
DEL SUR – Colectivo Brasil/ ARGENTINA (ÓPERA MULTIMEDIA)
EL colectivo "Del Sur" está formado por Gabriela Geluda (Brasil) que es una soprano con una larga trayectoria no campo da música contemporanea y habiendo sido la protagonista de más de 10 óperas de la compositora icónica de Brasil, Jocy de Oliveira. Daniel Quaranta que es de origen argentina pero que está radicado en Brasil hace 26 años y con una carrera como compositor de más de 30 años y, que, en los últimos años se ha dedicado, especialmente, a las óperas electroacústicas, con una amplia experiencia en el campo de la música electrónica y la programación visual. Gonzalo Córdova (Argentina) que es un director de espectáculos, especialista en programación visual y sonora, que se suma a contribuir con el trabajo tanto tecnológico de este espectáculo como también guionista asociado al trabajo de Daniel. Este espectáculo propone una experiencia sensorial inmersiva, con una temática vinculada a las migraciones y las miserias que eso implica en muchos casos. Nuestro trabajo propone una reflexión sobre el valor de lo humano así como, con las relaciones interpersonales, proponiendo una temática inclusiva y transversal entre dos paises hermanos – Brasil y Argentina- que, por su vez, pertenecen a este convenio de apoyos culturales.
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Opera
Música de Cámara
Descripción
EL colectivo "Del Sur" está formado por Gabriela Geluda (Brasil) que es una soprano con una larga trayectoria no campo da música contemporanea y habiendo sido la protagonista de más de 10 óperas de la compositora icónica de Brasil, Jocy de Oliveira. Daniel Quaranta que es de origen argentina pero que está radicado en Brasil hace 26 años y con una carrera como compositor de más de 30 años y, que, en los últimos años se ha dedicado, especialmente, a las óperas electroacústicas, con una amplia experiencia en el campo de la música electrónica y la programación visual. Gonzalo Córdova (Argentina) que es un director de espectáculos, especialista en programación visual y sonora, que se suma a contribuir con el trabajo tanto tecnológico de este espectáculo como también guionista asociado al trabajo de Daniel. Este espectáculo propone una experiencia sensorial inmersiva, con una temática vinculada a las migraciones y las miserias que eso implica en muchos casos. Nuestro trabajo propone una reflexión sobre el valor de lo humano así como, con las relaciones interpersonales, proponiendo una temática inclusiva y transversal entre dos paises hermanos – Brasil y Argentina- que, por su vez, pertenecen a este convenio de apoyos culturales.
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Música

Jayme Vignoli
JAYME VIGNOLI Cavaquinista, arranjador e compositor nascido no Rio de Janeiro em 1967, iniciou sua carreira profissional em 1984, é Bacharel em Composição pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni Rio), instituição onde também obteve o título de Mestre em Ensino das Práticas Musicais (PROEMUS – Programa em Ensino das Práticas Musicais – www.unirio.br/proemus). Integrou a Orquestra de Cordas Brasileiras e atua no conjunto Água de Moringa, ambos coletivos agraciados no Brasil com o Prêmio SHARP de Música. Com esses e outros diversos grupos, tem se apresentado por todas as regiões do Brasil e no exterior em países como Alemanha, Angola, Argentina, Colômbia, Estados Unidos da América, Dinamarca, França, Irã, Paraguai, Portugal e Suécia. Como professor, atuou em diversas instituições e festivais de música no Brasil e resto do mundo: Escola Brasileira de Música (Rio de Janeiro/RJ – Brasil), Festival de Música de Londrina (Londrina/PR – Brasil), Oficina de Música do Conservatório de Música Popular de Curitiba (Curitiba/PR – Brasil), Festival Nacional de Choro (Leme/RJ, Águas de São Pedro/SP, Belém/PA, Porto Alegre/RS, Rio de Janeiro/RJ – Brasil), Festival de Inverno da Casa do Choro (Rio de Janeiro/RJ – Brasil), Semana Seu Geraldo de Música (Leme/ SP – Brasil), Curso Internacional de Verão de Brasília (CIVEBRA – Brasília/DF – Brasil), Encontro de Choro da Unicamp (Campinas/SP – Brasil), New York University (New York – USA), Rytmisk Musikkonservatorium (Copenhague – Dinamarca), Fridhems Folkhögskola (Svalöv – Suécia) e Casa de Choro de Toulouse (Toulouse – França). Desde 2003, Vignoli leciona na Escola Portátil de Música (EPM – casadochoro.com.br/portal/view/escola_portatil) onde atualmente além de continuar trabalhando como professor, éum dos diretores/coordenadores da EPM e do Instituto Casa do Choro (ICC – casadochoro.com.br/) no Rio de Janeiro, Brasil. Jayme Vignoli trabalhou como músico e diretor musical da “sambópera” A Traviata (2001) dirigida por Augusto Boal, quando teve que reescrever a partitura de Verdi, Adaptando-a aos ritmos e gêneros musicais brasileiros. Algumas de suas composições foram gravadas por grandes artistas brasileiros como: Água de Moringa, Aldir Blanc, Camerata Brasilis, Choro da Glória, Fina Estampa, Furiosa Portátil, Mariana Baltar, Nadinho da Ilha, Rancho Carnavalesco Flor do Sereno’s Orchestra, Tungo, Valéria Lobão, Walter Alfaiate, Zé Paulo Becker and Quarteto Radamés Gnattali, Zeca Pagodinho, e muitos outros. Em 2006, entre cento e treze inscrições, foi um dos cinco finalistas do concurso de composição Prêmio SesiMinas de Cultura – composição para Orquesra de Câmara com a peça Incelença e coco de embolada, para cordas, obtendo na ocasião uma menção honrosa. Como arranjador, tem uma longa lista de colaborações em gravações e concertos junto a diversos artistas brasileiros e internacionais como: Água de Moringa, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica Brasileira, os cantores brasileiros Marcos Sacramento, Mariana Baltar e Valéria Lobão, a orquestra holandesa Metropole Orkest, a cantora sueca Miriam Aïda, A clarinetista e cantora estadunidense Kristen Mather de Andrade dentre muitos outros. Em 2011, sua peça Estação Madureira, para violão e quarteto de cordas foi gravada por Zé Paulo Becker e Quarteto Radamés Gnattali, dentro do projeto As Quatro Estações Cariocas. NO mesmo ano, outra composição de sua autoria, a quadrilha Litorânea foi incluída no CD de estréia do grupo Camerata Brasilis (Acari Records – 2012). Em 2013, Vignoli criou a Orquestra Fuleira, um grupo de quinze músicos, para executar um repertório de suas composições e também peças escritas por compositores brasileiros fundamentais como Radamés Gnattali e Guerra Peixe dentre outros. Orquestra Fuleira realizou seu primeiro concerto em 2016, com grande sucesso de público na casa do Choro, Rio de Janeiro. Em abril de 2019, sua peça Das águas, para orquestra sinfônica, recebeu sua primeira audição mundial pela Orquestra Sinfônica Brasileira em um concerto de gala no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2021, entre trezentas e oitenta e seis inscrições oriundas de cinquenta países, sua composição Brancaleone foi premiada com o 2º lugar no concurso The Valley Winds International Composition Competition (USA – www.valley-winds.org).
