
Banda Musical de Fajões
A Banda Musical de Fajões (Oliveira de Azeméis) é uma coletividade cultural, recreativa e artística, reconhecida como Associação de Utilidade Pública, cuja fundação remonta a junho de 1926, sob a denominação de “Tuna Invicta de Fajões”, e com existência legal desde 10 de março de 1953 por Alvará n.º 20 do Governo Civil de Aveiro. Das suas atribuições destacam-se a promoção e participação em festas, saraus, concertos, masterclasses, diversões e tudo mais que possa recriar e instruir. Neste sentido, a banda musical tem atuado em diversos pontos do país, com filarmónicas de grande relevo nacional, bem como prestado homenagem a diversas entidades públicas e privadas. Nos últimos anos esta coletividade tem levado a cabo um esforço significativo no sentido de promover o seu corpo musical, resultado de uma reestruturação profunda da sua 10 escola de música, permitindo, desta forma, atingir um valor artístico de grande destaque no meio filarmónico nacional. O seu corpo musical, com cerca de 75 elementos, é constituído, em grande parte, por músicos formados na sua escola e, em complemento destes, por músicos de enorme projeção nacional e internacional, atuando profissionalmente nas mais importantes orquestras portuguesas. Nas últimas décadas, épocas de maior ascensão da coletividade em termos artísticos, a banda esteve sob a direção dos maestros Américo Nunes e António Moreira Jorge e, desde 2009, do maestro Bruno Costa. Em 1999 foi publicado o livro “A Banda Musical de Fajões na sua história local e regional”, pelo escritor e historiador Dr. Samuel de Bastos Oliveira, tendo, 2 anos mais tarde, surgido o primeiro CD desta coletividade intitulado “Carnaval de Veneza”. Em 2008, no seguimento de uma eletrizante atuação no Europarque em Santa Maria da Feira, com intervenção do trompetista Jorge Almeida (solista da Orquestra Sinfónica Portuguesa e, à época, membro do elenco da nossa banda musical), surge novo CD. Em outubro de 2010 esta coletividade assinala a sua primeira internacionalização na cidade de Lucé (França), conquistando honrosas críticas artísticas dos jornais locais. Entre janeiro e março de 2011, por iniciativa do diretor artístico, surge a 1.ª edição do Musicalidades®, evento criado com a missão de proceder à descentralização cultural e proporciona cultura e arte a uma população que geralmente não dispõe deste tipo de eventos. Esta edição do Musicalidades® foi registada em DVD, possibilitando, desta forma, re(vi)ver 6 concertos de grande qualidade nos quais participaram músicos de relevo nacional e internacional. Em 2012, a banda musical gravou um CD duplo, intitulado “7 Maravilhas”, cuja apresentação decorreu em julho no Cineteatro Caracas (Oliveira de Azeméis), num magnífico espetáculo de música e multimédia inserido no IV Festival de Bandas “Oliveira Filarmónica”. Este trabalho engloba obras do seu repertório habitual, assim como temas inéditos, algumas estreias nacionais e mesmo uma estreia mundial: “El Motivo” do compositor português Nuno Osório. Dando sequência ao projeto iniciado em 2011, decorreu, entre setembro e outubro de 2013, a 2.ª edição do Festival Musicalidades®, no qual, durante 3 semanas, em Fajões, atuaram diversos nomes de relevo da música erudita nacional e internacional. Em 2014, na sua primeira participação num concurso de bandas, teve a ousadia de concorrer ao nível artístico mais elevado (1.ª categoria) no 5.º Concurso Internacional de Bandas do Ateneu Artístico Vilafranquense, arrecadando um honroso 3.º lugar, de entre um total de 33 bandas participantes. No mesmo ano, como corolário de todo o trabalho desenvolvido, a Banda Musical de Fajões foi convidada a participar nas Ferias y Fiestas en honor a Santa María de la Vega, festas principais da cidade de Salamanca (Espanha), encantando os presentes e a comunicação social local pelo concerto realizado na Plaza Mayor. Em 2016, ano da comemoração do seu nonagésimo aniversário, foram quatro os marcos que a coletividade viu gravados no seu historial: apresentou a sua nova obra discográfica, intitulada “Em Conquista”, sendo considerada, unanimemente, uma obra de referência no panorama filarmónico nacional; repetiu a presença no Concurso Internacional de Bandas do Ateneu Artístico Vilafranquense (6.ª edição), arrecadando dois troféus, o 2.º lugar na 1.ª categoria e também o Prémio Tauromaquia para melhor interpretação de um pasodoble; participou no X Festival Hispano-Luso de Bandas de Música y Ensembles de Viento realizado em Zamora (Espanha); e, em novembro, arrecadou o 2.