedrotti, Federico Tarazona, Freddy Torrealba, Patricio Sullivan, Ricardo García, Damian Verdun, entre otros quienes, además, han sido mis maestros y referentes durante este proceso. Mi trabajo como músico intérprete también me ha llevado a descubrir y trabajar con instrumentos latinoamericanos como vientos de la familia de las zampoñas y quenas; y cuerdas como la guitarra, el tiple y el cuatro. Desde hace más de 12 años he acompañado diferentes proyectos culturales en la región, he sido charanguista invitado de grandes agrupaciones a nivel internacional como Quilapayún de Chile en sus conciertos en Francia y Pasto, al igual que de Inti-illimani trío histórico en sus conciertos en Nariño en 2016. Me he desempeñado como tallerista de Charango en la Universidad de Nariño, en la academia Luis A Calvo en Bogotá y como profesor independiente. Además soy docente y gestor cultural.

LIDIA VICTORIA GIMENEZ AMARILLA
Soy Victoria del Paraguay, Artista docente Académica Gestora Cultural. Directora del Espacio Cultural de Arte La Victoria reconocido como PUNTOS DE CULTURA por Paraguay, y miembro de la Red de Centros y Espacios Culturales del Paraguay. Desde niña tuve el privilegio de vivir en cuna de grandes Artistas como el MAESTRO REMBERTO GIMENEZ mi abuelo, quien transcribió la versión oficial del Himno Nacional Paraguayo entre innumerables obras de carácter épico patriótico y bellos repertorios de música nacional paraguaya así como también mi Tío Herminio Gimenez. Tengo un acervo cultural muy importante de la Republica del Paraguay de la identidad cultural musical de la Dinastía Gimenez quien fundo la Orquesta Sinfónica de la Ciudad de Asunción OSCA y es lo que me inspira a seguir avanzando para lograr que mis músicas y letras de mis canciones se conozcan a nivel internacional. Soy Prof. de Lenguaje Musical y realice varias especializaciones dentro del marco de la Diversidad Cultural a nivel nacional e Internacional.
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Folclor
Folclor Fusión
Dance Pop
Descripción
Soy Victoria del Paraguay, Artista docente Académica Gestora Cultural. Directora del Espacio Cultural de Arte La Victoria reconocido como PUNTOS DE CULTURA por Paraguay, y miembro de la Red de Centros y Espacios Culturales del Paraguay. Desde niña tuve el privilegio de vivir en cuna de grandes Artistas como el MAESTRO REMBERTO GIMENEZ mi abuelo, quien transcribió la versión oficial del Himno Nacional Paraguayo entre innumerables obras de carácter épico patriótico y bellos repertorios de música nacional paraguaya así como también mi Tío Herminio Gimenez. Tengo un acervo cultural muy importante de la Republica del Paraguay de la identidad cultural musical de la Dinastía Gimenez quien fundo la Orquesta Sinfónica de la Ciudad de Asunción OSCA y es lo que me inspira a seguir avanzando para lograr que mis músicas y letras de mis canciones se conozcan a nivel internacional. Soy Prof. de Lenguaje Musical y realice varias especializaciones dentro del marco de la Diversidad Cultural a nivel nacional e Internacional.

