
Bizarrasong
Luego de un largo recorrido como solista, Alan Adid mas conocido como Biza, toma cuerpo de banda atravez de Bizarrasong, vizualizando el proyecto como invitados extraoficiales de Revolber Fx en festivales importantes como San Lorenzo Rock Fest (San Lorenzo) en el 2018 , San Kape 2018 (Asunción) Cosquín Rock Paraguay 2018 (Luque) y en los últimos shows de la banda ahora extinta Revolber. Bizarrasong es una fuerza musical que desde el rock explora los ambientes sonoros en donde convergen ¡el folclore paraguayo, el reggae, soul, funk y el hip hop, para llevar su mensaje social de canto a la vida y las raíces mas profundas de la tierra guaraní.
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Rap Rock, Rapcore & Funk Metal
Dub
Folclor Fusión
Descrição
Luego de un largo recorrido como solista, Alan Adid mas conocido como Biza, toma cuerpo de banda atravez de Bizarrasong, vizualizando el proyecto como invitados extraoficiales de Revolber Fx en festivales importantes como San Lorenzo Rock Fest (San Lorenzo) en el 2018 , San Kape 2018 (Asunción) Cosquín Rock Paraguay 2018 (Luque) y en los últimos shows de la banda ahora extinta Revolber. Bizarrasong es una fuerza musical que desde el rock explora los ambientes sonoros en donde convergen ¡el folclore paraguayo, el reggae, soul, funk y el hip hop, para llevar su mensaje social de canto a la vida y las raíces mas profundas de la tierra guaraní.

Lucas da Silva Teixeira
Cantautor amador; estudante e cientista da música e da linguagem.
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Descrição
Cantautor amador; estudante e cientista da música e da linguagem.

N. Pangurbe
Licenciado en Música de la U. Pedagógica Nacional, egresado de la Escuela de Música Y Audio Fernando Sor como Músico de Sesión con énfasis en: Bajo Eléctrico (junio de 2015). Formación con investigación en músicas tradicionales colombianas, especialmente en la música del Cauca y Pacífico. Director, Compositor y Bajista de la agrupación Los Pangurbes, bajista en la agrupación Son Brujería dirigida por el guitarrista y precursor de las nuevas músicas colombianas “Lucho Gaitán”. Charrasquero y productor en la agrupación de Chirimía Caucana “Los Lindos Payaneses”, Co- director del Festival de Jazz y Músicas Caucanas y de la plataforma y sello artístico “Cauca Suena”. Ha recibido clases, talleres, ensambles y charlas con maestros como: Alain Pérez, Edd Howard, Carlitos del Puerto, William Pérez, Julián Gómez, Javier Pinto, Pedrito Martínez, José Antonio Burgos, José Noel Petro, Eddy Andreas, entre otros. Sus maestros de composición, instrumento, arte y pedagogía han sido: Juan Carlos Padilla, Luis Guevara Jiménez y Eliecer Arenas.
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Folclor Fusión
Afro
Descrição
Licenciado en Música de la U. Pedagógica Nacional, egresado de la Escuela de Música Y Audio Fernando Sor como Músico de Sesión con énfasis en: Bajo Eléctrico (junio de 2015). Formación con investigación en músicas tradicionales colombianas, especialmente en la música del Cauca y Pacífico. Director, Compositor y Bajista de la agrupación Los Pangurbes, bajista en la agrupación Son Brujería dirigida por el guitarrista y precursor de las nuevas músicas colombianas “Lucho Gaitán”. Charrasquero y productor en la agrupación de Chirimía Caucana “Los Lindos Payaneses”, Co- director del Festival de Jazz y Músicas Caucanas y de la plataforma y sello artístico “Cauca Suena”. Ha recibido clases, talleres, ensambles y charlas con maestros como: Alain Pérez, Edd Howard, Carlitos del Puerto, William Pérez, Julián Gómez, Javier Pinto, Pedrito Martínez, José Antonio Burgos, José Noel Petro, Eddy Andreas, entre otros. Sus maestros de composición, instrumento, arte y pedagogía han sido: Juan Carlos Padilla, Luis Guevara Jiménez y Eliecer Arenas.
