
Norberto Cruz + Jorge Vidal
O duo Norberto Cruz (bandolim) e Jorge Vidal (piano) vem trazer uma abordagem ao repertório original escrito para este orgânico por autores clássicos como Calace, Munier, Shumann e Beethoven, trazendo a vida a poesia musical da época, levando assim o público a ter uma experiência única na sonoridade destes dois instrumentos. Norberto Cruz é um Concertista afirmado e reconhecido no bandolim internacional, apresentou-se como solista em Portugal, Itália, Estónia, Bulgária, Espanha, Brasil, Áustria, onde colaborou com importantes espaços culturais/entidades como, o Teatro alla Scala, em Milão, o Teatro Fenice em Veneza e Orquestra “Roma Sinfonietta” de Roma. Exibiu-se sob a direcção de prestigiados maestros como Mstislav Rostropovich e Riccardo Muti e ao lado de músicos de renome internacional, tais como Andrea Bocelli, Noa, Placido Domingo e Júlio Pereira. É um dos fundadores, juntamente com Emanuele e Valdimiro Buzi, do “Quinteto a Plettro Giuseppe Anedda”, recebendo em 2012 a Medalha de Representação do Presidente da República italiana. É considerado entre os bandolinistas portugueses de maior prestígio, sempre recebendo grande aclamação de público e crítica. Formou-se em bandolim com menção honrosa no Conservatório Superior “Alfredo Casella” de L’Aquila, sob a orientação de uma das mais prestigiosas bandolinistas do mundo, Dorina Frati e em 2016 obteve mestrado em Formação musical e classes de conjunto pelo IPS – Esart. Experiência profissional: Concertista de bandolim desde 1990; Diretor artístico e maestro/ Associação de Bandolins da Madeira (ABM)/ desde 2008; Presidente da Direção/ ABM/ desde 2010; Professor de bandolim/ Conservatório Escola Profissional das Artes da Madeira/ desde 2009; Maestro e diretor artístico/ Orquestra de Bandolins da Divisão de Serviços de Educação Artística e Multimédia da Madeira (DSEAM)/ 2009-2014; Membro/Músico da MFIC (Madeira Free Improvisation Community)/ desde 2011. Experiência profissional em educação: Professor de bandolim e música de conjunto/ Conservatório Escola Profissional das Artes da Madeira(CEPAM)/ desde 2013; Professor de bandolim e música de conjunto/ Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia (DSEAM)/ 2009-2014; Formador/ Maestro e diretor artístico/ I a IV Estágio da Orquestra de Palheta/ABM/ 2008-2015 Jorge Hernández Vidal nasceu em Pontevedra, começando os seus estudos de piano na mesma cidade, continuando posteriormente no Conservatorio Superior de Castellón (Valencia) sob a tutela dos professores Leonel Morales e Juan Carlos Cornelles. Realiza estudos de violino e colabora ativamente como violinista com a Orquestra de câmara Lira da cidade de Pontevedra, dirigida por D. Algirdas Pocius. Participa em concertos benéficos e culturais. O Trabalho de Investigação que realiza para o seu Fim de Carreira fui sobre o repertório pianístico do compositor galego Rogelio Groba Groba, sendo classificado com excelente. Nos cursos 2014-15 e 2015-16 realiza um Master de ensino em Pedagogia do Piano em Braga (Portugal) sob a tutela do Doutor Luis Pipa. Fez varios cursos de formação pianística sob a tutela da professora Rasa Bivienne. Em 2015 trabalha na musicalização ao piano do livro Wilka. Projeto Wilka. Uma novela para construir uma escola em Madagascar (África). No curso 2016-2017 trabalha como Pianista acompanhante na Escola de Altos Estudos de Santiago de Compostela. Em 2017, participa como Professor ouvinte e no 2020 como Professor ativo, nas Masterclasses de violino e música de câmara com a professora Natalia Morozova. Foi convidado por Norberto Gonçalves Da Cruz, professor de bandolim e compositor do Conservatório-Escola Profissional das Artes da Madeira Eng. Luiz Peter Clode, a participar nos seguintes espetáculos no Teatro Baltazar Dias (Madeira): em 2018 o trabalho ao piano em conjunto no Espetáculo músico-teatral do Fado Tango. Em 2019, participa no IX Fórum Internacional “Interpretação musical e Pedagogia” do Conservatório, impartida pelos formadores Eleonora Tkach e Vladimir Kudrya como Professor ouvinte e Professor ativo, acompanhando ao piano aos alunos de tuba e euphonium. No 2020 participa no espetáculo musico-teatral a Cortina de Soller(https://www.youtube.com/watch v=NqwnofFPyMo&t=362s&ab_channel=TeatroBaltazarDias ) e no mesmo ano acompanha ao piano a Norberto Cruz na 5º Edição do Festival Internacional de Bandolins. Em 2021 acompanha ao piano a Norberto Cruz no concerto a duo bandolim-piano in music: (https://www.youtube.com/watch?v=LQkMxESUeg0&ab_channel=TeatroBaltazarDias ). Atualmente, é professor de piano e pianista acompanhante no Conservatório-Escola Profissional das Artes da Madeira Eng. Luiz Peter Clode.
