
Pamina Luisa Prehn
Musicista, compositora, instrumentista, poeta e artista independente. Nascida na Alemanha, fui morar na Argentina com 3 anos de idade. Com especial interesse na experimentação musical e a fusão de estilos sul-americanos como as correntes Afro-brasileiras, Andinas e Indígenas. Comecei a minha formação musical com 12 anos de idade, participando de diversas oficinas, atuações e encontros culturais. A minha inquietude por conhecer mais de perto outras culturas musicais me levou a realizar uma viagem na qual percorri Argentina, Uruguai e Brasil; me enriquecendo assim das expressões musicais de cada região, e levando arte e cultura com apresentações, principalmente em zonas rurais e do interior. Atualmente resido em Alter do Chão, Pará, desde fevereiro de 2020; continuando aqui com os estudos e experimentações musicais, apresentações e projetos coletivos; desenvolvendo também a criação de diversos instrumentos musicais com materiais orgânicos e reciclados e composição de musicas, trabalho baseado em fusões de diversas correntes e estilos musicais.
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Cantautor/Música de autor
Descrição
Musicista, compositora, instrumentista, poeta e artista independente. Nascida na Alemanha, fui morar na Argentina com 3 anos de idade. Com especial interesse na experimentação musical e a fusão de estilos sul-americanos como as correntes Afro-brasileiras, Andinas e Indígenas. Comecei a minha formação musical com 12 anos de idade, participando de diversas oficinas, atuações e encontros culturais. A minha inquietude por conhecer mais de perto outras culturas musicais me levou a realizar uma viagem na qual percorri Argentina, Uruguai e Brasil; me enriquecendo assim das expressões musicais de cada região, e levando arte e cultura com apresentações, principalmente em zonas rurais e do interior. Atualmente resido em Alter do Chão, Pará, desde fevereiro de 2020; continuando aqui com os estudos e experimentações musicais, apresentações e projetos coletivos; desenvolvendo também a criação de diversos instrumentos musicais com materiais orgânicos e reciclados e composição de musicas, trabalho baseado em fusões de diversas correntes e estilos musicais.
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Músico Francisco
Comecei a se interessar por música quando comprei meu primeiro violão. Meu cunhado me ensinou as primeiras notas básicas, comecei a fazer aulas com professores particular e entrei em uma escola de músa. Depois resolvi aprender outros instrumentos o teclado, o contrabaixo e a bateria.
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Descrição
Comecei a se interessar por música quando comprei meu primeiro violão. Meu cunhado me ensinou as primeiras notas básicas, comecei a fazer aulas com professores particular e entrei em uma escola de músa. Depois resolvi aprender outros instrumentos o teclado, o contrabaixo e a bateria.

Tabarra
Tabarra es un grupo de rock latino que nace el 28 de mayo de 1998 de un grupo de amigos del Colegio Nuestra Señora de La Merced, que crecieron en el populoso distrito del Agustino, Lima-Perú. Así es como, Felipe Chávez, Daniel Cáceda, Roberth Ángeles y Erick Gutiérrez, fueron los fundadores de la banda. El destacado sacerdote jesuita, Jose Ignacio Mantecón «Chiqui», fue quien los bautizó con el nombre de «Tabarra» (término español que significa «cosa que cansa o molesta» en alusión a ese ruido que incomoda a políticos corruptos, racistas, radicales o todo aquel que le caiga el guante), y les facilitó una sala de ensayo dentro de la Capilla Virgen de Nazareth, Iglesia del barrio. Tabarra cuenta en su haber el haber obtenido el 1er. lugar en el concurso “Rock Sur” así como también el 1er. lugar en el concurso “Miraflores Rock”, ambos en el año 1999, éste último con convocatoria abierta a nivel nacional. La banda ha pasado por una larga separación entre los años del 2010 al año 2018. La formación actual de la banda es: Luis Felipe Chávez (voz), Daniel Cáceda (guitarra), Andrés Tamashiro (guitarra), Antonio Manzaneda (bajo), Erick Gutiérrez (batería), Randy Ramirez (trompeta), Julio Gallegos (trombón) y Kelvi Pachas (teclados).
