
Roberta Campos
Indicada ao Grammy Latino 2016 na categoria "Melhor Álbum de MPB" com o disco "Todo Caminho é Sorte", Roberta Campos é uma das melhores artistas de sua geração. Completa, Roberta canta, compõe, toca e produz, conduzindo sua carreira aberta às novidades, mas sem nunca perder a identidade. Mineira de Caetanópolis, aos 11 anos ingressou para o mundo da música ao descobrir, no violão, o parceiro de todas as horas. De lá pra cá, trabalhou tocando em bares, saraus e afins, até reunir suas composições para gravar seu primeiro disco "Para Aquelas Perguntas Tortas", de forma independente, em 2008. Após, vieram os discos Varrendo a Lua, Diário de Um Dia e Todo Caminho é Sorte, celebrados em seu DVD "Todo Caminho é Sorte – Ao Vivo – 10 anos de carreira", gravado em apresentação única, em julho de 2018, no Teatro Porto Seguro. Em 2021, Roberta lança seu mais novo disco “O Amor Liberta”, onde celebra a maturidade artística com músicas modernas, complexas – sem perder a suavidade – e onde ela mistura, como ninguém, indie, pop, folk, jazz, blues e bossa nova à sua MPB. A cantora e compositora coleciona sucessos como "Abrigo", que esteve na trilha sonora da novela "O Outro Lado do Paraíso"; "Minha felicidade", tema de abertura da novela " Sol Nascente"; "Todo Dia", trilha sonora da novela "Órfãos da Terra" e "De Janeiro a Janeiro", canção da artista gravada em parceria com Nando Reis – que já esteve na trilha de 5 novelas – e que alcançou a marca de mais de 40 milhões de visualizações na internet e os primeiros lugares nas rádios de todo o Brasil. Roberta já é destaque como autora de canções que compõem trilhas sonoras de diversas novelas e hits que alcançam os primeiros lugares das rádios brasileiras; além de parcerias em composições com nomes como Humberto Gessinger, Nico Rezende, Luiz Caldas, Hyldon, Fernanda Takai, Paulo Mendonça, entre outros.
Ver detallesRoberta Campos
Cantautor/Música de autor
Descripción
Indicada ao Grammy Latino 2016 na categoria "Melhor Álbum de MPB" com o disco "Todo Caminho é Sorte", Roberta Campos é uma das melhores artistas de sua geração. Completa, Roberta canta, compõe, toca e produz, conduzindo sua carreira aberta às novidades, mas sem nunca perder a identidade. Mineira de Caetanópolis, aos 11 anos ingressou para o mundo da música ao descobrir, no violão, o parceiro de todas as horas. De lá pra cá, trabalhou tocando em bares, saraus e afins, até reunir suas composições para gravar seu primeiro disco "Para Aquelas Perguntas Tortas", de forma independente, em 2008. Após, vieram os discos Varrendo a Lua, Diário de Um Dia e Todo Caminho é Sorte, celebrados em seu DVD "Todo Caminho é Sorte – Ao Vivo – 10 anos de carreira", gravado em apresentação única, em julho de 2018, no Teatro Porto Seguro. Em 2021, Roberta lança seu mais novo disco “O Amor Liberta”, onde celebra a maturidade artística com músicas modernas, complexas – sem perder a suavidade – e onde ela mistura, como ninguém, indie, pop, folk, jazz, blues e bossa nova à sua MPB. A cantora e compositora coleciona sucessos como "Abrigo", que esteve na trilha sonora da novela "O Outro Lado do Paraíso"; "Minha felicidade", tema de abertura da novela " Sol Nascente"; "Todo Dia", trilha sonora da novela "Órfãos da Terra" e "De Janeiro a Janeiro", canção da artista gravada em parceria com Nando Reis – que já esteve na trilha de 5 novelas – e que alcançou a marca de mais de 40 milhões de visualizações na internet e os primeiros lugares nas rádios de todo o Brasil. Roberta já é destaque como autora de canções que compõem trilhas sonoras de diversas novelas e hits que alcançam os primeiros lugares das rádios brasileiras; além de parcerias em composições com nomes como Humberto Gessinger, Nico Rezende, Luiz Caldas, Hyldon, Fernanda Takai, Paulo Mendonça, entre outros.