Música

Ivan Vilela
IVAN VILELA Doutor em Psicologia Social pela USP, Mestre e graduado em Composição Musical pela UNICAMP, onde foi aluno de Almeida Prado. É professor na Faculdade de Música e no Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, INET-md, da Universidade de Aveiro no Projeto Atlântico Sensível, AtlaS, onde atualmente pesquisa trânsitos e relações sociais dos cordofones portugueses no Atlântico lusófono. Criador do primeiro curso de viola brasileira em nível universitário no mundo, na USP, onde, além de ser o professor do Bacharelado em Viola Brasileira também leciona História da Música Popular Brasileira, Percepção Musical e Produção Radiofônica. Em disco autoral ou junto a grupos foi indicado a prêmios da Música Brasileira: Prêmio da Música Brasileira (2011) com o CD Mais Caipira, Prêmio IBAC de Cultura Popular Brasileira (2009) pela inserção da viola brasileira no ensino universitário. Interações Estéticas – FUNARTE com o CD Do Corpo à Raiz (2009). Prêmio Rival-BR com o CD Orquestra Filarmônica de Violas (2005), indicado na categoria Atitude. Prêmio Sharp com o CD Paisagens (1998), indicado como Revelação Instrumental. Prêmio Movimento de Música Brasileira, melhor disco instrumental do ano, Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) melhor conjunto de câmara e Medalha Carlos Gomes da Secretaria do Estado da Cultura de São Paulo com o CD Espiral do Tempo – Anima (1997). Duas indicações ao Prêmio Sharp com o CD Trilhas – Trem de Corda, 1994. Medalha Carlos Gomes da Secretaria Estadual de Cultura – SP. Medalha Carlos Gomes da Prefeitura Municipal de Campinas pelo trabalho desenvolvido com a Orquestra Filarmônica de Violas. Possui 18 discos gravados entre solos, duos e formações orquestrais. Desde 1996, realiza apresentações no exterior tendo tocado na Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália e Portugal realizando concertos e conferências em salas de espetáculos e universidades. É diretor musical do Instituto Çarê que está voltado à criação de uma rede de apoio a músicos brasileiros em idade avançada e à catalogação e registro das obras musicais completas destes músicos. No prelo, os songbooks de Heraldo do Monte e de Antonio Madureira (Quinteto Armorial e Quarteto Romançal) e digitalização e edição de todo o acervo de pesquisa sobre música indígena no Brasil feito pela compositora e cantora Marlui Miranda. Apresentou-se como solista com diversas orquestras do Brasil como Orquestra Municipal de São Paulo, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica do Mato Grosso, Orquestra de Câmara da UFPB, Orquestra de Câmara Villa-Lobos, Orquestra de Câmara de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Mato Grosso do Sul, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra Sinfônica de Limeira, Orquestra de Cordas dedilhadas do Projeto Guri, Orquestra Filarmônica de São Carlos, Orquestra Experimental da UFSCAR, , Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra de Câmara da USP. Mantém atividade musical estreita com o Quarteto Cidade de São Paulo. Foi criador, diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas de 2001 a 2010. Dirigiu também a Orquestra de Viola Caipira de São José dos Campos, ligada à Fundação Cultural Cassiano Ricardo nos anos de 2015 e 2016. Foi o consultou do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Arquitetônico de Minas Gerais (IEPHA-MG) no processo de tombamento e patrimonialização da viola como um bem imaterial do Estado de Minas Gerais, em 2016-2017. É responsável pelo projeto de criação de um curso superior de música que utiliza uma metodologia brasileira de ensino, proposta inédita no Brasil, concebida a pedido da Universidade de Taubaté, SP. Compôs a Ópera Caipira Cheiro de Mato e de Chão, sobre libreto de Jehovah Amaral. Foi o consultor musical do Museu da Pessoa no projeto de criação do portal sobre o Clube da Esquina (2004). Criador e curador do Prêmio Syngenta de Música Instrumental