º lugar no III Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga bem como o prémio Batuta de Prata para melhor maestro. Em 2017, para além das suas atividades habituais, a banda musical gravou nova obra discográfica, num CD exclusivamente dedicado ao Fado, com solos pela trompete de Jorge Almeida. Ainda nesse ano, participou no IV Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga tendo arrecadado o 3.º lugar de entre as 15 bandas participantes. Em 2019, a coletividade promoveu um espetáculo para banda e coro com mais de 100 elementos, em homenagem ao compositor espanhol Óscar Navarro, momento que ficou registado em DVD. No mesmo ano, volta a participar no Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga, na sua VI edição, sendo das bandas mais premiadas, conquistando três troféus: o 1.º lugar no prémio “São João de Braga”, o 2.º lugar no prémio “Município de Braga” e ainda o prémio Batuta de Prata para melhor maestro. No seu primeiro grande evento pós-pandemia, participou, em fevereiro de 2022, no Festival Antena 2 realizado no Teatro Nacional São João, no Porto, tendo sido a primeira banda civil selecionada pela estação pública de rádio para integrar a programação deste importante evento nacional. Em abril de 2022, esgotou a Sala Suggia da Casa da Música, no Porto, num espetáculo musical de beleza ímpar com as participações especiais dos cantores Sofia Escobar e Fernando Fernandes (FF). Em junho do mesmo ano realizou concerto, em Oliveira de Azeméis, com a participação do grupo a cappella Vozes da Rádio. Em novembro de 2022, volta ao Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga para arrecadar todos os prémios mais relevantes da VIII edição, conquistando três troféus: o 1.º lugar no prémio “São João de Braga”, o 1.º lugar no prémio “Município de Braga” e ainda o prémio Batuta de Prata para melhor maestro. Em janeiro de 2024, promoveu e gravou espetáculo beneficente pela luta contra o cancro, estreando-se em concerto no renovado Teatro Municipal de Oliveira de Azeméis (TeMA), através de programa integralmente composto por música contemplativa, superiormente comentado pelo Prof. Doutor Mário Azevedo. Em maio de 2025, a banda marcou presença como artista convidado na inauguração do Tivoli Köpke Porto-Gaia Hotel, uma unidade hoteleira de referência instalada nas caves de Vila Nova de Gaia. A atuação decorreu ao lado de Cuca Roseta e do guitarrista Daniel Casares, reforçando a visibilidade da banda em eventos de prestígio e a sua vocação de colaboração com artistas de renome. Em julho de 2025, a banda renovou a colaboração com o cantor FF numa atuação em Viana do Castelo, a convite da comissão de festas local, reforçando a presença em eventos culturais de referência. Durante o ano de 2025, desenvolveu o projeto “Dianthus Caryophyllus 1974: Um cravo oferece-se a qualquer pessoa ou a ingenuidade segundo Celeste Caeiro”, um dos projetos apoiados pelo programa Arte pela Democracia, iniciativa da Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril, em parceria com a Direção-Geral das Artes. No âmbito deste projeto, foram dinamizadas oficinas de ilustração em Oliveira de Azeméis e Guimarães, realizadas residências artísticas e apresentada, em estreia absoluta, a obra “TUMOR – Reações possíveis a uma comemoração nos paliativos”, do compositor Pedro Lima, no Teatro Municipal de Oliveira de Azeméis e no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. Em 2026, a Banda Musical de Fajões concretizou o projeto discográfico Fantasias de Portugal, integralmente dedicado ao compositor Duarte Ferreira Pestana. Gravado em abril, na Casa da Música, o CD reuniu, pela primeira vez num único álbum, as seis fantasias do compositor, dando ainda a conhecer a Fantasia n.º 4 – Lisboa é Coisa Boa, até então praticamente desconhecida do grande público e objeto da sua primeira gravação discográfica conhecida. O trabalho foi apresentado publicamente em junho, no Teatro Municipal de Oliveira de Azeméis, constituindo o primeiro grande momento das comemorações dos cem anos da coletividade. Durante o ano de 2026, a Banda Musical de Fajões está igualmente a desenvolver um projeto artístico dedicado ao escritor oliveirense Ferreira de Castro. A iniciativa conta com o apoio do Fundo de Fomento Cultural, integrando o conjunto de 14 candidaturas apoiadas a nível nacional, entre um total de 292 submetidas.
