
IRINA DOOM
Rapera, vocalista y actriz chilena con más de 20 años de escenario, Irina Doom forja un rap narrativo que transita entre lo clásico y la experimentación. Con raíces en el boom-bap y los grooves afro-latinos, su obra se expande hacia el spoken word, la electrónica y el diálogo con ensambles, tratando la cadencia, la respiración y el microtiempo como material compositivo. Abrió shows de Ana Tijoux (Argentina), Conway the Machine (Chile), Nampa Básico (Colombia) y Randy Acosta (Chile). Su proyecto “Soberana” explora soberanía femenina, migración y resiliencia desde la periferia de Santiago de Chile. Interpreta en español y co-crea con DJs y productores de toda Latinoamérica.
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Descrição
Rapera, vocalista y actriz chilena con más de 20 años de escenario, Irina Doom forja un rap narrativo que transita entre lo clásico y la experimentación. Con raíces en el boom-bap y los grooves afro-latinos, su obra se expande hacia el spoken word, la electrónica y el diálogo con ensambles, tratando la cadencia, la respiración y el microtiempo como material compositivo. Abrió shows de Ana Tijoux (Argentina), Conway the Machine (Chile), Nampa Básico (Colombia) y Randy Acosta (Chile). Su proyecto “Soberana” explora soberanía femenina, migración y resiliencia desde la periferia de Santiago de Chile. Interpreta en español y co-crea con DJs y productores de toda Latinoamérica.
Música

Teatro Maria Matos
Descrição e Trajetória – Teatro Maria Matos / Força Produção O Teatro Maria Matos, situado em Lisboa, é atualmente um dos mais importantes e reconhecidos palcos de promoção da música brasileira em Portugal e na Europa. Sob a direção artística e curadoria da Força Produção, o teatro tem se afirmado como um verdadeiro espaço de escuta e celebração da música do Brasil, valorizando a riqueza e a diversidade de seus estilos, artistas e linguagens. Com uma programação contínua e cuidadosa, o Teatro Maria Matos vem recebendo artistas brasileiros de diferentes gerações e regiões, criando pontes entre o Brasil, Portugal e os países africanos de língua portuguesa. Nomes como Chico César, Maria Gadú, Mônica Salmaso, Lenine, Zeca Baleiro, Josyara, Karyna Gomes, Carminho e muitos outros já subiram ao seu palco, reafirmando o teatro como uma plataforma essencial de difusão da cultura musical brasileira. A presença constante da música brasileira em sua programação não se limita à apresentação de shows, mas se estende a encontros, oficinas, debates e residências artísticas, que aproximam públicos, artistas e produtores, fortalecendo o intercâmbio cultural e profissional entre Brasil e Portugal. A curadoria aposta na autenticidade e na contemporaneidade da música brasileira, valorizando tanto os mestres reconhecidos quanto as novas vozes que renovam o panorama musical do país. Com mais de duas décadas de história recente e origem que remonta a 1969, o Teatro Maria Matos consolidou-se como um símbolo de diversidade e experimentação artística em Lisboa. Desde a sua requalificação em 2006, o espaço passou a integrar a rede municipal de cultura com uma linha programática aberta ao mundo e, especialmente, à produção musical brasileira como expressão da identidade lusófona. A Força Produção, responsável pela gestão e curadoria musical do teatro, atua com foco na difusão internacional da música brasileira, promovendo parcerias com festivais, instituições culturais, embaixadas e agentes artísticos em toda a Europa. Essa ação tem garantido uma presença constante e qualificada do Brasil na cena cultural portuguesa, contribuindo para a valorização da música como instrumento de intercâmbio, afeto e transformação social. O Teatro Maria Matos, representado pela Força Produção, reafirma assim o seu compromisso em ser um território de partilha e escuta da música brasileira, sustentando um projeto de continuidade que projeta o Brasil como fonte viva de criação e diálogo no contexto ibero-americano.
