
Gaijin Sentai
Duas características sempre foram marcas da Gaijin Sentai A primeira são os temas perseverança, libertação e ruptura de ideias pré estabelecidas. Esses conceitos aparecem nas letras e músicas como Transformação, Liberta!, dentre outras, além de serem foco dos discursos da banda durante seus espetáculos. A segunda é a quebra de barreiras, artísticas, culturais e geográficas. A banda serve de elo entre músicos de diferentes gêneros, países e culturas e apresenta em seus álbuns misturas entre Rock, e diferentes ritmos, não só do Brasil, mas também do Japão e Ibero Americanos e promove um terreno fértil para esse intercâmbio cultural que gera obras inusitadas e artisticamente ricas. Em seu primeiro álbum, a banda uniu Maracatu e instrumentos japoneses como Taiko e shakuhachi na faixa Jaguatimem vs Sunrider, que ainda contou com o renomado cantor de rock japonês Eizo Sakamoto, e também misturou Salsa ao Hard Rock na música Okami no Youni. Em seu segundo disco, a Gaijin Sentai flertou com o baião, o rap, música eletrônica e até mesmo a música celta na balada Delorean, que contou com a violinista japonesa XXX. Para o single homônimo lançado em 2021, a banda convidou a pop star japonesa Yumi Matsuzawa (cantora original de temas do anime Cavaleiros do Zodíaco) e o lendário guitarrista e produtor Robertinho de Recife (vencedor de dezenas de discos de outro ao lado de Zé Ramalho e Fagner e reconhecido como um dos maiores guitarristas do Brasil) Seguindo em sua trajetória, e dando mais um passo a esse horizonte lírico e musical, buscando mais uma vez quebrar barreiras e levar mensagens que possam contribuir para o desenvolvimento de pessoas e comunidades, apresentamos o Projeto “Jaguaretê”. Um álbum com a participação do grupo de música folk pantopolista Wayno, que conta com membros do Peru, Bolívia, Chile e Colômbia.
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Descripción
Duas características sempre foram marcas da Gaijin Sentai A primeira são os temas perseverança, libertação e ruptura de ideias pré estabelecidas. Esses conceitos aparecem nas letras e músicas como Transformação, Liberta!, dentre outras, além de serem foco dos discursos da banda durante seus espetáculos. A segunda é a quebra de barreiras, artísticas, culturais e geográficas. A banda serve de elo entre músicos de diferentes gêneros, países e culturas e apresenta em seus álbuns misturas entre Rock, e diferentes ritmos, não só do Brasil, mas também do Japão e Ibero Americanos e promove um terreno fértil para esse intercâmbio cultural que gera obras inusitadas e artisticamente ricas. Em seu primeiro álbum, a banda uniu Maracatu e instrumentos japoneses como Taiko e shakuhachi na faixa Jaguatimem vs Sunrider, que ainda contou com o renomado cantor de rock japonês Eizo Sakamoto, e também misturou Salsa ao Hard Rock na música Okami no Youni. Em seu segundo disco, a Gaijin Sentai flertou com o baião, o rap, música eletrônica e até mesmo a música celta na balada Delorean, que contou com a violinista japonesa XXX. Para o single homônimo lançado em 2021, a banda convidou a pop star japonesa Yumi Matsuzawa (cantora original de temas do anime Cavaleiros do Zodíaco) e o lendário guitarrista e produtor Robertinho de Recife (vencedor de dezenas de discos de outro ao lado de Zé Ramalho e Fagner e reconhecido como um dos maiores guitarristas do Brasil) Seguindo em sua trajetória, e dando mais um passo a esse horizonte lírico e musical, buscando mais uma vez quebrar barreiras e levar mensagens que possam contribuir para o desenvolvimento de pessoas e comunidades, apresentamos o Projeto “Jaguaretê”. Um álbum com a participação do grupo de música folk pantopolista Wayno, que conta com membros do Peru, Bolívia, Chile e Colômbia.

