
Fernando Caramori
Fernando Campos Caramori Áreas de atuação: Música, Produção Musical, Produção Executiva, Artes Cênicas, Artes Sonoras Formação: Formação Acadêmica: Mestrando em Música: UDESC Florianópolis (2024 – presente), Licenciatura em Música: UDESC Florianópolis (2018 – 2023) Formações complementares: – Técnico de som – Blessed Áudio (2012); – Guitarra e Linguagem Musical – Intermediário, Escola Livre de Música Florianópolis (2016); – Formação contínua – Université de Montréal (2016): Análise de Música de Filmes; Criação sonora para jogos; Acústica; Introdução à Ableton Live; Linguagens do Cinema; – Mixagem e Masterização, IGAPRS (2017); – Composição e Linguagem do Choro. Oficina de Choro do Santander Cultural Porto Alegre (2017); – A tecnologia da produção musical, Berklee Online Coursera (2020); – Bolsista do Luz Laboratório, Pesquisa em sonoridades para teatro e técnica de som, UDESC Florianópolis (2019 – 2022); – Engenharia de Som, 25º Festival de Música de Itajaí (2023) – Produção de Shows, 27º Festival de Música de Itajaí (2025) Tempo de atuação: 12 Anos Experiência profissional: Musicista, professor, compositor, ator, produtor musical, técnico de som, pesquisador e entusiasta do Jazz Manouche (Gypsy Jazz). Como integrante do Mauro Albert Quarteto tocou por diversos palcos do Brasil, com destaques para o SESC Instrumental Brasil (2014), SESC Piracicaba (2015) e 1º Festival de Jazz Manouche de Curitiba (2023) e, gravou o disco “OPTCHÁ” (2015). Em 2016, estudou a música Manouche com Denis Chang, o “embaixador” do Jazz Manouche e foi residente com o trio Eclectic Django na casa de Jazz Diese Onze (Montreal). Com o quarteto de Jazz Manouche La Pompette se apresentou em diversos locais pelo Brasil, com destaques para o Floripa Jazz Festival (2023), Bourbon Street Festival Paraty (2024), Porto Blue Sound Florianópolis (2024) e 12º Floripa Jazz Festival (2024). Em 2025, com La Pompette, foi proponente, produtor executivo e musicista no projeto que realizou uma série de 4 concertos didáticos sobre Jazz Cigano, através do edital estadual PNAB SC e, um concerto didático através do Festival Cultura Para Todos, no Teatro Carlos Gomes (Blumenau, SC). É cofundador do projeto Cine Theatro Remix, onde compõe e toca trilhas sonoras ao vivo para filmes mudos, com apresentações no Theatro do Abelardo (cia Caixa do Elefante, Porto Alegre – RS), 22ª Hamburgerberg Fest 2019 (Novo Hamburgo – RS) e uma Live realizada pelo edital #SCulturaemsuacasa (2020). De 2018 até 2020 integrou o "Grupim de Dois" como contador de histórias e musicista ao lado da atriz Viviana Schames, com apresentações regulares na cidade de Florianópolis, incluindo o Festival Internacional de Arte e Cultura José Luiz Kinceler (FIK 2020). De 2019 a 2022 foi bolsista na área de sonoridades no Luz Laboratório (CEART UDESC), onde trabalhou como técnico de som, pesquisador e criador de sonoridades para as cenas e realizou projetos de compras de equipamentos de sonorização e vídeo. Trabalhou com produção de áudio imersivo para a Platô Cultural em projetos de educação para escolas públicas da Grande Florianópolis e no Reino Unido. Idealizou e conduziu 04 lives-entrevistas da série “Você Falou Música de Cena?”, com artistas catarinenses criadoras de sonoridades para as cenas teatrais através da página do Instagram da Cia Mosca. Em parceria com a Cia Mosca, foi produtor executivo, entrevistador e técnico de som da “Semana Integrada: Você Falou Música de Cena?”, evento acadêmico e artístico contemplado pelo edital Campus de Cultura 2022 da UDESC Florianópolis. Em parceria com a pesquisadora e professora Barbara Biscaro, ministrou a série de 03 palestras “A música como caminho profissional”, no IFSC Florianópolis e no CEART UDESC Florianópolis, através do festival Porto Blue Sound (Florianópolis, SC). Como mestrando em Música pelo PPGMUS UDESC (Florianópolis, SC), realiza a pesquisa “Miradas para o jazz brasileiro: Cartografia das influência de Django Reinhardt no Brasil”, na qual pesquisa o jazz manouche brasileiro sob orientação do prof. Dr. Luiz Carlos Mantovani Junior. Em andamento, a pesquisa teve um artigo aprovado para a publicação nos Anais do XXXV Congresso da ANPPOM (OUT/2025). Trabalhos como produtor musical: Como produtor musical realizou trilhas sonoras, edição e captação de áudio para espetáculos teatrais, webséries, podcasts, filmes, espetáculos de dança, ações pedagógicas: Espetáculos teatrais: -Tentativas Contra a Vida Dela (M.Crimp) – Disciplina direção teatral UDESC (2019) -Sub Umbra – Disciplina direção teatral UDESC (2019) -Dona Augusta – Cia Mosca (2019) -Canções de Maralto – Cia Mosca (2020 – presente) -Cassius – Caixa lambe-lambe (2024) -Circo do Minuto – Cia Circo Íris (2024) -Interescolar – Ensaios com escola (2024) – Prêmio Elisabete Anderle 2023; Lei Paulo Gustavo SC D+ 2023 – Operação de trilha sonora para o espetáculo “(des)PERTENCIMENTO, da Cia Andante – 2025 (7º Festival Internacional Animaneco Joinville; SESC Prainha – Florianópolis) Podcasts/Radiofonias -Youkali a Ilha da Magia – Cia Mosca – 5 episódios (2020) – Prêmio edital #SCulturaemsuacasa 2020 -Conto que eu Reconto: Grupim de Dois e o Folclore Brasileiro – Grupim de Dois – 4 episódios (2020) – Prêmio edital #SCulturaemsuacasa 2020 -Memória do Paladar Catarinense – 7 episódios (2020) – Prêmio edital #SCulturaemsuacasa 2020 -Atividades pedagógicas para Platô Cultural (2022-2023) Websérie -O Bem Amado – 7 episódios – Cia. Caras de Bonecos (2021) – Edital Campus de Cultura UDESC CEART 2021 Som direto/Captação de áudio para audiovisual – "ensaio para algo que não sabemos, por uma poética da existência" protótipo 3: metamorfose (2019) – Bimbinho – filme curta metragem (2020) – 9º Edital de apoio ao audiovisual Armando Carreirão 2020 – A Menina Boba – filme média metragem (2023) – Qorpo Santo – filme animação curta metragem (2024) – Edital Procult 2023-2024 UDESC CEART Finalização de áudio em filmes – Bimbinho – filme curta metragem (2020) – 9º Edital de apoio ao audiovisual Armando Carreirão 2020 – A Menina Boba – filme média metragem (2024) Atualmente desenvolve trabalhos de criação de trilhas sonoras e sonorização para espetáculos de teatro, dança e performance, filmes, podcasts, shows musicais e ações educativas. Integra o grupo de teatro Cia MOSCA onde realiza mediações musicais, é ator e musicista em cena; o quarteto de jazz manouche La Pompette; ministra a oficina de sonorização “Educasom Oficina”; é coordenador do Bando Gadje – grupo de estudos em Jazz Manouche; guitarrista da Tripa – música de teatro; Mestrando em Música pela UDESC Florianópolis.
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Instrumental / Jazz Brasileiro
Bebop
Soundtrack
Descrição
Fernando Campos Caramori Áreas de atuação: Música, Produção Musical, Produção Executiva, Artes Cênicas, Artes Sonoras Formação: Formação Acadêmica: Mestrando em Música: UDESC Florianópolis (2024 – presente), Licenciatura em Música: UDESC Florianópolis (2018 – 2023) Formações complementares: – Técnico de som – Blessed Áudio (2012); – Guitarra e Linguagem Musical – Intermediário, Escola Livre de Música Florianópolis (2016); – Formação contínua – Université de Montréal (2016): Análise de Música de Filmes; Criação sonora para jogos; Acústica; Introdução à Ableton Live; Linguagens do Cinema; – Mixagem e Masterização, IGAPRS (2017); – Composição e Linguagem do Choro. Oficina de Choro do Santander Cultural Porto Alegre (2017); – A tecnologia da produção musical, Berklee Online Coursera (2020); – Bolsista do Luz Laboratório, Pesquisa em sonoridades para teatro e técnica de som, UDESC Florianópolis (2019 – 2022); – Engenharia de Som, 25º Festival de Música de Itajaí (2023) – Produção de Shows, 27º Festival de Música de Itajaí (2025) Tempo de atuação: 12 Anos Experiência profissional: Musicista, professor, compositor, ator, produtor musical, técnico de som, pesquisador e entusiasta do Jazz Manouche (Gypsy Jazz). Como integrante do Mauro Albert Quarteto tocou por diversos palcos do Brasil, com destaques para o SESC Instrumental Brasil (2014), SESC Piracicaba (2015) e 1º Festival de Jazz Manouche de Curitiba (2023) e, gravou o disco “OPTCHÁ” (2015). Em 2016, estudou a música Manouche com Denis Chang, o “embaixador” do Jazz Manouche e foi residente com o trio Eclectic Django na casa de Jazz Diese Onze (Montreal). Com o quarteto de Jazz Manouche La Pompette se apresentou em diversos locais pelo Brasil, com destaques para o Floripa Jazz Festival (2023), Bourbon Street Festival Paraty (2024), Porto Blue Sound Florianópolis (2024) e 12º Floripa Jazz Festival (2024). Em 2025, com La Pompette, foi proponente, produtor executivo e musicista no projeto que realizou uma série de 4 concertos didáticos sobre Jazz Cigano, através do edital estadual PNAB SC e, um concerto didático através do Festival Cultura Para Todos, no Teatro Carlos Gomes (Blumenau, SC). É cofundador do projeto Cine Theatro Remix, onde compõe e toca trilhas sonoras ao vivo para filmes mudos, com apresentações no Theatro do Abelardo (cia Caixa do Elefante, Porto Alegre – RS), 22ª Hamburgerberg Fest 2019 (Novo Hamburgo – RS) e uma Live realizada pelo edital #SCulturaemsuacasa (2020). De 2018 até 2020 integrou o "Grupim de Dois" como contador de histórias e musicista ao lado da atriz Viviana Schames, com apresentações regulares na cidade de Florianópolis, incluindo o Festival Internacional de Arte e Cultura José Luiz Kinceler (FIK 2020). De 2019 a 2022 foi bolsista na área de sonoridades no Luz Laboratório (CEART UDESC), onde trabalhou como técnico de som, pesquisador e criador de sonoridades para as cenas e realizou projetos de compras de equipamentos de sonorização e vídeo. Trabalhou com produção de áudio imersivo para a Platô Cultural em projetos de educação para escolas públicas da Grande Florianópolis e no Reino Unido. Idealizou e conduziu 04 lives-entrevistas da série “Você Falou Música de Cena?”, com artistas catarinenses criadoras de sonoridades para as cenas teatrais através da página do Instagram da Cia Mosca. Em parceria com a Cia Mosca, foi produtor executivo, entrevistador e técnico de som da “Semana Integrada: Você Falou Música de Cena?”, evento acadêmico e artístico contemplado pelo edital Campus de Cultura 2022 da UDESC Florianópolis. Em parceria com a pesquisadora e professora Barbara Biscaro, ministrou a série de 03 palestras “A música como caminho profissional”, no IFSC Florianópolis e no CEART UDESC Florianópolis, através do festival Porto Blue Sound (Florianópolis, SC). Como mestrando em Música pelo PPGMUS UDESC (Florianópolis, SC), realiza a pesquisa “Miradas para o jazz brasileiro: Cartografia das influência de Django Reinhardt no Brasil”, na qual pesquisa o jazz manouche brasileiro sob orientação do prof. Dr. Luiz Carlos Mantovani Junior. Em andamento, a pesquisa teve um artigo aprovado para a publicação nos Anais do XXXV Congresso da ANPPOM (OUT/2025). Trabalhos como produtor musical: Como produtor musical realizou trilhas sonoras, edição e captação de áudio para espetáculos teatrais, webséries, podcasts, filmes, espetáculos de dança, ações pedagógicas: Espetáculos teatrais: -Tentativas Contra a Vida Dela (M.Crimp) – Disciplina direção teatral UDESC (2019) -Sub Umbra – Disciplina direção teatral UDESC (2019) -Dona Augusta – Cia Mosca (2019) -Canções de Maralto – Cia Mosca (2020 – presente) -Cassius – Caixa lambe-lambe (2024) -Circo do Minuto – Cia Circo Íris (2024) -Interescolar – Ensaios com escola (2024) – Prêmio Elisabete Anderle 2023; Lei Paulo Gustavo SC D+ 2023 – Operação de trilha sonora para o espetáculo “(des)PERTENCIMENTO, da Cia Andante – 2025 (7º Festival Internacional Animaneco Joinville; SESC Prainha – Florianópolis) Podcasts/Radiofonias -Youkali a Ilha da Magia – Cia Mosca – 5 episódios (2020) – Prêmio edital #SCulturaemsuacasa 2020 -Conto que eu Reconto: Grupim de Dois e o Folclore Brasileiro – Grupim de Dois – 4 episódios (2020) – Prêmio edital #SCulturaemsuacasa 2020 -Memória do Paladar Catarinense – 7 episódios (2020) – Prêmio edital #SCulturaemsuacasa 2020 -Atividades pedagógicas para Platô Cultural (2022-2023) Websérie -O Bem Amado – 7 episódios – Cia. Caras de Bonecos (2021) – Edital Campus de Cultura UDESC CEART 2021 Som direto/Captação de áudio para audiovisual – "ensaio para algo que não sabemos, por uma poética da existência" protótipo 3: metamorfose (2019) – Bimbinho – filme curta metragem (2020) – 9º Edital de apoio ao audiovisual Armando Carreirão 2020 – A Menina Boba – filme média metragem (2023) – Qorpo Santo – filme animação curta metragem (2024) – Edital Procult 2023-2024 UDESC CEART Finalização de áudio em filmes – Bimbinho – filme curta metragem (2020) – 9º Edital de apoio ao audiovisual Armando Carreirão 2020 – A Menina Boba – filme média metragem (2024) Atualmente desenvolve trabalhos de criação de trilhas sonoras e sonorização para espetáculos de teatro, dança e performance, filmes, podcasts, shows musicais e ações educativas. Integra o grupo de teatro Cia MOSCA onde realiza mediações musicais, é ator e musicista em cena; o quarteto de jazz manouche La Pompette; ministra a oficina de sonorização “Educasom Oficina”; é coordenador do Bando Gadje – grupo de estudos em Jazz Manouche; guitarrista da Tripa – música de teatro; Mestrando em Música pela UDESC Florianópolis.