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Descrição
Descrição e Trajetória – Teatro Maria Matos / Força Produção O Teatro Maria Matos, situado em Lisboa, é atualmente um dos mais importantes e reconhecidos palcos de promoção da música brasileira em Portugal e na Europa. Sob a direção artística e curadoria da Força Produção, o teatro tem se afirmado como um verdadeiro espaço de escuta e celebração da música do Brasil, valorizando a riqueza e a diversidade de seus estilos, artistas e linguagens. Com uma programação contínua e cuidadosa, o Teatro Maria Matos vem recebendo artistas brasileiros de diferentes gerações e regiões, criando pontes entre o Brasil, Portugal e os países africanos de língua portuguesa. Nomes como Chico César, Maria Gadú, Mônica Salmaso, Lenine, Zeca Baleiro, Josyara, Karyna Gomes, Carminho e muitos outros já subiram ao seu palco, reafirmando o teatro como uma plataforma essencial de difusão da cultura musical brasileira. A presença constante da música brasileira em sua programação não se limita à apresentação de shows, mas se estende a encontros, oficinas, debates e residências artísticas, que aproximam públicos, artistas e produtores, fortalecendo o intercâmbio cultural e profissional entre Brasil e Portugal. A curadoria aposta na autenticidade e na contemporaneidade da música brasileira, valorizando tanto os mestres reconhecidos quanto as novas vozes que renovam o panorama musical do país. Com mais de duas décadas de história recente e origem que remonta a 1969, o Teatro Maria Matos consolidou-se como um símbolo de diversidade e experimentação artística em Lisboa. Desde a sua requalificação em 2006, o espaço passou a integrar a rede municipal de cultura com uma linha programática aberta ao mundo e, especialmente, à produção musical brasileira como expressão da identidade lusófona. A Força Produção, responsável pela gestão e curadoria musical do teatro, atua com foco na difusão internacional da música brasileira, promovendo parcerias com festivais, instituições culturais, embaixadas e agentes artísticos em toda a Europa. Essa ação tem garantido uma presença constante e qualificada do Brasil na cena cultural portuguesa, contribuindo para a valorização da música como instrumento de intercâmbio, afeto e transformação social. O Teatro Maria Matos, representado pela Força Produção, reafirma assim o seu compromisso em ser um território de partilha e escuta da música brasileira, sustentando um projeto de continuidade que projeta o Brasil como fonte viva de criação e diálogo no contexto ibero-americano.

Oniric
Oniric México es una promotora y productora artística mexicana que se dedica a la promoción y gestión de talento, espectáculos y proyectos socioculturales a nivel nacional. La empresa, con más de 12 años de experiencia, ofrece servicios de gestión, promoción y producción artística en todo México.
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Descrição
Oniric México es una promotora y productora artística mexicana que se dedica a la promoción y gestión de talento, espectáculos y proyectos socioculturales a nivel nacional. La empresa, con más de 12 años de experiencia, ofrece servicios de gestión, promoción y producción artística en todo México.


Kilowatt Soc Coop
Kilowatt è una cooperativa di lavoro composta da diverse anime che operano nei settori dell’innovazione sociale, della cultura e dell’arte, della comunicazione, della rigenerazione, dell’educazione e dell’alimentazione. Kilowatt opera per creare opportunità di cambiamento che generino un benessere sostenibile e inclusivo e vuol fare della sostenibilità una delle leve di rigenerazione degli spazi, di riattivazione delle relazioni e di risignificazione dei luoghi. L’ibridazione tra pubblico e privato, profit e non profit è la base di un modello imprenditoriale a forte vocazione ambientale, culturale e sociale che garantisce la creazione del valore in modo partecipato e una redistribuzione del valore stesso verso la comunità. Nel cuore verde dei Giardini Margherita, Kilowatt ha rigenerato «Le Serre dei Giardini», un centro culturale ibrido che prende vita nell’area delle ex serre comunali. Le Serre sono un luogo di cultura e sperimentazione di modelli e ospitano un coworking, un servizio educativo sperimentale, il bar-bistrot VETRO, eventi e formazione e il centro di produzione culturale Serra Madre, oltre a tutte le attività della cooperativa di lavoro Kilowatt. All’interno dello spazio si svolge ogni anno la rassegna artista Le Serre d’estate che da giugno a settembre, propone quattro mesi di eventi gratuiti aperti a tutta la città. Una programmazione scandita da diversi format, capaci di intercettare gusti e target differenti: cinema, musica, design, performance, laboratori, eventi per le famiglie, installazioni artistiche e un festival tematico dedicato al rapporto tra Arte e sostenibilità Ambientale.