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Choro
Descripción
JAYME VIGNOLI Cavaquinista, arranjador e compositor nascido no Rio de Janeiro em 1967, iniciou sua carreira profissional em 1984, é Bacharel em Composição pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni Rio), instituição onde também obteve o título de Mestre em Ensino das Práticas Musicais (PROEMUS – Programa em Ensino das Práticas Musicais – www.unirio.br/proemus). Integrou a Orquestra de Cordas Brasileiras e atua no conjunto Água de Moringa, ambos coletivos agraciados no Brasil com o Prêmio SHARP de Música. Com esses e outros diversos grupos, tem se apresentado por todas as regiões do Brasil e no exterior em países como Alemanha, Angola, Argentina, Colômbia, Estados Unidos da América, Dinamarca, França, Irã, Paraguai, Portugal e Suécia. Como professor, atuou em diversas instituições e festivais de música no Brasil e resto do mundo: Escola Brasileira de Música (Rio de Janeiro/RJ – Brasil), Festival de Música de Londrina (Londrina/PR – Brasil), Oficina de Música do Conservatório de Música Popular de Curitiba (Curitiba/PR – Brasil), Festival Nacional de Choro (Leme/RJ, Águas de São Pedro/SP, Belém/PA, Porto Alegre/RS, Rio de Janeiro/RJ – Brasil), Festival de Inverno da Casa do Choro (Rio de Janeiro/RJ – Brasil), Semana Seu Geraldo de Música (Leme/ SP – Brasil), Curso Internacional de Verão de Brasília (CIVEBRA – Brasília/DF – Brasil), Encontro de Choro da Unicamp (Campinas/SP – Brasil), New York University (New York – USA), Rytmisk Musikkonservatorium (Copenhague – Dinamarca), Fridhems Folkhögskola (Svalöv – Suécia) e Casa de Choro de Toulouse (Toulouse – França). Desde 2003, Vignoli leciona na Escola Portátil de Música (EPM – casadochoro.com.br/portal/view/escola_portatil) onde atualmente além de continuar trabalhando como professor, éum dos diretores/coordenadores da EPM e do Instituto Casa do Choro (ICC – casadochoro.com.br/) no Rio de Janeiro, Brasil. Jayme Vignoli trabalhou como músico e diretor musical da “sambópera” A Traviata (2001) dirigida por Augusto Boal, quando teve que reescrever a partitura de Verdi, Adaptando-a aos ritmos e gêneros musicais brasileiros. Algumas de suas composições foram gravadas por grandes artistas brasileiros como: Água de Moringa, Aldir Blanc, Camerata Brasilis, Choro da Glória, Fina Estampa, Furiosa Portátil, Mariana Baltar, Nadinho da Ilha, Rancho Carnavalesco Flor do Sereno’s Orchestra, Tungo, Valéria Lobão, Walter Alfaiate, Zé Paulo Becker and Quarteto Radamés Gnattali, Zeca Pagodinho, e muitos outros. Em 2006, entre cento e treze inscrições, foi um dos cinco finalistas do concurso de composição Prêmio SesiMinas de Cultura – composição para Orquesra de Câmara com a peça Incelença e coco de embolada, para cordas, obtendo na ocasião uma menção honrosa. Como arranjador, tem uma longa lista de colaborações em gravações e concertos junto a diversos artistas brasileiros e internacionais como: Água de Moringa, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica Brasileira, os cantores brasileiros Marcos Sacramento, Mariana Baltar e Valéria Lobão, a orquestra holandesa Metropole Orkest, a cantora sueca Miriam Aïda, A clarinetista e cantora estadunidense Kristen Mather de Andrade dentre muitos outros. Em 2011, sua peça Estação Madureira, para violão e quarteto de cordas foi gravada por Zé Paulo Becker e Quarteto Radamés Gnattali, dentro do projeto As Quatro Estações Cariocas. NO mesmo ano, outra composição de sua autoria, a quadrilha Litorânea foi incluída no CD de estréia do grupo Camerata Brasilis (Acari Records – 2012). Em 2013, Vignoli criou a Orquestra Fuleira, um grupo de quinze músicos, para executar um repertório de suas composições e também peças escritas por compositores brasileiros fundamentais como Radamés Gnattali e Guerra Peixe dentre outros. Orquestra Fuleira realizou seu primeiro concerto em 2016, com grande sucesso de público na casa do Choro, Rio de Janeiro. Em abril de 2019, sua peça Das águas, para orquestra sinfônica, recebeu sua primeira audição mundial pela Orquestra Sinfônica Brasileira em um concerto de gala no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2021, entre trezentas e oitenta e seis inscrições oriundas de cinquenta países, sua composição Brancaleone foi premiada com o 2º lugar no concurso The Valley Winds International Composition Competition (USA – www.valley-winds.org).
