
Música ibero-americana para flauta e violão
O Dou Moraes-Ávila visa realizar concertos, participar de festivais, encontros e fóruns realizados nos países membros da Ibermúsicas. Dessa maneira irá contribuir com a difusão da música ibero-americana em conjunto com artistas locais, promovendo além da difusão da música, a conexão entre artistas ibero-americanos.
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Contemporánea
Moderna
MPB
Descrição
O Dou Moraes-Ávila visa realizar concertos, participar de festivais, encontros e fóruns realizados nos países membros da Ibermúsicas. Dessa maneira irá contribuir com a difusão da música ibero-americana em conjunto com artistas locais, promovendo além da difusão da música, a conexão entre artistas ibero-americanos.

FOLI GRIÔ ORQUESTRA
FOLI. palavra dos povos Malinké (África Ocidental). Significa ritmo. Não só aquele que se toca ou dança, mas o ritmo presente em toda ação do dia-a-dia. GRIÔ. mestre portador de saberes e de fazeres de sua cultura, difusor oral de suas tradições através das gerações. FOLI GRIÔ ORQUESTRA Nasce da união destes significados entendendo o ritmo como o grande senhor dos saberes, contador de histórias. Os 10 músicxs se reuniram em 2015, no Rio de Janeiro, para estudar a linguagem do Afrobeat. Tendo como principal referência o nigeriano Fela Kuti, estenderam esta pesquisa às manifestações tradicionais brasileiras, seus ritmos e estéticas, gerando ali um diálogo intercultural que flertava também com o jazz e passou a guiar e a reverberar em todas as composições. De lá pra cá a banda se apresentou em diversas casas e palcos importantes do Rio de Janeiro, como o Galpão Ladeira das Artes (que tem se destacado por revelar novos nomes da música brasileira na cidade), o palco do festival Shell Open air e a Fundição Progresso. Além de várias apresentações pelas feiras e praças da cidade com o projeto FOLI na Rua, onde foi cativando um público fiel sem deixar ninguém parado. Agora, em 2019, com uma apresentação mais madura e autoral, a banda segue em temporada de shows do disco AJO, indicado ao 20º Grammy Latino. AJÔ Produzido por André Magalhães (Metá Metá, A Barca, Ponto BR,…), AJO, primeiro disco autoral da banda, lançado em Abril de 2019, nasce de uma forte pesquisa em torno manifestações populares, das quais alguns integrantes já participavam e passaram a levar para o coletivo. Visando aprofundar ainda mais seus aprendizados, a banda elegeu o Funk, o Maracatu de Baque Virado, o Jongo, o Candomblé e o Bumba Meu Boi do Maranhão e mergulhou em imersões com as pessoas que vivem cada uma dessas manifestações em seu cotidiano. Assim, munido de muito significado, AJO (que quer dizer união) conquistou a indicação ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa ao lado de nomes como Hermeto Pascoal, Alessandra Leão e Elba Ramalho. Além de alguns nomes da cultura popular, o disco ainda conta com participações de Lenine e Carlos Malta. Buscando exaltar a força e a importância que cada uma destas culturas têm, a Foli Griô molda uma sonoridade potente afirmando sua identidade nesta sobreposição entre Brasil e África, e faz do seu show um grande baile-ritual. Com todo o respeito e muito suingue, a banda faz do seu AJO uma celebração dos encantos destes muitos Brasis que dão certo.
