
Ayofemmi
Ayofemmi é uma cantora e compositora da zona sul de São Paulo que transita entre o trap, R&B, pop e funk, construindo uma identidade sonora potente e autêntica. Sua música carrega influências de grandes nomes do entretenimento global, unindo performance, presença de palco e mensagens que exaltam a liberdade feminina, emocional e espiritual. Com um repertório marcante e contemporâneo, Ayofemmi representa a força criativa das periferias, levando ao público uma experiência vibrante, dançante e cheia de personalidade.
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Funk brasileiro
Trap & Drill
Descripción
Ayofemmi é uma cantora e compositora da zona sul de São Paulo que transita entre o trap, R&B, pop e funk, construindo uma identidade sonora potente e autêntica. Sua música carrega influências de grandes nomes do entretenimento global, unindo performance, presença de palco e mensagens que exaltam a liberdade feminina, emocional e espiritual. Com um repertório marcante e contemporâneo, Ayofemmi representa a força criativa das periferias, levando ao público uma experiência vibrante, dançante e cheia de personalidade.
Música

James Holguin + Mike Santana
Mike Santana (Trio) en Emergentes Jazz Bogotá 2025. (Cuarteto) en Mr Bum, San Cafe, Bolón de Verde, Jardín del Epicuro, Antitecho, Diosa Cervecería. Grabación de disco “Catarsis a las 3 a.m.” Ganador de "Batalla de bandas, El Jardin" Imaginary Session Ganador "Programa Jovenes Interpretes Banco de la Republica 2027" Novedades Nacionales-Jazzistas Colombianos, Radio UNAL 2026 James Holguìn Festival Internacional Jazz al Parque 2025 (Cuarteto) Festival Navijazz Armenia 2022 (Cuarteto) Gira nacional Pereira 2025 Jam de la perla, Shuffle Music (Trio), Antioquia 2025 Club Del Jazz, La BarberCo, El Cubo, Texturas y Armonias en RioNegro (Cuarteto) Ganador Festival Internacional Voces del Jazz 2025 Cartagena de Indias Ganador Mejor Solista Festival Internacional Voces del Jazz 2025 Cartagena de Indias Festival músicas del mundo IDARTES, Bolón de Verde (2025) Disco "Oda al rostro que se borra y el lugar en que se pierde" Abril 25 2025 Gira de prensa Radio UNAL, Javeriana Estereo Ganador "Programa Jovenes Interpretes Banco de la Republica 2025" Novedades Nacionales-Jazzistas Colombianos, Radio UNAL 2025 James Holguin + Mike Santana Concierto en Bolon de Verde 2026 Concierto en Antitecho 2026 Grabacion de EP "donde empieza el eco, despues del ruido" 2026 Live Session "El Jardìn" 2026
Ver detallesJames Holguin + Mike Santana
Acid Jazz / Jazzdance
Ambient House / Chill-Out
Dream Pop & Shoegaze
Descripción
Mike Santana (Trio) en Emergentes Jazz Bogotá 2025. (Cuarteto) en Mr Bum, San Cafe, Bolón de Verde, Jardín del Epicuro, Antitecho, Diosa Cervecería. Grabación de disco “Catarsis a las 3 a.m.” Ganador de "Batalla de bandas, El Jardin" Imaginary Session Ganador "Programa Jovenes Interpretes Banco de la Republica 2027" Novedades Nacionales-Jazzistas Colombianos, Radio UNAL 2026 James Holguìn Festival Internacional Jazz al Parque 2025 (Cuarteto) Festival Navijazz Armenia 2022 (Cuarteto) Gira nacional Pereira 2025 Jam de la perla, Shuffle Music (Trio), Antioquia 2025 Club Del Jazz, La BarberCo, El Cubo, Texturas y Armonias en RioNegro (Cuarteto) Ganador Festival Internacional Voces del Jazz 2025 Cartagena de Indias Ganador Mejor Solista Festival Internacional Voces del Jazz 2025 Cartagena de Indias Festival músicas del mundo IDARTES, Bolón de Verde (2025) Disco "Oda al rostro que se borra y el lugar en que se pierde" Abril 25 2025 Gira de prensa Radio UNAL, Javeriana Estereo Ganador "Programa Jovenes Interpretes Banco de la Republica 2025" Novedades Nacionales-Jazzistas Colombianos, Radio UNAL 2025 James Holguin + Mike Santana Concierto en Bolon de Verde 2026 Concierto en Antitecho 2026 Grabacion de EP "donde empieza el eco, despues del ruido" 2026 Live Session "El Jardìn" 2026