Fierro Chifle
Fierro Chifle es un trío de guitarras formado por Gabriel Santamaria, Pablo Vernieri y Juan Manuel Sánchez, que explora la música argentina desde 2005. Su repertorio instrumental abarca tangos, milongas, valses criollos y folclore, incluyendo composiciones propias. Han realizado presentaciones en Argentina y Europa, grabando “Fierro Chifle” con obras de grandes compositores y “Puerta Abierta” junto a Jana Purita, disco que rescata canciones con fuerte contenido social y narrativo, especialmente de Nelly Omar y el Tata Cedrón. Combinan tradición y vanguardia, participando activamente en la escena contemporánea del tango y folclore.
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Tango
Folclore
Descrição
Fierro Chifle es un trío de guitarras formado por Gabriel Santamaria, Pablo Vernieri y Juan Manuel Sánchez, que explora la música argentina desde 2005. Su repertorio instrumental abarca tangos, milongas, valses criollos y folclore, incluyendo composiciones propias. Han realizado presentaciones en Argentina y Europa, grabando “Fierro Chifle” con obras de grandes compositores y “Puerta Abierta” junto a Jana Purita, disco que rescata canciones con fuerte contenido social y narrativo, especialmente de Nelly Omar y el Tata Cedrón. Combinan tradición y vanguardia, participando activamente en la escena contemporánea del tango y folclore.

Renvolucion
Compositor y productor musical empírico. Formado en espacios y actividades comunitarias y socio-culturales. Trabajo desde la producción de artes visuales y la autogestión. Apostando por una perspectiva de identidad vinculada al territorio. (2009-2012) Director e integrante del Coro Eje San Borja como cantante (Lima) (2018) EP “La Cigarra” como autor, compositor, guitarrista y percusionista (Lima) (2018-2019) Participante como cantautor en el Festival de la Caravana de la Poesía (Cusco-Ayacucho-Ica-Lima) (2020) Single “Somos Más Fuertes Que La Violencia” de la cantante Nina Lu como co-compositor y arreglos (Huancayo) (2022) Gira de conciertos en vivo para restaurantes, bares y espacios culturales como compositor, guitarrista y percusionista (La Libertad-Piura) (2023) Spot Radial para la Fototeca Comunitaria Santa Beatriz como compositor, producción y arreglos (Lima) (2023) EP “Kaipacha: Canciones Urgentes” de Luis Ramírez como producción, masterización, arreglos, cantante, guitarrista y percusionista (Lima) (2023-2024) Producción y grabación de 2 composiciones originales en caporal para el cortometraje ganador de los estímulos para la cultura en Perú en 2023 “Corazón Danzante” (Lima) (2023) Productor e integrante de la agrupación “Perrxs del Cerro” (Perú-México-Chile-EE.UU) (2024) Percusionista, guitarrista y segunda voz para la grabación y gira de conciertos de los temas “Trenzando”, “Añay mamay”, “How many more people have to die” y “Cuatro direcciones” del álbum Simp’ashani: canciones trenzadas de Anais Azul (Perú-EE.UU) (2025).Gira de conciertos en vivo para restaurantes, bares y espacios culturales como compositor, guitarrista y percusionista (Perú-Bolivia)
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Huayno & Chicha
Cumbia Andina
Soft Rock / Adult Contemporary (A.C.)