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Afrobrasileiro
Regional
Afro
Afrobeat
Descrição
FOLI. palavra dos povos Malinké (África Ocidental). Significa ritmo. Não só aquele que se toca ou dança, mas o ritmo presente em toda ação do dia-a-dia. GRIÔ. mestre portador de saberes e de fazeres de sua cultura, difusor oral de suas tradições através das gerações. FOLI GRIÔ ORQUESTRA Nasce da união destes significados entendendo o ritmo como o grande senhor dos saberes, contador de histórias. Os 10 músicxs se reuniram em 2015, no Rio de Janeiro, para estudar a linguagem do Afrobeat. Tendo como principal referência o nigeriano Fela Kuti, estenderam esta pesquisa às manifestações tradicionais brasileiras, seus ritmos e estéticas, gerando ali um diálogo intercultural que flertava também com o jazz e passou a guiar e a reverberar em todas as composições. De lá pra cá a banda se apresentou em diversas casas e palcos importantes do Rio de Janeiro, como o Galpão Ladeira das Artes (que tem se destacado por revelar novos nomes da música brasileira na cidade), o palco do festival Shell Open air e a Fundição Progresso. Além de várias apresentações pelas feiras e praças da cidade com o projeto FOLI na Rua, onde foi cativando um público fiel sem deixar ninguém parado. Agora, em 2019, com uma apresentação mais madura e autoral, a banda segue em temporada de shows do disco AJO, indicado ao 20º Grammy Latino. AJÔ Produzido por André Magalhães (Metá Metá, A Barca, Ponto BR,…), AJO, primeiro disco autoral da banda, lançado em Abril de 2019, nasce de uma forte pesquisa em torno manifestações populares, das quais alguns integrantes já participavam e passaram a levar para o coletivo. Visando aprofundar ainda mais seus aprendizados, a banda elegeu o Funk, o Maracatu de Baque Virado, o Jongo, o Candomblé e o Bumba Meu Boi do Maranhão e mergulhou em imersões com as pessoas que vivem cada uma dessas manifestações em seu cotidiano. Assim, munido de muito significado, AJO (que quer dizer união) conquistou a indicação ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa ao lado de nomes como Hermeto Pascoal, Alessandra Leão e Elba Ramalho. Além de alguns nomes da cultura popular, o disco ainda conta com participações de Lenine e Carlos Malta. Buscando exaltar a força e a importância que cada uma destas culturas têm, a Foli Griô molda uma sonoridade potente afirmando sua identidade nesta sobreposição entre Brasil e África, e faz do seu show um grande baile-ritual. Com todo o respeito e muito suingue, a banda faz do seu AJO uma celebração dos encantos destes muitos Brasis que dão certo.
Música

Chora Mulheres na Roda
A Chora – Mulheres na Roda é uma roda-oficina de choro multiplicadora voltada para mulheres instrumentistas, que acontece mensalmente no Rio de Janeiro desde o segundo semestre de 2018. O propósito da roda é promover práticas em conjunto entre as integrantes fixas do grupo proponente e as musicistas interessadas em conhecer a linguagem do choro, sendo estas, em qualquer nível de experiência em seus instrumentos específicos. Como base e ponto de partida, as partituras das peças a serem trabalhadas são disponibilizadas nas redes para acesso e estudo prévio, estimulando e oportunizando assim, a participação de mulheres instrumentistas na cena cultural da cidade. O projeto acaba por formar uma grande rede de mulheres envolvidas com arte e música, e já contou com participações de grandes cantoras, como Nilze Carvalho (Instrumentista Brasileira de Choro), Áurea Martins e Mayra Andrade em algumas das edições da Chora Mulheres na Roda. O projeto proposto terá caráter de formação musical na linguagem do Choro, através de oficina. Assim, serão oferecidas oficinas com o objetivo de promover estudo em conjunto acerca do gênero do choro a musicistas iniciadas em qualquer nível de experiência em seus instrumentos. A prática de estudos tem duração de 1h30m (uma hora e meia) e será monitorada pelas instrumentistas da Chora – Mulheres na Roda: Carolina Chaves (flauta); Laila Aurore (Cavaquinho) e Geiza Carvalho (percussão). A roda é acústica e todos os instrumentos serão bem-vindos. O estudo proposto pelas oficineiras parte de uma conversa sobre a história do choro e segue-se ao desenvolvimento dos fundamentos teóricos e práticos básicos do gênero, bem como a prática conjunta de 02 (duas) peças. As partituras serão enviadas previamente participantes e utilizadas durante a oficina.