Fundación Artística y Cultural Donaldo Lozano Mena
La fundación artística y cultural Donaldo Lozano Mena, es una entidad sin ánimo de lucro colombiana cuyo objetivo es realizar procesos de formación artística en pro del fortalecimiento de las tradiciones culturales del país, conformado por un equipo de profesionales del arte con posgrados. Iniciamos labores con el Grupo de Danzas Donaldo Lozano, y nace de la necesidad de continuar el legado artístico del maestro que tiene el nombre de esta organización. La base de esta organización es la agrupación Chirimía Oro y Plata; grupo con una trayectoria de 16 años y la fundación de 2 años. Dirigida por el magister Diego Lozano, músico, productor de eventos, gestor cultural y educador universitario, creador del Encuentro Artísticos del Pacífico, evento anual, que reúne artistas y sabedores del pacífico colombiano en torno a la obra del maestro Donaldo Lozano y las manifestaciones artísticas del pacífico colombiano.
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Descripción
La fundación artística y cultural Donaldo Lozano Mena, es una entidad sin ánimo de lucro colombiana cuyo objetivo es realizar procesos de formación artística en pro del fortalecimiento de las tradiciones culturales del país, conformado por un equipo de profesionales del arte con posgrados. Iniciamos labores con el Grupo de Danzas Donaldo Lozano, y nace de la necesidad de continuar el legado artístico del maestro que tiene el nombre de esta organización. La base de esta organización es la agrupación Chirimía Oro y Plata; grupo con una trayectoria de 16 años y la fundación de 2 años. Dirigida por el magister Diego Lozano, músico, productor de eventos, gestor cultural y educador universitario, creador del Encuentro Artísticos del Pacífico, evento anual, que reúne artistas y sabedores del pacífico colombiano en torno a la obra del maestro Donaldo Lozano y las manifestaciones artísticas del pacífico colombiano.

Menoko
Este Menoko nace de la amalgama de sonidos electrónicos y acústicos, una herencia del deep conurbano y el viento lineasurense. Ezequiel O von Kaven es un misterio nómade que despliega un abanico de ritmos y texturas exóticas de sintetizadores, samples, trompe, kalimba o guitarras. Danzas hipnóticas se despliegan, una provocación al movimiento, una incitación a conectar con el cuerpo singular y colectivo.
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Cumbia Electrónica
Descripción
Este Menoko nace de la amalgama de sonidos electrónicos y acústicos, una herencia del deep conurbano y el viento lineasurense. Ezequiel O von Kaven es un misterio nómade que despliega un abanico de ritmos y texturas exóticas de sintetizadores, samples, trompe, kalimba o guitarras. Danzas hipnóticas se despliegan, una provocación al movimiento, una incitación a conectar con el cuerpo singular y colectivo.

AKAAKA
Projeto eletrônico que recebe uma gama de influências musicais bastante distinta, com sua raiz na cultura rave do interior de SP, indo a Bass Music (Gênero musical eletrônico com foco em frequências sonoras graves) que dominou o cenário eletrônico de São Paulo e Rio de Janeiro entre 2010 e 2015, e mais tardiamente abraçando os gêneros eletrônicos Techno e House, atualmente expoentes de uma nova geração de produtores e djs em nosso país. Abrangendo essas múltiplas vertentes da música eletrônica contemporânea, akaaka traz consigo referências à linguagens e os elementos sonoros e visuais que permeiam a estética e configuração do cenário eletrônico underground musical. Com sete anos de existência do projeto, o alcança atualmente projeção nacional sendo que desde o final de 2014 é residente e fundador do coletivo de artes integradas TRES4 (SP) e toca frequentemente em festas, festivais e locais nos circuitos independente de sua cidade natal e de outros estados, entre elas: METANOL (SP) Virada Cultural (SP), Semana do Hip Hop (SP), Wobble (RJ), INVDRS (PR), REDDOMA (PR), I Hate Mondays (RJ). Sua produção autoral também é bastante diversificada, contando com participação na conceituada coletânea HY BRAZIL (volume 3), e seu primeiro LP lançado pelo selo Paulista/Alemão LKHP, que lhe rendeu elogios em canais como Thump, revista de música eletrônica da Vice, e Stylss, publicação de música alternativa americana. No período de 2017 até a data atual de 2019, o projeto vê sua abertura para apresentações nos festivais alternativos da região nordeste, a exemplo do Ressonar Festival 2017 (BA) no qual foi performado em formato DJ set, 5 horas de variações do gênero dubstep, trazendo para o festival a pesquisa e as referências do gênero nascido nos guetos ingleses como forma de manifestação sonora tipicamente urbana, re-inserida no contexto de um festival alternativo open air. Outros notáveis exemplos são a participação no Festival Dosol (RN) e Boikot Festival (PE).
