
Cantera
Después de graduarse como ingeniero en producción musical digital del Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey en 2021, Rodrigo Carrera emprendió su proyecto audiovisual, Cantera. En 2022, liberó su primer EP, “Óleo Sobre Lienzo: Día”, una colección de canciones inspiradas en pintores mexicanos del siglo XX, y Xochipilli (deidad mexica de las flores y el arte). Durante sus estudios como intérprete en Vancouver Film School (2022-2023), gestionó su primer álbum, “Carboncillo Sobre Papel (2022)”; el cual produjo en conjunto con nuevos y viejos colaboradores de manera virtual. Actualmente, se encuentra en la postproducción de cuatro nuevos temas para el proyecto, así como expandiendo su educación en negocios, geografía musical latinoamericana, y el idioma nahuatl.
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Cantautor/Música de autor
Balada Romántica
Cumbia
Descrição
Después de graduarse como ingeniero en producción musical digital del Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey en 2021, Rodrigo Carrera emprendió su proyecto audiovisual, Cantera. En 2022, liberó su primer EP, “Óleo Sobre Lienzo: Día”, una colección de canciones inspiradas en pintores mexicanos del siglo XX, y Xochipilli (deidad mexica de las flores y el arte). Durante sus estudios como intérprete en Vancouver Film School (2022-2023), gestionó su primer álbum, “Carboncillo Sobre Papel (2022)”; el cual produjo en conjunto con nuevos y viejos colaboradores de manera virtual. Actualmente, se encuentra en la postproducción de cuatro nuevos temas para el proyecto, así como expandiendo su educación en negocios, geografía musical latinoamericana, y el idioma nahuatl.
Música

AIÊ (Edgar Valente & LuizGa)
“AIÊ”, em Yorubá, designa o “mundo dos vivos”: o mundo onde acontecem os encontros físicos, onde se celebra a presença e a magia do improviso, onde a música e a palavra são provas vivas da força da vibração e abrem portais para o contacto com mundo espiritual. Cantando frente a frente, Edgar Valente [Portugal] e LuizGa [Brasil] recriam novas harmonias, ritmos e texturas que ressignificam as culturas portuguesa e brasileira sob uma intenção de reconciliação, que não esquece os outros laços culturais com os restantes territórios lusófonos e não só. Dramaticidades complementares, faces distintas de uma mesma fonte costurada pelos variados sons da lusofonia trans-atlântica em sua misteriosa alquimia, numa generosa colaboração multicultural. O primeiro disco da parceira “AIÊ” foi lançado em 2023 com selo da editora sueco-germânica AJABU! Records e alcançou várias críticas internacionais muito relevantes e em Março de 2024 alcançou o #3 da World Music Charts Europe.
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Folclor
Fado
MPB
Afrobrasileiro
Descrição
“AIÊ”, em Yorubá, designa o “mundo dos vivos”: o mundo onde acontecem os encontros físicos, onde se celebra a presença e a magia do improviso, onde a música e a palavra são provas vivas da força da vibração e abrem portais para o contacto com mundo espiritual. Cantando frente a frente, Edgar Valente [Portugal] e LuizGa [Brasil] recriam novas harmonias, ritmos e texturas que ressignificam as culturas portuguesa e brasileira sob uma intenção de reconciliação, que não esquece os outros laços culturais com os restantes territórios lusófonos e não só. Dramaticidades complementares, faces distintas de uma mesma fonte costurada pelos variados sons da lusofonia trans-atlântica em sua misteriosa alquimia, numa generosa colaboração multicultural. O primeiro disco da parceira “AIÊ” foi lançado em 2023 com selo da editora sueco-germânica AJABU! Records e alcançou várias críticas internacionais muito relevantes e em Março de 2024 alcançou o #3 da World Music Charts Europe.
Videos
Música