Ver detallesNorberto Cruz + Jorge Vidal
Contemporánea
Clásica-Románticista
Descripción
O duo Norberto Cruz (bandolim) e Jorge Vidal (piano) vem trazer uma abordagem ao repertório original escrito para este orgânico por autores clássicos como Calace, Munier, Shumann e Beethoven, trazendo a vida a poesia musical da época, levando assim o público a ter uma experiência única na sonoridade destes dois instrumentos. Norberto Cruz é um Concertista afirmado e reconhecido no bandolim internacional, apresentou-se como solista em Portugal, Itália, Estónia, Bulgária, Espanha, Brasil, Áustria, onde colaborou com importantes espaços culturais/entidades como, o Teatro alla Scala, em Milão, o Teatro Fenice em Veneza e Orquestra “Roma Sinfonietta” de Roma. Exibiu-se sob a direcção de prestigiados maestros como Mstislav Rostropovich e Riccardo Muti e ao lado de músicos de renome internacional, tais como Andrea Bocelli, Noa, Placido Domingo e Júlio Pereira. É um dos fundadores, juntamente com Emanuele e Valdimiro Buzi, do “Quinteto a Plettro Giuseppe Anedda”, recebendo em 2012 a Medalha de Representação do Presidente da República italiana. É considerado entre os bandolinistas portugueses de maior prestígio, sempre recebendo grande aclamação de público e crítica. Formou-se em bandolim com menção honrosa no Conservatório Superior “Alfredo Casella” de L’Aquila, sob a orientação de uma das mais prestigiosas bandolinistas do mundo, Dorina Frati e em 2016 obteve mestrado em Formação musical e classes de conjunto pelo IPS – Esart. Experiência profissional: Concertista de bandolim desde 1990; Diretor artístico e maestro/ Associação de Bandolins da Madeira (ABM)/ desde 2008; Presidente da Direção/ ABM/ desde 2010; Professor de bandolim/ Conservatório Escola Profissional das Artes da Madeira/ desde 2009; Maestro e diretor artístico/ Orquestra de Bandolins da Divisão de Serviços de Educação Artística e Multimédia da Madeira (DSEAM)/ 2009-2014; Membro/Músico da MFIC (Madeira Free Improvisation Community)/ desde 2011. Experiência profissional em educação: Professor de bandolim e música de conjunto/ Conservatório Escola Profissional das Artes da Madeira(CEPAM)/ desde 2013; Professor de bandolim e música de conjunto/ Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia (DSEAM)/ 2009-2014; Formador/ Maestro e diretor artístico/ I a IV Estágio da Orquestra de Palheta/ABM/ 2008-2015 Jorge Hernández Vidal nasceu em Pontevedra, começando os seus estudos de piano na mesma cidade, continuando posteriormente no Conservatorio Superior de Castellón (Valencia) sob a tutela dos professores Leonel Morales e Juan Carlos Cornelles. Realiza estudos de violino e colabora ativamente como violinista com a Orquestra de câmara Lira da cidade de Pontevedra, dirigida por D. Algirdas Pocius. Participa em concertos benéficos e culturais. O Trabalho de Investigação que realiza para o seu Fim de Carreira fui sobre o repertório pianístico do compositor galego Rogelio Groba Groba, sendo classificado com excelente. Nos cursos 2014-15 e 2015-16 realiza um Master de ensino em Pedagogia do Piano em Braga (Portugal) sob a tutela do Doutor Luis Pipa. Fez varios cursos de formação pianística sob a tutela da professora Rasa Bivienne. Em 2015 trabalha na musicalização ao piano do livro Wilka. Projeto Wilka. Uma novela para construir uma escola em Madagascar (África). No curso 2016-2017 trabalha como Pianista acompanhante na Escola de Altos Estudos de Santiago de Compostela. Em 2017, participa como Professor ouvinte e no 2020 como Professor ativo, nas Masterclasses de violino e música de câmara com a professora Natalia Morozova. Foi convidado por Norberto Gonçalves Da Cruz, professor de bandolim e compositor do Conservatório-Escola Profissional das Artes da Madeira Eng. Luiz Peter Clode, a participar nos seguintes espetáculos no Teatro Baltazar Dias (Madeira): em 2018 o trabalho ao piano em conjunto no Espetáculo músico-teatral do Fado Tango. Em 2019, participa no IX Fórum Internacional “Interpretação musical e Pedagogia” do Conservatório, impartida pelos formadores Eleonora Tkach e Vladimir Kudrya como Professor ouvinte e Professor ativo, acompanhando ao piano aos alunos de tuba e euphonium. No 2020 participa no espetáculo musico-teatral a Cortina de Soller(https://www.youtube.com/watch v=NqwnofFPyMo&t=362s&ab_channel=TeatroBaltazarDias ) e no mesmo ano acompanha ao piano a Norberto Cruz na 5º Edição do Festival Internacional de Bandolins. Em 2021 acompanha ao piano a Norberto Cruz no concerto a duo bandolim-piano in music: (https://www.youtube.com/watch?v=LQkMxESUeg0&ab_channel=TeatroBaltazarDias ). Atualmente, é professor de piano e pianista acompanhante no Conservatório-Escola Profissional das Artes da Madeira Eng. Luiz Peter Clode.
Videos

PARAIR
PARAIR es un proyecto musical argentino, que reúne en su sonoridad historias y paisajes de su territorio junto a ritmos que van de lo folklórico a lo urbano plasmados en canciones de autoría propia. Conformado por Natalia Terán (Córdoba) en flauta traversa, voz y guitarra; y Jorge Rioja Hunicken (La Rioja) en voz, guitarra, flauta traversa y percusión. El dúo lanzó su primer material fonográfico titulado "Lugares" en noviembre de 2023.
Ver detallesPARAIR
Folklore Sudamericano
Descripción
PARAIR es un proyecto musical argentino, que reúne en su sonoridad historias y paisajes de su territorio junto a ritmos que van de lo folklórico a lo urbano plasmados en canciones de autoría propia. Conformado por Natalia Terán (Córdoba) en flauta traversa, voz y guitarra; y Jorge Rioja Hunicken (La Rioja) en voz, guitarra, flauta traversa y percusión. El dúo lanzó su primer material fonográfico titulado "Lugares" en noviembre de 2023.
Música

MFIC – "AWAKENING(S)"
A Madeira Free Improvisation Community é um projeto que surgiu com base na amizade, entre Gabor Bolba (mentor e membro fundador da mesma), a par com Jorge Garcia e Norberto Cruz, músicos profissionais que partilham do mesmo ideal, o do "Improviso Puro". Estes 3 músicos formam o núcleo que é a base de suporte para os concertos de música improvisada, que tem vindo a acontecer já ao longo de 10 anos e que têm contado com vários convidados, oriundos de vários estilos/géneros musicais. Passados 10 anos de atividade, ao grupo original juntam-se Duarte Salgado (Percussão) e Lidiane Duailibi (voz), no projeto “AWAKENING(S)” ou “DESPERTAR(ES)”. “Whenever I do improvisation, music comes not only from this dimension of time and space, but also from the dimension where time is nonexistent.” György Szabado No nosso entendimento, a música é a manifestação artística mais natural de cada cultura ou indivíduo, por isso para nós é muito importante perceber e sentir como a podemos transmitir, da forma mais original e simples possível. Os nossos concertos/ações são por isso únicos e irrepetíveis, cada momento neles transmitido estabelece a relação divina entre as almas, entre os sons, entre vibrações do mundo que nos rodeia, e esta vibração é o elo que nos liga a uma consciência universal coletiva. Esta consciência coletiva, através da música, transforma nossas vidas de forma direta ou indireta – todos sabemos que a música pode afetar nosso estado de ânimo e espírito, modificando os nossos sentimentos e emoções – neste conceito ou abordagem da modificação de sentimentos e emoções. É por isso uma forma holística de produzir arte. Em cada um de nossos concertos e depois de concluída a parte de execução musical, realizamos tertúlias explicativas e educativas do que é improvisação pura, tentamos de transmitir desta vez com palavras, que o significado da relação entre dos sons (notas) pode ser diferente para cada indivíduo, porque isto depende da sensibilidade, inteligência, cultura, personalidade ou estado anímico de cada ser humano.
