
Ecologías Sonoras Latinoamericanas
Artista, gestor cultural. Su trabajo se desarrolla de forma transdisciplinar entre el arte y la tecnología, explorando diversas narrativas en torno a la idea de post naturaleza desde las cosmovisiones locales y basada en el uso especulativo de la inteligencia artificial a través de dispositivos interactivos, objetos digitales y composiciones sonoras. Maestrando en Tecnología y Estética de las Artes Electrónicas (UNTREF), ha presentado performances audiovisuales en diversas ciudades de Ecuador, Perú, Chile y Argentina. Forma parte del colectivo AISeeds Project, enfocado en el uso de la inteligencia artificial con semillas autóctonas. Es productor del Ciclo Ecologías Sonoras Latinoamericanas en la plataforma de Arte y Tecnología Labtinoamerica. Formó parte del V Festival de Artes y Tecnologías Toda la Teoría del Universo, realizando talleres y performances. Produjo “Permutación Sonora: Muestra cíclica de Experimentación Sonora” en Ecuador durante 4 años, así como la edición 2018 del Festival TransPiksel (No).
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Descripción
Artista, gestor cultural. Su trabajo se desarrolla de forma transdisciplinar entre el arte y la tecnología, explorando diversas narrativas en torno a la idea de post naturaleza desde las cosmovisiones locales y basada en el uso especulativo de la inteligencia artificial a través de dispositivos interactivos, objetos digitales y composiciones sonoras. Maestrando en Tecnología y Estética de las Artes Electrónicas (UNTREF), ha presentado performances audiovisuales en diversas ciudades de Ecuador, Perú, Chile y Argentina. Forma parte del colectivo AISeeds Project, enfocado en el uso de la inteligencia artificial con semillas autóctonas. Es productor del Ciclo Ecologías Sonoras Latinoamericanas en la plataforma de Arte y Tecnología Labtinoamerica. Formó parte del V Festival de Artes y Tecnologías Toda la Teoría del Universo, realizando talleres y performances. Produjo “Permutación Sonora: Muestra cíclica de Experimentación Sonora” en Ecuador durante 4 años, así como la edición 2018 del Festival TransPiksel (No).

Alejandro Brittes Trio
"VENCEDOR DO PRÊMIO AÇORIANOS DE MÚSICA 2022 DO RIO GRANDE DO SUL COM O DISCO (L)ESTE -CATEGORIA MELHOR ARRANJO" Acordeonista, compositor, pesquisador e interprete de música do litoral Argentino. Estudou música Clássica na Escola Juan Pedro Esnaola. Possui 30 anos de difusão do Chamamé pelo mundo apresentando-se em mais de 10 países como: Itália, Portugal, Espanha, França, Republica Tcheca, Colômbia, Uruguai, Paraguai, dentre outros. Um dos primeiros músicos Chamameceros a iniciar o intercâmbio entre o Chamamé e o rock, gravando para o grupo Los Piojos a música “Todo Pasa” e “don't say tomorrow ”. Venceu como melhor instrumentista o festival de Cosquin em 1996 com uma música autoral. Ganhou o prêmio Revelação da música Ramallo Porá e o prêmio Carlos Keen como melhor instrumentista e grupo musical e no mesmo ano em 1996, venceu o Festival de Chamamé de Federal, Entre Ríos. Pesquisa as origens musicais do ritmo Chamamé, preocupando-se com a identidade do Chamamé, devido a isso, em 2021 publica o Livro: “A origem do Chamamé” junto com a historiadora e produtora cultural Magali de Rossi sendo este um dos mais vendidos na Amazon Brasil na categoria artes. Realizou turnês com artistas como: Chango Spasiuk, Raúl Barboza, Os Fagundes, Elton Saldanha e Shows com nomes nacionais como Luiza Possi. Como solista, tocou com a Orquestra Sinfônica de Mato Grosso do Sul e Orquestra de Câmara Versatellis. Conceituado pelo Norte Americano Mark Brill, PHD em música da Universidade do Texas – EUA, no livro Music of Latin America and the Caribbean, como um dos três principais acordeonistas do gênero. Lançará no dia 30 de setembro o seu oitavo álbum, intitulado (L)ESTE um trabalho crossover que une a música antiga barroca com o Chamamé contendo arranjos escritos por Fernando Cordella, e em outubro publicará o primeiro livro de técnica de acordeón baseado no Sistema Gonzalez. Release Musical Alejandro navega com seu acordeón