Escola de Choro de São Paulo
A Escola de Choro de São Paulo surgiu em 2019 e já atende 220 alunos presenciais (antes da pandemia), em atividades totalmente gratuitas realizadas em um parque público de São Paulo. Hoje, atua também em versão digital, com uma série de podcasts e cursos online não-presenciais de instrumento, abertos, gratuitos e com legenda em inglês, disponibilizados a um público muito amplo, espalhado pelo mundo inteiro. Criamos essa Escola por pensar que a cidade de São Paulo é carente de ações de formação cultural gratuitas e em locais públicos, que criem acesso à cultura e à cidade ao mesmo tempo. Uma procura imensa pela Escola nos fez perceber que as pessoas se movem muito por esse tipo de ação. Com esse conjunto de práticas presenciais e online tentamos contribuir para viabilizar e promover o maior acesso possível aos direitos culturais da população, através do primeiro gênero musical urbano brasileiro. Nossas vagas presenciais são direcionadas a jovens, moradores das periferias da cidade e um mínimo de 50% de gênero feminino, e todas as nossas ações são pensadas com recursos de acessibilidade. A Escola de Choro de São Paulo parte da tradição oral, a base do choro. É pela tradição oral que pretendemos garantir o acesso a uma parcela gigante da população, formada por pessoas pouco alfabetizadas, que têm dificuldade de leitura, cegas, com baixa visão e que por qualquer outra particularidade não estão aptas a ler, e que por isso são excluídas do direito universal aos bens culturais.
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Descrição
A Escola de Choro de São Paulo surgiu em 2019 e já atende 220 alunos presenciais (antes da pandemia), em atividades totalmente gratuitas realizadas em um parque público de São Paulo. Hoje, atua também em versão digital, com uma série de podcasts e cursos online não-presenciais de instrumento, abertos, gratuitos e com legenda em inglês, disponibilizados a um público muito amplo, espalhado pelo mundo inteiro. Criamos essa Escola por pensar que a cidade de São Paulo é carente de ações de formação cultural gratuitas e em locais públicos, que criem acesso à cultura e à cidade ao mesmo tempo. Uma procura imensa pela Escola nos fez perceber que as pessoas se movem muito por esse tipo de ação. Com esse conjunto de práticas presenciais e online tentamos contribuir para viabilizar e promover o maior acesso possível aos direitos culturais da população, através do primeiro gênero musical urbano brasileiro. Nossas vagas presenciais são direcionadas a jovens, moradores das periferias da cidade e um mínimo de 50% de gênero feminino, e todas as nossas ações são pensadas com recursos de acessibilidade. A Escola de Choro de São Paulo parte da tradição oral, a base do choro. É pela tradição oral que pretendemos garantir o acesso a uma parcela gigante da população, formada por pessoas pouco alfabetizadas, que têm dificuldade de leitura, cegas, com baixa visão e que por qualquer outra particularidade não estão aptas a ler, e que por isso são excluídas do direito universal aos bens culturais.
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O choro e suas origens: Escola de Choro de São Paulo

Aula 1 | Violão Avançado | Cochichando

Aula 1 | Pandeiro Intermediário | Cochichando

Show na escola de choro de São Paulo

APRESENTAÇÃO DOS PROFESSORES DA ESCOLA DO CHORO DE SP

AINDA ME RECORDO(PIXINGUINHA)

Telecoteco e a Diaspora Africana – Episódio 01 da série 'Telecotecos Brasileiros e Africanos'