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Descrição
Kilowatt è una cooperativa di lavoro composta da diverse anime che operano nei settori dell’innovazione sociale, della cultura e dell’arte, della comunicazione, della rigenerazione, dell’educazione e dell’alimentazione. Kilowatt opera per creare opportunità di cambiamento che generino un benessere sostenibile e inclusivo e vuol fare della sostenibilità una delle leve di rigenerazione degli spazi, di riattivazione delle relazioni e di risignificazione dei luoghi. L’ibridazione tra pubblico e privato, profit e non profit è la base di un modello imprenditoriale a forte vocazione ambientale, culturale e sociale che garantisce la creazione del valore in modo partecipato e una redistribuzione del valore stesso verso la comunità. Nel cuore verde dei Giardini Margherita, Kilowatt ha rigenerato «Le Serre dei Giardini», un centro culturale ibrido che prende vita nell’area delle ex serre comunali. Le Serre sono un luogo di cultura e sperimentazione di modelli e ospitano un coworking, un servizio educativo sperimentale, il bar-bistrot VETRO, eventi e formazione e il centro di produzione culturale Serra Madre, oltre a tutte le attività della cooperativa di lavoro Kilowatt. All’interno dello spazio si svolge ogni anno la rassegna artista Le Serre d’estate che da giugno a settembre, propone quattro mesi di eventi gratuiti aperti a tutta la città. Una programmazione scandita da diversi format, capaci di intercettare gusti e target differenti: cinema, musica, design, performance, laboratori, eventi per le famiglie, installazioni artistiche e un festival tematico dedicato al rapporto tra Arte e sostenibilità Ambientale.

Darya Filippenko
Darya Filippenko é uma das violistas mais brilhantes e aclamadas de sua geração. Ela se distingue por um domínio lúcido do instrumento, unido a uma visão artística única e a um gosto impecável. Darya recebeu inúmeros prêmios e reconhecimentos internacionais. Apresentou-se como solista e em formações de música de câmara nas mais prestigiadas salas de concerto, incluindo a Philharmonie de Berlim, o Concertgebouw de Amsterdã, o Conservatório de Milão, a Grande Sala do Conservatório de Moscou, a Zaryadye Concert Hall, as salas da Filarmônica de Moscou, a Moscow International House of Music e a Capela Estatal de São Petersburgo. Colabora frequentemente com alguns dos melhores músicos da cena musical contemporânea, entre eles Nikita Boriso-Glebsky, Gaik Kazazyan, Yury Bashmet, Danilo Rossi, Boris Andrianov, Kristina Blaumane, Guillaume Martigne, Boris Berezovsky, Polina Osetinskaya, Thorsten Johanns, Dmitriy Illarionov e outros músicos excepcionais. A carreira profissional de Darya Filippenko vai muito além de uma intensa agenda de concertos e participações em festivais pelo mundo. A violista tem diversas publicações discográficas em CD e nas principais plataformas de streaming, além de um vasto repertório solista. Seu amplo espectro de competências interpretativas inclui tanto o compromisso com a tradição barroca e clássica quanto frutíferas colaborações com compositores contemporâneos de diferentes contextos musicais. Ela trabalha frequentemente com compositores como Harry Crowl, George Stevenson, Alexander Tchaikovsky, Kuzma Bodrov, Pavel Karmanov, entre outros. Em janeiro de 2022, a Melodiya, uma das principais gravadoras russas, lançou uma coleção de obras de Alexander Tchaikovsky interpretadas por Darya; e em 2023 foi lançado um álbum de obras para viola do compositor brasileiro Harry Crowl. Nascida em Minsk, Bielorrússia, Darya Filippenko estudou no Conservatório Estatal de Moscou sob a orientação da professora Galina Odinets. No mesmo conservatório, sob a supervisão de Alexander Bonduryansky, obteve o diploma de especialização. Darya aperfeiçoou suas habilidades em Imola, sob a orientação do mestre Antonello Farulli, e em Bolonha aprofundou o estudo da viola barroca com o renomado Enrico Gatti. Darya toca uma viola criada pela luthier Maria Strelnikova em 2009. Em suas mãos, o instrumento revela um timbre aveludado, uma paleta sonora rica e uma ampla gama dinâmica.