Música

Artista
Cantora, compositora, 2 CDs solo nas plataformas. Integrou o Arranco de Varsóvia durante 18 anos (3 álbuns nas plataformas). 30 anos de carreira na música. Parcerias com Fred Martins, Crikka Amorim, João Pinheiro, Lucina, Chico Alves, Moyseis Marques, Delia Fischer, Miltinho (MPB4) e outros. Shows junto com Martinho da Vila, Fátima Guedes, MPB4, Danilo Caymmi, Nelson Sargento e outros. Produziu eventos gastronomico-musicais. Teve uma produtora de artistas. Atuou como Diretora Executiva da ABMI – Assoc. Bras. de Música Independente – por 1 ano. Tem o Podcast Plugadas , sobre música, com Crikka Amorim.
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Cantautor/Música de autor
Descripción
Cantora, compositora, 2 CDs solo nas plataformas. Integrou o Arranco de Varsóvia durante 18 anos (3 álbuns nas plataformas). 30 anos de carreira na música. Parcerias com Fred Martins, Crikka Amorim, João Pinheiro, Lucina, Chico Alves, Moyseis Marques, Delia Fischer, Miltinho (MPB4) e outros. Shows junto com Martinho da Vila, Fátima Guedes, MPB4, Danilo Caymmi, Nelson Sargento e outros. Produziu eventos gastronomico-musicais. Teve uma produtora de artistas. Atuou como Diretora Executiva da ABMI – Assoc. Bras. de Música Independente – por 1 ano. Tem o Podcast Plugadas , sobre música, com Crikka Amorim.

Alejandra Lozano
Gestora cultural y musical, con experiencia de un año articulando proyectos musicales con diferentes públicos colombianos en la ciudad de Bogotá. Corista de la agrupación Tamboras de Suba, la cual resignifica, los procesos de movilización política y ambiental, con enfoque de género.
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Cumbia
Música Andina
Descripción
Gestora cultural y musical, con experiencia de un año articulando proyectos musicales con diferentes públicos colombianos en la ciudad de Bogotá. Corista de la agrupación Tamboras de Suba, la cual resignifica, los procesos de movilización política y ambiental, con enfoque de género.

Vtres
Jorge Eduardo Tapia Ponce EDUARDO TAPIA Pintor, escritor, actor, un artista versátil de la ciudad de Cuenca, siempre ha mantenido su estilo en la escritura, lo cual le permitió forjarse su propia trayectoria como pensador y escritor. En un principio era solista y grababa sus textos en cintas, contando vivencias de las calles de la ciudad; a través de pinturas y líricas expresa sus sentimientos. Ya en el 2003 se une a Prono dando inicio a lo que sería el actual Verso Inverso. V3 es un puente muy importante en el desarrollo del movimiento HIP-HOP, de la ciudad, además de mantenerse como gestor cultural es un artista profesional con más de 20 años de trayectoria La filosofía se centra en generar proyectos que incidan en la gestión pública generando valor para la comunidad. Formó parte de la creación del colectivo Real Fortaleza al inicio del año dos mil y gestor activo en el primer enfoque intercultural de la ciudad de Cuenca. La opción por lo público, por los ciudadanos, por los últimos, por la creatividad colaborativa. Siempre en los márgenes, en los desafíos. Profesor de economía popular y solidaria. Asesor para el Municipio de Girón y Pucará. Lo público creativo es contante en este artista.
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Golden Age Rap (& Hardcore Rap)
Old Skool Rap Pioneers
Nu Metal & Rap Metal
Rap Rock, Rapcore & Funk Metal
Descripción
Jorge Eduardo Tapia Ponce EDUARDO TAPIA Pintor, escritor, actor, un artista versátil de la ciudad de Cuenca, siempre ha mantenido su estilo en la escritura, lo cual le permitió forjarse su propia trayectoria como pensador y escritor. En un principio era solista y grababa sus textos en cintas, contando vivencias de las calles de la ciudad; a través de pinturas y líricas expresa sus sentimientos. Ya en el 2003 se une a Prono dando inicio a lo que sería el actual Verso Inverso. V3 es un puente muy importante en el desarrollo del movimiento HIP-HOP, de la ciudad, además de mantenerse como gestor cultural es un artista profesional con más de 20 años de trayectoria La filosofía se centra en generar proyectos que incidan en la gestión pública generando valor para la comunidad. Formó parte de la creación del colectivo Real Fortaleza al inicio del año dos mil y gestor activo en el primer enfoque intercultural de la ciudad de Cuenca. La opción por lo público, por los ciudadanos, por los últimos, por la creatividad colaborativa. Siempre en los márgenes, en los desafíos. Profesor de economía popular y solidaria. Asesor para el Municipio de Girón y Pucará. Lo público creativo es contante en este artista.