Rafael Rocha
Rafael Rocha é um músico multi-artista brasileiro (compositor, cantor, baterista, percussionista, produtor musical, letrista, sonoplasta, poeta e ator). Rafael tocou, gravou e foi gravado, produziu e performou com diversos artistas de diferentes gerações e lugares do Brasil. Ele colaborou com o desenvolvimento da cena musical Carioca dos últimos 30 anos, criando diferentes projetos durante várias fases da sua careira. Colaborou em discos, shows, composições e produções com importantes artistas da música brasileira como Gal Costa, Gilberto Gil, Adriana Calcanhotto, Jorge Mautner, Moreno Veloso, Arto Lindsay, entre muitos outros e ganhou experiência para montar seu projeto solo, lançando os álbuns Pirâmide e Pedra. Já teve músicas suas gravadas por artistas de diferentes gerações como Ney Matogrosso, Roberta Sá e Mãe Ana. Na cena carioca criou o grupo Tono, com Bem Gil, Bruno Di Lullo e Ana Claudia, com o qual lançou 3 discos e se apresentou no Brasil, Portugal, Estados Unidos e Inglaterra, em sua incessante pesquisa pelo cruzamento entre linguagens. Fez parte do grupo musical audiovisual Binario, que se apresentou pelas ruas do RJ, lançando álbum na Inglaterra. Atualmente está finalizando seu terceiro álbum autoral e morando na Serrinha do Alambari com um projeto Rocha Sonora de produção e criação musical entre a cidade e a floresta. Rafael estudou música e cinema no Rio de Janeiro, desenvolvendo um trabalho autoral de música, composição, e performance. Começou a trabalhar aos 14 anos no Rio de Janeiro com o grupo circense Intrépida Trupe, depois com a companhia de dança Dani Lima onde fundou o grupo de música cigana Brasov com seu irmão Felipe Rocha. Rafael já passou um mês na Amazônia, em residência artística, produzindo o álbum “Kayatibu” da etnia indígena Huni Kuin e produziu o álbum Satélite, feito com fragmentos de poemas de jovens do Complexo da Maré (conjunto de favelas do RJ ), bem como o podcast Becos feito em colaboração com a ONG inglesa People’s Palace Projects. Também compôs a trilha sonora do documentário ‘Vale?’, sobre o desastre ambiental em Brumadinho.
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Tropicalia
Noise Rock
Cantautor/Música de autor
Electropop
Descrição
Rafael Rocha é um músico multi-artista brasileiro (compositor, cantor, baterista, percussionista, produtor musical, letrista, sonoplasta, poeta e ator). Rafael tocou, gravou e foi gravado, produziu e performou com diversos artistas de diferentes gerações e lugares do Brasil. Ele colaborou com o desenvolvimento da cena musical Carioca dos últimos 30 anos, criando diferentes projetos durante várias fases da sua careira. Colaborou em discos, shows, composições e produções com importantes artistas da música brasileira como Gal Costa, Gilberto Gil, Adriana Calcanhotto, Jorge Mautner, Moreno Veloso, Arto Lindsay, entre muitos outros e ganhou experiência para montar seu projeto solo, lançando os álbuns Pirâmide e Pedra. Já teve músicas suas gravadas por artistas de diferentes gerações como Ney Matogrosso, Roberta Sá e Mãe Ana. Na cena carioca criou o grupo Tono, com Bem Gil, Bruno Di Lullo e Ana Claudia, com o qual lançou 3 discos e se apresentou no Brasil, Portugal, Estados Unidos e Inglaterra, em sua incessante pesquisa pelo cruzamento entre linguagens. Fez parte do grupo musical audiovisual Binario, que se apresentou pelas ruas do RJ, lançando álbum na Inglaterra. Atualmente está finalizando seu terceiro álbum autoral e morando na Serrinha do Alambari com um projeto Rocha Sonora de produção e criação musical entre a cidade e a floresta. Rafael estudou música e cinema no Rio de Janeiro, desenvolvendo um trabalho autoral de música, composição, e performance. Começou a trabalhar aos 14 anos no Rio de Janeiro com o grupo circense Intrépida Trupe, depois com a companhia de dança Dani Lima onde fundou o grupo de música cigana Brasov com seu irmão Felipe Rocha. Rafael já passou um mês na Amazônia, em residência artística, produzindo o álbum “Kayatibu” da etnia indígena Huni Kuin e produziu o álbum Satélite, feito com fragmentos de poemas de jovens do Complexo da Maré (conjunto de favelas do RJ ), bem como o podcast Becos feito em colaboração com a ONG inglesa People’s Palace Projects. Também compôs a trilha sonora do documentário ‘Vale?’, sobre o desastre ambiental em Brumadinho.
Videos

Boca | Rafael Rocha e Ney Matogrosso (Vídeoclipe Oficial)

Rafael Rocha – Rio Derradeiro – Pirâmide

Rafael Rocha – Relâmpago

Rafael Rocha – Leve

Pirâmide, o filme

Rafael Rocha | Vento (Videoclipe Oficial)

Tono no Cultura Livre

Rafael Rocha | Pirâmide, Feliz (Videoclipe Oficial)

Tono – Samba do Blackberry (oficial)

