
Patricia Bastos
Patricia Bastos é uma das referências mais importantes da música amapaense. A voz da cantora amazônica é acompanhada pelo violão de Dante Ozzetti. O show apresenta as raízes do Amapá, como o marabaixo, batuque, cassicó misturado à escola do canto erudito.
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MPB
Regional
Descrição
Patricia Bastos é uma das referências mais importantes da música amapaense. A voz da cantora amazônica é acompanhada pelo violão de Dante Ozzetti. O show apresenta as raízes do Amapá, como o marabaixo, batuque, cassicó misturado à escola do canto erudito.
Música

Coletivo Samba Noir
COLETIVO SAMBA NOIR Com percussões sampleadas , baixo synth , texturas eletrônicas, violão de sete cordas e voz, o quarteto Coletivo Samba Noir interpreta clássicos da música brasileira que versam sobre o amor, suas dores e impossibilidades. Valendose de linguagem cênica e musical singular, cuja inspiração surge da atmosfera d ensa do cinema noir, o Coletivo promove o encontro de quatro destacados nomes da cena musical do Rio de Janeiro, com trajetórias bastante diversas: Katia B (voz e guitarra), Marcos Suzano (ritmo e voz), Luís Filipe de Lima (violão de sete cordas) e Guilherme Gê (teclado e voz). No repertório do Coletivo, alguns dos mais célebres compositores brasileiros inspirados pela dor-de-cotovelo: Nelson Cavaquinho (“Luz negra”), Lupicínio Rodrigues (“Volta” e “Aves daninhas”), Ary Barroso (“Risque”), Cartola (“Autonomia”) e Noel Rosa (“Pra que mentir?”), entre outros. Estas canções remetem a duas importantes referências musicais, o piano-bar e os grupos de choro e seresta, aqui subvertidas por uma arrojada formação instrumental que combina a percussão personalíssima de Marcos Suzano com o violão de sete cordas castiço de Luís Filipe de Lima, e que mistura a voz sensível e densa de Katia B à experimentação requintada de Guilherme Gê, com sonoridades eletrônicas e linhas de baixo sub-graves executadas no teclado. Vanguarda e tradição unem-se, no Coletivo Samba Noir, para render homenagens às canções atemporais que falam de amores impossíveis, solidão, angústia e desassossego. O espetáculo levado à cena pelo Coletivo traz as dez canções registradas no CD e mais sete números. O quarteto tem sua performance emoldurada por projeções de imagens e videografia em espaços não-convencionais, como tecidos e fumaça. Ao longo do show, as projeções exibem as imagens das quatro participações especiais presentes no disco (Egberto Gismonti, Jards Macalé, Arto Lindsay e Carlos Malta), sincronizadas com a performance ao vivo do Coletivo. O espetáculo tem direção geral de Katia B e Luís Filipe de Lima, roteiro e arranjos musicais do Coletivo, direção de arte e videocenário de Batman Zavareze, iluminação de Renato Machado, figurinos de Rogério S. e direção de movimento de Marcia Rubin. www.sambanoir.com.br Saí de casa pra assistir ao espetáculo SAMBA NOIR, com a certeza de que seria um programa bonito. Mas que delícia estar enganada. Foi bem mais que isso, um banho de música, de conceito, de imagens, de participações feitas de maneira completamente original. Um oásis, um alívio…"se alguém perguntar por aí, diz que fui por aí", atrás desse som, desse jeito, dessa onda… Zélia Duncan “Samba noir” é um filme de corpo presente, com loura fatal e tudo, ambientado entre a Mangueira e a Lapa. O coletivo no palco, as participações projetadas, a fina escolha de repertório, tudo faz sentido. E como isso é raro hoje em dia… Arthur Dapieve Samba Noir não é um show pra ser fotografado. Não é pra ser filmado. Não é pra ser escutado. Samba Noir é pra ser experimentado. Philippe Leon Anastassakis
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Samba
Bossa Nova
