
LA SANCHEZ VIAMONTE
LSV es creada por la música y compositora Carmen Sánchez Viamonte. Con tan solo 21 años, Carmen editó dos discos como solista “Episodios del Deshielo” y “Eva”, para luego dar paso en abril de 2018 a una formación en banda en voz y guitarra, Juan Pedro Lucesole en guitarra eléctrica, Pablo Mártin en teclado, Nicolás Marini en bajo, Rodrigo Sánchez Viamonte en flauta traversa y mandolina y Santiago Oñate en batería. El primer disco de La Sánchez Viamonte fue grabado en mayo de 2019. El material refleja el carácter que tiene la banda en vivo. Sus canciones remiten al espíritu de lucha que acarrean los tiempos que nos rodean, fusionando potencia rockera y matices folclóricos rioplatenses.
Ver detallesLA SANCHEZ VIAMONTE
Descripción
LSV es creada por la música y compositora Carmen Sánchez Viamonte. Con tan solo 21 años, Carmen editó dos discos como solista “Episodios del Deshielo” y “Eva”, para luego dar paso en abril de 2018 a una formación en banda en voz y guitarra, Juan Pedro Lucesole en guitarra eléctrica, Pablo Mártin en teclado, Nicolás Marini en bajo, Rodrigo Sánchez Viamonte en flauta traversa y mandolina y Santiago Oñate en batería. El primer disco de La Sánchez Viamonte fue grabado en mayo de 2019. El material refleja el carácter que tiene la banda en vivo. Sus canciones remiten al espíritu de lucha que acarrean los tiempos que nos rodean, fusionando potencia rockera y matices folclóricos rioplatenses.

Daniel Nikes
Cantautor/Música de autor
Descripción
Compositor

Alberto Muñoz
Folclor
Descripción
Cantautor de música argentina y latinoamericana.

