
Hamac Caziim
Grupo de Rock Indígena con 25 años de trayectoria que ha llevado sus cantos tradicionales al ROCK.
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Descripción
Grupo de Rock Indígena con 25 años de trayectoria que ha llevado sus cantos tradicionales al ROCK.

Valentina Maria Oses Navarro
Valentina Sanfoneira Musicista, compositora e arteducadora se iniciou na música aos 13 anos começando estudos de piano com Elena Shervakova (Rússia). Anos depois resolveu rodar o mundo tocando skaletta (piano de sopro) nas ruas, escolas festas populares e circos , aprendendo as músicas e ritmos tradicionais de cada local em que morava. Foi assim, que há 15 anos esta chilena conheceu o Nordeste Brasileiro e se apaixonou pelas suas manifestações culturais. Há 10 anos fixou residência na Bahia onde, dois anos depois começou a tocar a sanfona e assim até hoje alegra os forrós e festas no Vale do Capão, Lençóis e Andaraí e as Viradas de ano nas casas de apoio do Vale do Pati, (Parque Nacional Chapada Diamantina), área protegida onde não existem estradas e só se pode chegar a pé ou de mula. Tem feito parte de diversos projetos de entre eles a banda feminina "Girassol", o grupo "Mundarejo" (projeto de tardes artísticas em vilarejos afastados e de difícil acesso), Com estes projetos participou em duas edições do "Festival de Jazz do Capão" e de outros festivais de cantoria e música popular em povoados da chapada Diamantina. Atualmente forma parte da Banda "Som da Mata",e "Bando Passarim" (grupo de pesquisa de músicas regionais com temas de pássaros).
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Regional
Forró
Folclor Fusión
Infantil
Descripción
Valentina Sanfoneira Musicista, compositora e arteducadora se iniciou na música aos 13 anos começando estudos de piano com Elena Shervakova (Rússia). Anos depois resolveu rodar o mundo tocando skaletta (piano de sopro) nas ruas, escolas festas populares e circos , aprendendo as músicas e ritmos tradicionais de cada local em que morava. Foi assim, que há 15 anos esta chilena conheceu o Nordeste Brasileiro e se apaixonou pelas suas manifestações culturais. Há 10 anos fixou residência na Bahia onde, dois anos depois começou a tocar a sanfona e assim até hoje alegra os forrós e festas no Vale do Capão, Lençóis e Andaraí e as Viradas de ano nas casas de apoio do Vale do Pati, (Parque Nacional Chapada Diamantina), área protegida onde não existem estradas e só se pode chegar a pé ou de mula. Tem feito parte de diversos projetos de entre eles a banda feminina "Girassol", o grupo "Mundarejo" (projeto de tardes artísticas em vilarejos afastados e de difícil acesso), Com estes projetos participou em duas edições do "Festival de Jazz do Capão" e de outros festivais de cantoria e música popular em povoados da chapada Diamantina. Atualmente forma parte da Banda "Som da Mata",e "Bando Passarim" (grupo de pesquisa de músicas regionais com temas de pássaros).
Música

Félix Dorian
Félix Dorian es Solista cantautor de Rock, con más de 24 años de trayectoria musical, que en 1997 emprende su carrera como solista de pop-rock debutando en la Fiesta de la Música de la Alianza Francesa de Arequipa. Ha grabado tres discos en estudio y tres en vivo, un single promocional, siete video clips y dos documentales autobiográficos a lo largo de su carrera musical. Así mismo ha realizado diversas presentaciones en festivales de música, centros culturales y bares de Medellín (Colombia), Lima, Arequipa y Ayacucho. Ahora continúa con la promoción de su último disco "La vida te espera para más" y con una nueva búsqueda de experimentación musical.
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Descripción
Félix Dorian es Solista cantautor de Rock, con más de 24 años de trayectoria musical, que en 1997 emprende su carrera como solista de pop-rock debutando en la Fiesta de la Música de la Alianza Francesa de Arequipa. Ha grabado tres discos en estudio y tres en vivo, un single promocional, siete video clips y dos documentales autobiográficos a lo largo de su carrera musical. Así mismo ha realizado diversas presentaciones en festivales de música, centros culturales y bares de Medellín (Colombia), Lima, Arequipa y Ayacucho. Ahora continúa con la promoción de su último disco "La vida te espera para más" y con una nueva búsqueda de experimentación musical.

