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David Riquelme Guitarrista y Compositor


Chile

Solista

Solistas

Inicié mis estudios de guitarra clásica el año 2001 en el Instituto de Música de la Pontificia Universidad Católica de Chile, bajo la guía del profesor Alejandro Peralta. En el año 2011 obtuve el título de Intérprete Profesional en Guitarra Clásica. Paralelamente, desarrollé mi vocación por la enseñanza, titulándome el año 2009 como Profesor de Música en la Facultad de Educación de la misma universidad. A lo largo de mi trayectoria como guitarrista y docente, he participado en seminarios, cursos y clases magistrales impartidos por destacados intérpretes de reconocimiento internacional, además de presentarme en concursos nacionales e internacionales de guitarra. De forma paralela a mi labor como intérprete, he cultivado la composición tanto para guitarra solista como en el ámbito de la canción de autor. Mi propuesta musical combina la tradición trovadoresca con influencias del pop, soul, funk y rock, entre otros estilos. Gracias a este trabajo he participado en diversos festivales nacionales, destacando el Primer Concurso de Cantautores Chilenos "Brotes + Joven", realizado en Angol en el 2011, donde obtuve el segundo lugar con una de mis primeras composiciones llamada Cotidiano. En el ámbito de la guitarra clásica, en el año 2021 estrené en YouTube mi primera producción audiovisual con la obra para guitarra sola llamada Divergencias, una de mis primeras composiciones instrumentales. Actualmente me encuentro preparando mi primer proyecto discográfico como concertista de guitarra clásica, en el que interpretaré obras representativas de compositores de distintas épocas y estilos, pertenecientes al repertorio fundamental de la tradición occidental y latinoamericana. Paralelamente, trabajo en la edición definitiva de mis composiciones para guitarra, escritas desde el año 2008 hasta la actualidad, con el propósito de grabarlas y presentarlas en escenarios nacionales e internacionales. Mi labor artística se complementa con la preparación y gestión de nuevos conciertos dentro y fuera de Chile, consolidando una carrera que integra la interpretación, la composición y la docencia, con el objetivo de proyectar mi trabajo musical en el ámbito internacional.

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Vinicius Moura Mendes de Souza


Brasil

Autor / Letrista

Produtor cultural, Historiador

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Gabriel Worm


Brasil

Compositor

Ambient

Gabriel Worm es compositor, productor musical, diseñador sonoro y creative coder radicado en Palmas (Brasil). Es graduado en Ciencias y Tecnologías del Sonido por la Universidade Lusófona de Lisboa (2024), actuando en la intersección entre música experimental, tecnología interactiva y creación audiovisual. Su trabajo autoral abarca el desarrollo de sistemas generativos, instrumentos digitales y herramientas de integración sonora en tiempo real (Max/MSP, Hydra, Web Audio, Python y Ableton Live). Es creador del proyecto "Kakofoni Orquestra" (pieza de arte sonoro y generativo adquirida por el Madison Museum of Art and Technology) y de herramientas de control escénico e interactivo como RC Surface y Ableton MCP. En el ámbito audiovisual y cinematográfico, dirigió y compuso la banda sonora del cortometraje "O Compositor" (ganador a Mejor Corto de Terror Portugués en MOTELX 2025 y nominado a Mejor Composición Musical en el Prémio Curtas 2026). También cuenta con experiencia en dirección de sonido, diseño sonoro multicanal (Stereo, 5.1, Atmos) y producción musical independiente (EP Rinoceronte – PNAB 2024; cofundador del Festival Som na Árvore). Su investigación artística se enfoca en la síntesis sonora reactiva, la presencia de sensores e interfaces abiertas en la música contemporánea y el desarrollo de nuevas narrativas digitales en vivo.

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alhajillo


Ecuador

Empresa

Alhajillo es un estudio ecuatoriano de videojuegos y experiencias interactivas que utiliza el videojuego como medio para explorar, reinterpretar y compartir la cultura del Ecuador. Nuestro catálogo incluye proyectos como Supaykuna, Capybara Island y Rongú, obras que parten de distintas temáticas culturales y las transforman en experiencias jugables que acercan estas historias, tradiciones e imaginarios a nuevas audiencias. Nuestra trayectoria también se ha consolidado en escenarios internacionales. Hemos sido dos veces finalistas de Game Jam Plus y, en su última edición, Rongú obtuvo cuatro reconocimientos internacionales: Mejor Juego de Latinoamérica, Mejor Audio, Mejor Pitch y segundo lugar mundial en Game of the Year Paralelamente, trabajamos activamente en el fortalecimiento de la industria nacional. Somos miembros fundadores de la Asociación de Desarrolladores de Videojuegos del Ecuador (ADVEC) y promovemos espacios para conectar y fortalecer a la comunidad, como INDIEGO, festival de playtesting y encuentro de videojuegos ecuatorianos. Este trabajo nos ha llevado a colaborar con desarrolladores, artistas, instituciones y autoridades locales para impulsar espacios de participación, visibilización y nuevas oportunidades para el sector.

