
Eduardo Martinelli
Eduardo Martinelli Danzi é um maestro brasileiro nascido em São Paulo-SP. Atualmente é maestro da Orquestra Sinfônica de Campo Grande, com a qual tem se apresentado ao lado de solistas brasileiros e de países como EUA, Itália, Coreia do Sul, Argentina, Suíça, Canadá, Trinidad y Tobago,Paraguai, Portugal,Bolívia e Uruguai. Em seu repertório constam obras sinfônicas tradicionais e importantes estreias de destacados compositores. Em 2014 foi destaque do anuário Cultura em Mato Grosso do Sul, [3]que tratou do tema: Personagens da Formação Cultural de Mato Grosso do Sul, produzida pela Fundação Estadual de Cultura e Governo do Estado de MS. É diretor artístico dos festivais: Encontro com a Música Clássica, em Campo Grande-MS e Festival de Inverno Cidade das Águas, em Três Lagoas-MS. Uma de suas características é a constante valorização da música brasileira e integração com artistas regionais de Mato Grosso do Sul, confeccionando arranjos dirigindo concertos e colaborando com Geraldo Espíndola,[8] Delinha "Delinha Sinfônico", Concerto Morena (Márcio De Camillo, Jerry Espindola, Rodrigo Teixeira, Evelyn Lechuga, Filho dos Livres e Grupo Massis Brasil) [10], Planeta Música MS (Otávio Neto, Tostão e Guarany, Américo e Nando, Celito Espíndola, Guilherme Rondon, Gilson Espíndola, Edineide Dias, Melissa Azevedo, Maria Cláudia e Marcos Mendes, Zé Geral e Daniel Freitas). Desde 2005 atua no desenvolvimento de diversos projetos de ensino musical voltados para instrumentos de orquestra com foco em crianças e jovens em situação de risco ou vulnerabilidade social, como: Orquestra Jovem da Fundação Barbosa Rodrigues, Orquestra da Cidade de Três Lagoas, Orquestra Infantil da Fundação Zahran e Orquestra de Cordas do Ponto de Cultura do Governo Federal – Viver Bem. Atuou como arranjador e diretor musical do Projeto Filarmônica Jovem do Pantanal, trabalho voltado para uma proposta multi linguagem, integrando a música com o meio ambiente, reproduzindo espetáculos áudio visuais focando a união do som com imagens ecológicas, o projeto foi registrado em Álbum Fotográfico e CD – “Araras da Cidade Músicas do Mato” e lançado na Bienal do Livro de São Paulo em 2012, o projeto proporcionou ainda diversos concertos ao ar livre para milhares de pessoas. Foram também realizadas atuações do grupo em trilhas de cinema ao vivo. Foi por dois anos, apresentador do programa semanal de rádio Clássico 104. Premiado pelo programa Petrobrás Cultural/Ministério da Cultura do Brasil, Eduardo Martinelli arranjou e gravou em 2012, o CD Choro Opus Trio "Descendo Sarrafo" resgatando a obra do compositor Amintas José da Costa, apreendida na década de 60 pela ditadura militar; o lançamento do trabalho foi exibido pela TV Brasil, e no ano de 2013 foi apresentado na Europa. Foi 1º colocado no concurso promovido pela Associação das Rádios Públicas do Brasil e TV Brasil Pantanal como melhor Música Instrumental do Estado de MS,com a peça Casca de Pau. Já se apresentou como solista, camerista e maestro convidado em diversos países da América e Europa. É Gestor musical do Moinho Cultural Sul Americano, projeto binacional artístico/educacional que acontece na fronteira entre Brasil e Bolívia, na cidade de Corumbá-MS. Ainda por este projeto, é arranjador musical e maestro do “Moinho In Concert”, espetáculo anual transmitido em rede de televisão para todo o estado de MS. O maestro Eduardo Martinelli, bem como os projetos em que atua possuem diversas moções, congratulações e homenagens da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e da Câmara dos Vereadores de Campo Grande.
Ver detallesEduardo Martinelli
Folclor
Folclor Fusión
Música de Cámara
Música Sinfónica
Other
Infantil
Descripción
Eduardo Martinelli Danzi é um maestro brasileiro nascido em São Paulo-SP. Atualmente é maestro da Orquestra Sinfônica de Campo Grande, com a qual tem se apresentado ao lado de solistas brasileiros e de países como EUA, Itália, Coreia do Sul, Argentina, Suíça, Canadá, Trinidad y Tobago,Paraguai, Portugal,Bolívia e Uruguai. Em seu repertório constam obras sinfônicas tradicionais e importantes estreias de destacados compositores. Em 2014 foi destaque do anuário Cultura em Mato Grosso do Sul, [3]que tratou do tema: Personagens da Formação Cultural de Mato Grosso do Sul, produzida pela Fundação Estadual de Cultura e Governo do Estado de MS. É diretor artístico dos festivais: Encontro com a Música Clássica, em Campo Grande-MS e Festival de Inverno Cidade das Águas, em Três Lagoas-MS. Uma de suas características é a constante valorização da música brasileira e integração com artistas regionais de Mato Grosso do Sul, confeccionando arranjos dirigindo concertos e colaborando com Geraldo Espíndola,[8] Delinha "Delinha Sinfônico", Concerto Morena (Márcio De Camillo, Jerry Espindola, Rodrigo Teixeira, Evelyn Lechuga, Filho dos Livres e Grupo Massis Brasil) [10], Planeta Música MS (Otávio Neto, Tostão e Guarany, Américo e Nando, Celito Espíndola, Guilherme Rondon, Gilson Espíndola, Edineide Dias, Melissa Azevedo, Maria Cláudia e Marcos Mendes, Zé Geral e Daniel Freitas). Desde 2005 atua no desenvolvimento de diversos projetos de ensino musical voltados para instrumentos de orquestra com foco em crianças e jovens em situação de risco ou vulnerabilidade social, como: Orquestra Jovem da Fundação Barbosa Rodrigues, Orquestra da Cidade de Três Lagoas, Orquestra Infantil da Fundação Zahran e Orquestra de Cordas do Ponto de Cultura do Governo Federal – Viver Bem. Atuou como arranjador e diretor musical do Projeto Filarmônica Jovem do Pantanal, trabalho voltado para uma proposta multi linguagem, integrando a música com o meio ambiente, reproduzindo espetáculos áudio visuais focando a união do som com imagens ecológicas, o projeto foi registrado em Álbum Fotográfico e CD – “Araras da Cidade Músicas do Mato” e lançado na Bienal do Livro de São Paulo em 2012, o projeto proporcionou ainda diversos concertos ao ar livre para milhares de pessoas. Foram também realizadas atuações do grupo em trilhas de cinema ao vivo. Foi por dois anos, apresentador do programa semanal de rádio Clássico 104. Premiado pelo programa Petrobrás Cultural/Ministério da Cultura do Brasil, Eduardo Martinelli arranjou e gravou em 2012, o CD Choro Opus Trio "Descendo Sarrafo" resgatando a obra do compositor Amintas José da Costa, apreendida na década de 60 pela ditadura militar; o lançamento do trabalho foi exibido pela TV Brasil, e no ano de 2013 foi apresentado na Europa. Foi 1º colocado no concurso promovido pela Associação das Rádios Públicas do Brasil e TV Brasil Pantanal como melhor Música Instrumental do Estado de MS,com a peça Casca de Pau. Já se apresentou como solista, camerista e maestro convidado em diversos países da América e Europa. É Gestor musical do Moinho Cultural Sul Americano, projeto binacional artístico/educacional que acontece na fronteira entre Brasil e Bolívia, na cidade de Corumbá-MS. Ainda por este projeto, é arranjador musical e maestro do “Moinho In Concert”, espetáculo anual transmitido em rede de televisão para todo o estado de MS. O maestro Eduardo Martinelli, bem como os projetos em que atua possuem diversas moções, congratulações e homenagens da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e da Câmara dos Vereadores de Campo Grande.

Antonio Moliterni
FORMACIÓN ACADÉMICA PRINCIPAL • Dirección con el maestro Erik Oña (1993) • Orquestación en la Percusión con el maestro Carmelo Saitta (1992) • Orquestación con el maestro Julio Viera (1990/1993) • Composición con el maestro Gerardo Gandini (1990) • Técnicas Contemporáneas de Composición, Armonía, Análisis Musical y Técnicas Electroacústicas con el maestro Francisco Kröpfl (1989/1993) • Instrumentos y arreglos con el maestro Alejandro Ridilenir (1987/1990) • Composición y Análisis Musical con el maestro Jorge Sad (1985/1988) • Armonía Tradicional y Composición con el maestro Guillermo Pacagnini (1980/1984) FORMACIÓN ACADÉMICA ACCESORIA • Realizó el seminario de “Semiología Musical” a cargo del Profesor titular de musicología y semiología musical de la Université de Montréal Jean Jacques Nattiez (1993) • De música contemporánea: “Apreciación de la Música Contemporánea” dictado en el Goethe Institute, dirigido por los maestros Gerardo Gandini, Mariano Etkin, Marta Lambertini, Carmelo Saitta y Federico Monjeau (1987). Músico con amplia trayectoria tanto en la escena del rock como en la música académica. Dos veces ganador de la beca Fundación Antorchas para técnicas contemporáneas de composición y orquestación y del premio de composición para medios electroacústicos del INA-GRM (Institut National de l'audiovisuel-groupe de Recherches Musicales) Maison de Radio France por lo que le es encargada la composición de una obra en los estudios mismos de París. Durante quince años fue miembro de la comisión directiva de la FARME BA. (Federación Argentina de Música Electroacústica de Buenos Aires). En el ámbito de la música popular en 1996 crea SUL DIVANO, agrupación de ocho músicos que lideró hasta 2012 y desde 2013 a la actualidad dirige TME (Tony Moliterni Ensamble). En 2019 inaugura su estudio de grabación T9R desde donde realiza grabaciones, ediciones y masterizaciones musicales y de podcasts Fue convocado a disertar virtualmente en siete centros culturales porteños sobre la obra de Frank Zappa y su impacto e influencia artístico-musical en la música actual que realizó durante la pandemia de 2020 Estos son los centros culturales de la ciudad de buenos aires: @ccmpont @espaciogardel @ecjuliancenteya @chacra.remedios @ResurgimientoEC @ecadanbuenosayres @cculturalsur EN EL ÁMBITO DE LA MÚSICA ACADÉMICA Ampliando el espectro a música electroacústica, mixta, sinfónica y de cámara, dirige los ensambles: “Polución Musical Ensamble” (Música de Cámara). También en este campo, realizó estudios con diferentes maestros tanto del país como del extranjero en las disciplinas de armonía, composición, técnicas contemporáneas, orquestación y música electroacústica. • Fue dos veces ganador de las becas de Fundación Antorchas, para técnicas contemporáneas de composición y orquestación, como así también ganador del premio de composición para medios electroacústicos del INA-GRM (Institut National de l'audiovisuel-groupe de Recherches Musicales) Maison de Radio France, por lo que le es encargada la realización de una obra en París. • Seleccionado para representar a Argentina con la composición de una obra que tituló “EL faro del fin del mundo” en homenaje al aniversario de Julio Verne en Bourge, Francia. • Durante quince años fue miembro de la comisión directiva de la FARME BA. (Federación Argentina de Música Electroacústica de Buenos Aires). • Desde 1985 y hasta 1999 estudió armonía, análisis, orquestación, dirección, técnicas contemporáneas y técnicas electroacústicas con los Maestros: Francisco Kröpf, Gerardo Gandini, Julio Viera, Marta Lambertini, Carmelo Saitta, María del Carmen Aguilar, Mariano Etkin, Erik Oña, Jorge Sad, Federico Monjeau, Alejandro Ridilenir y otros. • Realizó el seminario de “Semiología Musical” a cargo del Profesor titular de musicología y semiología musical de la Université de Montréal Jean Jacques Nattiez (1993). • También realizo el seminario “Apreciación de la Música Contemporánea” dictado en el Goethe Institute, dirigido por los maestros Gerardo Gandini, Mariano Etkin, Marta Lambertini, Carmelo Saitta y Federico Monjeau (1987).
