
Patrícia Ahmaral
A cantora e compositora Patrícia Ahmaral é brasileira, nascida em Belo Horizonte (MG), terra adotiva de Milton Nascimento e berço do icônico movimento musical “Clube da Esquina”. Com cinco álbuns lançados até o momento e mais de 30 anos de percurso na cena independente, marca a cena em seu território de atuação, firmando-se, desde o início de carreira, como intérprete de destaque, em shows de força emocional, e interpretações cativantes para o consistente repertório presente em seus discos. UM TRIBUTO INÉDITO NA MÚSICA BRASILEIRA Em final de 2023, a artista lançou um projeto inédito e de relevância nacional na cena musical do país, o álbum duplo “Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto – Um Poeta Desfolha a Bandeira (1) & A Coisa Mais Linda Que Existe (2)”. É o primeiro álbum na música brasileira dedicado à gravação das canções do poeta e multiartista piauiense TORQUATO NETO (1044-1972), nome emblemático da cultura nacional e um dos mentores do pensamento tropicalista. Com o trabalho, a cantora venceu o PRÊMIO FLÁVIO HENRIQUE 2024 do BDMG Cultural, na categoria Intérprete. Ela circula agora com o show do álbum, promovendo conexão entre o público e o “grande poeta da Tropicália”! No projeto, Patrícia gravou 19 parcerias musicais do autor, como letrista, com nomes como GILBERTO GIL, CAETANO VELOSO, JARDS MACALÉ, GERALDO AZEVEDO, EDU LOBO, PAULO DINIZ, entre outros, além de parcerias póstumas criadas por nomes como ZECA BALEIRO, CHICO CÉSAR e ROGÉRIO SKYLAB. Uma obra até então dispersa nos projetos pessoais de seus parceiros e intérpretes, já que Torquato Neto não foi cantor. Com direção artística de Baleiro, o trabalho foi louvado por sua importância histórica e também qualidade artística, pelo Acervo Artístico Torquato Neto (Teresina – PI), por jornalistas e admiradores do poeta. Ouça aqui: https://found.ee/patricia-ahmaral-album-duplo Dando sequência ao tributo, o mais recente lançamento de Patrícia é o single “Cajuína” (Caetano Veloso) – 2024, em bela produção de JOHN ULHOA (Pato Fu) e participação mais que especial de FERNANDA TAKAI. Segundo Caetano Veloso, ele compôs a canção alguns anos após a morte do amigo e parceiro Torquato Neto, depois de uma emocionante visita ao pai do poeta, em Teresina. Com o lançamento, Patrícia somou-se às homenagens aos 80 anos de nascimento de Torquato, que tiveram marco em novembro de 2024. Confira aqui o videoclipe: https://youtu.be/sZxrCKiIXEw?si=ipHtZBJZY3_hRARZ DISCOGRAFIA Anterior ao projeto dedicado a Torquato Neto, os primeiros álbuns da artista foram “Ah!” (1999), produzido por Zeca Baleiro, “Vitrola Alquimista” (2004), produzido pelo compositor e produtor mineiro RENATO VILLAÇA, e “Superpoder”, produzido pelo baixista e produtor alagoano FERNANDO NUNES. Lançou também “Ah!Vivo! (2021), registro do show comemorativo dos 20 anos de carreira discográfica. Nestes primeiros trabalhos, Patrícia louva com paixão a música brasileira, fazendo pontes entre nomes conhecidos e nomes da cena independente. Traz interpretações para canções de autorias que vão de RAUL SEIXAS e ALCEU VALENÇA, passando por WALTER FRANCO, SÉRGIO SAMPAIO, CAETANO VELOSO, a expoentes de sua geração, como ZECA BALEIRO, CHICO CÉSAR, FERNANDA TAKAI, VANDER LEE e LULA QUEIROGA. A estes, alinha nomes da cena alternativa, como SUELY MESQUITA, EDVALDO SANTANA, LUCINHA TURNBULL, LUÍS CAPUCHO e MATHILDA KÓVAK, entre outros, além de algumas canções de sua própria lavra. Gravou ainda releituras para clássicos, como “A volta do boêmio” (Adelino Moreira), “Não creio em mais nada” (Totó) ou “Beijinho Doce” (Nhô Pai). Seu CD de estreia é hoje considerado “obra cult” pelos fãs que a acompanham, devido ao repertório ousado e à sonoridade marcante. Ouça aqui: https://tratore.ffm.to/AhPatriciaAhmaral1999 No período pandêmico, Patrícia lançou singles, com músicas de sua autoria e, no momento, através de proposta contemplada em edital da Lei Paulo Gustavo (MG), e sob direção da produtora e baixista paulistana GIGI MAGNO, trabalha na gravação de