Ver detallesMFIC – "AWAKENING(S)"
Lounge / Exotica / Space Age Pop
Ambient
Descripción
A Madeira Free Improvisation Community é um projeto que surgiu com base na amizade, entre Gabor Bolba (mentor e membro fundador da mesma), a par com Jorge Garcia e Norberto Cruz, músicos profissionais que partilham do mesmo ideal, o do "Improviso Puro". Estes 3 músicos formam o núcleo que é a base de suporte para os concertos de música improvisada, que tem vindo a acontecer já ao longo de 10 anos e que têm contado com vários convidados, oriundos de vários estilos/géneros musicais. Passados 10 anos de atividade, ao grupo original juntam-se Duarte Salgado (Percussão) e Lidiane Duailibi (voz), no projeto “AWAKENING(S)” ou “DESPERTAR(ES)”. “Whenever I do improvisation, music comes not only from this dimension of time and space, but also from the dimension where time is nonexistent.” György Szabado No nosso entendimento, a música é a manifestação artística mais natural de cada cultura ou indivíduo, por isso para nós é muito importante perceber e sentir como a podemos transmitir, da forma mais original e simples possível. Os nossos concertos/ações são por isso únicos e irrepetíveis, cada momento neles transmitido estabelece a relação divina entre as almas, entre os sons, entre vibrações do mundo que nos rodeia, e esta vibração é o elo que nos liga a uma consciência universal coletiva. Esta consciência coletiva, através da música, transforma nossas vidas de forma direta ou indireta – todos sabemos que a música pode afetar nosso estado de ânimo e espírito, modificando os nossos sentimentos e emoções – neste conceito ou abordagem da modificação de sentimentos e emoções. É por isso uma forma holística de produzir arte. Em cada um de nossos concertos e depois de concluída a parte de execução musical, realizamos tertúlias explicativas e educativas do que é improvisação pura, tentamos de transmitir desta vez com palavras, que o significado da relação entre dos sons (notas) pode ser diferente para cada indivíduo, porque isto depende da sensibilidade, inteligência, cultura, personalidade ou estado anímico de cada ser humano.
Videos

Encontro Regional de Tunas e Orquestras de Bandolins da Madeira
O Encontro Regional de Tunas e Orquestras de Bandolins da Madeira é um evento que reúne em palco anualmente os agrupamentos de bandolins existentes na Ilha da Madeira, tendo se iniciado em 1985. A partir de 2016, com a criação do 1º Festival Internacional de Bandolins da Madeira, evento promovido pela Associação de Bandolins da Madeira (ABM) passou a fazer parte da sua programação, com o propósito de interligar a História, a realidade artística em toda a sua riqueza e diversidade na ilha, com os maiores expoentes do bandolinismo mundial, criando uma vitrine e uma ponte de reconhecimento internacional direto, referências para os músicos praticantes na Região e fazendo conhecer ao público este património cultural madeirense, ligado à música, que bem nos representa na sua História e atualidade, com contínuo desenvolvimento em direção ao futuro, junto com a corrente internacional do bandolim, afirmando assim cada dia mais, o nosso valor artístico e a genuinidade cultural madeirense do bandolim, perante o mundo. Este ano será o 36º Encontro Regional de Tunas e Orquestras da Madeira, inserido na programação do 6º Festival Internacional de Bandolins da Madeira, a decorrer de 21 a 24 de Outubro no Funchal (Ilha da Madeira), e que contará com a participação de 8 agrupamentos regionais de bandolins. Os concertos internacionais deste ano contam com nomes de relevo na área do bandolim, como Edu Miranda Trio e Ricardo Sandoval 4Tet. O Festival este ano conta com 4 masterclasses, de acesso livre aos integrantes dos agrupamentos regionais de bandolins, sendo uma oportunidade de aproximação ao universo e linguagens internacionais do bandolim para estes jovens através de uma aula teórico-prática com nomes de relevo na área do bandolim internacionalmente, como Edu Miranda e Ricardo Sandoval. O bandolim na Madeira na atualidade conta com centenas de praticantes em toda a Região, distribuídos por várias formações orquestrais pela ilha, cada uma genuína na sua linguagem cultural e de propostas diferenciadas de repertório, com trabalho de relevância cultural e reverência na ilha a décadas pelos seus agentes e onde, após mais de um século de atividade na Região, o ensino especializado é possível hoje no Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira.
Ver detallesEncontro Regional de Tunas e Orquestras de Bandolins da Madeira
Descripción
O Encontro Regional de Tunas e Orquestras de Bandolins da Madeira é um evento que reúne em palco anualmente os agrupamentos de bandolins existentes na Ilha da Madeira, tendo se iniciado em 1985. A partir de 2016, com a criação do 1º Festival Internacional de Bandolins da Madeira, evento promovido pela Associação de Bandolins da Madeira (ABM) passou a fazer parte da sua programação, com o propósito de interligar a História, a realidade artística em toda a sua riqueza e diversidade na ilha, com os maiores expoentes do bandolinismo mundial, criando uma vitrine e uma ponte de reconhecimento internacional direto, referências para os músicos praticantes na Região e fazendo conhecer ao público este património cultural madeirense, ligado à música, que bem nos representa na sua História e atualidade, com contínuo desenvolvimento em direção ao futuro, junto com a corrente internacional do bandolim, afirmando assim cada dia mais, o nosso valor artístico e a genuinidade cultural madeirense do bandolim, perante o mundo. Este ano será o 36º Encontro Regional de Tunas e Orquestras da Madeira, inserido na programação do 6º Festival Internacional de Bandolins da Madeira, a decorrer de 21 a 24 de Outubro no Funchal (Ilha da Madeira), e que contará com a participação de 8 agrupamentos regionais de bandolins. Os concertos internacionais deste ano contam com nomes de relevo na área do bandolim, como Edu Miranda Trio e Ricardo Sandoval 4Tet. O Festival este ano conta com 4 masterclasses, de acesso livre aos integrantes dos agrupamentos regionais de bandolins, sendo uma oportunidade de aproximação ao universo e linguagens internacionais do bandolim para estes jovens através de uma aula teórico-prática com nomes de relevo na área do bandolim internacionalmente, como Edu Miranda e Ricardo Sandoval. O bandolim na Madeira na atualidade conta com centenas de praticantes em toda a Região, distribuídos por várias formações orquestrais pela ilha, cada uma genuína na sua linguagem cultural e de propostas diferenciadas de repertório, com trabalho de relevância cultural e reverência na ilha a décadas pelos seus agentes e onde, após mais de um século de atividade na Região, o ensino especializado é possível hoje no Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira.

Coro Vox Populi Perú
El Coro VOX POPULI fue creado en 2018 con la finalidad de crear un espacio para el desarrollo artístico de jóvenes coreutas de distintas partes de Lima, Perú. Actualmente, se ha transformado en un organismo profesional integrado por 18 cantantes, dedicado a la interpretación de repertorios a capella y principalmente, música popular de todos los tiempos hasta nuestros días, a arreglos corales de obras populares peruanas e internaciones.