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MPB
Regional
Afro
Descrição
A Chora – Mulheres na Roda é uma roda-oficina de choro multiplicadora voltada para mulheres instrumentistas, que acontece mensalmente no Rio de Janeiro desde o segundo semestre de 2018. O propósito da roda é promover práticas em conjunto entre as integrantes fixas do grupo proponente e as musicistas interessadas em conhecer a linguagem do choro, sendo estas, em qualquer nível de experiência em seus instrumentos específicos. Como base e ponto de partida, as partituras das peças a serem trabalhadas são disponibilizadas nas redes para acesso e estudo prévio, estimulando e oportunizando assim, a participação de mulheres instrumentistas na cena cultural da cidade. O projeto acaba por formar uma grande rede de mulheres envolvidas com arte e música, e já contou com participações de grandes cantoras, como Nilze Carvalho (Instrumentista Brasileira de Choro), Áurea Martins e Mayra Andrade em algumas das edições da Chora Mulheres na Roda. O projeto proposto terá caráter de formação musical na linguagem do Choro, através de oficina. Assim, serão oferecidas oficinas com o objetivo de promover estudo em conjunto acerca do gênero do choro a musicistas iniciadas em qualquer nível de experiência em seus instrumentos. A prática de estudos tem duração de 1h30m (uma hora e meia) e será monitorada pelas instrumentistas da Chora – Mulheres na Roda: Carolina Chaves (flauta); Laila Aurore (Cavaquinho) e Geiza Carvalho (percussão). A roda é acústica e todos os instrumentos serão bem-vindos. O estudo proposto pelas oficineiras parte de uma conversa sobre a história do choro e segue-se ao desenvolvimento dos fundamentos teóricos e práticos básicos do gênero, bem como a prática conjunta de 02 (duas) peças. As partituras serão enviadas previamente participantes e utilizadas durante a oficina.

Patrícia Bizzotto
Compositora, intérprete, performer, pesquisadora, mestre em Filosofia. Trabalha nos limites da música de concerto contemporânea e da música experimental. Investiga a fusão entre composição, performance musical e improviso, e as tecnologias do corpo. Trabalhando também com criação de trilhas sonoras para cinema, dança e teatro, recebeu o Prêmio Copasa/Sinparc de Artes Cênicas de melhor trilha original, em 2015. Participou da “9a Mostra Leão do Norte: Protagonismo Feminino na Música Brasileira”, em Pernambuco. A convite do programa nacional SESC Partituras realizou em 2017 um concerto dedicado a composições próprias, com estreia de três peças. Foi selecionada pelo Concurso do BNDES (2018) de ocupação do Espaço Cultural, no Rio de Janeiro, onde apresentou seu trabalho como compositora e intérprete, com estreia de duas peças. Selecionada pelo Festival Internacional de Musique POP Montréal (2019), com a peça "Here Ear Heart Earth. Sinking" (for speakers). Coordenadora do projeto "Territórios de Invenção – Residências Musicais", realizado pela Fundação de Educação Artística, em convênio com a Secretaria de Cultura de Minas Gerais. Tem se apresentado em diversos locais, com diferentes grupos musicais e grupos artísticos brasileiros interessados na improvisação, na experimentação e nas artes vivas, tais como: cerco coreogràfico, Vórtice, Casa Híbrido e Seminal Records.