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COLETIVO SAMBA NOIR Com percussões sampleadas , baixo synth , texturas eletrônicas, violão de sete cordas e voz, o quarteto Coletivo Samba Noir interpreta clássicos da música brasileira que versam sobre o amor, suas dores e impossibilidades. Valendose de linguagem cênica e musical singular, cuja inspiração surge da atmosfera d ensa do cinema noir, o Coletivo promove o encontro de quatro destacados nomes da cena musical do Rio de Janeiro, com trajetórias bastante diversas: Katia B (voz e guitarra), Marcos Suzano (ritmo e voz), Luís Filipe de Lima (violão de sete cordas) e Guilherme Gê (teclado e voz). No repertório do Coletivo, alguns dos mais célebres compositores brasileiros inspirados pela dor-de-cotovelo: Nelson Cavaquinho (“Luz negra”), Lupicínio Rodrigues (“Volta” e “Aves daninhas”), Ary Barroso (“Risque”), Cartola (“Autonomia”) e Noel Rosa (“Pra que mentir?”), entre outros. Estas canções remetem a duas importantes referências musicais, o piano-bar e os grupos de choro e seresta, aqui subvertidas por uma arrojada formação instrumental que combina a percussão personalíssima de Marcos Suzano com o violão de sete cordas castiço de Luís Filipe de Lima, e que mistura a voz sensível e densa de Katia B à experimentação requintada de Guilherme Gê, com sonoridades eletrônicas e linhas de baixo sub-graves executadas no teclado. Vanguarda e tradição unem-se, no Coletivo Samba Noir, para render homenagens às canções atemporais que falam de amores impossíveis, solidão, angústia e desassossego. O espetáculo levado à cena pelo Coletivo traz as dez canções registradas no CD e mais sete números. O quarteto tem sua performance emoldurada por projeções de imagens e videografia em espaços não-convencionais, como tecidos e fumaça. Ao longo do show, as projeções exibem as imagens das quatro participações especiais presentes no disco (Egberto Gismonti, Jards Macalé, Arto Lindsay e Carlos Malta), sincronizadas com a performance ao vivo do Coletivo. O espetáculo tem direção geral de Katia B e Luís Filipe de Lima, roteiro e arranjos musicais do Coletivo, direção de arte e videocenário de Batman Zavareze, iluminação de Renato Machado, figurinos de Rogério S. e direção de movimento de Marcia Rubin. www.sambanoir.com.br Saí de casa pra assistir ao espetáculo SAMBA NOIR, com a certeza de que seria um programa bonito. Mas que delícia estar enganada. Foi bem mais que isso, um banho de música, de conceito, de imagens, de participações feitas de maneira completamente original. Um oásis, um alívio…"se alguém perguntar por aí, diz que fui por aí", atrás desse som, desse jeito, dessa onda… Zélia Duncan “Samba noir” é um filme de corpo presente, com loura fatal e tudo, ambientado entre a Mangueira e a Lapa. O coletivo no palco, as participações projetadas, a fina escolha de repertório, tudo faz sentido. E como isso é raro hoje em dia… Arthur Dapieve Samba Noir não é um show pra ser fotografado. Não é pra ser filmado. Não é pra ser escutado. Samba Noir é pra ser experimentado. Philippe Leon Anastassakis
Música

Sons do Brasil- Marcello Santos
Realização de oficina de percussão e ritmos brasileiros a ser realizado pelo músico Marcello Santos, na cidade de Cali, Colômbia durante 4 ( quatro) semanas.
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Louise Woolley Quinteto
Pianista, compositora e arranjadora de São Paulo,Louise Woolley estudou na antiga Universidade Livre de Música (atual EMESP), no Centre des Musiques Didier Lockwood (Dammarie Les Lis/França) e na Musik-akademie (Basel/Suiça). Filha do contrabaixista Pete Woolley, seu contato com a música vem desde a infância, crescendo no meio dos ensaios que aconteciam em sua casa. Em 2013 lançou seu primeiro disco, inteiramente autoral, e desde então já apresentou seu trabalho em festivais como: ”Savassi Festival" (Belo Horizonte/MG), "Jazz a la Calle"(Mercedes/Uruguai), "Choro Jazz" (Jericoacoara/Ceará), "IlhaBela in Jazz” (Ilha Bela/SP), "Festival de Inverno de Garanhuns" (Garanhuns/Pernambuco)),"Gourmet Jazz Fest” (Águas de São Pedro/SP), além de diversas casas de jazz no Brasil, Argentina, Uruguai, França, Portugal,Suiça etc. Ganhou editais/prêmios como: "Prêmio Funarte de Música Brasileira", "Proac", “BNDS- categoria novos talentos”. Em 2016 gravou seu segundo disco- “Ressonâncias", considerado um dos destaques do ano por renomados críticos. Em 2018 foi convidada a participar do projeto “Música Nova”, e compôs um show inédito, intitulado “Rascunhos”, comissionado pelo Savassi Festival. Atualmente está em pré-produção de seu terceiro disco, gravado pelo selo Blaxtream.