Ver detallesAntonio Moliterni
Contemporánea
Descripción
FORMACIÓN ACADÉMICA PRINCIPAL • Dirección con el maestro Erik Oña (1993) • Orquestación en la Percusión con el maestro Carmelo Saitta (1992) • Orquestación con el maestro Julio Viera (1990/1993) • Composición con el maestro Gerardo Gandini (1990) • Técnicas Contemporáneas de Composición, Armonía, Análisis Musical y Técnicas Electroacústicas con el maestro Francisco Kröpfl (1989/1993) • Instrumentos y arreglos con el maestro Alejandro Ridilenir (1987/1990) • Composición y Análisis Musical con el maestro Jorge Sad (1985/1988) • Armonía Tradicional y Composición con el maestro Guillermo Pacagnini (1980/1984) FORMACIÓN ACADÉMICA ACCESORIA • Realizó el seminario de “Semiología Musical” a cargo del Profesor titular de musicología y semiología musical de la Université de Montréal Jean Jacques Nattiez (1993) • De música contemporánea: “Apreciación de la Música Contemporánea” dictado en el Goethe Institute, dirigido por los maestros Gerardo Gandini, Mariano Etkin, Marta Lambertini, Carmelo Saitta y Federico Monjeau (1987). Músico con amplia trayectoria tanto en la escena del rock como en la música académica. Dos veces ganador de la beca Fundación Antorchas para técnicas contemporáneas de composición y orquestación y del premio de composición para medios electroacústicos del INA-GRM (Institut National de l'audiovisuel-groupe de Recherches Musicales) Maison de Radio France por lo que le es encargada la composición de una obra en los estudios mismos de París. Durante quince años fue miembro de la comisión directiva de la FARME BA. (Federación Argentina de Música Electroacústica de Buenos Aires). En el ámbito de la música popular en 1996 crea SUL DIVANO, agrupación de ocho músicos que lideró hasta 2012 y desde 2013 a la actualidad dirige TME (Tony Moliterni Ensamble). En 2019 inaugura su estudio de grabación T9R desde donde realiza grabaciones, ediciones y masterizaciones musicales y de podcasts Fue convocado a disertar virtualmente en siete centros culturales porteños sobre la obra de Frank Zappa y su impacto e influencia artístico-musical en la música actual que realizó durante la pandemia de 2020 Estos son los centros culturales de la ciudad de buenos aires: @ccmpont @espaciogardel @ecjuliancenteya @chacra.remedios @ResurgimientoEC @ecadanbuenosayres @cculturalsur EN EL ÁMBITO DE LA MÚSICA ACADÉMICA Ampliando el espectro a música electroacústica, mixta, sinfónica y de cámara, dirige los ensambles: “Polución Musical Ensamble” (Música de Cámara). También en este campo, realizó estudios con diferentes maestros tanto del país como del extranjero en las disciplinas de armonía, composición, técnicas contemporáneas, orquestación y música electroacústica. • Fue dos veces ganador de las becas de Fundación Antorchas, para técnicas contemporáneas de composición y orquestación, como así también ganador del premio de composición para medios electroacústicos del INA-GRM (Institut National de l'audiovisuel-groupe de Recherches Musicales) Maison de Radio France, por lo que le es encargada la realización de una obra en París. • Seleccionado para representar a Argentina con la composición de una obra que tituló “EL faro del fin del mundo” en homenaje al aniversario de Julio Verne en Bourge, Francia. • Durante quince años fue miembro de la comisión directiva de la FARME BA. (Federación Argentina de Música Electroacústica de Buenos Aires). • Desde 1985 y hasta 1999 estudió armonía, análisis, orquestación, dirección, técnicas contemporáneas y técnicas electroacústicas con los Maestros: Francisco Kröpf, Gerardo Gandini, Julio Viera, Marta Lambertini, Carmelo Saitta, María del Carmen Aguilar, Mariano Etkin, Erik Oña, Jorge Sad, Federico Monjeau, Alejandro Ridilenir y otros. • Realizó el seminario de “Semiología Musical” a cargo del Profesor titular de musicología y semiología musical de la Université de Montréal Jean Jacques Nattiez (1993). • También realizo el seminario “Apreciación de la Música Contemporánea” dictado en el Goethe Institute, dirigido por los maestros Gerardo Gandini, Mariano Etkin, Marta Lambertini, Carmelo Saitta y Federico Monjeau (1987).

Fundación Chamar
La Fundación CHAMAR es constituida el 30 de enero del 2012, con el objetivo de elevar la calidad de vida de las personas del municipio de Yumbo, promoviendo y desarrollando programas y proyectos de índole social, espiritual y humanitario que permitan el bienestar de la comunidad. Trabajará en diferentes áreas tales como empleo, salud, medio ambiente, recreación, cultura, la educación a nivel nacional e internacional, entre otras. MISION La Fundación CHAMAR es una organización que busca abrir una perspectiva profesional a los niños, jóvenes y adultos, fortalecer, incrementar el disfrute, la práctica y la enseñanza de las artes y garantizar su positiva incidencia en el mejoramiento de la calidad de vida de los yumbeños. VISIÓN Posicionar La Fundación CHAMAR como líder a nivel municipal, nacional e internacional en la implementación de las artes como medio que busca generar procesos de cambio y actitudes de pensamiento, que eleven los niveles de convivencia en nuestras comunidades a partir de la construcción de propuestas innovadoras y creativas que fomenten y aumenten el bienestar socioeconómico, la restauración del tejido social y la promoción de las artes en la prevención de los conflictos en nuestras comunidades. A través de estos nueve (09) años la Fundación CHAMAR, su equipo de trabajo y sus alumnos han participado de los diferentes encuentros, concursos, entre otros, como son: • 08 ENCUENTROS DE MUSICA COLOMBIANA, • 07 PROYECTOS DE SEMILLERO DE PAZ CON PRESUPUESTOS PROPIOS, • 03 PROYECTOS DE SEMILLERO DE PAZ COFINANCIADO CON EL MINISTERIO DE CULTURA NACIONAL, • 01 PROYECTO DE SEMILLERO DE PAZ COFINANCIADO CON LA GOBERNACION DEL VALLE DEL CAUCA, • TALLERES DE CAPACITACIONES EN EL AGUILA (VALLE DEL CAUCA), • CONCURSO DE BANDAS (FERIA DE LAS FLORES) EN MEDELLIN, LA FUNDACION PARTICIPO COMO JURADO, • CONCURSO DE BANDA MARCIAL, EN CALI, • EL VII FESTIVAL NACIONAL DE BANDAS DE MUSICA MARCIAL FUNDALATIN, EN YUMBO. En la trayectoria, la Fundación Chamar atendido 2.591 alumnos de los cuales 96 son graduados de la Escuela de Arte con el título de Técnico Laboral en Acompañante Musical, y el resto 2.495 en los diferentes Talleres de Formación ofrecidos por la institución académica. Caracterización de la población beneficiaria: – Número de niños y niñas (población de 5 a 12 años): 673, – Número de hombres y mujeres (población juvenil de 13 a 18 años): 649, – Número de hombres y mujeres adultos (población de 19 a 30 años): 440, – Número de hombres y mujeres, adultos mayores (población de 31 años en adelante): 829.
Ver detallesFundación Chamar
Descripción
La Fundación CHAMAR es constituida el 30 de enero del 2012, con el objetivo de elevar la calidad de vida de las personas del municipio de Yumbo, promoviendo y desarrollando programas y proyectos de índole social, espiritual y humanitario que permitan el bienestar de la comunidad. Trabajará en diferentes áreas tales como empleo, salud, medio ambiente, recreación, cultura, la educación a nivel nacional e internacional, entre otras. MISION La Fundación CHAMAR es una organización que busca abrir una perspectiva profesional a los niños, jóvenes y adultos, fortalecer, incrementar el disfrute, la práctica y la enseñanza de las artes y garantizar su positiva incidencia en el mejoramiento de la calidad de vida de los yumbeños. VISIÓN Posicionar La Fundación CHAMAR como líder a nivel municipal, nacional e internacional en la implementación de las artes como medio que busca generar procesos de cambio y actitudes de pensamiento, que eleven los niveles de convivencia en nuestras comunidades a partir de la construcción de propuestas innovadoras y creativas que fomenten y aumenten el bienestar socioeconómico, la restauración del tejido social y la promoción de las artes en la prevención de los conflictos en nuestras comunidades. A través de estos nueve (09) años la Fundación CHAMAR, su equipo de trabajo y sus alumnos han participado de los diferentes encuentros, concursos, entre otros, como son: • 08 ENCUENTROS DE MUSICA COLOMBIANA, • 07 PROYECTOS DE SEMILLERO DE PAZ CON PRESUPUESTOS PROPIOS, • 03 PROYECTOS DE SEMILLERO DE PAZ COFINANCIADO CON EL MINISTERIO DE CULTURA NACIONAL, • 01 PROYECTO DE SEMILLERO DE PAZ COFINANCIADO CON LA GOBERNACION DEL VALLE DEL CAUCA, • TALLERES DE CAPACITACIONES EN EL AGUILA (VALLE DEL CAUCA), • CONCURSO DE BANDAS (FERIA DE LAS FLORES) EN MEDELLIN, LA FUNDACION PARTICIPO COMO JURADO, • CONCURSO DE BANDA MARCIAL, EN CALI, • EL VII FESTIVAL NACIONAL DE BANDAS DE MUSICA MARCIAL FUNDALATIN, EN YUMBO. En la trayectoria, la Fundación Chamar atendido 2.591 alumnos de los cuales 96 son graduados de la Escuela de Arte con el título de Técnico Laboral en Acompañante Musical, y el resto 2.495 en los diferentes Talleres de Formación ofrecidos por la institución académica. Caracterización de la población beneficiaria: – Número de niños y niñas (población de 5 a 12 años): 673, – Número de hombres y mujeres (población juvenil de 13 a 18 años): 649, – Número de hombres y mujeres adultos (población de 19 a 30 años): 440, – Número de hombres y mujeres, adultos mayores (población de 31 años en adelante): 829.