um EP, seu primeiro projeto inteiramente de composições próprias, . INFLUÊNCIAS: Nascida e criada na capital mineira, Patrícia foi influenciada tanto pelas melodias da Minas Gerais profunda, que chegavam a BH através de “cantadores” como RUBINHO DO VALE e PAULINHO PEDRA AZUL, quanto pela música urbana do CLUBE DA ESQUINA e dos sons experimentais que fervilhavam pela cidade, nos anos 70, 80 e início dos 90. Através das rádios e do que os irmãos mais velhos levavam para casa, absorveu, desde a infância, a efervescente música brasileira daqueles períodos, como também o pop internacional que chegava às frequências das AMs e depois das FMs. Desde os sete anos de idade, frequentou corais, mantendo experiência permanente com o uso da voz e também com o canto erudito. Paralelamente ao canto popular, graduou-se também em Canto Lírico, pela Universidade Federal de Minas Gerais. CARREIRA Ao longo da carreira, Patrícia Ahmaral tem participações em projetos nacionais, promovidos por instituições culturais de referência, como o “PRATA DA CASA” (Sesc Pompeia – São Paulo), “NOVO CANTO” (Sesc Copacabana – Rio de Janeiro, “PROGRAMA BEM BRASIL” (TV Cultura – São Paulo), festival “CONEXÃO VIVO”, do qual participou por 10 anos, circulando por MInas Gerais e capitais no país. Em música erudita, tem atuações como solista, em diversas óperas e concertos, junto a orquestras locais. Através de festivais ou de seus próprios projetos, já cantou ao lado de nomes como PAULINHO MOSKA, CHICO CÉSAR, ZECA BALEIRO, OTTO, TONINHO HORTA, BETO GUEDES, PEDRO LUÍS, NÁ OZZETI, MAURÍCIO PEREIRA, BANDA DE PAU E CORDA, entre outros. SHOWS Além do show tributo a Torquato Neto, Patrícia circula também com outros dois espetáculos: “Cantautora”, dedicado às músicas de sua autoria, e “A outra beleza”, no qual alinha o repertório de seus discos a canções não gravadas por ela e celebrando compositoras e compositores cujas obras são mais diretamente influenciadas pela palavra poética e pela “atitude” artística.
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MPB
Descrição
A cantora e compositora Patrícia Ahmaral é brasileira, nascida em Belo Horizonte (MG), terra adotiva de Milton Nascimento e berço do icônico movimento musical “Clube da Esquina”. Com cinco álbuns lançados até o momento e mais de 30 anos de percurso na cena independente, marca a cena em seu território de atuação, firmando-se, desde o início de carreira, como intérprete de destaque, em shows de força emocional, e interpretações cativantes para o consistente repertório presente em seus discos. UM TRIBUTO INÉDITO NA MÚSICA BRASILEIRA Em final de 2023, a artista lançou um projeto inédito e de relevância nacional na cena musical do país, o álbum duplo “Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto – Um Poeta Desfolha a Bandeira (1) & A Coisa Mais Linda Que Existe (2)”. É o primeiro álbum na música brasileira dedicado à gravação das canções do poeta e multiartista piauiense TORQUATO NETO (1044-1972), nome emblemático da cultura nacional e um dos mentores do pensamento tropicalista. Com o trabalho, a cantora venceu o PRÊMIO FLÁVIO HENRIQUE 2024 do BDMG Cultural, na categoria Intérprete. Ela circula agora com o show do álbum, promovendo conexão entre o público e o “grande poeta da Tropicália”! No projeto, Patrícia gravou 19 parcerias musicais do autor, como letrista, com nomes como GILBERTO GIL, CAETANO VELOSO, JARDS MACALÉ, GERALDO AZEVEDO, EDU LOBO, PAULO DINIZ, entre outros, além de parcerias póstumas criadas por nomes como ZECA BALEIRO, CHICO CÉSAR e ROGÉRIO SKYLAB. Uma obra até então dispersa nos projetos pessoais de seus parceiros e intérpretes, já que Torquato Neto não foi cantor. Com direção artística de Baleiro, o trabalho foi louvado por sua importância histórica e também qualidade artística, pelo Acervo Artístico Torquato Neto (Teresina – PI), por jornalistas e admiradores do poeta. Ouça aqui: https://found.ee/patricia-ahmaral-album-duplo Dando sequência ao tributo, o mais recente lançamento de Patrícia é o single “Cajuína” (Caetano