Videos
Música

Manú Jalil
Electropop
Descripción
Productor Musical

Puçanga
Licenciada em Cinema na ULHT (Lisboa) e com Mestrado em Teoria, Estética e Memória na Université Paris 8 e na UBA – Filosofia y Letras (Buenos Aires). Trabalhou com o realizador Edgar Pêra e o artista Manuel João Vieira. Viveu na Argentina, França e Portugal. Em Buenos Aires, integrou o Curso de Composição Musical com Ricardo Cappellano no Conservatório Manuel de Falla. A cultura argentina transformou-a profundamente pela sua força popular, seu apreço pela cultura popular e sua própria noção de memória histórica. Na música, Puçanga é cantora, song-writer e produtora musical. Lançou o álbum "Fazer da Trip Coração" (2021) e o EP “Impish” (2022). Música electrónica experimental, onde a voz tem um grande peso. As suas canções reinvindicam ideias de justiça social e inspiram-se também no folclore e música de resistência. Tocou em Portugal, Alemanha, Espanha e França. Na Festa do Avante, Musicbox, Casa do Capitão, Galeria Zé dos Bois, Oficinas do Convento, Damas, ADAO e outros. Em Berlim, integrou a Envisioning Free Space Conference – um evento com artistas internacionais reinvindicando formas de empoderamento em comunidade. Em França, tocou no Dharma Techno – um festival que junta a prática de meditação, dança e música. Co-fundou “Vozes Itinerantes”, uma plataforma de investigação sobre a potência afectiva e política da voz, na música, na oralidade ou na escrita. Contou com o apoio do Programa Ibermúsicas (2021) e da DGARTES (2022), para uma edição focada nos usos da voz ibero-americana, e uma segunda edição centrada na tradição oral, na samplagem e ecologia sonora. Trabalha com A Bela Associação como performer e filmmaker tendo integrado o projecto “Floresta Invisível”, actuando no Teatro São Luiz e no Cine-Teatro Avenida (Castelo Branco). Integrou, na banda sonora, a performance "O Laranjal" de Beatriz Garrucho. Na educação, é fundadora do projecto Histórias Invisíveis, onde os alunos são desafiados a usar as artes para aprender sobre Direitos Humanos, questionar a História, as suas identidades e construir uma memória histórica justa. É também educadora artística no projecto “#Stories That Matter”, da Associação Almada Mundo, com foco no storytelling. Neste momento, desenvolve uma Residência Artística na Escola da Malagueira (Évora), instigada pelo projecto de mediação cultural "10X10 Ensaios entre Arte e Educação" da Fundação Gulbenkian.
Ver detallesPuçanga
Synth / Electronica
Dark Ambient / Dark Industrial
Trip Hop
Descripción
Licenciada em Cinema na ULHT (Lisboa) e com Mestrado em Teoria, Estética e Memória na Université Paris 8 e na UBA – Filosofia y Letras (Buenos Aires). Trabalhou com o realizador Edgar Pêra e o artista Manuel João Vieira. Viveu na Argentina, França e Portugal. Em Buenos Aires, integrou o Curso de Composição Musical com Ricardo Cappellano no Conservatório Manuel de Falla. A cultura argentina transformou-a profundamente pela sua força popular, seu apreço pela cultura popular e sua própria noção de memória histórica. Na música, Puçanga é cantora, song-writer e produtora musical. Lançou o álbum "Fazer da Trip Coração" (2021) e o EP “Impish” (2022). Música electrónica experimental, onde a voz tem um grande peso. As suas canções reinvindicam ideias de justiça social e inspiram-se também no folclore e música de resistência. Tocou em Portugal, Alemanha, Espanha e França. Na Festa do Avante, Musicbox, Casa do Capitão, Galeria Zé dos Bois, Oficinas do Convento, Damas, ADAO e outros. Em Berlim, integrou a Envisioning Free Space Conference – um evento com artistas internacionais reinvindicando formas de empoderamento em comunidade. Em França, tocou no Dharma Techno – um festival que junta a prática de meditação, dança e música. Co-fundou “Vozes Itinerantes”, uma plataforma de