Ver detallesCoro Vox Populi Perú
Folclore Peruano
Cantautor/Música de autor
Descripción
El Coro VOX POPULI fue creado en 2018 con la finalidad de crear un espacio para el desarrollo artístico de jóvenes coreutas de distintas partes de Lima, Perú. Actualmente, se ha transformado en un organismo profesional integrado por 18 cantantes, dedicado a la interpretación de repertorios a capella y principalmente, música popular de todos los tiempos hasta nuestros días, a arreglos corales de obras populares peruanas e internaciones.

Jugando con la rima
Resumen Multiinstrumentista de folklore latinoamericano en los 70's, músico escénico desde los 80's. Improvisadora multiestrófica en más de 20 estilos musicales y verso estructurado de Iberoamérica. Creadora del método “Jugando con la rima”® para enseñar a improvisar sin pasar por la escritura, lo cual lo hace único. Licenciada en Gestión Cultural por la Universidad de Guadalajara. Gestora, editora, formadora, conductora, ponente y conferencista en temas de músicas tradicionales de México e Iberoamérica, además de enfoque de género en cultura. Actual becaria del FONCA dentro del programa Músicos Tradicionales emisión 2019 con el proyecto Versa la mitad que falta: formación de mujeres improvisadoras. Continúa en activo con sus oficios de música y trovadora escénica. Habilidades Ana Zarina es intérprete, improvisadora, editora y analista de la música y lírica tradicional de las regiones de Sotavento, Huasteca, Tierra Caliente y Sierra Gorda, además de otras regiones de Iberoamérica. Tiene un manejo experto de temas relacionados con música y poesía popular, gestión, formación de nuevas generaciones y enfoque de género para participar en diseño de proyectos, además de conferencias, mesas redondas y ponencias. Es egresada de la Licenciatura en Gestión Cultural por la Universidad de Guadalajara. Es conductora en festivales escénicos, especializada en tradiciones musicales y poéticas de México e Iberoamérica. Su desarrollo escénico y manejo de público son interactivos y amenos, y las audiencias disfrutan, además, de sus improvisaciones de versos. Como editora realiza video documental y publicaciones (libros, fonogramas) en torno a las culturas tradicionales. Es transmisora muy amena de conocimientos teóricos, musicales y relacionados al verso; sus alumnas y alumnos aprenden encantados. Continúa con su oficio de trovadora y música escénica. Desea seguir viajando dentro y fuera de México para contar mucho más acerca de este país al que adora, a través de sones, canciones, versos, textos, conferencias, conducción, fotografías, grabación y vídeos. Verso improvisado Desde 2003 imparte un taller de verso improvisado, priorizando el aprendizaje oral antes que el verso escrito. Este taller ha sido sistematizado en el método “Jugando con la rima”® gracias al apoyo FONCA, Músicos Tradicionales 2014-2015 y se actualiza constantemente con las experiencias de cada taller, así como con investigación documental. En el X Encuentro de Niños y Jóvenes Huapangueros del Programa de Desarrollo de la Huasteca (Jalpan de Serra, QRO, 2015) se atendieron 80 niñas y niños, los seis formadores usaron el método “Jugando con la rima”. Forma parte de la Organización Iberoamericana de Formadores del Verso Improvisado. En 2009 y 2015 impartió talleres y participó como decimista improvisadora en Perú; en 2013 como trovadora y ponente en el País Vasco. Adicionalmente, forma parte de la Organización Iberoamericana de Formadores del Verso Improvisado. En 2015 expuso su metodología en el Primer Encuentro Iberoamericano Formador de Formadores en Colombia y fue integrante de las comisiones de organización y documentación del evento; en 2016 fue conferencista en el Segundo Encuentro Formador de Formadores y ponente en el Tercer Festival Punto y más, ambos en Cuba. Participó con sus alumnos improvisadores en la VIII Jornada Iberoamericana de Niños y Jóvenes Poetas, en Querétaro y San Luis Potosí. Formó parte de la organización para el Tercer Encuentro Iberoamericano Formador de Formadores, Querétaro, en 2016. Asistió en agosto de 2018 a la X Jornada Iberoamericana de Niños y Jóvenes Poetas llevando a sus alumnas avanzadas y como tallerista allí mismo, en el IV Encuentro de Formadores. También durante ese mes participó como ponente y trovadora en el VIII Festival de Decimistas y Versadores de Latinoamérica y el Caribe, cuyo tema fue La mujer en la poesía y el verso improvisado. Como tallerista, participó en el IV Encuentro de Formadores. Fue programada con la conversación ¿Cómo acercarse al verso improvisado en México? en el V Encuentro en Jalpan de Serra en agosto de 2019. Fue moderadora de mesas redondas y ponente también en el VI Encuentro, realizado en modo virtual por el Museo Histórico de la Sierra Gorda en 2020. En septiembre de 2019 asistió a Cuba como conferencista y trovadora escénica durante el Primer Encuentro Oralitura Habana. Desarrolla talleres en el país como parte del proyecto Tiempo para juglar por parte de la Secretaría de Cultura Federal, Dirección General de Vinculación Cultural, Alas y Raíces. Realiza otros talleres en Costa Chica, Sotavento, Sierra Gorda y Tierra Caliente como beneficiaria del FONCA por segunda ocasión, programa Músicos Tradicionales emisión 2019. Tiene una vasta producción de poesía escrita, en espera de ser publicada. Conducción Con gran facilidad de palabra, comenzó a formarse participando desde antes de cumplir los diez años en programas de televisión con Jorge Saldaña, como El Juicio de los Niños, La Casa de los Muchachos y Anatomías. Conductora de festivales como Son para Milo (Ciudad de México), Festival del Tzentzontle (Yautepec, Morelos), Encuentro de Son Jarocho, Son Huasteco, Fandango, Huapango y Trovada (Córdoba, Veracruz), Fandango de El Dichoso Lugar (Yautepec, Morelos), El Herradero Calentano (Arcelia, Guerrero). En todos los casos ha participado en más de tres emisiones, combinando sus conocimientos y presencia escénica con el verso improvisado. Además de estos, ha conducido otros eventos más pequeños eventualmente. Quehacer musical Comenzó como alumna de talleres de folklore latinoamericano en 1972, música escénica desde los 1982, viajera y documentadora de tradiciones musicales que empezó por Tlacotalpan desde 1985 donde también desde ese tiempo improvisó en sextillas con Rutilo Parroquín, Rodrigo Gutiérrez y Marcos Gómez Cruz, el Taconazo y fue contagiada de la décima por Tío Guillo. Ejecuta muchos instrumentos de cuerda rasgueada (de diferentes estilos tradicionales de México y América Latina) y mucho tiempo