Gota que Inunda | Rafael Rocha

Brigando na Lua (Premeditando o Breque) | Rafael Rocha

Não se tem ninguém (Oficial) – Rafael Rocha

Sexta Básica #8 – Tono convida Ney Matogrosso e Gilberto Gil
Música

Jacque Falcheti
Cantora, compositora e escritora, realizou turnês por 16 países incluindo Europa, África e América Latina. Foi premiada em editais culturais do Brasil e também no exterior. É formada em Música pela Universidade Federal de São Carlos e no curso de MPB/Jazz – Canto Popular do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí (SP). Depois de 05 álbuns lançados e premiados, uma expressividade nas plataformas digitais com mais de 400.000 plays, em 2022 Jacque Falcheti lança seu projeto solo e autoral, num formato minimalista de voz e violão. O álbum ‘Crua’ foi premiado pelo Programa de Ação do Estado de São Paulo (ProAc) e teve shows de lançamento em 06 estados do Brasil e nas principais capitais no mundo como Lisboa em Portugal, Berlim na Alemanha, Tallinn na Estônia, Bruxelas na Bélgica, Londres na Inglaterra, Madrid na Espanha, entre outras. Em 2024 comemora 02 anos do álbum CRUA com lançamento de livro e uma turnê por 40 cidades do Brasil e 08 países.
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MPB
Bossa Nova
Descrição
Cantora, compositora e escritora, realizou turnês por 16 países incluindo Europa, África e América Latina. Foi premiada em editais culturais do Brasil e também no exterior. É formada em Música pela Universidade Federal de São Carlos e no curso de MPB/Jazz – Canto Popular do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí (SP). Depois de 05 álbuns lançados e premiados, uma expressividade nas plataformas digitais com mais de 400.000 plays, em 2022 Jacque Falcheti lança seu projeto solo e autoral, num formato minimalista de voz e violão. O álbum ‘Crua’ foi premiado pelo Programa de Ação do Estado de São Paulo (ProAc) e teve shows de lançamento em 06 estados do Brasil e nas principais capitais no mundo como Lisboa em Portugal, Berlim na Alemanha, Tallinn na Estônia, Bruxelas na Bélgica, Londres na Inglaterra, Madrid na Espanha, entre outras. Em 2024 comemora 02 anos do álbum CRUA com lançamento de livro e uma turnê por 40 cidades do Brasil e 08 países.

Cuarteto de Saxos 1846
Cuarteto de Saxos 1846 se caracteriza por abordar diversos géneros musicales abocándose año a año al estudio e interpretación de algún estilo en particular. Así, ha recorrido escenarios de las provincias de Entre Ríos, Santa Fe y Córdoba, interpretando música latinoamericana, jazz, tango y folclore argentino. Tiene su álbum “Márgenes” (2022) subido a plataformas digitales donde el trabajo hace foco en música argentina con arreglos musicales pensados para esta formación. Esta agrupación musical tiene sus comienzos en el año 2011. Su actividad musical enmarca eventos de diversa índole, desde muestras de arte plástico, presentaciones de libros, muestras de música de cámara, inauguraciones de sitios públicos, eventos empresariales y festivales. Desde escenarios folclóricos, festivales de tango, festivales de saxofones, ciclos y festivales de jazz, donde ha compartido las tablas con grandes músicos y grupos de gran trayectoria como la Santa Fe Jazz Ensamble, por ejemplo. En su repertorio jazzístico se presenta un trabajo que tiene el foco puesto en las texturas armónicas y sonoras presentadas con una perspectiva distinta a los grupos de jazz habituales. La última presentación del grupo, al momento que se presenta esta solicitud, y desde la red sonora de 4 saxofones se presentaron grandes temas de la historia del jazz donde la improvisación también tuvo su lugar presente, en El Festival de Jazz de Invierno (Alta Gracia – Córdoba) Desde el grupo se organiza y desarrolla Concierto de Cuartetos que cuenta con 3 ediciones en su historia. Para noviembre de 2024 se llevará a cabo la 4ta edición en la ciudad de San Jerónimo Norte (provincia de Santa Fe, Argentina) para la cual se estrenará mundialmente, música representativa de la región del litoral argentino y original para esta formación. Y para la quinta edición a realizarse a fines de Septiembre de 2025, se presentará música de compositores Entrerrianos y Santafecinos compuestas y adaptadas para el Cuarteto de Saxos 1846.
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Chamamé
Tango
Swing / Big Band
Descrição
Cuarteto de Saxos 1846 se caracteriza por abordar diversos géneros musicales abocándose año a año al estudio e interpretación de algún estilo en particular. Así, ha recorrido escenarios de las provincias de Entre Ríos, Santa Fe y Córdoba, interpretando música latinoamericana, jazz, tango y folclore argentino. Tiene su álbum “Márgenes” (2022) subido a plataformas digitales donde el trabajo hace foco en música argentina con arreglos musicales pensados para esta formación. Esta agrupación musical tiene sus comienzos en el año 2011. Su actividad musical enmarca eventos de diversa índole, desde muestras de arte plástico, presentaciones de libros, muestras de música de cámara, inauguraciones de sitios públicos, eventos empresariales y festivales. Desde escenarios folclóricos, festivales de tango, festivales de saxofones, ciclos y festivales de jazz, donde ha compartido las tablas con grandes músicos y grupos de gran trayectoria como la Santa Fe Jazz Ensamble, por ejemplo. En su repertorio jazzístico se presenta un trabajo que tiene el foco puesto en las texturas armónicas y sonoras presentadas con una perspectiva distinta a los grupos de jazz habituales. La última presentación del grupo, al momento que se presenta esta solicitud, y desde la red sonora de 4 saxofones se presentaron grandes temas de la historia del jazz donde la improvisación también tuvo su lugar presente, en El Festival de Jazz de Invierno (Alta Gracia – Córdoba) Desde el grupo se organiza y desarrolla Concierto de Cuartetos que cuenta con 3 ediciones en su historia. Para noviembre de 2024 se llevará a cabo la 4ta edición en la ciudad de San Jerónimo Norte (provincia de Santa Fe, Argentina) para la cual se estrenará mundialmente, música representativa de la región del litoral argentino y original para esta formación. Y para la quinta edición a realizarse a fines de Septiembre de 2025, se presentará música de compositores Entrerrianos y Santafecinos compuestas y adaptadas para el Cuarteto de Saxos 1846.