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Música Sinfónica
Descrição
A Banda Musical de Fajões (Oliveira de Azeméis) é uma coletividade cultural, recreativa e artística, reconhecida como Associação de Utilidade Pública, cuja fundação remonta a junho de 1926, sob a denominação de “Tuna Invicta de Fajões”, e com existência legal desde 10 de março de 1953 por Alvará n.º 20 do Governo Civil de Aveiro. Das suas atribuições destacam-se a promoção e participação em festas, saraus, concertos, masterclasses, diversões e tudo mais que possa recriar e instruir. Neste sentido, a banda musical tem atuado em diversos pontos do país, com filarmónicas de grande relevo nacional, bem como prestado homenagem a diversas entidades públicas e privadas. Nos últimos anos esta coletividade tem levado a cabo um esforço significativo no sentido de promover o seu corpo musical, resultado de uma reestruturação profunda da sua 10 escola de música, permitindo, desta forma, atingir um valor artístico de grande destaque no meio filarmónico nacional. O seu corpo musical, com cerca de 75 elementos, é constituído, em grande parte, por músicos formados na sua escola e, em complemento destes, por músicos de enorme projeção nacional e internacional, atuando profissionalmente nas mais importantes orquestras portuguesas. Nas últimas décadas, épocas de maior ascensão da coletividade em termos artísticos, a banda esteve sob a direção dos maestros Américo Nunes e António Moreira Jorge e, desde 2009, do maestro Bruno Costa. Em 1999 foi publicado o livro “A Banda Musical de Fajões na sua história local e regional”, pelo escritor e historiador Dr. Samuel de Bastos Oliveira, tendo, 2 anos mais tarde, surgido o primeiro CD desta coletividade intitulado “Carnaval de Veneza”. Em 2008, no seguimento de uma eletrizante atuação no Europarque em Santa Maria da Feira, com intervenção do trompetista Jorge Almeida (solista da Orquestra Sinfónica Portuguesa e, à época, membro do elenco da nossa banda musical), surge novo CD. Em outubro de 2010 esta coletividade assinala a sua primeira internacionalização na cidade de Lucé (França), conquistando honrosas críticas artísticas dos jornais locais. Entre janeiro e março de 2011, por iniciativa do diretor artístico, surge a 1.ª edição do Musicalidades®, evento criado com a missão de proceder à descentralização cultural e proporciona cultura e arte a uma população que geralmente não dispõe deste tipo de eventos. Esta edição do Musicalidades® foi registada em DVD, possibilitando, desta forma, re(vi)ver 6 concertos de grande qualidade nos quais participaram músicos de relevo nacional e internacional. Em 2012, a banda musical gravou um CD duplo, intitulado “7 Maravilhas”, cuja apresentação decorreu em julho no Cineteatro Caracas (Oliveira de Azeméis), num magnífico espetáculo de música e multimédia inserido no IV Festival de Bandas “Oliveira Filarmónica”. Este trabalho engloba obras do seu repertório habitual, assim como temas inéditos, algumas estreias nacionais e mesmo uma estreia mundial: “El Motivo” do compositor português Nuno Osório. Dando sequência ao projeto iniciado em 2011, decorreu, entre setembro e outubro de 2013, a 2.ª edição do Festival Musicalidades®, no qual, durante 3 semanas, em Fajões, atuaram diversos nomes de relevo da música erudita nacional e internacional. Em 2014, na sua primeira participação num concurso de bandas, teve a ousadia de concorrer ao nível artístico mais elevado (1.ª categoria) no 5.º Concurso Internacional de Bandas do Ateneu Artístico Vilafranquense, arrecadando um honroso 3.º lugar, de entre um total de 33 bandas participantes. No mesmo ano, como corolário de todo o trabalho desenvolvido, a Banda Musical de Fajões foi convidada a participar nas Ferias y Fiestas en honor a Santa María de la Vega, festas principais da cidade de Salamanca (Espanha), encantando os presentes e a comunicação social local pelo concerto realizado na Plaza Mayor. Em 2016, ano da comemoração do seu nonagésimo aniversário, foram quatro os marcos que a coletividade viu gravados no seu historial: apresentou a sua nova obra discográfica, intitulada “Em Conquista”, sendo considerada, unanimemente, uma obra de referência no panorama filarmónico nacional; repetiu a presença no Concurso Internacional de Bandas do Ateneu Artístico Vilafranquense (6.ª edição), arrecadando dois troféus, o 2.º lugar na 1.ª categoria e também o Prémio Tauromaquia para melhor interpretação de um pasodoble; participou no X Festival Hispano-Luso de Bandas de Música y Ensembles de Viento realizado em Zamora (Espanha); e, em novembro, arrecadou o 2.º lugar no III Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga bem como o prémio Batuta de Prata para melhor maestro. Em 2017, para além das suas atividades habituais, a banda musical gravou nova obra discográfica, num CD exclusivamente dedicado ao Fado, com solos pela trompete de Jorge Almeida. Ainda nesse ano, participou no IV Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga tendo arrecadado o 3.º lugar de entre as 15 bandas participantes. Em 2019, a coletividade promoveu um espetáculo para banda e coro com mais de 100 elementos, em homenagem ao compositor espanhol Óscar Navarro, momento que ficou registado em DVD. No mesmo ano, volta a participar no Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga, na sua VI edição, sendo das bandas mais premiadas, conquistando três troféus: o 1.