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Contemporánea
Electroacoustic Music
Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)
Descrição
Compositora, intérprete, performer, pesquisadora, mestre em Filosofia. Trabalha nos limites da música de concerto contemporânea e da música experimental. Investiga a fusão entre composição, performance musical e improviso, e as tecnologias do corpo. Trabalhando também com criação de trilhas sonoras para cinema, dança e teatro, recebeu o Prêmio Copasa/Sinparc de Artes Cênicas de melhor trilha original, em 2015. Participou da “9a Mostra Leão do Norte: Protagonismo Feminino na Música Brasileira”, em Pernambuco. A convite do programa nacional SESC Partituras realizou em 2017 um concerto dedicado a composições próprias, com estreia de três peças. Foi selecionada pelo Concurso do BNDES (2018) de ocupação do Espaço Cultural, no Rio de Janeiro, onde apresentou seu trabalho como compositora e intérprete, com estreia de duas peças. Selecionada pelo Festival Internacional de Musique POP Montréal (2019), com a peça "Here Ear Heart Earth. Sinking" (for speakers). Coordenadora do projeto "Territórios de Invenção – Residências Musicais", realizado pela Fundação de Educação Artística, em convênio com a Secretaria de Cultura de Minas Gerais. Tem se apresentado em diversos locais, com diferentes grupos musicais e grupos artísticos brasileiros interessados na improvisação, na experimentação e nas artes vivas, tais como: cerco coreogràfico, Vórtice, Casa Híbrido e Seminal Records.
Música

Alexandre Garnizé – Baque Virado: Traços que nos Irmanam
Realização de oficinas que abordem a percepção musical com o ensino de ritmos do Maracatu de Baque Virado e do Candomblé e suas aproximações com ritmos afro-latinoamercanos com o objetivo de valorizar a autoestima das comunidade afrodescendentes. A música afro-brasileira será apresentada enquanto instrumento de transformação. O aperfeiçoamento e formação de agentes multiplicadores de cidadania serão os resultados propostos na abordagem da música percussiva como viés para a valorização do indivíduo e como um símbolo de afirmação da identidade negra na América Latina, despertando o respeito à diversidade étnico-musical-religiosa.
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Afrobrasileiro
Descrição
Realização de oficinas que abordem a percepção musical com o ensino de ritmos do Maracatu de Baque Virado e do Candomblé e suas aproximações com ritmos afro-latinoamercanos com o objetivo de valorizar a autoestima das comunidade afrodescendentes. A música afro-brasileira será apresentada enquanto instrumento de transformação. O aperfeiçoamento e formação de agentes multiplicadores de cidadania serão os resultados propostos na abordagem da música percussiva como viés para a valorização do indivíduo e como um símbolo de afirmação da identidade negra na América Latina, despertando o respeito à diversidade étnico-musical-religiosa.
Música

ENMI – ENCONTRO DA NOVA MÚSICA IBERO-AMERICANA
Encontro de ensembles musicais ibero-americanos visando a trocas de conhecimento e apresentações artística de música contemporânea acústica, mista ou eletrônica.
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Descrição
Encontro de ensembles musicais ibero-americanos visando a trocas de conhecimento e apresentações artística de música contemporânea acústica, mista ou eletrônica.

Africanias
El Ensemble Africanias es un grupo de músicos brasileños y colombianos que tienen como objetivo presentar los resultados de la investigación desarrollada por el Grupo de Investigación Africanias UFRJ. El Grupo propone comprender la música brasileña y latinoamericana a través del estudio sistemático, con la participación de investigadores de diferentes áreas e instituciones.
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Música de Cámara
Contemporánea
Descrição
El Ensemble Africanias es un grupo de músicos brasileños y colombianos que tienen como objetivo presentar los resultados de la investigación desarrollada por el Grupo de Investigación Africanias UFRJ. El Grupo propone comprender la música brasileña y latinoamericana a través del estudio sistemático, con la participación de investigadores de diferentes áreas e instituciones.