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Descrição
Darya Filippenko é uma das violistas mais brilhantes e aclamadas de sua geração. Ela se distingue por um domínio lúcido do instrumento, unido a uma visão artística única e a um gosto impecável. Darya recebeu inúmeros prêmios e reconhecimentos internacionais. Apresentou-se como solista e em formações de música de câmara nas mais prestigiadas salas de concerto, incluindo a Philharmonie de Berlim, o Concertgebouw de Amsterdã, o Conservatório de Milão, a Grande Sala do Conservatório de Moscou, a Zaryadye Concert Hall, as salas da Filarmônica de Moscou, a Moscow International House of Music e a Capela Estatal de São Petersburgo. Colabora frequentemente com alguns dos melhores músicos da cena musical contemporânea, entre eles Nikita Boriso-Glebsky, Gaik Kazazyan, Yury Bashmet, Danilo Rossi, Boris Andrianov, Kristina Blaumane, Guillaume Martigne, Boris Berezovsky, Polina Osetinskaya, Thorsten Johanns, Dmitriy Illarionov e outros músicos excepcionais. A carreira profissional de Darya Filippenko vai muito além de uma intensa agenda de concertos e participações em festivais pelo mundo. A violista tem diversas publicações discográficas em CD e nas principais plataformas de streaming, além de um vasto repertório solista. Seu amplo espectro de competências interpretativas inclui tanto o compromisso com a tradição barroca e clássica quanto frutíferas colaborações com compositores contemporâneos de diferentes contextos musicais. Ela trabalha frequentemente com compositores como Harry Crowl, George Stevenson, Alexander Tchaikovsky, Kuzma Bodrov, Pavel Karmanov, entre outros. Em janeiro de 2022, a Melodiya, uma das principais gravadoras russas, lançou uma coleção de obras de Alexander Tchaikovsky interpretadas por Darya; e em 2023 foi lançado um álbum de obras para viola do compositor brasileiro Harry Crowl. Nascida em Minsk, Bielorrússia, Darya Filippenko estudou no Conservatório Estatal de Moscou sob a orientação da professora Galina Odinets. No mesmo conservatório, sob a supervisão de Alexander Bonduryansky, obteve o diploma de especialização. Darya aperfeiçoou suas habilidades em Imola, sob a orientação do mestre Antonello Farulli, e em Bolonha aprofundou o estudo da viola barroca com o renomado Enrico Gatti. Darya toca uma viola criada pela luthier Maria Strelnikova em 2009. Em suas mãos, o instrumento revela um timbre aveludado, uma paleta sonora rica e uma ampla gama dinâmica.