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Ambient Breaks & Illbient
Ambient Techno & Idm (Intelligent Dance Music)
Future Bass / Future Garage
Descripción
Projeto eletrônico que recebe uma gama de influências musicais bastante distinta, com sua raiz na cultura rave do interior de SP, indo a Bass Music (Gênero musical eletrônico com foco em frequências sonoras graves) que dominou o cenário eletrônico de São Paulo e Rio de Janeiro entre 2010 e 2015, e mais tardiamente abraçando os gêneros eletrônicos Techno e House, atualmente expoentes de uma nova geração de produtores e djs em nosso país. Abrangendo essas múltiplas vertentes da música eletrônica contemporânea, akaaka traz consigo referências à linguagens e os elementos sonoros e visuais que permeiam a estética e configuração do cenário eletrônico underground musical. Com sete anos de existência do projeto, o alcança atualmente projeção nacional sendo que desde o final de 2014 é residente e fundador do coletivo de artes integradas TRES4 (SP) e toca frequentemente em festas, festivais e locais nos circuitos independente de sua cidade natal e de outros estados, entre elas: METANOL (SP) Virada Cultural (SP), Semana do Hip Hop (SP), Wobble (RJ), INVDRS (PR), REDDOMA (PR), I Hate Mondays (RJ). Sua produção autoral também é bastante diversificada, contando com participação na conceituada coletânea HY BRAZIL (volume 3), e seu primeiro LP lançado pelo selo Paulista/Alemão LKHP, que lhe rendeu elogios em canais como Thump, revista de música eletrônica da Vice, e Stylss, publicação de música alternativa americana. No período de 2017 até a data atual de 2019, o projeto vê sua abertura para apresentações nos festivais alternativos da região nordeste, a exemplo do Ressonar Festival 2017 (BA) no qual foi performado em formato DJ set, 5 horas de variações do gênero dubstep, trazendo para o festival a pesquisa e as referências do gênero nascido nos guetos ingleses como forma de manifestação sonora tipicamente urbana, re-inserida no contexto de um festival alternativo open air. Outros notáveis exemplos são a participação no Festival Dosol (RN) e Boikot Festival (PE).