brincando com o universo temporal da sua música. Utiliza a gravidade despertando a sensação de que a música pode tocar tua pele. Uma percepção estranha de que a música flutua, e ao escutá-la, você entra em uma bolha e tudo pode acontecer ao teu lado sem que você perceba. Seus concertos estabelecem uma conexão com a terra, com as origens da música de sua região e com o universo, em uma verticalidade primordial. Sua marca é usar o acordeón como se fosse um bandoneón, em uma conversa entre o teclado e os baixos, fazendo com que o instrumento seja utilizado na sua mais alta performance. Os baixos são explorados magistralmente, pois para Alejandro, os mesmos nos conectam com a terra, já o teclado de botão, além de dar a melodia à música, ele nos eleva ao Universo. Seus discos tronaram-se outra marca registrada, pois, nenhum se assemelha a outro, e apesar de serem compostos por músicas do litoral argentino, são peculiares, e assim a sua musicalidade bem como suas composições expressam uma diversidade intelecto musical inusitada.
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Chamamé
Barroca
Solistas
Descripción
"VENCEDOR DO PRÊMIO AÇORIANOS DE MÚSICA 2022 DO RIO GRANDE DO SUL COM O DISCO (L)ESTE -CATEGORIA MELHOR ARRANJO" Acordeonista, compositor, pesquisador e interprete de música do litoral Argentino. Estudou música Clássica na Escola Juan Pedro Esnaola. Possui 30 anos de difusão do Chamamé pelo mundo apresentando-se em mais de 10 países como: Itália, Portugal, Espanha, França, Republica Tcheca, Colômbia, Uruguai, Paraguai, dentre outros. Um dos primeiros músicos Chamameceros a iniciar o intercâmbio entre o Chamamé e o rock, gravando para o grupo Los Piojos a música “Todo Pasa” e “don't say tomorrow ”. Venceu como melhor instrumentista o festival de Cosquin em 1996 com uma música autoral. Ganhou o prêmio Revelação da música Ramallo Porá e o prêmio Carlos Keen como melhor instrumentista e grupo musical e no mesmo ano em 1996, venceu o Festival de Chamamé de Federal, Entre Ríos. Pesquisa as origens musicais do ritmo Chamamé, preocupando-se com a identidade do Chamamé, devido a isso, em 2021 publica o Livro: “A origem do Chamamé” junto com a historiadora e produtora cultural Magali de Rossi sendo este um dos mais vendidos na Amazon Brasil na categoria artes. Realizou turnês com artistas como: Chango Spasiuk, Raúl Barboza, Os Fagundes, Elton Saldanha e Shows com nomes nacionais como Luiza Possi. Como solista, tocou com a Orquestra Sinfônica de Mato Grosso do Sul e Orquestra de Câmara Versatellis. Conceituado pelo Norte Americano Mark Brill, PHD em música da Universidade do Texas – EUA, no livro Music of Latin America and the Caribbean, como um dos três principais acordeonistas do gênero. Lançará no dia 30 de setembro o seu oitavo álbum, intitulado (L)ESTE um trabalho crossover que une a música antiga barroca com o Chamamé contendo arranjos escritos por Fernando Cordella, e em outubro publicará o primeiro livro de técnica de acordeón baseado no Sistema Gonzalez. Release Musical Alejandro navega com seu acordeón brincando com o universo temporal da sua música. Utiliza a gravidade despertando a sensação de que a música pode tocar tua pele. Uma percepção estranha de que a música flutua, e ao escutá-la, você entra em uma bolha e tudo pode acontecer ao teu lado sem que você perceba. Seus concertos estabelecem uma conexão com a terra, com as origens da música de sua região e com o universo, em uma verticalidade primordial. Sua marca é usar o acordeón como se fosse um bandoneón, em uma conversa entre o teclado e os baixos, fazendo com que o instrumento seja utilizado na sua mais alta performance. Os baixos são explorados magistralmente, pois para Alejandro, os mesmos nos conectam com a terra, já o teclado de botão, além de dar a melodia à música, ele nos eleva ao Universo. Seus discos tronaram-se outra marca registrada, pois, nenhum se assemelha a outro, e apesar de serem compostos por músicas do litoral argentino, são peculiares, e assim a sua musicalidade bem como suas composições expressam uma diversidade intelecto musical inusitada.