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Folclor Fusión
Descrição
Tabarra es un grupo de rock latino que nace el 28 de mayo de 1998 de un grupo de amigos del Colegio Nuestra Señora de La Merced, que crecieron en el populoso distrito del Agustino, Lima-Perú. Así es como, Felipe Chávez, Daniel Cáceda, Roberth Ángeles y Erick Gutiérrez, fueron los fundadores de la banda. El destacado sacerdote jesuita, Jose Ignacio Mantecón «Chiqui», fue quien los bautizó con el nombre de «Tabarra» (término español que significa «cosa que cansa o molesta» en alusión a ese ruido que incomoda a políticos corruptos, racistas, radicales o todo aquel que le caiga el guante), y les facilitó una sala de ensayo dentro de la Capilla Virgen de Nazareth, Iglesia del barrio. Tabarra cuenta en su haber el haber obtenido el 1er. lugar en el concurso “Rock Sur” así como también el 1er. lugar en el concurso “Miraflores Rock”, ambos en el año 1999, éste último con convocatoria abierta a nivel nacional. La banda ha pasado por una larga separación entre los años del 2010 al año 2018. La formación actual de la banda es: Luis Felipe Chávez (voz), Daniel Cáceda (guitarra), Andrés Tamashiro (guitarra), Antonio Manzaneda (bajo), Erick Gutiérrez (batería), Randy Ramirez (trompeta), Julio Gallegos (trombón) y Kelvi Pachas (teclados).
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Música

N'Goma
somos um Grupo musical que tem como principal influência os gêneros da musica tradicional ancestral de matrize religiosa afro-indígena brasileira, mais especificamente a da região do Recôncavo da Bahia. Iniciamos nossos trabalho a um ano, e desde então estamos produzindo nosso material de forma interna devido as restrições impostas pela pandemia do corona vírus. Contamos com uma equipe de músicos percussionistas, mais vozes e violão. Esse trabalho está fundamentado e é fruto de um estudo elaborado sobre os ritmos e cantos tradicionais da cultura afro-indígena dos terreiros de candomblés, em especial os de raízes congo-Angola pertencente ao troco linguístico Bantu. sendo assim, tocamos sambas de roda, sambas de caboclo e também outros ritmos tocados no terreiro como Congo, Barravento, Kabila mesclando sempre com instrumentais harmônicos do violão e cavaquinho, instrumento muito usado na nossa musica brasileira. Temos alguns videos produzido, e outros trabalhos de cunho social que serve como extensão do corpo musical, envolvendo aulas de toques de atabaques e outros instrumentos percussivos, alem do desenvolvimento com cantos sagrados de matrizes afro-brasileira indígena e também da dança.
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Afrobrasileiro
Descrição
somos um Grupo musical que tem como principal influência os gêneros da musica tradicional ancestral de matrize religiosa afro-indígena brasileira, mais especificamente a da região do Recôncavo da Bahia. Iniciamos nossos trabalho a um ano, e desde então estamos produzindo nosso material de forma interna devido as restrições impostas pela pandemia do corona vírus. Contamos com uma equipe de músicos percussionistas, mais vozes e violão. Esse trabalho está fundamentado e é fruto de um estudo elaborado sobre os ritmos e cantos tradicionais da cultura afro-indígena dos terreiros de candomblés, em especial os de raízes congo-Angola pertencente ao troco linguístico Bantu. sendo assim, tocamos sambas de roda, sambas de caboclo e também outros ritmos tocados no terreiro como Congo, Barravento, Kabila mesclando sempre com instrumentais harmônicos do violão e cavaquinho, instrumento muito usado na nossa musica brasileira. Temos alguns videos produzido, e outros trabalhos de cunho social que serve como extensão do corpo musical, envolvendo aulas de toques de atabaques e outros instrumentos percussivos, alem do desenvolvimento com cantos sagrados de matrizes afro-brasileira indígena e também da dança.