Moshe D. Guerrero
Músico clarinetista y compositor colombiano estudiante de licenciatura en música de la Universidad Pedagógica Nacional de Colombia, ganador del primer concurso de creación de música colombiana, actualmente asesor y compositor para la banda tradicional fiestera de Supatá, creador y compositor de la MosheBand
Ver detallesMoshe D. Guerrero
Contemporánea
Nuevo Folclor
Folclore Fusión
Descripción
Músico clarinetista y compositor colombiano estudiante de licenciatura en música de la Universidad Pedagógica Nacional de Colombia, ganador del primer concurso de creación de música colombiana, actualmente asesor y compositor para la banda tradicional fiestera de Supatá, creador y compositor de la MosheBand

Roberto Rutigliano
BIO GRAFIA . Roberto Rutigliano (30/03/1958). Nasceu em Buenos Aires e cresceu no bairro de Wilde, subúrbio que fica a quinze quilômetros ao sul da capital Argentina, onde passa a morar até os 20 anos. De linhagem italiana, Rutigliano convivia num ambiente musical, nas festas familiares, onde todo o mundo cantava e dançava de forma alegre e espontânea. Desde criança (aproximadamente a partir dos 8 anos) esteve envolvido com a percussão do folclore argentino, tocando “bombo legüero”. Nesse momento estudou com Lito Urruti ritmos como “Chacarera” e “Zamba” no Instituto Cenario. Aos 10 anos participou de atos festivos na sua escola, e passou aos poucos do bombo, para o bongo até finalmente chegar à bateria aos 15 anos de idade (em 1972). Nesta face da infância e adolescência, formadora de uma raiz musical que acompanha a todo o mundo pela vida inteira, Rutigliano ouviu tango, jazz, música italiana, música latina e brasileira. Era normal participar de uma festa e ouvir Chico Buarque, Beatles, Ruben Blades, música folclórica argentina, Sui Generis, Spinetta ou o disco “The Rosko Show”.Embora a tardes de sesta no subúrbio tivessem uma lentidão provinciana se ouvia música de todo o mundo trazendo para de forma natural uma audição cosmopolita. Rutigliano faz sua estreia como baterista numa festa de final do ano da escola de música onde estudava e depois de um improviso solista sente, naquele momento, que algo indicava que a bateria seria seu destino. Tocou em corais e em grupos de música popular até que no ano de 1975, depois de tocar em quartetos e trios de seu bairro, depois de participar de obras de teatro e de apresentações informais é chamado para fazer parte de uma primeira formação profissional com a qual realiza a sua primeira turnê na costa atlântica, na praia de Mar del Tuyu durante 3 meses tocando todos os dias. Nestes anos ter escutado recitais como o de “Madre Atómica”, “Adeus Sui Generis”, Weather Report, Astor Piazzola e Chic Corea foi realmente algo que impulsionou a compreensão de uma sonoridade e de uma estética diferente. Aos 18 anos interrompe seu inicio musical e serve ao exercito durante um ano e meio, durante este tempo tocou “caixa” nas solenidades militares. Quando este tempo dedicado ao exercito termina, se reintegra na vida social e toca jazz dando canjas em formações de bandas de Dixieland, ao mesmo tempo em que toca, com dois primos músicos amadores fazendo música popular, no circuito de bares noturnos de Buenos Aires, ganhando oficio. Em um momento Rutigliano sente necessidade de conhecer mais sobre literatura e filosofia ingressando na faculdade de letras para ficar estudando por três períodos. De forma paralela, já morando em Buenos Aires, longe do subúrbio, se envolve com música contemporânea realizando cursos com o compositor Carmelo Saitta com o qual entra em contato com outra estética, conhecendo a musicalidade de autores como Edgard Varese. Em Buenos Aires estuda bateria de forma mais formal com Hebert Gouarnalusse com quem começa a conhecer um pouco melhor os discos de jazz. Hebert, na época, era casado com uma dançarina e alem da música o contato com ele resultou na possibilidade de assistir outro estilo de vida muito mais de acordo com uma perspectiva artística. O subúrbio era enriquecedor em experiências, mas limitado no sentido de ganhar uma visão mais ampla do mundo. Em Buenos Aires começa a frequentar o ambiente da música instrumental que se desenvolve em especial acompanha o que ocorre num espaço mítico chamado “Jazz & Pop” onde tocavam os grandes músicos da época. Em 81 viaja a Estados Unidos onde toma aulas com Michel Carmin (baterista de Dizzy Guillespie) e com Alan Dawson lendário professor da “Berklee College of Music” e mestre de Tony Willians (baterista de Miles Davis). Em Manhattan compra os pratos que o acompanham até hoje e mergulha ainda mais no conhecimento dos exercícios da orientação didática, mas a metodologia americana não combina muito bem com um lado intuitivo que ainda teria que florescer para que esse mundo da técnica pudesse ser aproveitado. De volta a Argentina toca com Marikena Monty, (uma cantora de renome) com a qual participa de shows em Punta del Este, em Villa Gesell e nos principais teatros de Buenos Aires, o repertorio incluía músicas de Tango e do estilo Edith Piaf, faziam parte do grupo Coco Perez (piano) e German Pontoriero (baixo). Deixa os shows com Marikena e começa a tocar com Julio Lacarra, cantor e compositor de música folclórica argentina, faziam parte do grupo Lalo (guitarra) e Oby Homer (baixo). Na época também participa do circuito underground de Buenos Aires tocando em bares históricos como “Eistein” e “Parakultural” com a performance, atriz, acrobata e dançarina Krisha Bogdan e com o mimo e clown Angel Jugovac. Compõe a música para o espetáculo “Textos Otros” da coreografa Vivian Luz , espetáculo premiado pela integração entre movimento e dança no festival “Dança Aberta” (1986). Este projeto está sendo relançado em Buenos Aires neste momento e Rutigliano acaba de gravar uma nova música para a coreografia. Continua seus estudos de bateria com Rolando “Oso” Picardi, percussão erudita com o maestro Antonio Yepez e técnica e leitura avançada de bateria com Alejandro Varela. Escreve durante um ano artigos em uma revista especializada chamada “El Musiquero” e dá aulas de bateria na escola de David Lebon. Participa da orquestra sinfônica criada para um festival organizado pela prefeitura de Buenos Aires onde tem como maestros a Pedro Ignácio Calderón que dirige a obra “Sherezade” de Rimsky Korsakov, na qual Rutigliano toca caixa clara (esta obra é uma das mais emblemáticas para este instrumento). Participa em grupos de percussão como o conjunto “Ritmus” junto a músicos como Norberto Minichilo onde se familiariza com obras como “la Toccata” de Carlos Chávez. Toca em peças teatrais e no grupo de tango contemporâneo “Quinteto Malvón” onde começa a apresentar suas próprias obras. Em 1986 a escola “Berklee College of Music” visita Buenos Aires e Rutigliano estuda com músicos como Tommy Campbell. Nesta época duas figuras musicais representam uma força no seu crescimento musical: o percussionista Jorge Pemoff e o baterista Norberto Minichilo. Aqui acontece uma espécie de corte porque o que acontecia naquela época musicalmente em Buenos Aires não conseguia despertar um lado artístico mais profundo nem satisfazer uma busca estética. Parecia que a música fosse apenas profissionalismo, virtuosismo ou leitura musical, mas Rutigliano percebia que estava faltando algo essencial, algo que impedia que pudesse entrar a musicalidade. Viaja para Rio de Janeiro de férias em 1987 e no encontro próximo com a música brasileira se encanta pela cidade, pelas manifestações artísticas populares e decide migrar para o Brasil. Brasil parecia que poderia dar um contato mais orgânico com a música africana e o fato de morar numa sociedade onde a percussão faz parte de experiências coletivas de forma natural poderia fazer desenvolver essa tal de musicalidade que tanto estava precisando aumentar. Radicado no Rio de Janeiro desde 1988 fez experiências em vários tipos de situações musicais. Chegando ao Rio, depois de um workshop inaugural no conservatório brasileiro de música é chamado a dirigir o grupo “Alaafin Aiyê”, grupo afro dentro do estilo de Olodum. Dá aulas no Conservatório Brasileiro de Música, depois CENARIO onde conhece ao pianista Tomás Improta e no CIGAM onde conhece a Ian Gest (nessa época estas duas escolas eram as mais importante do Rio de Janeiro em termos de didática e do nível dos profissionais que faziam parte do corpo de professores). A trajetória na música instrumental começa primeiro no trio com Xandy Rocha (baixo) e Virgilio Gomez (guitarra) tocando em casas noturnas como “People”. “Jazz Mania” e “Mistura Gina”. Esta primeira formação se desdobrou num quarteto que acabou gravando no disco de Sergio Nacif lançado pelo Selo Niterói Discos em 1992. Disco do qual participaram artistas como Yuri Popof (baixo) e Nelson Farias (guitarra). De forma paralela toca no bar “Barbas” de Botafogo por uma longa temporada junto a um quarteto formado entre outros pelo pianista Hamleto Stamato. O quarteto com Sergio Nacif, depois com a entrada de Roberto Alves, começa a tocar de forma estável no centro do Rio no bar “Beira do Cais”. O bar recebia canjas de músicos da cena do jazz e também alguns dos que faziam parte da banda de Hermeto Pascoal como Eduardo Neves. O espaço, com este movimento acaba se convertendo em um point de quem gostava de ouvir jazz no Rio de Janeiro. Rutigliano continua estudando: toma aulas de música brasileira por um breve tempo com Pacoal Meirelles, de jazz com Jimmy Duchowny e por um ano tomou aulas de bateria e pratica de grupo com Claudio Carybé (professor determinante na sua formação). O projeto musical de quarteto que tocava no bar “Beira do Cais” acolhe dois percussionistas: Dudu Marins e Edson Quesada (músico que tinha chegado de uma longa temporada na Colômbia). O quarteto, agora sexteto, receve influências da sonoridade de Chic Corea, Jellow Jacket e mais que nada de Andy Narell. Sai Quesada entra Don Chacal, percussionista que tinha tocado com Paul Simon, entra Zeca Maretzky no sax e Adriano Souza nos teclados. Esta formação é à base do grupo Xekerê que grava um primeiro disco chamado: “Brasil-Latin-Jazz”, titulo que sintetiza as influencias que vem a constituir o direcionamento estético de Rutigliano. Um ano depois Xekerê lançam o segundo disco do grupo “A lua anda tonta” com participações da cantora Clara Sandroni, do percussionista Passarinho Gomez e do violoncelista Ricardo Santoro. Nesta segunda face entram para a banda os músicos americanos Peter O”neill no sax e o percussionista Rusty May. Forma com Rodrigo