de Viola (2004 e 2005) e consultor do Projeto Música Paulista (2009). Foi coordenador do Curso Música e Saúde voltado ao preparo de músicos atuantes em instituições de pacientes em longa permanência de 2011 a 2017. Curador do Selo SESC para a série Viola Paulista. Curador da Série Viola Erudita, SESC Pinheiros. Membro do Conselho Editorial da Revista de Cultura Artística da FEALQ – ESALQ – USP, da Revista Resgate do Centro de Memória da UNICAMP e da Música em Revista, também da UNICAMP. Parecerista da FAPESP, EDUSP, ANPPOM e de várias revistas acadêmicas. Organizou para a Revista USP n.87 (2010) uma edição sobre Música Popular Brasileira numa perspectiva fora dos cânones e a Revista USP n. 111, sobre Música Popular Brasileira na USP. Possui publicações sobre temas relacionados à história social, música, turismo rural e cultura popular, algumas delas em revistas indexadas internacionalmente. Seu livro Cantando a Própria História – Música Caipira e Enraizamento, foi lançado em 2013, na Feira Internacional do Livro de Frankfurt, Alemanha. DISCOGRAFIA Que Língua Você Fala? – Música original composta para o documentário de Elisa Bracher, (2020). A Força do Boi – Ivan Vilela e Orquestra do Mato Grosso (2018) – regência Leandro Carvalho Encontro – com Benjamim Taubkin (2018) Orquestra Filarmônica de Violas II (2012) Direção artística e arranjos. Pulo do Gato convida Ivan Vilela (2011) Mais Caipira (2010), com Suzana Salles e Lenine Santos, indicado ao Prêmio da Música Brasileira. Do Corpo à Raiz, Prêmio Interações Estéticas da FUNARTE (2009). Dez Cordas (2007) solo de viola. Prêmio Petrobrás de Música. Vereda Luminosa (2006) com Andréa Teixeira. Orquestra Filarmônica de Violas (2004), indicado ao Prêmio Rival-BR na categoria Atitude e Medalha Carlos Gomes da Prefeitura Municipal de Campinas. Caipira (2004), com Suzana Salles e Lenine Santos. Quatro Estórias (2002), estórias de Rubem Alves e música de Ivan Vilela. Retratos em Vários Compassos (2002), com a Oficina de Cordas. Teatro do Descobrimento (1999), com o grupo Anima e a cantora Anna Maria Kieffer. Rumos Musicais (1999), coletânea, gravado ao vivo no Itaú Cultural, SP, em duo com o acordeonista Toninho Ferragutti. Paisagens (1998), solo de viola indicado na categoria Revelação Instrumental para o Prêmio Sharp. Violeiros do Brasil (1997), coletânea, gravado ao vivo no SESC Pompéia, SP, com alguns dos mais representativos violeiros do Brasil. Espiral do Tempo (1997), com o grupo Anima, agraciado com o Prêmio Movimento de Música Popular Brasileira, na categoria de Melhor Disco Instrumental do Ano e Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) Melhor Conjunto de Câmara e a Medalha Carlos Gomes da Secretaria Estadual da Cultura – SP. Trilhas (1994), com os grupos Anima e Trem de Corda, duas indicações para o Prêmio Sharp. Hortelã LP (1985), Ivan & Pricila. DVDs Violeiros do Brasil (2008), coletânea. Breve História da Música Caipira (2007), coletânea. Projeto Pixinguinha (2006), coletânea. Caipira (2004), com Suzana Salles e Lenine Santos. DIREÇÃO MUSICAL Viola Paulista vol. 2 (2020) Concepção, direção musical e curadoria Viola Paulista vol. 1 (2018) Concepção, direção musical e curadoria Sertão Trio (2015) Duo Catrumano (2011) Orquestra Filarmônica de Violas 2 (2012) Do Corpo à Raiz (2009), prêmio Interações Estéticas da FUNARTE. Dez Cordas (2007). Vereda Luminosa (2006), este também contando com seus arranjos. Orquestra Filarmônica de Violas, indicado ao Prêmio Rival-BR (2004). Também como arranjador. Quatro Estórias (2002). Retratos em Vários Compassos (2002), com José Eduardo Gramani. Paisagens (1998), indicado ao Prêmio Sharp na categoria Revelação Instrumental. Viola Cósmica (1998) do violeiro Pereira da Viola, indicado ao Prêmio Sharp na categoria Revelação Regional, também contando com seus arranjos. Beira Mar Novo (1997) do coral Trovadores do Vale, este contando também com seus arranjos. Hortelã LP (1985) Ivan & Pricila.