investigação sobre a potência afectiva e política da voz, na música, na oralidade ou na escrita. Contou com o apoio do Programa Ibermúsicas (2021) e da DGARTES (2022), para uma edição focada nos usos da voz ibero-americana, e uma segunda edição centrada na tradição oral, na samplagem e ecologia sonora. Trabalha com A Bela Associação como performer e filmmaker tendo integrado o projecto “Floresta Invisível”, actuando no Teatro São Luiz e no Cine-Teatro Avenida (Castelo Branco). Integrou, na banda sonora, a performance "O Laranjal" de Beatriz Garrucho. Na educação, é fundadora do projecto Histórias Invisíveis, onde os alunos são desafiados a usar as artes para aprender sobre Direitos Humanos, questionar a História, as suas identidades e construir uma memória histórica justa. É também educadora artística no projecto “#Stories That Matter”, da Associação Almada Mundo, com foco no storytelling. Neste momento, desenvolve uma Residência Artística na Escola da Malagueira (Évora), instigada pelo projecto de mediação cultural "10X10 Ensaios entre Arte e Educação" da Fundação Gulbenkian.
Música

Programa iberomusica
Descripción
Encuentro internacional de charangos 2022

Matias Carazzo
FLAUTISTA, CLARINETISTA Y SAXOFONISTA; Buenos Aires, Argentina. Desde hace más de 10 años toca profesionalmente en proyectos de muy amplia variedad dentro de la música popular, incluyendo Folclore, Tango, Candombe, Música Popular Brasilera, Jazz y más. Se formó en flauta traversa en el Conservatorio Superior de Música de la Ciudad de Buenos Aires "Astor Piazzolla" con Fabio Mazzitelli. Se perfeccionó en el estudio de la flauta con Paulina Fain, clarinete y saxos con Martín Pantyrer, improvisación con Rodrigo Domínguez, arreglos con Exequiel Mantega, música popular brasilera con Vinícius Dorín, Eduardo Neves y Letieres Leite. En la actualidad forma parte de Rizoma, abordando un repertorio de composiciones originales con raíces en el jazz y en la música contemporánea.. En abril de 2109 se editó su primer disco. Como saxofonista, flautista y clarinetista, ha tocado y grabado con diversos artistas de la escena local e internacional, por mencionar algunos Martín Negro quinteto, Orquesta Sudamericana, Sebastián Zanetto Trío, A Saidera Orquesta, Javier Mareco y los monos del espacio, Swingsters Big Band, Rogerio Souza, Quinteto Sao do Mato, Martín Yubro, Victoria Zotalis, Julian Solarz, Alexandre Ribeiro, Quinteto Sai da Frente, Na Chuva MPB y Catalejo Orquesta.
Ver detallesMatias Carazzo
Instrumental / Jazz Brasileiro
Folclor Fusión
Descripción
FLAUTISTA, CLARINETISTA Y SAXOFONISTA; Buenos Aires, Argentina. Desde hace más de 10 años toca profesionalmente en proyectos de muy amplia variedad dentro de la música popular, incluyendo Folclore, Tango, Candombe, Música Popular Brasilera, Jazz y más. Se formó en flauta traversa en el Conservatorio Superior de Música de la Ciudad de Buenos Aires "Astor Piazzolla" con Fabio Mazzitelli. Se perfeccionó en el estudio de la flauta con Paulina Fain, clarinete y saxos con Martín Pantyrer, improvisación con Rodrigo Domínguez, arreglos con Exequiel Mantega, música popular brasilera con Vinícius Dorín, Eduardo Neves y Letieres Leite. En la actualidad forma parte de Rizoma, abordando un repertorio de composiciones originales con raíces en el jazz y en la música contemporánea.. En abril de 2109 se editó su primer disco. Como saxofonista, flautista y clarinetista, ha tocado y grabado con diversos artistas de la escena local e internacional, por mencionar algunos Martín Negro quinteto, Orquesta Sudamericana, Sebastián Zanetto Trío, A Saidera Orquesta, Javier Mareco y los monos del espacio, Swingsters Big Band, Rogerio Souza, Quinteto Sao do Mato, Martín Yubro, Victoria Zotalis, Julian Solarz, Alexandre Ribeiro, Quinteto Sai da Frente, Na Chuva MPB y Catalejo Orquesta.