Son Semillas
Son Semillas es una organización-agrupación musical que hace vibrar. Nuestra música fusiona los ritmos contagiosos de tambores, semillas y voces que generan como resultado una experiencia sonora y visual que transporta a un viaje sensorial inevitablemente alegre. Son Semillas es integrada por cinco mujeres jóvenes donde confluyen disidencias; mujeres bisexuales, lesbianas, cuir, migrantes y afrodescendientes. Somos un espacio de creación de músicas de tradición oral y popular principalmente de tradición afrocolombiana y fusión de los ritmos de Latinoamérica. Buscamos el fortalecimiento de nuestro quehacer y la pluriculturalidad de las tradiciones, la memoria y la puesta en escena de las mujeres y disidencias. Cada presentación es una celebración de la diversidad musical y cultural. Nuestro repertorio contiene los ritmos latentes de las tierras de Latinoamérica hasta las melodías más honestas y atractivas, creando un espectáculo dinámico y emocionante que invita a todas las personas a unirse en la danza, la libertad y el disfrute. Más allá de la música, Son Semillas es un proyecto comprometido con la inclusión, el respeto y la igualdad. Nos dedicamos a la práctica, el estudio y el intercambio de estos ritmos entre mujeres y personas diversas, promoviendo un ambiente de cooperación y seguridad. Nuestra misión artivista y feminista busca hacer de la música un espacio más justo, colaborativo y nutritivo para todas las personas.
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Cumbia
Folclor Fusión
Descrição
Son Semillas es una organización-agrupación musical que hace vibrar. Nuestra música fusiona los ritmos contagiosos de tambores, semillas y voces que generan como resultado una experiencia sonora y visual que transporta a un viaje sensorial inevitablemente alegre. Son Semillas es integrada por cinco mujeres jóvenes donde confluyen disidencias; mujeres bisexuales, lesbianas, cuir, migrantes y afrodescendientes. Somos un espacio de creación de músicas de tradición oral y popular principalmente de tradición afrocolombiana y fusión de los ritmos de Latinoamérica. Buscamos el fortalecimiento de nuestro quehacer y la pluriculturalidad de las tradiciones, la memoria y la puesta en escena de las mujeres y disidencias. Cada presentación es una celebración de la diversidad musical y cultural. Nuestro repertorio contiene los ritmos latentes de las tierras de Latinoamérica hasta las melodías más honestas y atractivas, creando un espectáculo dinámico y emocionante que invita a todas las personas a unirse en la danza, la libertad y el disfrute. Más allá de la música, Son Semillas es un proyecto comprometido con la inclusión, el respeto y la igualdad. Nos dedicamos a la práctica, el estudio y el intercambio de estos ritmos entre mujeres y personas diversas, promoviendo un ambiente de cooperación y seguridad. Nuestra misión artivista y feminista busca hacer de la música un espacio más justo, colaborativo y nutritivo para todas las personas.