Ver detalhesIvan Vilela
MPB
Regional
Música de Cámara
Descrição
IVAN VILELA Doutor em Psicologia Social pela USP, Mestre e graduado em Composição Musical pela UNICAMP, onde foi aluno de Almeida Prado. É professor na Faculdade de Música e no Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, INET-md, da Universidade de Aveiro no Projeto Atlântico Sensível, AtlaS, onde atualmente pesquisa trânsitos e relações sociais dos cordofones portugueses no Atlântico lusófono. Criador do primeiro curso de viola brasileira em nível universitário no mundo, na USP, onde, além de ser o professor do Bacharelado em Viola Brasileira também leciona História da Música Popular Brasileira, Percepção Musical e Produção Radiofônica. Em disco autoral ou junto a grupos foi indicado a prêmios da Música Brasileira: Prêmio da Música Brasileira (2011) com o CD Mais Caipira, Prêmio IBAC de Cultura Popular Brasileira (2009) pela inserção da viola brasileira no ensino universitário. Interações Estéticas – FUNARTE com o CD Do Corpo à Raiz (2009). Prêmio Rival-BR com o CD Orquestra Filarmônica de Violas (2005), indicado na categoria Atitude. Prêmio Sharp com o CD Paisagens (1998), indicado como Revelação Instrumental. Prêmio Movimento de Música Brasileira, melhor disco instrumental do ano, Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) melhor conjunto de câmara e Medalha Carlos Gomes da Secretaria do Estado da Cultura de São Paulo com o CD Espiral do Tempo – Anima (1997). Duas indicações ao Prêmio Sharp com o CD Trilhas – Trem de Corda, 1994. Medalha Carlos Gomes da Secretaria Estadual de Cultura – SP. Medalha Carlos Gomes da Prefeitura Municipal de Campinas pelo trabalho desenvolvido com a Orquestra Filarmônica de Violas. Possui 18 discos gravados entre solos, duos e formações orquestrais. Desde 1996, realiza apresentações no exterior tendo tocado na Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália e Portugal realizando concertos e conferências em salas de espetáculos e universidades. É diretor musical do Instituto Çarê que está voltado à criação de uma rede de apoio a músicos brasileiros em idade avançada e à catalogação e registro das obras musicais completas destes músicos. No prelo, os songbooks de Heraldo do Monte e de Antonio Madureira (Quinteto Armorial e Quarteto Romançal) e digitalização e edição de todo o acervo de pesquisa sobre música indígena no Brasil feito pela compositora e cantora Marlui Miranda. Apresentou-se como solista com diversas orquestras do Brasil como Orquestra Municipal de São Paulo, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica do Mato Grosso, Orquestra de Câmara da UFPB, Orquestra de Câmara Villa-Lobos, Orquestra de Câmara de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Mato Grosso do Sul, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra Sinfônica de Limeira, Orquestra de Cordas dedilhadas do Projeto Guri, Orquestra Filarmônica de São Carlos, Orquestra Experimental da UFSCAR, , Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra de Câmara da USP. Mantém atividade musical estreita com o Quarteto Cidade de São Paulo. Foi criador, diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas de 2001 a 2010. Dirigiu também a Orquestra de Viola Caipira de São José dos Campos, ligada à Fundação Cultural Cassiano Ricardo nos anos de 2015 e 2016. Foi o consultou do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Arquitetônico de Minas Gerais (IEPHA-MG) no processo de tombamento e patrimonialização da viola como um bem imaterial do Estado de Minas Gerais, em 2016-2017. É responsável pelo projeto de criação de um curso superior de música que utiliza uma metodologia brasileira de ensino, proposta inédita no Brasil, concebida a pedido da Universidade de Taubaté, SP. Compôs a Ópera Caipira Cheiro de Mato e de Chão, sobre libreto de Jehovah Amaral. Foi o consultor musical do Museu da Pessoa no projeto de criação do portal sobre o Clube da Esquina (2004). Criador e curador do Prêmio