Música

Luis Leguizamón
Vientista, instrumentista "Hombre orquesta andino". Integrante del Conjunto de Gaitas y tambores de Tunja – Colombia. Fabricante de flautas de raíz autóctona de América (Siku, Quena, Traversa caucana, Gaita colombiana) Licenciado en Ciencias Sociales – UPTC. Investigación y Desarrollo de material didáctico en el área.
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Descripción
Vientista, instrumentista "Hombre orquesta andino". Integrante del Conjunto de Gaitas y tambores de Tunja – Colombia. Fabricante de flautas de raíz autóctona de América (Siku, Quena, Traversa caucana, Gaita colombiana) Licenciado en Ciencias Sociales – UPTC. Investigación y Desarrollo de material didáctico en el área.

Ricardo Arbiza
Ricardo Arbiza, músico uruguayo: trombonista, compositor e ingeniero musical, actualmente estudiando en Nueva York, está teniendo una intensa actividad en los Estados Unidos. Como intérprete, se ha presentado en múltiples escenarios, desde orquestas sinfónicas como la American Composer Orchestra, la Orquesta Sinfónica Nacional de Uruguay y la Orquesta Sinfónica de la ONU hasta bandas de salsa como Tito Nieves y Ayme Nuviola, así como varias big bands, bandas militares, y grupos pop habiendo realizado giras por Latinoamérica. Como compositor ha estrenado piezas en Uruguay, Argentina, Chile, Paraguay, España y Estados Unidos, siendo algunas de ellas premiadas internacionalmente. Sus intereses exploratorios incluyen la música experimental; el diseño y desarrollo de instrumentos electroacústicos y virtuales, técnicas de audio immersivas, circuitos electrónicos, machine learning, creative coding, el desarrollo de interfaces para instrumentos de viento metal entre otros. En 2022, Ricardo ha sido invitado a presentar una conferencia, junto con un recital y el estreno de varias composiciones en el marco del ITF 2022, que se llevó a cabo en Conway, Arkansas, así como a presentarse como Artista en Residencia en Viseu Dão Lafões: Echoes of Salida en Portugal en 2023. Ricardo Arbiza es Licenciado en Composición Musical de Uruguay (UDELAR-EUM), Magíster en Trombón Bajo por la Mannes School of Music (NY); y actualmente está cursando sus estudios doctorales (Ph.D.) en Interpretación y Composición Musical en la Universidad de Nueva York (NYU), bajo la tutoría del compositor Dr. Tae Hong Park y la tutela del trombonista David Taylor y el trompetista Wayne DuMaine.