Simantra Grupo dePercussão
Simantra Grupo de Percussion nace de la necesidad de organizar un conjunto de estudios y prácticas interpretativas orientadas a la interpretación de música escrita para percusión en los siglos XX y XXI. Funcionando como un laboratorio artístico, también apunta a la interacción de diferentes expresiones artísticas con la música contemporánea. Su misión es potenciar y ejecutar el repertorio percusivo portugués y extranjero, realizando estrenos, primeras audiciones y encargos de obras. Durante estos 11 años de actividad, el grupo tuvo la oportunidad de tocar en varios festivales nacionales e internacionales, como Guimarães 2012 – Capital Europea de la Cultura (POR), Festival de Primavera en Viseu (POR), Festivales de Otoño en Aveiro (POR), Cistermusica en Alcobaça (POR), Musicalvão en Vila Real (POR), Tomarimbando en Tomar, Festival Internacional de Percusión Patagonia (ARG), Festival Internacional de Marimbistas y Percusiones de Villahermosa (MEX) o IPEW 2019 (CRO). Ha acompañado a varios solistas internacionales como Kuniko Kato (JAP), Katarzyna Mycka (POL), Ching Chen Lin (TWA), Ludwig Albert (BEL) o Mark Ford (USA). Estrenó y encargó obras de Evgueni Zoudilkine, Hugo Correia, Carlos Alberto Augusto, Nuno Leal o Jorge Salgueiro. Premiado internacionalmente, el grupo ganó el primer lugar en el CIMCA 2011 – categoría superior. Simantra Grupo de Percussion se prepara para lanzar un disco en 2022, con temas del Cancioneiro de Música Popular Portuguesa, con arreglos inéditos del pianista y compositor Luís Figueiredo y es artista de las reconocidas marcas ADAMS, MIKE BALTER, SONOR y SABIAN. Interpretes: Andrés Pérez | Leandro Teixeira | Luiz Ferreira | Ricardo Monteiro
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Música de Cámara
Contemporánea
Descripción
Simantra Grupo de Percussion nace de la necesidad de organizar un conjunto de estudios y prácticas interpretativas orientadas a la interpretación de música escrita para percusión en los siglos XX y XXI. Funcionando como un laboratorio artístico, también apunta a la interacción de diferentes expresiones artísticas con la música contemporánea. Su misión es potenciar y ejecutar el repertorio percusivo portugués y extranjero, realizando estrenos, primeras audiciones y encargos de obras. Durante estos 11 años de actividad, el grupo tuvo la oportunidad de tocar en varios festivales nacionales e internacionales, como Guimarães 2012 – Capital Europea de la Cultura (POR), Festival de Primavera en Viseu (POR), Festivales de Otoño en Aveiro (POR), Cistermusica en Alcobaça (POR), Musicalvão en Vila Real (POR), Tomarimbando en Tomar, Festival Internacional de Percusión Patagonia (ARG), Festival Internacional de Marimbistas y Percusiones de Villahermosa (MEX) o IPEW 2019 (CRO). Ha acompañado a varios solistas internacionales como Kuniko Kato (JAP), Katarzyna Mycka (POL), Ching Chen Lin (TWA), Ludwig Albert (BEL) o Mark Ford (USA). Estrenó y encargó obras de Evgueni Zoudilkine, Hugo Correia, Carlos Alberto Augusto, Nuno Leal o Jorge Salgueiro. Premiado internacionalmente, el grupo ganó el primer lugar en el CIMCA 2011 – categoría superior. Simantra Grupo de Percussion se prepara para lanzar un disco en 2022, con temas del Cancioneiro de Música Popular Portuguesa, con arreglos inéditos del pianista y compositor Luís Figueiredo y es artista de las reconocidas marcas ADAMS, MIKE BALTER, SONOR y SABIAN. Interpretes: Andrés Pérez | Leandro Teixeira | Luiz Ferreira | Ricardo Monteiro

Três
Três é encontro. Propõe a gravação do album encontro residência virtual entre Dandara Modesto, cantora e compositora brasileira, João Pires, compositor e violonista português e Juninho Ibituruna, percussionista brasileiro. Pela costura da música atlântica, construímos um caminho entre Bahia, Portugal e Minas Gerais. Cada qual disposto em um lugar ecoando a conexão pela música que nos une em complementariedade: as melodias e o violão de João com a voz e potência interpretativa de Dandara e o ritmo pulso ancestral de Juninho. No repertório canções compostas especialmente para o projeto em parceira com letristas como Brisa Marques, Pedro Luís e José Eduardo Agualusa. Dandara traz em sua presença as discussões sobre questõs de genero, as letras de Brisa Marques agregam uma perspectiva feminina às canções. O projeto também reverbera questões decoloniais da relação Brasil e Portugal, trazendo diálogos disparados por uma mulher mestiça, um homem negro e um homem branco europeu. A música, em melodia letra e ritmo, é a grande mediadora dos diálogos e caminhos que unem Brasis e Portugais.