Syngenta de Música Instrumental de Viola (2004 e 2005) e consultor do Projeto Música Paulista (2009). Foi coordenador do Curso Música e Saúde voltado ao preparo de músicos atuantes em instituições de pacientes em longa permanência de 2011 a 2017. Curador do Selo SESC para a série Viola Paulista. Curador da Série Viola Erudita, SESC Pinheiros. Membro do Conselho Editorial da Revista de Cultura Artística da FEALQ – ESALQ – USP, da Revista Resgate do Centro de Memória da UNICAMP e da Música em Revista, também da UNICAMP. Parecerista da FAPESP, EDUSP, ANPPOM e de várias revistas acadêmicas. Organizou para a Revista USP n.87 (2010) uma edição sobre Música Popular Brasileira numa perspectiva fora dos cânones e a Revista USP n. 111, sobre Música Popular Brasileira na USP. Possui publicações sobre temas relacionados à história social, música, turismo rural e cultura popular, algumas delas em revistas indexadas internacionalmente. Seu livro Cantando a Própria História – Música Caipira e Enraizamento, foi lançado em 2013, na Feira Internacional do Livro de Frankfurt, Alemanha. DISCOGRAFIA Que Língua Você Fala? – Música original composta para o documentário de Elisa Bracher, (2020). A Força do Boi – Ivan Vilela e Orquestra do Mato Grosso (2018) – regência Leandro Carvalho Encontro – com Benjamim Taubkin (2018) Orquestra Filarmônica de Violas II (2012) Direção artística e arranjos. Pulo do Gato convida Ivan Vilela (2011) Mais Caipira (2010), com Suzana Salles e Lenine Santos, indicado ao Prêmio da Música Brasileira. Do Corpo à Raiz, Prêmio Interações Estéticas da FUNARTE (2009). Dez Cordas (2007) solo de viola. Prêmio Petrobrás de Música. Vereda Luminosa (2006) com Andréa Teixeira. Orquestra Filarmônica de Violas (2004), indicado ao Prêmio Rival-BR na categoria Atitude e Medalha Carlos Gomes da Prefeitura Municipal de Campinas. Caipira (2004), com Suzana Salles e Lenine Santos. Quatro Estórias (2002), estórias de Rubem Alves e música de Ivan Vilela. Retratos em Vários Compassos (2002), com a Oficina de Cordas. Teatro do Descobrimento (1999), com o grupo Anima e a cantora Anna Maria Kieffer. Rumos Musicais (1999), coletânea, gravado ao vivo no Itaú Cultural, SP, em duo com o acordeonista Toninho Ferragutti. Paisagens (1998), solo de viola indicado na categoria Revelação Instrumental para o Prêmio Sharp. Violeiros do Brasil (1997), coletânea, gravado ao vivo no SESC Pompéia, SP, com alguns dos mais representativos violeiros do Brasil. Espiral do Tempo (1997), com o grupo Anima, agraciado com o Prêmio Movimento de Música Popular Brasileira, na categoria de Melhor Disco Instrumental do Ano e Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) Melhor Conjunto de Câmara e a Medalha Carlos Gomes da Secretaria Estadual da Cultura – SP. Trilhas (1994), com os grupos Anima e Trem de Corda, duas indicações para o Prêmio Sharp. Hortelã LP (1985), Ivan & Pricila. DVDs Violeiros do Brasil (2008), coletânea. Breve História da Música Caipira (2007), coletânea. Projeto Pixinguinha (2006), coletânea. Caipira (2004), com Suzana Salles e Lenine Santos. DIREÇÃO MUSICAL Viola Paulista vol. 2 (2020) Concepção, direção musical e curadoria Viola Paulista vol. 1 (2018) Concepção, direção musical e curadoria Sertão Trio (2015) Duo Catrumano (2011) Orquestra Filarmônica de Violas 2 (2012) Do Corpo à Raiz (2009), prêmio Interações Estéticas da FUNARTE. Dez Cordas (2007). Vereda Luminosa (2006), este também contando com seus arranjos. Orquestra Filarmônica de Violas, indicado ao Prêmio Rival-BR (2004). Também como arranjador. Quatro Estórias (2002). Retratos em Vários Compassos (2002), com José Eduardo Gramani. Paisagens (1998), indicado ao Prêmio Sharp na categoria Revelação Instrumental. Viola Cósmica (1998) do violeiro Pereira da Viola, indicado ao Prêmio Sharp na categoria Revelação Regional, também contando com seus arranjos. Beira Mar Novo (1997) do coral Trovadores do Vale, este contando também com seus arranjos. Hortelã LP (1985) Ivan & Pricila.