Tuti Rodrigues
TUTI RODRIGUES (Cristiano Dias Pinto Rodrigues) – Músico multi-instrumentista, arranjador, compositor, vencedor de dois Grammy Latino. Tem se dedicado ao estudo e pesquisa da influência da percussão e da música afro e sua influência no Sul do Brasil. Toca diversos instrumentos entre eles: o Surdo, as Congas, o Timbal, o Djembé, a Bateria, os Timbales, o Cajon, o Tarol, o Repique,Cuica e a Moringa. Aperfeiçoou seu conhecimento sobre a influência afro e caribenha quando estudou em Havana com profº José Quintana (Changuito). Na África do Sul, estudou, lecionou e realizou intercâmbio entre músicos e percussionista em Cape Town, Joanesburgo, Porto Elizabete, Costa do marfim, Mali, Guiné e Ghana, na África do Sul. Em San Diego Children’s Discovery Museum produziu concertos, programas musicais e oficinas públicas com objetivo de difundir a tradição musical e os ritmos brasileiros, como o samba e jazz. Diversas vezes lecionou percussão na faculdade de música da University of Miami, EUA (https://twitter.com/frostschoolum). Em 2018, disco premiado no Grammy Latino de melhor disco língua português, da cantora Anaadi, em Las Vegas e no mesmo ano participou de um grande espetáculo na “Fabrica de Arte”, em Havana (Cuba) com o lendário do jazz Marc Writefield (EUA) e Emilio Valdés (Cuba). Nacionalmente, produziu o CD e o espetáculo: – “Viva a Percussão”, de Marcelo Amaro (Rio de Janeiro,Brasil (https://www.youtube.com/watch?v=HwuSNSlcR2Q) Em 2019, desenvolveu o projeto “Samba com Salsa”, com Max de Castro (Brasil), Tony Succar (Miami) arranjo da percussão do disco iluminar da cantora Anaadi (Brasil). Em 2020, na segunda etapa do projeto “Samba com Salsa”, realizou a gravação e produção da canção “Mais que nada “, de Sergio Mendes, em conjunto com Tony Succar (Miami), Anaadi (Brasil), Marquinhones, Pablo (Venezuela), com a Raices Jazz Orchestra. Demonstrou a potencialidade e criatividade no uso de mídias e tecnologias digitais quando produziu a gravação da música “Vai Lá Vai Lá: Samba com Salsita” em tempo real com músicos conectados em três países distintos: Brasil, Miami, Costa Rica, em circulação no youtube (https://www.youtube.com/watch?v=VWa_3vnLqt0).
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Samba
Tambor de Crioula
Descripción
TUTI RODRIGUES (Cristiano Dias Pinto Rodrigues) – Músico multi-instrumentista, arranjador, compositor, vencedor de dois Grammy Latino. Tem se dedicado ao estudo e pesquisa da influência da percussão e da música afro e sua influência no Sul do Brasil. Toca diversos instrumentos entre eles: o Surdo, as Congas, o Timbal, o Djembé, a Bateria, os Timbales, o Cajon, o Tarol, o Repique,Cuica e a Moringa. Aperfeiçoou seu conhecimento sobre a influência afro e caribenha quando estudou em Havana com profº José Quintana (Changuito). Na África do Sul, estudou, lecionou e realizou intercâmbio entre músicos e percussionista em Cape Town, Joanesburgo, Porto Elizabete, Costa do marfim, Mali, Guiné e Ghana, na África do Sul. Em San Diego Children’s Discovery Museum produziu concertos, programas musicais e oficinas públicas com objetivo de difundir a tradição musical e os ritmos brasileiros, como o samba e jazz. Diversas vezes lecionou percussão na faculdade de música da University of Miami, EUA (https://twitter.com/frostschoolum). Em 2018, disco premiado no Grammy Latino de melhor disco língua português, da cantora Anaadi, em Las Vegas e no mesmo ano participou de um grande espetáculo na “Fabrica de Arte”, em Havana (Cuba) com o lendário do jazz Marc Writefield (EUA) e Emilio Valdés (Cuba). Nacionalmente, produziu o CD e o espetáculo: – “Viva a Percussão”, de Marcelo Amaro (Rio de Janeiro,Brasil (https://www.youtube.com/watch?v=HwuSNSlcR2Q) Em 2019, desenvolveu o projeto “Samba com Salsa”, com Max de Castro (Brasil), Tony Succar (Miami) arranjo da percussão do disco iluminar da cantora Anaadi (Brasil). Em 2020, na segunda etapa do projeto “Samba com Salsa”, realizou a gravação e produção da canção “Mais que nada “, de Sergio Mendes, em conjunto com Tony Succar (Miami), Anaadi (Brasil), Marquinhones, Pablo (Venezuela), com a Raices Jazz Orchestra. Demonstrou a potencialidade e criatividade no uso de mídias e tecnologias digitais quando produziu a gravação da música “Vai Lá Vai Lá: Samba com Salsita” em tempo real com músicos conectados em três países distintos: Brasil, Miami, Costa Rica, em circulação no youtube (https://www.youtube.com/watch?v=VWa_3vnLqt0).
Música

Perendengue Cuarteto de Bandolas
La idea de conformar la familia instrumental de la bandola andina colombiana circuló por muchos años en Bogotá y en Colombia, caracterizándose mediante una serie de búsquedas investigativas y de construcción que se consolidan finalmente en el Programa de Artes Musicales de la Facultad de Artes-ASAB de la Universidad Distrital Francisco José de Caldas. Aunque existen importantes antecedentes a nivel mundial con otros instrumentos de plectro, el desarrollo de los modelos de bandolas alto y bajo que conforman este cuarteto es una labor local en la que se han dado procesos investigativos, de consulta de bibliografía especializada, de diseño de instrumentos con el destacado lutier Luis Alberto Paredes Rodríguez, de construcción de prototipos y de evaluación de los mismos, constituyéndose en una importante innovación instrumental. La decisión de trabajar en el formato de cuarteto de bandolas obedece a la sumatoria de intereses tanto particulares como colectivos, y se constituye en la continuación de una experiencia vital y académica que ha logrado insertar propositivamente la interpretación de instrumentos locales como opción profesional universitaria y como propuesta musical que abre nuevos derroteros. Luego de dos años de un trabajo de evaluación y montaje de repertorio, Perendengue comenzó su vida artística al público en 2006. Dado que no existe un repertorio específico para este tipo de formato (con excepción de cuatro obras dedicadas a esta agrupación), el grupo aborda adaptaciones, arreglos y versiones tanto de música académica como de músicas locales de diversas procedencias, en una propuesta interpretativa de música de cámara variada y abierta, llena de contrastes estilísticos: el conjunto del repertorio es una selección de obras que brindan posibilidades interpretativas en función de consolidar y proyectar la sonoridad innovadora del cuarteto de bandolas. Ha sido ganador de numerosas convocatorias a nivel local y nacional, entre las que se destacan el "Primer Festival de Música de Cámara Ciudad de Bogotá", los ciclos de conciertos "Música Académica: Música de Cámara" y "Biblored", asi como festivales universitarios de música. El grupo participó en la “19th Guild of American Luthier Convention-Exhibition” realizando un concierto y la ilustración musical de la conferencia “History and Development of Colombian Andean Stringed