Zaidam (piano), Xandy Rocha (baixo) e Renat Buscaio (sax) o grupo “Vila Vento” um quarteto dedicado à música autoral. Desfeito este grupo Rutigliano em 1998 entra como professor dos Seminários de Música Pro Arte onde permanece por 25 anos. Nesse momento Rutigliano faz um mergulho nas manifestações populares de percussão inaugurando a semente do que mais tarde seria o grupo “Monobloco”. Rutigliano nessa imersão estuda ritmos da tradição afro-brasileira: dos rituais do Candomblé e da percussão de escola de Samba . Desfila na Escola de Samba Império da Tijuca com a qual ganha o vice campeonato de 1999, participa de ensaios com a Mocidade Independente de Padre Miguel e de blocos de Carnaval, tocando caixa e tamborim. Atuou com os grandes ogans do Candomblé Ney de Oxossê e Dofono do Omolu no grupo de Afoxê “Filhos de Corin Efâ”. Tocou durante mais de dez anos no bloco Gigantes da Lira, especializado em frevos e marchinhas, e no bloco Laranjada, tocando caixa de escola de samba. Como pesquisador escreve em sites especializados no Brasil, como “Batera.com” e “Afreaka”. Ao mesmo tempo realiza, com todo este material, workshops e clínicas nas principais escolas de músicas do Brasil e da Argentina. Aqui acontece outro corte porque desde 1988 até 2005 praticamente Rutigliano durante estes 17 anos não participa da vida cultural de Argentina. Algo similar ao que acontece quando uma pessoa sai em busca de uma experiência vital e só volta quando tivesse atingido certo grau de maturidade (artística no caso). Em 2005, participou da primeira edição do “Montevideo Drum Festival”, ao lado de músicos Osvaldo Fattoruso e Daniel Volpini. Primeira vez que se apresenta em um festival internacional só de bateria. Na sua performance apresenta várias composições para bateria dedicadas a todo esse mundo sonoro com o qual tinha convivido no Brasil. Rutigliano tinha interesse em se adentrar no mundo sonoro de Hermeto Pascal, procurando essa estética em Rio de Janeiro estuda com Marcio Bahia e junto com Itiberê Zwarg funda a “Orquestra Família” com a qual fica quatro anos ensaiando 20 horas por semana . Deste trabalho surge o disco da orquestra “Pedra do Espia” dedicado ao Hermeto Pascoal lançado em 2001 e relançado pelo selo inglês FAR OUT em 2018. Durante o ano de 2001 recria o projeto Xekerê com outros músicos : Bruno Aguilar no baixo, Andy Connell no sax e clarinete e Vitor Goçalvez no piano. Aqui Rutigliano apresenta mais composições próprias e lança o elogiado disco “Martes”. Este grupo se desfaz e entram o guitarrista Silvio D’Amico , o sax de Fernando Trocado e o contrabaixo de Marquinhos Bruxelas realizando shows no Rio de Janeiro pelo espaço de dois anos. Reúne todas suas composições gravadas num álbum chamado “Coletânea” de tirada super reduzida. De forma paralela forma um duo com a flautista Odette Ernest Dias onde desenvolve uma bateria completamente diferente. O encontro com Odette serviu para conhecer a obra de André Jolivet o que mudou o conceito de como poderia se comportar a bateria de uma forma orquestral. Desde 2000 até 2010 viajam pelo Brasil , participam de festivais e interpretam obras encomendadas e peças clássicas como as 12 Fantasias de Telemann , obras de Bach , de Piazzolla do qual resulta um disco pela Biscoito Fino e uma gravação produzida por Egberto Gismonti, ainda inédita. Em 2007 formou a “Rio Latin Jazz” com a qual tocou durante quatro anos (com casa lotada) no “Brasil Mestiço”, na Lapa, junto a músicos como Adrian Barbet, Cezinha, Pedro Aune e João Gabriel. Uma experiência distinta porque foi uma sonoridade dançante o que obriga a um comportamento muito diferente do qual Rutigliano estava desenvolvendo na época. Cria um duo com a pianista Fernanda Canaud fazendo um repertorio dedicado à música brasileira antiga. Em forma ocasional atuou ao lado de músicos como Hermeto Pascoal e Yamandu Costa no teatro Rival. Também se apresentou com uma serie de cantoras brasileiras e argentinas como: Gabi Buarque, Thais Fraga, Gabriela Bergallo com ela no Brasil , na Argentina e na Suíça . Com Josi Dias cantando Villa Lobos se apresenta na Argentina . Em 2011, tocou em Buenos Aires com Adriana Rios e Alejandro Herrera no show "Mundo Jobim" e Com Helena Cullen no Rio apresenta o repertorio “Piazzolla e Tom Jobim”. Nas suas viagens a Buenos Aires toca com Pablo Lapidusas (piano) e Carolina Rovira (contrabaixo), depois com o Arthuro Puertas (contrabaixo). Realiza um trio com Abel Rogantini (piano) e Diego Wainer (contrabaixo) de volta ao mítico espaço “Jazz & Pop”. Um duo com o guitarrista Quique Sinesi que conta com a participação do contrabaixista Guillermo Delgado. Apresenta-se também em trio com Lautaro Julio (piano) e Santi (contrabaixo) e com Charlie Arana (guitarra). Toca com Mariano Matos (baixo) e com o trompetista Juan Cruz Urquiza . Se apresenta junto a Daniel Binelli (bandoneon), Juan Pablo Navarro (contrabaixo) e Américo Belloto (trompete) no espetáculo “Tango e algo mais”. Toca em trio com o contrabaixista Juan Pablo Navarro e com o pianista Hernan Jacinto. Aqui um vídeo de uma de suas viagens (2012) na qual toca com Quique Sinesi, Guillermo Delgado e Lina Avellaneda https://youtu.be/KfchBg6UY4I Em 2010, começa uma face marcada pelos tributos a grandes músicos. Esta etapa se inaugura com o show “Tributo a Bill Evans”, com Dario Galante (piano) e Bruno Migliari (contrabaixo). Ao mesmo tempo retoma a relação com a música clássica no quarteto “Jazz in Câmara” rebatizado como "Reciclássico", ao lado de Ana de Oliveira (violino), Tomás Improta (piano) e Tony Botelho (contrabaixo), recriando clássicos da música brasileira de compositores como Francisco Mignone e Heitor Villa Lobos. No Carnaval desse mesmo ano, foi o mestre de bateria do bloco Feitiço do Villa dedicado a recriar música clássica num contexto de Escola de Samba com músicos da orquestra sinfônica do Rio de Janeiro. Seguindo com as homenagens realizou um tributo a Elvin Jones com Fernando Trocado (sax), Idriss Boudrioua (sax) e Ronaldo Diamante (contrabaixo). Liderou um show em homenagem a Miles Davis, ao lado dos trompetistas Altair Martins, Jose Arimateia e Paulinho Trompete, este espetáculo foi apresentado junto com uma exposição de fotos muito especiais e se chamou “Miles Orixá”. Realizou shows dedicados a Cole Porter, a Horace Silver, ao Rio 65 trio, a Luis Alberto Spinetta (junto ao guitarrista Dami Andrés), a Thelonius Monk entre outros. Um destes shows orientados por tributos foi dedicado ao “Jazz Messengers” junto a Fernando Moraes (piano), Sergio Barrozo (contrabaixo) e Ricardo Pontes (sax). Integrou também um grupo instrumental com Tomás Improta, Fernando Trocado e Paulo Russo (contrabaixo), com um repertório voltado para a obra de John Coltrane, show que conta também com a participação de Marcelo Martins (sax), Jefferson Lescovich (contrabaixo) e Widor Santiago (sax). Manteve ainda um trio com o pianista Pablo Lapidusas e o contrabaixista Bruce Henri, com um repertório de música brasileira e de composições próprias. Em 2012 esteve na Suíça, onde participou, ao lado da cantora Gabriela Bergallo, de dois shows de música latino-americana e ainda do espetáculo “Melodias Brasileiras”, do Festival do Teatro Di Cápua, em Embrach, e de uma master classe sobre música brasileira junto com a banda “Latin Jazz Ensemble”, em Zurique. De volta ao Brasil, atuou em varias formações de tango com músicos como Chico Chagas (acordeon), Ana de Oliveira (violino), Marcos Amorin (guitarra), Bruno Py (contrabaixo), Ronaldo Diamante (contrabaixo), Tibor Fittel (piano), Tony Botelho (contrabaixo), Natalia Mer (cantora), Martin Lima (bandoneon) e Pablo Aslan (contrabaixo) com diferentes repertórios e apresentações dedicadas a Piazzolla e Troilo, destaque para os espetáculos “Tango Negro”, “Centenário de Troilo”, “Piazzolla in Rio” e “Borges e o Tango”. Grava com a pianista Flavia Costa e a percussão de Robertinho Silva o disco “Caminhos”. Realiza um duo como o vibrafonista Daniel Serale. Com Thiago Ferthé (sax) monta um quarteto no espaço Triboz. Com o sax Tino Junior realiza uma homenagem a Charlie Parker. Toca durante duas temporadas com Widor Santiago (sax), Adaury Mothé (teclado) e Sergio Barrozo (contrabaixo) no “Bar dos Descasados” em Santa Teresa. Toca na inauguração da Blue Note Brasil junto com Zezo Olimpio no piano e Sergio Barrozo (contrabaixo). Da serie de espetáculos Idealizado por Roberto Rutigliano podemos destacar o dedicado ao conto de Cortazar “O Perseguidor” do qual participaram músicos notáveis como Paulo Levi e Marcelo Martins (sax), Cliff Korman (teclados) e Sergio Barrozo (contrabaixo). Na leitura do texto tivemos a atuação de Carolina Virguez (atriz). Espetáculo apresentado no “Festival Dois Pontos” no Teatro Maria Clara Machado, Planetário, Gávea – RJ. Monta um novo espetáculo dedicado a Miles Davis com a participação de Jessé Sadoc no trompete. Se apresenta junto com a flautista espanhola Maria Toro e num contexto de música argentina com o guitarrista Matias Arriazu. Toca com Tomás Improta (piano) em vários projetos dedicados a músicos variados como Luizinho Eça, Edu lobo, Billie Holiday (este com a cantora inglesa Folakemy) e a West Montgomery (este junto ao guitarrista Dino Rangel). Toca junto a Paulinho Trompete em duas apresentações homenageando ao disco “Kind of Blue”. Em 2018 em comemoração aos 30 anos da sua permanência no Brasil Rutigliano realiza na Sala Cecília Meirelles um espetáculo chamado “De Villa Lobos a Piazzolla” junto a Caio Marcio (violão), Fernanda Canaud (piano), Paulo Sergio Santos (clarinete) na parte brasileira do espetáculo e depois com o grupo Tango Jazz na parte dedicada a Piazzolla. Grava o projeto “Diverso Universo” dedicado a música clássica tocada desde uma abordagem jazzística junto a Berval Moraes (contrabaixo), Kim Ribeiro (flauta) e Valeria Mendoça (piano). Desde 2018 como líder de grupos gravou junto com Altair Martins (trompete), Widor Santiago (sax), Sergio Barrozo (contrabaixo) e Marcelo Magalhães Pinto (piano) um disco dedicado ao jazz chamado “A música de Miles e Coltrane”. Gravou também um álbum com o grupo “Tango Jazz” junto a Alexandre Carvalho (guitarra) e Márcio Sanchez (violino), dois discos autorais “Sotaques” e “Vida Mia” pela Warner Champell dos quais participou Sergio Barrozo (contrabaixo), José Arimetéa (trompete), Marcelo Magalhães Pinto (piano), Didac Tiago (percussão), Luiz Otavio (piano) e Bernardo Bosisio (guitarra). Aqui o vídeo de “A música de Miles e Coltrane” e de “Tango Jazz”. https://youtu.be/0J3f8sl4Dts