Música

Octavio Castillo
Nuevo Folclor
Folclor Fusión
Folklore Sudamericano
Cumbia Tropical
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descrição
Músico, cantante y compositor.

Wolf Borges
Wolf Borges é compositor, cantor, roteirista, escritor e produtor há 37 anos – experiência que o coloca entre os grandes realizadores culturais no Sul de MG. Tem em sua trajetória premiações diversas – como projeto Rumos, da Fundação Itaú Cultural – e 5 CDs autorais independentes de grande reconhecimento nacional e internacional. CD ÍMPAR (1997). SINGULAR (2003), com a participação de Leila Pinheiro, Cláudio Nucci, Paulinho Pedra Azul. CIRCO DOS SONHOS (2009), com Toninho Horta, Fátima Guedes e Toninho Ferragutti. PÃO DE QUEIJO MUSIC PROJECT (2012). O álbum de performances, OUTRA SAUDADE (2017). QUAL A MENOR UNIDADE DO AMOR (2019), autoral pautado em diversos ritmos brasileiros, da milonga ao carimbo, com parcerias de Tavito e Simone Guimarães. Destaca-se na produção de CDs e filmes. Produtor do projeto Composição Ferroviária, que faz há 7 anos shows com grandes nomes da MPB em três cidades de MG.
Ver detalhesWolf Borges
MPB
Regional
Descrição
Wolf Borges é compositor, cantor, roteirista, escritor e produtor há 37 anos – experiência que o coloca entre os grandes realizadores culturais no Sul de MG. Tem em sua trajetória premiações diversas – como projeto Rumos, da Fundação Itaú Cultural – e 5 CDs autorais independentes de grande reconhecimento nacional e internacional. CD ÍMPAR (1997). SINGULAR (2003), com a participação de Leila Pinheiro, Cláudio Nucci, Paulinho Pedra Azul. CIRCO DOS SONHOS (2009), com Toninho Horta, Fátima Guedes e Toninho Ferragutti. PÃO DE QUEIJO MUSIC PROJECT (2012). O álbum de performances, OUTRA SAUDADE (2017). QUAL A MENOR UNIDADE DO AMOR (2019), autoral pautado em diversos ritmos brasileiros, da milonga ao carimbo, com parcerias de Tavito e Simone Guimarães. Destaca-se na produção de CDs e filmes. Produtor do projeto Composição Ferroviária, que faz há 7 anos shows com grandes nomes da MPB em três cidades de MG.
Música

Julián Arenzon
Nacido en Buenos Aires, Julián en sus inicios en la batería tocó ska, reaggae y punk. A medida que su pasión por el instrumento (y por la música) fue creciendo, fue expuesto a un gran variedad de ritmos latinoamericanos y africanos. Con su llegada a Sudáfrica hace más de diez años, se embebió del lenguaje del jazz para poder asi adquirir más soltura a la hora de interpretar composiciones de diversos origenes y cualidades. Actualmente se encuentra dictando clases de batería, y componiendo canciones para lo que será su primer disco.
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Ska
Reggae Fusion & Bhangramuffin
Afrobeat
Descrição
Nacido en Buenos Aires, Julián en sus inicios en la batería tocó ska, reaggae y punk. A medida que su pasión por el instrumento (y por la música) fue creciendo, fue expuesto a un gran variedad de ritmos latinoamericanos y africanos. Con su llegada a Sudáfrica hace más de diez años, se embebió del lenguaje del jazz para poder asi adquirir más soltura a la hora de interpretar composiciones de diversos origenes y cualidades. Actualmente se encuentra dictando clases de batería, y componiendo canciones para lo que será su primer disco.

Lee Mudh
Lee Mudh es un músico, compositor y cantante, nacido en Argentina. En el 2019 lanzó los sencillos "Sin Culpa" y “En el Edén”. En la actualidad presenta “Pulso Natural”, tercer sencillo de un álbum previsto para finales del 2020 que contará con amplia variedad de estilos: Funk, Rock, Música Urbana, entre otros….