Germán Malaver
Nacido el 25 de enero de 1998 en Zipaquirá, pero radicado durante toda su vida en Cogua -Cundinamarca-, municipio en el que inicia sus estudios musicales al ingresar a los procesos de formación musical de la casa de la cultura, específicamente en la Banda Sinfónica, donde interpretó instrumentos como la percusión sinfónica, el euphonio y la tuba; y la estudiantina Hijos del Rodamonte, en dónde inicia su acercamiento hacia las músicas tradicionales y populares colombianas interpretando la guitarra, el tiple y el tiple requinto, siendo este último su instrumento principal hasta el día de hoy. Ha sido partícipe de diversos festivales y encuentros musicales a nivel nacional como solista -Festival Nacional del Torbellino y el Requinto (Puente Nacional, Santander), Festival Nacional del requinto y la Poesía Costumbrista (Tuta, Boyacá), Festival Nacional del Torbellino (Tabio, Cundinamarca), Festival Nacional del TIple de la UPN (Bogotá D.C.), entre otros-, y como integrante de varias agrupaciones -Festival de la Canción Infantil, Latinoamericana y Caribeña (Bogotá, 2013), Festival Nacional de Duetos “Ciudad de Cajicá”, Encuentro Nacional de Estudiantinas “Héctor Cedeño” (Tuluá, Valle del Cauca), Festival Nacional de Bandas Sinfónicas (Paipa, Boyacá), entre otros-. A lo largo de su proceso interpretativo ha sido alumno de reconocidos intérpretes como Hermes Espitia Palomino, Efraín Franco Arbeláez, y Marco Villarreal Otero, con quien actualmente cursa el octavo semestre de tiple requinto en el Proyecto Curricular de Artes Musicales (PCAM) de la Universidad Distrital Francisco José de Caldas – Facultad de Artes ASAB. Su ingreso formal a dicha universidad se da en el año 2017, a lo largo de este proceso se ha preocupado por afrontar nuevos repertorios para su instrumento, desde la música campesina colombiana, pasando por algunas músicas populares de Latinoamérica, Europa y obras académicas universales. En los últimos años se ha interesado también por el campo de la investigación musical, participando de un semillero de investigación de la Universidad Distrital como líder de semillero y de proyectos como Detrás del Requinto, junto a Fabián Barragán, que tiene como objetivo conocer y compartir los saberes de distintos intérpretes del tiple requinto por medio de entrevistas que circulan a través de YouTube.
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Folklore Sudamericano
Solistas
Música de Cámara
Descrição
Nacido el 25 de enero de 1998 en Zipaquirá, pero radicado durante toda su vida en Cogua -Cundinamarca-, municipio en el que inicia sus estudios musicales al ingresar a los procesos de formación musical de la casa de la cultura, específicamente en la Banda Sinfónica, donde interpretó instrumentos como la percusión sinfónica, el euphonio y la tuba; y la estudiantina Hijos del Rodamonte, en dónde inicia su acercamiento hacia las músicas tradicionales y populares colombianas interpretando la guitarra, el tiple y el tiple requinto, siendo este último su instrumento principal hasta el día de hoy. Ha sido partícipe de diversos festivales y encuentros musicales a nivel nacional como solista -Festival Nacional del Torbellino y el Requinto (Puente Nacional, Santander), Festival Nacional del requinto y la Poesía Costumbrista (Tuta, Boyacá), Festival Nacional del Torbellino (Tabio, Cundinamarca), Festival Nacional del TIple de la UPN (Bogotá D.C.), entre otros-, y como integrante de varias agrupaciones -Festival de la Canción Infantil, Latinoamericana y Caribeña (Bogotá, 2013), Festival Nacional de Duetos “Ciudad de Cajicá”, Encuentro Nacional de Estudiantinas “Héctor Cedeño” (Tuluá, Valle del Cauca), Festival Nacional de Bandas Sinfónicas (Paipa, Boyacá), entre otros-. A lo largo de su proceso interpretativo ha sido alumno de reconocidos intérpretes como Hermes Espitia Palomino, Efraín Franco Arbeláez, y Marco Villarreal Otero, con quien actualmente cursa el octavo semestre de tiple requinto en el Proyecto Curricular de Artes Musicales (PCAM) de la Universidad Distrital Francisco José de Caldas – Facultad de Artes ASAB. Su ingreso formal a dicha universidad se da en el año 2017, a lo largo de este proceso se ha preocupado por afrontar nuevos repertorios para su instrumento, desde la música campesina colombiana, pasando por algunas músicas populares de Latinoamérica, Europa y obras académicas universales. En los últimos años se ha interesado también por el campo de la investigación musical, participando de un semillero de investigación de la Universidad Distrital como líder de semillero y de proyectos como Detrás del Requinto, junto a Fabián Barragán, que tiene como objetivo conocer y compartir los saberes de distintos intérpretes del tiple requinto por medio de entrevistas que circulan a través de YouTube.