Veloso) – 2024, em bela produção de JOHN ULHOA (Pato Fu) e participação mais que especial de FERNANDA TAKAI. Segundo Caetano Veloso, ele compôs a canção alguns anos após a morte do amigo e parceiro Torquato Neto, depois de uma emocionante visita ao pai do poeta, em Teresina. Com o lançamento, Patrícia somou-se às homenagens aos 80 anos de nascimento de Torquato, que tiveram marco em novembro de 2024. Confira aqui o videoclipe: https://youtu.be/sZxrCKiIXEw?si=ipHtZBJZY3_hRARZ DISCOGRAFIA Anterior ao projeto dedicado a Torquato Neto, os primeiros álbuns da artista foram “Ah!” (1999), produzido por Zeca Baleiro, “Vitrola Alquimista” (2004), produzido pelo compositor e produtor mineiro RENATO VILLAÇA, e “Superpoder”, produzido pelo baixista e produtor alagoano FERNANDO NUNES. Lançou também “Ah!Vivo! (2021), registro do show comemorativo dos 20 anos de carreira discográfica. Nestes primeiros trabalhos, Patrícia louva com paixão a música brasileira, fazendo pontes entre nomes conhecidos e nomes da cena independente. Traz interpretações para canções de autorias que vão de RAUL SEIXAS e ALCEU VALENÇA, passando por WALTER FRANCO, SÉRGIO SAMPAIO, CAETANO VELOSO, a expoentes de sua geração, como ZECA BALEIRO, CHICO CÉSAR, FERNANDA TAKAI, VANDER LEE e LULA QUEIROGA. A estes, alinha nomes da cena alternativa, como SUELY MESQUITA, EDVALDO SANTANA, LUCINHA TURNBULL, LUÍS CAPUCHO e MATHILDA KÓVAK, entre outros, além de algumas canções de sua própria lavra. Gravou ainda releituras para clássicos, como “A volta do boêmio” (Adelino Moreira), “Não creio em mais nada” (Totó) ou “Beijinho Doce” (Nhô Pai). Seu CD de estreia é hoje considerado “obra cult” pelos fãs que a acompanham, devido ao repertório ousado e à sonoridade marcante. Ouça aqui: https://tratore.ffm.to/AhPatriciaAhmaral1999 No período pandêmico, Patrícia lançou singles, com músicas de sua autoria e, no momento, através de proposta contemplada em edital da Lei Paulo Gustavo (MG), e sob direção da produtora e baixista paulistana GIGI MAGNO, trabalha na gravação de um EP, seu primeiro projeto inteiramente de composições próprias, . INFLUÊNCIAS: Nascida e criada na capital mineira, Patrícia foi influenciada tanto pelas melodias da Minas Gerais profunda, que chegavam a BH através de “cantadores” como RUBINHO DO VALE e PAULINHO PEDRA AZUL, quanto pela música urbana do CLUBE DA ESQUINA e dos sons experimentais que fervilhavam pela cidade, nos anos 70, 80 e início dos 90. Através das rádios e do que os irmãos mais velhos levavam para casa, absorveu, desde a infância, a efervescente música brasileira daqueles períodos, como também o pop internacional que chegava às frequências das AMs e depois das FMs. Desde os sete anos de idade, frequentou corais, mantendo experiência permanente com o uso da voz e também com o canto erudito. Paralelamente ao canto popular, graduou-se também em Canto Lírico, pela Universidade Federal de Minas Gerais. CARREIRA Ao longo da carreira, Patrícia Ahmaral tem participações em projetos nacionais, promovidos por instituições culturais de referência, como o “PRATA DA CASA” (Sesc Pompeia – São Paulo), “NOVO CANTO” (Sesc Copacabana – Rio de Janeiro, “PROGRAMA BEM BRASIL” (TV Cultura – São Paulo), festival “CONEXÃO VIVO”, do qual participou por 10 anos, circulando por MInas Gerais e capitais no país. Em música erudita, tem atuações como solista, em diversas óperas e concertos, junto a orquestras locais. Através de festivais ou de seus próprios projetos, já cantou ao lado de nomes como PAULINHO MOSKA, CHICO CÉSAR, ZECA BALEIRO, OTTO, TONINHO HORTA, BETO GUEDES, PEDRO LUÍS, NÁ OZZETI, MAURÍCIO PEREIRA, BANDA DE PAU E CORDA, entre outros. SHOWS Além do show tributo a Torquato Neto, Patrícia circula também com outros dois espetáculos: “Cantautora”, dedicado às músicas de sua autoria, e “A outra beleza”, no qual alinha o repertório de seus discos a canções não gravadas por ela e celebrando compositoras e compositores cujas obras são mais diretamente influenciadas pela palavra poética e pela “atitude” artística.