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Descripción
Ricardo Arbiza, músico uruguayo: trombonista, compositor e ingeniero musical, actualmente estudiando en Nueva York, está teniendo una intensa actividad en los Estados Unidos. Como intérprete, se ha presentado en múltiples escenarios, desde orquestas sinfónicas como la American Composer Orchestra, la Orquesta Sinfónica Nacional de Uruguay y la Orquesta Sinfónica de la ONU hasta bandas de salsa como Tito Nieves y Ayme Nuviola, así como varias big bands, bandas militares, y grupos pop habiendo realizado giras por Latinoamérica. Como compositor ha estrenado piezas en Uruguay, Argentina, Chile, Paraguay, España y Estados Unidos, siendo algunas de ellas premiadas internacionalmente. Sus intereses exploratorios incluyen la música experimental; el diseño y desarrollo de instrumentos electroacústicos y virtuales, técnicas de audio immersivas, circuitos electrónicos, machine learning, creative coding, el desarrollo de interfaces para instrumentos de viento metal entre otros. En 2022, Ricardo ha sido invitado a presentar una conferencia, junto con un recital y el estreno de varias composiciones en el marco del ITF 2022, que se llevó a cabo en Conway, Arkansas, así como a presentarse como Artista en Residencia en Viseu Dão Lafões: Echoes of Salida en Portugal en 2023. Ricardo Arbiza es Licenciado en Composición Musical de Uruguay (UDELAR-EUM), Magíster en Trombón Bajo por la Mannes School of Music (NY); y actualmente está cursando sus estudios doctorales (Ph.D.) en Interpretación y Composición Musical en la Universidad de Nueva York (NYU), bajo la tutoría del compositor Dr. Tae Hong Park y la tutela del trombonista David Taylor y el trompetista Wayne DuMaine.

Natalia Luzuriaga
Natalia Luzuriaga es cantante, directora musical, compositora, arreglista e investigadora. Durante su carrera ha fundado y dirigido varios ensambles vocales e instrumentales, promoviendo la innovación y experimentación en interpretación y repertorio. Su quehacer musical ha estado ligado con la investigación de músicas tradicionales del Ecuador y del mundo. Ha sido ganadora de fondos concursables del Ministerio de Cultura del Ecuador en varias ocasiones para la realización de proyectos de creación e investigación. Con sus proyectos ha participado en el Festival Internacional de Música Sacra de Quito, el Festival de Música Contemporánea del Ecuador, los Festivales Voces desde la Mitad del Mundo y Mujeres en Escena de Quito. Magíster en Música en dirección coral, con estudios en dirección orquestal, composición y musicología. Fue directora del Coro Mixto Ciudad de Quito en dos períodos por un total de tres años.
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Folklore Sudamericano
Contemporánea
Vocal/Coral
Descripción
Natalia Luzuriaga es cantante, directora musical, compositora, arreglista e investigadora. Durante su carrera ha fundado y dirigido varios ensambles vocales e instrumentales, promoviendo la innovación y experimentación en interpretación y repertorio. Su quehacer musical ha estado ligado con la investigación de músicas tradicionales del Ecuador y del mundo. Ha sido ganadora de fondos concursables del Ministerio de Cultura del Ecuador en varias ocasiones para la realización de proyectos de creación e investigación. Con sus proyectos ha participado en el Festival Internacional de Música Sacra de Quito, el Festival de Música Contemporánea del Ecuador, los Festivales Voces desde la Mitad del Mundo y Mujeres en Escena de Quito. Magíster en Música en dirección coral, con estudios en dirección orquestal, composición y musicología. Fue directora del Coro Mixto Ciudad de Quito en dos períodos por un total de tres años.
Música

Javier Medina López
Cantante y compositor de canciones de tipo tropical tradicional colombianas… Percusionista y corista de orquestas locales colombianas desde hace unos 20 años… Actualmente en grabación de mis propias canciones (Inéditas)…
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Cumbia
Salsa
Folclor
Descripción
Cantante y compositor de canciones de tipo tropical tradicional colombianas… Percusionista y corista de orquestas locales colombianas desde hace unos 20 años… Actualmente en grabación de mis propias canciones (Inéditas)…

Juan Pablo Navarro
.[ Acerca de JUAN PABLO NAVARRO Actualmente dirige el Juan Pablo Navarro Septeto y el Juan Pablo Navarro cuarteto y Juan Pablo Navarro quinteto Nominado a los Premios Carlos Gardel de la edición 2020 como Mejor Album en Vivo por Los Dopados-La Música de Juan Carlos Cobián grabado con su septeto en La Usina del Arte y editado por el Club del Disco. Nominado a los premios Gardel 2023 como mejor album instrumental de Tango Tambien acompaña al bandoneonista Néstor Marconi y forma parte del quinteto de Diego Schissi y del Quinteto Real. Ha colaborado, además, con prestigiosos artistas de la escena nacional e internacional: Leopoldo Federico, Horacio Salgán, Ubaldo De Lio, Joe Lovano, Richard Galliano, Uri Caine ,Gustavo Cerati, Fito Páez,Vinicius Dorin, Walter Ríos, Julio Pane, Quinteto Fundación Astor Piazzolla, Chango Spasiuk, Nini Flores Quinteto, Susana Rinaldi, Luis Ceravolo cuarteto. Como docente ha dictado Workshops y MasterClass de Tango en instituciones prestigiosas alrededor del mundo.