Alex Alvear & Wañukta Tonic
Liderados por Alex Alvear, referente innegable del sentir ecuatoriano en tiempos modernos, esta banda los va a sacudir y no tendrán otra alternativa que entregarse a la sorpresa y al deleite. Wañukta, en kichwa, es un golpe intenso que te manda para otro lado, nosotros lo matizamos con tónica, para que resbale. La banda integra dos generaciones de músicos que representan mucho de la efervescencia artística de la escena ecuatoriana contemporánea. Basa su estética en la idea de un encuentro sonoro entre tradición andina y vanguardia universal. Wañukta Tonic es un crucero por los sabores, colores y sonidos de un país que se define en su eclecticismo y diversidad. Alex Alvear es considerado uno de los referentes del desarrollo de la música ecuatoriana de las últimas décadas. Con una trayectoria de más de 30 años, Alvear se ha presentado en escenarios alrededor de Estados Unidos, Ecuador, Europa e India y ha colaborado con artistas de la talla de Celia Cruz, Israel “Cachao” López, Paquito de Rivera, Marta Gómez, entre muchos otros. Su álbum Equatorial, editado en el 2008, es —quizá— uno de los trabajos más relevantes de la música ecuatoriana contemporánea. Wañukta Tonic, su más reciente proyecto, es una reunión intergeneracional entre algunos de los más interesantes músicos de la escena ecuatoriana actual. Con Wañukta Tonic, Alvear ofrece una ecléctica mixtura de música tradicional ecuatoriana con rock, reggae, blues, funk y músicas del mundo. El proyecto revisita sonoridades tradicionales del Ecuador y las integra con las más arriesgadas composiciones y arreglos originales. Alex Alvear voz, guitarra Matías Alvear bajo, voz Juan Ernesto Guerrero guitarra Daniel Herrera teclados Raúl Molina batería
Ver detallesAlex Alvear & Wañukta Tonic
Folclor Fusión
Folclore Fusión
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descripción
Liderados por Alex Alvear, referente innegable del sentir ecuatoriano en tiempos modernos, esta banda los va a sacudir y no tendrán otra alternativa que entregarse a la sorpresa y al deleite. Wañukta, en kichwa, es un golpe intenso que te manda para otro lado, nosotros lo matizamos con tónica, para que resbale. La banda integra dos generaciones de músicos que representan mucho de la efervescencia artística de la escena ecuatoriana contemporánea. Basa su estética en la idea de un encuentro sonoro entre tradición andina y vanguardia universal. Wañukta Tonic es un crucero por los sabores, colores y sonidos de un país que se define en su eclecticismo y diversidad. Alex Alvear es considerado uno de los referentes del desarrollo de la música ecuatoriana de las últimas décadas. Con una trayectoria de más de 30 años, Alvear se ha presentado en escenarios alrededor de Estados Unidos, Ecuador, Europa e India y ha colaborado con artistas de la talla de Celia Cruz, Israel “Cachao” López, Paquito de Rivera, Marta Gómez, entre muchos otros. Su álbum Equatorial, editado en el 2008, es —quizá— uno de los trabajos más relevantes de la música ecuatoriana contemporánea. Wañukta Tonic, su más reciente proyecto, es una reunión intergeneracional entre algunos de los más interesantes músicos de la escena ecuatoriana actual. Con Wañukta Tonic, Alvear ofrece una ecléctica mixtura de música tradicional ecuatoriana con rock, reggae, blues, funk y músicas del mundo. El proyecto revisita sonoridades tradicionales del Ecuador y las integra con las más arriesgadas composiciones y arreglos originales. Alex Alvear voz, guitarra Matías Alvear bajo, voz Juan Ernesto Guerrero guitarra Daniel Herrera teclados Raúl Molina batería

Nana González
Fernanda González, mejor conocida como Nana González, es pianista, cantante y compositora mexicana de 22 años.
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Indie Pop (Twee)
Descripción
Fernanda González, mejor conocida como Nana González, es pianista, cantante y compositora mexicana de 22 años.

MARIA CONSUELO DE PAULA
.CONSUELO DE PAULA – Cantora, compositora, poeta, diretora artística e produtora musical de seus próprios trabalhos e de outros artistas. Samba, Seresta e Baião (1998), Tambor e Flor (2002), Dança das Rosas (2004), seus três primeiros discos, considerados referências pela crítica, estão articulados a partir de uma unidade conceitual que compõem uma trilogia. Em 2008, foi produzida e lançada no Japão a coletânea Patchworck, formada por canções dessa trilogia. Em 2019, ela produziu sua sétima obra, Maryákoré (em fase de lançamento). O título pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é seu primeiro nome), koré (flecha na língua paresi-haliti, família aruak), oré (nós, em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano). Nesse trabalho seu próprio violão é o instrumento de composição