Dany Souto
Daniel Souto é cantor e compositor. Especializado em ritmos brasileiros como samba e forró é multi-instrumentista, toca rabeca, violão, cavaco, viola caipira e percussão. Começou de forma auto didata os estudos de violão aos onze anos, aos quatorze integrou grupos de Rock em Niterói e São Gonçalo, nos quais era o vocalista. Aos dezoito entra na escola de música Villa Lobos no curso de violão clássico e começa sua carreira tocando forró. Durante anos tocou nas bandas Forró sem Frescura e Saísse e os Bois, onde gravou os CDs Forró sem Frescura Demo e Onde Passa Boi Passa Boiada, respectivamente. Com esses trabalhos tocou nas maiores casas de forró do Brasil e abriu shows de grandes artistas como Lenine, Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Elba Ramalho, Forróçacana, entre outros. Em 2002 entra na Escola Portátil de Música (EPM), onde permanece por seis anos na oficina de choro e tem como professores Maurício Carrilho (violão de 7 cordas) e Luciana Rabello (cavaco). Foi selecionado para gravar a música Caçuá de Maurício Carrilho e João Lira no CD da (EPM) no estúdio Acarí Records. Como pesquisador de culturas populares, se apaixonou pela rabeca, instrumento usado em muitas dessas manifestações e em 2005 entra no Grupo de Pesquisa Cavalo Marinho Boidaqui, como rabequeiro de Cavalo Marinho, aprofundando sua pesquisa com mestras e mestres do Jongo, Tambor de Crioulla, Cacuriá, Cavalo Marinho, Reisados e muitas outras. Como monitor de pesquisas do grupo, tornou-se professor de cavaco e violão no Centro Cultural Jongo Da Serrinha no ano de 2006. Com a influência do choro, monta o grupo Samba de Malês com amigos da EPM e em 2007 participa do primeiro concurso de samba da Brahma, o SAMBRAHMA. O grupo conquista o primeiro lugar, abrindo o show de Zeca Pagodinho e gravando um CD com 13 sambas inéditos, sendo um de autoria de Dona Ivone Lara e um Maxixe de Silvério Pontes, em renomado estúdio do Rio de Janeiro, tendo como direção musical Wanderson Martins. Assíduo frequentador do Bip Bip, Daniel faz parte como cavaquinista, violonista e cantor de várias rodas de samba como o Samba Honesto do Prata Preta, assim como faz parte de blocos de carnaval como o Cordão do Prata Preta, Vamo ET, Charana Talismâ, Samba Honesto, Samba da Pedra do Sal, dentre outros. Em 2010 ingressa na faculdade Candido Mendes, cursando Bacharelado em Ciências Sociais com Ênfase em Política e Produção Cultural e é chamado para integrar a SUPLEI (Superintendência da Lei de Incentivo da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro), aonde trabalhou durante dois anos na comissão de acompanhamento de projetos culturais. No ano de 2013, após uma turnê de grande sucesso em Portugal, onde ministrou palestras e tocou rabeca com o Quinteto Luso Baião, se apresentou em vários festivais renomados como o Andanças, Danças na Água e Pé na Terra, bem como em casas de show portuguesas, Daniel, inspirado pela troca de saberes, retorna ao Brasil e forma o grupo Forró De Rabeca, junto com Júlio Brechó (Percussão e voz), Marcelo Bruno (Violão e voz) e Gabriel Gabriel (Percussão e voz). Sua música contagiante conquistou o público em casas de show na Lapa (RJ), em apresentações espetaculares na Rua do Ouvidor que atraíram multidões de até 1500 pessoas semanalmente e eventos grandiosos que levaram cerca de 3000 pessoas à Pedra do Leme. O sucesso os levou à palcos maiores, incluindo o renomado Circo Voador, Arraiá da Praça da Harmonia e grandes festivais como a Virada Cultural de São Paulo. Em 2019 Daniel embarca em nova turnê solo na Europa, lotando casas de show em Portugal como Titannic e Fábrica Braço de Prata (lisboa), bem como na França no Favela Chique e L’Alimentacion Générale (Paris). Além disso, participou de eventos como o Samba Colaborativo no Cais do Sodré e Projeto Viva o Samba Lisboa. No ano seguinte, o artista recebe 3 indicações ao Prêmio Profissionais da Música: intérprete de culturas populares, intérprete (cantor) de samba e projetos musicais culturais, com o grupo Forró De Rabeca. O ano de 2020 trouxe dois marcos importantes, com o álbum de estreia gravado graças ao edital Retomada Cultural RJ. O grupo é contemplado pelo edital da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa a (SESEC), por via da Lei Aldir Blanc, e, com muita expectativa, o primeiro álbum visual da banda foi lançado em 27 de maio de 2020. O álbum incorpora a inovação musical que caracteriza a carreira de oito anos da banda, misturando o tradicional com a vanguarda, a raiz com o contemporâneo, em um coquetel sonoro único. Outro marco que merece destaque, foi sua música, Castelo de São Jorge, um samba feito em lisboa em 2019 que foi gravado pelo Viva o Saba Lisboa com a participação de António Zambujo, um dos maiores intérpretes da língua portuguesa. A gravação gerou um clipe com o cantor lusitano e foi tocada ao vivo em programas de alta audiência da TV portuguesa. Daniel se apresenta com o Forro De Rabeca acompanhado de Marcelo Bruno (baixo e voz), Rodrigo Pacato (zabumba e voz), André Bitto (sanfona), Potyra Castro (percussão e voz) e Bruno Reis (viola caipira), acrescentando novas matizes à já rica sonoridade. Com essa formação, o grupo lança as primeiras RODAS de Forró-Choro-Jazz, trazendo mais uma vez, uma fusão de tradição e modernidade, e recebendo semanalmente. A roda do Forró De Rabeca começou semanalmente no Armazém do Campo RJ e durou um ano e meio, sempre com casa cheia, muita alegria, música boa e contagiante. Porém a banda sempre teve uma predileção pela proximidade com o público com eventos ao ar livre e hoje se apresenta na Banca do André ( Cinelândia) e lá o público canta e dança junto ao som de Daniel Souto e seu Forró De Rabeca. Cada Roda é única pois recebemos participações musicais de todo o mundo, artistas que fazem questão de prestigiar e mergulhar nas emocionantes improvisações.
Ver detallesDany Souto
Samba
Forró
Regional
Descripción
Daniel Souto é cantor e compositor. Especializado em ritmos brasileiros como samba e forró é multi-instrumentista, toca rabeca, violão, cavaco, viola caipira e percussão. Começou de forma auto didata os estudos de violão aos onze anos, aos quatorze integrou grupos de Rock em Niterói e São Gonçalo, nos quais era o vocalista. Aos dezoito entra na escola de música Villa Lobos no curso de violão clássico e começa sua carreira tocando forró. Durante anos tocou nas bandas Forró sem Frescura e Saísse e os Bois, onde gravou os CDs Forró sem Frescura Demo e Onde Passa Boi Passa Boiada, respectivamente. Com esses trabalhos tocou nas maiores casas de forró do Brasil e abriu shows de grandes artistas como Lenine, Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Elba Ramalho, Forróçacana, entre outros. Em 2002 entra na Escola Portátil de Música (EPM), onde permanece por seis anos na oficina de choro e tem como professores Maurício Carrilho (violão de 7 cordas) e Luciana Rabello (cavaco). Foi selecionado para gravar a música Caçuá de Maurício Carrilho e João Lira no CD da (EPM) no estúdio Acarí Records. Como pesquisador de culturas populares, se apaixonou pela rabeca, instrumento usado em muitas dessas manifestações e em 2005 entra no Grupo de Pesquisa Cavalo Marinho Boidaqui, como rabequeiro de Cavalo Marinho, aprofundando sua pesquisa com mestras e mestres do Jongo, Tambor de Crioulla, Cacuriá, Cavalo Marinho, Reisados e muitas outras. Como monitor de pesquisas do grupo, tornou-se professor de cavaco e violão no Centro Cultural Jongo Da Serrinha no ano de 2006. Com a influência do choro, monta o grupo Samba de Malês com amigos da EPM e em 2007 participa do primeiro concurso de samba da Brahma, o SAMBRAHMA. O grupo conquista o primeiro lugar, abrindo o show de Zeca Pagodinho e gravando um CD com 13 sambas inéditos, sendo um de autoria de Dona Ivone Lara e um Maxixe de Silvério Pontes, em renomado estúdio do Rio de Janeiro, tendo como direção musical Wanderson