º lugar no prémio “São João de Braga”, o 2.º lugar no prémio “Município de Braga” e ainda o prémio Batuta de Prata para melhor maestro. No seu primeiro grande evento pós-pandemia, participou, em fevereiro de 2022, no Festival Antena 2 realizado no Teatro Nacional São João, no Porto, tendo sido a primeira banda civil selecionada pela estação pública de rádio para integrar a programação deste importante evento nacional. Em abril de 2022, esgotou a Sala Suggia da Casa da Música, no Porto, num espetáculo musical de beleza ímpar com as participações especiais dos cantores Sofia Escobar e Fernando Fernandes (FF). Em junho do mesmo ano realizou concerto, em Oliveira de Azeméis, com a participação do grupo a cappella Vozes da Rádio. Em novembro de 2022, volta ao Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga para arrecadar todos os prémios mais relevantes da VIII edição, conquistando três troféus: o 1.º lugar no prémio “São João de Braga”, o 1.º lugar no prémio “Município de Braga” e ainda o prémio Batuta de Prata para melhor maestro. Em janeiro de 2024, promoveu e gravou espetáculo beneficente pela luta contra o cancro, estreando-se em concerto no renovado Teatro Municipal de Oliveira de Azeméis (TeMA), através de programa integralmente composto por música contemplativa, superiormente comentado pelo Prof. Doutor Mário Azevedo. Em maio de 2025, a banda marcou presença como artista convidado na inauguração do Tivoli Köpke Porto-Gaia Hotel, uma unidade hoteleira de referência instalada nas caves de Vila Nova de Gaia. A atuação decorreu ao lado de Cuca Roseta e do guitarrista Daniel Casares, reforçando a visibilidade da banda em eventos de prestígio e a sua vocação de colaboração com artistas de renome. Em julho de 2025, a banda renovou a colaboração com o cantor FF numa atuação em Viana do Castelo, a convite da comissão de festas local, reforçando a presença em eventos culturais de referência. Durante o ano de 2025, desenvolveu o projeto “Dianthus Caryophyllus 1974: Um cravo oferece-se a qualquer pessoa ou a ingenuidade segundo Celeste Caeiro”, um dos projetos apoiados pelo programa Arte pela Democracia, iniciativa da Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril, em parceria com a Direção-Geral das Artes. No âmbito deste projeto, foram dinamizadas oficinas de ilustração em Oliveira de Azeméis e Guimarães, realizadas residências artísticas e apresentada, em estreia absoluta, a obra “TUMOR – Reações possíveis a uma comemoração nos paliativos”, do compositor Pedro Lima, no Teatro Municipal de Oliveira de Azeméis e no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. Em 2026, a Banda Musical de Fajões concretizou o projeto discográfico Fantasias de Portugal, integralmente dedicado ao compositor Duarte Ferreira Pestana. Gravado em abril, na Casa da Música, o CD reuniu, pela primeira vez num único álbum, as seis fantasias do compositor, dando ainda a conhecer a Fantasia n.º 4 – Lisboa é Coisa Boa, até então praticamente desconhecida do grande público e objeto da sua primeira gravação discográfica conhecida. O trabalho foi apresentado publicamente em junho, no Teatro Municipal de Oliveira de Azeméis, constituindo o primeiro grande momento das comemorações dos cem anos da coletividade. Durante o ano de 2026, a Banda Musical de Fajões está igualmente a desenvolver um projeto artístico dedicado ao escritor oliveirense Ferreira de Castro. A iniciativa conta com o apoio do Fundo de Fomento Cultural, integrando o conjunto de 14 candidaturas apoiadas a nível nacional, entre um total de 292 submetidas.

RAMA NOGUERA OK
Antecedentes del Postulante y Trayectoria del Colectivo Ramiro "Rama" Noguera (Director General, Compositor y Músico) Premios Nacionales y Provinciales: Ganador Concurso Nacional "Vamos las Bandas" (2017): Seleccionado entre miles de proyectos de todo el país por el Ministerio de Cultura de la Nación con la banda Karaguatá, grabando en los míticos estudios Lito Vitale (Buenos Aires). Ganador Certamen "Mi Primer Chamamé" (2021): Con la composición original "Grito de Esperanza", galardonada por el Instituto de Cultura de Corrientes. Ganador a Mejor Videoclip — Festival de Cine Guácaras (2023): Reconocimiento por la dirección y producción audiovisual musical con identidad regional. Experiencia en Grandes Escenarios y Gestión Audiovisual: Director de cámaras y realización técnica en la Fiesta Nacional del Chamamé (Ediciones recientes). Realizador de contenidos y campañas visuales de alta complejidad (campañas de lanzamiento en video corto, narrativa omnicanal y producción musical en Ableton Live). Caso de Éxito — La Galería Imaginaria en el MACC: Estreno a sala llena en el Museo de Arte Contemporáneo de Corrientes, recibiendo el aval unánime del equipo de curaduría y la prensa gráfica regional (Diario El Litoral), demostrando la efectividad de la fórmula arte contemporáneo + música de raíz + tecnología. Equipo Co-Creativo: Facku: Músico, vocalista y productor especializado en sintetizadores, armonías vocales y performance escénica. Lace: Bajista sesionista y performer con amplia trayectoria en ensambles de funk, rock, jazz y folclore del NEA.