e de comando dos ritmos, revelando a artista inquieta, sempre em busca do aprofundamento em seu ofício. Consuelo participou também de importantes CDs e DVDs: Senhor Brasil (cantando ao lado de Rolando Boldrin); Prata da Casa (Sesc SP); Divas do Brasil (Disco de Prata em Portugal que reúne Elis Regina, Maria Bethânia, Céline Imbert, Bebel Gilberto, Zizi Possi e outras); e Cachaça Fina (Spirit of Brazil). Ela também assina o roteiro do CD Velho Chico – Uma Viagem Musical, de Elson Fernandes, no qual interpreta a canção “O Ciúme” (Caetano Veloso), considerada a “gravação definitiva” pelo crítico Mauro Dias, no jornal O Estado de S. Paulo. Entre os projetos que participou, destaque para: Projeto Pixinguinha (Funarte), Elas em Cena, com Cátia de França e Déa Trancoso; Canta Inezita (show e CD), livro Retratos da Música Brasileira (Pierre Yves Refalo sobre os 50 anos da TV Cultura e 14 anos do programa Sr. Brasil, comandado por Rolando Boldrin, Consuelo está entre os 120 artistas que representam esse projeto cultural de grande significado para o país). Ao longo de sua trajetória, participou de diversos programas: Ensaio (direção Fernando Faro, TV Cultura), Sr. Brasil (de Rolando Boldrin), Talentos (Giovani Souza), A Voz Popular (Luís Antônio Giron), TV Câmara de Brasília, TV Brasil e DiscoTeca (de Teca Lima – Rádio Cultura Brasil), Letra e Música (de Pascoale Cipro Neto), Contacto Brasil (Rádio Jazz – Venezuela), Club Brasil (Juan Trasmonte – Buenos Aires). Já fez shows no Theatro Municipal de São Paulo, Auditório Ibirapuera, Itaú Cultural, CCBB São Paulo (ao lado de Rolando Boldrin, Chico Pinheiro e Heródoto Barbeiro) e Brasília (com artistas da Ilha da Madeira e do Timor Leste), unidades do Sesc SP. Levou também sua música a diversas outras cidades do Brasil (Curitiba, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Velho, Rio Branco, Manaus, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, Goiânia e outras).
Ver detallesMARIA CONSUELO DE PAULA
Descripción
.CONSUELO DE PAULA – Cantora, compositora, poeta, diretora artística e produtora musical de seus próprios trabalhos e de outros artistas. Samba, Seresta e Baião (1998), Tambor e Flor (2002), Dança das Rosas (2004), seus três primeiros discos, considerados referências pela crítica, estão articulados a partir de uma unidade conceitual que compõem uma trilogia. Em 2008, foi produzida e lançada no Japão a coletânea Patchworck, formada por canções dessa trilogia. Em 2019, ela produziu sua sétima obra, Maryákoré (em fase de lançamento). O título pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é seu primeiro nome), koré (flecha na língua paresi-haliti, família aruak), oré (nós, em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano). Nesse trabalho seu próprio violão é o instrumento de composição e de comando dos ritmos, revelando a artista inquieta, sempre em busca do aprofundamento em seu ofício. Consuelo participou também de importantes CDs e DVDs: Senhor Brasil (cantando ao lado de Rolando Boldrin); Prata da Casa (Sesc SP); Divas do Brasil (Disco de Prata em Portugal que reúne Elis Regina, Maria Bethânia, Céline Imbert, Bebel Gilberto, Zizi Possi e outras); e Cachaça Fina (Spirit of Brazil). Ela também assina o roteiro do CD Velho Chico – Uma Viagem Musical, de Elson Fernandes, no qual interpreta a canção “O Ciúme” (Caetano Veloso), considerada a “gravação definitiva” pelo crítico Mauro Dias, no jornal O Estado de S. Paulo. Entre os projetos que participou, destaque para: Projeto Pixinguinha (Funarte), Elas em Cena, com Cátia de França e Déa Trancoso; Canta Inezita (show e CD), livro Retratos da Música Brasileira (Pierre Yves Refalo sobre os 50 anos da TV Cultura e 14 anos do programa Sr. Brasil, comandado por Rolando Boldrin, Consuelo está entre os 120 artistas que representam esse projeto cultural de grande significado para o país). Ao longo de sua trajetória, participou de diversos programas: Ensaio (direção Fernando Faro, TV Cultura), Sr. Brasil (de Rolando Boldrin), Talentos (Giovani Souza), A Voz Popular (Luís Antônio Giron), TV Câmara de Brasília, TV Brasil e DiscoTeca (de Teca Lima – Rádio Cultura Brasil), Letra e Música (de Pascoale Cipro Neto), Contacto Brasil (Rádio Jazz – Venezuela), Club Brasil (Juan Trasmonte – Buenos Aires). Já fez shows no Theatro Municipal de São Paulo, Auditório Ibirapuera, Itaú Cultural, CCBB São Paulo (ao lado de Rolando Boldrin, Chico Pinheiro e Heródoto Barbeiro) e Brasília (com artistas da Ilha da Madeira e do Timor Leste), unidades do Sesc SP. Levou também sua música a diversas outras cidades do Brasil (Curitiba, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Velho, Rio Branco, Manaus, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, Goiânia e outras).