se le conoció principalmente por el arpa jarocha. Desde los años ochenta participa como intérprete en diversas grabaciones de música tradicional, ya sea como instrumentista independiente o como miembro de agrupaciones estables. El primero fue el álbum de 2 LP México de mis andanzas de Radio Educación, Enrique Rivas Paniagua y Cruz Mejía. Con este último participó en otros tres fonogramas. Hay grabaciones con las agrupaciones Chaneque (video, 1997), Trío del Balcón (1994), Americanías (2002), Trío Trovar Huasteco (2013) y el más reciente es De Chile, de dulce y de Violeta, unipersonal y de producción propia, como homenaje a Violeta Parra en el centenario de su natalicio. Durante la década de los ochenta y noventa fue directora del Grupo Chaneque (música mestiza mexicana) y productora de espectáculos de autoría propia que conjuntaron música, verso y narración. Empezando el milenio fue tallerista de música folklórica en el IPN, donde insistía en que los talleres se dedicaran a la música tradicional de México. Ha viajado como música intérprete a España, Italia, Francia, Perú y Canadá. Gestión cultural Es pasante de la Licenciatura en Gestión Cultural en la Universidad de Guadalajara. En 2019 fue capacitadora a nivel nacional del programa Cultura Comunitaria en el área de Misiones por la Diversidad Cultural. Durante 2008-2009 fue Coordinadora Operativa del Programa de Desarrollo Cultural de Tierra Caliente en la Dirección de Vinculación Regional del extinto CONACULTA. En 2005 acreditó un diplomado de Promoción y Gestión Cultural organizado por el Consejo Nacional para la Cultura y las Artes. Producto de ese diplomado fue su propuesta de proyecto llamado Politécnico es poliétnico presentado en el IPN para crear, a muy bajo costo, un acervo de grabaciones de campo de música tradicional mexicana y orientar los talleres de música para que el alumnado se sintiera orgulloso de sus diversos lugares de origen. Durante 2018 concluyó el seminario de actualización en Patrimonio Cultural Inmaterial en la Secretaría de Cultura Federal. De 2000 a 2003 fue Coordinadora Técnica en Dos Tradiciones, A. C., como apoyo para la realización de conciertos, festivales, ediciones, grabaciones y jornadas de formación. Dirigió durante 1999-2000 la Casa de la Cultura Maestra Griselda Álvarez en la Subdelegación Tepito-Guerrero (Cuauhtémoc, CDMX). Realiza diseño de acciones culturales para la difusión, promoción y formación. Entre ellas los Encuentros de Músicos y Bailadores de Tierra Caliente y los Encuentros de Formadores de Tierra Caliente, I y II Homenajes Juan Reynoso a músicos de Tierra Caliente y ciclos de conferencias participativas sobre diversos temas socioculturales para casas de cultura y regiones culturales, esto desde la administración pública. También proyectó los Talleres Vivenciales de Son Sanandrescano y, en colaboración con otras personas promotoras, proyectos y realizaciones de los Encuentros y otras actividades de Dos Tradiciones, Encuentros de Músicos y Bailadores y aniversarios del Balcón Huasteco, el 2do. Encuentro Soneras y Versadoras, entre otros. Producción y edición A partir de 2005 ha sido coproductora y coordinadora técnica de la serie documental Tierra, Tiempo y Contratiempo®. Esta serie lleva, hasta ahora, casi 30 programas, entre las producciones independientes y las realizadas por encargo de diversas instituciones académicas y de cultura gubernamental. Ha sido productora, editora y coordinadora de múltiples publicaciones culturales tanto independientes como de instancias culturales gubernamentales relacionadas con la música y el verso tradicionales de México, insistiendo en la promoción de mujeres creadoras e improvisadoras dentro de las diferentes culturas musicales tradicionales. Como ejemplos, la colección La mujer en la décima (2003-2006), Un Canto de Armonía (2011-2013) y De Sueños y Esperanzas. Páginas en la red www.culturatradicional.org www.anazarina.org www.jugandoconlarima.org www.facebook.com/Jugandoconlarima/ www.youtube.com/c/AnaZarinaPalafoxMéndez www.facebook.com/AnaZarina/ https://www.linkedin.com/in/ana-zarina-9b532019/
Ver detallesJugando con la rima
Descripción
Resumen Multiinstrumentista de folklore latinoamericano en los 70's, músico escénico desde los 80's. Improvisadora multiestrófica en más de 20 estilos musicales y verso estructurado de Iberoamérica. Creadora del método “Jugando con la rima”® para enseñar a improvisar sin pasar por la escritura, lo cual lo hace único. Licenciada en Gestión Cultural por la Universidad de Guadalajara. Gestora, editora, formadora, conductora, ponente y conferencista en temas de músicas tradicionales de México e Iberoamérica, además de enfoque de género en cultura. Actual becaria del FONCA dentro del programa Músicos Tradicionales emisión 2019 con el proyecto Versa la mitad que falta: formación de mujeres improvisadoras. Continúa en activo con sus oficios de música y trovadora escénica. Habilidades Ana Zarina es intérprete, improvisadora, editora y analista de la música y lírica tradicional de las regiones de Sotavento, Huasteca, Tierra Caliente y Sierra Gorda, además de otras regiones de Iberoamérica. Tiene un manejo experto de temas relacionados con música y poesía popular, gestión, formación de nuevas generaciones y enfoque de género para participar en diseño de proyectos, además de conferencias, mesas redondas y ponencias. Es egresada de la Licenciatura en Gestión Cultural por la Universidad de Guadalajara. Es conductora en festivales escénicos, especializada en tradiciones musicales y poéticas de México e Iberoamérica. Su desarrollo escénico y manejo de público son interactivos y amenos, y las audiencias disfrutan, además, de sus improvisaciones de versos. Como editora realiza video documental y publicaciones (libros, fonogramas) en torno a las culturas tradicionales. Es transmisora muy amena de conocimientos teóricos, musicales y relacionados al verso; sus alumnas y alumnos aprenden encantados. Continúa con su oficio de trovadora y música escénica. Desea seguir viajando dentro y fuera de México para contar mucho más acerca de este país al que adora, a través de sones, canciones, versos, textos, conferencias, conducción, fotografías, grabación y vídeos. Verso improvisado Desde 2003 imparte un taller de verso improvisado, priorizando el aprendizaje oral antes que el verso escrito. Este taller ha sido sistematizado en el método “Jugando con la rima”® gracias al apoyo FONCA, Músicos Tradicionales 2014-2015 y se actualiza constantemente con las experiencias de cada taller, así como con investigación