Folk Rock
Descrição
Compositor y productor musical empírico. Formado en espacios y actividades comunitarias y socio-culturales. Trabajo desde la producción de artes visuales y la autogestión. Apostando por una perspectiva de identidad vinculada al territorio. (2009-2012) Director e integrante del Coro Eje San Borja como cantante (Lima) (2018) EP “La Cigarra” como autor, compositor, guitarrista y percusionista (Lima) (2018-2019) Participante como cantautor en el Festival de la Caravana de la Poesía (Cusco-Ayacucho-Ica-Lima) (2020) Single “Somos Más Fuertes Que La Violencia” de la cantante Nina Lu como co-compositor y arreglos (Huancayo) (2022) Gira de conciertos en vivo para restaurantes, bares y espacios culturales como compositor, guitarrista y percusionista (La Libertad-Piura) (2023) Spot Radial para la Fototeca Comunitaria Santa Beatriz como compositor, producción y arreglos (Lima) (2023) EP “Kaipacha: Canciones Urgentes” de Luis Ramírez como producción, masterización, arreglos, cantante, guitarrista y percusionista (Lima) (2023-2024) Producción y grabación de 2 composiciones originales en caporal para el cortometraje ganador de los estímulos para la cultura en Perú en 2023 “Corazón Danzante” (Lima) (2023) Productor e integrante de la agrupación “Perrxs del Cerro” (Perú-México-Chile-EE.UU) (2024) Percusionista, guitarrista y segunda voz para la grabación y gira de conciertos de los temas “Trenzando”, “Añay mamay”, “How many more people have to die” y “Cuatro direcciones” del álbum Simp’ashani: canciones trenzadas de Anais Azul (Perú-EE.UU) (2025).Gira de conciertos en vivo para restaurantes, bares y espacios culturales como compositor, guitarrista y percusionista (Perú-Bolivia)
Música

Chico Dub
Chico Dub é diretor artístico, curador e gestor cultural. É diretor geral e curador do Festival Novas Frequências e idealizador e curador do Music Forward, a conferência de música do Rio Innovation Week (em parceria com a Tecla Music). Eleito pelo British Council como um dos "Futuros Líderes Globais", Chico Dub é ex-diretor artístico do Centro Cultural Oi Futuro (hoje batizado como Futuros – Arte e Tecnologia), ex-curador de música do Centro Cultural São Paulo e ex-gestor/curador do Incidências Sonoras, plataforma vinculada à fundação suíça para a cultura Pro Helvetia no contexto sul-americano, já realizou curadorias para diversos festivais, projetos e mostras no Brasil e exterior, como: OneBeat Residency (EUA), 2020-2025), Futuração (Centro Cultural Oi Futuro, 2023), SIM São Paulo (2023), The Beat Diaspora (série online para o Youtube Originals, 2022), Labverde – Imersão artística na Amazônia (Manaus, 2020 e 2022), Itinerância Rebel (Rio, 2022), Bienal de São Paulo (programação de música experimental da 34ª Bienal, 2021), Audiodrama (CCBB Brasília, 2021), In/Out Festival (digital, 2020-2021), Virada Cultural (São Paulo, 2020), Silo – Arte e Latitude Rural (Rio, 2019), Videoex (Zurich, 2019), ArtSonica Residência Artística (Rio de Janeiro, 2019), Escuchar (Sonidos Visuales) (Buenos Aires, 2018), Red Bull Music Academy SP (2017), Revisitando Smetak (Rio, 2017), MAR – Museu de Arte do Rio de Janeiro (ciclo Margem, 2016), HOBRA – Residência Artística Holanda Brasil (Rio, 2016), Red Bull Music Pulso (SP, 2016), Dia da Música (Rio, 2015), Eletronika (BH, 2013-2015), SESI Cultura Digital (Rio, 2014-2015), World Stages Residency (Theatre Royal Stratford East, London), Cine-Seizure (Arnolfini – Centre for Contemporary Arts, Bristol, 2014), Festival Imersões (Rio, 2014), Sónar São Paulo (2012), além das séries Invasão Paraense e Invasão Baiana para os CCBBs de Brasília, SP e Rio (2012, 2014 e 2015). Dentre as exposições coletivas de arte sonora que realizou curadoria estão: Virada Sônica: a escalada do som na arte contemporânea" (Farol Santander, São Paulo, 2024); "Canção Enigmática: relações entre arte e som nas coleções MAM Rio" (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2019-2020); "Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira" (Sesc Belenzinho, 2019); "Disco é Cultura "(Castelinho do Flamengo, 2017); "Gambiarra Sonora" (Festspielhaus Hellerau, Dresden, Alemanha).