Ver detalhesRAMA NOGUERA OK
Descrição
Antecedentes del Postulante y Trayectoria del Colectivo Ramiro "Rama" Noguera (Director General, Compositor y Músico) Premios Nacionales y Provinciales: Ganador Concurso Nacional "Vamos las Bandas" (2017): Seleccionado entre miles de proyectos de todo el país por el Ministerio de Cultura de la Nación con la banda Karaguatá, grabando en los míticos estudios Lito Vitale (Buenos Aires). Ganador Certamen "Mi Primer Chamamé" (2021): Con la composición original "Grito de Esperanza", galardonada por el Instituto de Cultura de Corrientes. Ganador a Mejor Videoclip — Festival de Cine Guácaras (2023): Reconocimiento por la dirección y producción audiovisual musical con identidad regional. Experiencia en Grandes Escenarios y Gestión Audiovisual: Director de cámaras y realización técnica en la Fiesta Nacional del Chamamé (Ediciones recientes). Realizador de contenidos y campañas visuales de alta complejidad (campañas de lanzamiento en video corto, narrativa omnicanal y producción musical en Ableton Live). Caso de Éxito — La Galería Imaginaria en el MACC: Estreno a sala llena en el Museo de Arte Contemporáneo de Corrientes, recibiendo el aval unánime del equipo de curaduría y la prensa gráfica regional (Diario El Litoral), demostrando la efectividad de la fórmula arte contemporáneo + música de raíz + tecnología. Equipo Co-Creativo: Facku: Músico, vocalista y productor especializado en sintetizadores, armonías vocales y performance escénica. Lace: Bajista sesionista y performer con amplia trayectoria en ensambles de funk, rock, jazz y folclore del NEA.

Musicantes Clases
Candelaria Miules es Profesora de Educación Musical, egresada de la Facultad de Artes de la Universidad Nacional de Córdoba, guitarrista y cantante. Comenzó su formación en guitarra a los 11 años y desarrolla su práctica musical principalmente desde la interpretación, la enseñanza y la creación de espacios de encuentro en torno a la música. Ha participado en presentaciones en bares, festivales de lectura y actividades culturales de la ciudad de Córdoba, abordando repertorio de rock y pop nacional y música latinoamericana. Cuenta también con experiencia en la creación de canciones propias. Desde 2025 desarrolla Musicantes, proyecto independiente de formación musical que articula clases particulares, talleres y experiencias grupales de guitarra. Su recorrido profesional se complementa con capacitaciones en arreglos musicales y coro escolar, su experiencia como ayudante alumna en Práctica Instrumental III y su actual formación en sonido para espectáculos en vivo.
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Descrição
Candelaria Miules es Profesora de Educación Musical, egresada de la Facultad de Artes de la Universidad Nacional de Córdoba, guitarrista y cantante. Comenzó su formación en guitarra a los 11 años y desarrolla su práctica musical principalmente desde la interpretación, la enseñanza y la creación de espacios de encuentro en torno a la música. Ha participado en presentaciones en bares, festivales de lectura y actividades culturales de la ciudad de Córdoba, abordando repertorio de rock y pop nacional y música latinoamericana. Cuenta también con experiencia en la creación de canciones propias. Desde 2025 desarrolla Musicantes, proyecto independiente de formación musical que articula clases particulares, talleres y experiencias grupales de guitarra. Su recorrido profesional se complementa con capacitaciones en arreglos musicales y coro escolar, su experiencia como ayudante alumna en Práctica Instrumental III y su actual formación en sonido para espectáculos en vivo.

Música en mi Jardín
Música en mi jardín”, es un banda musical compuesta por Bárbara López, Diego Valenzuela y Gustavo Valenzuela López, hijo de ambos y Héctor Echeverría, se creó en plena pandemia mundial del 2020 en la ciudad de Curacautín, Región de la Araucanía, Chile. La música siempre ha estado presente en nuestra familia debido a las profesiones que hemos estado dedicados por muchos años, Bárbara, música, intérprete y profesora, Diego, técnico en sonido e intérprete, Héctor, músico, profesor y director de orquesta y Gustavo desde muy pequeño ha desarrollado el gusto, habilidad y amor por este arte. Nuestra propuesta nació con la intención de entretener vía online a las familias en sus hogares cuando estaban sin poder salir, por medio de canciones y videos, hechos con materiales e instrumentos musicales que teníamos a mano en nuestra casa y canciones con temáticas actuales, tales como la integración de género, el cuidado de la naturaleza, las inquietudes y preguntas de los niños y niñas, la importancia de los abuelos y la libre expresión. En el año 2023 creamos nuestro educativo llamado "Con Maletas e Instrumentos" y con este espectáculo hemos realizado cuatro giras por diferentes ciudades de nuestro país presentándonos en escuelas rurales y teatros de las comunas de Lonquimay, Curarrehue, Villarrica y Cochamó. En el año 2024 lanzamos nuestro primer disco Homónimo, teniendo un gran éxito. Hoy en día nos presentamos constantemente en diferentes eventos y trabajamos para la creación de nuestro segundo disco.