Ignacio Rodriguez
FUNDACIÓN CENTRO CULTURAL KAVLIN Visión Trabajamos día a día para ser una institución que habilite a la producción y difusión de contenidos culturales y educativos de calidad que se relacionen activamente con todos sus participantes. Misión Desarrollamos servicios educativos que conecten críticamente a la comunidad con la cultura de la imagen y que promuevan la producción como una forma de participación ciudadana Generar acciones con el fin de fomentar la producción y difusión de prácticas artístico-culturales. Abrir nuestra infraestructura para el desarrollo de prácticas culturales que habiliten a programas, instituciones , colectivos e iniciativas de la comunidad. AREAS DE TRABAJO Difusión artística – Arte VISUALES (fotografía y Nuevos medios) Música popular uruguaya. Acción educativa – cursos de fotografía diseño y audiovisual Programas específicos – espacio público – becas de apoyo económico- encuentros de reflexión y lectura- producción musical Programas y actividades actuales Recuperaciónón del espacio Paseo de las Américas Carrera de fotografía y recursos visuales Capacitación. Profesional – Inefop Programa de becas sociales Encuentros comunitarios de reflexión y lectura (filosofía y teoría del arte) Convocatoria a artistas visuales Ciclo de música popular uruguaya Sesiones de invierno- músicos residentes en el depto del Maldonado
Ver detalhesIgnacio Rodriguez
Descrição
FUNDACIÓN CENTRO CULTURAL KAVLIN Visión Trabajamos día a día para ser una institución que habilite a la producción y difusión de contenidos culturales y educativos de calidad que se relacionen activamente con todos sus participantes. Misión Desarrollamos servicios educativos que conecten críticamente a la comunidad con la cultura de la imagen y que promuevan la producción como una forma de participación ciudadana Generar acciones con el fin de fomentar la producción y difusión de prácticas artístico-culturales. Abrir nuestra infraestructura para el desarrollo de prácticas culturales que habiliten a programas, instituciones , colectivos e iniciativas de la comunidad. AREAS DE TRABAJO Difusión artística – Arte VISUALES (fotografía y Nuevos medios) Música popular uruguaya. Acción educativa – cursos de fotografía diseño y audiovisual Programas específicos – espacio público – becas de apoyo económico- encuentros de reflexión y lectura- producción musical Programas y actividades actuales Recuperaciónón del espacio Paseo de las Américas Carrera de fotografía y recursos visuales Capacitación. Profesional – Inefop Programa de becas sociales Encuentros comunitarios de reflexión y lectura (filosofía y teoría del arte) Convocatoria a artistas visuales Ciclo de música popular uruguaya Sesiones de invierno- músicos residentes en el depto del Maldonado

Cron Ensemble
O CRON iniciou seus trabalhos, em 2003, sob a direção de Marcos Nogueira e Yahn Wagner, professores de composição da Escola de Música da UFRJ. Sua primeira formação, com Taís Soares (violino), Marcos Botelho (trombone) e Tatiana Dumas (piano), estreou em recital no auditório da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, em agosto de 2004, e no ano seguinte já realizava sua primeira turnê por 16 cidades do Sul e Sudeste brasileiros, culminando com a participação na XVI Bienal de Música Brasileira Contemporânea/Funarte, no mesmo ano. A consolidação do trabalho veio com a realização de nova turnê também por 16 cidades agora das regiões Nordeste e Centro-Oeste. Desde então o CRON já realizou mais de 60 concertos, em salas de grande parte dos estados da federação, participando de alguns dos mais importantes eventos dedicados à música contemporânea, tais como o Panorama da Música Brasileira Atual/EM-UFRJ e a Bienal de Música Brasileira Contemporânea/Funarte, da qual desde sua primeira participação, em 2005, não mais deixou de integrar a programação. Conjunto de câmara dedicado, particularmente, à interpretação da música brasileira contemporânea, o CRON já apresentou obras de mais de 30 compositores brasileiros, de todas as gerações, em atividade e radicados em diversos estados do país e exterior. Inúmeras obras apresentadas foram dedicadas ao conjunto, que já gravou mais de 20 obras incluídas na programação de suas temporadas e que constituem um conjunto notavelmente representativo das tendências estéticas atuais da música brasileira de concerto.