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Música

Lakitas Kullallas
La Comparsa Femenina “Lakitas Kullallas”, de zampoñas y percusión en estilo musical Lakita, nace en el año 2013 para ofrendar su música reuniéndose anualmente en la Conmemoración del Día de la Mujer Indígena, cada 05 de Septiembre. Desde el año 2015 comienzan su actividad musical de manera estable, sumándose así a la creciente lista de grupos femeninos de Lakitas que realizan su actividad a lo largo del país. Las comparsas de Lakitas en Chile, nacen del proceso migratorio desde los pueblos de la pampa hacia las ciudades del Norte grande luego de la decadencia de la producción salitrera. Interpretan música con zampoñas en conjunto con una sección de percusión consistente en un bombo de banda, una caja redoblante y un par de platillos. Con los procesos de transculturación -como un fenómeno en perpetuo movimiento (Ortiz, F. 1940)-, comienzan a formarse nuevas agrupaciones de zampoñeros quienes integran tanto nuevos instrumentos confeccionados con otro tipo de materiales (zampoñas de pvc) diferentes a los sikus de madera de caña, así como a conformarse con otros integrantes que no son necesariamente descendientes aymara, además de incorporar otros géneros musicales como la cumbia. Originalmente, las agrupaciones se denominaban según el pueblo de origen como “Lakitas de Cultane”, o “Lakitas de Jaiña”, consolidando sus primeras producciones discográficas en la década de los 80’. En los últimos 20 años se constata un significativo surgimiento de nuevas agrupaciones y nuevos cultores que han llevado esta práctica a lo largo de Chile, extendiéndose hasta Puerto Montt. En su contexto original, en el norte de Chile, las comparsas de Lakitas continúan participando activamente en las festividades de los pueblos del altiplano, como también en las grandes ciudades, en donde residen la mayoría de los cultores. Esta práctica de la zampoña trenzada en estilo de Lakitas, se ha expandido por todo el país hasta Puerto Montt, y junto con esta proliferación han aparecido cada vez más grupos femeninos. Lakitas Kullallas Incluyen dentro de su repertorio mayoritariamente temas de su propia composición y algunos temas tradicionales del género Lakita, proveniente del Norte de Chile, abarcando ritmos como el Huayno, Taquirari, Morenada, Caporal, Cueca, Cumbia, entre otros. Las Lakitas Kullallas, o “hermanas” en lengua Aymara, han participado de distintas instancias importantes para la difusión y vivencia de la música y cultura andinas. Algunas de ellas son: Veneración al Niño de Cerro El Plomo "Inti Wawa", Ceremonia de Conmemoración de Piedras Tacitas de Cerro Blanco; Encuentro Nacional de Lakitas en Cerro Blanco (años 2015 al 2019), Día de la Mujer Indígena en Cerro Blanco, Feria de la Mujer Indígena Emprendedora de la Municipalidad de Providencia, IX Encuentro Costumbrista de Lo Barnechea, Celebración de Inti Raymi – We Tripantu en la Ciudad de Vicuña, Veneración a Inti Wawa Niño de Cerro El Plomo, Feria Indígena de Peñalolén, Pasacalle de Cruz de Mayo, además de diversos pasacalles y marchas en defensa de los Pueblos Originarios, el Agua y los Territorios, y otras actividades culturales y comunitarias dentro de su localidad. El año 2018 participan en el encuentro de Sikuris Inkari, en la ciudad de Lima, Perú. Dentro de las actividades más importantes para la agrupación, está la marcha por el día de la mujer, cada 8 de marzo, instancia que ya se ha convertido en una tradición anual, en donde en conjunto con mujeres sikuris de otras agrupaciones, tocan y cantan sus músicas con letra de contenido social en contra de la violencia de género. El año 2021 participan del 17º Encuentro de Sikuris Mathapi Apthapi Tinku, siendo parte del Conversatorio "Warmi Sikuri en las movilizaciones sociales desde una perspectiva de género", en el cual presentaron una realización audiovisual que deja manifiesto de su experiencia en Chile en torno al Estallido Social (2019) y el Movimiento 8M. También compartieron vivencias desde sus territorios compañeras sikuris de Bolivia, Perú, Colombia y Argentina. Actualmente, Lakitas Kullallas se encuentran retomando sus actividades musicales, saliendo a tocar en pasacalles en distintos territorios de la ciudad, preparando su primer trabajo discográfico, y también creando redes con mujeres sikuris de otras latitudes.