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Orquestra de Jazz do Algarve


Portugal

Orquesta

Swing / Big Band

Soul Jazz / Jazz Funk

Contemporánea

Moderna

Fundada em 2004, no âmbito do Festival de Jazz de Lagos, a Orquestra de Jazz do Algarve segue o modelo clássico das Grandes Orquestras que marcaram o jazz desde os anos 1920 — como as de Fletcher Henderson, Benny Goodman, Count Basie ou Duke Ellington. Idealizada por Hugo Alves — trompetista, maestro e pedagogo de reconhecido mérito nacional e internacional, Professor Especialista em Jazz (Instituto Politécnico do Porto, 2013) e licenciado em Gestão de Empresas (Universidade do Algarve, 1996) — a Orquestra contou com o apoio inicial do Município de Lagos. Desde o início, o projeto estrutura-se em três eixos fundamentais: Música em Palco, Serviço Educativo e Produção. É uma estrutura artística profissional de referência no panorama nacional e uma das formações de jazz com maior continuidade em Portugal e ao longo de mais de duas décadas de atividade, a Orquestra construiu um percurso marcado pela consistência, pela criação artística, pela programação regular e pela colaboração com músicos e projetos de reconhecido prestígio nacional e internacional. A sua trajetória é acompanhada por importantes reconhecimentos institucionais: é uma entidade de Utilidade Pública, está enquadrada no regime de Mecenato Cultural e detém a Declaração de Elevado Interesse Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura. Desde 2006, conta com Apoio Sustentado da Direção-Geral das Artes (DGArtes), constituindo uma das estruturas artísticas com maior continuidade de apoio público no setor do jazz em Portugal. Com residência artística em Lagoa desde 2014, a Orquestra desenvolve uma atividade regular que cruza concertos, criação artística, educação, formação e produção cultural. A sua ação tem uma forte implantação territorial, contando com o apoio da maioria dos Municípios Algarvios, ao mesmo tempo que mantém uma crescente dimensão nacional e internacional. Ao longo da sua história, a Orquestra de Jazz do Algarve tem-se afirmado também como uma plataforma de encontro entre diferentes gerações, linguagens e geografias do jazz. A Orquestra apresentou-se ao lado de alguns dos mais relevantes nomes do jazz e da música contemporânea internacional, entre os quais Jane Monheit, Polly Gibbons, Tom Harrell, Benny Golson, Silje Nergaard, Rick Margitza, Dena DeRose, Tutu Puoane, Silvia Donati, Max Ionata, Andrej Olenijack, Florelie Escano, Tom Fitzpatrick, Javier Ortiz, Céline Rudolph, Bobby Medina, Alaíde Costa, Ed Motta, Amaro Freitas, Ola Onabulé e Stefan S. Stefánsson, entre muitos outros. Igualmente significativa é a extensa colaboração com músicos nacionais e artistas residentes em Portugal, incluindo Maria João, Maria Anadon, Kiko Pereira, Ana Rita Inácio, Sónia Pinto, Jeff Davis, Michael Lauren, Mário Delgado, Desidério Lázaro, Vânia Fernandes, Paula Oliveira, Domingos Caetano, Marisa Liz, Rita Redshoes, Carolina Deslandes, Áurea, Ricardo Ribeiro e Sara Miguel, entre muitos outros. Esta experiência acumulada traduz-se numa sólida capacidade de produção, acolhimento e criação de projetos artísticos em colaboração, tornando a Orquestra de Jazz do Algarve um parceiro com experiência comprovada para intercâmbios, coproduções, residências, digressões, programação e projetos internacionais. A dimensão de produção da Orquestra estende-se igualmente à criação e dinamização de festivais e ciclos de programação. Desde 2020, produz anualmente o Algarve All Jazz, festival itinerante dedicado ao jazz, e, desde 2019, coproduz o Beliche Jazz. Ao longo dos anos, esteve também na origem de projetos como Jazz on the Move (desde 2018), Jazz Full Circle (desde 2019), Concertos Eco Jazz (desde 2019), Jazz em Cachopo (2022–2023), Algarve Jazz Gourmet Moments Festival (2017–2020), OJA Jazz Fest (2011–2012), Festival Lagos Jazz (2005–2010). A vertente educativa constitui igualmente uma dimensão estruturante da sua identidade. O projeto Jazz na Escola, desenvolvido desde 1998, promove o contacto direto de crianças e jovens com o jazz e com a prática musical, tendo sido reconhecido pelo Ministério da Educação e assumindo-se como uma referência de continuidade na área da educação artística. Com mais de vinte anos de percurso, uma rede consolidada de parceiros e uma vasta experiência de colaboração artística, a Orquestra de Jazz do Algarve afirma-se hoje como uma estrutura com capacidade para estabelecer novas pontes entre artistas, instituições e territórios, levando o jazz produzido a partir do Algarve a novos públicos e contextos, em Portugal e além-fronteiras. A sua atividade conta ainda com o patrocínio de três marcas de referência internacional no setor da música: Denis Wick (Londres), Eastman Winds (EUA) e Schilke Music Products (EUA).