ROOTS OF SOUL
ROOTS OF SOUL – MUYSKAS RESISTIENDO VALLE DEL TUNDAMA Roots of soul es un proyecto de música experimental de la ciudad de Duitama – Boyacá, que mezcla diferentes géneros como el jazz, el reggae, el hip hop y el metal. Las canciones están asociadas a la revolución, mensajes explícitos de la realidad que se vive en nuestro país y el cuidado y la defensa del territorio. Nace como una propuesta de Fabio Hernández, mejor conocido como Da Chango Beats, en el 2014 viajando por Colombia cantando e improvisando con otros viajeros. Con el paso del tiempo se han unido músicos y colectivos musicales de la ciudad de Duitama dándole mayor diversidad a este proyecto. La agrupación ha creado diferentes formatos musicales para acoplarse a múltiples escenarios y de esta forma llegar a más personas con su música. Actualmente, Roots of soul está compuesto por Dj Leisure, Leonardo Hernández en los vientos andinos y en la voz y Da Chango Beats en la voz. En 2021 y 2022 lanzaron su primer álbum titulado "Almas Nativas", producido en In The House Records e Indepent Records en Duitama. Este trabajo discográfico está disponible en todas las plataformas musicales. En 2022, la banda llevó a cabo la gira internacional "Muyskas Resistiendo", que abarcó las regiones de Antioquia, Tolima, Caquetá, Cundinamarca, Santander, Nariño y Boyacá en Colombia, así como la provincia de Pichincha en Ecuador. En 2023, continuaron su expansión con la gira "De Boyacá pa' todos lados", visitando departamentos colombianos como Cundinamarca, Valle del Cauca, Nariño, Norte de Santander y Boyacá, además de las provincias ecuatorianas de Carchi y Tungurahua, promoviendo su primer álbum en diversos territorios. Ese mismo año, comenzaron la producción de su primer EP titulado "Tundama en el Microphone", una propuesta musical influenciada por el rap underground de los años 90, con evocadoras atmósferas de vientos andinos. En 2024, lanzaron la gira homónima, con presentaciones en Colombia (Quindío, Valle del Cauca, Cauca y Nariño), Ecuador (Tungurahua, Chimborazo y Azuay), Perú (La Libertad, Lima, Ica, Moquegua, Cuzco y Puno), Bolivia (La Paz y Cochabamba) y Chile (Arica). En este momento la agrupación está en el proceso de prensado de su tercer disco, Nuestra siembra, una producción que evoca 10 años de viajes musicales por Suramérica grabado en Mero hechizo en el año 2025 y mezclado y masterizado por Dafunk noise de Colombia, Faite rex y Valeska de Perú. Este disco cuenta con el adelanto de dos producciones audiovisuales, El Convite, realizado en el sendero ecológico La Zarza en Duitama y Portales, realizado en Cajamarca – Tolima. A lo largo de su trayectoria, Roots of Soul ha participado en eventos departamentales, nacionales e internacionales de renombre, compartiendo escenario con reconocidos artistas latinoamericanos como Naturaleza Suprema, Afaz Natural, Realidad Mental, Solitario Soldado, Todo Copas, La Farmakos, Cescru Enlace, Spektra de la Rima, Midras Queen, Blacking, Keenwan, Yidaky, Penyair, Motilonas Rap, Fly So High y Gaias Pendulum de Colombia; Pan de Agua, Three in the House EC y Alma Rasta de Ecuador; DJ Nazhet, Valeska, Mseco, El Dedos, Pedro Mo y Fakir de Perú; DJ Chaco, Sound killa crew y Fatcankiller de Chile; DJ Magnoscrito de Venezuela; además de La Niña Doble C y Guru Wallace de Bolivia. Roots of Soul se consolida como una banda comprometida con la música y el mensaje social, dejando huella en cada lugar que visita con su poderosa propuesta artística y cultural.