Instruments” realizada por Luis Alberto Paredes (Tacoma WA, Estados Unidos, junio de 2008), y también en la celebración de los 450 años de la ciudad de Mérida (Venezuela, octubre de 2008). Fue representante por Colombia en el Encuentro de Música Latinoamericana Cantos de Nuestra América Bicentenaria con conciertos en las ciudades de Caracas y Punto Fijo (Venezuela, abril de 2010). Ganador de las convocatorias "Estímulos para la circulación internacional de Creadores, Emprendedores e Investigadores Colombianos", del Ministerio de Cultura, con una gira de cinco conciertos y dos talleres en las ciudades de Rio de Janeiro y Niterói (Brasil, 2011) y en 2014 realizó su primera gira de conciertos por Europa participando como invitado especial en el Festival "Mandolins de Lunel", Francia, donde se estrenó la primera obra compuesta para Cuarteto de Bandolas y Orquesta. En noviembre de 2011, Perendengue dio a conocer su primera producción discográfica. Luego de un obligado receso por la pandemia Covid-19, Perendengue retoma su trabajo con una renovada plantilla de instrumentistas. INTEGRANTES. BRAYAN ESTEVEN RUIZ LONDOÑO Egresado del programa de Formación Musical de la Universidad El Bosque, en Bogotá, con énfasis en ejecución de la Bandola Andina Colombiana. Su travesía musical empezó a los 10 años en el municipio de Santa Rosa de Cabal, interesándose y recibiendo formación en los instrumentos de cuerdas pulsadas de la región andina colombiana. Para el inicio de sus estudios superiores, logró acceder al crédito condonable de Ser Pilo Paga (2017) y ser formado con el maestro Fabián Forero Valderrama. Su trabajo como intérprete abarca música tradicional colombiana, latinoamericana, música clásica, jazz y repertorio variado para el instrumento solo. Se ha consolidado como uno de los mejores jóvenes bandolistas del país, trabajando con la Orquesta Filarmónica de Bogotá y su nueva orquesta “Filarmónica de Música Colombiana”. También, fue seleccionado para participar de la serie de Jóvenes Intérpretes del Banco de la República (2021), y es ganador de la convocatoria de Idartes “Esto se compone” en la categoría de intérprete (2021). Para noviembre del 2021, es invitado como solista de la Orquesta Sinfónica Nacional de Colombia para participar en el V Festival Internacional de Música Clásica de Bogotá Bogotá Es Barroco: Bach, Händel, Vivaldi, que se realiza del 12 al 15 de noviembre del 2021, interpretando el Concierto en C Mayor RV 425 de A. Vivaldi. JHON EDISON MONTENEGRO HERRERA Bandolista, mandolinista, compositor y arreglista. Magister en Música de la Pontifica Universidad Javeriana con énfasis en Bandola Andina Colombiana. Maestro en Artes Musicales con énfasis en Interpretación (Bandola Andina Colombiana) de la Facultad de Artes-ASAB Universidad Distrital Francisco José de Caldas, donde realizó sus estudios del instrumento con Jenny Marcela Alba y Manuel Bernal Martínez. Ha pertenecido a diferentes agrupaciones reconocidas dentro de la escena musical bogotana y nacional como el Trío Común tres, La Séptima, Cuarteto León Cardona, Estudiantina Bogotá, Orquesta Colombiana de Bandolas, Cuarteto de Bandolas Bq4atro y Terranova Ensamble. Ha participado en talleres de plectro con los maestros Hamilton de Holanda (Brasil), Ricardo Sandoval (Venezuela), Jorge Casanova (España) Manuel Granados (España) y Fabián Forero (Colombia). Invitado como mandolinista al concierto monográfico del maestro Germán Darío Pérez, realizado en enero de 2013 y al montaje Romero y Julieta, del compositor Serguei Prokófiev con la Orquesta Sinfónica Nacional. Ha realizado giras por varios países, entre ellos Perú, Venezuela y Argentina. Además dirige la cátedra de bandola andina y es Coordinador de músicas colombianas en la Facultad de Artes y Música de la Universidad Sergio Arboleda. SANTIAGO ANDRÉS NIETO PINZÓN Inició estudios musicales de guitarra a los 5 años en la Fundación Orquesta Sinfónica Juvenil de Colombia y más adelante, por una exploración nueva en su aprendizaje de diferentes instrumentos y bajo la orientación de la maestra Oriana Medina, en 2015, comenzó a interpretar la Bandola Andina Colombiana. Hizo parte del programa CLAN del Instituto Distrital de las Artes, donde estudio con la maestra Andrea Molano y tuvo presentaciones en algunos escenarios de la ciudad. En el año 2017 ingresó al Proyecto Curricular de Artes Musicales de la Universidad Distrital, donde actualmente desarrolla sus estudios superiores en Bandola con Jenny Alba y Manuel Bernal. Integrante de la Orquesta Colombiana de Bandolas, con la que ha tenido giras nacionales e internacionales y ha obtenido premios en convocatorias de orden distrital y nacional. Fundador de la Estudiantina Con-trastes, con la que desarrolla una interesante propuesta de repertorio y ha tenido giras a nivel nacional. MANUEL BERNAL MARTÍNEZ Profesor asistente, Universidad Distrital Francisco José de Caldas. Magíster en Musicología de la Universidad Nacional de Colombia (2018) con la tesis La Rumba Criolla en Bogotá: 1936-1948. Egresado de la Universidad Pedagógica Nacional con la monografía de grado meritoria titulada Cuerdas más cuerdas menos. Una visión del desarrollo morfológico de la Bandola Andina Colombiana. Su labor investigativa, pedagógica y artística se orienta hacia la música regional-popular colombiana. Ha publicado 2 libros en coautoría producto de investigación, al igual que composiciones, arreglos musicales y artículos especializados. Ha realizado ponencias sobre la bandola, los géneros musicales locales y la audición musical en contextos universitarios, tanto a nivel nacional como internacional. Estuvo vinculado más de 20 años al Programa de Estudios Musicales de la Pontificia Universidad Javeriana en el área de Musicología y lleva 25 años como docente de la Universidad Distrital Francisco José de Caldas, en las áreas de Música y Contexto, y Medios Instrumentales. Fundador, arreglista y bandolista de la Orquesta Colombiana de Bandolas (2010 a la actualidad), de Perendengue Cuarteto de Bandolas (2006 a la actualidad), del Conjunto Instrumental Cuatro Palos (1989-2004) y de Nogal Orquesta de Cuerdas Colombianas (1986-2003), lleva más de 35 años de vida artística desarrollando una prolífica actividad de conciertos a nivel nacional e internacional. Desde hace más de 25 años viene realizando una labor de investigación organológica, trabajando con importantes lutieres de Bogotá. Diseñó y colaboró en la construcción de modelos de bandolas alto, barítono-bajo y contrabajo. Desde el año 2002 ha estado vinculado con la Sección Cultural del Banco de la República, en la elaboración de notas de programa, como jurado de convocatorias de interpretación musical, como asesor en la adquisición de producciones discográficas de música tradicional y popular colombiana, y en la elaboración de textos y listas de reproducción para episodios podcast.