Música

Deb na Música
Deb na Música é o projeto musical da artista Débora Diniz Perroni – atriz, musicista e arte-educadora dedicada à pesquisa e criação artística para a primeira infância. A iniciativa nasce do encontro entre música, teatro e educação, reunindo canções autorais, histórias, e brincadeiras sensoriais em experiências interativas voltadas a crianças de 0 a 6 anos e suas famílias. Mais do que um show musical, Deb na Música propõe um espaço de encantamento e participação: as crianças são convidadas a cantar, explorar sons, brincar com gestos. O projeto valoriza a cultura da infância, o vínculo afetivo e o brincar, sempre em ambientes aconchegantes e intimistas. Com um formato que abrange tanto shows musicais interativos quanto oficinas de formação para educadores e artistas, o Deb na Música se apresenta como um projeto plural, que une arte, educação e afeto para os primeiros anos da vida.
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Infantil
MPB
Descrição
Deb na Música é o projeto musical da artista Débora Diniz Perroni – atriz, musicista e arte-educadora dedicada à pesquisa e criação artística para a primeira infância. A iniciativa nasce do encontro entre música, teatro e educação, reunindo canções autorais, histórias, e brincadeiras sensoriais em experiências interativas voltadas a crianças de 0 a 6 anos e suas famílias. Mais do que um show musical, Deb na Música propõe um espaço de encantamento e participação: as crianças são convidadas a cantar, explorar sons, brincar com gestos. O projeto valoriza a cultura da infância, o vínculo afetivo e o brincar, sempre em ambientes aconchegantes e intimistas. Com um formato que abrange tanto shows musicais interativos quanto oficinas de formação para educadores e artistas, o Deb na Música se apresenta como um projeto plural, que une arte, educação e afeto para os primeiros anos da vida.
Música

Universidad Alberto Hurtado
Musicóloga y docente de la Universidad Alberto Hurtado. Doctoranda del programa de Doctorado en Historia y Teoría de las Artes de la Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad de Buenos Aires. Magíster en Artes mención Musicología (U. de Chile), Título de Profesora Especializada en Teoría General de la Música y Licenciada en Artes mención en Teoría de la Música. Como docente universitaria, ha dictado clases sobre lenguaje, teoría, investigación, historia y análisis musical. Pertenece a varias asociaciones internacionales de musicología, como la Asociación Argentina de Musicología (AAM), la Asociación Internacional para el Estudio de la Música Popular – Rama Latinoamericana (IASPM-AL), y la International Musicological Society (IMS), entre otras. Es miembro del colectivo MyGLA (MÚSICAS Y GÉNERO – Grupo de Estudios Latinoamericanos). Forma parte del Study Group “Popular Music” (IMS). Integra el Consejo de Fomento de la Música Nacional del Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio de Chile, en representación de la Sociedad Chilena de Musicología. Ha participado en publicaciones, congresos y conferencias musicológicas en Chile y el extranjero. Sus investigaciones musicológicas versan sobre estudios de género, tango instrumental rioplatense de la “época de oro” y tango contemporáneo.