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MPB
Descrição
Pianista, compositora e arranjadora de São Paulo,Louise Woolley estudou na antiga Universidade Livre de Música (atual EMESP), no Centre des Musiques Didier Lockwood (Dammarie Les Lis/França) e na Musik-akademie (Basel/Suiça). Filha do contrabaixista Pete Woolley, seu contato com a música vem desde a infância, crescendo no meio dos ensaios que aconteciam em sua casa. Em 2013 lançou seu primeiro disco, inteiramente autoral, e desde então já apresentou seu trabalho em festivais como: ”Savassi Festival" (Belo Horizonte/MG), "Jazz a la Calle"(Mercedes/Uruguai), "Choro Jazz" (Jericoacoara/Ceará), "IlhaBela in Jazz” (Ilha Bela/SP), "Festival de Inverno de Garanhuns" (Garanhuns/Pernambuco)),"Gourmet Jazz Fest” (Águas de São Pedro/SP), além de diversas casas de jazz no Brasil, Argentina, Uruguai, França, Portugal,Suiça etc. Ganhou editais/prêmios como: "Prêmio Funarte de Música Brasileira", "Proac", “BNDS- categoria novos talentos”. Em 2016 gravou seu segundo disco- “Ressonâncias", considerado um dos destaques do ano por renomados críticos. Em 2018 foi convidada a participar do projeto “Música Nova”, e compôs um show inédito, intitulado “Rascunhos”, comissionado pelo Savassi Festival. Atualmente está em pré-produção de seu terceiro disco, gravado pelo selo Blaxtream.
Música

CODICE TRVXILLO DEL PERV
"Códice TRVXILLO DEL PERV 1788" Recopilada por el obispo Baltasar Jaime Martínez de Compañon y Bujanda, este proyecto es el primer volumen de la producción discográfica en solo de guitarra. Resultado de un año de estudios y muchos esfuerzo para lograr la grabación que se encuentra basando en las partituras originales donde he respetado tonalidades, melodías y ritmos de este registro maravilloso. once obras musicales plasmadas para la guitarra Peruana.
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Solistas
Barroca
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"Códice TRVXILLO DEL PERV 1788" Recopilada por el obispo Baltasar Jaime Martínez de Compañon y Bujanda, este proyecto es el primer volumen de la producción discográfica en solo de guitarra. Resultado de un año de estudios y muchos esfuerzo para lograr la grabación que se encuentra basando en las partituras originales donde he respetado tonalidades, melodías y ritmos de este registro maravilloso. once obras musicales plasmadas para la guitarra Peruana.

Abel Velàsquez Zavaleta
Primera grabación en solo de guitarra de la música del códice #TRVXILLODELPERV recopilado en el siglo XVIII por el obispo Baltasar Jaime Martínez de Compañon y Bujanda. Resultado de más de un año de trabajo y estudio basándome en las partituras originales respetando tonalidades, melodias y ritmos de esta música maravillosa.
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Barroca
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Primera grabación en solo de guitarra de la música del códice #TRVXILLODELPERV recopilado en el siglo XVIII por el obispo Baltasar Jaime Martínez de Compañon y Bujanda. Resultado de más de un año de trabajo y estudio basándome en las partituras originales respetando tonalidades, melodias y ritmos de esta música maravillosa.

Concerto para vozes, ruídos, música pré-gravada, viola caipira e museu.
Seguindo o mesmo caminho das artes plásticas que arriscaram migrar dos espaços convencionais – museus, galerias (considerados espaços assépticos, galerias ‘cubos brancos’, puros e descontaminados), as artes musicais, principalmente aquelas vinculadas à dita ‘música instrumental’, têm buscado os espaços não convencionais para performar: feiras e mercados populares, terminais de ônibus, hospitais, praças, escolas, etc., são novos espaços de interação (seria este movimento um retorno às origens?). A nossa experiência junto a música contemporânea, utilizando ou não recursos da eletroeletrônica, associados ou não a outras manifestações artísticas, quando iniciamos este processo de buscar oferecer concertos em espaços não convencionais, buscamos também o experimentalismo das ressonâncias dos ambientes, o potencial de reverberação com o entorno, tanto nos efeitos físicos (ecos, dispersão, ruídos compartilhados) quanto nos efeitos sociais (história do local, política de uso, etc.). Neste caso, alguns museus foram os locais que mais nos sensibilizaram para performar! Um exemplo a destacar é o evento 'Concert for voices, noises, pre-recorded music, viola caipira and museum'. Este concerto foi gravado no Emanuel Vigeland Museum no mês de julho de 2017, na cidade de Oslo, Noruega. O espaço deste museu, suas características arquitetônicas (com propriedades acústicas especiais, como as dos zigurates da Babilônia e das catedrais e criptas da cristandade), e parte significativa da arte do Emanuel Vigeland, são mostradas em alguns dos vídeos que produzimos. Nossa proposta para 2020 é retomarmos este projeto, numa versão aberta ao público.