Ver detallesPerendengue Cuarteto de Bandolas
Música de Cámara
Descripción
La idea de conformar la familia instrumental de la bandola andina colombiana circuló por muchos años en Bogotá y en Colombia, caracterizándose mediante una serie de búsquedas investigativas y de construcción que se consolidan finalmente en el Programa de Artes Musicales de la Facultad de Artes-ASAB de la Universidad Distrital Francisco José de Caldas. Aunque existen importantes antecedentes a nivel mundial con otros instrumentos de plectro, el desarrollo de los modelos de bandolas alto y bajo que conforman este cuarteto es una labor local en la que se han dado procesos investigativos, de consulta de bibliografía especializada, de diseño de instrumentos con el destacado lutier Luis Alberto Paredes Rodríguez, de construcción de prototipos y de evaluación de los mismos, constituyéndose en una importante innovación instrumental. La decisión de trabajar en el formato de cuarteto de bandolas obedece a la sumatoria de intereses tanto particulares como colectivos, y se constituye en la continuación de una experiencia vital y académica que ha logrado insertar propositivamente la interpretación de instrumentos locales como opción profesional universitaria y como propuesta musical que abre nuevos derroteros. Luego de dos años de un trabajo de evaluación y montaje de repertorio, Perendengue comenzó su vida artística al público en 2006. Dado que no existe un repertorio específico para este tipo de formato (con excepción de cuatro obras dedicadas a esta agrupación), el grupo aborda adaptaciones, arreglos y versiones tanto de música académica como de músicas locales de diversas procedencias, en una propuesta interpretativa de música de cámara variada y abierta, llena de contrastes estilísticos: el conjunto del repertorio es una selección de obras que brindan posibilidades interpretativas en función de consolidar y proyectar la sonoridad innovadora del cuarteto de bandolas. Ha sido ganador de numerosas convocatorias a nivel local y nacional, entre las que se destacan el "Primer Festival de Música de Cámara Ciudad de Bogotá", los ciclos de conciertos "Música Académica: Música de Cámara" y "Biblored", asi como festivales universitarios de música. El grupo participó en la “19th Guild of American Luthier Convention-Exhibition” realizando un concierto y la ilustración musical de la conferencia “History and Development of Colombian Andean Stringed Instruments” realizada por Luis Alberto Paredes (Tacoma WA, Estados Unidos, junio de 2008), y también en la celebración de los 450 años de la ciudad de Mérida (Venezuela, octubre de 2008). Fue representante por Colombia en el Encuentro de Música Latinoamericana Cantos de Nuestra América Bicentenaria con conciertos en las ciudades de Caracas y Punto Fijo (Venezuela, abril de 2010). Ganador de las convocatorias "Estímulos para la circulación internacional de Creadores, Emprendedores e Investigadores Colombianos", del Ministerio de Cultura, con una gira de cinco conciertos y dos talleres en las ciudades de Rio de Janeiro y Niterói (Brasil, 2011) y en 2014 realizó su primera gira de conciertos por Europa participando como invitado especial en el Festival "Mandolins de Lunel", Francia, donde se estrenó la primera obra compuesta para Cuarteto de Bandolas y Orquesta. En noviembre de 2011, Perendengue dio a conocer su primera producción discográfica. Luego de un obligado receso por la pandemia Covid-19, Perendengue retoma su trabajo con una renovada plantilla de instrumentistas. INTEGRANTES. BRAYAN ESTEVEN RUIZ LONDOÑO Egresado del programa de Formación Musical de la Universidad El Bosque, en Bogotá, con énfasis en ejecución de la Bandola Andina Colombiana. Su travesía musical empezó a los 10 años en el municipio de Santa Rosa de Cabal, interesándose y recibiendo formación en los instrumentos de cuerdas pulsadas de la región andina colombiana. Para el inicio de sus estudios superiores, logró acceder al crédito condonable de Ser Pilo Paga (2017) y ser formado con el maestro Fabián Forero Valderrama. Su trabajo como intérprete abarca música tradicional colombiana, latinoamericana, música clásica, jazz y repertorio variado para el instrumento solo. Se ha consolidado como uno de los mejores jóvenes bandolistas del país, trabajando con la Orquesta Filarmónica de Bogotá y su nueva orquesta “Filarmónica de Música Colombiana”. También, fue seleccionado para participar de la serie de Jóvenes Intérpretes del Banco de la República (2021), y es ganador de la convocatoria de Idartes “Esto se compone” en la categoría de intérprete (2021). Para noviembre del 2021, es invitado como solista de la Orquesta Sinfónica Nacional de Colombia para participar en el V Festival Internacional de Música Clásica de Bogotá Bogotá Es Barroco: Bach, Händel, Vivaldi, que se realiza del 12 al 15 de noviembre del 2021, interpretando el Concierto en C Mayor RV 425 de A. Vivaldi. JHON EDISON MONTENEGRO HERRERA Bandolista, mandolinista, compositor y arreglista. Magister en Música de la Pontifica Universidad Javeriana con énfasis en Bandola Andina Colombiana. Maestro en Artes Musicales con énfasis en Interpretación (Bandola Andina Colombiana) de la Facultad de Artes-ASAB Universidad Distrital Francisco José de Caldas, donde realizó sus estudios del instrumento con Jenny Marcela Alba y Manuel Bernal Martínez. Ha pertenecido a diferentes agrupaciones reconocidas dentro de la escena musical bogotana y nacional como el Trío Común tres, La Séptima, Cuarteto León Cardona, Estudiantina Bogotá, Orquesta Colombiana de Bandolas, Cuarteto de Bandolas Bq4atro y Terranova Ensamble. Ha participado en talleres de plectro con los maestros Hamilton de Holanda (Brasil), Ricardo Sandoval (Venezuela), Jorge Casanova (España) Manuel Granados (España) y Fabián Forero (Colombia). Invitado como mandolinista al concierto monográfico del maestro Germán Darío Pérez, realizado en enero de 2013 y al montaje Romero y Julieta, del compositor Serguei Prokófiev con la Orquesta Sinfónica Nacional. Ha realizado giras por varios países, entre ellos Perú, Venezuela y Argentina. Además dirige la cátedra de bandola andina y es Coordinador de músicas colombianas en la Facultad de Artes y Música de la Universidad Sergio Arboleda. SANTIAGO ANDRÉS NIETO PINZÓN Inició estudios musicales de guitarra a los 5 años en la Fundación Orquesta Sinfónica Juvenil de Colombia y más adelante, por una exploración nueva en su aprendizaje de diferentes instrumentos y bajo la orientación de la maestra Oriana Medina, en 2015, comenzó a interpretar la Bandola Andina Colombiana. Hizo parte del programa CLAN del Instituto Distrital de las Artes, donde estudio con la maestra Andrea Molano y tuvo presentaciones en algunos escenarios de la ciudad. En el año 2017 ingresó al Proyecto Curricular de Artes Musicales de la Universidad Distrital, donde actualmente desarrolla sus estudios superiores en Bandola con Jenny Alba y Manuel Bernal. Integrante de la Orquesta Colombiana de Bandolas, con la que ha tenido giras nacionales e internacionales y ha obtenido premios en convocatorias de orden distrital y nacional. Fundador de la Estudiantina Con-trastes, con la que desarrolla una interesante propuesta de repertorio y ha tenido giras a nivel nacional. MANUEL BERNAL MARTÍNEZ Profesor asistente, Universidad Distrital Francisco José de Caldas. Magíster en Musicología de la Universidad Nacional de Colombia (2018) con la tesis La Rumba Criolla en Bogotá: 1936-1948. Egresado de la Universidad Pedagógica Nacional con la monografía de grado meritoria titulada Cuerdas más cuerdas menos. Una visión del desarrollo morfológico de la Bandola Andina Colombiana. Su labor investigativa, pedagógica y artística se orienta hacia la música regional-popular colombiana. Ha publicado 2 libros en coautoría producto de investigación, al igual que composiciones, arreglos musicales y artículos especializados. Ha realizado ponencias sobre la bandola, los géneros musicales locales y la audición musical en contextos universitarios, tanto a nivel nacional como internacional. Estuvo vinculado más de 20 años al Programa de Estudios Musicales de la Pontificia Universidad Javeriana en el área de Musicología y lleva 25 años como docente de la Universidad Distrital Francisco José de Caldas, en las áreas de Música y Contexto, y Medios Instrumentales. Fundador, arreglista y bandolista de la Orquesta Colombiana de Bandolas (2010 a la actualidad), de Perendengue Cuarteto de Bandolas (2006 a la actualidad), del Conjunto Instrumental Cuatro Palos (1989-2004) y de Nogal Orquesta de Cuerdas Colombianas (1986-2003), lleva más de 35 años de vida artística desarrollando una prolífica actividad de conciertos a nivel nacional e internacional. Desde hace más de 25 años viene realizando una labor de investigación organológica, trabajando con importantes lutieres de Bogotá. Diseñó y colaboró en la construcción de modelos de bandolas alto, barítono-bajo y contrabajo. Desde el año 2002 ha estado vinculado con la Sección Cultural del Banco de la República, en la elaboración de notas de programa, como jurado de convocatorias de interpretación musical, como asesor en la adquisición de producciones discográficas de música tradicional y popular colombiana, y en la elaboración de textos y listas de reproducción para episodios podcast.
Música

Compositor
Comienza sus estudios musicales formales a través del oboe en la Facultad de Artes de la Universidad de Chile y paralelamente recibe sus primeras lecciones de composición de manera privada con el compositor Hernán Ramírez Ávila. A partir del año 1987 iniciará sus estudios de Licenciatura en Música y de composición, en 1992, en esta misma Facultad. Sus primeras incursiones en composición electroacústica las realizó con la ayuda y consejos del maestro Juan Amenábar. En 1995, decide continuar sus estudios en Barcelona, bajo la tutela de Gabriel Brnčić en el Instituto del Audiovisual de la Universidad Pompeu Fabra. El año 1997 ingresa al Conservatorio Nacional Superior de Música de Lyon, donde terminará sus estudios superiores de composición. Allí estudiará con los compositores Philippe Manoury y Marco Stroppa, e informática musical con Denis Lorrain. Su música comprende obras de cámara de formatos diversos, incluyendo la utilización de medios electroacústicos y ha sido interpretada en muchos países de Europa, América, Asia y Estados Unidos. Su principal interés en la práctica musical es la colaboración compositor/intérprete. Ha trabajado mutuamente con músicos de distintas nacionalidades tales como Ensemble New Babylon, Taller Sonoro, Alberto Rosado, Garth Knox, Teodoro Anzellotti, Richard Craig, Taller Ciclo, Evan Parker, Matteo Pennese, mdi ensemble, Diego Castro, Paola Muñoz, Karina Fischer, Guillermo Lavado, Álvaro Zegers Y Duo Mutis. Posee un doctorado (PhD) que obtuvo en 2019 en la Universidad de Huddersfield, Reino Unido, con la tesis Dinámicas recursivas incrustadas en el núcleo de prácticas composicionales extendidas, bajo la supervisión de la compositora australiana Liza Lim. En 2011 junto a un grupo de compositores chilenos forma el Taller Ciclo, para la experimentación musica, del cual es director musical. Actualmente, es profesor de composición en el Instituto de Música de la Pontificia Universidad Católica de Chile, donde además está a cargo del LATEM (Laboratorio de Tecnología y Experimentación Musical). Dentro de sus actividades académicas también imparte cursos en el Magíster y Doctorado en Artes de esta misma Universidad.