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Descrição
Musicóloga y docente de la Universidad Alberto Hurtado. Doctoranda del programa de Doctorado en Historia y Teoría de las Artes de la Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad de Buenos Aires. Magíster en Artes mención Musicología (U. de Chile), Título de Profesora Especializada en Teoría General de la Música y Licenciada en Artes mención en Teoría de la Música. Como docente universitaria, ha dictado clases sobre lenguaje, teoría, investigación, historia y análisis musical. Pertenece a varias asociaciones internacionales de musicología, como la Asociación Argentina de Musicología (AAM), la Asociación Internacional para el Estudio de la Música Popular – Rama Latinoamericana (IASPM-AL), y la International Musicological Society (IMS), entre otras. Es miembro del colectivo MyGLA (MÚSICAS Y GÉNERO – Grupo de Estudios Latinoamericanos). Forma parte del Study Group “Popular Music” (IMS). Integra el Consejo de Fomento de la Música Nacional del Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio de Chile, en representación de la Sociedad Chilena de Musicología. Ha participado en publicaciones, congresos y conferencias musicológicas en Chile y el extranjero. Sus investigaciones musicológicas versan sobre estudios de género, tango instrumental rioplatense de la “época de oro” y tango contemporáneo.

Julieta Damián
Pianista mexicana de 20 años, estudiante del Conservatorio de Música del Estado de México. Interpreta repertorio clásico y promueve la música iberoamericana, con especial interés en compositoras mexicanas contemporáneas.
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Clásica-Románticista
Descrição
Pianista mexicana de 20 años, estudiante del Conservatorio de Música del Estado de México. Interpreta repertorio clásico y promueve la música iberoamericana, con especial interés en compositoras mexicanas contemporáneas.

Fredy Vallejos
Fredy Vallejos ha realizado estudios de Artes y Tecno-estéticas, percusión, composición, informática musical y musicología en Argentina, Colombia, Francia y Suiza. Su preocupación estética, caracterizada por la exploración de un universo sonoro múltiple y heterogéneo, se basa principalmente en trabajos de investigación musicológica, formalizados mediante herramientas de CAC (composición asistida por computador) y en la relación del sonido con otras formas de arte. Sus obras se han presentado en más de 15 países y participado en festivales como AIMAAKO, Archipel, Charlesroi Danses, DOCK.fest, Escuchar-Sonidos Visuales, Encuentros Sonoros, Experimenta Sur, FICCI, IDFA, Milano Musica, MANIFESTE, o Visiones Sonoras entre otros. Laureado del Multimedia Prize (Milan), del concurso de composición André Jolivet (Francia) del programa Iberescena y Finalista de los concursos de jóvenes solistas de la Orquesta Filarmónica del Valle del Cauca y de la Orquesta Sinfónica Nacional de Colombia. Tercer puesto en modalidad libre y Premio a los mejores arreglos en el concurso de música tradicional afro colombiana Petronio Alvarez. Residente en la Cité International des Arts de Paris (2013-2014) y becario de la ciudad de Villeurbanne, de la Fundación Simón Patiño, del Instituto Departamental de Bellas Artes (Cali-Colombia) y de la Ciudad de Ginebra (Suiza). Actualmente es docente de la carrera de Artes Musicales y Sonoras de la Universidad de las Artes del Ecuador
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Contemporánea
Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)
Descrição
Fredy Vallejos ha realizado estudios de Artes y Tecno-estéticas, percusión, composición, informática musical y musicología en Argentina, Colombia, Francia y Suiza. Su preocupación estética, caracterizada por la exploración de un universo sonoro múltiple y heterogéneo, se basa principalmente en trabajos de investigación musicológica, formalizados mediante herramientas de CAC (composición asistida por computador) y en la relación del sonido con otras formas de arte. Sus obras se han presentado en más de 15 países y participado en festivales como AIMAAKO, Archipel, Charlesroi Danses, DOCK.fest, Escuchar-Sonidos Visuales, Encuentros Sonoros, Experimenta Sur, FICCI, IDFA, Milano Musica, MANIFESTE, o Visiones Sonoras entre otros. Laureado del Multimedia Prize (Milan), del concurso de composición André Jolivet (Francia) del programa Iberescena y Finalista de los concursos de jóvenes solistas de la Orquesta Filarmónica del Valle del Cauca y de la Orquesta Sinfónica Nacional de Colombia. Tercer puesto en modalidad libre y Premio a los mejores arreglos en el concurso de música tradicional afro colombiana Petronio Alvarez. Residente en la Cité International des Arts de Paris (2013-2014) y becario de la ciudad de Villeurbanne, de la Fundación Simón Patiño, del Instituto Departamental de Bellas Artes (Cali-Colombia) y de la Ciudad de Ginebra (Suiza). Actualmente es docente de la carrera de Artes Musicales y Sonoras de la Universidad de las Artes del Ecuador