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Descrição
Chico Dub é diretor artístico, curador e gestor cultural. É diretor geral e curador do Festival Novas Frequências e idealizador e curador do Music Forward, a conferência de música do Rio Innovation Week (em parceria com a Tecla Music). Eleito pelo British Council como um dos "Futuros Líderes Globais", Chico Dub é ex-diretor artístico do Centro Cultural Oi Futuro (hoje batizado como Futuros – Arte e Tecnologia), ex-curador de música do Centro Cultural São Paulo e ex-gestor/curador do Incidências Sonoras, plataforma vinculada à fundação suíça para a cultura Pro Helvetia no contexto sul-americano, já realizou curadorias para diversos festivais, projetos e mostras no Brasil e exterior, como: OneBeat Residency (EUA), 2020-2025), Futuração (Centro Cultural Oi Futuro, 2023), SIM São Paulo (2023), The Beat Diaspora (série online para o Youtube Originals, 2022), Labverde – Imersão artística na Amazônia (Manaus, 2020 e 2022), Itinerância Rebel (Rio, 2022), Bienal de São Paulo (programação de música experimental da 34ª Bienal, 2021), Audiodrama (CCBB Brasília, 2021), In/Out Festival (digital, 2020-2021), Virada Cultural (São Paulo, 2020), Silo – Arte e Latitude Rural (Rio, 2019), Videoex (Zurich, 2019), ArtSonica Residência Artística (Rio de Janeiro, 2019), Escuchar (Sonidos Visuales) (Buenos Aires, 2018), Red Bull Music Academy SP (2017), Revisitando Smetak (Rio, 2017), MAR – Museu de Arte do Rio de Janeiro (ciclo Margem, 2016), HOBRA – Residência Artística Holanda Brasil (Rio, 2016), Red Bull Music Pulso (SP, 2016), Dia da Música (Rio, 2015), Eletronika (BH, 2013-2015), SESI Cultura Digital (Rio, 2014-2015), World Stages Residency (Theatre Royal Stratford East, London), Cine-Seizure (Arnolfini – Centre for Contemporary Arts, Bristol, 2014), Festival Imersões (Rio, 2014), Sónar São Paulo (2012), além das séries Invasão Paraense e Invasão Baiana para os CCBBs de Brasília, SP e Rio (2012, 2014 e 2015). Dentre as exposições coletivas de arte sonora que realizou curadoria estão: Virada Sônica: a escalada do som na arte contemporânea" (Farol Santander, São Paulo, 2024); "Canção Enigmática: relações entre arte e som nas coleções MAM Rio" (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2019-2020); "Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira" (Sesc Belenzinho, 2019); "Disco é Cultura "(Castelinho do Flamengo, 2017); "Gambiarra Sonora" (Festspielhaus Hellerau, Dresden, Alemanha).
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Escuela Básica Acosta Ñu, Colegio Naciona Nuevo Horizonte, Escuela Básica San Roque
Licenciada en Música (2022) por la Escuela Superior de Bellas Artes de la Universidad Nacional del Este, Luz María Maidana Díaz ha forjado una carrera destacada en el ámbito musical y educativo. Complementando su formación, obtuvo el título de Profesora Superior de Lenguaje Musical en el Conservatorio Municipal Dionisio Basualdo. En 2023, fue galardonada con el Premio al Emprendedurismo Cultural en Música, otorgado por la Secretaría de la Juventud, gracias a su innovador proyecto "Mandú'ara". Su compromiso con la educación y la cultura la llevó a ser representante de la Escuela Superior de Bellas Artes en el Congreso de Extensión de la AUGM 2023, realizado en San Pablo, Campinas, Brasil. Además, representó a Paraguay en el Foro Latinoamericano de Educación Musical en Valparaíso, Chile con su proyecto de extensión "Socializarte, con manitas en Acción" ese mismo año. Desde 2018, Luz María ha trabajado como docente, comenzando como reemplazante y asumiendo un cargo titular en 2020. En 2024, se unió a la gestión oficial como docente, contribuyendo a la formación de nuevas generaciones de músicos. Desde 2021, ha liderado un proyecto social comunitario que involucra a niños de diversas realidades socioeconómicas. Este año, el enfoque del proyecto ha sido el aprendizaje de canciones en guaraní y la creación de cuentos que posteriormente son musicalizados, promoviendo tanto la educación musical como la inclusión cultural.
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Licenciada en Música (2022) por la Escuela Superior de Bellas Artes de la Universidad Nacional del Este, Luz María Maidana Díaz ha forjado una carrera destacada en el ámbito musical y educativo. Complementando su formación, obtuvo el título de Profesora Superior de Lenguaje Musical en el Conservatorio Municipal Dionisio Basualdo. En 2023, fue galardonada con el Premio al Emprendedurismo Cultural en Música, otorgado por la Secretaría de la Juventud, gracias a su innovador proyecto "Mandú'ara". Su compromiso con la educación y la cultura la llevó a ser representante de la Escuela Superior de Bellas Artes en el Congreso de Extensión de la AUGM 2023, realizado en San Pablo, Campinas, Brasil. Además, representó a Paraguay en el Foro Latinoamericano de Educación Musical en Valparaíso, Chile con su proyecto de extensión "Socializarte, con manitas en Acción" ese mismo año. Desde 2018, Luz María ha trabajado como docente, comenzando como reemplazante y asumiendo un cargo titular en 2020. En 2024, se unió a la gestión oficial como docente, contribuyendo a la formación de nuevas generaciones de músicos. Desde 2021, ha liderado un proyecto social comunitario que involucra a niños de diversas realidades socioeconómicas. Este año, el enfoque del proyecto ha sido el aprendizaje de canciones en guaraní y la creación de cuentos que posteriormente son musicalizados, promoviendo tanto la educación musical como la inclusión cultural.