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Contemporánea
Música de Cámara
Descrição
O CRON iniciou seus trabalhos, em 2003, sob a direção de Marcos Nogueira e Yahn Wagner, professores de composição da Escola de Música da UFRJ. Sua primeira formação, com Taís Soares (violino), Marcos Botelho (trombone) e Tatiana Dumas (piano), estreou em recital no auditório da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, em agosto de 2004, e no ano seguinte já realizava sua primeira turnê por 16 cidades do Sul e Sudeste brasileiros, culminando com a participação na XVI Bienal de Música Brasileira Contemporânea/Funarte, no mesmo ano. A consolidação do trabalho veio com a realização de nova turnê também por 16 cidades agora das regiões Nordeste e Centro-Oeste. Desde então o CRON já realizou mais de 60 concertos, em salas de grande parte dos estados da federação, participando de alguns dos mais importantes eventos dedicados à música contemporânea, tais como o Panorama da Música Brasileira Atual/EM-UFRJ e a Bienal de Música Brasileira Contemporânea/Funarte, da qual desde sua primeira participação, em 2005, não mais deixou de integrar a programação. Conjunto de câmara dedicado, particularmente, à interpretação da música brasileira contemporânea, o CRON já apresentou obras de mais de 30 compositores brasileiros, de todas as gerações, em atividade e radicados em diversos estados do país e exterior. Inúmeras obras apresentadas foram dedicadas ao conjunto, que já gravou mais de 20 obras incluídas na programação de suas temporadas e que constituem um conjunto notavelmente representativo das tendências estéticas atuais da música brasileira de concerto.

Residência artística do compositor Fabio Manzione em Córdoba
Dentro do âmbito da música erudita contemporânea, a Livre Improvisação Musical carrega consigo características das mais diversas obras dos séculos XX e XXI. Elas vão desde a aleatoriedade e as técnicas estendidas de John Cage, aos timbres do estilo estocástico de Xenakis, dos sons cotidianos transformados pelos gravadores de Pierre Schaeffer, aos pantonalismos de Stravinsky, passando pelas algazarras de Charles Ives e por imitações das preciosas texturas de Stockhausen. Suas qualidades únicas estão, contudo, em sua confecção efêmera e em sua capacidade de metamorfosear-se e transitar por entre os inúmeros caminhos sonoros possíveis através da interação entre artistas que se põe a arriscar-se e a fazer música em tempo real. Para além disso, atualmente, a Livre Improvisação Musical também percorre trajetos híbridos e se coloca a dividir espaços criativos com outras expressões artísticas. Nesse sentido, este projeto visa a criação de uma obra original baseada nas interação entre música e artes visuais, entre o músico brasileiro Fabio Manzione e o grupo argentino Dto6 – sediado no Centro para las Artes y los Pensamientos Autónomos de Córdoba.
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Contemporánea
Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)
Descrição
Dentro do âmbito da música erudita contemporânea, a Livre Improvisação Musical carrega consigo características das mais diversas obras dos séculos XX e XXI. Elas vão desde a aleatoriedade e as técnicas estendidas de John Cage, aos timbres do estilo estocástico de Xenakis, dos sons cotidianos transformados pelos gravadores de Pierre Schaeffer, aos pantonalismos de Stravinsky, passando pelas algazarras de Charles Ives e por imitações das preciosas texturas de Stockhausen. Suas qualidades únicas estão, contudo, em sua confecção efêmera e em sua capacidade de metamorfosear-se e transitar por entre os inúmeros caminhos sonoros possíveis através da interação entre artistas que se põe a arriscar-se e a fazer música em tempo real. Para além disso, atualmente, a Livre Improvisação Musical também percorre trajetos híbridos e se coloca a dividir espaços criativos com outras expressões artísticas. Nesse sentido, este projeto visa a criação de uma obra original baseada nas interação entre música e artes visuais, entre o músico brasileiro Fabio Manzione e o grupo argentino Dto6 – sediado no Centro para las Artes y los Pensamientos Autónomos de Córdoba.
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