Martins. Assíduo frequentador do Bip Bip, Daniel faz parte como cavaquinista, violonista e cantor de várias rodas de samba como o Samba Honesto do Prata Preta, assim como faz parte de blocos de carnaval como o Cordão do Prata Preta, Vamo ET, Charana Talismâ, Samba Honesto, Samba da Pedra do Sal, dentre outros. Em 2010 ingressa na faculdade Candido Mendes, cursando Bacharelado em Ciências Sociais com Ênfase em Política e Produção Cultural e é chamado para integrar a SUPLEI (Superintendência da Lei de Incentivo da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro), aonde trabalhou durante dois anos na comissão de acompanhamento de projetos culturais. No ano de 2013, após uma turnê de grande sucesso em Portugal, onde ministrou palestras e tocou rabeca com o Quinteto Luso Baião, se apresentou em vários festivais renomados como o Andanças, Danças na Água e Pé na Terra, bem como em casas de show portuguesas, Daniel, inspirado pela troca de saberes, retorna ao Brasil e forma o grupo Forró De Rabeca, junto com Júlio Brechó (Percussão e voz), Marcelo Bruno (Violão e voz) e Gabriel Gabriel (Percussão e voz). Sua música contagiante conquistou o público em casas de show na Lapa (RJ), em apresentações espetaculares na Rua do Ouvidor que atraíram multidões de até 1500 pessoas semanalmente e eventos grandiosos que levaram cerca de 3000 pessoas à Pedra do Leme. O sucesso os levou à palcos maiores, incluindo o renomado Circo Voador, Arraiá da Praça da Harmonia e grandes festivais como a Virada Cultural de São Paulo. Em 2019 Daniel embarca em nova turnê solo na Europa, lotando casas de show em Portugal como Titannic e Fábrica Braço de Prata (lisboa), bem como na França no Favela Chique e L’Alimentacion Générale (Paris). Além disso, participou de eventos como o Samba Colaborativo no Cais do Sodré e Projeto Viva o Samba Lisboa. No ano seguinte, o artista recebe 3 indicações ao Prêmio Profissionais da Música: intérprete de culturas populares, intérprete (cantor) de samba e projetos musicais culturais, com o grupo Forró De Rabeca. O ano de 2020 trouxe dois marcos importantes, com o álbum de estreia gravado graças ao edital Retomada Cultural RJ. O grupo é contemplado pelo edital da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa a (SESEC), por via da Lei Aldir Blanc, e, com muita expectativa, o primeiro álbum visual da banda foi lançado em 27 de maio de 2020. O álbum incorpora a inovação musical que caracteriza a carreira de oito anos da banda, misturando o tradicional com a vanguarda, a raiz com o contemporâneo, em um coquetel sonoro único. Outro marco que merece destaque, foi sua música, Castelo de São Jorge, um samba feito em lisboa em 2019 que foi gravado pelo Viva o Saba Lisboa com a participação de António Zambujo, um dos maiores intérpretes da língua portuguesa. A gravação gerou um clipe com o cantor lusitano e foi tocada ao vivo em programas de alta audiência da TV portuguesa. Daniel se apresenta com o Forro De Rabeca acompanhado de Marcelo Bruno (baixo e voz), Rodrigo Pacato (zabumba e voz), André Bitto (sanfona), Potyra Castro (percussão e voz) e Bruno Reis (viola caipira), acrescentando novas matizes à já rica sonoridade. Com essa formação, o grupo lança as primeiras RODAS de Forró-Choro-Jazz, trazendo mais uma vez, uma fusão de tradição e modernidade, e recebendo semanalmente. A roda do Forró De Rabeca começou semanalmente no Armazém do Campo RJ e durou um ano e meio, sempre com casa cheia, muita alegria, música boa e contagiante. Porém a banda sempre teve uma predileção pela proximidade com o público com eventos ao ar livre e hoje se apresenta na Banca do André ( Cinelândia) e lá o público canta e dança junto ao som de Daniel Souto e seu Forró De Rabeca. Cada Roda é única pois recebemos participações musicais de todo o mundo, artistas que fazem questão de prestigiar e mergulhar nas emocionantes improvisações.
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Forró De Rabeca TEASER