Aricia Mess – Versos do Mundo
.Arícia Mess é cantora, compositora, performer e artista interdisciplinar brasileira. Sua obra reúne música, poesia, performance e artes visuais em uma pesquisa marcada pela ancestralidade, liberdade, diversidade e pelo diálogo entre culturas. Mulher negra, filha de negros, indígenas e europeus, artista genderqueer e independente, desenvolveu uma linguagem artística singular que transita entre a música brasileira contemporânea e as matrizes afro-indígenas, abordando temas como identidade, pertencimento, questões sociais e ambientais. Ao longo de mais de três décadas de carreira, construiu uma trajetória internacional pautada pelo intercâmbio artístico e pela criação colaborativa. Sua relação com o Reino Unido começou em 1976, quando participou do Festival de Aberdeen, e se consolidou ao longo dos anos por meio de apresentações, residências artísticas, entrevistas e projetos desenvolvidos em Londres. Na década de 1990, lançou singles pelo selo inglês Far Out Recordings e teve sua música difundida na Europa. Em 2017, durante a criação do álbum Versos do Mundo, mergulhou na intensa vida cultural londrina, apresentando-se em espaços como a festa Movimientos e participando do Carnaval de Notting Hill. Versos do Mundo foi composto entre Londres, Lisboa e São Paulo, refletindo uma trajetória construída em deslocamentos, encontros e colaborações. O álbum contou com a participação de artistas como Dona Onete e foi reconhecido pela crítica especializada no Brasil e no exterior. Durante a pandemia, Arícia expandiu esse diálogo internacional ao produzir seis videoclipes dirigidos remotamente por oito cineastas radicados em Londres, reunindo artistas e técnicos de cerca de vinte nacionalidades. Arícia Mess é cantora, compositora, performer e artista interdisciplinar brasileira. Sua obra reúne música, poesia, performance e artes visuais em uma pesquisa marcada pela ancestralidade, liberdade, diversidade e pelo diálogo entre culturas. Mulher negra, filha de negros, indígenas e europeus, artista genderqueer e independente, desenvolveu uma linguagem artística singular que transita entre a música brasileira contemporânea e as matrizes afro-indígenas, abordando temas como identidade, pertencimento, questões sociais e ambientais. Ao longo de mais de três décadas de carreira, construiu uma trajetória internacional pautada pelo intercâmbio artístico e pela criação colaborativa. Sua relação com o Reino Unido começou em 1976, quando participou do Festival de Aberdeen, e se consolidou ao longo dos anos por meio de apresentações, residências artísticas, entrevistas e projetos desenvolvidos em Londres. Na década de 1990, lançou singles pelo selo inglês Far Out Recordings e teve sua música difundida na Europa. Em 2017, durante a criação do álbum Versos do Mundo, mergulhou na intensa vida cultural londrina, apresentando-se em espaços como a festa Movimientos e participando do Carnaval de Notting Hill. Versos do Mundo foi composto entre Londres, Lisboa e São Paulo, refletindo uma trajetória construída em deslocamentos, encontros e colaborações. O álbum contou com a participação de artistas como Dona Onete e foi reconhecido pela crítica especializada no Brasil e no exterior. Durante a pandemia, Arícia expandiu esse diálogo internacional ao produzir seis videoclipes dirigidos remotamente por oito cineastas radicados em Londres, reunindo artistas e técnicos de cerca de vinte nacionalidades. Sua pesquisa artística compreende a música como território de encontro, memória e transformação social, estabelecendo pontes entre Brasil, África, Caribe, América Latina e Europa. Em seus espetáculos, workshops e projetos de intercâmbio, promove o compartilhamento de processos criativos e a valorização da diversidade cultural, reafirmando a arte como espaço de pertencimento, escuta e criação coletiva.