Música

Mini Jóia
.Chinaina tem mais de 25 anos de carreira artística: cantor, compositor, apresentador de tv e produtor musical. Matheus – seu filho mais velho – tem 26 anos de vida e alguns na carreira artística. Residente da Mamba Negra, Matheus Câmara é conhecido pelo seu trabalho eletrônico como Entropia. Juntos, eles formam o Mini Joia, um duo voltado para o público infantojuvenil. Com canções autorais compostas em família, Chinaina e Matheus apresentam um espetáculo que mistura música, muita brincadeira e interação. Nos shows, algumas canções são construídas junto com a plateia, sendo cada show único, feito pela dupla e pelas crianças. Mini Joia propõem estimular o lúdico e o brincar, em um show para toda família se divertir junta!
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Synth / Electronica
Electro
Descrição
.Chinaina tem mais de 25 anos de carreira artística: cantor, compositor, apresentador de tv e produtor musical. Matheus – seu filho mais velho – tem 26 anos de vida e alguns na carreira artística. Residente da Mamba Negra, Matheus Câmara é conhecido pelo seu trabalho eletrônico como Entropia. Juntos, eles formam o Mini Joia, um duo voltado para o público infantojuvenil. Com canções autorais compostas em família, Chinaina e Matheus apresentam um espetáculo que mistura música, muita brincadeira e interação. Nos shows, algumas canções são construídas junto com a plateia, sendo cada show único, feito pela dupla e pelas crianças. Mini Joia propõem estimular o lúdico e o brincar, em um show para toda família se divertir junta!

Ludom
Artista, compositora e educadora musical latino-americana, Ludom, antes conhecida como Luciane Dom, é cantora, produtora musical e historiadora. Sua obra investiga a música popular e afrodiaspórica como prática de território, memória e futuro, articulando criação contemporânea, pensamento crítico e experiência sensível. Desde o álbum de estreia Liberte esse Banzo (2018), Ludom constrói uma trajetória marcada pelo diálogo entre ancestralidade e pop contemporâneo, atravessando temas políticos, românticos e existenciais com intensidade e autenticidade. Sua pesquisa artística conecta corpo, palavra e som em performances de forte presença cênica e refinamento musical. Com circulação internacional no Chile, Colômbia, Estados Unidos, França e Canadá, apresentou-se em festivais como MIMO, SIM São Paulo e Brasil Summerfest, além de dividir o palco com artistas como Luedji Luna, Lianne La Havas, Vox Sambou e Arturo O'Farril. Atualmente desenvolve seu segundo álbum, Ludom (homônimo), aprofundando uma poética que transforma vulnerabilidade, memória e ancestralidade em gesto político e criação coletiva.
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Worldbeat
Descrição
Artista, compositora e educadora musical latino-americana, Ludom, antes conhecida como Luciane Dom, é cantora, produtora musical e historiadora. Sua obra investiga a música popular e afrodiaspórica como prática de território, memória e futuro, articulando criação contemporânea, pensamento crítico e experiência sensível. Desde o álbum de estreia Liberte esse Banzo (2018), Ludom constrói uma trajetória marcada pelo diálogo entre ancestralidade e pop contemporâneo, atravessando temas políticos, românticos e existenciais com intensidade e autenticidade. Sua pesquisa artística conecta corpo, palavra e som em performances de forte presença cênica e refinamento musical. Com circulação internacional no Chile, Colômbia, Estados Unidos, França e Canadá, apresentou-se em festivais como MIMO, SIM São Paulo e Brasil Summerfest, além de dividir o palco com artistas como Luedji Luna, Lianne La Havas, Vox Sambou e Arturo O'Farril. Atualmente desenvolve seu segundo álbum, Ludom (homônimo), aprofundando uma poética que transforma vulnerabilidade, memória e ancestralidade em gesto político e criação coletiva.