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(Roots) Reggae
Sicuri O Sikuri
Descrição
ROOTS OF SOUL – MUYSKAS RESISTIENDO VALLE DEL TUNDAMA Roots of soul es un proyecto de música experimental de la ciudad de Duitama – Boyacá, que mezcla diferentes géneros como el jazz, el reggae, el hip hop y el metal. Las canciones están asociadas a la revolución, mensajes explícitos de la realidad que se vive en nuestro país y el cuidado y la defensa del territorio. Nace como una propuesta de Fabio Hernández, mejor conocido como Da Chango Beats, en el 2014 viajando por Colombia cantando e improvisando con otros viajeros. Con el paso del tiempo se han unido músicos y colectivos musicales de la ciudad de Duitama dándole mayor diversidad a este proyecto. La agrupación ha creado diferentes formatos musicales para acoplarse a múltiples escenarios y de esta forma llegar a más personas con su música. Actualmente, Roots of soul está compuesto por Dj Leisure, Leonardo Hernández en los vientos andinos y en la voz y Da Chango Beats en la voz. En 2021 y 2022 lanzaron su primer álbum titulado "Almas Nativas", producido en In The House Records e Indepent Records en Duitama. Este trabajo discográfico está disponible en todas las plataformas musicales. En 2022, la banda llevó a cabo la gira internacional "Muyskas Resistiendo", que abarcó las regiones de Antioquia, Tolima, Caquetá, Cundinamarca, Santander, Nariño y Boyacá en Colombia, así como la provincia de Pichincha en Ecuador. En 2023, continuaron su expansión con la gira "De Boyacá pa' todos lados", visitando departamentos colombianos como Cundinamarca, Valle del Cauca, Nariño, Norte de Santander y Boyacá, además de las provincias ecuatorianas de Carchi y Tungurahua, promoviendo su primer álbum en diversos territorios. Ese mismo año, comenzaron la producción de su primer EP titulado "Tundama en el Microphone", una propuesta musical influenciada por el rap underground de los años 90, con evocadoras atmósferas de vientos andinos. En 2024, lanzaron la gira homónima, con presentaciones en Colombia (Quindío, Valle del Cauca, Cauca y Nariño), Ecuador (Tungurahua, Chimborazo y Azuay), Perú (La Libertad, Lima, Ica, Moquegua, Cuzco y Puno), Bolivia (La Paz y Cochabamba) y Chile (Arica). En este momento la agrupación está en el proceso de prensado de su tercer disco, Nuestra siembra, una producción que evoca 10 años de viajes musicales por Suramérica grabado en Mero hechizo en el año 2025 y mezclado y masterizado por Dafunk noise de Colombia, Faite rex y Valeska de Perú. Este disco cuenta con el adelanto de dos producciones audiovisuales, El Convite, realizado en el sendero ecológico La Zarza en Duitama y Portales, realizado en Cajamarca – Tolima. A lo largo de su trayectoria, Roots of Soul ha participado en eventos departamentales, nacionales e internacionales de renombre, compartiendo escenario con reconocidos artistas latinoamericanos como Naturaleza Suprema, Afaz Natural, Realidad Mental, Solitario Soldado, Todo Copas, La Farmakos, Cescru Enlace, Spektra de la Rima, Midras Queen, Blacking, Keenwan, Yidaky, Penyair, Motilonas Rap, Fly So High y Gaias Pendulum de Colombia; Pan de Agua, Three in the House EC y Alma Rasta de Ecuador; DJ Nazhet, Valeska, Mseco, El Dedos, Pedro Mo y Fakir de Perú; DJ Chaco, Sound killa crew y Fatcankiller de Chile; DJ Magnoscrito de Venezuela; además de La Niña Doble C y Guru Wallace de Bolivia. Roots of Soul se consolida como una banda comprometida con la música y el mensaje social, dejando huella en cada lugar que visita con su poderosa propuesta artística y cultural.