documental. En el X Encuentro de Niños y Jóvenes Huapangueros del Programa de Desarrollo de la Huasteca (Jalpan de Serra, QRO, 2015) se atendieron 80 niñas y niños, los seis formadores usaron el método “Jugando con la rima”. Forma parte de la Organización Iberoamericana de Formadores del Verso Improvisado. En 2009 y 2015 impartió talleres y participó como decimista improvisadora en Perú; en 2013 como trovadora y ponente en el País Vasco. Adicionalmente, forma parte de la Organización Iberoamericana de Formadores del Verso Improvisado. En 2015 expuso su metodología en el Primer Encuentro Iberoamericano Formador de Formadores en Colombia y fue integrante de las comisiones de organización y documentación del evento; en 2016 fue conferencista en el Segundo Encuentro Formador de Formadores y ponente en el Tercer Festival Punto y más, ambos en Cuba. Participó con sus alumnos improvisadores en la VIII Jornada Iberoamericana de Niños y Jóvenes Poetas, en Querétaro y San Luis Potosí. Formó parte de la organización para el Tercer Encuentro Iberoamericano Formador de Formadores, Querétaro, en 2016. Asistió en agosto de 2018 a la X Jornada Iberoamericana de Niños y Jóvenes Poetas llevando a sus alumnas avanzadas y como tallerista allí mismo, en el IV Encuentro de Formadores. También durante ese mes participó como ponente y trovadora en el VIII Festival de Decimistas y Versadores de Latinoamérica y el Caribe, cuyo tema fue La mujer en la poesía y el verso improvisado. Como tallerista, participó en el IV Encuentro de Formadores. Fue programada con la conversación ¿Cómo acercarse al verso improvisado en México? en el V Encuentro en Jalpan de Serra en agosto de 2019. Fue moderadora de mesas redondas y ponente también en el VI Encuentro, realizado en modo virtual por el Museo Histórico de la Sierra Gorda en 2020. En septiembre de 2019 asistió a Cuba como conferencista y trovadora escénica durante el Primer Encuentro Oralitura Habana. Desarrolla talleres en el país como parte del proyecto Tiempo para juglar por parte de la Secretaría de Cultura Federal, Dirección General de Vinculación Cultural, Alas y Raíces. Realiza otros talleres en Costa Chica, Sotavento, Sierra Gorda y Tierra Caliente como beneficiaria del FONCA por segunda ocasión, programa Músicos Tradicionales emisión 2019. Tiene una vasta producción de poesía escrita, en espera de ser publicada. Conducción Con gran facilidad de palabra, comenzó a formarse participando desde antes de cumplir los diez años en programas de televisión con Jorge Saldaña, como El Juicio de los Niños, La Casa de los Muchachos y Anatomías. Conductora de festivales como Son para Milo (Ciudad de México), Festival del Tzentzontle (Yautepec, Morelos), Encuentro de Son Jarocho, Son Huasteco, Fandango, Huapango y Trovada (Córdoba, Veracruz), Fandango de El Dichoso Lugar (Yautepec, Morelos), El Herradero Calentano (Arcelia, Guerrero). En todos los casos ha participado en más de tres emisiones, combinando sus conocimientos y presencia escénica con el verso improvisado. Además de estos, ha conducido otros eventos más pequeños eventualmente. Quehacer musical Comenzó como alumna de talleres de folklore latinoamericano en 1972, música escénica desde los 1982, viajera y documentadora de tradiciones musicales que empezó por Tlacotalpan desde 1985 donde también desde ese tiempo improvisó en sextillas con Rutilo Parroquín, Rodrigo Gutiérrez y Marcos Gómez Cruz, el Taconazo y fue contagiada de la décima por Tío Guillo. Ejecuta muchos instrumentos de cuerda rasgueada (de diferentes estilos tradicionales de México y América Latina) y mucho tiempo se le conoció principalmente por el arpa jarocha. Desde los años ochenta participa como intérprete en diversas grabaciones de música tradicional, ya sea como instrumentista independiente o como miembro de agrupaciones estables. El primero fue el álbum de 2 LP México de mis andanzas de Radio Educación, Enrique Rivas Paniagua y Cruz Mejía. Con este último participó en otros tres fonogramas. Hay grabaciones con las agrupaciones Chaneque (video, 1997), Trío del Balcón (1994), Americanías (2002), Trío Trovar Huasteco (2013) y el más reciente es De Chile, de dulce y de Violeta, unipersonal y de producción propia, como homenaje a Violeta Parra en el centenario de su natalicio. Durante la década de los ochenta y noventa fue directora del Grupo Chaneque (música mestiza mexicana) y productora de espectáculos de autoría propia que conjuntaron música, verso y narración. Empezando el milenio fue tallerista de música folklórica en el IPN, donde insistía en que los talleres se dedicaran a la música tradicional de México. Ha viajado como música intérprete a España, Italia, Francia, Perú y Canadá. Gestión cultural Es pasante de la Licenciatura en Gestión Cultural en la Universidad de Guadalajara. En 2019 fue capacitadora a nivel nacional del programa Cultura Comunitaria en el área de Misiones por la Diversidad Cultural. Durante 2008-2009 fue Coordinadora Operativa del Programa de Desarrollo Cultural de Tierra Caliente en la Dirección de Vinculación Regional del extinto CONACULTA. En 2005 acreditó un diplomado de Promoción y Gestión Cultural organizado por el Consejo Nacional para la Cultura y las Artes. Producto de ese diplomado fue su propuesta de proyecto llamado Politécnico es poliétnico presentado en el IPN para crear, a muy bajo costo, un acervo de grabaciones de campo de música tradicional mexicana y orientar los talleres de música para que el alumnado se sintiera orgulloso de sus diversos lugares de origen. Durante 2018 concluyó el seminario de actualización en Patrimonio Cultural Inmaterial en la Secretaría de Cultura Federal. De 2000 a 2003 fue Coordinadora Técnica en Dos Tradiciones, A. C., como apoyo para la realización de conciertos, festivales, ediciones, grabaciones y jornadas de formación. Dirigió durante 1999-2000 la Casa de la Cultura Maestra Griselda Álvarez en la Subdelegación Tepito-Guerrero (Cuauhtémoc, CDMX). Realiza diseño de acciones culturales para la difusión, promoción y formación. Entre ellas los Encuentros de Músicos y Bailadores de Tierra Caliente y los Encuentros de Formadores de Tierra Caliente, I y II Homenajes Juan Reynoso a músicos de Tierra Caliente y ciclos de conferencias participativas sobre diversos temas socioculturales para casas de cultura y regiones culturales, esto desde la administración pública. También proyectó los Talleres Vivenciales de Son Sanandrescano y, en colaboración con otras personas promotoras, proyectos y realizaciones de los Encuentros y otras actividades de Dos Tradiciones, Encuentros