https://youtu.be/u2VwbmTh1e8 Em Buenos Aires desenvolve o “Afro Trio” junto ao baixista Matias Gonzalez e ao pianista Ricardo Nolé tocando por duas temporadas com um repertorio que inclui Mongo Santamaria, Tom Jobim e Ruben Rada. Em 2020 toca no teatro San Martin da rua Corrientes junto ao grupo de Pablo Aslan repertorio do seu disco “Piazzolla in Brooklin”. Em 2020 grava o disco “Afro Coltrane” junto a músicos como Nivaldo Ornellas (sax), Antonio Guerra (piano), Didac Tiago (percussão) e Sergio Barrozo (contrabaixo). https://youtu.be/tB6j-IQv72s Apresenta seu quinteto junto a Adaury Mothé (piano), Zero Telles (percussão), José Arimatéa (trompete) e Zé Luiz Maia (contrabaixo) numa live especialmente produzida pelo espaço Áudio Rebel . https://youtu.be/yO5LOwKG8wQ No centenário de Astor Piazzolla em 2021 apresenta uma live para a televisão americana dirigida musicalmente por Pablo Aslan onde misturam ritmos brasileiros com a musicalidade do Tango. Paralelamente a toda esta atividade como instrumentista, compositor, produtor e líder de grupos, Rutigliano dedica parte de seu tempo a escrever artigos publicados em revistas especializadas em música da Argentina e blogs do Brasil onde partilhou pesquisas ligadas à “influência da música africana na América”, “Relações entre a música latina, o Tango, o Samba e o Jazz“ e “A musicalidade afro-cubana” entre outros. Recentemente Rutigliano realizou uma serie de lives dedicadas ao centenário de Astor Piazzolla e à vida e obra de Coltrane, estas lives foram realizadaa no Centro Cultural Midrash, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e na radio MEC. Nos últimos tempos Rutigliano realizou um curso sobre a história do Jazz no Rio de Janeiro com o titulo “Lendas do Jazz carioca”. Está preparando um curso de 10 aulas de bateria gravadas e filmadas pela Frankfurt produções inaugurando uma nova abordagem pedagógica baseado na perspectiva da oralidade que nos chega da tradição afro-brasileira e afro-cubana. No mês de setembro lançou um novo projeto misturando a musicalidade de Piazzolla com as bases dos ritmos da tradição do Candomblé brasileiro chamado “Roberto Rutigliano e quinteto Novo Tango”. Rutigliano ainda está lançando em breve um novo projeto musical com suas composições e cantigas da tradição do Candomblé brasileiro e da Santeria cubana com músicos brasileiros. Aqui o vídeo de um workshop onde Rutigliano mostra sua nova didática na bateria e um vídeo de seu novo quinteto. https://youtu.be/M7tqJXF6Ark https://youtu.be/W3dV0-3eLHo
Ver detallesRoberto Rutigliano
Tango
Descripción
BIO GRAFIA . Roberto Rutigliano (30/03/1958). Nasceu em Buenos Aires e cresceu no bairro de Wilde, subúrbio que fica a quinze quilômetros ao sul da capital Argentina, onde passa a morar até os 20 anos. De linhagem italiana, Rutigliano convivia num ambiente musical, nas festas familiares, onde todo o mundo cantava e dançava de forma alegre e espontânea. Desde criança (aproximadamente a partir dos 8 anos) esteve envolvido com a percussão do folclore argentino, tocando “bombo legüero”. Nesse momento estudou com Lito Urruti ritmos como “Chacarera” e “Zamba” no Instituto Cenario. Aos 10 anos participou de atos festivos na sua escola, e passou aos poucos do bombo, para o bongo até finalmente chegar à bateria aos 15 anos de idade (em 1972). Nesta face da infância e adolescência, formadora de uma raiz musical que acompanha a todo o mundo pela vida inteira, Rutigliano ouviu tango, jazz, música italiana, música latina e brasileira. Era normal participar de uma festa e ouvir Chico Buarque, Beatles, Ruben Blades, música folclórica argentina, Sui Generis, Spinetta ou o disco “The Rosko Show”.Embora a tardes de sesta no subúrbio tivessem uma lentidão provinciana se ouvia música de todo o mundo trazendo para de forma natural uma audição cosmopolita. Rutigliano faz sua estreia como baterista numa festa de final do ano da escola de música onde estudava e depois de um improviso solista sente, naquele momento, que algo indicava que a bateria seria seu destino. Tocou em corais e em grupos de música popular até que no ano de 1975, depois de tocar em quartetos e trios de seu bairro, depois de participar de obras de teatro e de apresentações informais é chamado para fazer parte de uma primeira formação profissional com a qual realiza a sua primeira turnê na costa atlântica, na praia de Mar del Tuyu durante 3 meses tocando todos os dias. Nestes anos ter escutado recitais como o de “Madre Atómica”, “Adeus Sui Generis”, Weather Report, Astor Piazzola e Chic Corea foi realmente algo que impulsionou a compreensão de uma sonoridade e de uma estética diferente. Aos 18 anos interrompe seu inicio musical e serve ao exercito durante um ano e meio, durante este tempo tocou “caixa” nas solenidades militares. Quando este tempo dedicado ao exercito termina, se reintegra na vida social e toca jazz dando canjas em formações de bandas de Dixieland, ao mesmo tempo em que toca, com dois primos músicos amadores fazendo música popular, no circuito de bares noturnos de Buenos Aires, ganhando oficio. Em um momento Rutigliano sente necessidade de conhecer mais sobre literatura e filosofia ingressando na faculdade de letras para ficar estudando por três períodos. De forma paralela, já morando em Buenos Aires, longe do subúrbio, se envolve com música contemporânea realizando cursos com o compositor Carmelo Saitta com o qual entra em contato com outra estética, conhecendo a musicalidade de autores como Edgard Varese. Em Buenos Aires estuda bateria de forma mais formal com Hebert Gouarnalusse com quem começa a conhecer um pouco melhor os discos de jazz. Hebert, na época, era casado com uma dançarina e alem da música o contato com ele resultou na possibilidade de assistir outro estilo de vida muito mais de acordo com uma perspectiva artística. O subúrbio era enriquecedor em experiências, mas limitado no sentido de ganhar uma visão mais ampla do mundo. Em Buenos Aires começa a frequentar o ambiente da música instrumental que se desenvolve em especial acompanha o que ocorre num espaço mítico chamado “Jazz & Pop” onde tocavam os grandes músicos da época. Em 81 viaja a Estados Unidos onde toma aulas com Michel Carmin (baterista de Dizzy Guillespie) e com Alan Dawson lendário professor da “Berklee College of Music” e mestre de Tony Willians (baterista de Miles Davis). Em Manhattan compra os pratos que o acompanham até hoje e mergulha ainda mais no conhecimento dos exercícios da orientação didática, mas a metodologia americana não combina muito bem com um lado intuitivo que ainda teria que florescer para que esse mundo da técnica pudesse ser aproveitado. De volta a Argentina toca com Marikena Monty, (uma cantora de renome) com a qual participa de shows em Punta del Este, em Villa Gesell e nos principais teatros de Buenos Aires, o repertorio incluía músicas de Tango e do estilo Edith Piaf, faziam parte do grupo Coco Perez (piano) e German Pontoriero (baixo). Deixa os shows com Marikena e começa a tocar com Julio Lacarra, cantor e compositor de música folclórica argentina, faziam parte do grupo Lalo (guitarra) e Oby Homer (baixo). Na época também participa do circuito underground de Buenos Aires tocando em bares históricos como “Eistein” e “Parakultural” com a performance, atriz, acrobata e dançarina Krisha Bogdan e com o mimo e clown Angel Jugovac. Compõe a música para o espetáculo “Textos Otros” da coreografa Vivian Luz , espetáculo premiado pela integração entre movimento e dança no festival “Dança Aberta” (1986). Este projeto está sendo relançado em Buenos Aires neste momento e Rutigliano acaba de gravar uma nova música para a coreografia. Continua seus estudos de bateria com Rolando “Oso” Picardi, percussão erudita com o maestro Antonio Yepez e técnica e leitura avançada de bateria com Alejandro Varela. Escreve durante um ano artigos em uma revista especializada chamada “El Musiquero” e dá aulas de bateria na escola de David Lebon. Participa da orquestra sinfônica criada para um festival organizado pela prefeitura de Buenos Aires onde tem como maestros a Pedro Ignácio Calderón que dirige a obra “Sherezade” de Rimsky Korsakov, na qual Rutigliano toca caixa clara (esta obra é uma das mais emblemáticas para este instrumento). Participa em grupos de percussão como o conjunto “Ritmus” junto a músicos como Norberto Minichilo onde se familiariza com obras como “la Toccata” de Carlos Chávez. Toca em peças teatrais e no grupo de tango contemporâneo “Quinteto Malvón” onde começa a apresentar suas próprias obras. Em 1986 a escola “Berklee College of Music” visita Buenos Aires e Rutigliano estuda com músicos como Tommy Campbell. Nesta época duas figuras musicais representam uma força no seu crescimento musical: o percussionista Jorge Pemoff e o baterista Norberto Minichilo. Aqui acontece uma espécie de corte porque o que acontecia naquela época musicalmente em Buenos Aires não conseguia despertar um lado artístico mais profundo nem satisfazer uma busca estética. Parecia que a música fosse apenas profissionalismo, virtuosismo ou leitura musical, mas Rutigliano percebia que estava faltando algo essencial, algo que impedia que pudesse entrar a musicalidade. Viaja para Rio de Janeiro de férias em 1987 e no encontro próximo com a música brasileira se encanta pela cidade, pelas manifestações artísticas populares e decide migrar para o Brasil. Brasil parecia que poderia dar um contato mais orgânico com a música africana e o fato de morar numa sociedade onde a percussão faz parte de experiências coletivas de forma natural poderia fazer desenvolver essa tal de musicalidade que tanto estava precisando aumentar. Radicado no Rio de Janeiro desde 1988 fez experiências em vários tipos de situações musicais. Chegando ao Rio, depois de um workshop inaugural no conservatório brasileiro de música é chamado a dirigir o grupo “Alaafin Aiyê”, grupo afro dentro do estilo de Olodum. Dá aulas no Conservatório Brasileiro de Música, depois CENARIO onde conhece ao pianista Tomás Improta e no CIGAM onde conhece a Ian Gest (nessa época estas duas escolas eram as mais importante do Rio de Janeiro em termos de didática e do nível dos profissionais que faziam parte do corpo de professores). A trajetória na música instrumental começa primeiro no trio com Xandy Rocha (baixo) e Virgilio Gomez (guitarra) tocando em casas noturnas como “People”. “Jazz Mania” e “Mistura Gina”. Esta primeira formação se desdobrou num quarteto que acabou gravando no disco de Sergio Nacif lançado pelo Selo Niterói