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Stefano Velázquez López
Stefano Velázquez López es compositor y diseñador sonoro con experiencia en cine, publicidad y música en vivo. Ha colaborado en proyectos audiovisuales para Verde Espina Studios en Ciudad de México bajo la dirección de Luis Kelly, pionero en la transmisión de televisión por internet y colaborador de Guillermo del Toro y Emmanuel Lubezki. Su trabajo incluye diseño y edición de audio para comerciales de marcas como C.V. Directo, entre otros, así como la mezcla y diseño sonoro de cortometrajes exhibidos en The 48 Hour Film Project y en Cinépolis Sala de Arte. En el ámbito musical, ha compartido escenario en el Music Festival of Todos Santos con artistas como Peter Buck (R.E.M.) y John Paul Jones (Led Zeppelin), además de integrar distintas agrupaciones en Baja California Sur. Actualmente cursa el Bachelor of Music (Honours) in Composition en la University of West London, bajo la cátedra del maestro Rodrigo Valdéz Hermoso, consolidando su desarrollo académico y creativo en la música contemporánea.
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Descrição
Stefano Velázquez López es compositor y diseñador sonoro con experiencia en cine, publicidad y música en vivo. Ha colaborado en proyectos audiovisuales para Verde Espina Studios en Ciudad de México bajo la dirección de Luis Kelly, pionero en la transmisión de televisión por internet y colaborador de Guillermo del Toro y Emmanuel Lubezki. Su trabajo incluye diseño y edición de audio para comerciales de marcas como C.V. Directo, entre otros, así como la mezcla y diseño sonoro de cortometrajes exhibidos en The 48 Hour Film Project y en Cinépolis Sala de Arte. En el ámbito musical, ha compartido escenario en el Music Festival of Todos Santos con artistas como Peter Buck (R.E.M.) y John Paul Jones (Led Zeppelin), además de integrar distintas agrupaciones en Baja California Sur. Actualmente cursa el Bachelor of Music (Honours) in Composition en la University of West London, bajo la cátedra del maestro Rodrigo Valdéz Hermoso, consolidando su desarrollo académico y creativo en la música contemporánea.

Jesús Herrera
Jesús Herrera Zamudio, pianista y musicólogo nacido en la ciudad de México, trabajó en la Facultad de Música y en el Instituto de Investigaciones Estéticas de la UNAM, así como en el Conservatorio Nacional de Música. Desde 2009 es profesor de tiempo completo en la Facultad de Música de la Universidad Veracruzana en Xalapa. Inició su formación musical con Tonatiuh de la Sierra y estudió la Licenciatura en Piano en la UNAM con Armando Merino. Gracias a una beca Fulbright-García Robles cursó la Maestría en Música (Piano) con Jeremy Denk en Indiana University, Estados Unidos. En México obtuvo las becas de Ejecutante y de Intérprete del FONCA. Junto al repertorio europeo y americano de los siglos XVIII al XX, se interesa particularmente en obras compuestas o interpretadas en el territorio que hoy es México, así como en música con características flamencas compuesta en ambos lados del Atlántico. Además de su actividad en el piano, es Maestro en Musicología por la Universidad Veracruzana y es Doctor en Creación y Teorías de la Cultura por la Universidad de las Américas Puebla. Ha hecho investigación sobre música en México desde el periodo virreinal hasta el siglo XX. Publica textos académicos y ediciones musicales, además de presentarse regularmente en congresos de musicología en distintos países americanos y europeos. En México pertenece al Sistema Nacional de Investigadores, es miembro de la Asociación Regional para América Latina y el Caribe de la International Musicological Society (ARLAC/IMS) y forma parte de la red Trayectorias – Cultural Exchanges: Music between Latin America and Europe.
Ver detalhesJesús Herrera
Clásica-Románticista
Moderna
Descrição
Jesús Herrera Zamudio, pianista y musicólogo nacido en la ciudad de México, trabajó en la Facultad de Música y en el Instituto de Investigaciones Estéticas de la UNAM, así como en el Conservatorio Nacional de Música. Desde 2009 es profesor de tiempo completo en la Facultad de Música de la Universidad Veracruzana en Xalapa. Inició su formación musical con Tonatiuh de la Sierra y estudió la Licenciatura en Piano en la UNAM con Armando Merino. Gracias a una beca Fulbright-García Robles cursó la Maestría en Música (Piano) con Jeremy Denk en Indiana University, Estados Unidos. En México obtuvo las becas de Ejecutante y de Intérprete del FONCA. Junto al repertorio europeo y americano de los siglos XVIII al XX, se interesa particularmente en obras compuestas o interpretadas en el territorio que hoy es México, así como en música con características flamencas compuesta en ambos lados del Atlántico. Además de su actividad en el piano, es Maestro en Musicología por la Universidad Veracruzana y es Doctor en Creación y Teorías de la Cultura por la Universidad de las Américas Puebla. Ha hecho investigación sobre música en México desde el periodo virreinal hasta el siglo XX. Publica textos académicos y ediciones musicales, además de presentarse regularmente en congresos de musicología en distintos países americanos y europeos. En México pertenece al Sistema Nacional de Investigadores, es miembro de la Asociación Regional para América Latina y el Caribe de la International Musicological Society (ARLAC/IMS) y forma parte de la red Trayectorias – Cultural Exchanges: Music between Latin America and Europe.