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Tango
Folclore
Descripción
.[ Acerca de JUAN PABLO NAVARRO Actualmente dirige el Juan Pablo Navarro Septeto y el Juan Pablo Navarro cuarteto y Juan Pablo Navarro quinteto Nominado a los Premios Carlos Gardel de la edición 2020 como Mejor Album en Vivo por Los Dopados-La Música de Juan Carlos Cobián grabado con su septeto en La Usina del Arte y editado por el Club del Disco. Nominado a los premios Gardel 2023 como mejor album instrumental de Tango Tambien acompaña al bandoneonista Néstor Marconi y forma parte del quinteto de Diego Schissi y del Quinteto Real. Ha colaborado, además, con prestigiosos artistas de la escena nacional e internacional: Leopoldo Federico, Horacio Salgán, Ubaldo De Lio, Joe Lovano, Richard Galliano, Uri Caine ,Gustavo Cerati, Fito Páez,Vinicius Dorin, Walter Ríos, Julio Pane, Quinteto Fundación Astor Piazzolla, Chango Spasiuk, Nini Flores Quinteto, Susana Rinaldi, Luis Ceravolo cuarteto. Como docente ha dictado Workshops y MasterClass de Tango en instituciones prestigiosas alrededor del mundo.
Música

John Paul Capcha Tineo
Soy músico, compositor musical, arreglista, ingeniero de sonido, guitarrista, líder da la banda de death metal Hadez, fundador y compositor de las bandas Niebla, Ergo. También a participado como músico y colaborador en bandas como Necrofucker, Adioses, T.K.CH, Anal Vomit, Bestial Possession, Dismorfia. Fundador del sello discográfico Guerreros de la Muerte. Con 36 años en la movida metalera no solo a grabado más de 20 discos, si no que su aporte a la cultura underground a influenciado a muchas bandas de su país.
Ver detallesJohn Paul Capcha Tineo
Death Metal
Thrash Metal
Hard Rock
Punk Rock
New Wave
Descripción
Soy músico, compositor musical, arreglista, ingeniero de sonido, guitarrista, líder da la banda de death metal Hadez, fundador y compositor de las bandas Niebla, Ergo. También a participado como músico y colaborador en bandas como Necrofucker, Adioses, T.K.CH, Anal Vomit, Bestial Possession, Dismorfia. Fundador del sello discográfico Guerreros de la Muerte. Con 36 años en la movida metalera no solo a grabado más de 20 discos, si no que su aporte a la cultura underground a influenciado a muchas bandas de su país.

Gretha Bletsung
Cantautora, Compositora y arreglista colombiana. El año 2017 logra el lanzamiento como artista con el sencillo “Guardián del Tesoro”. En 2018, lanza en vivo el tema Fantino; el 29 de septiembre de 2023 publica su primer EP: INRI Romance. Este EP lo integran sonidos de las raíces del altiplano cundiboyasence, que incluyen la guabina como base musical y agrega elementos musicales como técnicas extendidas propias del tango, inspiradas en el compositor Astor Piazzolla, de cuyo formato reemplaza el bandoneón tradicional del autor argentino, por el tiple colombiano para darle una sonoridad asociada a la música colombiana.