Música

Assucena Assucena
Assucena Assucena, 33 anos, nasceu em Vítoria da Conquista, Bahia. Cantora, compositora e escritora. Em 2020 assume uma coluna na revista Vogue Brasil, na qual escreve sobre cultura, política e comportamento. Ingressou em História pela FFLCH-USP em 2011, onde começou seu aprofundamento nos debates sobre gênero, arte e estética. Assucena entra na cena musical brasileira em novembro de 2015 como fundadora e vocalista da banda As Bahias e a Cozinha Mineira, atualmente conhecida como As Baías. Com a banda, ela lançou Mulher(2015); Bixa(2017); Tarântula(2019); Os EPs Enquanto Estamos Distantes(2020); Respire & Coragem(2020) e Drama Latino(2020). Acumulou dois Prêmios da Música Brasileira(2018), por Bixa(disco que teve o apoio do Proac LGBT); Duas indicações consecutivas ao Grammy Latino por Tarântula e Enquanto Estamos distantes. Assucena já gravou com nomes como Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Péricles, Xand Avião, Rincon Sapiência, Mc Rebecca, Linn da Quebrada. Já dividiu o palco com Alcione(Conversa com Bial), Elza Soares(Palco Sunset Rock in Rio); Odair José (Sesc Vila Mariana) Tulipa Ruiz(Aniversário de São Paulo 2019) Maria Gadu( Womans Music Event); Mariana Aydar(Sesc Pinheiros); Emicida (Heineken Block); Fabiana Cozza(Sesc Vila Mariana e Auditorio).
Ver detallesAssucena Assucena
MPB
Descripción
Assucena Assucena, 33 anos, nasceu em Vítoria da Conquista, Bahia. Cantora, compositora e escritora. Em 2020 assume uma coluna na revista Vogue Brasil, na qual escreve sobre cultura, política e comportamento. Ingressou em História pela FFLCH-USP em 2011, onde começou seu aprofundamento nos debates sobre gênero, arte e estética. Assucena entra na cena musical brasileira em novembro de 2015 como fundadora e vocalista da banda As Bahias e a Cozinha Mineira, atualmente conhecida como As Baías. Com a banda, ela lançou Mulher(2015); Bixa(2017); Tarântula(2019); Os EPs Enquanto Estamos Distantes(2020); Respire & Coragem(2020) e Drama Latino(2020). Acumulou dois Prêmios da Música Brasileira(2018), por Bixa(disco que teve o apoio do Proac LGBT); Duas indicações consecutivas ao Grammy Latino por Tarântula e Enquanto Estamos distantes. Assucena já gravou com nomes como Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Péricles, Xand Avião, Rincon Sapiência, Mc Rebecca, Linn da Quebrada. Já dividiu o palco com Alcione(Conversa com Bial), Elza Soares(Palco Sunset Rock in Rio); Odair José (Sesc Vila Mariana) Tulipa Ruiz(Aniversário de São Paulo 2019) Maria Gadu( Womans Music Event); Mariana Aydar(Sesc Pinheiros); Emicida (Heineken Block); Fabiana Cozza(Sesc Vila Mariana e Auditorio).