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Urban Soul / Pop (Nu R&B I)
Descrição
Lee Mudh es un músico, compositor y cantante, nacido en Argentina. En el 2019 lanzó los sencillos "Sin Culpa" y “En el Edén”. En la actualidad presenta “Pulso Natural”, tercer sencillo de un álbum previsto para finales del 2020 que contará con amplia variedad de estilos: Funk, Rock, Música Urbana, entre otros….
Música

Jarilys Romero
Cantante, Músico y Compositora de los Diferentes Géneros de la Música Llanera
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Folclore
Balada Pop
Descrição
Cantante, Músico y Compositora de los Diferentes Géneros de la Música Llanera
Videos

Míster Ramírez
Nacido en una noche de luna llena el Día de Brujas, el Destino quiso que Míster Ramírez pase sus primeros años de vida criado en el sudeste asiático. Desde Asia, el Míster experimentó la pluralidad de culturas, sabores y músicas que más tarde llevaría a lo que hoy el oyente recibe: un sonido étnico y multicultural. “M&M” no son chocolates, es Motorhead y Mozart, el diccionario musical de Míster Ramírez. Desde la “A” de Abba hasta la “Z” de ZZ Top, Míster Ramírez integra sus músicas convocando un universo-multiverso. Sus letras, reminiscentes del inspirado Jorge Amado, pasan por laberintos donde se cruzan la sabiduría de esquina y el bravado de Hemingway. Míster Ramírez es el primer artista en la historia de la música argentina en lanzar su álbum debut en 14 idiomas. Tras haber grabado en los estudios de Fito Paez -cuando Circo Beat se llamaba Circo Beat-, Unísono – el estudio del gran Gustavo Cerati- hasta abrir shows de Duff McKagan, Ska-P, Eruca Sativa, Ratones Paranoicos, Míster Ramírez cuenta en su haber con una nominación al Premio Gardel a Mejor Artista Nuevo de Rock en 2015 y con el gusto de haberse presentado en el Festival de Cosquín Rock dos veces consecutivas. En el 2020 Míster Ramírez se presenta en el histórico BILLBOARD Festival Online. Hoy, nos presenta canciones que vienen para quedarse. Cómo? Un poeta definía a las grandes canciones así: una buena letra, una melodía memorable, y ese “algo más”, que nadie sabe bien qué es, pero es lo único que importa.
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Worldbeat
Descrição
Nacido en una noche de luna llena el Día de Brujas, el Destino quiso que Míster Ramírez pase sus primeros años de vida criado en el sudeste asiático. Desde Asia, el Míster experimentó la pluralidad de culturas, sabores y músicas que más tarde llevaría a lo que hoy el oyente recibe: un sonido étnico y multicultural. “M&M” no son chocolates, es Motorhead y Mozart, el diccionario musical de Míster Ramírez. Desde la “A” de Abba hasta la “Z” de ZZ Top, Míster Ramírez integra sus músicas convocando un universo-multiverso. Sus letras, reminiscentes del inspirado Jorge Amado, pasan por laberintos donde se cruzan la sabiduría de esquina y el bravado de Hemingway. Míster Ramírez es el primer artista en la historia de la música argentina en lanzar su álbum debut en 14 idiomas. Tras haber grabado en los estudios de Fito Paez -cuando Circo Beat se llamaba Circo Beat-, Unísono – el estudio del gran Gustavo Cerati- hasta abrir shows de Duff McKagan, Ska-P, Eruca Sativa, Ratones Paranoicos, Míster Ramírez cuenta en su haber con una nominación al Premio Gardel a Mejor Artista Nuevo de Rock en 2015 y con el gusto de haberse presentado en el Festival de Cosquín Rock dos veces consecutivas. En el 2020 Míster Ramírez se presenta en el histórico BILLBOARD Festival Online. Hoy, nos presenta canciones que vienen para quedarse. Cómo? Un poeta definía a las grandes canciones así: una buena letra, una melodía memorable, y ese “algo más”, que nadie sabe bien qué es, pero es lo único que importa.
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