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Contemporánea
Moderna
Progressive Rock, Art Rock & Symphonic Rock
Psychedelic / Acid Rock & Psychedelia
Minimal Wave / Synth & Minimal Industrial (Revival)
Noise Music
Descrição
Seguindo o mesmo caminho das artes plásticas que arriscaram migrar dos espaços convencionais – museus, galerias (considerados espaços assépticos, galerias ‘cubos brancos’, puros e descontaminados), as artes musicais, principalmente aquelas vinculadas à dita ‘música instrumental’, têm buscado os espaços não convencionais para performar: feiras e mercados populares, terminais de ônibus, hospitais, praças, escolas, etc., são novos espaços de interação (seria este movimento um retorno às origens?). A nossa experiência junto a música contemporânea, utilizando ou não recursos da eletroeletrônica, associados ou não a outras manifestações artísticas, quando iniciamos este processo de buscar oferecer concertos em espaços não convencionais, buscamos também o experimentalismo das ressonâncias dos ambientes, o potencial de reverberação com o entorno, tanto nos efeitos físicos (ecos, dispersão, ruídos compartilhados) quanto nos efeitos sociais (história do local, política de uso, etc.). Neste caso, alguns museus foram os locais que mais nos sensibilizaram para performar! Um exemplo a destacar é o evento 'Concert for voices, noises, pre-recorded music, viola caipira and museum'. Este concerto foi gravado no Emanuel Vigeland Museum no mês de julho de 2017, na cidade de Oslo, Noruega. O espaço deste museu, suas características arquitetônicas (com propriedades acústicas especiais, como as dos zigurates da Babilônia e das catedrais e criptas da cristandade), e parte significativa da arte do Emanuel Vigeland, são mostradas em alguns dos vídeos que produzimos. Nossa proposta para 2020 é retomarmos este projeto, numa versão aberta ao público.
Música

Guaipeca: uma ilusão autobiográfica
Leandro Maia é cantor e compositor reconhecido dentro e fora do país. Professor da UFPEL, é também ativista cultural com Doutorado em Música (Songwriting) pela Bath Spa University (Reino Unido), Mestrado em Literatura Brasileira pela UFRGS e Licenciatura em Música pela UFRGS. Vencedor do Prêmio Ibermúsicas de Composición de Canción Popular concedido pela Organização dos Estados Ibero-americanos, Leandro possui quatro Prêmio Açorianos de Música (Grupo MPB, Revelação e Intérprete), além de indicações como compositor, espetáculo e disco. Também recebeu o Prêmio Brasil-Sul como melhor álbum e intérprete. Com três premiados discos gravados, participações em diversos trabalhos e reconhecimento através de premiações e distinções, Leandro Maia comemora seus 20 anos de carreira, contados a partir da conquista do II Festival de Música de Porto Alegre, em 1999, com o grupo Café Acústico, interpretando a música "Retirantes", de Alexandre Fisch. Leandro é um músico independente, que gerencia sua carreira e possui experiência na gestão de projetos, tais como "Palavreio" (Fumproarte, 2008); "Mandinho" (Procultura, 2012), "Suíte Maria Bonita" (Funarte, 2014) e "Bath Spa Pioneer Award" (Bath Spa University, 2017), com aprovação de contas e gerenciamento modelo de projetos culturais. Guaipeca: Uma ilusão autobiográfica articula áreas de música, literatura e audiovisual através de canções que celebram o livre trânsito entre fronteiras e culturas, contextualizando o processo criativo de Leandro Maia, "o primeiro doutor em composição de canção"(songwriting) do Brasil". A palavra "Guaipeca", de origem indígena, é o designativo sulista para "vira-lata". Conforme Aldyr Schlee, em seu "Dicionário da Cultura Pampeana Sul-Riograndense", trata-se de "cusco, cachorrinho, cachorro de pequeno tamanho e de raça indefinida" (Schlee, 2019, p. 493). O repertório se realiza através de uma perspectiva "glocal", onde global e local se articulam em paisagens, histórias de vida e personagens ligados à irreverente matriz guaipeca, como os grandes homenageados Barão de Itararé (Aparício Torelly, 1895-1971), Dona Conceição dos Mil Sambas (1930-) e o "rei do Calypso" Walter Gavitt Ferguson (1919-). O projeto reúne 12 canções autorais e contação de histórias num espetáculo de 75 minutos de duração.