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Sicuri O Sikuri
Música Andina
Descripción
La Comparsa Femenina “Lakitas Kullallas”, de zampoñas y percusión en estilo musical Lakita, nace en el año 2013 para ofrendar su música reuniéndose anualmente en la Conmemoración del Día de la Mujer Indígena, cada 05 de Septiembre. Desde el año 2015 comienzan su actividad musical de manera estable, sumándose así a la creciente lista de grupos femeninos de Lakitas que realizan su actividad a lo largo del país. Las comparsas de Lakitas en Chile, nacen del proceso migratorio desde los pueblos de la pampa hacia las ciudades del Norte grande luego de la decadencia de la producción salitrera. Interpretan música con zampoñas en conjunto con una sección de percusión consistente en un bombo de banda, una caja redoblante y un par de platillos. Con los procesos de transculturación -como un fenómeno en perpetuo movimiento (Ortiz, F. 1940)-, comienzan a formarse nuevas agrupaciones de zampoñeros quienes integran tanto nuevos instrumentos confeccionados con otro tipo de materiales (zampoñas de pvc) diferentes a los sikus de madera de caña, así como a conformarse con otros integrantes que no son necesariamente descendientes aymara, además de incorporar otros géneros musicales como la cumbia. Originalmente, las agrupaciones se denominaban según el pueblo de origen como “Lakitas de Cultane”, o “Lakitas de Jaiña”, consolidando sus primeras producciones discográficas en la década de los 80’. En los últimos 20 años se constata un significativo surgimiento de nuevas agrupaciones y nuevos cultores que han llevado esta práctica a lo largo de Chile, extendiéndose hasta Puerto Montt. En su contexto original, en el norte de Chile, las comparsas de Lakitas continúan participando activamente en las festividades de los pueblos del altiplano, como también en las grandes ciudades, en donde residen la mayoría de los cultores. Esta práctica de la zampoña trenzada en estilo de Lakitas, se ha expandido por todo el país hasta Puerto Montt, y junto con esta proliferación han aparecido cada vez más grupos femeninos. Lakitas Kullallas Incluyen dentro de su repertorio mayoritariamente temas de su propia composición y algunos temas tradicionales del género Lakita, proveniente del Norte de Chile, abarcando ritmos como el Huayno, Taquirari, Morenada, Caporal, Cueca, Cumbia, entre otros. Las Lakitas Kullallas, o “hermanas” en lengua Aymara, han participado de distintas instancias importantes para la difusión y vivencia de la música y cultura andinas. Algunas de ellas son: Veneración al Niño de Cerro El Plomo "Inti Wawa", Ceremonia de Conmemoración de Piedras Tacitas de Cerro Blanco; Encuentro Nacional de Lakitas en Cerro Blanco (años 2015 al 2019), Día de la Mujer Indígena en Cerro Blanco, Feria de la Mujer Indígena Emprendedora de la Municipalidad de Providencia, IX Encuentro Costumbrista de Lo Barnechea, Celebración de Inti Raymi – We Tripantu en la Ciudad de Vicuña, Veneración a Inti Wawa Niño de Cerro El Plomo, Feria Indígena de Peñalolén, Pasacalle de Cruz de Mayo, además de diversos pasacalles y marchas en defensa de los Pueblos Originarios, el Agua y los Territorios, y otras actividades culturales y comunitarias dentro de su localidad. El año 2018 participan en el encuentro de Sikuris Inkari, en la ciudad de Lima, Perú. Dentro de las actividades más importantes para la agrupación, está la marcha por el día de la mujer, cada 8 de marzo, instancia que ya se ha convertido en una tradición anual, en donde en conjunto con mujeres sikuris de otras agrupaciones, tocan y cantan sus músicas con letra de contenido social en contra de la violencia de género. El año 2021 participan del 17º Encuentro de Sikuris Mathapi Apthapi Tinku, siendo parte del Conversatorio "Warmi Sikuri en las movilizaciones sociales desde una perspectiva de género", en el cual presentaron una realización audiovisual que deja manifiesto de su experiencia en Chile en torno al Estallido Social (2019) y el Movimiento 8M. También compartieron vivencias desde sus territorios compañeras sikuris de Bolivia, Perú, Colombia y Argentina. Actualmente, Lakitas Kullallas se encuentran retomando sus actividades musicales, saliendo a tocar en pasacalles en distintos territorios de la ciudad, preparando su primer trabajo discográfico, y también creando redes con mujeres sikuris de otras latitudes.