Orquestra de Ritmos Batuquebato
A Orquestra de Ritmos Batuquebato nasceu da ideia do músico e arranjador Gabriel Policarpo ao tratar uma bateria de escola de samba como uma orquestra. A partir de sua influência no samba, Gabriel compõe arranjos para os instrumentos populares do samba carioca, como surdos, caixas, repiques, pandeiros, tamborins, chocalhos, atabaques, cuícas e agogôs que se mesclam com cordas, contrabaixo, teclas e programações eletrônicas. A linguagem intercultural do show se destaca por uma forte sonoridade dos ritmos das raízes brasileiras integrados a gêneros e contextos percussivos de outras regiões do mundo. A proposta do show é agregar instrumentos harmônicos e melódicos a ritmos universais através de releituras criativas e composições autorais.
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Regional
Afrobrasileiro
Descrição
A Orquestra de Ritmos Batuquebato nasceu da ideia do músico e arranjador Gabriel Policarpo ao tratar uma bateria de escola de samba como uma orquestra. A partir de sua influência no samba, Gabriel compõe arranjos para os instrumentos populares do samba carioca, como surdos, caixas, repiques, pandeiros, tamborins, chocalhos, atabaques, cuícas e agogôs que se mesclam com cordas, contrabaixo, teclas e programações eletrônicas. A linguagem intercultural do show se destaca por uma forte sonoridade dos ritmos das raízes brasileiras integrados a gêneros e contextos percussivos de outras regiões do mundo. A proposta do show é agregar instrumentos harmônicos e melódicos a ritmos universais através de releituras criativas e composições autorais.

Café Fon Fon
Café Fon Fon Há 13 anos a cena cultural de Porto Alegre se transformou com a chegada do Café Fon Fon, espaço multicultural destinado à promoção, à valorização, à divulgação e à fruição da música. A ideia dos músicos Luizinho Santos e Bethy Krieger, foi oferecer local e equipamentos de 1ª linha à disposição dos músicos e mais recentemente a possibilidade de transmissão dos shows, ao vivo, por meio de streaming, ampliando ainda mais o alcance de difusão dos bens culturais apresentados. São mais de mil shows realizados no período. Já passaram no palco artistas de todas as gerações e estilos da cena regional, nacional e internacional. Durante a pandemia, Luizinho Santos e Bethy Krieger iniciaram o #livefromfonfon, uma série de lives de casa para campanha de manutenção do local, proporcionando música de qualidade e contato com os seguidores do Facebook (13.000) e Instagram (16.000). Foram mais de 120 edições de música, conversas com convidados especiais e interações ao vivo que proporcionaram momentos únicos de arte e convivência digital. Foi agraciado com a Bolsa retomada Cultural 2024. Desde a sua abertura, em 2012, foi palco de shows de jazz, blues e bossa nova, música latina, MPB, Instrumental, sempre promovendo a arte dos grandes músicos locais e nacionais. Além disso, produz eventos gastronômicos, exposições de arte e lançamentos literários. Com a conquista do Prêmio Funarte de Programação Continuada para a Música Popular 2015- Minc, foi realizado o 1º Palco Musical c/ nomes de expressão da cena nacional e local (Leandro Braga, Eduardo Neves, Fernando Corona, Catarina Domenici…). A troca de experiências proporcionada pelos shows/oficinas oferecidos, ensejou a realização da 2ª edição. Nestes doze anos já são mais de mil shows realizados no período, já passaram no palco artistas de todas as gerações e estilos da cena local (Nelson Coelho de Castro, Raul Ellwanger, Mario Falcão, Arthur de Faria, Pedro Borguetti, Marcelo Delacroix, Antonio Villeroy, Thiago Colombo, Kiko Freitas, Paulo Dorfman), nacional (Trio Corrente, Cristóvão Bastos, Rogério Caetano, Debora Gurgel, Chico Batera) e internacional (Tim Ries/EUA, Mafalda Minossi/IT,Trio In Uno/FR, Simon Purcel/ING, Pepi Taveira e Verônica Condomí/ARG). Criaram o baile de carnaval CarnaGlau em parceria com a cantora Glau Barros (7 edições), o Recital Cantos do Sula da Terra com Demétrio Xavier (11 anos de realização) Com as atividades suspensas em 15 de março de 2020, por conta da pandemia de covid-19, o Café Fon Fon não reabriu as suas portas para receber clientes durante um ano e oito meses. Em 26/03/20, Luizinho Santos e Bethy Krieger iniciaram o #livefromfonfon, uma série de lives de casa para campanha de manutenção do local, proporcionando música de qualidade e contato com os seguidores das redes sociais. Esta iniciativa teve sucesso e contribuiu para manutenção do espaço, do contato com o público e a formação de um público digital que prestigia os eventos do local. Em 2020 foi selecionada para participar, com o trabalho em Duo com Luizinho Santos: pelo Itaú Cultural no Edital Arte Como Respiro, Projeto Mistura Fina e LAB POA. Com a reabertura em outubro de 2021, os shows e a programação retomaram com um público presencial. https://cafefonfon.blogspot.com/