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Afrobeat
Afro
Dub
(Roots) Reggae
MPB
Afrobrasileiro
Descripción
.Arícia Mess é cantora, compositora, performer e artista interdisciplinar brasileira. Sua obra reúne música, poesia, performance e artes visuais em uma pesquisa marcada pela ancestralidade, liberdade, diversidade e pelo diálogo entre culturas. Mulher negra, filha de negros, indígenas e europeus, artista genderqueer e independente, desenvolveu uma linguagem artística singular que transita entre a música brasileira contemporânea e as matrizes afro-indígenas, abordando temas como identidade, pertencimento, questões sociais e ambientais. Ao longo de mais de três décadas de carreira, construiu uma trajetória internacional pautada pelo intercâmbio artístico e pela criação colaborativa. Sua relação com o Reino Unido começou em 1976, quando participou do Festival de Aberdeen, e se consolidou ao longo dos anos por meio de apresentações, residências artísticas, entrevistas e projetos desenvolvidos em Londres. Na década de 1990, lançou singles pelo selo inglês Far Out Recordings e teve sua música difundida na Europa. Em 2017, durante a criação do álbum Versos do Mundo, mergulhou na intensa vida cultural londrina, apresentando-se em espaços como a festa Movimientos e participando do Carnaval de Notting Hill. Versos do Mundo foi composto entre Londres, Lisboa e São Paulo, refletindo uma trajetória construída em deslocamentos, encontros e colaborações. O álbum contou com a participação de artistas como Dona Onete e foi reconhecido pela crítica especializada no Brasil e no exterior. Durante a pandemia, Arícia expandiu esse diálogo internacional ao produzir seis videoclipes dirigidos remotamente por oito cineastas radicados em Londres, reunindo artistas e técnicos de cerca de vinte nacionalidades. Arícia Mess é cantora, compositora, performer e artista interdisciplinar brasileira. Sua obra reúne música, poesia, performance e artes visuais em uma pesquisa marcada pela ancestralidade, liberdade, diversidade e pelo diálogo entre culturas. Mulher negra, filha de negros, indígenas e europeus, artista genderqueer e independente, desenvolveu uma linguagem artística singular que transita entre a música brasileira contemporânea e as matrizes afro-indígenas, abordando temas como identidade, pertencimento, questões sociais e ambientais. Ao longo de mais de três décadas de carreira, construiu uma trajetória internacional pautada pelo intercâmbio artístico e pela criação colaborativa. Sua relação com o Reino Unido começou em 1976, quando participou do Festival de Aberdeen, e se consolidou ao longo dos anos por meio de apresentações, residências artísticas, entrevistas e projetos desenvolvidos em Londres. Na década de 1990, lançou singles pelo selo inglês Far Out Recordings e teve sua música difundida na Europa. Em 2017, durante a criação do álbum Versos do Mundo, mergulhou na intensa vida cultural londrina, apresentando-se em espaços como a festa Movimientos e participando do Carnaval de Notting Hill. Versos do Mundo foi composto entre Londres, Lisboa e São Paulo, refletindo uma trajetória construída em deslocamentos, encontros e colaborações. O álbum contou com a participação de artistas como Dona Onete e foi reconhecido pela crítica especializada no Brasil e no exterior. Durante a pandemia, Arícia expandiu esse diálogo internacional ao produzir seis videoclipes dirigidos remotamente por oito cineastas radicados em Londres, reunindo artistas e técnicos de cerca de vinte nacionalidades. Sua pesquisa artística compreende a música como território de encontro, memória e transformação social, estabelecendo pontes entre Brasil, África, Caribe, América Latina e Europa. Em seus espetáculos, workshops e projetos de intercâmbio, promove o compartilhamento de processos criativos e a valorização da diversidade cultural, reafirmando a arte como espaço de pertencimento, escuta e criação coletiva.