Sebastião Cristino Junior
Cantor, compositor e percussionista. Criado entre os sambas de fundo de quintal de sua família, sempre tive a música como presença constante e forma de expressão. Antes de lançar meu grupo, passei noites cantando no tradicional Bar do Oripim, onde amadureci meu repertório e ganhei experiência diante do público. Hoje no projeto Samba Luz de Candeia, resgato a tradição das rodas de samba e apresento composições autorais das músicas que dialogam com mestres como Cartola, Paulinho da Viola e Martinho da Vila, sem perder a linguagem contemporânea. Resistência, cotidiano e espiritualidade, sempre aproximando o público da essência do samba. Com vivência em apresentações locais e crescente reconhecimento como letrista, agora busco ampliar minha trajetória em festivais e projetos culturais, consolidando-me uma nova voz do samba de raiz. Com muito respeito a todo o cenário do samba.
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Samba
Samba – Pagode
Descrição
Cantor, compositor e percussionista. Criado entre os sambas de fundo de quintal de sua família, sempre tive a música como presença constante e forma de expressão. Antes de lançar meu grupo, passei noites cantando no tradicional Bar do Oripim, onde amadureci meu repertório e ganhei experiência diante do público. Hoje no projeto Samba Luz de Candeia, resgato a tradição das rodas de samba e apresento composições autorais das músicas que dialogam com mestres como Cartola, Paulinho da Viola e Martinho da Vila, sem perder a linguagem contemporânea. Resistência, cotidiano e espiritualidade, sempre aproximando o público da essência do samba. Com vivência em apresentações locais e crescente reconhecimento como letrista, agora busco ampliar minha trajetória em festivais e projetos culturais, consolidando-me uma nova voz do samba de raiz. Com muito respeito a todo o cenário do samba.

Camilo Jara
Camilo Jara Project es una propuesta musical que nace desde la exploración profunda de géneros que han marcado mi desarrollo como guitarrista, compositor e intérprete. En su esencia, este proyecto canaliza la riqueza del fingerstyle, el folk contemporáneo y la música fusión, con la guitarra como protagonista central y vehículo expresivo de mis vivencias. Mi enfoque actual gira en torno al fingerstyle moderno, una técnica que me permite integrar armonía, melodía, ritmo y percusión en una sola ejecución, generando piezas instrumentales con alto contenido emocional y técnico. Sin embargo, esta no es mi única dimensión: mi música también incluye composiciones de autor, donde el canto y los textos se mezclan con sonoridades del reggae, funk, jazz latino y soul, reflejando una paleta amplia y coherente. A lo largo de mi trayectoria, los instrumentos de cuerda —acústica, clásica y eléctrica— me han permitido recorrer múltiples paisajes sonoros, creando un lenguaje personal que va desde la introspección instrumental hasta el groove más energético en formato banda. Este viaje tomó forma discográfica con el EP “1470” (2023), una obra de cinco piezas instrumentales que fusiona acid jazz y lo-fi, inspirada en una etapa íntima de mi vida. Actualmente me encuentro preparando el lanzamiento de “Fuegofrets!” (2025), un álbum con ocho composiciones originales para guitarra acústica en estilo fingerstyle, donde desarrollo una narrativa sonora con identidad propia.
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Soul Jazz / Jazz Funk
Cantautor/Música de autor
Folclor Fusión
Descrição
Camilo Jara Project es una propuesta musical que nace desde la exploración profunda de géneros que han marcado mi desarrollo como guitarrista, compositor e intérprete. En su esencia, este proyecto canaliza la riqueza del fingerstyle, el folk contemporáneo y la música fusión, con la guitarra como protagonista central y vehículo expresivo de mis vivencias. Mi enfoque actual gira en torno al fingerstyle moderno, una técnica que me permite integrar armonía, melodía, ritmo y percusión en una sola ejecución, generando piezas instrumentales con alto contenido emocional y técnico. Sin embargo, esta no es mi única dimensión: mi música también incluye composiciones de autor, donde el canto y los textos se mezclan con sonoridades del reggae, funk, jazz latino y soul, reflejando una paleta amplia y coherente. A lo largo de mi trayectoria, los instrumentos de cuerda —acústica, clásica y eléctrica— me han permitido recorrer múltiples paisajes sonoros, creando un lenguaje personal que va desde la introspección instrumental hasta el groove más energético en formato banda. Este viaje tomó forma discográfica con el EP “1470” (2023), una obra de cinco piezas instrumentales que fusiona acid jazz y lo-fi, inspirada en una etapa íntima de mi vida. Actualmente me encuentro preparando el lanzamiento de “Fuegofrets!” (2025), un álbum con ocho composiciones originales para guitarra acústica en estilo fingerstyle, donde desarrollo una narrativa sonora con identidad propia.
Música
19711 Resultados – Página 111 de 1972





