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MPB
Descrição
Leandro Maia é cantor e compositor reconhecido dentro e fora do país. Professor da UFPEL, é também ativista cultural com Doutorado em Música (Songwriting) pela Bath Spa University (Reino Unido), Mestrado em Literatura Brasileira pela UFRGS e Licenciatura em Música pela UFRGS. Vencedor do Prêmio Ibermúsicas de Composición de Canción Popular concedido pela Organização dos Estados Ibero-americanos, Leandro possui quatro Prêmio Açorianos de Música (Grupo MPB, Revelação e Intérprete), além de indicações como compositor, espetáculo e disco. Também recebeu o Prêmio Brasil-Sul como melhor álbum e intérprete. Com três premiados discos gravados, participações em diversos trabalhos e reconhecimento através de premiações e distinções, Leandro Maia comemora seus 20 anos de carreira, contados a partir da conquista do II Festival de Música de Porto Alegre, em 1999, com o grupo Café Acústico, interpretando a música "Retirantes", de Alexandre Fisch. Leandro é um músico independente, que gerencia sua carreira e possui experiência na gestão de projetos, tais como "Palavreio" (Fumproarte, 2008); "Mandinho" (Procultura, 2012), "Suíte Maria Bonita" (Funarte, 2014) e "Bath Spa Pioneer Award" (Bath Spa University, 2017), com aprovação de contas e gerenciamento modelo de projetos culturais. Guaipeca: Uma ilusão autobiográfica articula áreas de música, literatura e audiovisual através de canções que celebram o livre trânsito entre fronteiras e culturas, contextualizando o processo criativo de Leandro Maia, "o primeiro doutor em composição de canção"(songwriting) do Brasil". A palavra "Guaipeca", de origem indígena, é o designativo sulista para "vira-lata". Conforme Aldyr Schlee, em seu "Dicionário da Cultura Pampeana Sul-Riograndense", trata-se de "cusco, cachorrinho, cachorro de pequeno tamanho e de raça indefinida" (Schlee, 2019, p. 493). O repertório se realiza através de uma perspectiva "glocal", onde global e local se articulam em paisagens, histórias de vida e personagens ligados à irreverente matriz guaipeca, como os grandes homenageados Barão de Itararé (Aparício Torelly, 1895-1971), Dona Conceição dos Mil Sambas (1930-) e o "rei do Calypso" Walter Gavitt Ferguson (1919-). O projeto reúne 12 canções autorais e contação de histórias num espetáculo de 75 minutos de duração.
Música

Pokyotl, de Rodrigo Cicchelli
Composição de uma obra original para flauta e meios eletroacústicos para o Ónix Ensamble e o programa Lumínico, com residência por três semanas no Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras (CMMAS) de Morelia, Michoacán, México, durante el segundo semestre de 2020. Desenvolverei uma composição original para Flauta e Eletrônica para o grupo Lumínico. O título provisório da composição é "Pokyotl", que significa "sopro" ou "exalação" no idioma Nahuatl. A ideia é inspirar-me na mitologia Asteca, sobretudo aquela relacionada aos mitos de criação e ao deus Ehacatl, conhecido como a divindade dos ventos, para compor uma obra original. Esta proposta está em linha direta de continuidade com minha trajetória artística, que pode ser verificada nos links fornecidos abaixo. Oferecerei também seminários/masterclasses a músicos e estudantes sobre a produção brasileira para flauta e eletrônica, com exemplos de obras recentes e a análise do repertório existente. https://musica.ufrj.br/index.php/gestao/docentes/docente/29 https://www.youtube.com/channel/UCl5Ppzdy12cduCq5tED8TUw http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4723583A6
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Contemporánea
Descrição
Composição de uma obra original para flauta e meios eletroacústicos para o Ónix Ensamble e o programa Lumínico, com residência por três semanas no Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras (CMMAS) de Morelia, Michoacán, México, durante el segundo semestre de 2020. Desenvolverei uma composição original para Flauta e Eletrônica para o grupo Lumínico. O título provisório da composição é "Pokyotl", que significa "sopro" ou "exalação" no idioma Nahuatl. A ideia é inspirar-me na mitologia Asteca, sobretudo aquela relacionada aos mitos de criação e ao deus Ehacatl, conhecido como a divindade dos ventos, para compor uma obra original. Esta proposta está em linha direta de continuidade com minha trajetória artística, que pode ser verificada nos links fornecidos abaixo. Oferecerei também seminários/masterclasses a músicos e estudantes sobre a produção brasileira para flauta e eletrônica, com exemplos de obras recentes e a análise do repertório existente. https://musica.ufrj.br/index.php/gestao/docentes/docente/29 https://www.youtube.com/channel/UCl5Ppzdy12cduCq5tED8TUw http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4723583A6
Música
19712 Resultados – Página 1630 de 1972




