Discos em 1992. Disco do qual participaram artistas como Yuri Popof (baixo) e Nelson Farias (guitarra). De forma paralela toca no bar “Barbas” de Botafogo por uma longa temporada junto a um quarteto formado entre outros pelo pianista Hamleto Stamato. O quarteto com Sergio Nacif, depois com a entrada de Roberto Alves, começa a tocar de forma estável no centro do Rio no bar “Beira do Cais”. O bar recebia canjas de músicos da cena do jazz e também alguns dos que faziam parte da banda de Hermeto Pascoal como Eduardo Neves. O espaço, com este movimento acaba se convertendo em um point de quem gostava de ouvir jazz no Rio de Janeiro. Rutigliano continua estudando: toma aulas de música brasileira por um breve tempo com Pacoal Meirelles, de jazz com Jimmy Duchowny e por um ano tomou aulas de bateria e pratica de grupo com Claudio Carybé (professor determinante na sua formação). O projeto musical de quarteto que tocava no bar “Beira do Cais” acolhe dois percussionistas: Dudu Marins e Edson Quesada (músico que tinha chegado de uma longa temporada na Colômbia). O quarteto, agora sexteto, receve influências da sonoridade de Chic Corea, Jellow Jacket e mais que nada de Andy Narell. Sai Quesada entra Don Chacal, percussionista que tinha tocado com Paul Simon, entra Zeca Maretzky no sax e Adriano Souza nos teclados. Esta formação é à base do grupo Xekerê que grava um primeiro disco chamado: “Brasil-Latin-Jazz”, titulo que sintetiza as influencias que vem a constituir o direcionamento estético de Rutigliano. Um ano depois Xekerê lançam o segundo disco do grupo “A lua anda tonta” com participações da cantora Clara Sandroni, do percussionista Passarinho Gomez e do violoncelista Ricardo Santoro. Nesta segunda face entram para a banda os músicos americanos Peter O”neill no sax e o percussionista Rusty May. Forma com Rodrigo Zaidam (piano), Xandy Rocha (baixo) e Renat Buscaio (sax) o grupo “Vila Vento” um quarteto dedicado à música autoral. Desfeito este grupo Rutigliano em 1998 entra como professor dos Seminários de Música Pro Arte onde permanece por 25 anos. Nesse momento Rutigliano faz um mergulho nas manifestações populares de percussão inaugurando a semente do que mais tarde seria o grupo “Monobloco”. Rutigliano nessa imersão estuda ritmos da tradição afro-brasileira: dos rituais do Candomblé e da percussão de escola de Samba . Desfila na Escola de Samba Império da Tijuca com a qual ganha o vice campeonato de 1999, participa de ensaios com a Mocidade Independente de Padre Miguel e de blocos de Carnaval, tocando caixa e tamborim. Atuou com os grandes ogans do Candomblé Ney de Oxossê e Dofono do Omolu no grupo de Afoxê “Filhos de Corin Efâ”. Tocou durante mais de dez anos no bloco Gigantes da Lira, especializado em frevos e marchinhas, e no bloco Laranjada, tocando caixa de escola de samba. Como pesquisador escreve em sites especializados no Brasil, como “Batera.com” e “Afreaka”. Ao mesmo tempo realiza, com todo este material, workshops e clínicas nas principais escolas de músicas do Brasil e da Argentina. Aqui acontece outro corte porque desde 1988 até 2005 praticamente Rutigliano durante estes 17 anos não participa da vida cultural de Argentina. Algo similar ao que acontece quando uma pessoa sai em busca de uma experiência vital e só volta quando tivesse atingido certo grau de maturidade (artística no caso). Em 2005, participou da primeira edição do “Montevideo Drum Festival”, ao lado de músicos Osvaldo Fattoruso e Daniel Volpini. Primeira vez que se apresenta em um festival internacional só de bateria. Na sua performance apresenta várias composições para bateria dedicadas a todo esse mundo sonoro com o qual tinha convivido no Brasil. Rutigliano tinha interesse em se adentrar no mundo sonoro de Hermeto Pascal, procurando essa estética em Rio de Janeiro estuda com Marcio Bahia e junto com Itiberê Zwarg funda a “Orquestra Família” com a qual fica quatro anos ensaiando 20 horas por semana . Deste trabalho surge o disco da orquestra “Pedra do Espia” dedicado ao Hermeto Pascoal lançado em 2001 e relançado pelo selo inglês FAR OUT em 2018. Durante o ano de 2001 recria o projeto Xekerê com outros músicos : Bruno Aguilar no baixo, Andy Connell no sax e clarinete e Vitor Goçalvez no piano. Aqui Rutigliano apresenta mais composições próprias e lança o elogiado disco “Martes”. Este grupo se desfaz e entram o guitarrista Silvio D’Amico , o sax de Fernando Trocado e o contrabaixo de Marquinhos Bruxelas realizando shows no Rio de Janeiro pelo espaço de dois anos. Reúne todas suas composições gravadas num álbum chamado “Coletânea” de tirada super reduzida. De forma paralela forma um duo com a flautista Odette Ernest Dias onde desenvolve uma bateria completamente diferente. O encontro com Odette serviu para conhecer a obra de André Jolivet o que mudou o conceito de como poderia se comportar a bateria de uma forma orquestral. Desde 2000 até 2010 viajam pelo Brasil , participam de festivais e interpretam obras encomendadas e peças clássicas como as 12 Fantasias de Telemann , obras de Bach , de Piazzolla do qual resulta um disco pela Biscoito Fino e uma gravação produzida por Egberto Gismonti, ainda inédita. Em 2007 formou a “Rio Latin Jazz” com a qual tocou durante quatro anos (com casa lotada) no “Brasil Mestiço”, na Lapa, junto a músicos como Adrian Barbet, Cezinha, Pedro Aune e João Gabriel. Uma experiência distinta porque foi uma sonoridade dançante o que obriga a um comportamento muito diferente do qual Rutigliano estava desenvolvendo na época. Cria um duo com a pianista Fernanda Canaud fazendo um repertorio dedicado à música brasileira antiga. Em forma ocasional atuou ao lado de músicos como Hermeto Pascoal e Yamandu Costa no teatro Rival. Também se apresentou com uma serie de cantoras brasileiras e argentinas como: Gabi Buarque, Thais Fraga, Gabriela Bergallo com ela no Brasil , na Argentina e na Suíça . Com Josi Dias cantando Villa Lobos se apresenta na Argentina . Em 2011, tocou em Buenos Aires com Adriana Rios e Alejandro Herrera no show "Mundo Jobim" e Com Helena Cullen no Rio apresenta o repertorio “Piazzolla e Tom Jobim”. Nas suas viagens a Buenos Aires toca com Pablo Lapidusas (piano) e Carolina Rovira (contrabaixo), depois com o Arthuro Puertas (contrabaixo). Realiza um trio com Abel Rogantini (piano) e Diego Wainer (contrabaixo) de volta ao mítico espaço “Jazz & Pop”. Um duo com o guitarrista Quique Sinesi que conta com a participação do contrabaixista Guillermo Delgado. Apresenta-se também em trio com Lautaro Julio (piano) e Santi (contrabaixo) e com Charlie Arana (guitarra). Toca com Mariano Matos (baixo) e com o trompetista Juan Cruz Urquiza . Se apresenta junto a Daniel Binelli (bandoneon), Juan Pablo Navarro (contrabaixo) e Américo Belloto (trompete) no espetáculo “Tango e algo mais”. Toca em trio com o contrabaixista Juan Pablo Navarro e com o pianista Hernan Jacinto. Aqui um vídeo de uma de suas viagens (2012) na qual toca com Quique Sinesi, Guillermo Delgado e Lina Avellaneda https://youtu.be/KfchBg6UY4I Em 2010, começa uma face marcada pelos tributos a grandes músicos. Esta etapa se inaugura com o show “Tributo a Bill Evans”, com Dario Galante (piano) e Bruno Migliari (contrabaixo). Ao mesmo tempo retoma a relação com a música clássica no quarteto “Jazz in Câmara” rebatizado como "Reciclássico", ao lado de Ana de Oliveira (violino), Tomás Improta (piano) e Tony Botelho (contrabaixo), recriando clássicos da música brasileira de compositores como Francisco Mignone e Heitor Villa Lobos. No Carnaval desse mesmo ano, foi o mestre de bateria do bloco Feitiço do Villa dedicado a recriar música clássica num contexto de Escola de Samba com músicos da orquestra sinfônica do Rio de Janeiro. Seguindo com as homenagens realizou um tributo a Elvin Jones com Fernando Trocado (sax), Idriss Boudrioua (sax) e Ronaldo Diamante (contrabaixo). Liderou um show em homenagem a Miles Davis, ao lado dos trompetistas Altair Martins, Jose Arimateia e Paulinho Trompete, este espetáculo foi apresentado junto com uma exposição de fotos muito especiais e se chamou “Miles Orixá”. Realizou shows dedicados a Cole Porter, a Horace Silver, ao Rio 65 trio, a Luis Alberto Spinetta (junto ao guitarrista Dami Andrés), a Thelonius Monk entre outros. Um destes shows orientados por tributos foi dedicado ao “Jazz Messengers” junto a Fernando Moraes (piano), Sergio Barrozo (contrabaixo) e Ricardo Pontes (sax). Integrou também um grupo instrumental com Tomás Improta, Fernando Trocado e Paulo Russo (contrabaixo), com um repertório voltado para a obra de John Coltrane, show que conta também com a participação de Marcelo Martins (sax), Jefferson Lescovich (contrabaixo) e Widor Santiago (sax). Manteve ainda um trio com o pianista Pablo Lapidusas e o contrabaixista Bruce Henri, com um repertório de música brasileira e de composições próprias. Em 2012 esteve na Suíça, onde participou, ao lado da cantora Gabriela Bergallo, de dois shows de música latino-americana e ainda do espetáculo “Melodias Brasileiras”, do Festival do Teatro Di Cápua, em Embrach, e de uma master classe sobre música brasileira junto com a banda “Latin Jazz Ensemble”, em Zurique. De volta ao Brasil, atuou em varias formações de tango com músicos como Chico Chagas (acordeon), Ana de Oliveira (violino), Marcos Amorin (guitarra), Bruno Py (contrabaixo), Ronaldo Diamante (contrabaixo), Tibor Fittel (piano), Tony Botelho (contrabaixo), Natalia Mer (cantora), Martin Lima (bandoneon) e Pablo Aslan (contrabaixo) com diferentes repertórios e apresentações dedicadas a Piazzolla e Troilo, destaque para os espetáculos “Tango Negro”, “Centenário de Troilo”, “Piazzolla in Rio” e “Borges e o Tango”. Grava com a pianista Flavia Costa e a percussão de Robertinho Silva o disco “Caminhos”. Realiza um duo como o vibrafonista Daniel Serale. Com Thiago Ferthé (sax) monta um quarteto no espaço Triboz. Com o sax Tino Junior realiza uma homenagem a Charlie Parker. Toca durante duas temporadas com Widor Santiago (sax), Adaury Mothé (teclado) e Sergio Barrozo (contrabaixo) no “Bar dos Descasados” em Santa Teresa. Toca na inauguração da Blue Note Brasil junto com Zezo Olimpio no piano e Sergio Barrozo (contrabaixo). Da serie de espetáculos Idealizado por Roberto Rutigliano podemos destacar o dedicado ao conto de Cortazar “O Perseguidor” do qual participaram músicos notáveis como Paulo Levi e Marcelo Martins (sax), Cliff Korman (teclados) e Sergio Barrozo (contrabaixo). Na leitura do texto tivemos a atuação de Carolina Virguez (atriz). Espetáculo