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Jessica Pérez


Colombia

Sonora

Musique Concrete

Electroacoustic Music

Contemporánea

Combino la lutería experimental y la composición, con el objetivo de trabajar el sonido como materia, moldear sonoridades y crear paisajes sonoros. Graduada de la escuela de Bellas Artes en Arte y Diseño Contemporaneo de Saint-Étienne en Francia. Soy pianista, cellista, y estudio composición de música contemporánea con la compositora Pascale Jakubowski, y electroacústica con el artista y compositor Diego Losa en el conservatorio Massenet de Saint-Étienne en Francia. He realizado prácticas sonoras con el artista Leonel Vásquez en Colombia, y con "La voix du Luthier" en Francia 2024. Participé en la exposición "Recto Verso" en la "Cité du Design" de Saint-Étienne, y en la exposición "Service Compris" en la "BHVP" durante la "ParisDesignWeek" en Paris 2026.

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Buko


Argentina

Ensamble

BUKO nace en Mendoza en el año 2023 a partir del encuentro artístico entre Roberto Navarta y Gabriel Sánchez, quienes se conocen trabajando como músicos y actores en De Sol a Sol Teatro, reconocido elenco mendocino de teatro popular en espacios no convencionales, dirigido por el maestro Ernesto “Flaco” Suárez. La experiencia compartida dentro del teatro dio lugar a una conexión artística que pronto trascendió el escenario teatral. Paralelamente al trabajo con el elenco, Roberto y Gabriel comenzaron a componer sus propias canciones y a desarrollar un lenguaje común en el que confluyen música popular, poesía y actuación. De ese proceso nace BUKO. Roberto Navarta Licenciado en Música Popular por la Universidad Nacional de Cuyo. Pianista, acordeonista, cantante, compositor y docente. Gabriel Sánchez Guitarrista, cantante, compositor, poeta y actor. Graduado como Ingeniero Agrónomo por la Universidad Nacional de Cuyo, su recorrido artístico lo llevó a dedicarse plenamente a las artes escénicas. BUKO habita el territorio donde los ritmos latinoamericanos se encuentran con la canción. El proyecto propone una mirada contemporánea sobre la música popular, recuperando elementos del folclore urbano y la memoria colectiva a través de composiciones propias. Con una sonoridad de raíz latinoamericana, letras sensibles y una fuerte presencia escénica, BUKO construye un universo que transita entre lo festivo y lo reflexivo. La música, la poesía y la teatralidad conviven en una propuesta que busca generar un vínculo cercano con el público. Desde su formación, BUKO se ha presentado en diversos bares, centros culturales y bodegas de Mendoza, así como en distintos escenarios de Argentina y Uruguay. Estas experiencias han permitido al proyecto desarrollar su repertorio de composiciones propias y consolidar una propuesta escénica adaptable a diferentes espacios y públicos. Durante 2026, BUKO realizó una gira por la costa de Uruguay, con presentaciones en las localidades de La Pedrera, La Paloma, Cabo Polonio, Valizas y Punta del Diablo. En La Pedrera se presentó en Inti Resto Pub, Embielate Bar, el Centro Cultural Club La Pedrera y el restaurante Hay Candela. En La Paloma, la gira incluyó actuaciones en Arrecife, Barahona, Lo de Edinson, Novillos Cervecería, Orishas y La Ballena. El recorrido continuó por Lobo Hostel Bar, en Cabo Polonio; la Feria de Artesanos y La Jarana, en Valizas; y La Cascaruda Pizzería, en Punta del Diablo. Esta experiencia constituyó una etapa significativa de circulación internacional, fortaleciendo el vínculo del proyecto con nuevos públicos y espacios culturales. Ese mismo año, BUKO fue convocado por el medio de comunicación Cruzando los Andes para participar del ciclo Sesiones Cruzadas, mediante el registro de parte de su repertorio en un audiovisual en vivo, de formato íntimo, realizado en la Biblioteca de la Facultad de Ciencias Políticas y Sociales de la Universidad Nacional de Cuyo. Recientemente, el proyecto recibió dos nominaciones a los Premios AqM a la Música Independiente, en las categorías Artista Revelación y Sonido Latinoamericano, esta última por la obra “Aromar”. BUKO fue además seleccionado por la Universidad Nacional de Cuyo para participar del 24.º Encuentro de Música Popular, consolidando una etapa de crecimiento y circulación del proyecto. BUKO se encuentra actualmente en el lanzamiento de su primer álbum, Al disco, una nueva etapa en la consolidación de su repertorio de canciones propias. El álbum ya puede escucharse en Bandcamp y tiene previsto su lanzamiento en Spotify para el 20 de septiembre de 2026. La dimensión escénica es parte central de BUKO: la experiencia teatral de sus integrantes se integra a la interpretación musical y a una relación directa con el público. A través de sus canciones, el proyecto busca continuar ampliando su circulación, generando encuentros con nuevas audiencias y estableciendo vínculos con espacios y proyectos culturales de Latinoamérica.