Jaime molina
Músico , guitarrista y compositor , ademas de tocar en bandas de muchos estilos musicales , tales como tango , cumbia , rock y hip hop , siempre ligado a la danza y el teatro por distintos caminos. Desde el 2005 fomra parte del Colectivo Artístico La Patogallina y formando un lazo aún mas fuerte con las artes escénicas. Participando en la creación de montajes teatrales tales como “Extranjero , el último Hain ” y “Los Caminos de Don Floridor ” , “Paloma Ausente”, “Pachakuna” y “Solo nos queda Cantar” y festivales y giras por todo chile y el extranjero , tanto en America latina como en Europa y la India El año 2015 gana el Premio Pulsar a mejor disco Tropical con el grupo Makina Kandela donde participa como guitarrista y compositor. El 2023 lanza el disco de música para las infancias “La Orquesta del bosque” bajo el sedonimo del mismo nombre del disco. Pronto a lanzar un segundo disco solista con invitados como Camila Vaccaro , Pancho Cradock y Jaime Concha.
Ver detallesJaime molina
Descrição
Músico , guitarrista y compositor , ademas de tocar en bandas de muchos estilos musicales , tales como tango , cumbia , rock y hip hop , siempre ligado a la danza y el teatro por distintos caminos. Desde el 2005 fomra parte del Colectivo Artístico La Patogallina y formando un lazo aún mas fuerte con las artes escénicas. Participando en la creación de montajes teatrales tales como “Extranjero , el último Hain ” y “Los Caminos de Don Floridor ” , “Paloma Ausente”, “Pachakuna” y “Solo nos queda Cantar” y festivales y giras por todo chile y el extranjero , tanto en America latina como en Europa y la India El año 2015 gana el Premio Pulsar a mejor disco Tropical con el grupo Makina Kandela donde participa como guitarrista y compositor. El 2023 lanza el disco de música para las infancias “La Orquesta del bosque” bajo el sedonimo del mismo nombre del disco. Pronto a lanzar un segundo disco solista con invitados como Camila Vaccaro , Pancho Cradock y Jaime Concha.
Música

Jakko Libreros
Jacobo Libreros es improvisadore y compositore de Medellín, Colombia. Pianista jazz becada de la universidad EAFIT, ha sido parte de diferentes proyectos artísticos con los que ha podido viajar por el país y hacer parte de distintos festivales, ruedas de negocios, y concursos con su amplia y variada discografía. Investigadore independiente, su interés se centra en las formas etnográficas de la expresión sonora, desde los estudios del sonido y la creación musical.
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Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)
Noise Music
Descrição
Jacobo Libreros es improvisadore y compositore de Medellín, Colombia. Pianista jazz becada de la universidad EAFIT, ha sido parte de diferentes proyectos artísticos con los que ha podido viajar por el país y hacer parte de distintos festivales, ruedas de negocios, y concursos con su amplia y variada discografía. Investigadore independiente, su interés se centra en las formas etnográficas de la expresión sonora, desde los estudios del sonido y la creación musical.
Música

Tambor Fantasma
Ensamble de percusión fundado en Buenos Aires en el año 2015 y conformado por los percusionistas Bruno Lo Bianco, Oscar Albrieu Roca, Gonzalo Pérez Terranova y Daniela Cervetto. Todos ellos especializados en música contemporánea e intensamente comprometidos con el encargo y puesta en escena de nuevas obras para percusión. Lucas Udrisard se suma en 2021 como intérprete y parte del Staff realizando tareas de logística y producción y Sebastián Pereira como artista invitado habitual del Ensamble. Han realizado giras por los Estados Unidos y trabajado con importantes compositores como George Friedrich Haas, Michael Gordon, Beat Furrer o Martín Matalón. En el año 2021 realizaron una residencia artística en el espacio Proa21 dependiente de la Fundación Proa. Junto al festival No Convencional y Alego Moguillansky realizaron el film del estreno latinoamericano de Strange and Sacred Noise de John Luther Adams. Desde 2022 hasta la actualidad residen en ArtHaus Central.
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Contemporánea
Descrição
Ensamble de percusión fundado en Buenos Aires en el año 2015 y conformado por los percusionistas Bruno Lo Bianco, Oscar Albrieu Roca, Gonzalo Pérez Terranova y Daniela Cervetto. Todos ellos especializados en música contemporánea e intensamente comprometidos con el encargo y puesta en escena de nuevas obras para percusión. Lucas Udrisard se suma en 2021 como intérprete y parte del Staff realizando tareas de logística y producción y Sebastián Pereira como artista invitado habitual del Ensamble. Han realizado giras por los Estados Unidos y trabajado con importantes compositores como George Friedrich Haas, Michael Gordon, Beat Furrer o Martín Matalón. En el año 2021 realizaron una residencia artística en el espacio Proa21 dependiente de la Fundación Proa. Junto al festival No Convencional y Alego Moguillansky realizaron el film del estreno latinoamericano de Strange and Sacred Noise de John Luther Adams. Desde 2022 hasta la actualidad residen en ArtHaus Central.
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