Música

Andrés Esquivel Víquez
Pianista costarricense que ha realizado estudios en prestigiosas instituciones del país como el Instituto Costarricense Pro Música Coral y la Universidad Nacional de Costa Rica. Realiza su Bachillerato y Licenciatura en Música con énfasis en la Ejecución y la Enseñanza del Piano, la cual culmina en el 2024, presentando un repertorio variado de diversos estilos, desde música barroca europea hasta latinoamericana, recibiendo la nota máxima y mención honorífica “Summa Cum Laude”. Se ha presentado en recitales en algunas de las salas más importantes del país e internacionalmente en escenarios e instituciones de países como Estados Unidos, México y El Salvador. Ha recibido clases maestras con destacados pianistas nacionales e internacionales, tanto en Costa Rica como en Estados Unidos. Ha sido galardonado en diversos concursos nacionales e internacionales, entre los que destacan: Primer Lugar en el I Certamen “Costa Rica desde el Piano” 2025, Primer Lugar en la New York Golden Classical Music Awards International Competition 2024 y Segundo Lugar en la Washington International Piano Competition 2023. Recientemente, se ha interesado en el rescate y difusión de música costarricense para piano con influencia folclórica, esto lo ha llevado a presentar el recital titulado Melodías Ticas, dentro y fuera del país.
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Solistas
Descrição
Pianista costarricense que ha realizado estudios en prestigiosas instituciones del país como el Instituto Costarricense Pro Música Coral y la Universidad Nacional de Costa Rica. Realiza su Bachillerato y Licenciatura en Música con énfasis en la Ejecución y la Enseñanza del Piano, la cual culmina en el 2024, presentando un repertorio variado de diversos estilos, desde música barroca europea hasta latinoamericana, recibiendo la nota máxima y mención honorífica “Summa Cum Laude”. Se ha presentado en recitales en algunas de las salas más importantes del país e internacionalmente en escenarios e instituciones de países como Estados Unidos, México y El Salvador. Ha recibido clases maestras con destacados pianistas nacionales e internacionales, tanto en Costa Rica como en Estados Unidos. Ha sido galardonado en diversos concursos nacionales e internacionales, entre los que destacan: Primer Lugar en el I Certamen “Costa Rica desde el Piano” 2025, Primer Lugar en la New York Golden Classical Music Awards International Competition 2024 y Segundo Lugar en la Washington International Piano Competition 2023. Recientemente, se ha interesado en el rescate y difusión de música costarricense para piano con influencia folclórica, esto lo ha llevado a presentar el recital titulado Melodías Ticas, dentro y fuera del país.

Alex Samba
.Alex Samba é Guitarrista Solo e Ritmo / cantor – desde muito cedo começou a dar os seus primeiros passos na musica com 14 anos de idade, ganhou a sua primeira guitarra nos anos 80.
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Guitarrada
Descrição
.Alex Samba é Guitarrista Solo e Ritmo / cantor – desde muito cedo começou a dar os seus primeiros passos na musica com 14 anos de idade, ganhou a sua primeira guitarra nos anos 80.
● Entre os artistas que compõem este perfil, estão pessoas com deficiência: Deficiência motora

LIEN RODRÍGUEZ LÓPEZ
Cantante, Compositora, Guitarrista y Violonchelista graduada de la Escuela Nacional de Artes de la Habana Cuba, en su trabajo como solista recientemente destaca un espectáculo musical único con un estilo llamado Trova Contemporánea Cubana, cantando música de su autoría e interpretando instrumentos étnicos africanos de Percusión además del piano, chelo y la guitarra que la acompañan desde hace más de 25 años en su carrera artística.
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Nueva Trova
Descrição
Cantante, Compositora, Guitarrista y Violonchelista graduada de la Escuela Nacional de Artes de la Habana Cuba, en su trabajo como solista recientemente destaca un espectáculo musical único con un estilo llamado Trova Contemporánea Cubana, cantando música de su autoría e interpretando instrumentos étnicos africanos de Percusión además del piano, chelo y la guitarra que la acompañan desde hace más de 25 años en su carrera artística.
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