de Músicos y Bailadores y aniversarios del Balcón Huasteco, el 2do. Encuentro Soneras y Versadoras, entre otros. Producción y edición A partir de 2005 ha sido coproductora y coordinadora técnica de la serie documental Tierra, Tiempo y Contratiempo®. Esta serie lleva, hasta ahora, casi 30 programas, entre las producciones independientes y las realizadas por encargo de diversas instituciones académicas y de cultura gubernamental. Ha sido productora, editora y coordinadora de múltiples publicaciones culturales tanto independientes como de instancias culturales gubernamentales relacionadas con la música y el verso tradicionales de México, insistiendo en la promoción de mujeres creadoras e improvisadoras dentro de las diferentes culturas musicales tradicionales. Como ejemplos, la colección La mujer en la décima (2003-2006), Un Canto de Armonía (2011-2013) y De Sueños y Esperanzas. Páginas en la red www.culturatradicional.org www.anazarina.org www.jugandoconlarima.org www.facebook.com/Jugandoconlarima/ www.youtube.com/c/AnaZarinaPalafoxMéndez www.facebook.com/AnaZarina/ https://www.linkedin.com/in/ana-zarina-9b532019/

Eduardo Caballero
Eduardo Caballero eduardocaballero.com.mx Miembro desde 2019 del Sistema Nacional de Creadores de Arte FONCA Premio UANL de las Artes 2021 – Artes Auditivas Profesor de Composición Escuela Superior de Música y Danza de Monterrey Master en Arte Sonoro en la Universidad de Barcelona siendo su tutor Josep Manuel Berenguer. Composition Licentiate of the London College of Music University of West London. Posgrado en composición en Vermont College of Fine Arts siendo sus maestros John Mallia y Roger Zahab, Licenciatura en Guitarra y Taller de Composición en la Escuela Superior de Música y Danza de Monterrey siendo sus maestros de composición el compositor y filosofo Ramiro Luis Guerra y el Maestro José Luis Wario. Becario del Centro de Compositores de Nuevo León (2001 y 2005) siendo sus tutores: Radko Tichavsky, Víctor Rasgado y Germán Romero. International Opera Composition Course “Giacomo Puccini” Maestro: Girolamo Deraco. Lucca Italia. Compositor y artista sonoro mexicano, su formación ha sido en México, Estados Unidos y España, sus principales maestros han sido Ramiro L. Guerra, Victor Rasgado, Ignacio Baca Lobera y John Mallia Ha tomado clases magistrales con los compositores Beat Furrer, Yan Marez, José Luis Castillo, Carola Bauckhold y Joao Pedro Oliveira. Es miembro desde 2019 del Sistema Nacional de Creadores del FONCA, ha recibido, entre otros, los siguientes reconocimientos: Premio UANL de las Artes 2021 – Artes Auditivas, Sistema Nuevo León 2021 para el Impulso Artístico y la Creación CONARTE, Cluster Prize 2018 Associazione di Compositori Lucca Italia, Finalista en el ALEA III International Composition Competition 2015. Artista en residencia en Millay Colony of the Arts (Nueva York), Djerassi Resident Artists Program (California), Laboratorio de Investigación y Producción Musical LIPM (Buenos Aires) y en el Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras CMMAS.
Ver detallesEduardo Caballero
Contemporánea
Descripción
Eduardo Caballero eduardocaballero.com.mx Miembro desde 2019 del Sistema Nacional de Creadores de Arte FONCA Premio UANL de las Artes 2021 – Artes Auditivas Profesor de Composición Escuela Superior de Música y Danza de Monterrey Master en Arte Sonoro en la Universidad de Barcelona siendo su tutor Josep Manuel Berenguer. Composition Licentiate of the London College of Music University of West London. Posgrado en composición en Vermont College of Fine Arts siendo sus maestros John Mallia y Roger Zahab, Licenciatura en Guitarra y Taller de Composición en la Escuela Superior de Música y Danza de Monterrey siendo sus maestros de composición el compositor y filosofo Ramiro Luis Guerra y el Maestro José Luis Wario. Becario del Centro de Compositores de Nuevo León (2001 y 2005) siendo sus tutores: Radko Tichavsky, Víctor Rasgado y Germán Romero. International Opera Composition Course “Giacomo Puccini” Maestro: Girolamo Deraco. Lucca Italia. Compositor y artista sonoro mexicano, su formación ha sido en México, Estados Unidos y España, sus principales maestros han sido Ramiro L. Guerra, Victor Rasgado, Ignacio Baca Lobera y John Mallia Ha tomado clases magistrales con los compositores Beat Furrer, Yan Marez, José Luis Castillo, Carola Bauckhold y Joao Pedro Oliveira. Es miembro desde 2019 del Sistema Nacional de Creadores del FONCA, ha recibido, entre otros, los siguientes reconocimientos: Premio UANL de las Artes 2021 – Artes Auditivas, Sistema Nuevo León 2021 para el Impulso Artístico y la Creación CONARTE, Cluster Prize 2018 Associazione di Compositori Lucca Italia, Finalista en el ALEA III International Composition Competition 2015. Artista en residencia en Millay Colony of the Arts (Nueva York), Djerassi Resident Artists Program (California), Laboratorio de Investigación y Producción Musical LIPM (Buenos Aires) y en el Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras CMMAS.
Música

Ayelen
Moderna
Folclor
Descripción
Violinista, música, pedagoga

Foli Griô Orquestra
Indicado como Melhor Álbum de Música de Raiz em Língua Portuguesa no Grammy Latino de 2019, AJO, seu primeiro álbum, mescla o Afrobeat às manifestações da cultura popular brasileira, e se traduz no show em um grande baile-ritual. Criada em 2015 e formada por 10 músicos residentes no Rio de Janeiro, a Foli Griô se apresentou em casas relevantes da cena paulistana como Mundo Pensante e Estúdio Bixiga (parte da programação da SIM São Paulo 2019) e palcos emblemáticos do Rio de Janeiro, como Circo Voador (2020), Fundição Progresso (Lapa Jazz – 2019) além de várias apresentações pelas feiras e praças da cidade com o projeto FOLI na Rua, onde foi cativando um público fiel.
Ver detallesFoli Griô Orquestra
Afrobeat
Worldbeat
Afrobrasileiro
Instrumental / Jazz Brasileiro
Descripción
Indicado como Melhor Álbum de Música de Raiz em Língua Portuguesa no Grammy Latino de 2019, AJO, seu primeiro álbum, mescla o Afrobeat às manifestações da cultura popular brasileira, e se traduz no show em um grande baile-ritual. Criada em 2015 e formada por 10 músicos residentes no Rio de Janeiro, a Foli Griô se apresentou em casas relevantes da cena paulistana como Mundo Pensante e Estúdio Bixiga (parte da programação da SIM São Paulo 2019) e palcos emblemáticos do Rio de Janeiro, como Circo Voador (2020), Fundição Progresso (Lapa Jazz – 2019) além de várias apresentações pelas feiras e praças da cidade com o projeto FOLI na Rua, onde foi cativando um público fiel.