Música

Ensamble Vocal Mallku
Fundado en 2022 bajo la dirección del maestro Temix Albornoz, Mallku es un ensamble vocal latinoamericano integrado por 36 jóvenes y adultos de distintos países. Su nombre proviene de la cosmovisión andina y evoca al cóndor, símbolo de fuerza, libertad y conexión ancestral. El proyecto se sostiene desde un modelo autogestionado, horizontal y colaborativo que impulsa el crecimiento artístico colectivo. Su propuesta combina formación técnico-vocal con pensamiento crítico, creación colectiva y compromiso con el territorio. Mallku no solo forma cantantes, sino personas conscientes de su contexto y capaces de dialogar con tradición y contemporaneidad desde el arte. Su metodología integra ensayos, talleres interdisciplinarios, experimentación sonora y espacios de co-creación constante.
Ver detallesEnsamble Vocal Mallku
Vocal/Coral
Descripción
Fundado en 2022 bajo la dirección del maestro Temix Albornoz, Mallku es un ensamble vocal latinoamericano integrado por 36 jóvenes y adultos de distintos países. Su nombre proviene de la cosmovisión andina y evoca al cóndor, símbolo de fuerza, libertad y conexión ancestral. El proyecto se sostiene desde un modelo autogestionado, horizontal y colaborativo que impulsa el crecimiento artístico colectivo. Su propuesta combina formación técnico-vocal con pensamiento crítico, creación colectiva y compromiso con el territorio. Mallku no solo forma cantantes, sino personas conscientes de su contexto y capaces de dialogar con tradición y contemporaneidad desde el arte. Su metodología integra ensayos, talleres interdisciplinarios, experimentación sonora y espacios de co-creación constante.
Música

JON MOMA / MOMAK
.MOMAK es una banda de indie rock nacida en Bizkaia en 2024, liderada por Jon Andoni Moreno. Su propuesta combina sonidos orgánicos, melodías emotivas y una marcada presencia de la trompeta, creando un universo sonoro propio entre el indie rock y el pop alternativo. El grupo canta en euskera y castellano, abordando temas como la identidad, el paso del tiempo, las raíces y la transformación personal. Entre sus lanzamientos destacan Itzuliko Naiz, canción oficial de la Itzulia Basque Country 2026, así como los sencillos Eraldatzen y Bi Leiho. En su corta trayectoria, MOMAK ha actuado en diferentes escenarios de Euskadi y ha sido finalista del certamen Hiriko Soinuak de Barakaldo, consolidándose como una de las propuestas emergentes de la escena vasca.
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Grunge
Indie Pop (Twee)
Descripción
.MOMAK es una banda de indie rock nacida en Bizkaia en 2024, liderada por Jon Andoni Moreno. Su propuesta combina sonidos orgánicos, melodías emotivas y una marcada presencia de la trompeta, creando un universo sonoro propio entre el indie rock y el pop alternativo. El grupo canta en euskera y castellano, abordando temas como la identidad, el paso del tiempo, las raíces y la transformación personal. Entre sus lanzamientos destacan Itzuliko Naiz, canción oficial de la Itzulia Basque Country 2026, así como los sencillos Eraldatzen y Bi Leiho. En su corta trayectoria, MOMAK ha actuado en diferentes escenarios de Euskadi y ha sido finalista del certamen Hiriko Soinuak de Barakaldo, consolidándose como una de las propuestas emergentes de la escena vasca.