PAULO ROJAS
PAULO ROJAS Cantautor y actor chileno que ha participado en diversos programas de talento en la televisión chilena y en producciones artísticas del espectáculo nacional e internacional. El año 2008 Inicia la ruta independiente como compositor y artista integral, creando tres discos a la fecha y terminando un cuarto álbum para este año 2021. Ha integrado y desarrollado proyectos para audiovisual, documentales, cine, teatro y radioteatro como compositor, productor musical y actor. Ha realizado giras por Chile, Australia, México y Suiza con el apoyo de fondos de cultura y recursos propios. 2012 Lanza su primer Ep “Ser” con el sencillo principal “SEÑORA MARÍA” . 2013, 2015 y 2016 Giras por México y Chile con el segundo álbum Lp “Corazón de barro”(pop-folk) con un sello musical y visual que habla principalmente de los procesos emocionales en relación a la naturaleza humana y el entorno. 2016 Graba el videoclip “Corazón de barro” dirigido por el destacado realizador y cineasta chileno Pascal Krumm siendo nominado a Premios Pulsar Chile como mejor video clip nacional. 2018 Lanza tercer álbum Lp “Flores para ti” en Chile y su muisca es utilizada para la obra PATRIA de la compañía suiza-chilena Alternace Theatre. 2019 Comienza a grabar su nuevo álbum Lp HAMBRE, cuarto en su discografía. 2021 Lanza su primer sencillo HAMBRE del nuevo álbum en México. Ha trabajado con reconocidos productores musicales entre ellos: David Deflores, Esteban Zúñiga, Andrés Celis, Juan Ma Castillo Lebert, Marcelo Wilson, Jim Hast. Estudios: Triana, Santuario Sónico, Mate producciones, Ticho. Y grandes músicos como: Alberto Faraggi, Rulo, Andrés Celis, Chico Miguel, Juan Ma Castillo Lebert, Cristobal Pera Prezz, Greco Acuña, Ronald Baez, Agustin Moya, Paulo Montero, David Sumar, Marcelo Wilson entre otros.
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Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descripción
PAULO ROJAS Cantautor y actor chileno que ha participado en diversos programas de talento en la televisión chilena y en producciones artísticas del espectáculo nacional e internacional. El año 2008 Inicia la ruta independiente como compositor y artista integral, creando tres discos a la fecha y terminando un cuarto álbum para este año 2021. Ha integrado y desarrollado proyectos para audiovisual, documentales, cine, teatro y radioteatro como compositor, productor musical y actor. Ha realizado giras por Chile, Australia, México y Suiza con el apoyo de fondos de cultura y recursos propios. 2012 Lanza su primer Ep “Ser” con el sencillo principal “SEÑORA MARÍA” . 2013, 2015 y 2016 Giras por México y Chile con el segundo álbum Lp “Corazón de barro”(pop-folk) con un sello musical y visual que habla principalmente de los procesos emocionales en relación a la naturaleza humana y el entorno. 2016 Graba el videoclip “Corazón de barro” dirigido por el destacado realizador y cineasta chileno Pascal Krumm siendo nominado a Premios Pulsar Chile como mejor video clip nacional. 2018 Lanza tercer álbum Lp “Flores para ti” en Chile y su muisca es utilizada para la obra PATRIA de la compañía suiza-chilena Alternace Theatre. 2019 Comienza a grabar su nuevo álbum Lp HAMBRE, cuarto en su discografía. 2021 Lanza su primer sencillo HAMBRE del nuevo álbum en México. Ha trabajado con reconocidos productores musicales entre ellos: David Deflores, Esteban Zúñiga, Andrés Celis, Juan Ma Castillo Lebert, Marcelo Wilson, Jim Hast. Estudios: Triana, Santuario Sónico, Mate producciones, Ticho. Y grandes músicos como: Alberto Faraggi, Rulo, Andrés Celis, Chico Miguel, Juan Ma Castillo Lebert, Cristobal Pera Prezz, Greco Acuña, Ronald Baez, Agustin Moya, Paulo Montero, David Sumar, Marcelo Wilson entre otros.