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MPB
Fado
Cantautor/Música de autor
Descripción
Três é encontro. Propõe a gravação do album encontro residência virtual entre Dandara Modesto, cantora e compositora brasileira, João Pires, compositor e violonista português e Juninho Ibituruna, percussionista brasileiro. Pela costura da música atlântica, construímos um caminho entre Bahia, Portugal e Minas Gerais. Cada qual disposto em um lugar ecoando a conexão pela música que nos une em complementariedade: as melodias e o violão de João com a voz e potência interpretativa de Dandara e o ritmo pulso ancestral de Juninho. No repertório canções compostas especialmente para o projeto em parceira com letristas como Brisa Marques, Pedro Luís e José Eduardo Agualusa. Dandara traz em sua presença as discussões sobre questõs de genero, as letras de Brisa Marques agregam uma perspectiva feminina às canções. O projeto também reverbera questões decoloniais da relação Brasil e Portugal, trazendo diálogos disparados por uma mulher mestiça, um homem negro e um homem branco europeu. A música, em melodia letra e ritmo, é a grande mediadora dos diálogos e caminhos que unem Brasis e Portugais.
Música

UNAM
Bogotana radicada en México desde hace cuatro años. Pasante de la Maestría en Música, campo de etnomusicología de la UNAM. Cantante que se ha formado en la Academia Luis A Calvo, Universidad Distrital FJC, la Escuela Metropolitana del Rock, entre otros y socióloga de la Universidad Nacional de Colombia. Interesada en los estudios de género, antropología de la música y el sonido, la voz, cultura, cuerpo y la gestión cultural. Me interesa el trabajo inter y transdisciplinar. Tengo experiencia en investigación en música con metodologías cualitativas. Me interesan las músicas de tradición oral en Colombia. He participado en colectivos de circo teatro social, la agrupación ¡Apilá! mujeres, tambores y cantos, y coros institucionales. Este año espera que le publiquen en la Facultad de música un capítulo titulado "Esa es la voz que no muere. Entidades, voz y muerte en Timbiquí, Cauca" en el libro colectivo "Sonido , escucha y poder". Ha participado en la gestión de los eventos "Así suena Colombia 2018" y "Qué viva la música".
Ver detallesUNAM
Descripción
Bogotana radicada en México desde hace cuatro años. Pasante de la Maestría en Música, campo de etnomusicología de la UNAM. Cantante que se ha formado en la Academia Luis A Calvo, Universidad Distrital FJC, la Escuela Metropolitana del Rock, entre otros y socióloga de la Universidad Nacional de Colombia. Interesada en los estudios de género, antropología de la música y el sonido, la voz, cultura, cuerpo y la gestión cultural. Me interesa el trabajo inter y transdisciplinar. Tengo experiencia en investigación en música con metodologías cualitativas. Me interesan las músicas de tradición oral en Colombia. He participado en colectivos de circo teatro social, la agrupación ¡Apilá! mujeres, tambores y cantos, y coros institucionales. Este año espera que le publiquen en la Facultad de música un capítulo titulado "Esa es la voz que no muere. Entidades, voz y muerte en Timbiquí, Cauca" en el libro colectivo "Sonido , escucha y poder". Ha participado en la gestión de los eventos "Así suena Colombia 2018" y "Qué viva la música".

Gil Felix
Gil Felix é um artista brasileiro e internacional que, ao longo de uma carreira de 25 anos, desenvolveu um vasto e eclético repertório com composições originais e grandes sucessos. Influenciado por artistas como Gilberto Gil, Bob Marley, Luís Gonzaga e Fela Kuti, tem uma trajetória registrada em vários álbuns que já estão gravados. No Brasil foi um dos pioneiros da música reggae com várias apresentações em festivais como o Fest'in Bahía e Femadum, destacando-se o LP "Galan" de 2004, que teve uma recepção especial em São Paulo. Em 2000 levou sua música para a Suíça. Participou em grandes festivais internacionais como o Festival de Montreux (Suíça), Festival Verde (Dinamarca) e Festival Latino-Americano (Itália). Em 2018 Gil Felix tocou no Festival Cultural de Estocolmo e depois lançou o Kanga Musa para a cena da dança eletrônica.