Música

Carlos Grijalva
Músico-cantor ecuatoriano (desde 1998) que encuentra su lugar en la música ecuatoriana. Apasionado de la cultura del Ecuador, recorre su geografía para entender a su gente. Viajante trabajador de la música ha vivido en Buenos Aires-Argentina donde se abrió puertas importantes para sus presentaciones, con destacados músicos del país que lo recibió. Las críticas y espacios de difusión en los medios de comunicación, en todos los lugares donde ha actuado, afirman que es una de las figuras más destacadas de la música ecuatoriana en los últimos tiempos. Asiduo invitado en varias ediciones en diversos festivales como: 45vo Festival Mono Núñez en Colombia, VI Festival Musical Internacional Virtual de Caldas en Colombia, Festival Homenaje, “Déjame que te cante Chabuca” en Merida- Yucatán en México, 4to Festival Festival Internacional de Música de Alturas FIMA en Perú, Festival Homenaje a las Marías en Otavalo, Feria Quitumbe en Quito, Festival del Pasacalle en el Coliseo Rumiñahui y Festival en el Parque Bicentenario. Ha puesto en escena su trabajo junto a agrupaciones del más alto prestigio local y nacional, como: las Orquestas Sinfónicas Nacional y de Guayaquil, Orquesta de Instrumentos Andinos, Banda Sinfónica del Municipio de Quito, entre otros. Así mismo compartió escenario con estrellas de la talla internacional como: Orquesta Buena Vista Social Club, Diego “El Cigala”, Cecilia Todd, Segundo Rosero, Paulina Tamayo, Los Reales, Paulina Aguirre, Hermanos Núñez, Quimera, Margarita Laso, Juan Fernando Velasco, entre otros. Este artista, cantante, investigador y compositor hoy representa una nueva forma de acercamiento a las músicas del Ecuador y por tal razón hoy es referente para las nuevas generaciones no solo en el canto si no en la responsabilidad de su acercamiento. Tiene en su proyecto EnClave Ecuador que consiste en su vinculación a las diversas culturas del Ecuador a través de la MÚSICA, lo cual le plantea un nuevo reto dentro de lo ecuatoriano. Esto le ha permitido hacer varias composiciones de música con ritmos tradicionales ecuatorianos, pero con su estilo y letra del mundo actual. Su pasillo “El Abrazo” es parte de la banda sonora de la película de Sebastián Cordero “Sin muertos no hay Carnaval” y su sanjuanito “A Octavas” ha sido bailado y tocado en las fiestas de Cayambe. Ganó el Premio Sayce 2020 para componer tres nuevos temas ecuatorianos. ¡Tenemos un cantante que suena a Ecuador!!! Las producciones discográficas son: • CD “Descubriendo” música latinoamericana, 2001. • CD “Perfidia” bolero-jazz, 2005. • CD “Carlos Grijalva se Viste de Tango”, 2007. • CD “Porque cantando se alegra la vida” música peruana-ecuatoriana, 2012. • CD “Reflejos” música ecuatoriana, 2012. • Single “Quiteños” albazo con letra y música Carlos Grijalva, 2017 • CD “Viaje Ecuatoriano”, músicas del Ecuador, 2018. • Single “Vuela Cantando” pasillo con letra y música Carlos Grijalva, 2020
Ver detallesCarlos Grijalva
Folclor
Nuevo Folclore
Descripción
Músico-cantor ecuatoriano (desde 1998) que encuentra su lugar en la música ecuatoriana. Apasionado de la cultura del Ecuador, recorre su geografía para entender a su gente. Viajante trabajador de la música ha vivido en Buenos Aires-Argentina donde se abrió puertas importantes para sus presentaciones, con destacados músicos del país que lo recibió. Las críticas y espacios de difusión en los medios de comunicación, en todos los lugares donde ha actuado, afirman que es una de las figuras más destacadas de la música ecuatoriana en los últimos tiempos. Asiduo invitado en varias ediciones en diversos festivales como: 45vo Festival Mono Núñez en Colombia, VI Festival Musical Internacional Virtual de Caldas en Colombia, Festival Homenaje, “Déjame que te cante Chabuca” en Merida- Yucatán en México, 4to Festival Festival Internacional de Música de Alturas FIMA en Perú, Festival Homenaje a las Marías en Otavalo, Feria Quitumbe en Quito, Festival del Pasacalle en el Coliseo Rumiñahui y Festival en el Parque Bicentenario. Ha