Música

Adam Bustios Jara
Soy músico, acordeonista y docente universitario chileno, dedicado a la interpretación, creación y difusión de las músicas tradicionales y populares. Mi trabajo artístico se centra en el diálogo intercultural, participando en proyectos que integran repertorios de Chile, Brasil, el mundo andino y otras tradiciones musicales. A través de la interpretación, la composición, la dirección de ensambles y la mediación artística, busco generar espacios de encuentro entre comunidades, fortalecer la circulación de las músicas de raíz y contribuir a la formación de nuevas audiencias y músicos. Trayectoria profesional: Profesor de Educación Musical y Licenciado en Educación por la Universidad de Playa Ancha. Actualmente me desempeño como docente en la Pontificia Universidad Católica de Valparaíso y como profesor de Música en el Colegio Canal Beagle Viña del mar. Mi experiencia profesional combina la docencia, la dirección de agrupaciones musicales, la coordinación de proyectos culturales y la formación artística. He trabajado como docente en diversos establecimientos educacionales y escuelas de música, además de participar como líder artístico en programas nacionales e internacionales como Ethno Chile y ChilEtno. Trayectoria artística Desde 2010 he desarrollado una trayectoria como acordeonista, multi instrumentista y director musical, participando en proyectos vinculados a las músicas tradicionales y populares de Chile y Latinoamérica. He integrado agrupaciones como Ensamble Transatlántico de Folk Chileno, Chinelos do Forró, Som de Buteco, Algarabía, Mariachi Real de México, The Geek Orchestra y la Orquesta de Acordeones Hohner de Valparaíso, entre otras. He representado a Chile en festivales, encuentros y giras artísticas en Argentina, Brasil, Ecuador, India, Corea del Sur, Japón y España, participando en procesos de intercambio cultural y colaboración internacional. Mi trabajo discográfico incluye participación en los álbumes Volumen I, Volumen II y Cartografía Sonora Latinoamericana junto al Ensamble Transatlántico de Folk Chileno, además de colaboraciones con otros artistas latinoamericanos. Paralelamente, he desarrollado una importante labor en mediación artística y formación de audiencias mediante conciertos educativos, talleres, residencias y proyectos colaborativos con orquestas juveniles, instituciones educativas y organizaciones culturales a través de la agrupación Ensamble Transatlántico de Folk Chileno. Mi trabajo busca fortalecer el patrimonio musical, promover el intercambio entre culturas y generar nuevas oportunidades de creación y circulación para las músicas tradicionales y populares.
Ver detallesAdam Bustios Jara
Folclor
Forró
Descripción
Soy músico, acordeonista y docente universitario chileno, dedicado a la interpretación, creación y difusión de las músicas tradicionales y populares. Mi trabajo artístico se centra en el diálogo intercultural, participando en proyectos que integran repertorios de Chile, Brasil, el mundo andino y otras tradiciones musicales. A través de la interpretación, la composición, la dirección de ensambles y la mediación artística, busco generar espacios de encuentro entre comunidades, fortalecer la circulación de las músicas de raíz y contribuir a la formación de nuevas audiencias y músicos. Trayectoria profesional: Profesor de Educación Musical y Licenciado en Educación por la Universidad de Playa Ancha. Actualmente me desempeño como docente en la Pontificia Universidad Católica de Valparaíso y como profesor de Música en el Colegio Canal Beagle Viña del mar. Mi experiencia profesional combina la docencia, la dirección de agrupaciones musicales, la coordinación de proyectos culturales y la formación artística. He trabajado como docente en diversos establecimientos educacionales y escuelas de música, además de participar como líder artístico en programas nacionales e internacionales como Ethno Chile y ChilEtno. Trayectoria artística Desde 2010 he desarrollado una trayectoria como acordeonista, multi instrumentista y director musical, participando en proyectos vinculados a las músicas tradicionales y populares de Chile y Latinoamérica. He integrado agrupaciones como Ensamble Transatlántico de Folk Chileno, Chinelos do Forró, Som de Buteco, Algarabía, Mariachi Real de México, The Geek Orchestra y la Orquesta de Acordeones Hohner de Valparaíso, entre otras. He representado a Chile en festivales, encuentros y giras artísticas en Argentina, Brasil, Ecuador, India, Corea del Sur, Japón y España, participando en procesos de intercambio cultural y colaboración internacional. Mi trabajo discográfico incluye participación en los álbumes Volumen I, Volumen II y Cartografía Sonora Latinoamericana junto al Ensamble Transatlántico de Folk Chileno, además de colaboraciones con otros artistas latinoamericanos. Paralelamente, he desarrollado una importante labor en mediación artística y formación de audiencias mediante conciertos educativos, talleres, residencias y proyectos colaborativos con orquestas juveniles, instituciones educativas y organizaciones culturales a través de la agrupación Ensamble Transatlántico de Folk Chileno. Mi trabajo busca fortalecer el patrimonio musical, promover el intercambio entre culturas y generar nuevas oportunidades de creación y circulación para las músicas tradicionales y populares.