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Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Música Sinfónica
Vocal/Coral
Descripción
Cantautora, Compositora y arreglista colombiana. El año 2017 logra el lanzamiento como artista con el sencillo “Guardián del Tesoro”. En 2018, lanza en vivo el tema Fantino; el 29 de septiembre de 2023 publica su primer EP: INRI Romance. Este EP lo integran sonidos de las raíces del altiplano cundiboyasence, que incluyen la guabina como base musical y agrega elementos musicales como técnicas extendidas propias del tango, inspiradas en el compositor Astor Piazzolla, de cuyo formato reemplaza el bandoneón tradicional del autor argentino, por el tiple colombiano para darle una sonoridad asociada a la música colombiana.
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Música

Wankara Ensamble de Percusión
Wankara Ensamble de Percusión es fundado en 2011 con el fin de desarrollar y ampliar la música de cámara en el ámbito de la percusión, siendo un grupo versátil capaz de desenvolverse en distintos estilos musicales. Además de la búsqueda de nuevas sonoridades, incursionar en la música contemporánea, la música colombiana y obras escritas para percusión. Tiene como objetivo abrir el panorama profesional de la percusión, la música de cámara y la pedagogía al medio laboral en cooperación con otras disciplinas y en la exploración y explotación de todas las posibilidades del artista como ser integro. Ganadores de las convocatorias y estímulos: Concurso ciclos de conciertos de Música de cámara para todos los públicos, organizado por el Programa distrital de estímulos 2012 – Orquesta Filarmónica de Bogotá, Jóvenes Talentos de la música 2013 organizada por la Alianza Francesa, Programación Artística de la Fundación Gilberto Alzate Avendaño Agosto-Septiembre- 2013, I Festival de Música de Cámara organizado por la Orquesta Filarmónica de Bogotá, segundo puesto en el concurso internacional de ensambles de percusión 2016, organizado por el Italy Percussive Arts Society (ITALY PAS) y primer puesto en el concurso “Premio de grupos de música de cámara en la categoría de uno a cinco años de conformación” 2017, organizado por la Orquesta Filarmónica de Bogotá. A nivel pedagógico Wankara ha ofrecido master classes y conciertos didácticos, siendo participes de las iniciativas que al respecto se han realizado en la ciudad de Bogotá; entre ellas, el proyecto Maleta Pedagógica, lanzado por la Orquesta Filarmónica de Bogotá, el programa Música Itinerante de Compensar, ciclo de conciertos didácticos organizado por la Red de Bibliotecas Públicas de Bogotá (Bibliored), conferencias en diferentes escenarios del país y conferencias y clases didácticas de percusión no convencional y percusión corporal bajo el marco del “Colombo Top Show 2021” organizado por el Centro Cultural Colombo Americano de Bogotá. Partiendo de la aproximación que cada uno de los integrantes ha tenido con las músicas tradicionales de Colombia; dan un paso significativo al consolidar un taller de música Colombiana realizado en la Universidad de Minnesota (University of Minnesota) en 2012 gracias al apoyo y colaboración del maestro Fernando Meza, profesor asociado al área de percusión de la misma institución. El ensamble resalta su participación en el concierto “Retratos de un compositor” (año 2014) que organiza anualmente el Banco de la Republica; esta vez en homenaje al maestro Francisco Zumaque, interpretando la obra URUTÍ, participación como ensamble invitado al IV y V Festival Internacional de Percusión celebrado en la ciudad de Ibagué-Colombia en 2015 y 2016, concierto de lanzamiento de la página web Wankara en el teatro al parque 2016, apertura del ciclo de conciertos “Tairona Joven” organizado por el Centro Cultural Colombo Americano de Bogotá en los años 2017 y 1019, su participación en el “II laboratorio nacional de percusión” organizado por la Fundación Orquesta Sinfónica de Bogotá y la Universidad Nacional de Colombia en 2016, alternando una presentación con la maestra Katarzyna Mycka, su incorporación a la empresa “Innovative Percussion” como grupo artista promotor en 2015, participación en el “I Festival Internacional de Percusión COLPAS 2020”, organizado por el “Colombian Chapter Percusive Arts Society” en 2020, conciertos virtuales de “Kyoto”, “Lime Juice” en 2020 , “la patasola” en 2021 y concierto virtual de compositores colombianos bajo el marco de la temporada digital de conciertos Banco de la Republica 2021 “Recorridos por la Música de Camara”.