Música

Damian Verdun
Charanguista, compositor y docente, nacido en la ciudad de Rosario, Argentina. Desde hace varios años transita los escenarios como solista y como integrante de diversas agrupaciones, habiéndose presentado en importantes eventos de Argentina, Latinoamérica y Europa. Editó varios discos y el libro de partituras "Charango: nuevos arreglos" realizado con auspicio del Fondo Nacional de las Artes. Ha sido premiado como compositor de música popular por el Consejo Argentino de la Música. Participó en conciertos o producciones de artistas como Quique Sinesi, Ramón Ayala, Ricardo Vilca, Orquesta Argentina de Charangos, Nora Sarmoria, Luna Monti, Liliana Felipe, Hikaru Iwakawa (JP), Daniel Drexler (UY), Benjamin Biolay (FR), entre otros. Actualmente se desempeña como profesor de Charango en la Escuela de Música Popular de Avellaneda – EMPA (Buenos Aires); en la Universidad Nacional de Rosario (UNR); y en el proyecto de Becas Martha Argerich del Ministerio de Cultura de la Nación.
Ver detallesDamian Verdun
Folklore Sudamericano
Descripción
Charanguista, compositor y docente, nacido en la ciudad de Rosario, Argentina. Desde hace varios años transita los escenarios como solista y como integrante de diversas agrupaciones, habiéndose presentado en importantes eventos de Argentina, Latinoamérica y Europa. Editó varios discos y el libro de partituras "Charango: nuevos arreglos" realizado con auspicio del Fondo Nacional de las Artes. Ha sido premiado como compositor de música popular por el Consejo Argentino de la Música. Participó en conciertos o producciones de artistas como Quique Sinesi, Ramón Ayala, Ricardo Vilca, Orquesta Argentina de Charangos, Nora Sarmoria, Luna Monti, Liliana Felipe, Hikaru Iwakawa (JP), Daniel Drexler (UY), Benjamin Biolay (FR), entre otros. Actualmente se desempeña como profesor de Charango en la Escuela de Música Popular de Avellaneda – EMPA (Buenos Aires); en la Universidad Nacional de Rosario (UNR); y en el proyecto de Becas Martha Argerich del Ministerio de Cultura de la Nación.

Educadora, co-creadora de proyectos de música comunitaria, música para la transformación social
Máster en Mediación Artística en la Universitat de Barcelona, Licenciada en Folklore con Mención en Instrumentos Criollos con énfasis en vientos andinos (quena y zampoña) y charango. Idónea para dar clases de estos instrumentos así como de música en general y formar parte de grupos de investigación y gestión de proyectos culturales ligados a manifestaciones artísticas tradicionales. Experiencia de trabajo con niños, niñas y jóvenes en establecimientos educacionales de nivel inicial, primer y segundo ciclo. Experiencia de trabajo en centros culturales comunitarios. Especial interés en el desarrollo de capacidades artísticas en niños, niñas y jóvenes, del desarrollo de la creatividad con enfoque de derechos. Especial interés en la gestión de espacios creativos para la inclusión social.
Ver detallesEducadora, co-creadora de proyectos de música comunitaria, música para la transformación social
Música Andina
Descripción
Máster en Mediación Artística en la Universitat de Barcelona, Licenciada en Folklore con Mención en Instrumentos Criollos con énfasis en vientos andinos (quena y zampoña) y charango. Idónea para dar clases de estos instrumentos así como de música en general y formar parte de grupos de investigación y gestión de proyectos culturales ligados a manifestaciones artísticas tradicionales. Experiencia de trabajo con niños, niñas y jóvenes en establecimientos educacionales de nivel inicial, primer y segundo ciclo. Experiencia de trabajo en centros culturales comunitarios. Especial interés en el desarrollo de capacidades artísticas en niños, niñas y jóvenes, del desarrollo de la creatividad con enfoque de derechos. Especial interés en la gestión de espacios creativos para la inclusión social.