Ver detallesCompositor
Contemporánea
Descripción
Comienza sus estudios musicales formales a través del oboe en la Facultad de Artes de la Universidad de Chile y paralelamente recibe sus primeras lecciones de composición de manera privada con el compositor Hernán Ramírez Ávila. A partir del año 1987 iniciará sus estudios de Licenciatura en Música y de composición, en 1992, en esta misma Facultad. Sus primeras incursiones en composición electroacústica las realizó con la ayuda y consejos del maestro Juan Amenábar. En 1995, decide continuar sus estudios en Barcelona, bajo la tutela de Gabriel Brnčić en el Instituto del Audiovisual de la Universidad Pompeu Fabra. El año 1997 ingresa al Conservatorio Nacional Superior de Música de Lyon, donde terminará sus estudios superiores de composición. Allí estudiará con los compositores Philippe Manoury y Marco Stroppa, e informática musical con Denis Lorrain. Su música comprende obras de cámara de formatos diversos, incluyendo la utilización de medios electroacústicos y ha sido interpretada en muchos países de Europa, América, Asia y Estados Unidos. Su principal interés en la práctica musical es la colaboración compositor/intérprete. Ha trabajado mutuamente con músicos de distintas nacionalidades tales como Ensemble New Babylon, Taller Sonoro, Alberto Rosado, Garth Knox, Teodoro Anzellotti, Richard Craig, Taller Ciclo, Evan Parker, Matteo Pennese, mdi ensemble, Diego Castro, Paola Muñoz, Karina Fischer, Guillermo Lavado, Álvaro Zegers Y Duo Mutis. Posee un doctorado (PhD) que obtuvo en 2019 en la Universidad de Huddersfield, Reino Unido, con la tesis Dinámicas recursivas incrustadas en el núcleo de prácticas composicionales extendidas, bajo la supervisión de la compositora australiana Liza Lim. En 2011 junto a un grupo de compositores chilenos forma el Taller Ciclo, para la experimentación musica, del cual es director musical. Actualmente, es profesor de composición en el Instituto de Música de la Pontificia Universidad Católica de Chile, donde además está a cargo del LATEM (Laboratorio de Tecnología y Experimentación Musical). Dentro de sus actividades académicas también imparte cursos en el Magíster y Doctorado en Artes de esta misma Universidad.
Música

Chalupa Travel
Chalupa Travel es una agrupación que promueve y difunde el folclor colombiano, la tradicional oral, la memoria sonora de pueblos del caribe colombiano, entrelazados con ritmos foráneos como el Soukous, el jazz, el Afrobeat, entre otros; con composiciones propias que fusionan lo tradicional y lo contemporáneo, adentrándose al género de World Music. Con 7 años de trayectoria, Chalupa Travel ha llevado su música a paises como Cuba 2013 y 2016, México 2019 y una presentación virtual para el público Chileno en 2020 en el marco de el mercado cultural VAM. Dentro de su territorio ha participado de eventos como Los Premios Shock, en la categoria artista revelación, La Feria de las Flores en diferentes versiones y showcases en mercados culturales como Circulart y Expocultura.
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Worldbeat
Folclore Fusión
Descripción
Chalupa Travel es una agrupación que promueve y difunde el folclor colombiano, la tradicional oral, la memoria sonora de pueblos del caribe colombiano, entrelazados con ritmos foráneos como el Soukous, el jazz, el Afrobeat, entre otros; con composiciones propias que fusionan lo tradicional y lo contemporáneo, adentrándose al género de World Music. Con 7 años de trayectoria, Chalupa Travel ha llevado su música a paises como Cuba 2013 y 2016, México 2019 y una presentación virtual para el público Chileno en 2020 en el marco de el mercado cultural VAM. Dentro de su territorio ha participado de eventos como Los Premios Shock, en la categoria artista revelación, La Feria de las Flores en diferentes versiones y showcases en mercados culturales como Circulart y Expocultura.

Ndaipori Frontera
Es un bloque de artistas en sus comienzos de la escena alternativa del rap paraguayo para luego abrirse camino mas allá de los géneros musicales, que gestionan, fomentan y aportan, mediante diversas expresiones artísticas, generando espacios de dispersión, diversión y aprendizaje, mediante la música, pintura, danza, arte corporal, teatro, deportes extremos, espacios de diálogo, autoeducación y varias disciplinas artísticas más, en varios rincones del país. Realizando todo tipo de producciones, de media y gran escala, desde encuentros culturales a festivales más masivos, impulsando y promoviendo el arte y a los artistas, en busca de generar mensajes que apuntan a la evolución de conciencia.
Ver detallesNdaipori Frontera
Descripción
Es un bloque de artistas en sus comienzos de la escena alternativa del rap paraguayo para luego abrirse camino mas allá de los géneros musicales, que gestionan, fomentan y aportan, mediante diversas expresiones artísticas, generando espacios de dispersión, diversión y aprendizaje, mediante la música, pintura, danza, arte corporal, teatro, deportes extremos, espacios de diálogo, autoeducación y varias disciplinas artísticas más, en varios rincones del país. Realizando todo tipo de producciones, de media y gran escala, desde encuentros culturales a festivales más masivos, impulsando y promoviendo el arte y a los artistas, en busca de generar mensajes que apuntan a la evolución de conciencia.
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