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Música de Cámara
Contemporánea
Descripción
Wankara Ensamble de Percusión es fundado en 2011 con el fin de desarrollar y ampliar la música de cámara en el ámbito de la percusión, siendo un grupo versátil capaz de desenvolverse en distintos estilos musicales. Además de la búsqueda de nuevas sonoridades, incursionar en la música contemporánea, la música colombiana y obras escritas para percusión. Tiene como objetivo abrir el panorama profesional de la percusión, la música de cámara y la pedagogía al medio laboral en cooperación con otras disciplinas y en la exploración y explotación de todas las posibilidades del artista como ser integro. Ganadores de las convocatorias y estímulos: Concurso ciclos de conciertos de Música de cámara para todos los públicos, organizado por el Programa distrital de estímulos 2012 – Orquesta Filarmónica de Bogotá, Jóvenes Talentos de la música 2013 organizada por la Alianza Francesa, Programación Artística de la Fundación Gilberto Alzate Avendaño Agosto-Septiembre- 2013, I Festival de Música de Cámara organizado por la Orquesta Filarmónica de Bogotá, segundo puesto en el concurso internacional de ensambles de percusión 2016, organizado por el Italy Percussive Arts Society (ITALY PAS) y primer puesto en el concurso “Premio de grupos de música de cámara en la categoría de uno a cinco años de conformación” 2017, organizado por la Orquesta Filarmónica de Bogotá. A nivel pedagógico Wankara ha ofrecido master classes y conciertos didácticos, siendo participes de las iniciativas que al respecto se han realizado en la ciudad de Bogotá; entre ellas, el proyecto Maleta Pedagógica, lanzado por la Orquesta Filarmónica de Bogotá, el programa Música Itinerante de Compensar, ciclo de conciertos didácticos organizado por la Red de Bibliotecas Públicas de Bogotá (Bibliored), conferencias en diferentes escenarios del país y conferencias y clases didácticas de percusión no convencional y percusión corporal bajo el marco del “Colombo Top Show 2021” organizado por el Centro Cultural Colombo Americano de Bogotá. Partiendo de la aproximación que cada uno de los integrantes ha tenido con las músicas tradicionales de Colombia; dan un paso significativo al consolidar un taller de música Colombiana realizado en la Universidad de Minnesota (University of Minnesota) en 2012 gracias al apoyo y colaboración del maestro Fernando Meza, profesor asociado al área de percusión de la misma institución. El ensamble resalta su participación en el concierto “Retratos de un compositor” (año 2014) que organiza anualmente el Banco de la Republica; esta vez en homenaje al maestro Francisco Zumaque, interpretando la obra URUTÍ, participación como ensamble invitado al IV y V Festival Internacional de Percusión celebrado en la ciudad de Ibagué-Colombia en 2015 y 2016, concierto de lanzamiento de la página web Wankara en el teatro al parque 2016, apertura del ciclo de conciertos “Tairona Joven” organizado por el Centro Cultural Colombo Americano de Bogotá en los años 2017 y 1019, su participación en el “II laboratorio nacional de percusión” organizado por la Fundación Orquesta Sinfónica de Bogotá y la Universidad Nacional de Colombia en 2016, alternando una presentación con la maestra Katarzyna Mycka, su incorporación a la empresa “Innovative Percussion” como grupo artista promotor en 2015, participación en el “I Festival Internacional de Percusión COLPAS 2020”, organizado por el “Colombian Chapter Percusive Arts Society” en 2020, conciertos virtuales de “Kyoto”, “Lime Juice” en 2020 , “la patasola” en 2021 y concierto virtual de compositores colombianos bajo el marco de la temporada digital de conciertos Banco de la Republica 2021 “Recorridos por la Música de Camara”.
Música
19783 Resultados – Página 840 de 1979