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Infantil
Descrição
Música en mi jardín”, es un banda musical compuesta por Bárbara López, Diego Valenzuela y Gustavo Valenzuela López, hijo de ambos y Héctor Echeverría, se creó en plena pandemia mundial del 2020 en la ciudad de Curacautín, Región de la Araucanía, Chile. La música siempre ha estado presente en nuestra familia debido a las profesiones que hemos estado dedicados por muchos años, Bárbara, música, intérprete y profesora, Diego, técnico en sonido e intérprete, Héctor, músico, profesor y director de orquesta y Gustavo desde muy pequeño ha desarrollado el gusto, habilidad y amor por este arte. Nuestra propuesta nació con la intención de entretener vía online a las familias en sus hogares cuando estaban sin poder salir, por medio de canciones y videos, hechos con materiales e instrumentos musicales que teníamos a mano en nuestra casa y canciones con temáticas actuales, tales como la integración de género, el cuidado de la naturaleza, las inquietudes y preguntas de los niños y niñas, la importancia de los abuelos y la libre expresión. En el año 2023 creamos nuestro educativo llamado "Con Maletas e Instrumentos" y con este espectáculo hemos realizado cuatro giras por diferentes ciudades de nuestro país presentándonos en escuelas rurales y teatros de las comunas de Lonquimay, Curarrehue, Villarrica y Cochamó. En el año 2024 lanzamos nuestro primer disco Homónimo, teniendo un gran éxito. Hoy en día nos presentamos constantemente en diferentes eventos y trabajamos para la creación de nuestro segundo disco.
Música

Roberto Aravena
Rob Aravena es un compositor y orquestador de cine y medios de comunicación audiovisual. Es licenciado en Composición Musical por la Pontificia Universidad Católica de Chile y posee un máster en Música para Medios Visuales por la Jacobs School of Music, donde recibió clases de los prestigiosos compositores Richard Marvin, Larry Groupé y Miguel Farias. Trabajó en Los Angeles, California en Remote Control, y colabora continuamente como orquestador y compositor de diversos proyectos audiovisuales como freelance.
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Descrição
Rob Aravena es un compositor y orquestador de cine y medios de comunicación audiovisual. Es licenciado en Composición Musical por la Pontificia Universidad Católica de Chile y posee un máster en Música para Medios Visuales por la Jacobs School of Music, donde recibió clases de los prestigiosos compositores Richard Marvin, Larry Groupé y Miguel Farias. Trabajó en Los Angeles, California en Remote Control, y colabora continuamente como orquestador y compositor de diversos proyectos audiovisuales como freelance.

Tamara Aguila
Educadora, Cantautora y gestora cultural chilena con 20 años de trayectoria, radicada en Rari (Maule). Profesora de Lenguaje, Magíster en Gestión Cultural, autora de seis producciones discográficas (la última, "Naves", en curso). Co-dirige programación en el espacio cultural Tierra de las Artes y preside la Fundación Wayka, articulando circulación musical y procesos de mediación e intercambio de saberes entre comunidades rurales.
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Folclor Fusión
Cantautor/Música de autor
Descrição
Educadora, Cantautora y gestora cultural chilena con 20 años de trayectoria, radicada en Rari (Maule). Profesora de Lenguaje, Magíster en Gestión Cultural, autora de seis producciones discográficas (la última, "Naves", en curso). Co-dirige programación en el espacio cultural Tierra de las Artes y preside la Fundación Wayka, articulando circulación musical y procesos de mediación e intercambio de saberes entre comunidades rurales.
Música

chacatrap
.3D2 CHACATRAP es un proyecto musical argentino integrado por Joel Eis (MONXIO), Martín Pla (PLA) y Juan Sánchez (OWANI), que trabaja sobre el cruce entre el folklore argentino y los lenguajes urbanos contemporáneos. Su propuesta parte de ritmos como la chacarera, la zamba, la vidala y el chamamé para llevarlos hacia territorios de música electrónica, reggaetón, funk y otras músicas urbanas, con una fuerte orientación hacia el baile y la experiencia en vivo. El proyecto comenzó en 2021 con “By3 By3 By3”, una primera exploración entre zamba y música urbana, y continuó con una serie de lanzamientos y presentaciones que consolidaron su identidad. En 2022 editaron “CMF” y realizaron sus primeros shows en Buenos Aires. Durante 2023 desarrollaron el ciclo Chacatrap en Club Social 911, además de publicar nuevos singles y realizar presentaciones en distintos espacios de la escena independiente. Entre 2024 y 2026 ampliaron su recorrido con shows en Buenos Aires, La Plata, Córdoba, Baradero, Neuquén, San Martín de los Andes y Bariloche, participando también de festivales y ciclos de la escena independiente. La discografía cuenta actualmente con 6 lanzamientos en formato single y 4 videoclips. En paralelo, el grupo desarrolla un primer álbum de larga duración, profundizando su búsqueda sonora y su propuesta escénica. En vivo, CHACATRAP combina música, performance, humor, vestuario y movimiento, con los tres integrantes como intérpretes y performers. El proyecto busca construir un puente entre raíz y vanguardia, tomando elementos reconocibles de la tradición musical argentina para transformarlos desde una mirada contemporánea.