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Diana do Sertão


Brasil

Cantautor

Forró

Nascida em Sousa, mais conhecida como “cidade do sorriso”, ela carrega não só a essência de sua cidade, mas também o sangue, o amor e a garra do nordestino. Iniciou sua carreira na década de 70 na Orquestra Zimbo Carnavalesca, onde sua voz ecoava por todos os cantos dos bailes. A partir daí se consagrou em crooner de várias bandas, dentre ela, Os Tropicais Banda de Flávio José – na qual ganhou por 2 anos consecutivos o título de melhor cantora carnavalesca da cidade de Aracaju/SE. Durante sua permanência nos Tropicais, conheceu Luiz Gonzaga e dividiu o palco com o “Rei do baião”. Não perdeu tempo e seguiu os conselhos do “Rei” em ir encontrá-lo em São Paulo e continuar sua carreira. Cantou por anos na Rede Birosca de Lilian Gonçalves e realizou vários shows em teatros da MPB (Música Popular Brasileira) Em 1987, participou de programas dos calouros no Clube do Bolinha da Rede Bandeirantes e do Silvio Santos, sendo premiada com o troféu de melhor cantora da noite Paulistana. A partir desta conquista, o apresentador Silvio Santos de forma visionária, a batizou com o nome artístico de “Diana do Sertão”.

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GILIPOJAZZ


España

Banda

Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)

Fusion / Jazz Rock

Progressive Rock, Art Rock & Symphonic Rock

Deep Funk / Rare Groove & Nu Funk

GILIPOJAZZ es un power trío madrileño formado por Iker García (guitarra y voces), Ángel Cáceres (bajo y voces) y Pablo Levin (batería y voces). Su propuesta desarrolla un lenguaje propio a partir de la combinación de jazz, rock progresivo, funk, metal y otros lenguajes contemporáneos, articulados desde el virtuosismo instrumental, la experimentación y un marcado componente de humor y teatralidad en directo. La banda inició su trayectoria discográfica con el álbum “¿Dónde está el Jazz?” (2022), trabajo que consolidó una propuesta singular dentro de la escena española. En 2024 publicó su segundo álbum, “Progresa Adecuadamente”, profundizando en un sonido más contundente y en una concepción musical abierta a la hibridación de estilos. Desde sus inicios, GILIPOJAZZ ha desarrollado una intensa actividad en directo, actuando en salas y festivales y ampliando progresivamente su proyección internacional. Entre los hitos de su trayectoria figuran actuaciones fuera de España como Sziget Festival (Budapest) y, posteriormente, su participación en el Montreux Jazz Festival, además de actividad internacional en México. La gira de “Progresa Adecuadamente” ha registrado llenos en distintas ciudades españolas, incluyendo Madrid, Barcelona, Bilbao, A Coruña y Zaragoza. La combinación de una identidad artística reconocible, una elevada capacidad técnica y un formato escénico de fuerte conexión con el público sitúa actualmente a GILIPOJAZZ en una fase de consolidación e internacionalización, orientada a ampliar su presencia en circuitos, festivales y mercados internacionales.

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