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Descrição
Café Fon Fon Há 13 anos a cena cultural de Porto Alegre se transformou com a chegada do Café Fon Fon, espaço multicultural destinado à promoção, à valorização, à divulgação e à fruição da música. A ideia dos músicos Luizinho Santos e Bethy Krieger, foi oferecer local e equipamentos de 1ª linha à disposição dos músicos e mais recentemente a possibilidade de transmissão dos shows, ao vivo, por meio de streaming, ampliando ainda mais o alcance de difusão dos bens culturais apresentados. São mais de mil shows realizados no período. Já passaram no palco artistas de todas as gerações e estilos da cena regional, nacional e internacional. Durante a pandemia, Luizinho Santos e Bethy Krieger iniciaram o #livefromfonfon, uma série de lives de casa para campanha de manutenção do local, proporcionando música de qualidade e contato com os seguidores do Facebook (13.000) e Instagram (16.000). Foram mais de 120 edições de música, conversas com convidados especiais e interações ao vivo que proporcionaram momentos únicos de arte e convivência digital. Foi agraciado com a Bolsa retomada Cultural 2024. Desde a sua abertura, em 2012, foi palco de shows de jazz, blues e bossa nova, música latina, MPB, Instrumental, sempre promovendo a arte dos grandes músicos locais e nacionais. Além disso, produz eventos gastronômicos, exposições de arte e lançamentos literários. Com a conquista do Prêmio Funarte de Programação Continuada para a Música Popular 2015- Minc, foi realizado o 1º Palco Musical c/ nomes de expressão da cena nacional e local (Leandro Braga, Eduardo Neves, Fernando Corona, Catarina Domenici…). A troca de experiências proporcionada pelos shows/oficinas oferecidos, ensejou a realização da 2ª edição. Nestes doze anos já são mais de mil shows realizados no período, já passaram no palco artistas de todas as gerações e estilos da cena local (Nelson Coelho de Castro, Raul Ellwanger, Mario Falcão, Arthur de Faria, Pedro Borguetti, Marcelo Delacroix, Antonio Villeroy, Thiago Colombo, Kiko Freitas, Paulo Dorfman), nacional (Trio Corrente, Cristóvão Bastos, Rogério Caetano, Debora Gurgel, Chico Batera) e internacional (Tim Ries/EUA, Mafalda Minossi/IT,Trio In Uno/FR, Simon Purcel/ING, Pepi Taveira e Verônica Condomí/ARG). Criaram o baile de carnaval CarnaGlau em parceria com a cantora Glau Barros (7 edições), o Recital Cantos do Sula da Terra com Demétrio Xavier (11 anos de realização) Com as atividades suspensas em 15 de março de 2020, por conta da pandemia de covid-19, o Café Fon Fon não reabriu as suas portas para receber clientes durante um ano e oito meses. Em 26/03/20, Luizinho Santos e Bethy Krieger iniciaram o #livefromfonfon, uma série de lives de casa para campanha de manutenção do local, proporcionando música de qualidade e contato com os seguidores das redes sociais. Esta iniciativa teve sucesso e contribuiu para manutenção do espaço, do contato com o público e a formação de um público digital que prestigia os eventos do local. Em 2020 foi selecionada para participar, com o trabalho em Duo com Luizinho Santos: pelo Itaú Cultural no Edital Arte Como Respiro, Projeto Mistura Fina e LAB POA. Com a reabertura em outubro de 2021, os shows e a programação retomaram com um público presencial. https://cafefonfon.blogspot.com/

Corretto Samba
A Bateria Corretto Samba foi fundada em Bolonha em setembro de 2011 como uma oficina rítmica sob a orientação do percussionista Cristiano Buffolino. Ao longo dos anos, o grupo se dedicou ao estudo do samba carioca, inspirando-se nas prestigiadas escolas carnavalescas do Rio de Janeiro, mas desenvolvendo gradualmente seu próprio estilo por meio de arranjos originais que abrangem diversas influências musicais. Com mais de quarenta ritmistas, o Corretto Samba oferece uma variedade de apresentações que podem ser apresentadas tanto em desfile quanto em palco, garantindo um intenso envolvimento graças a um extraordinário impacto visual e sonoro.