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Nuevo Folclore
Chacarera
Reggaetón & Latin Rap
Descrição
.3D2 CHACATRAP es un proyecto musical argentino integrado por Joel Eis (MONXIO), Martín Pla (PLA) y Juan Sánchez (OWANI), que trabaja sobre el cruce entre el folklore argentino y los lenguajes urbanos contemporáneos. Su propuesta parte de ritmos como la chacarera, la zamba, la vidala y el chamamé para llevarlos hacia territorios de música electrónica, reggaetón, funk y otras músicas urbanas, con una fuerte orientación hacia el baile y la experiencia en vivo. El proyecto comenzó en 2021 con “By3 By3 By3”, una primera exploración entre zamba y música urbana, y continuó con una serie de lanzamientos y presentaciones que consolidaron su identidad. En 2022 editaron “CMF” y realizaron sus primeros shows en Buenos Aires. Durante 2023 desarrollaron el ciclo Chacatrap en Club Social 911, además de publicar nuevos singles y realizar presentaciones en distintos espacios de la escena independiente. Entre 2024 y 2026 ampliaron su recorrido con shows en Buenos Aires, La Plata, Córdoba, Baradero, Neuquén, San Martín de los Andes y Bariloche, participando también de festivales y ciclos de la escena independiente. La discografía cuenta actualmente con 6 lanzamientos en formato single y 4 videoclips. En paralelo, el grupo desarrolla un primer álbum de larga duración, profundizando su búsqueda sonora y su propuesta escénica. En vivo, CHACATRAP combina música, performance, humor, vestuario y movimiento, con los tres integrantes como intérpretes y performers. El proyecto busca construir un puente entre raíz y vanguardia, tomando elementos reconocibles de la tradición musical argentina para transformarlos desde una mirada contemporánea.

Julián Fernando Ramos
Compositor, arreglador y pianista. Me he desarrollado tanto en la música popular como en la académica. En la actualidad soy técnico en arreglos musicales y me desempeño como correpetidor de piano en la Licenciatura en canto popular de la Universidad Autónoma de Entre Ríos.
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Música Sinfónica
Descrição
Compositor, arreglador y pianista. Me he desarrollado tanto en la música popular como en la académica. En la actualidad soy técnico en arreglos musicales y me desempeño como correpetidor de piano en la Licenciatura en canto popular de la Universidad Autónoma de Entre Ríos.

Julieta Santos
Originaria de la sierra mazateca, Oaxaca y de raiz Jarocha-Veracruzana por herencia. Cantora del son Jarocho y músicas populares en la agrupación "Guardianes de los volcanes" Los saberes heredados por tradición oral, son mi oficio. Lic.Ciencias Sociales (Antropología Social y Sociología) (UACM) herramientas académicas con las que voy entrelazando y enriqueciendo mis saberes tradicionales-populares. Dinamizo, facilito y gestiono, procesos comunitarios autogestivos a través del arte y el mestizaje de saberes en Tequio Cultural Comunitario XICO. Investigación en EDCO-UACM Espacio de Educación Común.
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Descrição
Originaria de la sierra mazateca, Oaxaca y de raiz Jarocha-Veracruzana por herencia. Cantora del son Jarocho y músicas populares en la agrupación "Guardianes de los volcanes" Los saberes heredados por tradición oral, son mi oficio. Lic.Ciencias Sociales (Antropología Social y Sociología) (UACM) herramientas académicas con las que voy entrelazando y enriqueciendo mis saberes tradicionales-populares. Dinamizo, facilito y gestiono, procesos comunitarios autogestivos a través del arte y el mestizaje de saberes en Tequio Cultural Comunitario XICO. Investigación en EDCO-UACM Espacio de Educación Común.