apresentado no “Festival Dois Pontos” no Teatro Maria Clara Machado, Planetário, Gávea – RJ. Monta um novo espetáculo dedicado a Miles Davis com a participação de Jessé Sadoc no trompete. Se apresenta junto com a flautista espanhola Maria Toro e num contexto de música argentina com o guitarrista Matias Arriazu. Toca com Tomás Improta (piano) em vários projetos dedicados a músicos variados como Luizinho Eça, Edu lobo, Billie Holiday (este com a cantora inglesa Folakemy) e a West Montgomery (este junto ao guitarrista Dino Rangel). Toca junto a Paulinho Trompete em duas apresentações homenageando ao disco “Kind of Blue”. Em 2018 em comemoração aos 30 anos da sua permanência no Brasil Rutigliano realiza na Sala Cecília Meirelles um espetáculo chamado “De Villa Lobos a Piazzolla” junto a Caio Marcio (violão), Fernanda Canaud (piano), Paulo Sergio Santos (clarinete) na parte brasileira do espetáculo e depois com o grupo Tango Jazz na parte dedicada a Piazzolla. Grava o projeto “Diverso Universo” dedicado a música clássica tocada desde uma abordagem jazzística junto a Berval Moraes (contrabaixo), Kim Ribeiro (flauta) e Valeria Mendoça (piano). Desde 2018 como líder de grupos gravou junto com Altair Martins (trompete), Widor Santiago (sax), Sergio Barrozo (contrabaixo) e Marcelo Magalhães Pinto (piano) um disco dedicado ao jazz chamado “A música de Miles e Coltrane”. Gravou também um álbum com o grupo “Tango Jazz” junto a Alexandre Carvalho (guitarra) e Márcio Sanchez (violino), dois discos autorais “Sotaques” e “Vida Mia” pela Warner Champell dos quais participou Sergio Barrozo (contrabaixo), José Arimetéa (trompete), Marcelo Magalhães Pinto (piano), Didac Tiago (percussão), Luiz Otavio (piano) e Bernardo Bosisio (guitarra). Aqui o vídeo de “A música de Miles e Coltrane” e de “Tango Jazz”. https://youtu.be/0J3f8sl4Dts https://youtu.be/u2VwbmTh1e8 Em Buenos Aires desenvolve o “Afro Trio” junto ao baixista Matias Gonzalez e ao pianista Ricardo Nolé tocando por duas temporadas com um repertorio que inclui Mongo Santamaria, Tom Jobim e Ruben Rada. Em 2020 toca no teatro San Martin da rua Corrientes junto ao grupo de Pablo Aslan repertorio do seu disco “Piazzolla in Brooklin”. Em 2020 grava o disco “Afro Coltrane” junto a músicos como Nivaldo Ornellas (sax), Antonio Guerra (piano), Didac Tiago (percussão) e Sergio Barrozo (contrabaixo). https://youtu.be/tB6j-IQv72s Apresenta seu quinteto junto a Adaury Mothé (piano), Zero Telles (percussão), José Arimatéa (trompete) e Zé Luiz Maia (contrabaixo) numa live especialmente produzida pelo espaço Áudio Rebel . https://youtu.be/yO5LOwKG8wQ No centenário de Astor Piazzolla em 2021 apresenta uma live para a televisão americana dirigida musicalmente por Pablo Aslan onde misturam ritmos brasileiros com a musicalidade do Tango. Paralelamente a toda esta atividade como instrumentista, compositor, produtor e líder de grupos, Rutigliano dedica parte de seu tempo a escrever artigos publicados em revistas especializadas em música da Argentina e blogs do Brasil onde partilhou pesquisas ligadas à “influência da música africana na América”, “Relações entre a música latina, o Tango, o Samba e o Jazz“ e “A musicalidade afro-cubana” entre outros. Recentemente Rutigliano realizou uma serie de lives dedicadas ao centenário de Astor Piazzolla e à vida e obra de Coltrane, estas lives foram realizadaa no Centro Cultural Midrash, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e na radio MEC. Nos últimos tempos Rutigliano realizou um curso sobre a história do Jazz no Rio de Janeiro com o titulo “Lendas do Jazz carioca”. Está preparando um curso de 10 aulas de bateria gravadas e filmadas pela Frankfurt produções inaugurando uma nova abordagem pedagógica baseado na perspectiva da oralidade que nos chega da tradição afro-brasileira e afro-cubana. No mês de setembro lançou um novo projeto misturando a musicalidade de Piazzolla com as bases dos ritmos da tradição do Candomblé brasileiro chamado “Roberto Rutigliano e quinteto Novo Tango”. Rutigliano ainda está lançando em breve um novo projeto musical com suas composições e cantigas da tradição do Candomblé brasileiro e da Santeria cubana com músicos brasileiros. Aqui o vídeo de um workshop onde Rutigliano mostra sua nova didática na bateria e um vídeo de seu novo quinteto. https://youtu.be/M7tqJXF6Ark https://youtu.be/W3dV0-3eLHo

grupo Musical Cori Warmi
Es una agrupación de mujeres que interpreta música andina,nace un 8 de marzo del año 2013, busca reivindicar y revalorizar el rol de la mujer y el aporte que realiza en la formación de una sociedad justa y equitativa en armonía con nuestra madre tierra. Presentaciones: Coriwarmi a participado en diversos tipos de actividades, básicamente hemos decidido participar en las ofrendas que se dan en.las huacas por las festividades de solsticios y equinoccios, tmb en actividades Académicas y artísticas en reivindicación de la mujer y en diferentes espacios culturales en lima y provincias.
Ver detallesgrupo Musical Cori Warmi
Folclor
Sicu Moreno
Sicuri O Sikuri
Descripción
Es una agrupación de mujeres que interpreta música andina,nace un 8 de marzo del año 2013, busca reivindicar y revalorizar el rol de la mujer y el aporte que realiza en la formación de una sociedad justa y equitativa en armonía con nuestra madre tierra. Presentaciones: Coriwarmi a participado en diversos tipos de actividades, básicamente hemos decidido participar en las ofrendas que se dan en.las huacas por las festividades de solsticios y equinoccios, tmb en actividades Académicas y artísticas en reivindicación de la mujer y en diferentes espacios culturales en lima y provincias.

Yaneth Angulo Hermosa
YANETH ANGULO HERMOSA VIDA MUSICAL: Inicia su camino musical en el año de 1995 como participante del grupo “Mensaje y Canto”, cuyo director Fabio Buitrago Forero admitió con participación en voz segunda, tambora y tiple, y contando con participaciones y logros en: – Octubre y Noviembre de 1997 Mención especial festival Nacional del Bambuco Luis Carlos González. Pereira- Risaralda. – Junio de 1997 1r puesto concurso Departamental de Rajaleñas, Neiva- Huila – Junio de 1997 1r puesto concurso Intercolegial Departamental de Rajaleñas, NeivaHuila. – Mayo y Junio de 1997 Nominados a Gran premio Festival del Mono Núñez. GinebraValle. – Junio de 1996 1r puesto concurso Departamental de Rajaleñas, Neiva- Huila. – Junio de 1996 1r puesto concurso Intercolegial Departamental de Rajaleñas, NeivaHuila. – Octubre de 1995 Expo-ciencia 95 Bogotá D.C. Posterior a su participación con el grupo “Mensaje y Canto”, se hizo integrante – participante en el grupo “Aquarela” como segunda voz, con cuyo director “Wilberth Alarcón” alcanzaron los siguientes logros en distintas participaciones que aparecen a continuación: – Abril de 2001 invitados al encuentro Nacional de familias que cantan, Cartago – Valle. – Diciembre de 2000 tertulia FUNMUSICA, Medellín-Antioquia. – Abril de 2000 invitados 3r festival de música Colombiana, Andina y Religiosa, San Gil – Santander – Diciembre de 1999 Invitados encuentro Nacional de Familias que cantan, Cartago- Valle – Enero 1999 Invitados Tertulia bambuquera Pereira-Risaralda – Septiembre 1998 1r lugar en el concurso Departamental de la Canción. Fundación Bolivariana, Garzón- Huila – Junio de 1998 1r lugar en el concurso Departamental Marco Tulio Losada Chaux. Garzón –Huila Trabajó en la fundación Auros donde se desempeñaba como Maestra de Canto, cuyo jefe inmediato “Alexander Cuesta Moreno” pude realizar un trabajo musical también a su lado. Los logros alcanzados allí fueron: Diseño, desarrollo e implementación de talleres de canto. Asesoría para participantes infantiles al concurso COTRAFA de BelloAntioquia. 2002 finalistas festival Nacional de duetos Garzón y Collazos, Ibagué- Tolima. Después participó en el grupo: Dueto sin fronteras (segunda voz) junto al músico y director “Diego Sánchez Mora” Directora musical e integrante Tuna Femenina de la Facultad de Medicina Universidad Nacional de Colombia, alcanzó los siguientes logros: La tuna femenina de la facultad de medicina de la Universidad Nacional de Colombia, se ha destacado entre los mejores grupos en el ámbito de la tunas, participando en innumerables encuentros empresariales, universitarios ( Universidad Católica de Colombia, Pontificia Universidad Javeriana , Escuela de administración Publica ,etc), encuentros departamentales, concursos nacionales (tuno de oro Bogotá, Ciudad de Bucaramanga UDES , Duitama Boyacá), encuentros y concursos internacionales (internacional de Madrid Cundinamarca Colombia, Chile – La Serena, Isla de Maipo, Coquimbo, Santiago de Chile ,- Perú – Arequipa, Trujillo , Lima ,- México – D.F., Tlalmanalco , Xalapa , ) obteniendo premios como mejor solista mejor show de capa, show de banderas y mejor pandereta, dejando en alto el nombre de la Universidad Nacional de Colombia. Entre otros logros aparecen en su haber: Directora musical Tuna femenina Konrad Lorenz, Profesora de música y Auxiliar de jardín y pre jardín Colegio Diocesano San Miguel Arcángel, Instructora en el área de música, programa de escuela de formación artística- Fundación Socio cultural Danzart, Jurado en el XXII CONCURSO DEPARTAMENTAL DE MÚSICA CAMPESINA EDUARDO ROJAS GÓMEZ, Profesora del grupo de música de la Universidad Surcolombiana sede Garzón, Profesora de música a niños en situación de discapacidad con la Fundación Caminemos Unidos” del Municipio de Garzón e Instructora de música de las escuelas de formación de Coonfie en Garzón. Cofundadora de la Fundación Humac, directora musical del grupo “De Voz en Cuando” con quienes han participantes en encuentros departamentales de rajaleñas 2014, entre otros. Integrante del dueto HUMAC a partir de 2012 con el señor Sergio Ricardo Villa, con quien ha participado en el Encuentro Departamental de Cultura homenaje al “Baja Cocos” 2017, del Grupo De voz en cuando con quien participó y alcanzó reconocimiento en el 2014 uno de los grupos que pasó al encuentro de Rajaleñas en Neiva, entre otros. Compositora Garzoneña y amante del folclor Andino Colombiano. Su última composición fue FIESTAS EN GARZÓN, canción emblema del año anterior. Links de muestras por youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Yq-uXQfFM-g https://www.youtube.com/watch?v=zh7yn4jfl-w https://www.youtube.com/watch?v=QUdv5BirEUU https://youtu.be/YhHZh0yy0MY https://youtu.be/Sbn600-rrEM https://www.youtube.com/watch?v=aQODszJuRGg https://www.youtube.com/watch?v=uo1Dw_V3NgA https://www.youtube.com/watch?v=rB1OeY_IdaY (Piagetcito: Composición Yaneth Angulo Hermosa) https://www.youtube.com/watch?v=mzwVDIHSRSs&t=8s https://www.youtube.com/watch?v=Fasgu8YFSM0&t=32s (FIESTAS EN GARZÓN) https://www.youtube.com/watch?v=q8zKt3yHCtQ https://www.youtube.com/watch?v=ovSnEL4pEMQ https://www.youtube.com/watch?v=Jb19V8qrlmU