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Samba
Afrobrasileiro
Descrição
A Bateria Corretto Samba foi fundada em Bolonha em setembro de 2011 como uma oficina rítmica sob a orientação do percussionista Cristiano Buffolino. Ao longo dos anos, o grupo se dedicou ao estudo do samba carioca, inspirando-se nas prestigiadas escolas carnavalescas do Rio de Janeiro, mas desenvolvendo gradualmente seu próprio estilo por meio de arranjos originais que abrangem diversas influências musicais. Com mais de quarenta ritmistas, o Corretto Samba oferece uma variedade de apresentações que podem ser apresentadas tanto em desfile quanto em palco, garantindo um intenso envolvimento graças a um extraordinário impacto visual e sonoro.
Música

Dúo Farol
El Dúo Farol, formado por Manu Napolitano y Barbara Valentino, nace en 2005 como resultado de una colaboración artística profunda, impulsada por una pasión compartida por las músicas del mundo y el poder narrativo del canto popular. Su recorrido artístico comienza con el proyecto “Voces de los Balcanes”, centrado en las sonoridades tradicionales del este de Europa, para luego expandirse hacia un vasto repertorio de músicas populares del mundo. arol —que en portugués significa "faro"— es un nombre simbólico: un punto de luz que guía a través de los paisajes sonoros de la memoria colectiva, de la identidad cultural y de la resistencia. Trayectoria artística A lo largo de los años, el Dúo Farol ha construido un repertorio diverso y profundo, con un enfoque especial en la música popular italiana. Interpretan canciones tradicionales de distintas épocas y regiones, expresiones auténticas de la vida cotidiana: alegrías sencillas, rabia, espiritualidad, necesidad de justicia y lucha social.
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Worldbeat
Balkan Beat / Pop
Samba
Cantautor/Música de autor
Descrição
El Dúo Farol, formado por Manu Napolitano y Barbara Valentino, nace en 2005 como resultado de una colaboración artística profunda, impulsada por una pasión compartida por las músicas del mundo y el poder narrativo del canto popular. Su recorrido artístico comienza con el proyecto “Voces de los Balcanes”, centrado en las sonoridades tradicionales del este de Europa, para luego expandirse hacia un vasto repertorio de músicas populares del mundo. arol —que en portugués significa "faro"— es un nombre simbólico: un punto de luz que guía a través de los paisajes sonoros de la memoria colectiva, de la identidad cultural y de la resistencia. Trayectoria artística A lo largo de los años, el Dúo Farol ha construido un repertorio diverso y profundo, con un enfoque especial en la música popular italiana. Interpretan canciones tradicionales de distintas épocas y regiones, expresiones auténticas de la vida cotidiana: alegrías sencillas, rabia, espiritualidad, necesidad de justicia y lucha social.
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