Ver detallesGil Felix
Bossa Nova
Instrumental / Jazz Brasileiro
(Roots) Reggae
Urban Soul / Pop (Nu R&B I)
Descripción
Gil Felix é um artista brasileiro e internacional que, ao longo de uma carreira de 25 anos, desenvolveu um vasto e eclético repertório com composições originais e grandes sucessos. Influenciado por artistas como Gilberto Gil, Bob Marley, Luís Gonzaga e Fela Kuti, tem uma trajetória registrada em vários álbuns que já estão gravados. No Brasil foi um dos pioneiros da música reggae com várias apresentações em festivais como o Fest'in Bahía e Femadum, destacando-se o LP "Galan" de 2004, que teve uma recepção especial em São Paulo. Em 2000 levou sua música para a Suíça. Participou em grandes festivais internacionais como o Festival de Montreux (Suíça), Festival Verde (Dinamarca) e Festival Latino-Americano (Itália). Em 2018 Gil Felix tocou no Festival Cultural de Estocolmo e depois lançou o Kanga Musa para a cena da dança eletrônica.
Música

Florencia Gamba
Composición y producción musical Compositora de música para audiovisuales Arreglos para coros y cuerdas en distintos proyectos
Ver detallesFlorencia Gamba
Vocal/Coral
Solistas
Soundtrack
Descripción
Composición y producción musical Compositora de música para audiovisuales Arreglos para coros y cuerdas en distintos proyectos
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OS BAMBAS DO NORDESTE
André Galdino dos Santos, popularmente conhecido como Baio do Acordeon. Baio tornou-se uma lenda após ser descoberto por Luiz Gonzaga em Feira de Santana BA e ser presenteado com uma Sanfona Branca. Em 1974, Baio convidados por amigos para assistir uma apresentação do Rei do Baião em Feira de Santana, leva consigo uma sanfona, aproveitando o momento acompanha o Rei tocando seu fole. Luiz reconhecendo nele o talento de poucos, lhe presenteia com uma Sanfona Scandalli Branca, e assim, Baio passa ser integrante da turnê. Após ter o reconhecimento de Luiz Gonzaga e com a necessidade de inovar o forró na década de 70 mas ser perder a essência, Abdias Filho (Diretor Artístico da Gravadora CBS) convidou o Trombonista Jacinto Limeira (Compositor, Instrumentista e Cantor) para formar o conjunto junto com Baio, assim nascendo Os Bambas do Nordeste. Os Bambas do Nordeste tinha em sua formação Baio (Acordeon), Jorge Mota (Zabumba), Binha (Triângulo) e Jacinto Limeira (Voz e Trombone). Dessa união com o Cantor Trombonista, 10 discos gravados, Coletâneas e muitos arranjos utilizados em grandes canções. Durante 06 anos, Baio foi sanfoneiro da Caravana Pau de Sêbo “Gravadora CBS” que era composta na época por: Abdias e sua Sanfona de Oito Baixos; Os 3 do Nordeste; Jacinto Limeira; Benedito Nunes; Marinês e sua Gente; Elino Julião; Messias Holanda; Edson Duarte; Marlene Vidal; Coronel Ludugero; Gennaro; Trio Nordestino; Jackson do Pandeiro; Lilico; dentre outros. Adeptos do Forró Pé de Serra é fiel a cultura nordestina a banda de sucesso se reescreve e completa 45 anos (2020) de existência, tendo hoje em sua composição principal Baio (Acordeon), Carlos Mattheus (Triângulo e Voz), Vivaldo de Oliveira (Zabumba e Voz) e Antônio Batista (Trombone) deixando alegria por onde passa com seu jeito simples e encantando a todos sempre que são requisitados.