puesto en escena su trabajo junto a agrupaciones del más alto prestigio local y nacional, como: las Orquestas Sinfónicas Nacional y de Guayaquil, Orquesta de Instrumentos Andinos, Banda Sinfónica del Municipio de Quito, entre otros. Así mismo compartió escenario con estrellas de la talla internacional como: Orquesta Buena Vista Social Club, Diego “El Cigala”, Cecilia Todd, Segundo Rosero, Paulina Tamayo, Los Reales, Paulina Aguirre, Hermanos Núñez, Quimera, Margarita Laso, Juan Fernando Velasco, entre otros. Este artista, cantante, investigador y compositor hoy representa una nueva forma de acercamiento a las músicas del Ecuador y por tal razón hoy es referente para las nuevas generaciones no solo en el canto si no en la responsabilidad de su acercamiento. Tiene en su proyecto EnClave Ecuador que consiste en su vinculación a las diversas culturas del Ecuador a través de la MÚSICA, lo cual le plantea un nuevo reto dentro de lo ecuatoriano. Esto le ha permitido hacer varias composiciones de música con ritmos tradicionales ecuatorianos, pero con su estilo y letra del mundo actual. Su pasillo “El Abrazo” es parte de la banda sonora de la película de Sebastián Cordero “Sin muertos no hay Carnaval” y su sanjuanito “A Octavas” ha sido bailado y tocado en las fiestas de Cayambe. Ganó el Premio Sayce 2020 para componer tres nuevos temas ecuatorianos. ¡Tenemos un cantante que suena a Ecuador!!! Las producciones discográficas son: • CD “Descubriendo” música latinoamericana, 2001. • CD “Perfidia” bolero-jazz, 2005. • CD “Carlos Grijalva se Viste de Tango”, 2007. • CD “Porque cantando se alegra la vida” música peruana-ecuatoriana, 2012. • CD “Reflejos” música ecuatoriana, 2012. • Single “Quiteños” albazo con letra y música Carlos Grijalva, 2017 • CD “Viaje Ecuatoriano”, músicas del Ecuador, 2018. • Single “Vuela Cantando” pasillo con letra y música Carlos Grijalva, 2020
Música

Dúo Manzanares
Dúo Manzanares de Chile es una propuesta de música de raíz y fusión latinoamericana integrada por César Villagrán y Marilyn Lizama. Con 12 años de historia, el proyecto investiga el folklore latinoamericano, crea canciones originales fusionando géneros como el joropo, son jarocho, chacarera, landó y cumbia colombiana, entre otros, e interpreta y pone en valor obras clásicas para difundir la cultura del continente. Desde sus inicios han realizado viajes de investigación y exploración sonora a diversos países de Latinoamérica, destacando en 2017 su gira internacional por todo el continente con su primer álbum titulado Oye mi negra. Fueron dos años y un mes de viaje por 17 países, donde realizaron 230 conciertos desde México hasta la Patagonia chilena. Actualmente se encuentran trabajando en su segundo disco titulado “Colibrí” financiado por el Fondo de Fomento de la Música Nacional del Ministerio de las Culturas, las Artes y el patrimonio que se origina en esta gira por el continente.
Ver detallesDúo Manzanares
Folclor Fusión
Descripción
Dúo Manzanares de Chile es una propuesta de música de raíz y fusión latinoamericana integrada por César Villagrán y Marilyn Lizama. Con 12 años de historia, el proyecto investiga el folklore latinoamericano, crea canciones originales fusionando géneros como el joropo, son jarocho, chacarera, landó y cumbia colombiana, entre otros, e interpreta y pone en valor obras clásicas para difundir la cultura del continente. Desde sus inicios han realizado viajes de investigación y exploración sonora a diversos países de Latinoamérica, destacando en 2017 su gira internacional por todo el continente con su primer álbum titulado Oye mi negra. Fueron dos años y un mes de viaje por 17 países, donde realizaron 230 conciertos desde México hasta la Patagonia chilena. Actualmente se encuentran trabajando en su segundo disco titulado “Colibrí” financiado por el Fondo de Fomento de la Música Nacional del Ministerio de las Culturas, las Artes y el patrimonio que se origina en esta gira por el continente.
Música
19780 Resultados – Página 736 de 1978
