Mateo Martinez
Soy productor artistico, guitarrista, cantautor, compositor y arreglador. Lidero el proyecto colaborativo Mateoairdemar y como solista, me presento con mi propio nombre. Trayectoria colaborativa: Partícipe en los proyectos "Azam" (rock‑pop), "Clementina" (rock‑pop), "En Bruto" (folk) con este proyecto grabamos un EP en el estudio Reloj de arena, en la provincia de Mendoza con ingeniería a cargo de Victor Silione(2007). Con Guairuru grabamos y publicamos el EP Cartas (2009) en el Estudio del Arco (Buenos Aires), con ingeniería y coproducción de Osqui Amante. Además, participamos en el FIFBA (Festival Internacional de Folklore) en el Espacio Fogón. Sesionista del Grupo Filocalia. Carrera como solista 2012: Grabe la canción “Aire de Mar” junto a Maria Athenas Venica y lance el albúm Sensaciones, un disco de doce temas producido integramente en mi estudio hogareño. 2014: Fui beneficiado por Cultura MGP en un concurso local para la producción de dos videoclips (“Vacilar” y “Zamba Maluca”), filmados en la Sala Osvaldo Soriano con la colaboración de Maria Samcov. Ese año también me presente como artista callejero en la linea B de subte (estación Florida, Buenos Aires) junto a Yolanda Campos. 2016: Publiqué el álbum Abundancia, grabado en los Estudios ION con ingeniería y coproducción de Ariel Lavignea, explorando un concepto de creación espontánea de la canción, dos jornadas de diez horas produciendo en el estudio. Contó con la participación de Ezequiel Uhart en una nueva versión de “Zamba Maluca”. 2018: Lance el single Todo un Cielo, grabado en Artefacto Salas y Estudio durante un workshop de producción musical, al que fui convocado por Ariel Lavignea. 2020–2021: El INAMU financió 500 copias de mi álbum A.P.G. (Acantilados Playa Grande), con la colaboración de Agustin Seresini, Gonzalo Arecha, Ignacio del Rio, Jona Rossodivito, Andy Gómez, Machingo Russo, Fermin Echeveste, Ale Bruckman y Vero Martinez. Este trabajo fue postulado a los Premios Gardel 2021. 2025. Publique el álbum El beso de la arena, grabado en mi estudio hogareño y distribuido por A.M.A. 2026. Publique el álbum Marea Plateada, grabado en mi estudio hogareño y distribuido por A.M.A. Actualmente Cuento con un estudio de grabación en mi hogar donde produzco mis propias composiciones, coproduzco a otros artistas y grabo colaboraciones(Filocalia,Eliana Sortino,entre otros).
Ver detalhesMateo Martinez
Cantautor/Música de autor
Fusion / Jazz Rock
Folclor Fusión
Descrição
Soy productor artistico, guitarrista, cantautor, compositor y arreglador. Lidero el proyecto colaborativo Mateoairdemar y como solista, me presento con mi propio nombre. Trayectoria colaborativa: Partícipe en los proyectos "Azam" (rock‑pop), "Clementina" (rock‑pop), "En Bruto" (folk) con este proyecto grabamos un EP en el estudio Reloj de arena, en la provincia de Mendoza con ingeniería a cargo de Victor Silione(2007). Con Guairuru grabamos y publicamos el EP Cartas (2009) en el Estudio del Arco (Buenos Aires), con ingeniería y coproducción de Osqui Amante. Además, participamos en el FIFBA (Festival Internacional de Folklore) en el Espacio Fogón. Sesionista del Grupo Filocalia. Carrera como solista 2012: Grabe la canción “Aire de Mar” junto a Maria Athenas Venica y lance el albúm Sensaciones, un disco de doce temas producido integramente en mi estudio hogareño. 2014: Fui beneficiado por Cultura MGP en un concurso local para la producción de dos videoclips (“Vacilar” y “Zamba Maluca”), filmados en la Sala Osvaldo Soriano con la colaboración de Maria Samcov. Ese año también me presente como artista callejero en la linea B de subte (estación Florida, Buenos Aires) junto a Yolanda Campos. 2016: Publiqué el álbum Abundancia, grabado en los Estudios ION con ingeniería y coproducción de Ariel Lavignea, explorando un concepto de creación espontánea de la canción, dos jornadas de diez horas produciendo en el estudio. Contó con la participación de Ezequiel Uhart en una nueva versión de “Zamba Maluca”. 2018: Lance el single Todo un Cielo, grabado en Artefacto Salas y Estudio durante un workshop de producción musical, al que fui convocado por Ariel Lavignea. 2020–2021: El INAMU financió 500 copias de mi álbum A.P.G. (Acantilados Playa Grande), con la colaboración de Agustin Seresini, Gonzalo Arecha, Ignacio del Rio, Jona Rossodivito, Andy Gómez, Machingo Russo, Fermin Echeveste, Ale Bruckman y Vero Martinez. Este trabajo fue postulado a los Premios Gardel 2021. 2025. Publique el álbum El beso de la arena, grabado en mi estudio hogareño y distribuido por A.M.A. 2026. Publique el álbum Marea Plateada, grabado en mi estudio hogareño y distribuido por A.M.A. Actualmente Cuento con un estudio de grabación en mi hogar donde produzco mis propias composiciones, coproduzco a otros artistas y grabo colaboraciones(Filocalia,Eliana Sortino,entre otros).
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