A MARCHINHA – DANIEL SOUTO E FORRÓ DE RABECA – CLIPE OFICIAL

FORRÓ DA CONFLUÊNCIA – DANIEL SOUTO E FORRÓ DE RABECA – CLIPE OFICIAL

AMARELOU – DANIEL SOUTO E FORRÓ DE RABECA – CLIPE OFICIAL

DESSA MANEIRA – DANIEL SOUTO E FORRÓ DE RABECA – CLIPE OFICIAL

Forró De Rabeca na Pedra do Leme 02/02/2014

CAMA DE AREIA – DANIEL SOUTO E FORRÓ DE RABECA – CLIPE OFICIAL

NOITE ETERNA – DANIEL SOUTO E FORRÓ DE RABECA – CLIPE OFICIAL

Castelo de São Jorge – participação António Zambujo

Viva o Samba – Programa Casa Feliz SIC
Música

Mario
compositor e intérprete del norte del país, con las influencias musicales de su lugar de nacimiento, además de las del sur, Sur-Oeste del Uruguay
Ver detallesMario
Folclor
Descripción
compositor e intérprete del norte del país, con las influencias musicales de su lugar de nacimiento, además de las del sur, Sur-Oeste del Uruguay

Ricardo Montes
Ricardo Montes es un cantautor que plasma en sus canciones historias cotidianas, llenas de honestidad e imágenes que nos permiten identificarnos rápidamente con ellas. Su trabajo ha sido influenciado por los intérpretes de la nueva trova cubana y el canto nuevo, tales como Silvio Rodríguez, Santiago Feliú, Fernando Delgadillo, Alejandro Filio y Rafa Mendoza. La poesía y la melodía son sin duda alguna los ejes centrales de su obra musical, bastando su voz y su guitarra para llevarnos en un viaje por todos los matices del sentimiento humano, a través de diferentes ritmos y sonidos, que van desde el folk hasta el bossa y del bolero al son, de una forma fresca y sutil. Comenzó sus estudios musicales en la Escuela Superior de Música de la Universidad Juárez del Estado de Durango, posteriormente formó parte de la escuela “Del Rock a la Palabra” del Centro Cultural Ollin Yoliztli en la Ciudad de México. Rafael Mendoza, Antonio Rodríguez “Frino” y Mauricio Díaz “Hueso” han sido sólo algunos de sus principales formadores. A lo largo de casi quince años de carrera, Ricardo Montes ha pisado diversos escenarios como el Teatro Ricardo Castro (Durango 2010), el Foro Cultural Coyoacanense (CDMX 2016) y la Sala Manuel M. Ponce (Morelos 2017). Además, se presenta de manera regular en los foros de mayor renombre en el ámbito de la trova tales como: “El Breve Espacio Lindavista”, “Albanta”, “Oh alá” y el mítico “Sapo cancionero”. Su obra le ha permitido ser parte de diferentes festivales como el Festival Revueltas (2013, 2014 y 2019), el Festival Ricardo Castro y la FENADU 2015 en la Ciudad de Durango, así como, el Festival de Primavera de Radio Independiente en la Ciudad de Cuernavaca, Morelos (2017-2018) y el Festival Internacional de las Artes Barranca del Cupatitzio, Michoacán 2019.
Ver detallesRicardo Montes
Trova & Feeling
Balada Pop
Descripción
Ricardo Montes es un cantautor que plasma en sus canciones historias cotidianas, llenas de honestidad e imágenes que nos permiten identificarnos rápidamente con ellas. Su trabajo ha sido influenciado por los intérpretes de la nueva trova cubana y el canto nuevo, tales como Silvio Rodríguez, Santiago Feliú, Fernando Delgadillo, Alejandro Filio y Rafa Mendoza. La poesía y la melodía son sin duda alguna los ejes centrales de su obra musical, bastando su voz y su guitarra para llevarnos en un viaje por todos los matices del sentimiento humano, a través de diferentes ritmos y sonidos, que van desde el folk hasta el bossa y del bolero al son, de una forma fresca y sutil. Comenzó sus estudios musicales en la Escuela Superior de Música de la Universidad Juárez del Estado de Durango, posteriormente formó parte de la escuela “Del Rock a la Palabra” del Centro Cultural Ollin Yoliztli en la Ciudad de México. Rafael Mendoza, Antonio Rodríguez “Frino” y Mauricio Díaz “Hueso” han sido sólo algunos de sus principales formadores. A lo largo de casi quince años de carrera, Ricardo Montes ha pisado diversos escenarios como el Teatro Ricardo Castro (Durango 2010), el Foro Cultural Coyoacanense (CDMX 2016) y la Sala Manuel M. Ponce (Morelos 2017). Además, se presenta de manera regular en los foros de mayor renombre en el ámbito de la trova tales como: “El Breve Espacio Lindavista”, “Albanta”, “Oh alá” y el mítico “Sapo cancionero”. Su obra le ha permitido ser parte de diferentes festivales como el Festival Revueltas (2013, 2014 y 2019), el Festival Ricardo Castro y la FENADU 2015 en la Ciudad de Durango, así como, el Festival de Primavera de Radio Independiente en la Ciudad de Cuernavaca, Morelos (2017-2018) y el Festival Internacional de las Artes Barranca del Cupatitzio, Michoacán 2019.
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Música

Lautaro
Profesor de Música con orientación en Música Popular (Universidad de La Plata, Facultad de Bellas Artes). Cante lírico y popular. Compositor de Música Urbana Río-Platense.
Ver detallesLautaro
Descripción
Profesor de Música con orientación en Música Popular (Universidad de La Plata, Facultad de Bellas Artes). Cante lírico y popular. Compositor de Música Urbana Río-Platense.

Carmen Andrés
Cantautor/Música de autor
Descripción
Cantautora y pianista costarricense

João Bragança
O musico João Bragança começa a compôr em 2013 para satisfazer a necessidade de dizer o que as palavras simplesmente ditas nao supriam. Em 2014 desfrutou da surpresa de ter uma de suas musicas gravadas pela cantora Anitta em um cover no YouTube. A canção Fiz Pra Você protagonizou o seu último EP (Tons de Azul) com uma nova roupagem, dando visibilidade às outras faces do seu trabalho musical. João busca trazer para nossa experiência sonora todas as referências musicais que passaram por sua vida, encontrando harmonias da bossa nova, do samba, do rock, do soul e da MPB. A ideia principal é se fazer entender, com a simplicidade que lhe cabe, sobre as questões que o permeiam na vida: as dúvidas, os esclarecimentos e os amores.
Ver detallesJoão Bragança
MPB
Samba
Urban Soul / Pop (Nu R&B I)
Descripción
O musico João Bragança começa a compôr em 2013 para satisfazer a necessidade de dizer o que as palavras simplesmente ditas nao supriam. Em 2014 desfrutou da surpresa de ter uma de suas musicas gravadas pela cantora Anitta em um cover no YouTube. A canção Fiz Pra Você protagonizou o seu último EP (Tons de Azul) com uma nova roupagem, dando visibilidade às outras faces do seu trabalho musical. João busca trazer para nossa experiência sonora todas as referências musicais que passaram por sua vida, encontrando harmonias da bossa nova, do samba, do rock, do soul e da MPB. A ideia principal é se fazer entender, com a simplicidade que lhe cabe, sobre as questões que o permeiam na vida: as dúvidas, os esclarecimentos e os amores.
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