Andrés Maroto Piedra
Mi nombre es **Andrés Maroto Piedra**, soy un violinista costarricense de 20 años y actualmente curso la carrera de Música en la **Universidad de Costa Rica (UCR)**, donde estudio violín bajo la guía de la profesora Caterina Tellini. Desde que comencé mis estudios a los diez años, he dedicado mi vida al perfeccionamiento artístico con el objetivo de desarrollar una carrera internacional como intérprete. A lo largo de mi formación he participado en importantes programas y festivales, entre ellos el **Festival Internacional de Música de Santa Catarina (FEMUSC)** en Brasil, el **Festival Internacional de la Universidad de Costa Rica (FICUCR)** y el **Summer Camp Young Talents** del **Instituto Superior de Música Reina Sofía** en Madrid, España. Estas experiencias me han permitido trabajar con reconocidos maestros y compartir con jóvenes músicos de diferentes partes del mundo, fortaleciendo mi crecimiento artístico y musical. Mi experiencia orquestal incluye mi participación en la **Orquesta Sinfónica Estudiantil de Artes Musicales (OSEAM)**, donde he colaborado junto a la **Orquesta Sinfónica de la Universidad de Costa Rica (OSUCR)**, así como en la **Orquesta Sinfónica de Heredia (OSH)**. Además, he sido invitado en múltiples ocasiones a integrar la **Orquesta Sinfónica Nacional de Costa Rica (OSNCR)**, experiencias que han fortalecido mi desarrollo profesional dentro del repertorio sinfónico. Mi preparación me permitió ser admitido en prestigiosas instituciones de música en Europa y Estados Unidos. Finalmente, decidí aceptar mi admisión al **Bachelor of Music (Performance) in Violin** del **Royal Conservatoire of Scotland (RCS)**, una de las escuelas de artes escénicas más reconocidas del mundo. Esta oportunidad representa un paso decisivo en mi formación y me permitirá continuar desarrollando las habilidades técnicas, musicales y artísticas necesarias para alcanzar el más alto nivel profesional. Mi mayor aspiración es construir una carrera internacional como violinista, desempeñándome en orquestas sinfónicas de excelencia, proyectos de música de cámara y como solista. Aspiro a representar a Costa Rica con orgullo en los principales escenarios del mundo y a contribuir, a través de la música, al enriquecimiento cultural de las comunidades con las que tenga el privilegio de compartir mi arte.