Música

Independiente
Descrição
Compositor independiente

Esteban Arellano
Folk Rock
Descrição
Compositor sin trayectoria

Elemento Reggae
Avenida do Estádio, 33 – Bairro Jardim do Estádio – Santo André – SP – CEP 09172-190
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(Roots) Reggae
Descrição
Avenida do Estádio, 33 – Bairro Jardim do Estádio – Santo André – SP – CEP 09172-190

Los Vitocos
Los Vitocos, son una agrupación musical conformada desde el año 2019 en la ciudad de Bogotá por cuatro estudiantes de la Universidad Distrital Francisco José de Caldas: Daniela Villarreal, estudiante de Licenciatura en Biología; Germán Malaver, músico coguano que inició su formación musical en la casa de la cultura del municipio de Cogua y que actualmente es estudiante de Artes Musicales en la Facultad de Artes ASAB, del mismo modo que Esteban Bernal; y Angélica Fonseca, egresada de la misma facultad como Maestra en Artes Musicales con énfasis en interpretación de guitarra acústica. El interés principal de Los Vitocos es conocer a fondo las músicas campesinas de los andes colombianos y generar nuevas propuestas musicales en torno a ellas. Su formato básico consta de tiple requinto, tiple, guitarra, guacharaca y voces, pero también se suele incluir la guitarra puntera, el acordeón y la armónica. En cuanto a su trayectoria, cabe resaltar su participación en el lanzamiento de libro Rutas para familiares víctimas de desaparición forzada en el contexto y en razón del conflicto armado en Colombia, de la Unidad para la Atención y la Reparación Integral a las Víctimas (2019); El Gran Remate Navideño Corferias 2019, donde participaron como agrupación invitada; la Toma Cultural Firavitobense 2020, evento en el que obtuvieron el segundo lugar en la categoría de grupos aficionados; El Festival del Rodamonte 2020, como agrupación invitada; y el Festival del Zaque Lenguazaque, dónde obtuvieron el segundo lugar en la categoría de géneros populares. También en el año 2020 fueron los ganadores del Incentivo de Creación en Músicas Tradicionales del Portafolio de Estímulos Corazonarte, Cultura para Cuidarte 2020 del IDECUT (Instituto Departamental de Cultura y Turismo de Cundinamarca), premio con el que lograron producir un videoclip de su primer sencillo musical Canto al Campesino. En el año 2021, fueron seleccionados mediante un proceso de convocatoria ofrecido por la red de difusión artística Sonamos Latinoamérica para participar en un ciclo de conciertos virtuales en el marco del Festival Sonamos Latinoamérica Ecuador.
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Música Andina
Folclore Fusión
Descrição
Los Vitocos, son una agrupación musical conformada desde el año 2019 en la ciudad de Bogotá por cuatro estudiantes de la Universidad Distrital Francisco José de Caldas: Daniela Villarreal, estudiante de Licenciatura en Biología; Germán Malaver, músico coguano que inició su formación musical en la casa de la cultura del municipio de Cogua y que actualmente es estudiante de Artes Musicales en la Facultad de Artes ASAB, del mismo modo que Esteban Bernal; y Angélica Fonseca, egresada de la misma facultad como Maestra en Artes Musicales con énfasis en interpretación de guitarra acústica. El interés principal de Los Vitocos es conocer a fondo las músicas campesinas de los andes colombianos y generar nuevas propuestas musicales en torno a ellas. Su formato básico consta de tiple requinto, tiple, guitarra, guacharaca y voces, pero también se suele incluir la guitarra puntera, el acordeón y la armónica. En cuanto a su trayectoria, cabe resaltar su participación en el lanzamiento de libro Rutas para familiares víctimas de desaparición forzada en el contexto y en razón del conflicto armado en Colombia, de la Unidad para la Atención y la Reparación Integral a las Víctimas (2019); El Gran Remate Navideño Corferias 2019, donde participaron como agrupación invitada; la Toma Cultural Firavitobense 2020, evento en el que obtuvieron el segundo lugar en la categoría de grupos aficionados; El Festival del Rodamonte 2020, como agrupación invitada; y el Festival del Zaque Lenguazaque, dónde obtuvieron el segundo lugar en la categoría de géneros populares. También en el año 2020 fueron los ganadores del Incentivo de Creación en Músicas Tradicionales del Portafolio de Estímulos Corazonarte, Cultura para Cuidarte 2020 del IDECUT (Instituto Departamental de Cultura y Turismo de Cundinamarca), premio con el que lograron producir un videoclip de su primer sencillo musical Canto al Campesino. En el año 2021, fueron seleccionados mediante un proceso de convocatoria ofrecido por la red de difusión artística Sonamos Latinoamérica para participar en un ciclo de conciertos virtuales en el marco del Festival Sonamos Latinoamérica Ecuador.
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