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Forró
Descripción
André Galdino dos Santos, popularmente conhecido como Baio do Acordeon. Baio tornou-se uma lenda após ser descoberto por Luiz Gonzaga em Feira de Santana BA e ser presenteado com uma Sanfona Branca. Em 1974, Baio convidados por amigos para assistir uma apresentação do Rei do Baião em Feira de Santana, leva consigo uma sanfona, aproveitando o momento acompanha o Rei tocando seu fole. Luiz reconhecendo nele o talento de poucos, lhe presenteia com uma Sanfona Scandalli Branca, e assim, Baio passa ser integrante da turnê. Após ter o reconhecimento de Luiz Gonzaga e com a necessidade de inovar o forró na década de 70 mas ser perder a essência, Abdias Filho (Diretor Artístico da Gravadora CBS) convidou o Trombonista Jacinto Limeira (Compositor, Instrumentista e Cantor) para formar o conjunto junto com Baio, assim nascendo Os Bambas do Nordeste. Os Bambas do Nordeste tinha em sua formação Baio (Acordeon), Jorge Mota (Zabumba), Binha (Triângulo) e Jacinto Limeira (Voz e Trombone). Dessa união com o Cantor Trombonista, 10 discos gravados, Coletâneas e muitos arranjos utilizados em grandes canções. Durante 06 anos, Baio foi sanfoneiro da Caravana Pau de Sêbo “Gravadora CBS” que era composta na época por: Abdias e sua Sanfona de Oito Baixos; Os 3 do Nordeste; Jacinto Limeira; Benedito Nunes; Marinês e sua Gente; Elino Julião; Messias Holanda; Edson Duarte; Marlene Vidal; Coronel Ludugero; Gennaro; Trio Nordestino; Jackson do Pandeiro; Lilico; dentre outros. Adeptos do Forró Pé de Serra é fiel a cultura nordestina a banda de sucesso se reescreve e completa 45 anos (2020) de existência, tendo hoje em sua composição principal Baio (Acordeon), Carlos Mattheus (Triângulo e Voz), Vivaldo de Oliveira (Zabumba e Voz) e Antônio Batista (Trombone) deixando alegria por onde passa com seu jeito simples e encantando a todos sempre que são requisitados.

Orquesta Irregular
La Orquesta Irregular es un proyecto de música, canto y baile, que pone en escena una síntesis de música popular y ritmos irregulares. Inicia a principios del 2018 en Ciudad de Mexico, convocado por el colectivo La Lengua (Judith de León, Santiago Chavez y Franco Narro) de México y Argentina, que plantean una reunión variable de músicxs y creadorxs dependiendo de la disponibilidad geográfica alrededor de las premisas mencionadas arriba. Con La Lengua como núcleo, han formado parte del proyecto Norma Chirino, Fernanda Cabral, Pedro Abraham, Andy Mountains, Jorge Jiménez, Alexis Granados, Rodrigo Acevedo y Daniela Quintanar. A través de la investigación de ritmos irregulares y su combinación con la canción popular ha concretado un compendio de teoría y método para el desarrollo práctico de estas ideas: https://lengua.la/ri y una seria de herramientas y software para su aplicación: https://lengua.la/ri/Herramientas_en_línea En diciembre del 2020 publicó su primer material en plataformas digital, Orquesta Irregular EP. Se ha presentado en diversos escenarios de la Ciudad de México como el Multiforo Alicia, el Foro del Tejedor y el Centro de Artes Vivas. Sus integrantes han participado en el Festival Internacional Cervantino, el Festival Quimera y la FIL de Guadalajara, han recibido la beca Jóvenes Creadores y su obra ha sido reconocida con los premios Coral y Ciguapa a Mejor Música Original en los festivales internacionales de cine La Habana y de la República Dominica, por la película las Buenas Hierbas.
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Nuevo Folclore
Folclor Fusión
Descripción
La Orquesta Irregular es un proyecto de música, canto y baile, que pone en escena una síntesis de música popular y ritmos irregulares. Inicia a principios del 2018 en Ciudad de Mexico, convocado por el colectivo La Lengua (Judith de León, Santiago Chavez y Franco Narro) de México y Argentina, que plantean una reunión variable de músicxs y creadorxs dependiendo de la disponibilidad geográfica alrededor de las premisas mencionadas arriba. Con La Lengua como núcleo, han formado parte del proyecto Norma Chirino, Fernanda Cabral, Pedro Abraham, Andy Mountains, Jorge Jiménez, Alexis Granados, Rodrigo Acevedo y Daniela Quintanar. A través de la investigación de ritmos irregulares y su combinación con la canción popular ha concretado un compendio de teoría y método para el desarrollo práctico de estas ideas: https://lengua.la/ri y una seria de herramientas y software para su aplicación: https://lengua.la/ri/Herramientas_en_línea En diciembre del 2020 publicó su primer material en plataformas digital, Orquesta Irregular EP. Se ha presentado en diversos escenarios de la Ciudad de México como el Multiforo Alicia, el Foro del Tejedor y el Centro de Artes Vivas. Sus integrantes han participado en el Festival Internacional Cervantino, el Festival Quimera y la FIL de Guadalajara, han recibido la beca Jóvenes Creadores y su obra ha sido reconocida con los premios Coral y Ciguapa a Mejor Música Original en los festivales internacionales de cine La Habana y de la República Dominica, por la película las Buenas Hierbas.
Música
20017 Resultados – Página 967 de 2002