Ver detallesYaneth Angulo Hermosa
Música Andina
Descripción
YANETH ANGULO HERMOSA VIDA MUSICAL: Inicia su camino musical en el año de 1995 como participante del grupo “Mensaje y Canto”, cuyo director Fabio Buitrago Forero admitió con participación en voz segunda, tambora y tiple, y contando con participaciones y logros en: – Octubre y Noviembre de 1997 Mención especial festival Nacional del Bambuco Luis Carlos González. Pereira- Risaralda. – Junio de 1997 1r puesto concurso Departamental de Rajaleñas, Neiva- Huila – Junio de 1997 1r puesto concurso Intercolegial Departamental de Rajaleñas, NeivaHuila. – Mayo y Junio de 1997 Nominados a Gran premio Festival del Mono Núñez. GinebraValle. – Junio de 1996 1r puesto concurso Departamental de Rajaleñas, Neiva- Huila. – Junio de 1996 1r puesto concurso Intercolegial Departamental de Rajaleñas, NeivaHuila. – Octubre de 1995 Expo-ciencia 95 Bogotá D.C. Posterior a su participación con el grupo “Mensaje y Canto”, se hizo integrante – participante en el grupo “Aquarela” como segunda voz, con cuyo director “Wilberth Alarcón” alcanzaron los siguientes logros en distintas participaciones que aparecen a continuación: – Abril de 2001 invitados al encuentro Nacional de familias que cantan, Cartago – Valle. – Diciembre de 2000 tertulia FUNMUSICA, Medellín-Antioquia. – Abril de 2000 invitados 3r festival de música Colombiana, Andina y Religiosa, San Gil – Santander – Diciembre de 1999 Invitados encuentro Nacional de Familias que cantan, Cartago- Valle – Enero 1999 Invitados Tertulia bambuquera Pereira-Risaralda – Septiembre 1998 1r lugar en el concurso Departamental de la Canción. Fundación Bolivariana, Garzón- Huila – Junio de 1998 1r lugar en el concurso Departamental Marco Tulio Losada Chaux. Garzón –Huila Trabajó en la fundación Auros donde se desempeñaba como Maestra de Canto, cuyo jefe inmediato “Alexander Cuesta Moreno” pude realizar un trabajo musical también a su lado. Los logros alcanzados allí fueron: Diseño, desarrollo e implementación de talleres de canto. Asesoría para participantes infantiles al concurso COTRAFA de BelloAntioquia. 2002 finalistas festival Nacional de duetos Garzón y Collazos, Ibagué- Tolima. Después participó en el grupo: Dueto sin fronteras (segunda voz) junto al músico y director “Diego Sánchez Mora” Directora musical e integrante Tuna Femenina de la Facultad de Medicina Universidad Nacional de Colombia, alcanzó los siguientes logros: La tuna femenina de la facultad de medicina de la Universidad Nacional de Colombia, se ha destacado entre los mejores grupos en el ámbito de la tunas, participando en innumerables encuentros empresariales, universitarios ( Universidad Católica de Colombia, Pontificia Universidad Javeriana , Escuela de administración Publica ,etc), encuentros departamentales, concursos nacionales (tuno de oro Bogotá, Ciudad de Bucaramanga UDES , Duitama Boyacá), encuentros y concursos internacionales (internacional de Madrid Cundinamarca Colombia, Chile – La Serena, Isla de Maipo, Coquimbo, Santiago de Chile ,- Perú – Arequipa, Trujillo , Lima ,- México – D.F., Tlalmanalco , Xalapa , ) obteniendo premios como mejor solista mejor show de capa, show de banderas y mejor pandereta, dejando en alto el nombre de la Universidad Nacional de Colombia. Entre otros logros aparecen en su haber: Directora musical Tuna femenina Konrad Lorenz, Profesora de música y Auxiliar de jardín y pre jardín Colegio Diocesano San Miguel Arcángel, Instructora en el área de música, programa de escuela de formación artística- Fundación Socio cultural Danzart, Jurado en el XXII CONCURSO DEPARTAMENTAL DE MÚSICA CAMPESINA EDUARDO ROJAS GÓMEZ, Profesora del grupo de música de la Universidad Surcolombiana sede Garzón, Profesora de música a niños en situación de discapacidad con la Fundación Caminemos Unidos” del Municipio de Garzón e Instructora de música de las escuelas de formación de Coonfie en Garzón. Cofundadora de la Fundación Humac, directora musical del grupo “De Voz en Cuando” con quienes han participantes en encuentros departamentales de rajaleñas 2014, entre otros. Integrante del dueto HUMAC a partir de 2012 con el señor Sergio Ricardo Villa, con quien ha participado en el Encuentro Departamental de Cultura homenaje al “Baja Cocos” 2017, del Grupo De voz en cuando con quien participó y alcanzó reconocimiento en el 2014 uno de los grupos que pasó al encuentro de Rajaleñas en Neiva, entre otros. Compositora Garzoneña y amante del folclor Andino Colombiano. Su última composición fue FIESTAS EN GARZÓN, canción emblema del año anterior. Links de muestras por youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Yq-uXQfFM-g https://www.youtube.com/watch?v=zh7yn4jfl-w https://www.youtube.com/watch?v=QUdv5BirEUU https://youtu.be/YhHZh0yy0MY https://youtu.be/Sbn600-rrEM https://www.youtube.com/watch?v=aQODszJuRGg https://www.youtube.com/watch?v=uo1Dw_V3NgA https://www.youtube.com/watch?v=rB1OeY_IdaY (Piagetcito: Composición Yaneth Angulo Hermosa) https://www.youtube.com/watch?v=mzwVDIHSRSs&t=8s https://www.youtube.com/watch?v=Fasgu8YFSM0&t=32s (FIESTAS EN GARZÓN) https://www.youtube.com/watch?v=q8zKt3yHCtQ https://www.youtube.com/watch?v=ovSnEL4pEMQ https://www.youtube.com/watch?v=Jb19V8qrlmU

Rnzo Val (Dore380)
Artista de la escena urbana del sur de Perú, gestor cultural, rapero, compositor, productor audiovisual y musical, fundador del colectivo HighHop380, en febrero de 2022 gracias a IBERMUSICAS ejecutamos Torneo de Freestyle Andino 2022 (TDFA22) y en febrero 2024 gracias al Ministerio de Cultura del Perú ejecutamos el TDFA24, promoviendo el arte y la música basados en el folklore y cultura andina.
Ver detallesRnzo Val (Dore380)
Trap & Drill
Reggaetón & Latin Rap
Reggaetón & Latin Rap
Descripción
Artista de la escena urbana del sur de Perú, gestor cultural, rapero, compositor, productor audiovisual y musical, fundador del colectivo HighHop380, en febrero de 2022 gracias a IBERMUSICAS ejecutamos Torneo de Freestyle Andino 2022 (TDFA22) y en febrero 2024 gracias al Ministerio de Cultura del Perú ejecutamos el TDFA24, promoviendo el arte y la música basados en el folklore y cultura andina.
Videos

Alejandro Guarin
Soy Musico con maestría en composición musical en nuevas tecnologías. me he desempeñado como productor musical e ingeniero sonido. en los últimos años he ejercido la docencia enfocándome en las asignaturas de tecnología musical y en la investigación en la universidad de Cundinamarca donde he producido varios discos que se desprenden de los proyectos de investigación. He grabado dos proyectos discográficos ganadores de convocatorias del instituto de cultura de Pereira. he sido productor, ingeniero de mezcla, grabación y Mastering en diferentes proyectos.
Ver detallesAlejandro Guarin
Música de Cámara
Folclor
Descripción
Soy Musico con maestría en composición musical en nuevas tecnologías. me he desempeñado como productor musical e ingeniero sonido. en los últimos años he ejercido la docencia enfocándome en las asignaturas de tecnología musical y en la investigación en la universidad de Cundinamarca donde he producido varios discos que se desprenden de los proyectos de investigación. He grabado dos proyectos discográficos ganadores de convocatorias del instituto de cultura de Pereira. he sido productor, ingeniero de mezcla, grabación y Mastering en diferentes proyectos.

Taller Internacional de Viola de las Américas
El Taller Internacional de Viola de las Américas (TIVA) es la respuesta que su directora, la maestra Felisa Hernández Salmerón a la necesidad nacional de tener un espacio propio en donde músicos en formación profesional puedan desarrollar y mejorar sus habilidades técnico-interpretativas, así como su desenvolvimiento escénico solista y en conjunto dentro de un ambiente de respeto, cordialidad y perfeccionamiento. El taller TIVA ha logrado cumplir 8 años y 12 ediciones ininterrumpidas (ediciones Verano, Kids y Online) considerando desigualdades sociales, de género y económicas, cumpliendo plenamente con su función de acercar a los estudiantes de viola de todo el territorio nacional, así como a alumnos extranjeros del sur del continente. Este taller es el único que existe en el continente Americano con sus particularidades técnicas, como lo son ofrecer a cada alumno un mínimo de 14 horas de clases individuales de viola, más de 12 horas de clases magistrales, aproximadamente 16 horas de ensayo en el Ensamble de Violas de México, servicios de laudería y pláticas del instrumento, cuidado físico y mental del músico,10 horas mínimas de ensayo con el pianista acompañante, 2 simulacros de audición profesional y un mínimo de 2 conciertos dentro del marco del taller con sus respectivos ensayos generales.
Ver detallesTaller Internacional de Viola de las Américas
Descripción
El Taller Internacional de Viola de las Américas (TIVA) es la respuesta que su directora, la maestra Felisa Hernández Salmerón a la necesidad nacional de tener un espacio propio en donde músicos en formación profesional puedan desarrollar y mejorar sus habilidades técnico-interpretativas, así como su desenvolvimiento escénico solista y en conjunto dentro de un ambiente de respeto, cordialidad y perfeccionamiento. El taller TIVA ha logrado cumplir 8 años y 12 ediciones ininterrumpidas (ediciones Verano, Kids y Online) considerando desigualdades sociales, de género y económicas, cumpliendo plenamente con su función de acercar a los estudiantes de viola de todo el territorio nacional, así como a alumnos extranjeros del sur del continente. Este taller es el único que existe en el continente Americano con sus particularidades técnicas, como lo son ofrecer a cada alumno un mínimo de 14 horas de clases individuales de viola, más de 12 horas de clases magistrales, aproximadamente 16 horas de ensayo en el Ensamble de Violas de México, servicios de laudería y pláticas del instrumento, cuidado físico y mental del músico,10 horas mínimas de ensayo con el pianista acompañante, 2 simulacros de audición profesional y un mínimo de 2 conciertos dentro del marco del taller con sus respectivos ensayos generales.
19780 Resultados – Página 986 de 1978

