Gonçalo Pescada
Gonçalo Pescada nació en Faro, el 10 de agosto de 1979. Doctorado con distinción en Música y Musicología – Interpretación por la Universidad de Évora, en 2014, también completó un título de dos etapas en Música – Interpretación de la Escuela Superior de Artes Aplicadas (Castelo Branco), el Curso Complementario de Acordeón por el Instituto Musical Vitorino Matono (Lisboa) y Profesionalización en Servicio (M01 y M32) por Universidade Aberta. Fue distinguido con varios premios, entre ellos: 1er Premio en el Concurso Nacional de Acordeón (Alcobaça, 1995), 1er Premio en el Concurso Internacional de Acordeón “Citá di Montese” (Italia, 2004) y 1er Premio en el Concurso de Interpretación de Estoril (2006) . Actuó como solista con varias orquestas, debutando e interpretando varias obras para su primera audición en Portugal. Fue invitado a participar en prestigiosos festivales en España, Francia, Reino Unido, Alemania, Italia y Bulgaria. Ha grabado para radio y televisión, incluyendo RDP Antena 2, RTP y la Radio y Televisión Nacional de Bulgaria. Su discografía incluye varios CDs solistas, en música de cámara y con orquesta. Algunos compositores le han dedicado nuevas obras para acordeón. Actualmente es profesor adjunto del Departamento de Música de la Universidad de Évora e investigador (miembro integrado) del CESEM – Centro de Estudios de Sociología y Estética Musical.
Ver detallesGonçalo Pescada
Contemporánea
Solistas
Descripción
Gonçalo Pescada nació en Faro, el 10 de agosto de 1979. Doctorado con distinción en Música y Musicología – Interpretación por la Universidad de Évora, en 2014, también completó un título de dos etapas en Música – Interpretación de la Escuela Superior de Artes Aplicadas (Castelo Branco), el Curso Complementario de Acordeón por el Instituto Musical Vitorino Matono (Lisboa) y Profesionalización en Servicio (M01 y M32) por Universidade Aberta. Fue distinguido con varios premios, entre ellos: 1er Premio en el Concurso Nacional de Acordeón (Alcobaça, 1995), 1er Premio en el Concurso Internacional de Acordeón “Citá di Montese” (Italia, 2004) y 1er Premio en el Concurso de Interpretación de Estoril (2006) . Actuó como solista con varias orquestas, debutando e interpretando varias obras para su primera audición en Portugal. Fue invitado a participar en prestigiosos festivales en España, Francia, Reino Unido, Alemania, Italia y Bulgaria. Ha grabado para radio y televisión, incluyendo RDP Antena 2, RTP y la Radio y Televisión Nacional de Bulgaria. Su discografía incluye varios CDs solistas, en música de cámara y con orquesta. Algunos compositores le han dedicado nuevas obras para acordeón. Actualmente es profesor adjunto del Departamento de Música de la Universidad de Évora e investigador (miembro integrado) del CESEM – Centro de Estudios de Sociología y Estética Musical.

Disacusia
Formada em 2009, a banda Disacusia é natural de João Pessoa e tem em sua formação Roninho (guitarra), Denis (baixo), Léo (vocal) e Paolo (bateria). Seu público tem maioria na cena cultural punk, hardcore e da música extrema, tendo na sua sonoridade o Crust grind, uma das vertentes derivadas do hardcore e do punk e de elementos do metal extremo, sendo este estilo de importância histórica na música popular brasileira, mesmo sendo pouco explorado e investido, mas que existem e representam um movimento cultural na sociedade brasileira desde os anos 80 e que é, essencialmente caracterizado pela oposição e questionamento de práticas do sistema capitalista. A banda vem construindo e consolidando uma história dentro do cenário cultural independente a 12 anos.
Ver detallesDisacusia
Anarcho-Punk, Crust Punk & D-Beat / Discore
Grindcore
Descripción
Formada em 2009, a banda Disacusia é natural de João Pessoa e tem em sua formação Roninho (guitarra), Denis (baixo), Léo (vocal) e Paolo (bateria). Seu público tem maioria na cena cultural punk, hardcore e da música extrema, tendo na sua sonoridade o Crust grind, uma das vertentes derivadas do hardcore e do punk e de elementos do metal extremo, sendo este estilo de importância histórica na música popular brasileira, mesmo sendo pouco explorado e investido, mas que existem e representam um movimento cultural na sociedade brasileira desde os anos 80 e que é, essencialmente caracterizado pela oposição e questionamento de práticas do sistema capitalista. A banda vem construindo e consolidando uma história dentro do cenário cultural independente a 12 anos.
Música
19987 Resultados – Página 984 de 1999





