Escola de Música Brasileirinho de Comendador Soares
ATIVIDADES PROFISSIONAIS: SESC – Unid.s São João Meriti, Caxias e Eng. de Dentro – Instr. Violão e Cavaquinho (2019) SESC – Unidade Nova Iguaçu – Instrutor de Violão e Cavaquinho (2018/20) ESCOLA DE MÚSICA BRASILEIRINHO – fundação, coordenação e professor (2005 – 2020) COLÉGIO RECANTO DO FAZER (antigo Instituto Afrânio Peixoto) – Professor de Música e coordenador-regente da FORMATURA DO 9º ANO (2011) ESCOLA DE MÚSICA, CETEP – Quintino / FAETEC – Professor de Cavaquinho, Violão, IPM (Iniciação à Percepção Musical) e Harmonia (2000) ESCOLA DE MÚSICA, CETEP – Quintino / FAETEC – Coordenador do Grupo de Choro e da Orquestra de Cavaquinhos (2000) Instituto Pão-de-Açúcar de Desenvolvimento Humano – IPDH, Vila Isabel, RJ – Professor e Coordenador-Regente da Orquestra de Cavaquinhos do Projeto “ACORDES DA VILA” (2003/2005) Idealizador, coordenador e regente da Orquestra Brasileirinho de Cavaquinhos (2015 – 17) Professor de Música do CURSO CLAVE – Nova Iguaçu (1995 / 2000) Professor de Música da ACADEMIA SOL MAIOR – Nova Iguaçu (1993 / 1995) Regente do CORAL DA REDE DE MULHERES DE NOVA IGUAÇU (2007 / 2008) Produtor Musical e Arranjador do 1º Festival de MPB da Baixada Fluminense – ACIB (Final: 12 de setembro de 1998 – GRES Leão de NI) “NOEL ROSA – FEITIÇO DA VILA”, Peça Musical com Direção Geral de Andréia Fernandes e Direção Musical de Luiz Filipe de Lima – Cavaquinho solo e acompanhamento (temporada no Teatro da Casa de Cultura Laura Alvim – 1998) CENTENÁRIO DE COMENDADOR SOARES <Cerimonial e Show Comemorativo> – Criação, Coordenação e Direção Musical (1997) CONJUNTO DE CHORO VILLA-LOBOS (cavaquinho solo e acompanhamento) sob Direção Musical de Carvalhal Filho, com apresentações no Auditório Guerra-Peixe da Escola de Música Villa-Lobos, Metrô Carioca, Museu da Imagem e do Som, Prefeitura de Friburgo, Secretaria de Cultura do RJ, Show em homenagem a ORESTES BARBOSA com apresentação de Adelzon Alves entre outros ZÉ DA VELHA E SEUS CHORÕES (cavaquinho solo e acompanhamento) – Rodas de Choro da Casa de Espetáculos Encontros Cariocas e do Clube do Choro – RJ (1995 /1998) CONJUNTO AMIGOS DO CHORO (cavaquinho solo e acompanhamento) – vencedor dos concursos “Festival Brasileirinho”, TV Recorde – SP e FUNARJ (1996 /1998) VELHA-GUARDA DA PORTELA – Atuação como cavaquinista nas rodas de samba na sede em Oswaldo Cruz (1995 / 1997) GRUPO CHORARTE (cavaquinho solo e acompanhamento) com apresentações no Cordão da Bola Preta (Cinelândia), Arcos da Velha (Lapa), Hotel Glória, etc., em shows comemorativos do “CENTENÁRIO DE PIXINGUINHA” (1997)
Ver detallesEscola de Música Brasileirinho de Comendador Soares
Choro
Afrobrasileiro
Cantautor/Música de autor
Moderna
Descripción
ATIVIDADES PROFISSIONAIS: SESC – Unid.s São João Meriti, Caxias e Eng. de Dentro – Instr. Violão e Cavaquinho (2019) SESC – Unidade Nova Iguaçu – Instrutor de Violão e Cavaquinho (2018/20) ESCOLA DE MÚSICA BRASILEIRINHO – fundação, coordenação e professor (2005 – 2020) COLÉGIO RECANTO DO FAZER (antigo Instituto Afrânio Peixoto) – Professor de Música e coordenador-regente da FORMATURA DO 9º ANO (2011) ESCOLA DE MÚSICA, CETEP – Quintino / FAETEC – Professor de Cavaquinho, Violão, IPM (Iniciação à Percepção Musical) e Harmonia (2000) ESCOLA DE MÚSICA, CETEP – Quintino / FAETEC – Coordenador do Grupo de Choro e da Orquestra de Cavaquinhos (2000) Instituto Pão-de-Açúcar de Desenvolvimento Humano – IPDH, Vila Isabel, RJ – Professor e Coordenador-Regente da Orquestra de Cavaquinhos do Projeto “ACORDES DA VILA” (2003/2005) Idealizador, coordenador e regente da Orquestra Brasileirinho de Cavaquinhos (2015 – 17) Professor de Música do CURSO CLAVE – Nova Iguaçu (1995 / 2000) Professor de Música da ACADEMIA SOL MAIOR – Nova Iguaçu (1993 / 1995) Regente do CORAL DA REDE DE MULHERES DE NOVA IGUAÇU (2007 / 2008) Produtor Musical e Arranjador do 1º Festival de MPB da Baixada Fluminense – ACIB (Final: 12 de setembro de 1998 – GRES Leão de NI) “NOEL ROSA – FEITIÇO DA VILA”, Peça Musical com Direção Geral de Andréia Fernandes e Direção Musical de Luiz Filipe de Lima – Cavaquinho solo e acompanhamento (temporada no Teatro da Casa de Cultura Laura Alvim – 1998) CENTENÁRIO DE COMENDADOR SOARES <Cerimonial e Show Comemorativo> – Criação, Coordenação e Direção Musical (1997) CONJUNTO DE CHORO VILLA-LOBOS (cavaquinho solo e acompanhamento) sob Direção Musical de Carvalhal Filho, com apresentações no Auditório Guerra-Peixe da Escola de Música Villa-Lobos, Metrô Carioca, Museu da Imagem e do Som, Prefeitura de Friburgo, Secretaria de Cultura do RJ, Show em homenagem a ORESTES BARBOSA com apresentação de Adelzon Alves entre outros ZÉ DA VELHA E SEUS CHORÕES (cavaquinho solo e acompanhamento) – Rodas de Choro da Casa de Espetáculos Encontros Cariocas e do Clube do Choro – RJ (1995 /1998) CONJUNTO AMIGOS DO CHORO (cavaquinho solo e acompanhamento) – vencedor dos concursos “Festival Brasileirinho”, TV Recorde – SP e FUNARJ (1996 /1998) VELHA-GUARDA DA PORTELA – Atuação como cavaquinista nas rodas de samba na sede em Oswaldo Cruz (1995 / 1997) GRUPO CHORARTE (cavaquinho solo e acompanhamento) com apresentações no Cordão da Bola Preta (Cinelândia), Arcos da Velha (Lapa), Hotel Glória, etc., em shows comemorativos do “CENTENÁRIO DE PIXINGUINHA” (1997)
20017 Resultados – Página 962 de 2002