Música

Jet Rodeo
Jet Rodeo se formó en la ciudad de Lima, Perú en el año 2018 y es integrada por Toño Santiváñez (voz), Lucho Benzaquen (guitarra), Juan Pablo del Águila (bajo) y Angiela Carranza (batería). Cuentan con un EP ya lanzado en el 2020 titulado Ámbar que consta de 6 canciones donde se dejan ver claras influencias de rock latinoamericano. En la actualidad, Jet Rodeo propone la comunicación de la problemática que afectan a nuestros ecosistemas con actos teatrales en sus puestas en escena. La indiferencia de los grandes medios de comunicación peruanos crean la necesidad de la narrativa antes mencionada. La banda cree que la música es el medio perfecto para comunicar a las sociedades sobre el cuidado eminente de nuestro planeta. “Enfermo”, track que dará inicio a un nuevo EP conceptual de la banda, narra la historia de un personaje que cae en la depresión tras el término de una relación amorosa, abriendo las puertas a una serie de interrogantes que lo llevarán posteriormente a cuestionarse sobre el sentido de la vida.
Ver detallesJet Rodeo
Descripción
Jet Rodeo se formó en la ciudad de Lima, Perú en el año 2018 y es integrada por Toño Santiváñez (voz), Lucho Benzaquen (guitarra), Juan Pablo del Águila (bajo) y Angiela Carranza (batería). Cuentan con un EP ya lanzado en el 2020 titulado Ámbar que consta de 6 canciones donde se dejan ver claras influencias de rock latinoamericano. En la actualidad, Jet Rodeo propone la comunicación de la problemática que afectan a nuestros ecosistemas con actos teatrales en sus puestas en escena. La indiferencia de los grandes medios de comunicación peruanos crean la necesidad de la narrativa antes mencionada. La banda cree que la música es el medio perfecto para comunicar a las sociedades sobre el cuidado eminente de nuestro planeta. “Enfermo”, track que dará inicio a un nuevo EP conceptual de la banda, narra la historia de un personaje que cae en la depresión tras el término de una relación amorosa, abriendo las puertas a una serie de interrogantes que lo llevarán posteriormente a cuestionarse sobre el sentido de la vida.
Música

Juremeiros
O Samba da Jurema é um evento que acontece nas cidades vizinhas de Volta Redonda e Barra Mansa-RJ, desde 2018, para angariar fundos para as atividades de caridade do terreiro de Candomblé Omariô de Jurema, localizado na mesma região. De lá para cá, foram 10 edições em uma média de 3 em 3 meses até o início da pandemia, quando as apresentações pararam de acontecer, já que em todas as edições os ingressos se esgotam rapidamente, tendo recebido mais de 2 mil pessoas em suas edições. O evento, que conta com total participação de voluntários, tornou-se o mais representativo de sua região e passou a ser reconhecido no Estado do Rio de Janeiro. A partir do Samba da Jurema surgiu o grupo de samba Juremeiros, que comanda a roda de samba do Samba da Jurema, em todas as suas dez edições. Os integrantes do grupo, por isso, passaram a ser considerados filhos do Samba da Jurema e de tudo o que ele representa. Os Juremeiros passaram a ser porta-vozes do Samba da Jurema, tendo tocado em diversos eventos na região a partir de então, sempre com agenda disputada. Dentre os elementos da musicalidade que os Juremeiros apresentam em seus shows, destaca-se a temática das músicas que dialogam com as religiões de matriz africana, dentre ela sambas, pontos de terreiros, cantigas de Candomblé e Umbanda, afoxés, macumbas, ijexás e afoxés. Atualmente, os Juremeiros estão em fase de composição de suas músicas autorais, a fim de lançar suas primeiras composições musicais para seu público. O grupo é formado por 13 integrantes, sendo popularmente considerado uma "orquestra de samba". O produtor musical Tomas Patagonia, chileno e amigo dos integrantes do grupo, participou da 8ª edição do Samba da Jurema, ocorrido em Barra Mansa. Natural da Patagônia Chilena, reside atualmente em Santiago do Chile e esteve à frente de trabalhos importantes no cenário do Reggae de seu país, além de ter participado de trabalhos importantes brasileiros, pois trabalhou no estúdio de Marcelo Yuka durante dois anos. Dada sua experiência profissional e a familiaridade com os amigos dos Juremeiros, Tomar Josen seria o produtor ideal para realizar os trabalhos de Mixagem e Masterização para o primeiro EP (Extended Play) dos Juremeiros.