Ver detallesAndrés Maroto Piedra
Clásica-Románticista
Solistas
Descripción
Mi nombre es **Andrés Maroto Piedra**, soy un violinista costarricense de 20 años y actualmente curso la carrera de Música en la **Universidad de Costa Rica (UCR)**, donde estudio violín bajo la guía de la profesora Caterina Tellini. Desde que comencé mis estudios a los diez años, he dedicado mi vida al perfeccionamiento artístico con el objetivo de desarrollar una carrera internacional como intérprete. A lo largo de mi formación he participado en importantes programas y festivales, entre ellos el **Festival Internacional de Música de Santa Catarina (FEMUSC)** en Brasil, el **Festival Internacional de la Universidad de Costa Rica (FICUCR)** y el **Summer Camp Young Talents** del **Instituto Superior de Música Reina Sofía** en Madrid, España. Estas experiencias me han permitido trabajar con reconocidos maestros y compartir con jóvenes músicos de diferentes partes del mundo, fortaleciendo mi crecimiento artístico y musical. Mi experiencia orquestal incluye mi participación en la **Orquesta Sinfónica Estudiantil de Artes Musicales (OSEAM)**, donde he colaborado junto a la **Orquesta Sinfónica de la Universidad de Costa Rica (OSUCR)**, así como en la **Orquesta Sinfónica de Heredia (OSH)**. Además, he sido invitado en múltiples ocasiones a integrar la **Orquesta Sinfónica Nacional de Costa Rica (OSNCR)**, experiencias que han fortalecido mi desarrollo profesional dentro del repertorio sinfónico. Mi preparación me permitió ser admitido en prestigiosas instituciones de música en Europa y Estados Unidos. Finalmente, decidí aceptar mi admisión al **Bachelor of Music (Performance) in Violin** del **Royal Conservatoire of Scotland (RCS)**, una de las escuelas de artes escénicas más reconocidas del mundo. Esta oportunidad representa un paso decisivo en mi formación y me permitirá continuar desarrollando las habilidades técnicas, musicales y artísticas necesarias para alcanzar el más alto nivel profesional. Mi mayor aspiración es construir una carrera internacional como violinista, desempeñándome en orquestas sinfónicas de excelencia, proyectos de música de cámara y como solista. Aspiro a representar a Costa Rica con orgullo en los principales escenarios del mundo y a contribuir, a través de la música, al enriquecimiento cultural de las comunidades con las que tenga el privilegio de compartir mi arte.

Coincidencias
Coincidencias es una compañía musical mexicana formada en 2022 integrada por mujeres intérpretes que, a través del arpa jarocha, el arpa de pedales y el piano, construye una propuesta escénica contemporánea que dialoga entre la tradición y la innovación. La agrupación se caracteriza por su formato flexible, que le permite adaptarse a distintos escenarios y contextos, integrando diversos elencos y configuraciones instrumentales sin perder su identidad artística. Esta cualidad ha dado lugar a una plataforma colaborativa que impulsa la creación, la reinterpretación del repertorio tradicional y la exploración de nuevas composiciones creadas por sus integrantes. Coincidencias cuenta con tres espectáculos principales: “Concierto Jarocho para Seis Arpas y Un Piano”, centrado en el repertorio veracruzano y composiciones originales; “Acuarela Mexicana”, un recorrido por la diversidad musical del país; y “La Noche de las Arpas”, una propuesta escénica inspirada en las tradiciones del Día de Muertos. Desde su formación, Coincidencias se ha presentado en importantes festivales tales como el Festival Internacional Cervantino (2025) en Guanajuato, Las Fiestas del Pitic (2026) en Sonora y el Festival Internacional de Arpa de Xalapa (2023, 2025) en Veracruz.
Ver detallesCoincidencias
Folclor
Descripción
Coincidencias es una compañía musical mexicana formada en 2022 integrada por mujeres intérpretes que, a través del arpa jarocha, el arpa de pedales y el piano, construye una propuesta escénica contemporánea que dialoga entre la tradición y la innovación. La agrupación se caracteriza por su formato flexible, que le permite adaptarse a distintos escenarios y contextos, integrando diversos elencos y configuraciones instrumentales sin perder su identidad artística. Esta cualidad ha dado lugar a una plataforma colaborativa que impulsa la creación, la reinterpretación del repertorio tradicional y la exploración de nuevas composiciones creadas por sus integrantes. Coincidencias cuenta con tres espectáculos principales: “Concierto Jarocho para Seis Arpas y Un Piano”, centrado en el repertorio veracruzano y composiciones originales; “Acuarela Mexicana”, un recorrido por la diversidad musical del país; y “La Noche de las Arpas”, una propuesta escénica inspirada en las tradiciones del Día de Muertos. Desde su formación, Coincidencias se ha presentado en importantes festivales tales como el Festival Internacional Cervantino (2025) en Guanajuato, Las Fiestas del Pitic (2026) en Sonora y el Festival Internacional de Arpa de Xalapa (2023, 2025) en Veracruz.
Música

Ponto de Cultura FAMEB
Música Sinfónica
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