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Samba
Candombe
Descripción
O Samba da Jurema é um evento que acontece nas cidades vizinhas de Volta Redonda e Barra Mansa-RJ, desde 2018, para angariar fundos para as atividades de caridade do terreiro de Candomblé Omariô de Jurema, localizado na mesma região. De lá para cá, foram 10 edições em uma média de 3 em 3 meses até o início da pandemia, quando as apresentações pararam de acontecer, já que em todas as edições os ingressos se esgotam rapidamente, tendo recebido mais de 2 mil pessoas em suas edições. O evento, que conta com total participação de voluntários, tornou-se o mais representativo de sua região e passou a ser reconhecido no Estado do Rio de Janeiro. A partir do Samba da Jurema surgiu o grupo de samba Juremeiros, que comanda a roda de samba do Samba da Jurema, em todas as suas dez edições. Os integrantes do grupo, por isso, passaram a ser considerados filhos do Samba da Jurema e de tudo o que ele representa. Os Juremeiros passaram a ser porta-vozes do Samba da Jurema, tendo tocado em diversos eventos na região a partir de então, sempre com agenda disputada. Dentre os elementos da musicalidade que os Juremeiros apresentam em seus shows, destaca-se a temática das músicas que dialogam com as religiões de matriz africana, dentre ela sambas, pontos de terreiros, cantigas de Candomblé e Umbanda, afoxés, macumbas, ijexás e afoxés. Atualmente, os Juremeiros estão em fase de composição de suas músicas autorais, a fim de lançar suas primeiras composições musicais para seu público. O grupo é formado por 13 integrantes, sendo popularmente considerado uma "orquestra de samba". O produtor musical Tomas Patagonia, chileno e amigo dos integrantes do grupo, participou da 8ª edição do Samba da Jurema, ocorrido em Barra Mansa. Natural da Patagônia Chilena, reside atualmente em Santiago do Chile e esteve à frente de trabalhos importantes no cenário do Reggae de seu país, além de ter participado de trabalhos importantes brasileiros, pois trabalhou no estúdio de Marcelo Yuka durante dois anos. Dada sua experiência profissional e a familiaridade com os amigos dos Juremeiros, Tomar Josen seria o produtor ideal para realizar os trabalhos de Mixagem e Masterização para o primeiro EP (Extended Play) dos Juremeiros.
Música

Elias Barboza
Descripción
Bandolinista, compositor brasileiro

Cubitos Entertainment
Empresa prestadora de servicios de entretenimiento que se especializa en negocios musicales, con un equipo comprometido, calificado y capacitado, que brinda herramientas de comunicación, representación, relaciones públicas, posicionamiento de imagen, marketing digital, desarrollo de talento y booking, caracterizadas por una gestión profesional eficiente.
Ver detallesCubitos Entertainment
Descripción
Empresa prestadora de servicios de entretenimiento que se especializa en negocios musicales, con un equipo comprometido, calificado y capacitado, que brinda herramientas de comunicación, representación, relaciones públicas, posicionamiento de imagen, marketing digital, desarrollo de talento y booking, caracterizadas por una gestión profesional eficiente.
20017 Resultados – Página 966 de 2002
















